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Governo desiste de leiloar terreno que abriga a sede da Associação Mata Ciliar

Filhote de onça-pintada encaminhado à Associação Mata Ciliar após ser resgatado no município de Querência (MT) (Foto: Vice-governadoria/ Fernando Rodrigues/Governo de Mato Grosso)

O Governo do Estado de São Paulo voltou atrás na decisão de leiloar o terreno no qual está situada a sede da Associação Mata Ciliar, em Jundiaí (SP). O local tem 300 mil metros e abriga mais de 800 animais silvestres.

O anúncio da venda gerou inúmeras críticas por parte dos defensores dos animais. Na segunda-feira (17), mais de 10 mil assinaturas foram reunidas em um abaixo-assinado contra a venda do terreno, que havia sido anunciada no sábado (15).

Durante reunião realizada na última terça-feira (18), o vice-governador e secretário de governo Rodrigo Garcia informou que medidas jurídicas serão tomadas para que a área ocupada pela Mata Ciliar seja desmembrada do restante do imóvel. Para isso, será elaborado um parecer do Conselho do Patrimônio Imobiliário.

Um estudo também será realizado para que a ocupação e atuação da ONG seja regularizada de maneira definitiva. Ao G1, o governo informou que desistiu de leiloar o terreno após conversas com o presidente da Associação Mata Ciliar, Jorge Bellix de Campos, a coordenadora de Fauna, Claudia Adamia, e o deputado estadual Alexandre Pereira.

A manutenção da entidade no local é importante não só por conta da estrutura existente no terreno, mas também devido à proximidade da ONG com rodovias, o que permite que os animais sejam socorridos e transportados rapidamente.


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Governo coloca à venda terreno onde ONG mantém 800 animais silvestres

A Associação Mata Ciliar abriga 800 animais resgatados da natureza (Foto: TV TEM/Reprodução)

O Governo do Estado de São Paulo anunciou a venda de um terreno onde está situada a sede da Associação Mata Ciliar, em Jundiaí, no interior de São Paulo. A entidade teme que os 800 animais mantidos pelo local fiquem sem abrigo.

A área de 30 mil metros quadrados, localizada no bairro Chácara Aeroporto, será leiloada. Com 25 anos de atuação no mesmo endereço, a entidade já salvou a vida de muitos animais e é referência para mais de 120 cidades paulistas.

O presidente da entidade afirmou à TV TEM que ficou surpreso quando soube que o local seria vendido. “Há uns anos, houve um movimento do estado para venda de áreas, na oportunidade o Centro Paula Souza fez um levantamento e ficou acertado que a área da Mata Ciliar ficaria fora da comercialização, mas não avançou”, contou.

O governo publicou nota por meio da qual afirmou que a alienação do imóvel de propriedade do Estado de São Paulo tem autorização prevista na Lei 16.338/2016 e que o terreno integra a carteira de imóveis compromissados ao fundo de investimento imobiliário desde 2019.

“O estado e a administradora do fundo estão estudando as possibilidades de uso e exploração da área, de modo que ainda não há prazo para a Associação deixar o local”, afirmou ao G1 a assessoria de imprensa do governo estadual.

Um abaixo-assinado online pede o cancelamento do leilão. Até o momento em que esta reportagem foi redigida, mais de 10 mil pessoas já tinham aderido à petição.


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Abrigo atingido por alagamentos começa a transferir animais no RJ

A ONG Focinhos de Luz, que está sofrendo com alagamentos desde o último sábado (29), começou a transferir os animais do local. Trinta cachorros já foram levados para lares e abrigos temporários no Rio de Janeiro.

Os cães estão recebendo prioridade porque os canis foram os locais mais afetados pela água das fortes chuvas que atingiram a cidade.

Foto: Divulgação/Focinhos de Luz

De acordo com a ONG, o nível da água diminuiu, mas o estado dos animais ainda é crítico. Para tentar resolver a situação, a Focinhos de Luz fez uma campanha de adoção temporária de animais.

“Estamos extremamente preocupados com a situação. Precisamos de um lar temporário urgentemente para os nossos cães. A água entrou com tudo nos canis e eles não podem ficar lá até baixar. Por favor nos ajudem”, afirmou a ONG em rede social.

