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Ator vencedor do Oscar, Mark Rylance, condena a indústria de foie gras em vídeo

Foto: PETA
Foto: PETA

O premiado ator e diretor inglês Mark Rylance – que é frequentemente considerado pela crítica cinematográfica o maior ator do mundo – condenou de forma veemente a indústria do foie gras em um novo vídeo.

Mark Rylance – que atualmente é vegetariano e já disse que vai se esforçar para se tornar vegano – fez parceria com a ONG que atua em defesa dos direitos animais, PETA, para fazer o curta-metragem da campanha da entidade.

“Duplo sentido mórbido”

O vídeo é narrado com a voz de Mark, enquanto ele fala sobre a temporada festiva do final de ano e vão se sobrepondo imagens da indústria de foie gras, fornecidas pelo grupo belga de proteção animal GAIA.

A PETA diz: “Suas palavras assumem um duplo significado sinistro quando são justapostas a imagens de vídeo”.

O ator diz que as imagens destacam “os horrores da indústria de foie gras, em que patos e gansos são alimentados forçadamente com grandes quantidades de comida, fazendo com que seus fígados inchem até 10 vezes o tamanho natural, causando grande sofrimento e dor a esses animais”.

“Muita diversão no Natal”

“Nos divertimos muito no Natal. Sempre comemos bem e muito. Às vezes, até um pouco demais”, diz Sir Mark no vídeo, enquanto passam as imagens de animais sendo alimentados à força.

“Só mais uma mordida. Oh, vamos lá – é Natal. Depois, podemos tirar uma soneca para deixar nossa comida ser digerida e mais tarde comer um pouco mais de comida deliciosa. Oh, aqueles momentos em família, quentes e aconchegantes. Essas memórias trazem lágrimas aos nossos olhos”.

A produção de foie gras é proibida em vários países, incluindo República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Noruega, Polônia, Turquia, Austrália, India, Argentina e Reino Unido por ser considerada desumana. As informações são do Plant Based News.

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Aumenta em 469% o interesse dos consumidores britânicos na alimentação vegana

Os consumidores britânicos estão mais curiosos sobre o veganismo do que nunca. Uma nova pesquisa revelou um aumento de 469% no número de pessoas interessadas em estilos de vida livres de crueldade.

O Ceuta Group, uma empresa de serviços que mapeia marcas e consumidores, reuniu dados do Google para descobrir que o número de britânicos pesquisando produtos veganos cresceu 469%. O Ceuta Group também descobriu que o Reino Unido é o quarto maior país europeu para aqueles que procuram alimentos e bebidas à base de vegetais e produtos de saúde e cuidados pessoais sem crueldade, precedidos pela Holanda, Grécia e Portugal.

Por que as pessoas estão se tornando veganas?

Embora o bem-estar animal tenha sido há muito tempo um motivador para aqueles que abandonam produtos de origem animal – sendo esta a principal razão pela qual 79 mil consumidores de carne participaram no Veganuary no ano passado – as preocupações com saúde e meio ambiente estão agora liderando os motivos de mudança entre os britânicos.

O Ceuta Group descobriu um aumento de 159% no número de pessoas pesquisando o impacto ambiental de uma vida vegana. A agropecuária é uma das principais causas do uso (e exaustão) da terra, da água, poluição, extinção de espécies e emissões de gases de efeito estufa.

A análise mais abrangente do impacto da agropecuária no planeta revelou que os alimentos à base de vegetais são a escolha mais eficaz para combater as mudanças climáticas. O pesquisador da Universidade de Oxford e autor do estudo, Joseph Poore, disse que a adoção de uma alimentação vegana é “a melhor maneira de reduzir seu impacto no planeta Terra”.

A pesquisa do Ceuta Group descobriu que o número de britânicos explorando os benefícios de saúde do veganismo aumentou em 61%, tornando-se o segundo motivo mais popular entre a população para abandonar os produtos de origem animal. Pesquisas sobre o veganismo e o bem-estar animal tiveram um aumento de 30%.

Ficar à frente da curva

O Grupo Ceuta, desde então, tem motivado as empresas a expandir a sua gama de produtos para acompanhar as mudanças nas preferências dos consumidores.

