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Prefeitura de Uberaba (MG) faz licitação para construção de ambulatório animal

Os serviços oferecidos pelo ambulatório serão destinados a animais tutelados por famílias de baixa renda


A Prefeitura de Uberaba (MG) fez uma licitação para contratação de empresa de engenharia para a construção de um ambulatório animal na cidade, com investimento estimado de R$ 626.485,24.

O edital foi publicado no Órgão Oficial do Município no dia 4 de março. A inauguração do ambulatório deve ser feita em setembro.

Foto: Alexandre Milton

Empresas interessadas devem entregar o documentos de habilitação e proposta de preço até 20 de março na sede da Secretaria de Serviços Urbanos e Obras (Sesurb), localizada na Prefeitura, na Avenida Dom Luiz Maria Santana, 141, bairro Santa Maria.

O ambulatório, segundo a prefeitura, contará com procedimentos ambulatoriais e de castração, salas de pré e pós-operatório, leitos de observação, com baias para animais com suspeita de doença contagiosa, e revitalização das baias existentes.

Os serviços serão destinados a animais tutelados por famílias de baixa renda. De acordo com o secretário municipal Iraci Neto, o ambulatório atenderá principalmente animais de pequeno porte, como cães e gatos.

“A previsão é que, com a publicação da licitação para a contratação da empresa responsável pela construção do equipamento, a ordem de serviço seja dada até abril e, com isso, até meados de setembro poderemos inaugurar o primeiro centro ambulatorial voltado aos cuidados básicos dos animais de Uberaba e região”, explicou ao G1 o secretário.


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Veterinários atendem mais de 350 animais em Brumadinho (MG)

Médicos veterinários voluntários da Brigada Animal atenderam, até o último domingo (3), mais de 350 animais em Brumadinho (MG). O número se refere a animais que foram devolvidos aos tutores após serem resgatados ou levados a uma fazenda onde funciona um hospital de campanha, além dos que receberam atendimento veterinário na casa dos tutores.

(Foto: Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais)

Dos animais atendidos, 145 estão abrigados na fazenda. No local, eles recebem os cuidados necessários e, após tratados, são devolvidos aos lares de origem ou, em caso de animais que não possuem tutores, por viverem em situação de abandono antes do rompimento da barragem ou por terem perdido a família devido ao crime ambiental, são disponibilizados para adoção responsável. As informações são do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais.

Na fazenda, há dois patos, três galos, dez galinhas, sete canarinhos, cinco trinca-ferros, um azulão, um tico-tico, um filhote de pássaro de espécie não identificada, um cágado, uma serpente e um ouriço encaminhados para soltura, cinco gatos adultos e três filhotes, 60 cachorros – quatro submetidos a cuidados intensivos e três encaminhados para a UFMG, dois para realização de raio-x e o outro para internação –, 13 equinos entre éguas e cavalos, 33 bovinos entre vacas, bois e bezerros – sendo quatro filhotes desidratados e sem apetite, uma vaca debilitada recebendo antibiótico e fluído oral e uma vaca com membro posterior lesionado que não consegue se levantar.

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Hospital veterinário público atenderá 400 animais por dia no DF

O primeiro Hospital Público Veterinário do Distrito Federal iniciou os atendimentos a animais domésticos. A estrutura localizada no Parque Lago do Cortado, em Taguatinga, tem 540 metros quadrados e deve atender a 400 animais por dia, segundo o governo do DF.

Atendimentos no primeiro dia de atendimento no Hospital Público Veterinário do DF (Foto: TV Globo/Reprodução)

O hospital vai realizar gratuitamente atendimentos como consultas, cirurgias e exames – será o primeiro na capital a fazer isso. Também haverá a distribuição de medicação para os animais. Castração, no entanto, só será feita nos animais que estejam correndo risco de vida. Por enquanto, sete veterinários trabalham no local.

A unidade funcionará em uma parceria público-privada (PPP). O governo investiu R$ 750 mil na obra para a reforma do local e vai destinar R$ 12 milhões à organização não governamental Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa) para a administração do hospital. O contrato é de cinco anos.