Aproximadamente 70 gatos foram levados para outras áreas da ONG, que não foram afetadas. A entidade também perdeu rações, que foram atingidas pela água, e está pedindo doações.

“A gente está analisando como será a chuva de hoje. Vamos ver como será com os gatos. Como são animais mais territorialistas, talvez seja pior transferi-los”, afirmou uma das integrantes da ONG, Cláudia Abreu Campos, em entrevista ao G1.

Foto: Divulgação/Focinhos de Luz

A entidade disse ainda, em publicação nas redes sociais, que não têm “recursos suficientes para conter a quantidade de água que cai na cidade”.

“A sede sempre sofreu com as chuvas fortes no Rio de Janeiro e, mais uma vez, isso se repete. Parece que a cada ano que passa os meses chuvosos nos castigam mais. Nossos gatis e canis foram muito afetados e estão completamente alagados, o que coloca os animais em risco”, informou uma publicação.


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Leonardo DiCaprio vai doar US$ 3 milhões para combate a incêndios na Austrália

As condições climáticas atuais agravaram os incêndios florestais que já aconteciam anualmente no país


O ator Leonardo DiCaprio anunciou que irá doar, através da sua ONG, a Earth Alliance, US$ 3 milhões para o combate aos incêndios na Austrália.

Foto: Jordan Strauss/AP

O ator é conhecido por defender as causas ambientais e decidiu se unir ao grupo de famosos que está fazendo doações para ajudar a Austrália. As informações são do portal Terra.

As condições climáticas atuais agravaram os incêndios florestais que já aconteciam anualmente no país. Uma área com o tamanho de Santa Catarina foi completamente destruída e mais de um bilhão de animais morreram.

A atriz Phoebe Waller-Bridge também decidiu ajudar. Ela irá leiloar a roupa que usou no Globo de Ouro e doar o valor arrecadado. Chris Hemsworth também se comprometeu a doar US$ 1 milhão para a causa ambiental.


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ONG de proteção ambiental é alvo da Justiça e deputado aponta tentativa de criminalizar entidade

Mais de 120 organizações assinaram um manifesto em defesa do Projeto Saúde e Alegria, que foi alvo de uma ação de busca e apreensão executada pela Polícia Civil


O Projeto Saúde e Alegria, que defende a Amazônia e os ribeirinhos, foi alvo de uma ação de busca e apreensão na manhã de terça-feira (26). A Polícia Civil alega que uma investigação apontou que a Brigada de Incêndio de Alter do Chão teria colocado fogo na mata para angariar mais doações para o controle das queimadas – o que resultou na prisão de quatro brigadistas – e que o Saúde e Alegria teria servido para captar recursos.

O coordenador do projeto, Caetano Scannavino, afirmou ao Blog do Sakamoto que ficou surpreso ao ver a ação de busca e apreensão ser executada.

(WWF / Michel ROGGO)

“Fomos surpreendidos por agentes da Polícia Civil armados até os dentes com metralhadoras, assustando as pessoas que estavam no escritório da organização. Não tivemos acesso a nenhum documento de decisão judicial que explicasse o que eles vieram fazer e o mandado de busca era genérico. Acabaram levando tudo, computadores, servidor, documentos”, disse.

Para o deputado Nilto Tatto, coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara dos Deputados, trata-se de uma tentativa de criminalizar a entidade.

“Dessa vez, a tentativa de criminalização visa envolver, além da Brigada de Alter do Chão, fundamental no combate aos incêndios florestais na região, a ONG Projeto Saúde e Alegria, que sofreu busca e apreensão de documentos institucionais em um inquérito onde sequer tomaram conhecimento, e o WWF, organização com um longo histórico de trabalho e luta contra a degradação ambiental”, disse.

De acordo com o parlamentar, a ação se soma a “tentativas do governo Bolsonaro de criminalizar, sem provas, como quando sugeriu participação do Greenpeace nos vazamentos de óleo no Nordeste, a fala maldosa de que as ONGs seriam autoras dos maiores incêndios florestais promovidos por criminosos ambientais na Amazônia, e a tentativa de criação de uma CPI das ONGs”.

