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Galinhas escapam de caminhão que as levaria ao matadouro

O grupo de defesa dos direitos animais, Animal Justice Project (AJP), realizou recentemente uma extensa investigação secreta sobre as chamadas granjas de frangos “certificadas” como mantenedoras do “bem-estar animal” em seus processos de criação em Suffolk, na Inglaterra.

Durante esta investigação, que fazia parte da campanha The Foul Truth (“A Verdade Suja”, na tradução livre) da AJP, o grupo filmou o que descreveu como “níveis chocantes de abuso, negligência e assassinato”.

As imagens da investigação, que foram compartilhadas pelos jornais Daily Mail, Mirror, Independent e outras publicações regionais, mostraram um trabalhador urinando sobre aves moribundas, pássaros tendo seus pescoços quebrados e animais sendo jogados no chão entre outros abusos.

Angustiante

“Talvez a parte mais angustiante tenham sido as cenas de captura. O fato de que esses pássaros estavam supostamente sob a proteção da RSPCA não fazia diferença”, disse a fundadora da AJP, Claire Palmer, ao Plant Based News.

“Os trabalhadores pegaram muitos pássaros pelos pés antes de jogá-los nas caixas com tanta força que eles eram empurrados para da caixa por cima. Galinhas tiveram suas cabeças, pernas e asas presas, o que teria causado grande angústia e prováveis ferimentos graves.

“O estresse continuou enquanto os trabalhadores chutavam, xingavam e gritavam com as galinhas que lutavam desesperadamente para se erguerem e escapar dos engradados de plástico lotados. Tudo à vista de outros pássaros que estavam à espera de sua vez.”

Infrações

De acordo com Palmer, os trabalhadores desrespeitaram as diretrizes da RSPCA Assured e da Red Tractor, no que diz respeito aos níveis de ruído serem reduzidos ao mínimo.

Além disso, apenas alguns trabalhadores capturaram 4.750 galinhas em uma hora – uma velocidade que significa que o tratamento humano não é possível.

Dr. Andrew Knight, Professor de Bem-Estar Animal e Ética, e Diretor Fundador do Centro de Bem-Estar Animal, da Universidade de Winchester, assistiu às imagens.
Ele disse: “Estes abusos correm risco de lesões significativas, incluindo fraturas. Não há desculpa para esse tratamento desumano de animais”.

Conheça os sobreviventes

As galinhas Fleur, Basil e Rosie foram encontrados durante uma investigação da indústria de carne de frango, ao lado de uma estrada movimentada, que era uma rota comum para caminhões a caminho do matadouro.

Eles conseguiram escapar e salvar suas vidas no dia em que seriam mortos, mas agora, graças à AJP e a um fantástico santuário de animais, eles podem viver seus dias livres de estresse e cercados de amor e compaixão.

Mas esta semana a campanha tomou um rumo brilhante e positivo. Esta manhã foi revelado que existem três sobreviventes. Fleur, Basil e Rosie foram encontrados durante a investigação ao lado de uma estrada movimentada, que era uma rota comum para caminhões a caminho do matadouro.

Essas três galinhas são apenas bebês, mas sua condição quando foram encontradas e seu enorme tamanho (aditivos de crescimento) indicam que vieram de um galpão de criação intensivo.

Desde o seu resgate, eles estão se acostumando a uma vida livre de sofrimento. A AJP documentou a sua reabilitação e está agora a oferecer as aves para adoção. Todos os rendimentos irão para a organização para ajudar a realizar investigações mais vitais sobre a indústria agrícola.

Verdade suja

“Nossas descobertas revelaram a verdade repugnante sobre este setor. Seja criação em fábrica, criação livre ou orgânica, podemos garantir que ela tem 100% de chances de existir abuso garantidas”, disse Ayrton Cooper, do Campaigner para a AJP.

“Apesar de ter visto um abuso tão terrível nas fazendas durante esta investigação, estamos muito satisfeitos que existam três sobreviventes que puderam ser salvos”.

“Fleur, Basil e Rosie simbolizam uma indústria baseada na dor e no sofrimento, não importa onde você olhe. A resposta não é ‘bem-estar animal’ ou ‘criação orgânica’. Manipulação brutal e morte são padrão. A resposta efetiva é ser vegano”.

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Mamãe pata ataca bombeiro para defender seus filhotes

Imagem ilustrativa | Foto: Pinterest/Divulgação
Imagem ilustrativa | Foto: Pinterest/Divulgação

Apesar de bem intencionado um bombeiro foi atacado por uma pata enquanto salvava seus patinhos que caíram em dreno de esgoto.

Na terça-feira, o Corpo de Bombeiros de Lauderhill, na Flórida (EUA), respondeu a uma ligação que pedia socorro para um grupo de patinhos havia caído em um bueiro na West Oakland Park Boulevard.

A equipe do corpo de bombeiros veio para resgatar as aves, mas, como diz o post no Facebook, “Nenhuma boa ação fica impune!”

No vídeo, o bombeiro Greg Marrero estava pegando e tirando os quatro patinhos para fora do escoadouro de água, um por um, quando a mamãe pata decidiu que ele estava muito perto de seues filhos.