Como conseguir atendimento

A partir de segunda-feira (9), as senhas serão entregues das 8h às 10h. Casos de emergência serão atendidos até as 15h. O tutor do animal precisará apresentar CPF, carteira de identidade e comprovante de residência no DF em seu nome.

São oferecidos serviços gratuitos de clínica, cirurgias, exames laboratoriais e outros tratamentos em cães e gatos, sobretudo pertencentes a famílias de menor renda ou inscritas em programas sociais.

Também serão recebidos animais sob a guarda do Centro de Controle de Zoonoses ou de abrigos instalados na cidade, além daqueles vítimas de maus-tratos.

Exemplo paulista

O diretor da Anclivepa, Wilson Grassi, contou que o modelo de administração do hospital do DF será o mesmo implementado nas unidades públicas do estado de São Paulo.

“Esse hospital é prioritariamente pra pessoas com baixa renda. Então a gente sugere que aquela pessoa que tem condição financeira que procure seu veterinário particular de confiança. Aqui é para quem tem aquela pessoa com o animal doente e está com o orçamento apertado para custear o tratamento”, disse Grassi.

De acordo com Grassi, nos primeiros meses, alguns procedimentos ainda não poderão ser feitos. Porque a máquina de raios-X e de ultrassonografia ainda não foram instaladas. Mas a expectativa é de que todo o atendimento seja normalizado daqui a um mês.

População de animais

A cada cinco brasilienses, um tem um animal doméstico. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 507.170 cães e 122.097 gatos no DF – o total de 629.267 animais. Considerada a população de 3.039.444 da capital, segundo levantamento de 2017, a proporção é de 4,83 tutores por animal.

Outro levantamento do órgão, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), mostrou que o Brasil tem a segunda maior população de animais do mundo.

São 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros. A população de gatos se multiplica em maior proporção e deve predominar em menos de 10 anos, segundo o estudo.

Fonte: G1

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Castramóvel retoma atendimentos após atos de vandalismo

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Após os atos de vandalismo sofridos pelo Castramóvel nas últimas semanas no estacionamento São Raimundo, no Vale dos Barris, os atendimentos do serviço móvel de castração de cães e gatos foram retomados no Espaço Axé, Rua Pastor José Guilherme de Moreira, Colina Azul, bairro de Pau da Lima, próximo ao Hospital de Oncologia. A unidade permanece na localidade até o dia 18 de novembro.

Os tutores devem levar o cão e/ou gato para cadastramento e triagem às segundas e terças-feiras, das 8h às 12h. As cirurgias acontecem sempre na quarta, quinta ou sexta-feira.

Para realizar o procedimento, é necessário levar o cartão do SUS, documento de identidade e o cartão de vacina do animal, tendo sido aplicada há mais de 10 dias e há menos de um ano.

São realizadas, em média, 100 castrações/dia e cada pessoa pode levar três animais por mês. Podem ser castrados cães e gatos, machos e fêmeas, de seis meses a cinco anos de idade. Animais doentes, fêmeas no cio ou gestantes não podem ser castrados.

Fonte: Tribuna da Bahia

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Castramóvel realiza atendimentos na Regional Cajuru até quinta-feira

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A partir desta semana, cães e gatos da Regional Cajuru serão atendidos pelo centro cirúrgico itinerante, o chamado de castramóvel, para procedimentos gratuitos de esterilização. A estrutura foi montada no Parque Peladeiro. A Rede de Proteção Animal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente estima que aproximadamente 550 animais dos bairros que compõem a regional, previamente cadastrados, devem ser castrados até a próxima quinta-feira (30). O início da ação, nesta segunda-feira (27), contou com a visita da primeira dama do Município e presidente da Fundação de Ação Social, Marcia Oleskovicz Fruet.