O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social publicou nota por meio da qual pede que as companhias “que atuam pela sustentabilidade da região amazônica em parceria com ONGs a se fazerem ouvir e a se posicionarem sobre este grave ataque as organizações da sociedade civil”. “O que nos choca é a forma como essa investigação foi conduzida e as conclusões que chegou, visto que, até o momento, as provas apresentadas não são plausíveis. Não houve transparência nem mesmo no momento das apreensões”, disse a ONG.

“O que a gente lamenta é que o país caminha para uma inversão de valores – o ‘cidadão de bem’ é o que comete o crime ambiental e o ‘cidadão do mal’ é quem denuncia o crime. Uma situação como essa fere a democracia de um país”, afirmou Scannavino.

O coordenador do Projeto Saúde e Alegria concedeu uma entrevista ao Blog do Sakamoto. Confira abaixo.

O que aconteceu na ONG Saúde e Alegria nesta terça?

Fomos surpreendidos por agentes da Polícia Civil armados até os dentes com metralhadoras, assustando as pessoas que estavam no escritório da organização. Não tivemos acesso a nenhum documento de decisão judicial que explicasse o que eles vieram fazer e o mandado de busca era genérico. Acabaram levando tudo, computador, servidor, documentos. Depois soubemos que houve também a prisão dos rapazes da Brigada. Um dos presos é um empregado do Saúde e Alegria, uma pessoa que a gente conhece e é idônea. Me surpreende muito a acusação de que essas pessoas colocaram fogo na floresta de Alter do Chão e, depois, desviaram recursos e não prestaram contas. São pessoas com compromisso ambiental seríssimo. É uma situação draconiama e kafkaniana, muito difícil de entender. Foi um dos dias mais tristes de 31 anos de sucesso do Saúde e Alegria.

De onde partiu a ordem?

Isso foi uma ação da Polícia Civil e o mandado de busca veio da Vara Agrária de Santarém, que tem mais relação com assuntos do agronegócio. O que nos incomoda é que há uma narrativa tremendamente falsa. Desconhecemos a relação do Saúde e Alegria com todo esse imbróglio, gostaríamos de saber o que temos a ver com isso. O que a gente lamenta é que o país caminha para uma inversão de valores – o “cidadão de bem” é o que comete o crime ambiental e o “cidadão do mal” é quem denuncia o crime. Uma situação como essa fere a democracia de um país.

Disseram que vocês financiavam o trabalho deles?

Eles falaram que a Brigada vinha captando recursos com CNPJs de outras ONGs, inclusive a nossa, o que é um absurdo. Mas eles têm conta bancaria e CNPJ próprio. Não participo da administração e da gestão, eles têm conta separada. Mas sou um entusiasta de campanhas de crowdfundings, como a que eles realizam para captar recursos. Sempre vou apoiar esse tipo de iniciativa.

Já tinham passado por situação semelhante?

Nesse nível, não. Recebemos ameaças de morte anônimas. Eu escrevo muito, se lerem meus textos na Folha de S.Paulo e na Carta Capital verão que tenho 31 anos de vida dedicados aos ribeirinhos, ao meio ambiente, ao trabalho em Santarém. Eu não fiquei mais rico, fiquei mais pobre. Usei parte da herança do meu pai para apoiar o projeto. Então, a gente lamenta muito. Mas tem certeza que essa narrativa absurda vai se quebrar.

Acredita que isso está relacionado ao atual contexto político do país?

Creio que sim, mas não tenho provas. Não trabalho com mentiras, apuro muito antes de afirmar. Mas o ambiente que se criou na Amazônia, contra a sociedade civil, é destrutivo. Se é ONG, vira imediatamente comunista ou subserviente a interesse de governos internacionais. Não se separa o joio do trigo. Para se construir, demora anos de trabalho duro, para destruir uma manhã. Mas esperemos que os fatos sejam apurados. Convoco outras instituições para investigação paralelas. Desafio a Justiça a comprovar que contas do Saúde e Alegria tenha malversação de recursos. E me solidarizo com os meninos que estão presos e que vão passar a noite na prisão.

O que vocês pretendem fazer agora?

