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Associação protesta contra exploração de animais por hipermercado em Portugal

A associação Animal contesta o uso de animais vivos no “Mega pic-nic” que a rede de hipermercados Continente tem organizado e, com mais uma edição agendada  para o dia 29, em Lisboa, Portugal, regressam os apelos à participação cívica.

animal megapicnic
Foto: Divulgação

A Animal disponibiliza uma mensagem de protesto para que seja enviada ao Continente e à Sonae, o grupo empresarial que detém os hipermercados. O texto critica “a sujeição” de animais vivos “numa bizarra simulação de mundo rural” sem que sejam asseguradas as mínimas condições, vivendo “níveis de stress absolutamente inaceitáveis”.

“A sujeição daqueles animais a uma deslocação forçada para um local desconhecido que não lhes fornece as mínimas condições para que expressem os seus comportamentos naturais – e onde irão ser consecutivamente agredidos pelo ruído extremo, pela falta de locais de refúgio, sem qualquer respeito pelos seus horários e necessidades – é absolutamente inaceitável e completamente desnecessária”, explica o texto.

A Animal promete que o protesto deste ano não será “apenas pelos e-mails”, estando a convocar uma manifestação no mesmo dia (29), às 16h00, no Terreiro do Paço.

Fonte: PT Jornal

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Defensores dos animais participam de protesto contra as touradas em Portugal

Foto: Reprodução/Tvi 24

Cerca de 20 pessoas anti-touradas manifestaram-se em frente no Campo Pequeno, Lisboa, na corrida de abertura da época tauromáquica, continuando uma reivindicação que se vai repetir até que as touradas acabem em Portugal.

Cerca das 20h30min, duas horas antes do início da primeira corrida, duas dezenas de pessoas, vestidas de preto e num perímetro vedado em frente ao Campo Pequeno, demonstravam a sua posição contrária  às touradas.

“Estamos aqui, mais uma vez e como prometemos, para protestar pelo fim das touradas. Sempre que houver uma corrida de touros na capital vamos cá estar até que as touradas acabem em Portugal”, disse à agência Lusa a presidente da Associação Animal (promotora da manifestação), Rita Silva.

Habituados a trocas de insultos, os manifestantes da Animal solicitaram a criação de um perímetro fechado e a presença da polícia à entrada da Praça de Touros da capital, “para sua proteção”, explicou Rita Silva. “Neste perímetro não entram aficionados para a nossa segurança”, disse.

Nesta manifestação “simbólica”, como a líder da associação apelidou, os defensores dos animais afixaram cartazes com frases como “tourada é tortura” e “tourada não é cultura” ou ainda “bullfighting is bullshit” [as touradas são uma treta].

Rita Silva avançou ainda que vão ser afixados os números “do sangue que se derramou” com as touradas durante o ano passado: “Foram noventa os animais barbarizados por todo o país com as touradas. Seis deles eram novilhos, ou seja, os animais mais jovens”, salientou.

A Associação Animal estima que neste ano sejam mortos 96 touros, porque “está prevista mais uma tourada” do que no ano passado.

Fonte: Tvi 24

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Marcha pelo fim das touradas é marcada para 9 de abril

A associação ANIMAL desafia os portugueses a marcharem do Campo Pequeno até a Assembleia da República em defesa de uma nova lei que reforce a proteção dos animais em Portugal. Proibir as touradas, criminalizar os maus-tratos contra animais e atribuir-lhes um novo estatuto jurídico são os principais objetivos da associação, que marcou o evento para o dia 9 de abril.

“Esta marcha é um evento de apoio à campanha de iniciativa legislativa dos cidadãos por uma nova lei de proteção dos animais em Portugal”, diz Rita Silva, da ANIMAL. A responsável explica que a iniciativa legislativa é uma ferramenta legal que permite que os cidadãos apresentem um projeto de lei à Assembleia da República, desde que este seja subscrito por um mínimo de 35.000 pessoas. “Estamos a recolher assinaturas desde 17 de setembro”, revela Rita Silva, acrescentando que a ANIMAL espera que a marcha deste ano reúna ainda mais pessoas do que a que foi organizada o ano passado. “Conseguimos reunir cerca de 4000 pessoas. Foi a maior manifestação em nome dos direitos animais realizada em Portugal”, diz.

A proibição das touradas em Portugal, à semelhança do que se verificou recentemente na Catalunha, é uma das principais medidas incluídas no projeto de lei que a associação pretende apresentar à Assembleia da República.

Outras das medidas defendidas são a dedução das despesas alimentares e de saúde com animais domésticos no IRS e a mudança do estatuto jurídico dos animais. “Queremos que os animais sejam vistos como tal, e não como objetos”, diz Rita Silva. A associação defende igualmente a criminalização dos maus-tratos contra animais e a proibição do tiro aos pombos, dos rodeios e da utilização de animais em circos. Ao longo dos seus 16 anos de existência, a ANIMAL tem colaborado com várias organizações internacionais de defesa dos direitos animais, procurando promover o avanço da legislação nessa área e denunciando publicamente casos de negligência ou abuso contra animais. Ainda ontem, a associação denunciou o mau funcionamento do sistema de identificação de cães por chip. As críticas surgiram depois de a Direção-Geral de Veterinária ter reconhecido a existência de falhas na base de dados que têm dificultado a identificação de animais perdidos.

