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Filhotes de cachorro são abandonados em Ribeirão Preto (SP)

Dois machos e uma fêma passam por cuidados de uma veterinária da Associação Vida Animal e devem ser colocados para adoção na próxima feira, que acontece dia 17 de dezembro

Filhotes estavam em uma caixa de papelão, na chuva (Foto: Weber Sian / A Cidade)

Três filhotes foram encontrados recém-abandonados em uma caixa de papelão em uma das ruas do Bairro Valentina Figueiredo, durante a chuva de quinta-feira de manhã, em Ribeirão Preto. Molhados e com frio, os animais foram recolhidos, mas precisam de quem possa adotá-los.

Dois machos e uma fêma passam por cuidados de uma veterinária da Associação Vida Animal e devem ser colocados para adoção na próxima feira, que acontece dia 17 de dezembro. Sem raça, os cãezinhos conquistam pela simpatia e aguardam um lar.

Quem quiser adotar qualquer um deles pode entrar em contato com a associação pelo telefone (16)3632-1054.

AVA precisa de doações

A Associação Vida Animal também não recolhe animais abandonados, mas ajuda a comunidade a cuidar dos bichos quando realiza um resgate. Atualmente, a sede da associação abriga 14 cachorros e 8 gatos em recuperação. Para cuidar dos animais, a associação precisa de ajuda diária de ração e princpalmente remédios como cefalexina, dipironas, vermífugos, entre outros. As doações podem ser encaminhadas para a sede da AVA, na rua João Ramalho, 179.

Fonte: Jornal A Cidade

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Crianças mandaram cartas à Justiça para cão ficar em condomínio de SP

O cãozinho Fred é muito querido pelas crianças do condomínio (Foto: Reprodução/TV Globo)

As crianças do condomínio que virou o lar oficial de um cachorro em Ribeirão Preto (SP), no interior de São Paulo, enviaram cartas à Justiça durante o processo que decidiu a permanência do animal no local. As crianças contaram o quanto gostavam do cão e como elas queriam que ele continuasse no edifício. A liminar concedida pela Justiça saiu no final de setembro e garantiu a permanência do cão no condomínio. Fred, como é conhecido, foi considerado um animal comunitário, que não tem um tutor definido. Caso o cachorro seja expulso do local, o condomínio terá que pagar uma multa diária de R$ 200.

Segundo a advogada da Associação Vida Animal (AVA), Viviane Rodrigues Alexandre, as crianças foram fundamentais para o sucesso da ação, já que suas correspondências foram anexadas ao processo. Segundo informou a advogada nesta terça-feira (25), o animal está em boas condições de saúde, vacinado e vermifugado, e, por isso, não oferece risco aos moradores.

Conflito entre condôminos

O cachorro apareceu no condomínio, localizado no bairro Jardim Independência, em janeiro deste ano. Segundo Eliana Grizola, uma policial moradora do local, as crianças logo adotaram o cão e o batizaram de Fred.

De acordo com Luís Otávio Dalto de Moraes, advogado do condomínio, quando o animal começou a frequentar o residencial, no entanto, surgiram problemas entre os moradores. “Algumas pessoas começaram a cuidar dele, mas outros condôminos começaram a fazer registros de ataques e de ameaças por parte do cachorro”, conta.

Para evitar que alguém o maltratasse, Eliana e outros moradores tentaram levar o cão para morar dentro do apartamento, mas, segundo a policial, ele não conseguia se acostumar e sempre queria voltar para onde as crianças ficam brincando, no térreo dos prédios.

Diante da situação, Eliana entrou com uma ação para impedir a retirada do animal do lugar, baseada na Lei do Cão Comunitário. Sancionada em 2008 em São Paulo, a legislação compreende como “comunitário” o cachorro que estabelece laços de dependência e de manutenção com a comunidade em que vive, embora não possua responsável único e definido.

Assim, apesar de não ser a tutora de Fred, Eliana se comprometeu a ser a cuidadora oficial dele, prestando atenção às vacinas que ele deve tomar, entre outros cuidados.

