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Animais da Fazenda Modelo ficam sem cuidados devido a atraso do salário de funcionários

Funcionários da Fazenda Modelo da Prefeitura do Rio de Janeiro, que cuida de cães e gatos abandonados, estão com os salários atrasados há quatro meses. Alguns afirmam que não possuem dinheiro para pagar a passagem para ir trabalhar. Assim, muitos serviços de atendimento aos animais e a quem deseja adotar um animal acabam sendo afetados.

Na foto, feita em junho último, cães abrigados na Fazenda Modelo Foto: Ana Branco/Agência O Globo

“Com os salários atrasados, os funcionários não têm dinheiro para trabalhar e, consequentemente, não acontece a limpeza dos canis e gatis e a alimentação dos funcionários. Alguns têm que parar um dia, fazer um bico, para ter o dinheiro para trabalhar no outro dia”, explicou Linda Leal, da Comissão dos Direitos dos Animais da Câmara dos Vereadores do Rio.

O atendimento clínico e a castração já estão prejudicados. Mais de 600 cães e gatos vivem no local.

“Falta tratador. Assim, os canis não são limpos, os animais ficam na falta de higiene. Isso atrai moscas e pode trazer doenças. Tem falta de alimentação, já que não há o tratador para dar o alimento”, destacou Andréa Lambert, veterinária.

Segundo ela, a situação mais complicada é a dos gatos. “Eles estão presos em gaiolas com jornais com falta de higiene e enferrujadas. Isso também tira a dignidade do animal”, revelou a veterinária.

A Prefeitura informou que uma reunião entre o presidente da Comissão de Defesa dos Animais, Luiz Carlos Ramos, e o secretário da Casa Civil, Paulo Messina, foi realizada para tentar sanar os problemas da Fazenda Modelo e ficou definido que 17 profissionais, entre veterinários e tratadores, serão contratados. A Prefeitura também informou que os salários atrasados serão pagos, mas não afirmou especificamente quando.

A Prefeitura do Rio também reconheceu que os atendimentos de emergência, atendimento e castração foram interrompidos, mas serão retomados na quarta-feira (31).

Fonte: G1

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Pane em avião da FAB atrasa transferência da ursa Marsha para santuário

A transferência da ursa Marsha do Parque Zoobotânico, em Teresina (PI), para o Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos, na cidade de São Paulo, sofreu um atraso devido a uma pane no avião da Força Aérea Brasileira (FAB). A previsão inicial era que o resgate da ursa iniciasse nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (21).

(Foto: Arquivo/O Dia)

Devido ao problema, uma equipe de 18 pessoas – composta por ativistas, veterinários e integrantes do santuário – que estava no avião teve que pernoitar em Natal, no Rio Grande do Norte. As informações são do portal Cidade Verde.

Em um vídeo, uma das ativistas, a atriz Alexia Dechamps, divulgou informações sobre o caso. “Tivemos um probleminha com o avião. Estamos em Natal e vamos ter que pernoitar aqui. A viagem que já era muito longa, ficou mais longa ainda, mas vai dar tudo certo, gente. Tá difícil, há um ano e meio lutando pra gente tirar ela. A gente tá muito perto. Estamos em 15 pessoas extremamente comprometidas por amor, indo resgatar essa bichinha do calor”, contou.

A atriz afirmou ainda, em publicação nas redes sociais, que o resgate será arriscado. “A operação é muito complexa. A gente tá tentando não dopá-la, que ela entre sozinha no recinto de transporte dela e que a gente entre no avião e consiga chegar em Guarulhos-SP amanhã (22)”, explicou Alexia.

A ursa mais triste do mundo

Marsha ficou conhecida como “a ursa mais triste do mundo” por viver aprisionada no Parque Zoobotânico de Teresina sob o calor intenso da cidade piauiense – que chega aos 40º C – e ser alimentada com comida de cachorro, segundo órgãos de defesa animal e ONGs.

