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Cachorro fica com a pata machucada após viagem em avião da Gol

O caso foi denunciado pelo tutor do animal através das redes sociais. “Quem tem um animalzinho sabe como é ruim passar por esse tipo de situação”, disse Marcelo Zago


Um cachorro que viajou de João Pessoa (PB) até Brasília em um avião da Gol foi encontrado pelo tutor, que também estava na aeronave, com a pata ferida. A caixa de transporte do animal estava quebrada. A viagem aconteceu no sábado (8).

Reprodução

O servidor público Marcelo Zago, de 36 anos, tutor do cão, denunciou o caso nas redes sociais. “As companhias aéreas têm regras muito rígidas para levar animais, então eu adquiri a passagem bem mais cara. Só esse serviço [transporte no porão da aeronave] foi R$ 650 a mais”, contou ao portal Metrópoles.

Ao final da viagem, Marcelo teve que esperar mais de 25 minutos para receber o cachorro. “E quando me entregaram, o kennel [mala de transporte de animais] estava quebrado e o Lupo com a patinha machucada, super assustado”, disse.

“Procurei uma atendente e ela disse que não adiantava ficar nervoso, porque iriam restituir o valor do kennel que quebrou. Mas eu não quero saber do kennel, eu quero saber o protocolo de atendimento que eles têm, quero saber sobre o meu animal”, completou.

Marcelo relatou que a Gol apenas registrou uma ocorrência de “bagagem danificada”. “Eles tratam o animal como uma mera carga, uma empresa que se diz pet friendly. Minha preocupação foi o meu cachorro, não o kennel”, frisou.

Incomodado com a situação, o servidor público procurou uma supervisora da Gol. “Ela disse que eu precisaria esperar cinco minutos. Mas eu esperei 10 e ela não apareceu, então fui embora cuidar do Lupo”, comentou.

“Se eu soubesse que iriam tratá-lo assim, eu iria de carro, daria outro jeito. Quem tem um animalzinho sabe como é ruim passar por esse tipo de situação”, acrescentou.

Após ser procurada pelo portal Metrópoles, a Gol emitiu uma nota afirmando “que está em contato com o cliente para prestar todo o suporte e assistência necessária ao animal”.

“A companhia ressalta ainda que preza pela segurança dos animais transportados e trabalha continuamente para oferecer sempre os melhores serviços. Animais podem viajar com segurança na cabine de passageiros ou no porão das aeronaves da Gol. Mais informações podem ser acessadas nestes dois links: informações e serviços“, diz a nota.


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Tutora coloca banner em avião e oferece sete mil dólares de recompensa para encontrar seu cão

Foto: Emilie Talermo
Foto: Emilie Talermo

Uma tutora que vive em São Francisco, nos Estados Unidos está oferecendo uma recompensa de 7 mil dólares para quem encontrar seu cachorro da raça pastor australiano, roubado enquanto estava do lado de fora de um mercado.

Emilie Talermo até contratou um avião para voar com uma faixa sobre a cidade na esperança de encontrá-lo.

Talermo disse na quinta-feira (19) que está fazendo tudo o que pode para encontrar seu cachorro, Jackson, desde que foi roubado no sábado (14) em frente a uma mercado no bairro de Bernal Heights.

“Sou apenas uma pessoa e realmente preciso de ajuda para divulgar as informações de Jackson”, disse Talermo.

O vídeo gravado pelas câmeras de vigilância do supermercado mostra um homem de capuz se aproximando do banco onde Jackson estava amarrado.

Talermo e suas amigas distribuíram milhares de panfletos com a foto do cão que pesa 12 kilos de pelo branco, preto e cinza e olhos azuis brilhantes.

Ela também criou um site, bringjacksonhome.com, onde está oferecendo uma recompensa de 7 mil dólares, “sem perguntas”, e até abriu uma conta para o cachorro “de olhar doce” no Tinder.

Foto: Twitter
Foto: Twitter

“Ele está sempre comigo. É um amor muito real o que temos um pelo outro”, disse Talermo, com a voz embargada. “Eu só preciso de ajuda para encontrá-lo”.

