Destaques, Notícias

Mercado de alimentos veganos deve valer R$ 165 bilhões até 2026

De acordo com um relatório da empresa global de pesquisa de mercado Allied Market Research, o mercado de alimentos veganos deve valer o equivalente a mais de R$ 165 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 10,5%.

Valor do mercado de alimentos veganos vai mais do que dobrar 

O relatório, que inclui o potencial brasileiro de consumo, diversificação e transição para produtos veganos, também destaca países como China e Índia como mercados que estão se abrindo cada vez mais para a produção e entrada de alimentos de origem não animal, e que devem contribuir de maneira substancial com esse crescimento.

Foto: ThinkStock

Como até 2018 esse mercado valia o equivalente a R$ 74,8 bilhões, isso significa que o seu valor vai mais do que dobrar nos próximos seis anos, o que é um reflexo da mudança de hábitos dos consumidores em diversas partes do mundo.

Segmento mais competitivo, com mais disponibilidade

O relatório aponta ainda que não existe continente onde não vá haver algum tipo de mudança em relação ao mercado de gêneros alimentícios, embora algumas regiões possam experimentar mudanças bem mais significativas em menor prazo quando se trata de alimentos veganos.

Com esse potencial de maior movimentação, a expectativa é de um mercado mais competitivo, com mais disponibilidade de produtos e preços que atinjam camadas da sociedade que ainda não têm acesse a esses produtos, principalmente em regiões em desenvolvimento, como a América Latina.

Essa previsão vai ao encontro de um relatório concluído e divulgado em janeiro pela Markets and Markets, que prevê que só o mercado de proteínas vegetais utilizadas em específica substituição à carne deve crescer mais de 100% até 2026.

Futuro com mais substitutos de carne

Projeção semelhante de crescimento também já havia sido feita pela empresa de pesquisa de mercado Research And Markets em setembro de 2019, que aponta que apenas o mercado de substitutos de carne deve crescer pelo menos 8,4% ao ano até 2027.

Esses relatórios avaliam o mercado de alimentos veganos como bastante promissor, tanto para investidores quanto revendedores e consumidores.

Vale lembrar ainda que em um período de quatro anos a oferta de produtos veganos no Brasil cresceu pelo menos 677%, de acordo com informações da empresa de pesquisa de mercado Mintel, e a tendência é de crescimento mais substancial para os próximos anos, conforme a população modifica seus hábitos e se abre para novas mudanças.


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Jornalismo cultural, Notícias

“Ovo vegano” será opção em universidades e hospitais dos EUA

Penetração nesses espaços é resultado de uma parceria com a empresa Sodexo, que atende mais de 75 milhões de consumidores por dia


A startup de alimentos JUST anunciou esta semana que seus produtos estarão disponíveis em universidades, hospitais e cafeterias corporativas nos EUA e no Canadá. A penetração do JUST Egg nesses espaços é resultado de uma parceria com a empresa Sodexo, que atende mais de 75 milhões de consumidores por dia.

(Foto: Divulgação/JUST)

O “ovo vegano” fará parte do cardápio desenvolvido pela Sodexo, que visa reduzir em 34% as emissões de carbono até 2025. Em agosto, a empresa incluiu pratos com carne à base de plantas da Impossible Foods no menu de 1,5 mil cafeterias.

“Os consumidores estão procurando produtos à base de plantas que imitam os alimentos que não estão mais comendo ou que estão tentando consumir menos – por qualquer motivo, seja qualidade de vida, bem-estar animal ou sustentabilidade ambiental”, declarou o diretor de desenvolvimento culinário da Sodexo, Rob Morasco.

Ele acrescentou ainda que o “ovo vegano” da JUST é quase indistinguível do seu equivalente real. “Têm gosto de ovo e pode ser preparado como ovo.” Em 2018, a startup vendeu o equivalente a mais de 20 milhões de ovos.

Em setembro de 2019, o CEO Josh Tetrick fechou uma parceria com a rede Walmart nos EUA, garantindo que o “ovo vegano” fosse comercializado em mais de cinco mil lojas da rede. Com um volume cada vez maior de vendas, o produto é apontado como um indicativo do crescente interesse por alternativas aos alimentos de origem animal.

Antes a JUST já havia anunciado as vendas do produto em 2,1 mil lojas da rede norte-americana Kroger.  Baseado principalmente em proteína isolada de feijão mungo e cúrcuma, o “ovo vegano” foi lançado em agosto de 2018 e vem conquistando o mercado pela semelhança em sabor e textura.