“A proteção animal é um dos pilares do plano de governo municipal. A castração é um procedimento caro, porém necessário, e muitas famílias não têm condições de realizá-la. É imprescindível que a Prefeitura ajude os locais de maior vulnerabilidade e risco. Não vamos conseguir resolver os problemas de todos os cães que estão em situação de rua, mas de maneira gradativa diminuiremos o sofrimento destes animais”, analisa Marcia.

Na semana passada, o castramóvel atendeu 648 animais dos bairros Caximba, Campo do Santana e Tatuquara. “Não tivemos nenhuma complicação e nenhum óbito. Atendemos seis ligações solicitando orientações em relação ao comportamento dos animais após a cirurgia”, explica médico veterinário Ricardo de Almeida Souza, responsável pela empresa credenciada para realizar as castrações.

O castramóvel é equipado com três salas para procedimentos cirúrgicos, com seis veterinários e acompanhamento de uma ambulância UTI para atendimento emergencial. “O atendimento no bairro facilita a adesão da população. Tivemos apenas 20% de faltas nos atendimentos programados para a regional Tatuquara”, conta o coordenador da Rede de Proteção Animal, Paulo Colnaghi.

Ana Carolina dos Santos Mendes, moradora do bairro Cajuru, levou a cachorrinha Diva dentro de um carrinho de bebê para ser esterilizada. “É muito bom esse programa da Prefeitura para evitar a procriação desenfreada dos cachorros. Como é perto de casa, a gente não tem que gastar nada. Nem com transporte e nem com medicamento. Uma maravilha”.

A dona de casa Monica Carolina de Oliveira Cletamberg foi com a família toda levar Totó e Luna, que foram resgatados das ruas, para a castração.” Eles estão tendo uma grande oportunidade. Já fazia tempo que pensava em fazer a castração, mas o custo impedia que eu levasse os dois até uma clínica particular. Aqui aprendi muito com a palestra e ainda ganhamos os remédios do pós-operatório”, conta satisfeita

O controle populacional diminui a ocorrência de zoonoses, de acidentes como mordeduras e até acidentes de trânsito, sem falar nos benefícios para a saúde do próprio cão ou gato, porque previne doenças como o câncer da mama, dos testículos e doenças da próstata ou do útero dos animais.

Como participar
Conforme previsto no edital de credenciamento, lançado em fevereiro deste ano, a Rede de Proteção Animal pretende realizar 7 mil castrações de cães e gatos até a o fim do mês de dezembro.

São atendidos pelo projeto cães e gatos de famílias beneficiadas e inscritas em programas sociais como Bolsa Família, Armazém da Família e por programas da Fundação de Ação Social (FAS) da Prefeitura de Curitiba, além dos animais de protetores independentes e organizações não-governamentais.

Para inscrever os animais no programa de castração, o proprietário ou protetor deve preencher um formulário e assinar um termo de responsabilidade. Os responsáveis passarão obrigatoriamente por uma palestra, que será realizada no local e na hora da castração, para orientações e entrega de medicamentos que serão prescritos no pós-operatório.

Em julho, será a vez dos cães e gatos dos bairros pertencentes à Regional CIC. As inscrições deverão ser realizadas entre os dias 6 e 18 de julho. O local e horário das inscrições será divulgado em breve.

Até o fim do ano, o castramóvel passará por todas as dez administrações regionais, conforme calendário que será divulgado no site da Rede de Proteção Animal.

Fonte: Bem Paraná

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Hospital Veterinário fez cerca de 200 atendimentos gratuitos em 2015 em Dourados (MS)

Como forma de prestar atendimento de qualidade, o Hospital Veterinário da UNIGRAN (Centro Universitário da Grande Dourados) atende a comunidade em parceria com Clube do Vira Lata e Centro de Controle de Zoonoses – CCZ. Em 2015, foram realizados cerca de 200 atendimentos gratuitos.

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Referência no estado, o HV atende a comunidade com baixos custos de procedimentos. “Temos uma ótima demanda, a melhor estrutura do estado, tanto em equipamentos quanto em corpo clínico, para melhor atender animais e tutores”, garante o coordenador do Hospital, Alexsander Toniazzo de Matos.