Ela contratou um avião por 1.200 dólares para colocar um banner com o endereço do site de busca que circulou por São Francisco e Oakland por duas horas na quinta-feira (19).

Para ajudar a financiar sua busca pelo cachorro, Talermo lançou uma campanha de arrecadação de fundos no site GoFundMe, onde arrecadou mais de 7 mil dólares desde terça-feira (17). Ela planeja doar o dinheiro extra para o abrigo Rocket Dog Rescue.

Talermo disse que adotou Jackson, que tem lindos olhos azuis e 5 anos de idade em Nova York (EUA). Eles se mudaram então, para Los Angeles e depois para São Francisco.

“As pessoas que conheci ao longo dos anos conhecem meu amor por esse cachorro. Estou impressionada e comovida com o apoio de todos”, disse ela. As informações são da AFP.


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Empresa aérea é condenada a pagar indenização por morte de cadela durante voo

A Justiça decidiu que houve falha na prestação do serviço da TAM Linhas Aéreas


Uma juíza do 5º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a TAM Linhas Aéreas a indenizar o tutor de uma cadela, da raça bulldogue americano, que morreu durante um voo da empresa.

Reprodução/Pixabay/PgmJanssen/Imagem Ilustrativa

A cadela foi colocada no avião para viajar de Manaus até Brasília, em 2018. Um dia depois, o tutor foi avisado da morte. A empresa informou que o corpo do animal foi encaminhado a uma clínica para ser realizada a necrópsia. As informações são da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.

A juíza afirmou que o homem contratou o transporte de animais vivos e que houve falha na prestação do serviço, já que a cadela foi entregue morta.

Além de estipular uma indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil, a magistrada determinou que a empresa aérea ressarcisse o valor investido pelo homem na compra da passagem, o que resultou numa quantia de R$ 1 mil.


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Cachorrinho que sobreviveu ao furacão Dorian é resgatado após passar um mês preso aos destroços

Foto: Big Dog Ranch Rescue/Instagram
Foto: Big Dog Ranch Rescue/Instagram

Miracle (Milagre) foi batizado com esse nome devido a história de seu resgate e da luta pela vida enfrentada pelo cãozinho de sorte nas Bahamas. Sua sobrevivência após tudo pelo que passou foi considerada realmente um milagre.

Miracle, que havia sobrevivido por quase um mês após a passagem devastadora do furacão Dorian, classificado como um evento da categoria 5, atingir as Bahamas, foi encontrado pelo Grupo de Resgate de Animais Big Dog Ranch Rescue (BDRR), abanando o rabo depois de ter sido libertado dos destroços de onde estava preso.

Graças a um drone que sobrevoava a região, a equipe do BDRR conseguiu identificar a localização de Miracle, mas salvá-lo não seria tão simples assim. A equipe teve que escavar seu caminho através de pilhas de detritos amontoados, pontas de madeira afiadas e vidro espalhado em March Harbor até que finalmente conseguiu alcançar a pequena fonte de calor que o drone havia captado.

Foto: Big Dog Ranch Rescue/Instagram
Foto: Big Dog Ranch Rescue/Instagram

A fundadora e presidente do BDRR, Lauree Simmons, disse em um comunicado: “Que história incrível foi descobrir um cachorro vivo depois de ficar preso por tanto tempo. Estamos usando a tecnologia mais recente que existe para que nossas equipes de resgate localizem esses animais. Nesse caso, os drones tiveram um papel fundamental no sucesso da operação”.

A equipe ficou surpresa e comovida por ter encontrado um cachorro pequeno, muito fraco e magro que mal conseguia levantar a cabeça, naquele momento, eles empregaram todos os esforços para salvá-lo sabendo que tinham que agir rápido.

Depois que a equipe lhe deu uma injeção de antibiótico e um pouco de água em uma unidade improvisada de trauma de animais domésticos, localizada onde a ONG Humane Society das Bahamas costumava ficar, eles o transportaram até um avião fretado que o levaria para a Flórida, nos Estados Unidos.