O produto tem a mesma quantidade de proteínas de um ovo de galinha, mas não possui colesterol, exige menos de 77% de água no processo de produção e emite 40% menos gases do efeito estufa, segundo a startup.


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Mercado se adapta à ascensão do vegetarianismo e do veganismo em SP

São Paulo é o estado com maior número de veganos e vegetarianos. Em relação às cidades do estado, quem lidera o ranking é Mogi das Cruzes


A ascensão do vegetarianismo e do veganismo têm levado o mercado a se adaptar a essa nova realidade no estado de São Paulo. Mogi das Cruzes ocupa o 18º lugar no ranking estadual de um censo, realizado pelo Mapa Veg, que aponta as cidades com maior número de veganos. O município abriga a maior quantidade de adeptos do veganismo no Alto Tietê.

(Foto: Getty)o-u

O censo mostrou ainda que São Paulo é o estado com maior número de vegetarianos e veganos. De acordo com o IBGE, a quantidade de brasileiros que não come carne cresceu 14%.

A nutróloga Loreta Lopez, de 37 anos, integra a estatística. Desde os 15 anos, ela não come carne. Graças ao vegetarianismo, ela se especializou no atendimento a pessoas que não consomem carne. Atualmente, toda a família de Loreta é vegetariana.

“Hoje o meu maior motivo para ser vegetariana é a mudança climática, os danos que o consumo de alimentos de origem animal trazem para o planeta”, afirma. As informações são do portal G1.

Olívia, sua filha, também não consome carne, assim como seu marido, que se tornou vegetariano há cerca de dois anos. O vegetarianismo também influenciou a profissão de Álvaro Mielke, que é chefe de cozinha.

“Como em casa nossa lista de compras não inclui nenhum tipo de derivado animal, o nosso laboratório acaba sendo aqui, então muita coisa que embasa nossa alimentação desde o café da manhã ao jantar acaba ajudando a compor os pratos. Eu preparo a quantidade inicial de alimentos, consumimos fresquinho no primeiro dia e deixamos outra parte congelada para um estoque de emergência”, afirma Álvaro Mielke.

De acordo com uma pesquisa do Ibope Inteligência, cerca de 55% dos entrevistados afirmou que comeria mais produtos veganos se estivessem indicados nas embalagens e fossem comercializados pelo mesmo preço dos produtos que eles costumam consumir.

Pensando neste público que bares, lanchonetes e restaurantes têm adaptado seus cardápios. É o caso de uma casa de tortas em Mogi das Cruzes, que oferece opções sem ingredientes de origem animal.

Valéria Verdi, proprietária do estabelecimento, conta que cada vez mais novas opções surgem para veganos. “Eu vou imaginando e testando as receitas. De um tempo para cá essa área está tendo muita procura. As pessoas querem uma alimentação sem carne, ovos ou qualquer derivado animal e a gente tem que se adaptar”, explica a empresária.

Nota da Redação: é importante esclarecer que o veganismo é um termo criado pela The Vegan Society em 1949 para descrever um estilo de vida alinhado com a defesa dos direitos animais. Para esta entidade, o veganismo é “uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade”. O veganismo, em sua raiz conceitual, não se restringe unicamente à dieta, considerada vegetariana estrita, totalmente livre de qualquer produto ou ingrediente de origem animal. No entanto, com a popularização deste estilo de vida e do surgimento de novos termos, como dietas plant basead (baseada em plantas, em tradução literal) e com o aumento considerável do uso do termo “vegano” por celebridades e influenciadores, optamos por reproduzir as mesmas informações fornecidas pelas fontes das matérias.


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Vegetarianismo e veganismo crescem na Argentina

A Argentina é tradicionalmente conhecida como um dos países com o maior consumo de carne do mundo – mas esse papel está atualmente ameaçado pelo crescente apoio ao vegetarianismo e veganismo no país.

A fachada de um restaurante vegano na Argentina
Foto: Associated Press Photo

Um recente questionário online descobriu que seis em cada dez argentinos estão dispostos a parar de consumir carne bovina. A ascensão do movimento é vista, principalmente, entre os jovens. Adrián Bifaretti, diretor de marketing do Institute for the Promotion of Beef (Instituto de Promoção ao Bife), afirmou que os jovens cresceram em meio a discussões sobre inclusão, igualdade e outras questões coletivas, o que influencia o modo que eles veem os produtos animais.

