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Filhotes de cachorro são abandonados em Ribeirão Preto (SP)

Dois machos e uma fêma passam por cuidados de uma veterinária da Associação Vida Animal e devem ser colocados para adoção na próxima feira, que acontece dia 17 de dezembro

Filhotes estavam em uma caixa de papelão, na chuva (Foto: Weber Sian / A Cidade)

Três filhotes foram encontrados recém-abandonados em uma caixa de papelão em uma das ruas do Bairro Valentina Figueiredo, durante a chuva de quinta-feira de manhã, em Ribeirão Preto. Molhados e com frio, os animais foram recolhidos, mas precisam de quem possa adotá-los.

Dois machos e uma fêma passam por cuidados de uma veterinária da Associação Vida Animal e devem ser colocados para adoção na próxima feira, que acontece dia 17 de dezembro. Sem raça, os cãezinhos conquistam pela simpatia e aguardam um lar.

Quem quiser adotar qualquer um deles pode entrar em contato com a associação pelo telefone (16)3632-1054.

AVA precisa de doações

A Associação Vida Animal também não recolhe animais abandonados, mas ajuda a comunidade a cuidar dos bichos quando realiza um resgate. Atualmente, a sede da associação abriga 14 cachorros e 8 gatos em recuperação. Para cuidar dos animais, a associação precisa de ajuda diária de ração e princpalmente remédios como cefalexina, dipironas, vermífugos, entre outros. As doações podem ser encaminhadas para a sede da AVA, na rua João Ramalho, 179.

Fonte: Jornal A Cidade

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Pit bull abandonada fica mais de 7 horas amarrada em árvore, em Ribeirão Preto (SP)

Foto: Reprodução/EP Ribeirão

Uma cadela da raça pit bull foi abandonada e ficou amarrada em uma árvore por mais de 7 horas, no bairro Ipiranga, em Ribeirão Preto (SP), nesta sexta-feira (11).

Segundo a moradora Elaine Cristina de Luca, um morador percebeu a presença do animal, maltratado e infestado de carrapatos, sem conseguir ficar em pé por muito tempo, às 6h. Elaine conta que ligou para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por volta de 10h e foi informada que nada seria feito. “Uma mulher muito grossa me atendeu e disse que o recolhimento seria feito somente se o animal estivesse morrendo ou morto”, disse.

Segundo outra moradora, Leonilda Santiago Pereira que também ligou no local a informação foi a mesma.

Confira as fotos do animal

No início da tarde, a presidente da Associação Vida Animal (AVA), Maria Cristina Dias, interferiu no caso e propôs uma parceria entre a ONG e o CCZ na responsabilidade pelo animal, que foi recolhido às 13h30.

A chefe da divisão de Controle de Zoonoses, Eliana Collucci, nega as acusações dos moradores e diz que o primeiro pedido foi feito às 11h e que seria atendido. Segundo ela, o órgão tem um prazo de 24 a 48 horas, mas que prioriza os casos de urgência. “Como os moradores disseram que o animal estava muito debilitado, o atendimento foi feito no menor tempo possível”, disse.

Ainda de acordo com a chefe do CCZ, a cadela passará por avaliação veterinária. Se for constado sofrimento e falta da possibilidade de tratamento, o animal poderá ser sacrificado.

Os moradores dizem não ter visto quem abandonou o animal no bairro. O abandono de animais é crime previsto na lei 9605/98. A pena para maus-tratos varia de três meses a um ano de detenção e multa. Para denunciar, ligue 181 ou (16) 3610-6067, na Delegacia de Proteção aos Animais.

Fonte: EP Ribeirão 

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Crianças mandaram cartas à Justiça para cão ficar em condomínio de SP

O cãozinho Fred é muito querido pelas crianças do condomínio (Foto: Reprodução/TV Globo)

As crianças do condomínio que virou o lar oficial de um cachorro em Ribeirão Preto (SP), no interior de São Paulo, enviaram cartas à Justiça durante o processo que decidiu a permanência do animal no local. As crianças contaram o quanto gostavam do cão e como elas queriam que ele continuasse no edifício. A liminar concedida pela Justiça saiu no final de setembro e garantiu a permanência do cão no condomínio. Fred, como é conhecido, foi considerado um animal comunitário, que não tem um tutor definido. Caso o cachorro seja expulso do local, o condomínio terá que pagar uma multa diária de R$ 200.