Foto: Big Dog Ranch Rescue/Instagram
Foto: Big Dog Ranch Rescue/Instagram

Depois de chegarem ao BDRR com o cachorrinho a beira da morte, eles rapidamente o colocaram na UTI canina e iniciaram a indução de soro. Não demorou muito para que a equipe visse alguma vida voltando para o cachorrinho, foi quando ele finalmente conseguiu levantar a cabeça por conta própria.

Miracle é um dos 138 cães que o BDRR salvou nas Bahamas. Ele ficará com eles até que uma família se apresente como sendo a dele. Se ninguém se apresentar, a organização de resgate garantirá que ele encontre um lar amoroso para sempre.

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Site revela quanto gás carbônico é liberado em um voo

Shame Plane, um site criado recentemente, permite que uma pessoa descubra exatamente quanto gás carbônico um voo libera na atmosfera. A plataforma também exibe alternativas para compensar a liberação do gás. Um voo de 4 mil milhas (quase 6.500 quilômetros), por exemplo, equivale a um ano sem comer carne.

Uma foto de um hambúrguer
Foto: livekindly

A plataforma interativa foi desenvolvida pelo designer Victor Muller, baseada em dados de um estudo chamado The Climate Mitigation Gap. Os usuários do Shame Plane podem inserir os dados de seus voos para avaliar o impacto que têm sobre o meio ambiente.

As duas medidas mais eficazes para reparar os danos causados pelos voos são deixar de comer produtos de origem animal, principalmente a carne, e viver sem carro. A reciclagem, o uso de lâmpadas de LED e uma diminuição no desperdício de alimentos também são boas opções, quando aliadas a uma dieta baseada em vegetais.

A foto da asa de um avião tirada através de uma janela
Foto: livekindly

“Identificamos quatro ações que acreditamos ser eficazes na redução da emissão de gases de efeito estufa de um indivíduo”, explica o estudo The Climate Mitigation Gap. “Ter um filho a menos, viver sem carro, evitar viagens de avião e seguir uma dieta vegetariana estrita”.

Diminuir o consumo de carne ajuda a reduzir as emissões de gás carbônico, mas aderir a uma dieta completamente baseada em vegetais é de 2 a 4,7 vezes mais eficaz, segundo a pesquisa.


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ONG freta voo para evacuar 80 animais resgatados que estão na rota do furacão Dorian

Ao transportar os animais disponíveis para adoção nos abrigos, a entidade espera liberar espaço para que as ONGs possam acolher animais afetados pelas inundações e que precisem de socorro urgente


 

A Humane Society dos Estados Unidos financiou um voo de resgate de 80 animais de 3 abrigos da Flórida ao longo da costa leste | Foto: Jesus Aranguren/AP Images para The Humane Society dos Estados Unidos
A Humane Society dos Estados Unidos financiou um voo de resgate de 80 animais de 3 abrigos da Flórida ao longo da costa leste | Foto: Jesus Aranguren/AP Images para The Humane Society dos Estados Unidos

Por Eliane Arakaki

Após uma passagem devastadora pelas Bahamas, deixando pelo menos cinco mortes, o furacão Dorian está agra se movendo em direção à costa leste dos Estados Unidos, levando a ordens de evacuação obrigatórias na Flórida, Geórgia e Carolina do Sul.

Moradores já se encontram as voltas com o stress causado pelo fato de ter que pegar suas coisas e sair de casa as pressas devido a uma catástrofe relacionada ao clima, mas a situação é especialmente desafiadora para abrigos, centros de resgates e santuários de animais, que não apenas precisam cuidar dos funcionários humanos, mas também de toda a vida que eles tem sob sua responsabilidade.

Para ajudar a garantir a segurança dos animais domésticos dos centros de resgate da Flórida, a Humane Society dos Estados Unidos (HSUS) coordenou a evacuação de aproximadamente 80 animais de três diferentes abrigos de animais da Flórida no domingo.

Os animais domésticos são adotáveis, a maioria composta principalmente de gatos e cães de raças grandes da Nassau Humane Society, Jacksonville Animal Protective Services e St. Johns County Pet Center e foram colocados em um avião fretado pela HSUS.