Fred apareceu no condomínio em janeiro (Foto Divulgação/Arquivo Pessoal)

Defesa

De acordo com Luís Otávio Dalto de Moraes, apesar da natureza da liminar, o condomínio não é contra a permanência do animal no local. “O problema é que não havia uma pessoa responsável pelo animal. Todos os moradores lá têm que recolher as fezes do cachorro, cuidar para que ele não ataque as pessoas, e nesse caso o cachorro não estava com acompanhamento”, diz. Segundo Moraes, o animal vive solto pelo espaço comum do condomínio.

O advogado diz que vai recorrer da decisão para que Eliana Grizola “se responsabilize a cumprir as regras do condomínio, [como] manter ele dentro do apartamento, não circular sem coleira, entre outras regras”.

Fonte: G1

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Cães de canil fechado pela polícia ainda não podem ser adotados

Foto: Reprodução/EPTV

Os animais encontrados presos em um canil na Vila Carvalho, em Ribeirão Preto (SP), na última quinta-feira (6), ainda não podem ser adotados. Os cães permanecem no mesmo local, sob a tutela do tratador Valdemir Gomes Lima e da veterinária Patrícia Torrieri, indicados pela polícia.

Veja as fotos da ação

A chefe da Divisão de Controle de Zoonoses, Eliana Collucci, afirma que apenas um juiz pode destituir a guarda dos cães. “Apesar de responder por maus tratos, ele deve continuar com os animais. Para isso, precisará corrigir todos os problemas encontrados pela polícia e pela Vigilância Sanitária”, afirma.

De acordo com Viviane Alexandre, advogada da Associação Vida Animal (AVA), a Lei de Crimes Ambientais não permite flagrantes. Por esse motivo, o proprietário do canil, Júlio Cesar Rocha Fernandes de Matos, responde pelo crime em liberdade.

Ele deve prestar depoimento na manhã desta terça-feira (11).

Adoção

Os 21 cães passaram por exames clínicos para identificar a real situação de cada um. Cinco animais foram diagnosticados com erliquiose – doença transmitida por carrapato – mas já foram medicados. “O tutor está cooperando, inclusive comprou as rações e os medicamentos indicados. Agora queremos colocar alguns desses animais para adoção”, diz a presidente da AVA, Maria Cristina Dias. “Mesmo assim, não é qualquer pessoa que poderá adotá-los. Esses animais foram criados para segurança. Apesar de estarem desnutridos, alguns são muito bravos”, completa.

Os possíveis interessados na adoção dos cães podem se inscrever no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), pelos telefones 3628-2015 ou 3628-2778.

Fonte: EP Ribeirão

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Canil que alugava cães em Ribeirão Preto (SP) é fechado e animais não têm para onde ir

Foto: Reprodução/EPRibeirão

O destino dos 21 cachorros de grande porte, sendo alguns das raças rottweiler e pit bull que estavam em um canil fechado pela Delegacia de Proteção aos Animais e a Vigilância Sanitária de Ribeirão Preto (SP), nesta quinta-feira (6), ainda não foi definido.

Veja aqui algumas fotos dos animais abandonados.

Segundo o delegado Marcos César Borges, a lei municipal 8226, de 1998, obriga o Centro de Controle de Zoonoses a recolher os animais vítimas de maus-tratos, mas, até o momento, o orgão não se posicionou em relação ao caso.

A presidente da Associação Vida Animal (AVA), Maria Cristina Dias se reuniu com o delegado, na manhã desta sexta-feira (7), e disse que a instituição se dispõe a ajudar com atendimento veterinário e medicamentos, mas que não é possível abrigar os animais. “Estamos com a sede lotada, entre todos os animais abrigados na AVA, temos inclusive quatro cães que foram encaminhados pela delegacia”, diz.

Maria Cristina ainda lembra que quando a delegacia de proteção foi inaugurada, em 2010, as instituições entregaram um projeto com um modelo de abrigamento em parceiria com hotéis para animais da cidade para a prefeitura, mas nunca houve um posicionamento do poder público sobre a questão.