A vida da ursa, até o momento, resume-se em exploração para entretenimento humano. Isso porque, antes de ser levada ao zoológico, ela viveu cerca de 20 anos em um circo, sendo explorada como atração e submetida a maus-tratos. Marsha vivia em uma jaula minúscula e era obrigada a fazer truques em troca de comida.

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Demora da UFPA para entregar abrigo causa a morte de animais

O abrigo para animais que vivem na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém (PA), construído com recursos da instituição, ainda não foi entregue. A demora tem feito com que cachorros e gatos adoeçam e sejam mantidos em condição insalubre, além de ter causado a morte de mais de 20 deles, segundo voluntários responsáveis por cuidar dos animais em um abrigo improvisado, em um casebre de madeira que alaga com a chuva, atrás do Ginásio de Esportes da universidade. Desde o dia 15 de julho as mortes estão sendo registradas. Os animais vieram a óbito em decorrência de doenças como pneumonia e infecção intestinal.

Animais estão sofrendo com condição insalubre de abrigo improvisado (Foto: Reprodução/ TV Liberal)

A construção do abrigo atende ao Projeto Vitório, anunciado em fevereiro de 2017 pela instituição como uma forma de resolver o problema com os 120 animais que vivem no campus. A UFPA classifica a ação como um projeto de extensão para promover a saúde e o bem-estar dos animais domésticos abandonados que circulam pelo local e incentivar a adoção e guarda responsável. No entanto, não é isso que tem ocorrido.

Protetores de animais e a comunidade acadêmica têm se mobilizado para exigir que a reitoria retire os animais do abrigo improvisado. O caso, que ganhou repercussão na internet, é acompanhado pela Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da OAB. As informações são do portal G1.

“O projeto prevê tratamento dos animais, castração, vacinas. A OAB teve uma reunião com a comissão deste projeto em abril do ano passado e nos garantiram que entregariam em 4 ou 5 meses. Já passou mais de um ano e não entregaram”, afirma o vice-presidente da Comissão da OAB, Cláudio Bordalo.

Casebre de madeira que serve de abrigo improvisado para os animais alaga com a chuva (Foto: Reprodução/ TV Liberal)

Já foi feita, inclusive, uma audiência pública sobre o caso. “O reitor se negou a ir e não mandou representante. Mandamos abaixo assinado e ficaram de marcar reunião, há mais de 3 meses. Eles vem se negando a tratar do assunto, o reitor está sendo insensível nisso. Ninguém tá dizendo que a universidade tenha que fazer tudo necessário imediatamente, mas tem que abrir as dificuldades do projeto”, explica Bordalo.

“Tem o castelo construído e não tem nenhum animal dentro. Tem 70 animais que precisam de tudo que tem no castelo e o castelo não abre. Só que o castelo foi pago com recurso público e estamos esperando que inicie. Parece estranho para nós que não tenha começado”, reforça o vice-presidente da comissão da OAB.

Abrigo construído para manter cães e gatos abandonados não foi entregue (Foto: Reprodução/ TV Liberal)

A UFPA, por sua vez, fez um pronunciamento sobre o caso através de nota, mas não informou quando o abrigo será entregue. “A Universidade Federal do Pará informa que considera grave o problema de animais errantes nos espaços da instituição, problema que tem sido agravado pelo estímulo ao abandono de animais no campus. Tal atitude provocou um atraso no cronograma das ações que vêm sendo construídas pela instituição para equacionar a questão, pautadas estritamente por normas legais e amparadas em práticas profissionais reconhecidamente válidas. Oportunamente, a UFPA dará conhecimento à comunidade acadêmica e demais interessados sobre o cronograma das ações planejadas”, diz o comunicado.

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Com dívidas e contas em atraso, Suipa pede socorro após morte de diretora

Divulgação
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Pessoas procurando atendimento, algumas esperando serem chamadas, um local precisando de obras e de ajuda. Parece o cenário de muitos hospitais da cidade, mas é a realidade da Suipa, instalada no Jacarezinho. Vivendo uma crise que se aprofundou com o falecimento, em agosto, de sua antiga presidente, Isabel Nascimento — que atuou diariamente na entidade durante 27 anos —, a ONG de proteção animal passou por um sufoco nos últimos dois meses.