Annette D’Abreo, diretora do Grupo Ceuta, disse a Bdaily: “Os consumidores estão prestando mais atenção ao que colocam sobre seus corpos e dentro de em seus corpos quando pensam em saúde, beleza, comida e bebida. Essa mudança sísmica está forçando os donos de marcas a pensar de maneira diferente ”.

“A sustentabilidade, os ingredientes de origem ética, a redução de plástico e a pegada de carbono são temas importantes para as marcas e as escolhas mais saudáveis estão agora na vanguarda das mentes dos compradores”, continuou D’Abreo. Ela acrescentou que é responsabilidade dos varejistas “ficar à frente da curva”.

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Aumenta o número de animais ameaçados de extinção no Brasil

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Considerado o país mais biodiverso do mundo, o Brasil lançou no dia 08 de dezembro, durante a Conferência das Partes (COP 13) sobre Diversidade Biológica, realizada em Cancun, no México, a edição do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. O levantamento de espécies ameaçadas, realizado entre 2010 e 2014, representa o maior esforço mundial sobre o tema já feito em um país, e agora foi consolidado no livro.

O levantamento analisou o status de conservação de 12.254 espécies e o risco de extinção, incluindo peixes e invertebrados aquáticos. Na lista anterior, divulgada em 2003, haviam sido avaliadas 816 espécies. O livro aponta um incremento na quantidade de espécies ameaçadas. O total de espécies ameaças subiu para 1.173, divididas em três categorias: Criticamente em Perigo (CR), Em Perigo (EN) e Vulnerável (VU).

O estudo é fruto do trabalho de 1.270 cientistas coordenados pelo ICMBio, com treinamento e orientação da pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e colaboração de dezenas de outras organizações, com metodologia globalmente reconhecida pela UICN. Para ter acesso ao Livro Vermelho da Fauna basta acessar este link.

Fonte: Bem Paraná

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Presença de cachorros no escritório aumenta bem estar dos funcionários

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Com um crescente corpo de pesquisa sugerindo que um escritório amigável aos cachorros poderia provocar um impacto real sobre o bem-estar e a produtividade dos funcionários, não é de se estranhar que mais empresas estejam dando as boas-vindas aos amigos peludos no local de trabalho.

Primeiro, um pouco de contexto. No que talvez seja o estudo mais famoso sobre cachorros no ambiente de trabalho, pesquisadores do Centro de Interação entre Seres Humanos e Animais, da Universidade da Comunidade de Virgínia (VCU, na sigla em inglês), concluíram que a presença de cães no escritório gerava um amplo leque de benefícios tanto para os donos dos animais quanto para os colegas sem animais domésticos.

O estudo, publicado em uma edição de 2012 do International Journal of Workplace Health Management, analisou a Replacements, uma empresa de serviços de manufatura em Greensboro, Carolina do Norte, onde dezenas de cachorros estão presentes em um dia comum.

A pesquisa concluiu que os funcionários que levavam seus cachorros para o trabalho tinham níveis de estresse significativamente menores durante a jornada de trabalho e que uma parte considerável dos colegas que não conviviam com animais domésticos considerava que a presença dos cachorros gerava um impacto positivo também sobre a produtividade deles.

Esses resultados foram coerentes em diversos tipos de departamentos, das áreas administrativas tradicionais, com vendas e marketing, aos setores operacionais, como a fabricação.

O estudo da VCU também defende a ideia de que os cachorros poderiam ajudar a inspirar conceitos tão repetidos como colisão e cooperação.

“Quando havia cachorros no escritório, descobrimos que pessoas que normalmente não conversariam entre si se falavam e que, de repente, existia uma conexão e o sentimento de que elas faziam parte de uma equipe”, disse Randolph Barker, Ph.D., professor de gestão da Faculdade de Administração da VCU e um dos autores do estudo. “O cachorro se torna um lubrificante social”.

Outros estudos respaldam a noção de que os cachorros são um alívio natural do estresse.

“Os animais reduzem a atividade no eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal, que é nosso principal sistema de reação ao estresse”, disse Evan MacLean, Ph.D., professor assistente de antropologia da Universidade do Arizona que estuda a relação entre seres humanos e cachorros.

“O estresse pode ter um amplo leque de impactos negativos sobre a cognição, o humor e as relações interpessoais. Manter esse sistema em ordem é fundamental para estar nas melhores condições para ser criativo, produtivo e interagir”.