A parceria com o CCZ e Clube Vira Lata atende ainda o Projeto de Castração, um programa que tem como objetivo o controle populacional de cães e gatos. Segundo o coordenador do HV, “o controle populacional de cães e gatos em sitatuação de abandono é uma importante medida de proteção à saúde animal, com reflexo direto na saúde ambiental e saúde pública”.

Outro aspecto importante da castração é a possibilidade dos animais sofrerem soltos na rua, com sede, fome, frio, falta de abrigo, conforto e carinho. Alexsander de Matos ressalta que “os cães e gatos, quando não adequadamente tratados, vacinados e vermifugados podem ser uma ameaça para a saúde pública, já que podem transmitir doenças, as zoonoses como a raiva, a leptospirose, ‘bicho’ geográfico e leishmaniose”.

O HV conta com profissionais e equipamentos de ponta para consultas e exames de pequenos e grandes animais, além dos silvestres. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h e aos sábados, em regime de plantão, no mesmo horário.
Os atendimentos são realizados por ordem de chegada. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 3411-4199.

Fonte: Agora MS

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ONG SOS mantém clínica popular e já doou cerca de 600 animais

Ubiratan Figueiredo, com Teddy, um dos nove animais resgatados e adotados pelo presidente
Ubiratan Figueiredo, com Teddy, um dos nove animais resgatados e adotados pelo presidente

A ONG SOS Cidadania Animal mantém uma clínica popular em São Caetano do Sul, que oferece atendimento médico veterinário a baixo custo. Aberta há mais de dois anos, a clínica já atendeu animais de mais de 3500 famílias, de São Paulo e da região do ABC. Muitos dos animais atendidos nunca tiveram acesso a uma clínica veterinária, devido aos altos custos.

“Nosso principal objetivo é oferecer procedimento médico veterinário com preço acessível, mas sempre com profissionais de excelente capacidade. Todos os veterinários que trabalham na ONG têm alguma pós-graduação”, explica o presidente da ONG, o jornalista Ubiratan Figueiredo.

A Clínica Popular da ONG proporciona, além da clínica geral, especialidades médicas como, dermatologia, homeopatia, ortopedia, odontologia e acupuntura. A consulta com o clínico geral custa R$ 30 e com os especialistas, R$ 60. Também são realizadas cirurgias, desde castrações até as ortopédicas com colocação de placas. Tudo com valores bem abaixo dos ofertados no mercado.

Atendimento gratuito, com vermifugação e doação de ração à cadela resgatada com 12 filhotes
Atendimento gratuito, com vermifugação e doação de ração à cadela resgatada com 12 filhotes

“Não viemos para competir ou tirar clientes de outras clínicas. Viemos, sim, abrir as portas para animais de protetores independentes, de abrigos, de famílias de baixa renda, mas também para quem busca qualidade sem altos valores. Muitos dos animais atendidos na ONG, hoje estariam mortos se não houvesse a oferta de procedimentos cirúrgicos de qualidade com nossos valores”, conta Ubiratan.

A ONG atende em local com ampla recepção, dois consultórios, escritório, espaço para eventos de adoção de cães e gatos. O centro cirúrgico conta com sala de cirurgia com ar condicionado, sala para avaliação e preparo de animais, ala de limpeza e esterilização de material cirúrgico e sala de recuperação. “Agora, estamos em obra para a construção da ala de internação. Muitas pessoas não têm condições de pagar uma internação, então teremos mais esse serviço com valor mais baixo”, comenta o presidente.

A ONG também ajuda abrigos e protetores com doação de ração e medicamentos. E, em suas festas de adoção já doou cerca de 600 animais.

Para ajudar acesse o site.

A Clínica Popular da ONG SOS fica à Rua Espírito Santo, 746, em São Caetano do Sul-SP. Telefone 2376-2300.