Entender o que está acontecendo, do que estamos sendo acusados, trazer a verdade à tona, cobrar uma verdadeira apuração dos fatos e obviamente estamos printando todo o tipo de acusação leviana com relação à nossa organização e aos funcionários para tomar as medidas cabíveis quanto às calúnias. Nossa felicidade é que a grande maioria, dentro e fora do Brasil, está se mostrando solidária.

ONGs assinam manifesto

Mais de 120 organizações assinaram um manifesto após o Saúde e Alegria ter sido alvo do mandado de busca e apreensão. “Vale ressaltar que não existe nenhum procedimento criminal específico contra o PSA [Projeto Saúde Alegria] e esperamos que, de imediato, sejam assegurados todos os seus direitos de livre manifestação de defesa”, diz o manifesto.

“Da mesma forma esperamos que essa ação não se trate de mais uma `pirotecnia`m para tirar o foco dos graves problemas de desmatamento, queimadas, grilagem de terras e perseguição aos povos tradicionais e agricultores familiares que estão ocorrendo na região oeste do Pará e em toda a Amazônia e, por outro lado, proteger os verdadeiros responsáveis por esse grave crime de degradação sociocultural e ambiental e assim envolver e criminalizar os movimentos sociais, organizações de trabalhadores agroextrativistas e ONGs que sempre estiveram ao lado das lutas populares”, continua.

No documento, as entidades lembram que o Saúde e Alegria é uma instituição histórica com mais de 30 anos de atuação em defesa dos extrativistas, povos tradicionais e agricultores familiares na região oeste do Pará. “Sua atuação sempre foi marcada pela lisura, transparência, respeito ao estado de direito e demais princípios democráticos e defesa do meio ambiente na Amazônia”, afirma o manifesto, que explica ainda que o projeto desenvolve programas integrados nas áreas de “organização social, saúde, saneamento básico, direitos humanos, meio ambiente, geração de renda, educação, cultura e inclusão digital, visando melhorar a qualidade de vida e o exercício da cidadania” e que “a Arte, o Lúdico e a Comunicação são seus principais instrumentos de educação e mobilização social”.

Ao final do documento, as organizações defendem que a polícia faça investigações e prenda os grileiros, os especuladores, as quadrilhas “que invadem e roubam as terras e florestas públicas, usando o fogo como estratégia para limpar a área. E não que acuse sem provas quem trabalha para defender a floresta”.


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Homem ameaça voluntária de abrigo para animais e sequestra cachorro em Fortaleza (CE)

Um homem sequestrou um cachorro mantido pelo Abrigo São Lázaro, em Fortaleza (CE), na quarta-feira (31). A Polícia Militar foi acionada, deteve o homem e o prendeu. O cachorro foi devolvido à entidade. Para realizar o sequestro, Warley Santos ameaçou uma voluntária da ONG usando uma arma falsa.

Foto: TV Verdes Mares/Reprodução

A ativista da causa animal Stefani Rodrigues contou ao G1 que Warley foi de carro ao abrigo, na companhia de sua mãe, e pediu para ver um cachorro que ele havia doado há aproximadamente um ano. Como o animal morreu, a voluntária mostrou para o homem um cachorro semelhante.

Warley, então, pediu para adotar o cachorro. O pedido, porém, foi negado, porque o animal está com problemas de saúde e a entidade só disponibiliza animais saudáveis para adoção.

Com a negativa, o homem exibiu uma arma de fogo falsa e levou o cachorro, fugindo em um táxi. “Quando eu fui colocar a coleira, pois eu tinha que levar o cachorro de volta, ele sacou a arma e botou na minha cabeça. Então, foi o momento em que eu corri desesperada, e ele entrou no carro e foi embora levando o animal”, disse a vítima.

Stefani afirmou que, ao ver Warley fugindo em direção à Barra do Ceará, ela anotou a placa do veículo e chamou a polícia. Os policiais localizaram o táxi e questionaram o motorista sobre o local onde o homem havia desembarcado do veículo. Com as informações passadas pelo taxista, os agentes encontraram Warley, efetuaram a prisão em flagrante e resgataram o cachorro, que depois foi levado de volta à entidade.

Autuado, Warley foi encaminhado ao 32º Distrito Policial, onde aguarda por uma audiência de custódia.