Dados de julho da Câmara de Comércio Argentina de Carne e seus Derivados mostram que os argentinos estão consumindo cerca de 50 kg de carne por ano – o nível mais baixo já visto no país.

“A preocupação com a crueldade e as mortes chegou aqui e está sendo sentida”, disse Bifaretti, em entrevista ao Daily Mail.

O consumo de carne bovina está tão presente na cultura da Argentina que os cozinheiros veganos precisam se esforçar para adaptar os pratos típicos do país para versões sem carne – mas, com muita criatividade e bom gosto, isso está acontecendo.

O vegetarianismo é uma realidade próxima ao país. Segundo o questionário, a maioria dos argentinos pretende deixar de consumir carne. O veganismo pode ser uma transição mais demorada, mas também está em ascensão.


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Cerca de 70% da geração Y canadense acredita que o veganismo está em ascensão

A geração Y (pessoas que nasceram no início da década de 80 até o final de 90) e a geração Z (pessoas que nasceram no início da década de 90) acreditam que a carne vegana se manterá no mercado.

Uma moça comendo hambúrguer vegano
Foto: livekindly

Segundo uma pesquisa feita pelo empreendedor Angus Reid, 95% dos canadenses estão familiarizados com os produtos animais. Entretanto, as gerações mais jovens entre 18 e 34 anos – acreditam nos benefícios dos alimentos vegetais.

Cerca de 70% dos jovens acham que o movimento vegano está crescendo. A pesquisa também descobriu que 22% de todos os canadenses que se alimentam de carne querem diminuir o consumo. Entre os jovens, esse número sobe para 39%.

O Canadá não é o único país a apresentar mudanças nos comportamentos alimentares. Nos Estados Unidos, um estudo de 2018 revelou que quase 80% da geração Y come regularmente carne vegana. Na Suécia, 30% dos jovens está diminuindo o consumo de produtos animais por questões ambientais.

A carne tem grande impacto no meio ambiente: é responsável por grandes níveis de emissão de gases carbônicos e pelo desmatamento das florestas.

A mudança de hábitos alimentares não ajuda só o planeta: também é extremamente benéfica para o corpo humano. Pesquisas indicam que os produtos animais têm ligações com doenças graves, como câncer e diabetes.

“Na próxima década, os alimentos deverão se tornar mais ligados à conveniência, saúde e bem-estar”, declarou Kevin Flynn, diretor da consultoria de tecnologia Thoughtworks, em entrevista ao Plant Based News.


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Ator Danny Trejo faz parceria com empresa de carne vegana para seu restaurante

Danny Trejo, conhecido por seus papéis em filmes como Manchete, Um Drink no Inferno e A Balada do Pistoleiro, é empreendedor e dirige vários negócios em Los Angeles, nos Estados Unidos – incluindo a rede de comidas mexicanas, Trejo’s Tacos.

O logo do restaurante, em preto e branco
Foto: Trejo’s Tacos

O ator já declarou para a mídia, diversas vezes, seu amor pelos alimentos vegetais e agora fez uma parceria com a Beyond Meat – empresa de carne vegana – para oferecer alimentos veganos variados.

A rede de restaurantes já oferecia tacos à base de vegetais, com recheios de jaca e couve-flor, mas as novas opções expandem a linha vegana e trazem mais alternativas para aqueles que não se alimentam de carne.


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Indústria do couro teme a ascensão dos alternativos veganos

A conscientização em relação aos direitos animais, saúde e meio ambiente está crescendo – com ela, o conhecimento sobre veganismo também aumenta. As pessoas estão cada vez mais buscando alternativas veganas para produtos animais, sejam eles comida ou outros produtos, como o couro.

Vários produtos de couro - sapatos, cintos, carteira, maleta, relógio, pulseira
Foto: Adobe

A indústria global de couro vegano foi avaliada, em 2017, em 25,61 bilhões de dólares (quase 100 bilhões de reais). As estimativas dizem que, em 2025, a indústria custará 45,41 bilhões de dólares (mais de 170 bilhões de reais). O material, sustentável e livre de crueldade, é produzido com maçã, cogumelo, cortiça, abacaxi etc.