De acordo com o delegado, o proprietário do canil, Júlio César Rocha Fernandes de Matos, foi denunciado pela delegacia por maus-tratos e deve esperar por um parecer da Justiça em liberdade.

Procurada pelo EPRibeirão, a assessoria da prefeitura não respondeu.

Entenda o caso

Os animais que estavam no canil eram alugados como vigias para obras da constução civil. O caso era investigado pela polícia desde o dia 20 de setembro, quando um cachorro Rottweiler – que pertence ao canil – fugiu de uma obra, no centro da cidade. Segundo os vizinhos, o animal procurava por comida e água.

Na tarde desta quinta-feira (6), a polícia esteve no local, onde constatou que os animais estavam em más condições, magros, sem água e comida.

Fonte: EP Ribeirão

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Canil que alugava cães de guarda para construção civil é fechado, em Ribeirão Preto (SP)

Polícia encontrou 21 animais presos, sem comida e água. Foto: Reprodução/ EPTV

A Delegacia de Proteção aos Animais e a Vigilância Sanitária de Ribeirão Preto fecharam um canil que alugava cães esplorados como “guardas” para construção civil, nesta quinta-feira (6). No local, 21 cachorros de grande porte estavam presos, sem comida e água.

O caso era investigado pela polícia desde o dia 20 de setembro, quando um cachorro Rottweiler – que pertence ao canil – fugiu de uma obra, no centro da cidade. Segundo os vizinhos, o animal procurava por comida e água.

Confira as fotos dos animais abandonados, presos e sem os devidos cuidados

O proprietário do canil, Júlio César Rocha Fernandes de Matos, não estava no local no momento da ação.

De acordo com a presidente da Associação Vida Animal (AVA), Maria Cristina Dias, não existe normatização jurídica para o aluguel de cães de guarda. “A pessoa abre uma empresa legalizada e, simplesmente, aluga os animais. Ele pode manter o comércio, mas maltratar é crime e podemos puni-lo por isso”, diz a presidente, citando o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98).

Nesta sexta-feira (7), o delegado Marcos César Borges e representantes da AVA estarão reunidos para definir o destino dos animais. “O CCZ [Centro de Controle de Zoonoses] não comporta tantos cães porque eles são grandes. E parece que ainda existem outros cachorros de segurança, que são do mesmo tutor. É um mercado assustador”, afirma Maria Cristina.
Veja o vídeo.

Fonte: EPTV

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Quatro meses após matança, abandono de animais continua em Ribeirão Preto (SP)

Quase quatro meses após a matança de 46 animais, sendo 39 gatos, seis gambás e uma cadela, o abandono continua no Morro do São Bento, em Ribeirão Preto (SP).

No local, é possível encontrar e ter livre acesso a dezenas de gatos e grande quantidade de ração colocadas por protetores, além de abrigos de papelão improvisados para servir como “casa” aos animais.

Segundo a presidente da Associação Vida Animal (AVA), Maria Cristina Dias, na época da matança, mudanças como intensificação da fiscalização e um estudo sobre a colocação de câmeras no local foram prometidas, mas até o momento, nenhuma delas foi cumprida.

Foto: Reprodução/ EPTV

“Começo a achar que esse governo pode ter o estigma das questões inacabadas, já que muitas coisas são prometidas, mas, a maioria não é colocada em prática”, diz.

Ainda de acordo com Maria Cristina, um documento pedindo soluções para questões relativas à causa animal na cidade foi protocolado na prefeitura em 16 de agosto, mas nenhuma resposta foi dada até o momento.

Uma das cobranças é em relação aos animais do Morro do São Bento. Confira um trecho:

“Definição quanto às providências que serão tomadas no Morro do São Bento para impedir o abandono de animais, entre outros crimes (lembrando que há mais de 50 pontos de abandono de animais na cidade), pauta iniciada em março de 2011 e até o momento não concluída.”