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Presidente da ONG Pata Voluntária consegue habeas corpus e sai da prisão

A presidente da ONG Pata Voluntária, Amropali Pedrosa Mondal, conseguiu um habeas corpus e saiu da prisão na quinta-feira (11). A decisão de soltar a fundadora da entidade foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), pela Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) e pelo advogado de defesa, Paulo Faria de Almeida Neto.

Publicação no perfil da ONG no Instagram pedia ajuda após suposto assalto (Foto: Reprodução/Instagram)

Amropali foi presa em flagrante na última sexta-feira (5) com mais duas dirigentes do abrigo, Maria Gisele e Nayane Petrúcia. A prisão foi motivada por uma suspeita de fraude. Elas respondem pelos crimes de associação criminosa, comunicação falsa de crime, estelionato e guarda doméstica de espécie silvestre. Na casa da presidente do Pata Voluntária, foram encontradas uma jibóia, uma corn snake – conhecida como cobra do milho – e um cassaco.

De acordo com a Seris, apenas a presidente da entidade foi solta. O desembargador João Luiz Azevedo Lessa determinou que a prisão preventiva fosse substituída por medidas cautelares, como o comparecimento mensal ao Juízo de primeiro grau, a proibição de se ausentar da Comarca sem autorização judicial prévia, a obrigatoriedade de comunicar previamente o Juízo sobre eventual mudança de endereço e o comparecimento a todos os atos do processo.

As prisões preventivas das três mulheres foram decretadas em audiência de custódia realizada no sábado (6). As informações são do portal G1.

Amropali, Maria e Nayane divulgaram no perfil da entidade em rede social que teriam sido vítimas de um assalto na sede do abrigo, no bairro Jaraguá, e que os assaltantes teriam roubado mantimentos dos animais, segundo a polícia. Na publicação, as mulheres pediram doações financeiras para custear as despesas com os animais.

Após suspeitar que o assalto não teria ocorrido e que teria sido um ato de estelionato orquestrado pelas mulheres para obter recursos, a polícia decidiu prender as integrantes da ONG.

As presas foram transferidas para o Sistema Prisional no sábado (6) e Nayane Petrúcia confessou que o assalto foi forjado e disse que a fraude foi criada para possibilitar a construção de um hospital veterinário.

Apesar das mulheres terem sido presas por suspeita de fraude, os animais da ONG realmente existem. A existência deles foi confirmada pela Comissão do Bem Estar Animal da OAB-AL, que vistoriou a sede do abrigo, no bairro Trapiche, em Maceió, onde foram encontrados cerca de 200 cães e gatos que estão sendo cuidados por voluntários.


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OAB-AL constata que animais da ONG Pata Voluntária existem e estão recebendo cuidados

Membros da Comissão de Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção Alagoas estiveram no abrigo da ONG Pata Voluntária, cujas fundadoras foram presas por suspeita de fraude, e constataram que há animais no local. Médicos veterinários voluntários estão prestando atendimento aos cerca de 200 cães e gatos. O abrigo fica no bairro do Trapiche, em Maceió (AL).

Foto: Reprodução/TV Gazeta

Os integrantes da OAB fizeram fotos e vídeos dos animais no abrigo para comprovar a existência deles. A entidade dispõe de dois abrigos, o segundo está vazio e foi apontado pelas proprietárias da ONG como o local onde um assalto aconteceu.

De acordo com a presidente da Comissão do Bem Estar Animal da OAB, Rosana Jambo, os animais existem. “Existem todos os animais citados. Existe um sistema com a contagem dos animais. Eu fiz várias fotos deles [dos animais]. São animais doentes, que estão sendo devidamente assistidos por médicos veterinários. Não apenas um, mas uma equipe de médicos veterinários, assistentes, funcionários. Eu perguntei sobre a necessidade desses animais. Eles não estão precisando de absolutamente nada, porque estão sendo devidamente mantidos com o que já tem. Mas vai precisar futuramente de pagamento de funcionários, de mais ração, de mais tratamentos. Existem tratamentos que foram interrompidos por conta dessa denúncia apurada pela polícia e hoje na Justiça. Então, vai ser preciso futuramente ajuda para esse abrigo. Eu espero, realmente, que tudo seja resolvido. Se houve crime, que elas paguem pelo crime, mas que os animais em nenhum momento sejam prejudicados pela ação de suas gestoras”, disse Rosana Jambo ao portal G1.