O voo fretado de resgate partiu de Jacksonville e aterrissou em Michigan, onde os peludos evacuados foram transportados para a Michigan Humane Society. O abrigo distribuiu os animais entre seus parceiros locais para garantir que todos os passageiros do voo ficassem seguros, confortáveis e bem cuidados até encontrarem suas famílias eternas.

“Ao transportar cães e gatos que já estavam disponíveis para adoção fora da região ameaçada pelo furacão, somos capazes de aumentar a capacidade de alojamento das comunidades ameaçadas de receber animais enquanto elas se preparam para as inundações e um provável influxo previsto de animais deslocados”, disse Kate MacFall, diretora estadual sênior da Flórida para a Humane Society dos Estados Unidos, em um comunicado. “Muitos desses animais são cães grandes, com muito amor para dar, e eles serão membros fantásticos de qualquer família “.

O Centro de Vida Selvagem do Sul da Flórida, em Fort Lauderdale, também está se preparando para receber os animais deslocados pelo furacão Dorian ao transferir seus atuais moradores.

De acordo com a HSUS, a equipe do centro trabalhou até sábado e domingo para mover todos os residentes da instalação, que incluem falcões, corujas, patinhos, esquilos e gambás, para lares temporários em casas fora do caminho destrutivo de Dorian. O SWFC fechou na segunda-feira, mas planeja abrir assim que a tempestade passar e a área estiver protegida, para que possam ajudar os animais selvagens afetados pelo furacão.

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Justiça da Bahia autoriza tutora a levar cadela em cabine de avião

Caso haja descumprimento da decisão judicial, a companhia aérea será punida com multa de R$ 20 mil


Em uma decisão inédita, a 15º Vara do Juizado Especial do Consumidor de Salvador, na Bahia, obrigou a empresa aérea TAP a permitir que uma passageira leve seu cachorro dentro da cabine do avião durante uma viagem.

Foto: Pixabay/Ilustrativa

A tutora entrou com uma ação na Justiça informando que viaja constantemente para Lisboa, em Portugal, e que sempre levou consigo seu cachorro, da raça lhasa apso. No entanto, segundo ela, após alteração na regra de transporte aéreo em relação aos animais, ela foi informada de que Bug, como é chamado o cão, não poderia ser levado na cabine.

Para conseguir viajar na companhia do animal no próximo dia 7 de setembro, a mulher acionou a Justiça alegando que o cão oferece apoio emocional a ela e que, por isso, ela precisa estar ao lado dele nesta viagem e em todas as próximas. Um laudo médico que atesta a necessidade da companhia do animal foi apresentado. As informações são do portal Bahia Notícias.

A TAP alegou que não pode transportar animais braquicéfalos, como Bug, no porão da aeronave, devido à dificuldade natural para respirar que esses animais possuem, mas que ele também não poderia estar dentro da cabine porque para isso precisaria pesar no máximo 8 kg. O animal pesa cerca de 11 kg, o que o impediria de embarcar na aeronave.

A juíza Márcia Denise Mineiro Sampaio Mascarenhas, por sua vez, alega que entende a necessidade da mulher viajar com Bug já que o animal lhe traz estabilidade emocional.

“Ora, se a lei permite que uma pessoa portadora de deficiência visual possa viajar com seu cão na cabine da aeronave, independente do tamanho ou peso corporal, não encontra esta magistrada razão para negar o mesmo direito à parte autora, que comprova nos autos a necessidade de viajar junto ao animal, em virtude do mesmo se mostrar necessário ao seu equilíbrio emocional”, afirmou a juíza.

Ainda de acordo com a magistrada, a tutora do cão comprovou que ele atende aos padrões da agência sanitária do Brasil e de Portugal e, por isso, está apto a fazer a viagem.

Caso haja descumprimento da decisão judicial, a companhia aérea será punida com multa de R$ 20 mil.