Fonte: Público

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Associação portuguesa recebe 350 denúncias de maus-tratos todos os meses

Todos os meses a associação Animal recebe, em média, 300 a 350 denúncias de maus-tratos a animais. Na maioria, cães abandonados pelos tutores ou presos em casa, privados de cuidados e alimentação. Mas estes números estão muito aquém da realidade geral do país, pois muitas das queixas são feitas diretamente às autoridades. Contudo, para Rita Silva, da Animal, a burocracia e as limitações da lei, além da falta de sensibilidade das forças policiais e judiciais, não permitem resolver o problema. Retirar o cão do (ir)responsável que o maltratou seria o exemplo mais simples.

Foto: DN Portugal
Foto: DN Portugal

Na Espanha, um juiz tomou recentemente uma decisão inédita, ao retirar um cão do tutor que lhe infligiu maus-tratos sistemáticos. No país, maltratar animais é crime que pode levar a uma pena de três meses a um ano de prisão. Em Portugal, o comportamento poderia, no máximo, ser punido com multa de até 3.740 euros, explicou Ana Silva, da Animal. Mesmo assim, acrescenta, “raramente as pessoas chegam a ser multadas”.

“Depende da boa vontade e da sensibilidade de quem recebe a queixa e da interpretação que faz da lei. Muitas vezes, nem sabem que são autoridades responsáveis pelo assunto”, afirma a dirigente da associação. Se as autoridades (policiais ou veterinárias) responderem à denúncia, podem denunciar ou instaurar um auto, explica, citando a lei.

São raros os casos em que os animais são retirados dos tutores, pois isso pressupõe a concordância destes ou exige um mandado judicial para entrar no domicílio. “Acontece apenas em casos extremos, quando as pessoas têm mais animais do que devem e põem em causa a saúde pública, como uma ‘coleção’ de cães ou gatos, em que estes acabam por se comer uns aos outros.”

Quando os animais ficam à guarda do Estado, como prevê a lei, há oito dias para as condições serem restabelecidas ou o animal adotado. “Senão são alienados, ou seja, mortos no canil. A maioria dos canis não tem condições para mantê-los ou esterilizá-los.”

Ana Cristina Figueiredo, jurista da Quercus, também critica a inexistência de mecanismos legais que permitam atuar diretamente ou prevenir estes problemas. “Muitas pessoas denunciam. Mas os casos resolvidos são poucos. O domicílio é inviolável e quando não há vontade das pessoas, nem o organismo policial pode entrar”, disse ao DN. E exemplifica: em Cascais, havia um leão vivendo em cativeiro. Só com um mandado judicial foi possível entrar lá.

Fonte: DN Portugal

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Associação Animal faz campanha para arrecadar ração

A Associação ANIMAL realiza, em junho e julho, uma campanha em Faro (Portugal) para arrecadar alimentos para animais de rua.

É o projeto Ajuda Alimentar Animal do Algarve. Acontece de 19 a 21 de junho no supermercado Pão de Açúcar e de 3 a 5 de julho no supermercado Jumbo. Os alimentos recolhidos serão distribuídos para associações e pessoas que alimentam animais de rua.

O principal objetivo segundo a coordenadora, Marta Correia, é que, “no espaço de seis meses, as associações do Algarve inscritas no projeto não necessitem mais comprar ração, deixando de ter esta enorme despesa financeira que chega a atingir 5 mil euros por mês, em algumas ONGs”.

E completa: “Para atingirmos esse objetivo, são necessários mais voluntários, dispostos a sacrificar umas poucas horas na campanha e que tenham afeto por animais”.

O projeto pretende receber, além de doação em ração, medicamentos, vermífugos, casinhas, abrigos, comedouros, mantas, entre outros.

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Manifestantes anti-tourada protestam em Lisboa

Pela segunda vez este ano, os aficionados resolveram fazer frente aos manifestantes anti-tourada à entrada do Campo Pequeno em Lisboa. De um lado, cerca de 50 de defensores dos direitos dos animais, organizados e pertencentes à Associação Animal, exteriorizavam a revolta e o desagrado pela realização de mais uma corrida de touros na praça Lisboeta.

Os jovens, praticamente todos na com idades compreendidas entre os 20 e os 30 anos, vestiam uma t-shirt preta que dizia “Sou Português Sou Civilizado”. Empunhando cartazes e com megafone gritavam palavras de ordem como “covardes”, “vergonha” ou “assassinos” e pediam que as touradas fossem proibidas.

Do outro lado da barricada, a poucos metros de distância, decorria o segundo encontro de aficionados, alguns identificados com uma t-shirt onde se podia ler “Sou Português Sou Aficionado” e que podia ser comprada por dois euros. Organizado por várias associações ligadas à festa brava, como resposta ao barulho que vinha dos protestos, promoveram também um espectáculo com cerca de 45 minutos de danças de Sevilhanas. Altura em que houve maior concentração de aficionados no local, que paravam e assistiam ao desempenho das dançarinas.

A noite acabou fria, não houve problemas a registrar e a polícia esteve sempre por perto. Ambas as partes garantiram que marcarão presença em frente ao campo pequeno sempre que houver uma corrida de touros na praça Lisboeta.

Fonte: O Mirante

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