Apesar de a indústria de couro animal ainda ser avaliada em um valor muito maior, a taxa de crescimento do couro vegano é superior e uma verdadeira ameaça. A concorrência acabou assustando a indústria do couro animal, que partiu para estratégias defensivas.

A Federação de Couro Alemão alegou que rotular produtos não animais como couro é enganoso. O Plant Based News destacou o fato de que a indústria de couro usou termos enganosos por muito tempo – a palavra couro, inclusive, foi criada porque “pele de vaca” não seria bem aceito na sociedade. Os matadouros são descritos como “instalações de processamento”, para que o consumidor desconecte quaisquer relações que o produto tenha com a crueldade animal.

Além disso, o couro animal é constantemente rotulado como “ético” e livre de crueldade – mas é, literalmente, a pele de animais assassinados. A indústria também alega que o produto é sustentável, mas apesar da pele animal ser biodegradável, o couro passa por um processo que impede a biodegradação – sapatos de couro de até 5.500 anos já foram encontrados, intactos. O couro animal foi considerado, pela Agenda Global de Moda, o material que causa mais impacto no planeta a ser produzido.

Dennis King, diretor executivo da Associação Australiana de Exportadores de Couro, Pele e Couro, afirmou que a moda é suscetível à influência de ativistas. “Nos últimos anos, vimos grandes marcas globais deixarem de usar couro em favor de… alternativas”, disse ele.

Houve um aumento de 75% no consumo de produtos veganos no Reino Unido e um crescimento de 320% na Dinamarca.


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Indústria da carne australiana perderá bilhões de dólares até 2030

Por Rafaela Damasceno

A indústria da carne na Austrália prevê uma perda de 3,8 bilhões de dólares (mais de 14 bilhões de reais) até 2030. A mudança se dará principalmente pela crescente consciência e preocupação em relação do bem-estar animal e o meio ambiente.

Vários porcos presos em uma fazenda de criação
Foto: Totally Vegan Buzz

Segundo Totally Vegan Buzz, um líder da indústria pediu a agricultores que desafiem o movimento vegano, em ascensão, dizendo que o movimento ainda é jovem e está se fortalecendo.

“Não podemos definir o que as pessoas escolhem comer”, afirmou Jacqueline Baptista, gestora da Meat and Livestock Australia. “Passamos décadas pensando que a ameaça desapareceria, que seria apenas mais um grupo ativista de esquerda que sumiria, então lidamos com isso de maneira diferente”, disse ela.

Segundo Baptista, parte da indústria ignorou a concorrência vegana, acreditando que iria embora. A outra tática foi tentar uma abordagem agressiva – mas nenhuma das duas coisas funcionou, e a indústria vegana cresce mais a cada dia.

Nos últimos meses, houve um aumento nos protestos veganos contra fazendas e matadouros da Austrália. “Nós realmente temos um problema com as atividades dos ativistas”, concluiu Baptista.


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Islândia é considerada o país mais amigável aos veganos no mundo

Foto: Grape Vine
Foto: Grape Vine

A Islândia esta sendo considerada o país mais amigável aos veganos no mundo. O país insular nórdico ficou em primeiro lugar no ranking mundial de popularidade do veganismo no ano passado, segundo dados do Google Trends.

O site de culinária, Chef’s Pencil, explorou o “crescimento contínuo do veganismo” mundialmente no início deste ano, analisando quais os países que mais se interessavam pela vida livre de crueldade e baseada em vegetais. O levantamento reuniu dados do Google Trends e constatou que o número de pesquisas relacionadas a produtos vegans cresceu 11% em relação a 2017 e 35% em relação a 2016.

O Google analisa quantas pessoas em diferentes países estão pesquisando “veganismo”, “restaurantes veganos” e “receitas veganas”, entre outras pesquisas. Verificou-se que a Austrália foi o país mais popular para o veganismo em 2018, com o Reino Unido e a Nova Zelândia ficando em segundo e terceiro lugar, respectivamente. Suécia, Canadá, Israel e os Estados Unidos também ficaram entre os dez primeiros.

No entanto, as configurações padrão do Google Trend não incluem países com populações menores. Quando o Chef’s Pencil analisou os dados de todos os países, a Islândia surgiu como o lugar mais popular do mundo para o veganismo.

Ilhas Jersey e Guernsey também apareceram no top cinco com as novas configurações.