Sem dúvida, um escritório onde nossos companheiros caninos correm soltos também seria extremamente improdutivo. Barker diz que as organizações precisam administrar a presença dos animais domésticos com eficácia.

Isso significa conversar com os funcionários antes que as portas do escritório sejam abertas para os cachorros e acomodar as pessoas que possam ter alergias ou fobias.

Conceder aos funcionários a possibilidade de levar animais para o trabalho também poderia ser uma intervenção de baixo custo para promover o bem-estar ou um eficiente benefício no momento de contratar novos empregados, diz Barker.

E, se é possível acreditar na pesquisa, as vantagens de um escritório amigável aos cachorros poderiam compensar os ajustes necessários para receber nossos amigos de quatro patas.

Fonte: Exame

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Flagrantes e denúncias de caça aumentam em todo o Paraná

Animais pegos em armadilhas, são devolvidos à seus habitats (Reprodução/Bom Dia Paraná)
Animais pegos em armadilhas são devolvidos à seus habitats (Reprodução/Bom Dia Paraná)

O número de flagrantes e denúncias de caça no Paraná aumentaram nos últimos meses. Na região de Londrina, no norte do Paraná, a Polícia Ambiental tem encontrado várias armadilhas e, por isso, intensificou a fiscalização para evitar a ação de caçadores. Entre as medidas adotadas, a partir desta terça-feira (23), o disque denúncia 181 e um e-mail da própria polícia começam a receber denúncias de crimes ambientais.

Segundo a Polícia Ambiental, a ajuda da população para evitar que esse tipo de crime ocorra é fundamental. “A Polícia Ambiental de Londrina atende 90 municípios, uma extensão de terra muito grande. Com o apoio dos moradores temos tido muitos resultados positivos e apreendido muitos objetos utilizados para caça”, detalha a relações públicas da Polícia Ambiental, Camila Reina.

Para coibir a prática, a Polícia Ambiental tem tentado identificar as pessoas que praticam esse tipo de crime. “Precisamos identificar os caçadores para descobrir qual é o intuito deles com isso. A pessoa precisa ser identificada para responder pelo crime”, enfatiza Camila Reina. O e-mail para as denúncias é denunciaambiental@pm.pr.gov.br.

Fonte: G1

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Crise financeira aumenta abandono de cães e gatos nas ruas de Umuarama (PR)

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Em tempos de crise, onde as famílias estão cortando gastos com a ideia de economizar, muitos tem adotado uma atitude irresponsável e desumana: o abandono de animais domésticos.

Segundo a presidente da Sociedade de Amparo aos Animais de Umuarama – SAAU, Ana Maria Polaquini, o abandono sempre existiu, mas o número saltou nos últimos meses. Somente na segunda-feira, a entidade recebeu onze animais, sendo sete filhotes. E entre as ‘deixadas’ está uma cadelinha próxima ao parto. Ontem, foram mais quatro animais recolhidos.

“As pessoas vêm aqui e dizem que como a Prefeitura de Umuarama aumentou o valor da verba repassada, a gente tem a obrigação de receber os cachorros. Não é bem assim. Aqui recolhemos animais que não tem tutor. Abandonados nas ruas e doentes. Falta consciência”, explicou Ana.

A entidade, que não tem fins lucrativos, abriga cerca de 520 animais, sendo quase 80 de filhotes e tem um custo mensal para a manutenção beirando os R$ 40 mil. Atualmente a Prefeitura de Umuarama faz um repasse mensal de R$ 20 mil. “A diferença é de doação e colaboração da comunidade”, explica Ana.

A situação descrita por Ana é corroborada pelo professor e coordenador do Hospital Veterinário da Universidade Estadual de Maringá – UEM, Oduvaldo Marques Pereira Júnior. Ele afirmou que crise econômica já está refletindo nos atendimentos dos animais. “Tem muita gente que de forma errada está optando pelo abandono dos cachorros como forma de economizar”, explicou.

Com isso, basta dar uma volta nas ruas da cidade, principalmente nos bairros, para ver o grande número de cães perambulando, contribuindo de forma involuntária para a proliferação de doenças.