Segundo a Suipa, o imbróglio bancário já foi resolvido, mas os problemas financeiros e estruturais da unidade permanecem. Os recursos, cerca de R$ 700 mil por mês, são provenientes dos seis mil associados e dos serviços do ambulatório. Pouco para quem precisa de pelo menos R$ 1 milhão para fechar no azul.

Todo mês é necessário comprar uma tonelada e meia de ração para os cinco mil animais, em sua maioria cães e gatos. Algo que custa em torno de R$ 7 mil mensais. Além disso, há 150 funcionários que trabalham diariamente no local e que estão com os salários atrasados.

“Estamos sempre precisando de ajuda, especialmente de novos associados, já que não temos suporte financeiro do governo. Chamamos o nosso ambulatório de SUS Veterinário, pois tudo é a preço popular e às vezes nem paga o custo do procedimento”, afirma Rachel Rocha, supervisora veterinária da Suipa.

Segundo Raquel, a crise econômica do país refletiu na baixa de afiliados, causando perda de receita. Na última semana, em reunião com membros da Suipa, o secretário Vinicius Cordeiro, da Secretaria municipal de Proteção e Defesa dos Animais (Sepda), acertou o fornecimento de medicamentos, material de limpeza e itens descartáveis.

Precisando de reformas em toda a sua estrutura, a Suipa também depende de mais e novos recursos para começar as obras. Sem espaço físico suficiente para comportar os animais que hoje vivem lá, a entidade tem um terreno ao lado do atual, onde poderia fazer novos canis e gatis, para dar mais qualidade de vida para os bichanos.

“Nós realizamos um trabalho que a prefeitura não faz. Muitas pessoas trazem os animais para cá, por isso estamos enchendo e gastando cada vez mais”, desabafa Raquel.

No dia a dia, os serviços mais solicitados por quem procura a Suipa são os de castração e de consultas de rotina. Os preços populares atraem uma média de cem a 150 pessoas por dia. Com menos funcionários do que o necessário, a ONG também sofre com a falta de recursos para contratar pessoal para enfermagem, limpeza e outros serviços.

Na próxima semana haverá uma votação para decidir quem vai assumir o cargo de presidente da entidade pelos próximos três anos. Quem exerce essa função atualmente é a arquiteta Silvia Rocha. Ela avisa que não vai concorrer e que voltará para o cargo de vice-diretora social.

Silvia lembra que a adoção é outra forma de ajudar a Suipa. Dois sábados por mês, a entidade organiza a campanha “Adote um focinho carente”, na Glória, na Zona Sul. O próximo encontro será no dia 15.

“Precisamos que as pessoas se conscientizem da responsabilidade da adoção e de como isso pode reduzir o número de abandonos de animais. Tem gente que vem e amarra o animal aqui na nossa porta”, comenta Silvia, que espera por dias melhores.

Fonte: O Globo

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Obras do 1º hospital veterinário do DF estão atrasadas há mais de 7 meses

Galpão que vai ocupar primeiro módulo do Hospital Veterinário Público em julho de 2014 e em março de 2015 (Foto: Isabella Formiga/G1)
Galpão que vai ocupar primeiro módulo do Hospital Veterinário Público em julho de 2014 e em março de 2015 (Foto: Isabella Formiga/G1)

O primeiro hospital veterinário público do Distrito Federal, no parque Lago do Cortado, em Taguatinga, teve as obras iniciadas com cinco meses de atraso, na data em que estava previsto para ser inaugurado: julho de 2014. À época, a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) anunciou que o primeiro módulo do espaço, onde serão oferecidos os serviços de castração e emergência, passariam a funcionar em dezembro do ano passado.