Segundo a advogada da Associação Vida Animal (AVA), Viviane Rodrigues Alexandre, as crianças foram fundamentais para o sucesso da ação, já que suas correspondências foram anexadas ao processo. Segundo informou a advogada nesta terça-feira (25), o animal está em boas condições de saúde, vacinado e vermifugado, e, por isso, não oferece risco aos moradores.

Conflito entre condôminos

O cachorro apareceu no condomínio, localizado no bairro Jardim Independência, em janeiro deste ano. Segundo Eliana Grizola, uma policial moradora do local, as crianças logo adotaram o cão e o batizaram de Fred.

De acordo com Luís Otávio Dalto de Moraes, advogado do condomínio, quando o animal começou a frequentar o residencial, no entanto, surgiram problemas entre os moradores. “Algumas pessoas começaram a cuidar dele, mas outros condôminos começaram a fazer registros de ataques e de ameaças por parte do cachorro”, conta.

Para evitar que alguém o maltratasse, Eliana e outros moradores tentaram levar o cão para morar dentro do apartamento, mas, segundo a policial, ele não conseguia se acostumar e sempre queria voltar para onde as crianças ficam brincando, no térreo dos prédios.

Diante da situação, Eliana entrou com uma ação para impedir a retirada do animal do lugar, baseada na Lei do Cão Comunitário. Sancionada em 2008 em São Paulo, a legislação compreende como “comunitário” o cachorro que estabelece laços de dependência e de manutenção com a comunidade em que vive, embora não possua responsável único e definido.

Assim, apesar de não ser a tutora de Fred, Eliana se comprometeu a ser a cuidadora oficial dele, prestando atenção às vacinas que ele deve tomar, entre outros cuidados.

Fred apareceu no condomínio em janeiro (Foto Divulgação/Arquivo Pessoal)

Defesa

De acordo com Luís Otávio Dalto de Moraes, apesar da natureza da liminar, o condomínio não é contra a permanência do animal no local. “O problema é que não havia uma pessoa responsável pelo animal. Todos os moradores lá têm que recolher as fezes do cachorro, cuidar para que ele não ataque as pessoas, e nesse caso o cachorro não estava com acompanhamento”, diz. Segundo Moraes, o animal vive solto pelo espaço comum do condomínio.

O advogado diz que vai recorrer da decisão para que Eliana Grizola “se responsabilize a cumprir as regras do condomínio, [como] manter ele dentro do apartamento, não circular sem coleira, entre outras regras”.

Fonte: G1

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Cães de canil fechado pela polícia ainda não podem ser adotados

Foto: Reprodução/EPTV

Os animais encontrados presos em um canil na Vila Carvalho, em Ribeirão Preto (SP), na última quinta-feira (6), ainda não podem ser adotados. Os cães permanecem no mesmo local, sob a tutela do tratador Valdemir Gomes Lima e da veterinária Patrícia Torrieri, indicados pela polícia.

Veja as fotos da ação

A chefe da Divisão de Controle de Zoonoses, Eliana Collucci, afirma que apenas um juiz pode destituir a guarda dos cães. “Apesar de responder por maus tratos, ele deve continuar com os animais. Para isso, precisará corrigir todos os problemas encontrados pela polícia e pela Vigilância Sanitária”, afirma.

De acordo com Viviane Alexandre, advogada da Associação Vida Animal (AVA), a Lei de Crimes Ambientais não permite flagrantes. Por esse motivo, o proprietário do canil, Júlio Cesar Rocha Fernandes de Matos, responde pelo crime em liberdade.

Ele deve prestar depoimento na manhã desta terça-feira (11).