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Ex-soldado do Exército aprende a pilotar avião para salvar animais que seriam sacrificados

Ex-soldado veterano do Exército dos Estados Unidos, Paul Steklenski, de 45 anos, decidiu aprender a pilotar avião para viagem pelo mundo salvando cachorros e gatos que seriam sacrificados. Em muitos países, tirar a vida de animais saudáveis como forma de controle populacional ainda é uma prática permitida.

Foto: Reprodução/CNN

Ao lado de Tessa, uma cadela que acompanha Steklenski nas viagens, o ex-soldado já salvou 742 animais. As informações são da CNN.

Inicialmente, Steklenski pensou em resgatar os cães e gatos usando um ônibus ou uma van.  No entanto, em 2013 decidiu iniciar os estudos em uma academia de pilotos. Após se formar, ele passou a usar um avião para salvar a vida dos animais.

Dois anos depois, o ex-soldado fundou a ONG “Flying Fur Animal Rescue”. Na época, ele também deixou de alugar aviões e comprou um especificamente para os resgates. A aeronave transporta até 23 animais por vez, mas Steklenski sonha mais alto e planeja, no futuro, comprar outro avião ainda maior.

Foto: Reprodução/CNN

“Ver os cães nos canis partia-me o coração. Era horrível pensar que havia tantos animais a sendo sacrificados”, afirmou o ex-soldado.

Steklenski gasta de 340 a 515 euros (R$ 1400-2200) por cada operação de resgate. Apesar de pedir doações, o piloto investe, do próprio bolso, mais de 8,5 mil euros por ano no projeto.

Além do auxílio que presta aos animais que resgata, Steklenski adotou, há um ano, sua segunda cadela, Layla. Desde então, ele tira um dia por mês para voar até canis e resgatar alguns cães e gatos, que depois são entregues a abrigos que não fazem sacrifício.

“É um trabalho extremamente emocional, mas muito recompensante”, disse. “Quando o motor começa a trabalhar, eles adormecem ou ficam acordados olhando pela janela. Tenho a sensação de que eles sabem que coisas melhores lhes vão acontecer”, completou.

Foto: Reprodução/CNN

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Destaques

Cinco rinocerontes negros mantidos em cativeiro na Europa serão libertados em Ruanda

Manny é um dos cinco rinocerontes que estão sendo transferidos | Foto: Simona Jirickova/Safari Park Dvur Kralove
Manny é um dos cinco rinocerontes que estão sendo transferidos | Foto: Simona Jirickova/Safari Park Dvur Kralove

Os animais estão sendo transferidos por via área, são 6 mil quilômetros de distância, a operação representa o maior transporte de rinocerontes da Europa para a África já realizado, e só ocorre após anos de preparativos.

Menos de 5 mil rinocerontes negros selvagens e apenas mil rinocerontes negros orientais restaram na África e permanecem sob ameaça de caça.

Três rinocerontes negros do sexo feminino e dois do sexo masculino, com idades entre dois e nove anos, foram escolhidos para a mudança para o Parque Nacional de Akagera.

Todos os cinco nasceram e cresceram na Europa e estiveram em cativeiro por toda a vida.

Jasmina esta sendo transferida para a reserva africana com os demais | Foto: Simona Jirickova/Safari Park Dvur Kralove
Jasmina esta sendo transferida para a reserva africana com os demais | Foto: Simona Jirickova/Safari Park Dvur Kralove

Jasiri, Jasmina e Manny nasceram no Safari Park Dvur Kralove na República Tcheca, Mandela vem do Ree Park Safari na Dinamarca, e Olmoti é da Flamingo Land no Reino Unido.

Eles foram doados ao Conselho de Desenvolvimento de Ruanda em um esforço para impulsionar a população de rinocerontes negros na África Oriental.

Espécie em extinção

Na década de 70, haviam milhares desses magníficos animais por toda a África, mas atualmente, os rinocerontes negros e brancos foram levados à beira da extinção pela caça implacável e cruel da espécie.

Alimentada pela demanda das classes médias cada vez mais ricas da China e do Vietnã, a caça aos rinocerontes por seus chifres tem crescido.