Procurada por dois dias pela reportagem do EPRibeirão, a prefeitura não respondeu a nenhum dos contatos.

Matança

Na manhã de 9 de maio, vinte e seis gatos foram encontrados mortos no Morro do São Bento, região conhecida pela superlotação de felinos, no Jardim Mosteiro. Nos dias seguintes, mais animais foram encontrados, totalizando 46, entre eles, 39 gatos, uma cadela e seis gambás.

Um laudo, baselado na análise das visceras de um dos felinos apontou que as mortes foram provocadas por envenenamento por “chumbinho”.

Um suspeito foi investigado, mas nada foi comprovado.

Fonte: EPTV

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Ribeirão Preto (SP) tem duas feiras de adoção de animais neste sábado

Duas feiras de adoção serão realizadas neste sábado (18), em Ribeirão Preto (SP). Uma delas é a da Associação Vida Animal (AVA), com 50 filhotes de cães e gatos, na avenida Nove de Julho, 1.209, das 9h às 17h. A outra será promovida pelo Ministério Público e pela ONG Cãopaixão com 30 animais do Centro de Controle de Zoonoses  (CCZ) da cidade, na esplanada do Theatro Pedro II, das 9h às 15h.

Segundo a presidente AVA, Maria Cristina Dias, todos os filhotes são vermifugados e com a primeira dose da vacina, além de estarem cadastrados para a castração gratuita feita pela associação. A Cãopaixão conta que os animais do CCZ também são vacinados, vermifugados e os adultos já castrados.

Na feira da AVA, além do filhote, os novos tutores levarão para a casa um kit, contendo ração, vasilhas, placa de identificação e guia sobre a guarda responsável.

O Centro de Controle de Zoonoses realiza feiras todo primeiro sábado do mês e os animais podem ser visitados e adotados durante a semana. Quem estiver interessado, pode ir até à sede do CCZ, na avenida Eduardo Andréa Matarazzo, 4.255, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. É preciso levar cópia do RG, CPF e comprovante de residêncoa.

Fonte: EP Ribeirão

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ONG entra com representação no MP contra aluguel de cães

Entidade de defesa dos animais quer regulamentar atividade
Construção usa placa que avisa sobre cão de aluguel na obra. Foto: Weber Sian / A Cidade

A AVA (Associação de Vida Animal) protocola amanhã uma representação no Ministério Público, para pedir a regulamentação do aluguel de cães de guarda em Ribeirão Preto (SP). As construtoras têm substituídos os vigias pelos animais por causa do baixo custo e da facilidade de se manter um cachorro no canteiro de obras.

“Vamos pedir para a promotoria chamar as construtoras e a prefeitura para conversar. Precisamos de alguém que fiscalize esta atividade para evitar tragédias como as que aconteceram em outras cidades do Estado”, diz a advogada da entidade, Viviane Rodrigues Alexandre.

Donos de canis consultados pela reportagem afirmaram que deixam o animal na obra apenas no período noturno e que os cães não representam riscos para a comunidade.

Pedreiros também afirmaram que o animal vigia com eficiência e que os furtos nos canteiros de obras chegaram a diminuir 70% depois que o cão tomou o lugar do homem. No entanto, moradores do João Rossi estão assustados com o “novo trabalhador”.

Fonte: Jornal da Cidade

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Conheça a AVA, instituição que há 15 anos cuida dos animais

A Associação Vida Animal (AVA) desenvolve projetos para controle populacional e bem-estar dos animais há quase 15 anos, em Ribeirão Preto, SP. Entre as lutas da instituição estão a regularização dos carroceiros e o fim de espetáculos que usam animais.

Começo

Foto: Reprodução/EP Ribeirão

A AVA foi criada em 1996, quando o casal formado pela artista plástica Maristela Romano e o arquiteto Paulo Ferraz, que faziam parte da ONG de proteção ambiental Pau-Brasil, perceberam que em Ribeirão Preto faltavam ações efetivas para o controle populacional dos animais.