Adoção

Os 21 cães passaram por exames clínicos para identificar a real situação de cada um. Cinco animais foram diagnosticados com erliquiose – doença transmitida por carrapato – mas já foram medicados. “O tutor está cooperando, inclusive comprou as rações e os medicamentos indicados. Agora queremos colocar alguns desses animais para adoção”, diz a presidente da AVA, Maria Cristina Dias. “Mesmo assim, não é qualquer pessoa que poderá adotá-los. Esses animais foram criados para segurança. Apesar de estarem desnutridos, alguns são muito bravos”, completa.

Os possíveis interessados na adoção dos cães podem se inscrever no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), pelos telefones 3628-2015 ou 3628-2778.

Fonte: EP Ribeirão

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Canil que alugava cães em Ribeirão Preto (SP) é fechado e animais não têm para onde ir

Foto: Reprodução/EPRibeirão

O destino dos 21 cachorros de grande porte, sendo alguns das raças rottweiler e pit bull que estavam em um canil fechado pela Delegacia de Proteção aos Animais e a Vigilância Sanitária de Ribeirão Preto (SP), nesta quinta-feira (6), ainda não foi definido.

Veja aqui algumas fotos dos animais abandonados.

Segundo o delegado Marcos César Borges, a lei municipal 8226, de 1998, obriga o Centro de Controle de Zoonoses a recolher os animais vítimas de maus-tratos, mas, até o momento, o orgão não se posicionou em relação ao caso.

A presidente da Associação Vida Animal (AVA), Maria Cristina Dias se reuniu com o delegado, na manhã desta sexta-feira (7), e disse que a instituição se dispõe a ajudar com atendimento veterinário e medicamentos, mas que não é possível abrigar os animais. “Estamos com a sede lotada, entre todos os animais abrigados na AVA, temos inclusive quatro cães que foram encaminhados pela delegacia”, diz.

Maria Cristina ainda lembra que quando a delegacia de proteção foi inaugurada, em 2010, as instituições entregaram um projeto com um modelo de abrigamento em parceiria com hotéis para animais da cidade para a prefeitura, mas nunca houve um posicionamento do poder público sobre a questão.

De acordo com o delegado, o proprietário do canil, Júlio César Rocha Fernandes de Matos, foi denunciado pela delegacia por maus-tratos e deve esperar por um parecer da Justiça em liberdade.

Procurada pelo EPRibeirão, a assessoria da prefeitura não respondeu.

Entenda o caso

Os animais que estavam no canil eram alugados como vigias para obras da constução civil. O caso era investigado pela polícia desde o dia 20 de setembro, quando um cachorro Rottweiler – que pertence ao canil – fugiu de uma obra, no centro da cidade. Segundo os vizinhos, o animal procurava por comida e água.

Na tarde desta quinta-feira (6), a polícia esteve no local, onde constatou que os animais estavam em más condições, magros, sem água e comida.

Fonte: EP Ribeirão

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Crise financeira restringe atendimento em ONG de proteção animal em SP

Foto: Reprodução/Projeto Murilo Pretinho

Uma crise financeira está restringindo o atendimento a animais da ONG Projeto Murilo Pretinho, que trabalha na proteção animal desde 2008.

Segundo a presidente da entidade, Flávia Frederico, ao todo, a dívida chega a R$ 2 mil em uma clínica conveniada, mesmo tendo direito a 50% de desconto. O valor está restringindo o atendimento a outros animais.

“Estou medicando uma cadela que está com a pata quebrada, dou medicamentos e administro a dor todos os dias, mas é difícil levar mais um animal diante da dívida que está feita”, diz.

Outro problema que surgiu com a dívida foi a manutenção de um canil que abriga seis animais da entidade, que será fechado por falta de verba.

De acordo com Flávia, todos os animais que estão no local serão transferidos para hospedagens, mantidas por doações e voluntários.

O começo

O Projeto Murilo Pretinho começou após a atual presidente descobrir que 50 cães viviam em situação de abandono em uma obra da construção civil, próxima ao Jardim Paiva, em 2008.

Após perceber a necessidade de cuidados com esses animais, Flávia procurou a Associação Vida Animal (AVA), quando começou uma parceria para tratar da causa.