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SEDA realiza 570 atendimento em apenas seis dias

A Secretaria Especial dos Direitos dos Animais (Seda) realizou, entre os dias 27 de fevereiro e 5 de março, 49 esterilizações, 59 atendimentos clínicos na Unidade de Medicina Veterinária (UMV) e 285 vacinações e 284 vermifugações com o ônibus Bicho Amigo.

Foram realizadas ainda 13 cirurgias, sendo duas para retirada de tumor, uma amputação, uma de redução de hérnia diafragmática e uma de redução do prolapso retal. Já a equipe de fiscalização atendeu 32 demandas do “Fala Porto Alegre – 156”.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

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Polícia Civil promove mais de 100 atendimentos gratuitos a animais domésticos no Pará

A Polícia Civil, por intermédio do Projeto Sala Verde Ambiente Seguro, promoveu uma programação para o projeto Ação Animal 2013, em que foram prestados diversos atendimentos para animais, como cães e gatos. Consultas veterinárias, vacinação, castração, distribuição de ração e feira de adoção de animais domésticos foram alguns dos atendimentos prestados em Belém, no Pará.

Mais de 100 animais domésticos foram atendidos, entre às 8h e às 14h, na sede da DEMA (Divisão Especializada em Meio-Ambiente). A ação foi resultado da parceria entre a DEMA e o Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura de Belém, Universidade Federal Rural da Amazônia, Juizado Especial do Meio Ambiente, Exército Brasileiro, Associação de Defesa e Proteção Animal (Asdepa) e a Organização Não-Governamental GARRA (Grupo de Ajuda em Resgate e Recuperação de Animais).

A Ação Animal é uma programação que já é realizada pelo terceiro ano seguido sob coordenação da DEMA. No auditório da Divisão, as crianças participaram da ações educativas, com pinturas e jogos, sobre maus-tratos aos animais. A Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) promoveu consultas veterinárias a cães e gatos, feitas por alunos do curso de Medicina Veterinária. O Centro de Controle de Zoonoses, da Prefeitura de Belém, ministrou em torno de 120 vacinas. O evento foi realizado em alusão ao Dia Mundial do Meio-Ambiente, em 5 de junho. A delegada Teresa Macedo, coordenadora do Projeto Sala Verde Ambiente Seguro, explica que o principal objetivo é conscientizar os tutores dos animais domésticos sobre os cuidados e para evitar os maus-tratos. O crime não se caracteriza apenas pela agressão física ao animal. “Não dar alimentação, deixar de levar o animal ao atendimento médico veterinário adequado e deixá-lo em local inadequado caracterizam maus-tratos”, detalha, ao reforçar que o crime é passível de autuação, conforme a lei de crimes ambientais, e o tutor do animal poderá responder a processo na Justiça.

Moradora no bairro do Castanheira, em Belém, a dona-de-casa Maria Alice Pereira Lima aproveitou para levar a cadela Selena, de dois anos, para passar por exames. “Ela ainda não havia sido vacinada, porque é difícil sair com ela de casa, mas agora a gente aproveitou a oportunidade”, festejou. Já a assistente social Edith Vilhena, que levou o gato Corin, de dois anos, para tomar vacina, a Ação Animal é muito importante, principalmente, para o controle da proliferação de doenças. “Espero que tenha sempre esse tipo de serviço”, destaca. Para Madeleine Cardoso, da Associação de Defesa e Proteção Animal, a iniciativa de se realizar a ação foi ótima. Ela explica que a Associação atua no resgate e tratamento de animais abandonados e busca ainda conscientizar a sociedade, por meio de palestras aos alunos em escolas.

Já a médica veterinária Nazaré Fonseca, professora da universidade Federal Rural da Amazônia, informa que está prevista a realização de mais uma ação de atendimentos aos animais domésticos, no mês de agosto deste ano, no Conjunto Cidade Nova, em Ananindeua. Ainda, conforme ela, a meta é levar para o interior do Estado atividades como essa realizada na Dema. “Temos uma proposta para levar a ação para a ilha do Marajó, em Soure, Salvaterra e Ponta de Pedras”, afirma.