Uma médica veterinária, que preferiu não ser identificada, trabalha de maneira voluntária no abrigo da entidade há três anos. Ela contou que está vivendo momentos de muita aflição desde que as responsáveis pelo Pata Voluntária foram presas.

“A gente recebeu ameaças. Eu, particularmente, como prestadora de serviço também recebi ameaças. As pessoas estão muito revoltadas, indignadas com o acontecido, que é de se esperar. Mas as pessoas precisam entender que também fomos pegos de surpresa. Somos voluntários, prestadores de serviço. E a gente também não imaginava”, disse a veterinária.

De acordo com os delegados Fábio Costa e Leonam Pinheiro, algumas pessoas que fizeram doações à entidade e outras que fazem voluntariado no abrigo estão procurando a polícia. Costa e Pinheiro foram os responsáveis, junto com o delegado Thiago Prado, por prender as três mulheres.

“Essas pessoas estão sendo ouvidas. Até mesmo para tirar o vínculo de algumas que estavam somente de boa fé como voluntárias, mas não tinha acesso ao patrimônio, à gestão daquela ONG”, disse o delegado Leonam Pinheiro.

Doadores de fora do estado de Alagoas também procuraram a polícia. “Nós fomos procurados por um rapaz de São Paulo, que doou sozinho R$25 mil. Ele será ouvido lá mesmo em São Paulo. E através de carta precatória nós iremos colecionar o depoimento deste aos autos”, explicou o delegado Leonam.

“Nós estamos orientando as pessoas que se sentiram lesadas, prejudicadas, com essa situação, que através de um boletim de ocorrência noticiem essa situação e demonstre a pertinência das suas doações com esse suposto assalto”, concluiu o delegado.


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Associação pede proibição do transporte de animais vivos durante onda de calor na França

A Fondation 30 Millions d’Amis, associação francesa de defesa dos direitos animais, exigiu ao ministro gaulês da agricultura, Stéphane Travert, que o transporte de longa distância de animais vivos para fins de consumo seja proibido durante a onda de calor.

(Foto: Divulgação)

“O transporte de animais durante o tempo quente no interior de caminhões de transporte durante horas ou até dias é inaceitável”, afirmou a associação em um comunicado enviado a Travert e divulgado pela AFP. “Ao longo de milhares de quilômetros, eles são sujeitos a condições terríveis, sobretudo durante o tempo quente: são transportados em caminhões sobrelotados, exaustos e desidratados, e muitos sucumbem ao pior dos sofrimentos durante essas longas jornadas”, completou.

A exigência da associação é que o transporte seja limitado a oito horas por dia e que seja decretado o fim da exportação de animais vivos para fora da União Europeia (UE). A Fondation 30 Millions d’Amis apela ainda à responsabilidade de todos os países que integram a UE. As informações são do portal Os Bichos.

O fim da exportação de animais vivos é reivindicado por ativistas e entidades em todo o mundo. Em Portugal, movimentos como a Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV) e a Setúbal Animal Save lutam pelo fim desse transporte cruel, especialmente em casos de animais destinados a países do Oriente Médio.

Na Austrália, a luta pelo fim da exportação de animais vivos também tem se mostrado forte. Em maio, ativistas protestaram em frente a um shopping em Sydney. “A exportação de animais vivos causa sofrimento e morte”, dizia um dos cartazes segurados pelos manifestantes. Já em Israel, a defesa pelo fim da crueldade imposta aos animais no transporte levou o Comitê Ministerial de Legislação de Israel a aprovar um projeto de lei que propõe a eliminação progressiva da importação de animais vivos.

O presidente da Fondation 30 Millions d’Amis, Reha Hutin, afirma estar indignado com “esta procura pelos grandes lucros à custa do inferno que é imposto aos animais que vão para abate”.

Em setembro de 2017, uma campanha denominada #StopTheTrucks (#PareOsCaminhões, em tradução livre) mobilizou várias associações europeias em prol da proibição do transporte de animais vivos em viagens longas. A campanha recolheu mais de um milhão de assinaturas, que foram entregues à Comissão Europeia.