Desde então, os voluntários começaram a ir até o local diariamente e passaram a ajudar com doações de ração, medicamentos, vacinas e oferecendo castração. Após os serviços prestados, uma feira de adoção foi organizada, onde 39 daqueles animais ganharam um novo lar.

Atendimento

Contrária ao regime de abrigo, Flávia gosta de salientar que o trabalho da instituição é com animais de comunidade, com a ajuda de moradores de cada bairro.

“Os voluntários vão até bairros com muito abandono ou com pessoas carentes e começam um acompanhamento que oferece tudo que é necessário ao animal naquele momento”, afirma.

Como ajudar

Atualmente, a maior necessidade do Projeto Murilo Pretinho é na área financeira, mas também são aceitas doações de rações, medicamentos, cobertores, casinhas e outros materiais utilizados no trato animal.

A presidente da instituição também diz que a doação de materiais que possam ser comercializados durante as feiras de adoção também são importantes.

“Se alguma empresa puder colaborar doando brindes como camisetas, canecas, canetas já seria de grande ajuda”, diz.

Interessados em colaborar podem enviar e-mail para flaviaffrederico@gmail.com .

Assista ao vídeo da entidade:

Fonte: EP Ribeirão

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Conheça a AVA, instituição que há 15 anos cuida dos animais

A Associação Vida Animal (AVA) desenvolve projetos para controle populacional e bem-estar dos animais há quase 15 anos, em Ribeirão Preto, SP. Entre as lutas da instituição estão a regularização dos carroceiros e o fim de espetáculos que usam animais.

Começo

Foto: Reprodução/EP Ribeirão

A AVA foi criada em 1996, quando o casal formado pela artista plástica Maristela Romano e o arquiteto Paulo Ferraz, que faziam parte da ONG de proteção ambiental Pau-Brasil, perceberam que em Ribeirão Preto faltavam ações efetivas para o controle populacional dos animais.

Segundo a presidente da AVA, Maria Cristina Dias, na época os cuidados com os animais domésticos eram feitos apenas por ações paternalistas, sem pensar efetivamente em questões como a prevenção de novas crias e o recolhimento.

Preocupada com a questão, a instituição começou os seus atendimentos para processos como o de castração em 5 de julho do mesmo ano, na sede da Pau-Brasil, onde ficou por cinco anos.

Após o período, a instituição conquistou o seu próprio prédio, doado pela professora, atualmente aposentada, Nair Carreira, a quem a presidente da AVA chama de “primeira dama da proteção animal em Ribeirão Preto”.

“A Nair foi a primeira protetora da cidade e é associada da ONG até hoje”, disse.

Atendimento

Foto: Reprodução/EP Ribeirão

De acordo com Maria Cristina Dias, é importante lembrar que a AVA não é um abrigo para animais, mas sim uma instituição que atende os animais de rua e de pessoas carentes gratuitamente.

Atualmente, a instituição conseguiu atingir o mesmo volume de castração de animais que o Centro de Controle de Zoonoses, que é administrado pela prefeitura da cidade.

Em 2010, os dois locais fizeram 800 atendimentos do tipo, o que segundo a presidente da ONG é muito importante por potencializar o controle populacional.

Os protetores da instituição não trabalham apenas dentro da sede, pois a AVA costuma se envolver em praticamente todas as questões ligadas a proteção animal na cidade.

Um dos exemplos é o movimento pela conscientização do abuso no uso de animais em circos, que há cinco anos foi discutido pela AVA.

“Na época fizemos protestos e nenhum circo com animal se apresentava, mesmo antes da lei estadual que proíbe esse tipo de espetáculo”, diz Maria Cristina.

Entre as ações atuais, a presidente da instituição diz que um dos grandes desafios é o rodeio.

“Não somos contra a festa, mas sim contra o uso do sedém (cinta de couro utilizada para causar desconforto ao animal e fazê-lo pular)”, diz.

Outra batalha da ONG é a regulamentação dos carroceiros na cidade.