Após cortado do corpo dos animais, o chifre é comercializado ilegalmente no mercado paralelo.

Alguns compradores ignorantemente acreditam que o item possa curar o câncer, enquanto outros querem o objeto apenas para ostentar como símbolo de status social.

Acredita-se que esse comércio gere em torno de 13 bilhões de libras por ano.

O Projeto Botsuana de Conservação aos Rinos advertiu que se a caça ao animal continuar no ritmo atual, eles estarão extintos até 2024.

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Jornalismo cultural, Notícias

Brasileiros estão dispostos a pagar mais por voos com menor impacto ambiental

Por David Arioch

Pesquisa foi conduzida com 800 passageiros de voos internacionais entre os dias 1º e 10 de abril (Foto: Divulgação/Infraero)

Pesquisa da rede de organizações brasileiras Aliança REDD+ Brasil, que conta com a participação do Instituto Centro de Vida (ICV), revela que 68% dos entrevistados pagariam entre cinco a oito reais a mais por bilhete se soubessem que o valor seria revertido para redução ou compensação das emissões de carbono do seu voo.

A informação é resultado de uma pesquisa sobre os hábitos de consumo, percepção e opiniões dos brasileiros sobre as emissões de gases de efeito estufa da aviação civil. A pesquisa, encomendada à empresa IDEIA Big Data, foi conduzida com 800 passageiros de voos internacionais entre os dias 1º e 10 de abril. Todos os entrevistados viajaram de avião para fora do país nos últimos 12 meses ou pretendem viajar nos próximos 12 meses, e são responsáveis pelo pagamento da própria passagem aérea.

O estudo revelou que 89% dos entrevistados não conseguem citar nenhuma companhia que tenha preocupação com a redução de carbono ou compensação, assim como também não se posicionaram sobre a afirmação das companhias estarem prejudicando o meio ambiente – 52% não concordaram, nem discordaram. Porém, a grande maioria (75%) consente que voar em uma companhia área que se preocupa com a redução de carbono é importante.

“Em geral, jovens demonstram maior preocupação com as emissões de carbono emitidas durante voos internacionais de longa duração e seus impactos no meio ambiente”, destaca Pedro Soares, do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam).

Ao decidir comprar uma passagem aérea para viajar para fora do país, quase metade dos entrevistados revela não possuir preocupação com as emissões de carbono. Ainda assim, sete em cada 10 entrevistados acreditam que companhias aéreas que se comprometem a reduzir ou compensar essas emissões terão maior preferência dos clientes.

As mulheres tendem a concordar mais com a afirmação (75%) se comparado com os homens (65%). Com relação a preço, 68% dos respondentes mostraram disposição até de pagar entre cinco a oito reais a mais por bilhete se soubessem que o valor seria revertido para redução ou compensação das emissões de carbono do seu voo. Apenas 18% não estão dispostos a pagar a mais por isso.

“Os consumidores estão cada vez mais conscientes de sua responsabilidade nas emissões de carbono e precisam compartilhar os custos do combate às mudanças climáticas. As companhias aéreas que se anteciparem na adoção dessas ações terão mais chances de fidelizar esses clientes”, destaca Paula Bernasconi, coordenadora de Incentivos Econômicos para Conservação do ICV.

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Companhias aéreas são pressionadas a servir refeições veganas para compensar emissões de carbono

Foto: Adobe
Foto: Adobe

Companhias aéreas estão sendo pressionadas a oferecer opções veganas para compensar suas emissões de carbono e atender a passageiros veganos e vegetarianos.

A Vegan Society e a Humane Society International uniram forças para criar o site FlyVe, que fornece aos consumidores o primeiro sistema de classificação on-line para refeições veganas a bordo de aviões.

O FlyVe faz parte da campanha Vegan on the Go, que visa chamar a atenção para a importância da disponibilidade de refeições para veganos e destacar os muitos benefícios de garantir que opções baseadas em vegetais sejam incluídas nos menus padrão.

De acordo com as duas organizações, as opções de refeição padrão fornecidas pela maioria das companhias aéreas são dominadas por carne, laticínios e ovos. Isso significa que os passageiros precisam solicitar proativamente uma refeição vegana com antecedência.