A reportagem do G1 esteve no parque nesta quarta-feira (26) e verificou que, embora a obra esteja em andamento, pouco mudou no espaço nos últimos oito meses. Funcionários dizem trabalhar na “reforma da área interna” do espaço, mas o antigo galpão do primeiro módulo mantém a fachada do Grupo de Escoteiros de Taguatinga, abandonado há décadas. Outros cinco módulos ainda passarão por obras.

O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) afirmou que a construção do primeiro prédio do complexo continua, mas não informou o motivo do atraso. A autarquia disse que a nova gestão do Ibram vai se reunir em breve com os empreendedores responsáveis para definir o cronograma das obras.

No ano passado, a Semarh informou que o projeto tem custo estimado em R$ 2,5 milhões e vai ser pago pela empresa Direcional Engenharia como “compensação ambiental”. A modalidade é uma contrapartida que as companhias pagam ao GDF por danos causados ao meio ambiente. Segundo a pasta, é a primeira vez que a compensação ambiental é usada para construir uma obra pública no DF, e por isso os trâmites administrativos e burocráticos estrapolaram o período de início da obra.

Hospital veterinário

Segundo a pasta, o centro veterinário será gratuito para cães e gatos que pertençam prioritariamente a pessoas cadastradas em programas do governo do Distrito Federal, organizações não governamentais de proteção animal e abrigos. Qualquer pessoa, no entanto, poderá levar o animais para ser atendido no local. A estimativa é de que entre 80 e 100 consultas e procedimentos sejam realizados por dia.

O hospital terá seis módulos e vai oferecer consultas gerais, medicações, internações, exames de radiologia digital, ultrassonografias, cirurgias gerais, ortopédicas e oncológicas. O centro também terá uma unidade exclusiva para castração dos animais, medida com o objetivo de controle reprodutivo.

Fonte: G1

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Vacina contra raiva atrasa em vários municípios da região de Sorocaba (SP)

A campanha de vacinação contra a raiva está atrasada em vários municípios do estado de São Paulo, e as cidades da região de Sorocaba (SP) enfrentam situação semelhante. Por isso, a situação preocupa, afinal, a doença traz riscos para os animais e também para o ser humano.

Segundo a Secretaria de Saúde de São Paulo, em 2014, o Governo Federal enviou 5 milhões de doses só em setembro e por isso o calendário de vacinação deve sofrer alterações. Em Sorocaba (SP) a campanha deve ser realizada só em janeiro de 2015.

A vacina antirrábica deve ser aplicada a cada 12 meses, período de validade da imunização. As doses são fornecidas pelo Ministério da Saúde aos estados e estes distribuem aos municípios.

Em Salto (SP) a campanha foi realizada em junho, em Piedade (SP) e em São Roque (SP), ainda não há data marcada. Nas cidades Araçoiaba da Serra (SP), Iperó (SP) e Mairinque (SP) a campanha começou com atraso e está em andamento. Em Araçariguama (SP) começa neste fim de semana. Em Itu (SP), os animais da região do Pirapitingui e de parte da Zona Rural já foram vacinados e ainda não foi marcada a campanha para completar a imunização.

A preocupação com atraso atinge os tutores dos animais. A dona de casa Júlia Fernandes cuida de 88 cães e 40 gatos. Ela conta que os animais não foram imunizados contra a raiva em setembro, porque a campanha de vacinação em Sorocaba está atrasada. “As outras vacinas estão todas em dia, só falta essa”, conta a aposentada.

A raiva é uma doença viral que pode comprometer o sistema nervoso central de qualquer mamífero, incluindo seres humanos. A forma mais comum de transmissão é pela saliva de animais contaminados. Por esse motivo, o atraso na campanha de vacinação preocupa.

Nem todo tutor tem condições de pagar entre R$ 35 e R$ 60 pra vacinar cada animal em uma clínica veterinária. “A doença pode ser transmitida do animal para o homem através da mordida e lambedura. Então, tanto animais quanto humanos estão em risco”, diz a veterinária Carolina Gutierrez.