Segundo a presidente da AVA, Maria Cristina Dias, na época os cuidados com os animais domésticos eram feitos apenas por ações paternalistas, sem pensar efetivamente em questões como a prevenção de novas crias e o recolhimento.

Preocupada com a questão, a instituição começou os seus atendimentos para processos como o de castração em 5 de julho do mesmo ano, na sede da Pau-Brasil, onde ficou por cinco anos.

Após o período, a instituição conquistou o seu próprio prédio, doado pela professora, atualmente aposentada, Nair Carreira, a quem a presidente da AVA chama de “primeira dama da proteção animal em Ribeirão Preto”.

“A Nair foi a primeira protetora da cidade e é associada da ONG até hoje”, disse.

Atendimento

Foto: Reprodução/EP Ribeirão

De acordo com Maria Cristina Dias, é importante lembrar que a AVA não é um abrigo para animais, mas sim uma instituição que atende os animais de rua e de pessoas carentes gratuitamente.

Atualmente, a instituição conseguiu atingir o mesmo volume de castração de animais que o Centro de Controle de Zoonoses, que é administrado pela prefeitura da cidade.

Em 2010, os dois locais fizeram 800 atendimentos do tipo, o que segundo a presidente da ONG é muito importante por potencializar o controle populacional.

Os protetores da instituição não trabalham apenas dentro da sede, pois a AVA costuma se envolver em praticamente todas as questões ligadas a proteção animal na cidade.

Um dos exemplos é o movimento pela conscientização do abuso no uso de animais em circos, que há cinco anos foi discutido pela AVA.

“Na época fizemos protestos e nenhum circo com animal se apresentava, mesmo antes da lei estadual que proíbe esse tipo de espetáculo”, diz Maria Cristina.

Entre as ações atuais, a presidente da instituição diz que um dos grandes desafios é o rodeio.

“Não somos contra a festa, mas sim contra o uso do sedém (cinta de couro utilizada para causar desconforto ao animal e fazê-lo pular)”, diz.

Outra batalha da ONG é a regulamentação dos carroceiros na cidade.

Como ajudar

Existem muitas formas de colaborar com a Associação Vida Animal, uma delas é fazendo doações mensais a partir de R$ 10. As contribuições dão direito aos associados receberem descontos no atendimento veterinário na instituição e em 20 clínicas parceiras.

Outras doações como as de medicamentos, rações e todo tipo de material utilizado no trato com os animais são aceitas.

A AVA também precisa de voluntários, que podem colaborar no trabalho na sede, em eventos para arrecadar fundos ou até mesmo fazendo projetos de marketing ou de atualização do site da instituição.

Para os interessados em adotar gatos ou cães, a ONG promove feiras mensais, onde disponibiliza cerca de 30 animais castrados, vermifugados e com a primeira dose de vacina aplicada.

As feiras acontecem na Avenida Nove de Julho, 1209 e a próxima acontece no dia 21 de maio.

Para se tornar associado da AVA, fazer doações ou se oferecer para trabalho voluntário, acesse o site da ONG, ligue no (16) 3632-1054, ou visite a sede, que fica na Rua João Ramalho, 179.

Fonte: EP Ribeirão

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Cidade de Ribeirão Preto (SP) estuda vetar carroça no trânsito

A Prefeitura de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), ao lado de ONGs de proteção animal, estuda criar uma lei para normatizar e talvez proibir o trânsito de carroças puxadas por cavalos e bois na zona urbana.

A legislação poderá estabelecer ainda normas para evitar que animais fiquem soltos nas ruas.

Em reunião à tarde, a prefeita Dárcy Vera (DEM), parte da equipe de governo e representantes das ONGs definiram os primeiros passos para a elaboração da lei.

Parte interessada no tema, os carroceiros serão ouvidos em audiência pública, “num segundo momento”, segundo o secretário da Casa Civil, Layr Luchesi Júnior.