“Um olhar mais atento à Islândia mostra que pesquisas relacionadas ao veganismo, como uppskriftir vegan (ou seja, receitas veganas), fegan vegan (ou seja, dieta vegana), ou veganistur (turismo vegano) aumentaram constantemente desde 2013 e estão atualmente em alta,” explica o site. “Os níveis de pico são geralmente no início do ano – provavelmente influenciados pelo Veganuary.”

Veganismo na Islândia

A Islândia nem sempre foi um país amigo dos veganos – o local tem uma longa história de consumo de carne. Mas, de acordo com os principais atores do movimento vegano do país, o crescente interesse do público pelo estilo de vida não pode ser negado.

Foto: Quirky Jerk
Foto: Quirky Jerk

Linnea Hellström, chefe de cozinha e proprietária de uma lanchonete vegana chamada Veganæs, tem “uma missão para veganizar a Islândia”. Hellström ajudou muitas empresas locais a criar pratos veganos e convenceu um café a remover todos os produtos de origem animal de seu cardápio. Ela lançou seu próprio negócio vegano no ano passado e está tão ocupada que o estabelecimento já exige uma expansão.

Ragnar Freyr, o criador do aplicativo Vegan Iceland, disse que “quase não há restaurante na Islândia que não ofereça uma opção vegana”.

Ele destacou que um dos grupos veganos do Facebook na Islândia possui mais de 22 mil membros – cerca de 6,5% da população do país.

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Cosméticos veganos são a mais nova tendência na indústria da beleza

Foto: We heart living
Foto: We heart living

Um estudo realizado pela equipe responsável pela ferramenta de busca de beleza “Cosmetif” como parte de um estudo já em andamento sobre o surgimento de tendências de beleza consciente, descobriu que as mulheres britânicas tem dado preferência aos cosméticos veganos mesmo sem ser veganas.

Os resultados mostraram que 56% das mulheres britânicas estão comprando produtos de beleza veganos, mas 39% desse grupo não se identificam como veganas.

Para a pesquisa, a Cosmetify questionou mais de 2.200 mulheres com idades entre 18 e 45 anos, todas que usam maquiagem regularmente.

Verificou-se que quase uma em cada 10 mulheres optou propositadamente por comprar apenas produtos de beleza veganos. Em torno de 44% delas disseram que estariam preparados para pagar mais por produtos de beleza “conscientes”, e a maioria das mulheres (62%) declarou que seus hábitos conscientes de compra de beleza mudaram significativamente nos últimos cinco a 10 anos.

Em termos de hábitos de compra consciente/ética em cosméticos, as entrevistadas foram questionadas sobre o tipo de produtos que compram com mais frequência: o orgânico foi o mais popular (68%), depois o natural (61%) e os veganos (49%). Enquanto apenas 9% admitiram apenas comprar produtos veganos, 47% disseram que o fazem mais do que costumavam fazer antes (comprar produtos de beleza veganos), fazendo desta a mais popular tendência ascendente da beleza.

Curiosamente, dos 56% das entrevistadas que admitiram comprar produtos veganos o tempo todo ou mais do que costumavam, quase dois quintos (39%) revelaram que elas mesmas não eram realmente veganas.

Falando sobre as conclusões do estudo, Isa Lavahun, Gerente de Marca Digital da Cosmetify.com, disse: “Muitas das tendências atuais na indústria da beleza são impulsionadas pela beleza consciente, especialmente quando se trata de produtos orgânicos, veganos e naturais. Isso coincide com a rápida mudança nas escolhas de estilo de vida e que os consumidores são mais eticamente conscientes do que nunca. A informação é a chave para mudar, por isso as marcas de beleza precisam ser mais transparentes sobre como fazem e distribuem seus produtos. É ótimo ver consumidores questionando determinadas embalagens e que movimentos como “livre de plástico” estejam ganhando força e popularidade”.

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Atriz e cantora Kelly Osbourne (Foto: GettyImages)
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Atriz Kelly Osbourne adota veganismo e compartilha experiências no Instagram

A cantora, compositora e atriz britânica Kelly Osbourne é a mais nova celebridade adepta ao veganismo e um estilo de vida livre de crueldade animal. Recentemente, Kelly publicou em seu perfil no Instagram uma foto de seu queijo vegano favorito, compartilhando com os fãs suas experiências como vegana.