Em 2013, quase 4 milhões de cães e gatos foram vacinados no estado de São Paulo. Há 17 anos não é registrado nenhum caso de transmissão da doença por cães.

Doença pode ser transmita para humanos através da mordida e lambedura de cães (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Doença pode ser transmita para humanos através da mordida e lambedura de cães (Foto: Reprodução/ TV TEM)

Fonte: G1

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Decapitação de cabras e brigas de galos são modalidades esportivas oficiais no Afeganistão

Sergio Carvalho Vieira
sergiovieira1977@yahoo.com.br

No site da Embaixada do Afeganistão, localizada nos Estados Unidos, há um link do Afhgan Sports Federation, onde constam basquete, futebol e outros esportes reconhecidos pelo COI (Comitê Olímpico Internacional). O que é chocante é a inclusão no site de brigas de galos e um evento horrendo e que uma cabra é solta num recinto e perseguida por dois cavaleiros, um dos quais decapita a cabra (Buzkashi é o nome do evento) — algo pior do que as vaquejadas que ocorrem no Brasil.

Veja imagens:

Vamos nos organizar e mostrar nosso repúdio a esses eventos que nada tem de esportivo e mandar cartas em inglês para o secretário de esportes.

Se alguém puder escrever uma carta em inglês para mostrar nossa indignação poste aqui no site do ANDA. O e-mail pode ser enviado para info@afghansportsfederation.org

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Indústria de cosméticos retarda aprovação da lei europeia que proíbe os testes em animais

Por Camila Arvoredo  (da Redação)

Coelhos utilizados em testes para cosméticos. (Créditos foto: Brain Gunn / IAAPEA)

Um membro britânico do Parlamento disse que a indústria de cosméticos está atrasando propositalmente a pesquisa por alternativas para os testes em animais dos ingredientes cosméticos, afirmou o jornal “UPI”.

Neil Parish, líder do grupo do Parlamento e responsável pelo bem-estar animal, disse que é improvável que ocorra uma proibição generalizada por toda a Europa, no que concerne a venda de cosméticos que forem testados em animais, até o fim de 2017 – quatro anos depois do que é esperado, ele afirmou ao jornal “The Guardian”.

“Por muito tempo, a indústria de cosméticos retardou a criação de testes alternativos para os testes em animais e novamente eles estão tentando enfraquecer a legislação de bem-estar animal existente”.

A última fase da lei europeia que designou o fim dos testes químicos em animais, de químicos usados pela indústria de cosméticos, está sendo atrasada, isto porque se pensa que métodos alternativos que testem a segurança dos ingredientes não estarão prontos até 2013, como planejado.
Michael Balls, um professor e antigo líder do “Centro Europeu” também critica o atraso para a validação dos métodos alternativos.

“O problema todo é que devemos pensar nas razões do porquê do atraso”, disse Balls. “A “Comissão Européia” está tentando transformar o atraso numa questão científica”.

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Sete cãezinhos morrem durante voo da American Airlines

O atraso de uma hora em um voo da companhia aérea American Airlines pode ter sido a causa da morte de sete filhotes de cachorro, revelou o site do jornal Telegraph. Segundo a publicação, os animais não teriam suportado o calor em excesso na área de bagagens.

Quando finalmente os cachorros foram removidos do bagageiro, estavam apáticos e rapidamente foram levados a um veterinário. Pouco tempo depois vieram a falecer.

Mary Frances, porta-voz da companhia aérea, declarou que 14 filhotes foram embarcados no voo 851, que estava agendado para decolar às 6h30, mas devido a tempestades em Chicago, atrasou em uma hora.

Quanto à possível morte devido ao calor, a American Airlines disse que não transporta seres vivos quando a temperatura está acima de 29 graus, mas a meteorologia já informava que fazia na ocasião 30 graus.

Sobre o caso, a Sociedade de Proteção Contra Crueldade em Animais recomenda aos tutores de cães e gatos que só viajem com seus animais caso ele sejam pequenos o bastante para irem debaixo do assento.

Fonte: PetMag

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