Como ajudar

Existem muitas formas de colaborar com a Associação Vida Animal, uma delas é fazendo doações mensais a partir de R$ 10. As contribuições dão direito aos associados receberem descontos no atendimento veterinário na instituição e em 20 clínicas parceiras.

Outras doações como as de medicamentos, rações e todo tipo de material utilizado no trato com os animais são aceitas.

A AVA também precisa de voluntários, que podem colaborar no trabalho na sede, em eventos para arrecadar fundos ou até mesmo fazendo projetos de marketing ou de atualização do site da instituição.

Para os interessados em adotar gatos ou cães, a ONG promove feiras mensais, onde disponibiliza cerca de 30 animais castrados, vermifugados e com a primeira dose de vacina aplicada.

As feiras acontecem na Avenida Nove de Julho, 1209 e a próxima acontece no dia 21 de maio.

Para se tornar associado da AVA, fazer doações ou se oferecer para trabalho voluntário, acesse o site da ONG, ligue no (16) 3632-1054, ou visite a sede, que fica na Rua João Ramalho, 179.

Fonte: EP Ribeirão

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Cadelas abandonadas em casa são resgatadas pela polícia em Ribeirão Preto (SP)

Fêmeas estavam sozinhas há um mês e eram alimentadas por vizinhos

Duas cadelas abandonadas em uma casa na zona sul de Ribeirão Preto (SP) foram resgatadas por policiais, nesta sexta-feira (7). Os animais, das raça Pintcher e Basset, estavam sozinhos no local há um mês, desde quando os antigos moradores se mudaram.

Durante o período, as fêmeas foram alimentadas por vizinhos, que aguardavam o retorno dos moradores. Como isso não ocorreu, o caso foi levado apara a Delegacia de Proteção aos Animais.

Os cães foram levados para a Associação Vida Animal (AVA) e passarão por avaliação médica. Eles serão vacinados e castrados. Depois, serão colocados para adoção. Os interessados podem entrar em contato pelo fone (16) 3632.1054.

A polícia ainda tenta localizar os antigos  moradores, que irão responder pelo crime de abandono.

Fonte: EPTV

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Você é o Repórter

ONG de Curitiba (PR) fará bingo em prol de animais abandonados

Associação Vida Animal AVAN
associacaovidaanimal@gmail.com

A AVAN realizará um bingo dia 16/01/2011- domingo, no Clube Dom Pedro II. Participem e tragam seus amigos.

A entrada é franca e estaremos vendendo os produtos da ONG, semijoias em prata e muitos acessórios para cães.

Vejam as fotos com alguns produtos do último bazar de natal das ONGs.

Precisamos também de prendas para as rodadas normais e especiais.

O 1º prêmio é um forno de micro-ondas.

Toda a renda será revertida em ração para os cães da AVAN.

Acesse o site e conheça um pouco mais da AVAN e como ajudar: associacaovidaanimal.org.br

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AVA trata de animais de estimação com ações inovadoras

Foi nos anos 1990 que a preocupação com o meio ambiente e saúde pública emergiu na mídia de forma explosiva, originando a criação de entidades em prol do bem-estar do planeta. E foi uma lacuna nesse “boom” que originou a Associação Vida Animal (AVA), de Ribeirão Preto. Os fundadores perceberam que eram defendidos os animais silvestres ou aqueles em extinção. Contudo, não havia quem olhasse para os bichos de estimação, como parte do problema da saúde pública e ambiental.

A AVA foi fundada em 1996 e desde então vem lutando contra o abandono de gatos e cães. “Não temos abrigo para os animais. Essa pode ser a primeira necessidade de um animal abandonado, mas se nós cuidamos deles, tiramos um problema dos olhos da sociedade e trazemos para nós. Não podemos ser paternalistas e sim transformadores”, afirma a jornalista Cristina Dias, vice-presidente da Associação.

A diretoria da entidade conta com 15 membros voluntários e tem oficialmente 500 associados que contribuem mensalmente com recursos financeiros ou serviços. Somados aos voluntários esporádicos, o grupo chega a mil pessoas que abraçam a causa somente em Ribeirão Preto. O dinheiro recolhido é usado na compra de vacinas, ração, cirurgias, castrações e consultas.