Impacto Ambiental

“As viagens de avião tem uma reputação notória por produzir altas emissões de gases de efeito estufa e fornecer opções veganas pode ser uma maneira de compensar esse impacto ambiental”, diz a The Vegan Society.

“A agropecuária animal produz cerca de um quinto de todas as emissões de gases de efeito estufa produzidas pelo homem e a produção de carne, ovos e laticínios é um fator que contribui mais para o aquecimento global do que todas as formas de transporte combinadas, incluindo a aviação”.

“As companhias aéreas atendem a um bilhão de refeições a bordo de seus aviões todos os anos, por isso incentivar ativamente os passageiros a escolher opções baseadas em vegetais poderia ajudar a reduzir as emissões de carbono da indústria.

Foto: Adobe
Foto: Adobe

Cientistas da Universidade de Oxford recentemente confirmaram que se alimentar de forma vegana é “a coisa mais eficaz que um indivíduo pode fazer para ajudar a combater a mudança climática”.

Refeição ecológica

“Adicionar opções veganas a todos os cardápios de bordo padrão significaria que todos os passageiros poderiam optar por uma refeição mais ecológica”, disse Elena Orde, diretora sênior de campanhas da The Vegan Society.

“Seria fantástico ver as companhias aéreas realmente adotarem a variedade e a criatividade que é possível com a comida vegana, e criar opções que sejam adequadas para veganos, mas que atraiam a todos os paladares.

“Lançamos o FlyVe para nos permitir ver quais companhias aéreas estão “voando à frente da curva” e quais poderiam ter um suporte extra quando se trata de adotar opções baseadas em vegetais. Nós encorajamos qualquer companhia aérea a entrar em contato conosco para aconselhamento e treinamento. ”

Crise climática

“Em uma era de crise climática, todos nós precisamos fazer escolhas de estilo de vida mais amigáveis ao planeta”, disse Charlie Huson, Gerente do Programa de Alimentos Avançados da Humane Society International UK.

“Reduzir a frequência com que voamos é fundamental, mas também é importante garantir que, quando voamos, não aumentemos ainda mais nossa pegada de carbono com nossas escolhas alimentares. Apesar da necessidade imperiosa de mudança, a onipresente ´carne de frango ou carne bovina´ continua a ser a escolha padrão e sem imaginação na maioria das companhias aéreas”.

“Se todos que saírem d aeroporto de Heathrow em Londres, por exemplo, e por apenas um dia escolherem uma refeição vegana, poderão economizar cerca de 33.592 toneladas de CO2, o equivalente a 112.695.851 milhas em um carro comum a gasolina”.

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Coruja é encontrada dormindo dentro de motor de avião

Reprodução | Facebook

Engenheiros da companhia aérea Virgin Australia tiveram um linda e grata surpresa enquanto realizam uma inspeção pré-voo de uma aeronave Boeing 737-800 no Aeroporto de Melbourne, segunda área urbana mais populosa da Austrália. Durante os procedimentos de rotina, os técnicos encontraram uma doce coruja dormindo dentro de um dos motores do avião.

A empresa aérea compartilhou o episódio inusitado em seu perfil no Facebook. A história encontrou a internet e foi compartilhada por mais de 10 mil pessoas. “Essa coruja adorável foi encontrada durante as nossas inspeções pré-voo, o que é um excelente lembrete do por que fazemos o check-up”, diz a postagem.

A publicação afirma ainda a ave foi resgatada e submetida a uma avaliação veterinária antes de ser devolvida à natureza.

Caso brasileiro

No Brasil, não há relatos de corujas terem sido encontradas em motores de aeronaves, mas em 2012, um casal de corujas da espécie buraqueira escolheu um buraco próximo à pista de voo do Aeroporto Adalberto Mendes da Silva, em Cascavel, no oeste do Paraná como ninho.

O casal não só se estabeleceu no local, como também teve vários bebês. As aves foram acompanhadas por um biólogo e ficaram em segurança durante todo o tempo.

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