Questão de saúde pública que não está tendo o respaldo – principalmente do Poder Público– necessário, com ações práticas.
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam, em países pobres e emergentes como o Brasil, a proporção de 15 filhotes de cães e 45 de gatos para cada bebê nascido.

Hoje são dois os caminhos para lidar com a situação. A primeira, de cunho imediato, é a castração, para evitar que a população canina e felina hoje existente se reproduza de forma descontrolada. Muitas pessoas, não optam por essa alternativa por causa do valor. Mesmo nos hospitais veterinários universitários, onde é cobrado apenas o valor do material, ainda é caro para muitas pessoas.

Adoção responsável
A segunda opção, onde os resultados são vistos a médio e longo prazo, é a chamada ‘posse responsável’, ou seja, é conscientizar as pessoas que animais são seres vivos e um vez adotados fazem parte da família, que é responsável pelo abrigo, saúde e alimentação.
Um cachorro vive em média entre dez e quinze anos. Neste período precisa de carinho, banho, alimentação, fica doente e tudo isso tem um custo.

Para tentar conscientizar desde cedo, a UEM de Umuarama está formatando um projeto que visa justamente trabalhar a ‘posse responsável’ junto as crianças em idade escolar. O trabalho deverá estar sendo posto em prática a partir de agosto pelos estudantes de todos os anos do curso de Medicina Veterinária da UEM.

O foco são alunos da rede pública do ensino fundamental. “Queremos mudar a mentalidade das pessoas para que desde pequenas elas entendam que o animal vai crescer com eles e a família é responsável por esse animal enquanto viver”, explicou o professor Oduvaldo.

Fonte: Umuarama Ilustrado

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Ibama aumenta instalações de centros de triagem de animais silvestres

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Lili e João, os macacos-prego do Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) de Salvador, pulavam de um lado para outro, escalando a tela das novas dependências da ala dos primatas. Inauguradas ontem, as instalações do centro têm mais de 400m² de área para acomodar animais resgatados em operações de órgãos ambientais.

A estrutura do centro passou por reformas e agora permite alocar até 5.000 pássaros de uma vez e até 20 macacos na ala dos primatas. As antigas instalações só conseguiam acomodar até 1.000 aves, que estão entre os animais mais regatados. Antes, o espaço funcionava como um galpão, onde se guardavam ferramentas e gaiolas, agora transformado em recintos para receber os animais.

Os espaços precisam de higienização diária e um dos grandes problemas do CETAS era a falta de um reservatório de água, o que foi resolvido com uma caixa d’água para o abastecimento geral do local. Além disso, as telas dos viveiros foram renovadas e o telhado do antigo galpão foi aumentado em cerca de 4 metros para uma melhor circulação dos pássaros. Gaviões e corujas também ganharam um espaço exclusivo. Antes, os biólogos não tinham condições de alocar corretamente os animais.

No mais recente resgate do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), cerca de 1.300 pássaros da espécie canário da terra foram encontrados no porta-malas de um carro em Paulo Afonso, na BR-110. O homem apreendido já tinha mais de dez passagens na polícia pelo mesmo crime. “Esse foi um dos resgates que mais vieram animais debilitados. No transporte morreram mais de 400 pássaros por conta dos maus-tratos”, conta Josiano Cordeiro, coordenador do CETAS. Atualmente existem mais de 2.000 animais no CETAS, entre aves, serpentes, jabutis e macacos.

Os animais resgatados passam por um processo de recuperação em quarentena e depois são devolvidos ao seu habitat. A situação dos primatas, no entanto, é mais difícil porque são animais que crescem convivendo com humanos e não se adaptariam tão facilmente ao retornar à vida selvagem. Os macacos acabam indo para zoológicos. A partir de agora, os animais receberão anéis de identificação e monitoramento para acompanhar o antes e depois, caso retornem ao centro.

Para a equipe técnica, a reforma melhorou muito as condições de trabalho. O tratador Valtemir Santos é filho de um ex-funcionário do IBAMA e trabalha há mais de 20 anos no CETAS. “Nasci nesse lugar. Muita coisa mudou, agora há mais segurança tanto para nós quanto para os animais”, comemora. A obra custou aproximadamente R$ 160 mil e foi conseguida através de emenda parlamentar.

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Fonte: Correio 24 Horas

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