A primeira etapa será a realização de um “diagnóstico” para identificar quantos animais de grande porte e carroceiros existem na zona urbana de Ribeirão Preto, além de mapear os locais onde são criados.

O levantamento deve ser finalizado dentro de 30 dias para nortear uma próxima reunião entre governo e ONGs, que ficou agendada para logo após esse período.

De acordo com a Prefeitura de Ribeirão e os representantes das entidades de proteção aos animais, medidas sociais para os carroceiros também serão tomadas.

“Vamos conhecer o perfil dessas pessoas, capacitá-los para que possam desenvolver outras atividades para garantir o seu ganha-pão”, disse Luchesi Júnior.

A presidente da AVA (Associação Vida Animal), Maria Cristina Dias, disse que o assunto será tratado de forma responsável. “Tem gente que acha que o pessoal que faz proteção animal é radical, mas não é assim. Nada será feito de forma radical.”

No ano passado, a Câmara convocou audiência pública com carroceiros, mas nenhum apareceu. Luchesi disse que, agora, equipes da prefeitura vão atuar para que isso não se repita.

Fonte: Jornal Floripa

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Polícia Civil prende três advogados acusados de maus-tratos a cachorro

Foto: Reprodução/O Documento

Três advogados foram presos em flagrante acusados de dificultar as investigações da Delegacia do Meio Ambiente (Dema). O caso teve início após uma denúncia anônima feita à Dema sobre um cachorro pit bull que estaria sofrendo maus-tratos. O titular da unidade, delegado Carlos Fernando Cunha, enviou uma equipe de policiais, junto com uma veterinária, ao local, para averiguar a situação.

Chegando no endereço indicado, um escritório de advocacia no bairro Paiaguás, em Cuiabá (MT), eles foram impedidos de entrar pelos filhos do tutor, os advogados Luiz Carlo de Oliveira Assupção Júnior e Augusto César Fontes Assupção.

Segundo o delegado, os policiais lhe informaram a situação e relatavam que o animal realmente tinha aparência de maus-tratos, mas que não foram autorizados a entrar. O delegado orientou que os policiais levassem o animal e os advogados para a Dema, mas eles se recusaram. Foi quando o titular da Dema foi até o escritório e afirma que também foi desrespeitado. “Eles afirmavam que a autoridade ali eram eles”.

O delegado deu voz de prisão para os filhos e o pai, Luiz Carlo Assupção, todos advogados, e arbitrou fiança de 5 salários mínimos para cada um. O cachorro foi levado pela veterinária para a Associação Voz Animal (AVA).

Segundo o delegado, o animal está muito magro, tem sinais de inanição e estava quase morrendo. Ele afirmou ainda que casos como o de ontem não são comuns e que as pessoas costumam colaborar com a Polícia.

Os advogados foram autuados pela lei específica do Meio Ambiente, por crime de dificultar as investigações e a pena pode variar de 1 a 3 anos de prisão.

Outro lado – A reportagem não conseguiu manter contato com os acusados na noite de ontem.

Fonte: O Documento

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Cadelas abandonadas em casa são resgatadas pela polícia em Ribeirão Preto (SP)

Fêmeas estavam sozinhas há um mês e eram alimentadas por vizinhos

Duas cadelas abandonadas em uma casa na zona sul de Ribeirão Preto (SP) foram resgatadas por policiais, nesta sexta-feira (7). Os animais, das raça Pintcher e Basset, estavam sozinhos no local há um mês, desde quando os antigos moradores se mudaram.

Durante o período, as fêmeas foram alimentadas por vizinhos, que aguardavam o retorno dos moradores. Como isso não ocorreu, o caso foi levado apara a Delegacia de Proteção aos Animais.

Os cães foram levados para a Associação Vida Animal (AVA) e passarão por avaliação médica. Eles serão vacinados e castrados. Depois, serão colocados para adoção. Os interessados podem entrar em contato pelo fone (16) 3632.1054.

A polícia ainda tenta localizar os antigos  moradores, que irão responder pelo crime de abandono.

Fonte: EPTV

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