Atriz e cantora Kelly Osbourne (Foto: GettyImages)
Atriz e cantora Kelly Osbourne (Foto: GettyImages)

“Eu realmente sinto falta de comer queijo, então hoje eu tentei ‘macarrão vegano e molho cremoso’ conhecido como Mac and Cheese. Sobre o queijo… Não dá pra dizer a diferença”, comentou a celebridade sobre o prato vegano orgânico e embalado, com o molho cremoso da Annie Homegrown.

Foto: Instagram/Kelly Osbourne

Kelly Osbourne compartilha frequentemente com seus fãs na rede social as experiências do veganismo, além de comentar as comidas que gosta e seu amadurecimento. Ao compartilhar a foto de uma torrada com pepinos, comentou: “Eu costumava pensar que ser vegano era chato. Agora, me divirto mais com comida agora do que antes”.

Foto: Instagram/Kelly Osbourne

Embora Kelly não tenha confirmado sua dieta de escolha ultimamente, a celebridade é conhecida por ter uma certa afinidade por uma dieta vegana e saudável. Em 2012, Osbourne credenciou sua perda de peso para seu relacionamento com o chef vegano, Matthew Mosshart. O casal já se separou, porém os hábitos livres de crueldade animal aparentemente persistiram.

Disseminação do estilo de vida saudável

Muitas celebridades estão optando por um estilo de vida mais saudável e aderindo ao veganismo. Como principais motivações, sempre destaca-se o desejo por reduzir ativamente o consumo de produtos de origem animal.

A atriz Kate Winslet relatou que ela e sua família mantêm uma alimentação baseada em plantas, e o músico Will.i.am se tornou um defensor vegano depois de recentemente ter feito a mudança de dieta por motivos de saúde. A atriz da série de televisão Grey’s Anatomy, Ellen Pompeo, também já mencionou que ela e toda sua família são adeptos do estilo de vida vegano por conta dos benefícios que a dieta promove.

A ascensão do veganismo tem sido fenômeno marcante na sociedade, e um relatório recente descobriu que 20,6 milhões de animais são salvos caso pessoas alimentem-se de forma vegetariana durante uma vez por semana, ao longo de uma década. Além disso, programas como ‘Segunda Sem Carne’ tem sido implementados no Brasil e outros países, visando a diminuição do consumo de produtos de origem animal.

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Veganismo se torna cada vez mais popular em Israel

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/TastePlanner
Reprodução/TastePlanner

Uma nova tradição está surgindo no Park Leumi, um vasto espaço verde nos arredores de Tel Aviv, em Israel: milhares de veganos e curiosos sobre o estilo de vida tem apoiado o Festival Vegano na contramão dos churrascos convencionais da região.

O Festival Vegano estreou em 2014 e atraiu cerca de 15 mil pessoas, mas espera-se que multidões compareçam ao festival neste ano devido ao aumento do interesse em uma dieta à base de vegetais, relata a revista VegNews.

Estima-se que 5% dos israelenses são veganos, diz o co-organizador do festival, Omri Paz e, com uma população de cerca de oito milhões de pessoas, acredita-se que Israel tenha uma das maiores populações veganas do mundo.

Paz, fundador do grupo sem fins lucrativos Vegan Friendly, atribui a crescente tendência a uma série de fatores, como a variedade de opções veganas e a disseminação do veganismo pelas mídias sociais.

“As mídias sociais são muito influentes aqui e nos permitem mostrar o que acontece nas fazendas industriais, qual é a origem do que eles comem, e as consequências quando comem produtos derivados de animais”, diz Paz.

O veganismo nem sempre foi tão popular com os israelenses, mas esse cenário começou a mudar quando a imprensa local expôs as condições de abuso em um matadouro de aves.

Devido à história, o ministro da Agricultura de Israel ordenou que todos os matadouros tenham câmeras de segurança instaladas em um esforço para reduzir os maus-tratos de animais.

Notícias como essa inspiraram celebridades locais, modelos e figuras públicas a defender uma alimentação livre de crueldade.

No exército israelense, no qual o serviço é obrigatório para homens e mulheres jovens, o veganismo também está em ascensão.

Como os recrutas têm exigido mais alimentos veganos, as Forças de Defesa de Israel alteraram seus menus, oferecendo mais opções em seus refeitórios.

O exército anunciou recentemente que irá criar caixas especiais para veganos que incluirão frutas secos, grão de bico torrado, amendoim e feijão e serão destinadas aos soldados em unidades de combate que têm acesso limitado a alimentos frescos.

Os soldados israelenses veganos também usam acessórios livres de crueldade animal.

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