“Ainda sem efeito, não podemos admitir essas atrocidades”, disse Reha Hutin. “Está na hora de a opinião pública mundial ser ouvida pelos seus líderes”, acrescentou.

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Associação é escolhida para operar hospital veterinário público no DF

O Instituto de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal divulgou um documento por meio do qual anunciou a associação escolhida para operar o Hospital Veterinário Público do Distrito Federal.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

De acordo com o documento, que tornou “público o resultado definitivo da classificação das propostas do Edital de chamamento público nº 01/2018, visando celebrar termo de colaboração com organização da sociedade civil, para implantar e operacionalizar o Hospital Veterinário Público (HVEP)”, a responsável pelo funcionamento do hospital será a Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (ANCLIVEPA).

Ainda segundo o documento, a entidade deverá “apresentar a documentação de habilitação no prazo de 5 dias, a contar da publicação no Diário Oficial do Distrito Federal”.

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Associação alerta que crescimento de animais abandanados pode ficar incontrolável

Divulgação
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Após mais de um ano de espera para inauguração do Canil/Gatil, a estrutura pública continua sem utilização. Meses se passaram desde então, mas até agora a prefeitura não conseguiu dar início aos trabalhos. A justificativa da administração municipal para a demora, é de que uma licitação precisa ser realizada para a aquisição dos equipamentos.

Foi uma luta para conseguir a construção de um local adequado para abrigar cães e gatos, que vem sendo abandonados nas ruas de Patos de Minas. Mas segundo a presidente da Aspaa Bethania Nunes, a estrutura já pronta na Escola Agrícola, não atende as necessidades atuais. Para ela, o Canil/Gatil não comporta um quinto dos animais que estão soltos na cidade. As poucas baias construídas serviriam para abrigar os que estão prontos para a adoção, porém, ela questiona onde seriam colocados os animais que precisam passar por triagem, ou os doentes que necessitam de quarentena.

Bethania alerta ainda, que se uma medida não for urgentemente tomada em relação ao crescimento desordenado de cães e gatos com castração em massa, a situação vai ficar incontrolável. Algo que pode colocar em risco a segurança no trânsito, além do perigo de doenças. De acordo com a Aspaa são cerca de 5 mil animais morando nas ruas. E para piorar ainda mais a situação, a castração de cães no Centro de Zoonoses, também foi interrompida pela prefeitura.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que já iniciou o processo licitatório para aquisição dos equipamentos e, que, tão logo o Canil/Gatil entre em funcionamento as cirurgias de castração serão retomadas em parceria com o Hospital Veterinário do Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam).

Fonte: Patos Já

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Você é o Repórter

Associação de proteção animal arrecada doações para bazar beneficente de Natal

AIPA – Associação Itanhaense de Proteção aos Animais
aipaitanhaem@yahoo.com

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A AIPA (Associação Itanhaense de Proteção aos Animais) é uma entidade particular que surgiu em 2003 para atender aos animais em situação de abandono na cidade de Itanhaém (SP).

O canil é mantido somente com doações, vendas de camisetas, eventos beneficentes e grande parte da aposentadoria da senhora Ignez Salles, presidente e fundadora da associação.

A AIPA não possuí mais sede, pois isso não tem mais capacidade para resgatar outros animais. Atualmente cuida de aproximadamente 30 animais e a associação ajuda outros cães e situação de rua como pode. Esses animais, já tiveram um lar, carinho, uma família. Hoje eles não precisam somente de alimentação e medicamentos mas principalmente de amor e atenção.

Para suprir as necessidades dos animais, a AIPA realiza eventos de arrecadação de doações. Em dezembro será realizado um bazar em prol dos animais cuidados pela associação. Para isso, os voluntários estão arrecadando objetos decorativos, livros, móveis, roupas, sapatos e acessórios em bom estado para montar o bazar de Natal.

Se você tem em casa algo que não reconhece mais como seu, pode ter certeza que para outras pessoas será uma grande novidade. A AIPA conta com a colaboração de todos os amigos dos animais para o sucesso do bazar. Os postos de coleta são O Boticário, Gaultéria, VestCasa, OAB e Bê Cabeleireira. Para mais informações, acesse o Facebook Bazar em Prol dos Animais de Itanhaém, ou o Facebook da associação.

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