Para a jornalista Keila Rodrigues, do GARRA, a entidade incentiva a adoção de animais e não o comércio deles. “Apelamos para que as pessoas não comprem animais. Um animal não é um brinquedo, é uma vida. Adote. A adoção é mais que um ato de amor, é um ato de responsabilidade”, salienta. Adotar um animal foi o que fez a estudante Tainá Barbosa, 23 anos, que adotou uma cadelinha de 2,5 meses, à qual deu o nome de Anita. “Vi no evento a oportunidade para adotar um animal”, disse.

O grupo GARRA mantém abrigos para animais domésticos – cães e gatos – que estavam em situação de risco e foram resgatados das ruas. Para adotar um animal doméstico, explica Keila, primeiramente a pessoa interessada passará por uma entrevista, para saber se está preparada para a guarda responsável do animal. Depois, a pessoa faz um cadastro, em que informa número da carteira de identidade, CPF e comprovante de residência.

Para fazer contato com o GARRA, as pessoas podem acessar a página do Grupo no Facebook. Criado no ano passado, o GARRA é formado por voluntários que vivem de doações próprios. Para ajudar ao GARRA, qualquer pessoa pode doar, não só dinheiro, mas também ração para os animais.

Fonte: Polícia Civil do Pará

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Primeiro Hospital Público Veterinário do Brasil chega a 111 mil procedimentos

Foto: Divulgação

Acaba de ser divulgado o primeiro balanço dos atendimentos e procedimentos realizados pelo hospital público veterinário para cães e gatos, implantado em São Paulo, o primeiro do Brasil. Os números impressionam: em sete meses, mais de 13 mil consultas e retornos; 27 mil exames laboratoriais; quase 40 mil procedimentos de administração de medicamentos e 5,5 mil curativos. Além disso, 1,7 mil cirurgias, inclusive ortopédicas e bastante complexas. No total, 111.752 procedimentos.

“É de emocionar”, comenta o vereador Roberto Tripoli (PV), autor do projeto, complementando: “valeu a pena tanta luta e tanta ousadia. Sabíamos que a demanda reprimida era enorme, mas não era possível mensurar quanto, já que este é o primeiro hospital público veterinário para cães e gatos implantado no Brasil”.
Vale lembrar que Tripoli e Organizações pelos Direitos Animais lutavam pelo hospital há tempos, demonstrando para as autoridades municipais a necessidade de atendimento veterinário gratuito para animais de famílias que não conseguem pagar consultas, procedimentos e exames em estabelecimentos particulares. No final de 2011, o vereador conseguiu aprovar na proposta orçamentária de 2012 uma dotação de R$ 10 milhões, específica para a implantação do hospital veterinário para cães e gatos. Em seguida, fez inúmeras gestões junto ao prefeito, até que a conquista se consolidou.

O caminho encontrado pela Prefeitura para implantar o hospital foi um convênio com a Anclivepa-SP (Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais-seção São Paulo), que se responsabilizou pela montagem e administra o serviço. O hospital localiza-se na Rua Professor Carlos Zagotis, 3, no Tatuapé e já ganhou um anexo, na Rua Serra de Japi. O atendimento é voltado para cães e gatos de famílias carentes e também aqueles socorridos por protetores independentes e ONGs.

Arte: Divulgação/Roberto Trípoli

Porém, soterrado pelo excesso de demanda, o hospital veterinário já deixa casos graves sem tratamento adequado, segundo tutores de animais que acorreram ao serviço.

O vereador relembra que ainda na administração do prefeito Gilberto Kassab manteve tratativas mostrando a necessidade de descentralizar o atendimento, com a implantação de novas unidades em outras regiões da cidade. “Agora estamos levando essa demanda para o prefeito Fernando Haddad. O primeiro hospital foi implantado na zona Leste por escolha da prefeitura. Agora pretendo conseguir hospitais gratuitos também na zonas Norte, Sul e Oeste”.

Com informações do site Vereador Roberto Trípoli

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