Em sua sede, a associação atende cerca de 70 animais ao mês, sendo que metade é para castração. Há oito anos, acontece em todo mês de julho uma massiva campanha para o procedimento, contando com a adesão de veterinários da cidade que oferecem preços reduzidos. Por campanha, são castrados aproximadamente 400 animais.

Dificuldade

Segundo Cristina, a maior dificuldade no trabalho da AVA é fazer com que a população compreenda a importância da consciência diante da vida desses animais. “Tem gente que diz que adora animais, mas vai assistir a rodeios. Outros dizem que amam gatos e cachorros, mas ficam com dó de castrar seus bichos. Eles não entendem que a castração é fundamental para o controle populacional e uma questão de saúde pública”, afirma.

Dois projetos paralelos surgiram dentro da entidade: o Murilo-Pretinho, focado na adoção de animais da comunidade; e o Cão Paixão, que abrange cuidadores que abrigam os animais antes da adoção. Juntos à AVA, os projetos realizam cerca de três feiras de adoção por mês.

A dona de casa Márcia Valéria Antônio da Silva soube da feira e foi conferir a mais recente, que aconteceu no último sábado no Pet Shop Cinépolis, na avenida Presidente Vargas. Assim que chegou ao local com o marido, encontrou um gato adulto cinza que havia sido abandonado anteriormente. “Eu vim para pegar uma fêmea, mas bati o olho nele e foi amor à primeira vista”, disse. A AVA é uma das 40 ONGs selecionadas no mundo todo para serem parceiras do programa internacional “Adotar é Tudo de Bom”, da marca Pedigree.

Dona-de-casa cuida de 24 cachorros e oito gatos em casa

A dona de casa Noêmia da Silva Lima, mais conhecida como Carla, é uma das voluntárias mais ativas da AVA. Moradora do Jardim Aeroporto, ela cuida, com paciência e muita higiene, de 24 cães e oito gatos.

Aos 51 anos e vivendo com a renda mensal do marido — de apenas um salário mínim o —, Carla afirma que, mesmo quando os amigos dizem que é loucura cuidar de tantos bichos assim, o amor que tem pelos animais sempre fala mais alto. “Eu simplesmente não consigo ver um cachorro doente sofrendo na rua e continuar andando como se não tivesse visto nada”, diz, afirmando que acorda todos os dias às 6h e vai se deitar às 23h, depois de lavar todas as vasilhas e alimentar todos os bichos, muitos deles cegos, amputados e fraturados.

Dona Carla conheceu a AVA por intermédio de conhecidos que a incentivaram a pedir ajuda à Associação. Hoje, ela é uma das cuidadoras que tratam dos animais antes de eles serem encaminhados para adoção. “Hoje eu só consigo amenizar a dor deles com a ajuda da AVA, que fornece a ração e o veterinário. Aqui cada bichinho tem uma história de muito sofrimento”. 

Serviço
Associação Vida Animal (AVA)
Rua João Ramalho, 179, Campos Elíseos
(16) 3632-1054
www.ava.org.br

Fonte: Gazeta de Ribeirão

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Feiras de doação se popularizam em Curitiba

Foto: Franklin de Freitas
Foto: Franklin de Freitas

Pagar entre R$ 300 e R$ 700 ou mais para ter um companheiro de quatro patas perde totalmente o sentido quando nos deparamos com a informação de que hoje existem mais de 4 mil animais disponíveis à adoção em Curitiba e Região Metropolitana.

Por conta daquelas pessoas quem entendem que o cão, gato, papagaio, periquito, etc. são seres vivos – e por isso não podem ser maltratados ou abandonados por aí – é que a cada dia cresce o número de feiras de doação. Em praticamente todos os finais de semana é realizada uma feira como essa em algum ponto da cidade.

“São pessoas que tentam ajudar aqueles animais que são abandonados por pessoas que não entendem que um animal é um ser vivo e por isso não deve ser maltratado ou abandonado”, explica a presidente voluntária da Sociedade Protetora dos Animais, Soraya Siomon. “Esses voluntários recolhem os animais, cuidam deles e depois os colocam para serem adotados nestas pequenas feiras”, explica.

Os animais colocados para doação geralmente foram abandonados pelos tutores pelos mais variados motivos — desde a velhice que também chega para os animais até a incompreensão de que os bichos têm temperamentos diferentes, variação de humor e, por isso, nem sempre vão estar dispostos a balançar o rabo o tempo todo para brincar.

Soraya conta que se encontram nestas feiras desde os populares vira-latas até cães de raça, geralmente descartados por criadores quando o animal já não apresenta condições de procriar. “Eles deixam as cadelas cruzarem em todos os cios e, às vezes, quando são abandonadas, apresentam tumores nas mamas e outras doenças mais graves por causa da falta de cuidado como animal”, conta.

As raças mais abandonadas, segundo Soraya, são podlle, pastor alemão, pit bull, rotweiller, fila e buldogue. Como a intenção dos doadores é encontrar um lar para os animais e inibir o comércio, antes de serem doados os animais são tratados, se houver algum tipo de doença, e castrados.

Ela relata que, apesar de a lei estabelecer pena para quem maltrata os animais submetendo-os a sofrimento físico ou emocional, ainda falta conscientização às pessoas sobre o caso e um maior preparo do poder público. Soraya esclarece também que o cuidado com os animais está previsto na Constituição Federal.

“Por isso, mesmo para os casos de doação, é exigido de quem recebe o animal a assinatura de um termo de responsabilidade para com o animal adotado”, conta. Os doadores voluntários também costumam fazer o acompanhamento dos animais adotados, para verificar se eles realmente estão sendo bem tratados.

Soraya lembra que, se alguém tiver pensado em ter um bichinho, deve antes fazer alguns questionamentos.  “Deve saber que esse animal vai ter um temperamento particular, por isso não adianta querer cruzar o seu animalzinho quando ele começa a envelhecer”, diz. “Além disso, é importante saber que em uma ninhada dificilmente nasce apenas um”, pondera.

Além disso, deve saber que terá gastos, que o animal faz xixi e cocô, que costuma correr pela casa e, por isso, poderá arranhar alguns móveis, quebrar utensílios domésticos, rasgar cortinas, que precisa de atendimento médico e atenção. Depois de todas essas considerações, é importante saber que o animal irá viver entre 12 e 15 anos.

Estará pronto para ter um bichinho quem estiver disposto a ter todas estas responsabilidades e ainda quiser uma companhia.  Os interessados podem descobrir os endereços das feiras para doação no site www.caopanheirocuritiba.com.br. No endereço é ainda possível obter mais informações sobre os lares provisórios onde há animais para serem adotados, como a Associação Amigo Animal, Associação Vida Animal e Sociedade Protetora dos Animais.

Soraya faz ainda um alerta: “Nós não temos mais condições de aceitar animais, apenas ficamos com aqueles em situação de risco de morte. Por isso, o melhor caminho para denúncias de maus-tratos deve ser feito ao 156, que é um serviço da prefeitura de Curitiba”, diz. Ela esclarece ainda que os animais são tutela do Estado, uma vez que a Constituição Federal prevê o cuidado deles. “Por isso, os tutores quando maltratam o animal podem ser responsabilizadas criminalmente”, conclui.

Fonte: Bem Paraná

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Associação quer oficializar dia dos animais no calendário da cidade

A AVA (Associação Vida Animal) de Ribeirão Preto (SP) realiza de hoje até domingo, dia 4, diversas ações para instituir o “Dia Municipal de Proteção aos Animais”.

Hoje, a partir das 18h, será apresentado na Câmara o Projeto de Lei nº 303/2009, instituindo o “Dia Municipal de Proteção aos Animais – dia 04/10”. Amanhã, das 9h às 17h, a AVA estará na Esplanada do Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto, colhendo assinaturas em defesa da Lei 9.605. Já no domingo será dada a bênção aos animais na Igreja São Francisco de Assis.

Fonte: Jornal da Cidade

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