Enquanto segura um patinho na mão, a pata voa em direção a Marrero e atinge o homem na cabeça.

A mãe pata enfurecida consegue derrubar os óculos de Marrero e, ao pousar, tem um pequeno enfrentamento com o bombeiro antes que o patinho esteja novamente no chão.

Dando um último grasnado e agitando as asas, a família de patos se afasta.

Imagem ilustrativa | Foto: Caters News Agency
Imagem ilustrativa | Foto: Caters News Agency

Outra razão pela qual o combate a incêndios é um trabalho arriscado ”, continuou o post no Facebook.

O bombeiro Marrero ficou surpreso, mas não ferido pela mamãe pata protetora.

O chefe dos bombeiros Jeff Levy disse ao jornal Miami Herald: “Você nunca sabe o que vai encontrar todos os dias”, disse ele. “Este é um exemplo do que poderia acontecer.”

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Maus-tratos: ativistas denunciam corte de asas de flamingos no Caribe

Ativistas denunciam que as asas de flamingos rosas são cortadas para impedir que as aves voam e saiam da Renaissance Island, uma ilha no Caribe. O corte de asas, segundo os defensores de animais, é feito com o intuito de manter os animais na ilha para explorá-los para entretenimento humano, atraindo turistas.

(Foto: Alamy / Jornal The Sun)

O fato dos flamingos não voarem já tem gerado desconfiança em alguns turistas. Isso porque a espécie é migratória, o que garante que, num comportamento normal, os flamingos não permaneceriam na ilha o tempo todo, sem se deslocarem. As informações são do portal GreenMe.

Os ativistas recomendam aos turistas que optem por fazer turismo na ilha caribenha de Bonaire, onde os flamingos selvagens vivem livres. No site TripAdvisor, o usuário JohhnyTram comentou que os “flamingos vagueiam livremente em Bonaire e você pode dirigir pela estrada da praia e ver centenas deles em um habitat natural”.

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Animais são resgatados com asas, pernas e cascos quebrados em MS

Na última quarta-feira (5), a Polícia Militar Ambiental de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, resgatou três animais com asas, pernas e cascos quebrados. A média de resgate da PM é de oito animais por dia. Eles são levados ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras).

(Foto: PMA)

Um morador do bairro Santa Emília encontrou uma ave da espécie curicaca com uma das asas fraturadas. Um carcará foi recolhido com as duas pernas quebradas no Campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e um jabuti foi resgatado pela polícia na rotatória da empresa coca-cola com o casco quebrado. A suspeita é de atropelamento. As informações são do portal Campo Grande News.

 

Os três animais silvestres foram encaminhados ao Cras de Campo Grande, onde permanecerão recebendo cuidados até que a reintrodução na natureza seja possível.

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Pássaro engaiolado
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Asas cortadas: pássaros da fauna piauiense sofrem com tráfico de animais

Os pássaros cantam de cabeça baixa. São animais que foram mutilados por seres humanos e traficados como objetos de valor, ou melhor, como animais sem valor. Papagaios, jandaias e cardeais vivem em uma espécie de hospital, onde passam por tratamento para se recuperarem dos maus tratos. Muitos deles, no entanto, jamais ficarão saudáveis. Entre os pássaros, há duas jandaias sol, a ave símbolo de Teresina (PI).

Pássaro engaiolado
Foto: Assis Fernandes/O DIA

Lacerda mostra o viveiro dos passados mutilados. “Eles fazem o corte da asa para que o animal não voe mais. Às vezes, cortam as penas com uma tesoura. Nesses casos, demoram de um a dois anos para se recuperarem”, explica o veterinário, apontando para o viveiro. Mas estes, eles seccionam a última articulação, a ponta da asa. Aí o animal está condenado pelo resto da vida a um cativeiro. Nunca mais vai voar”.

Comércio

A rua Firmino Pires, no centro de Teresina, é conhecida popularmente como a “Rua dos Pássaros”. A denominação remonta a um período anterior à lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que proibiu o comércio dos animais. No entanto, a prática ainda continua através do mercado negro, escondido por trás de lojas de produtos como gaiolas e ração.

O canto de pássaros domésticos ainda cobre a rua: periquitos australianos, calopsitas e canários se amontoam em grandes gaiolas esperando compradores. São vendidos em casais.

A reportagem entrou em uma dessas lojas e conversou com um vendedor, fingindo interesse em um papagaio. O rapaz de aparentemente 18 anos hesitou por um instante, mas confirmou que a venda acontece no final de semana. Segundo ele, os animais não ficam expostos na rua, mas escondidos em locais próximos. São vendidos por até R$ 400, mas os vendedores são cautelosos.

Em outra loja, o vendedor é menos cuidadoso. “No domingo você encontra. Vem aqui e fala comigo, que eu te mostro quem é o cara”, fala.

A primeira delegacia especializada em meio ambiente do Piauí foi fundada há apenas dois meses. A delegada Bruna Verana afirma que os primeiros trabalhos são de conscientização e divulgação. “É um crime cultural, mas a gente orienta a população. Além do impacto ambiental, os animais silvestres transmitem doenças. É também uma questão de saúde pública”, comenta.

Tráfico

Tráfico de animais silvestres é crime e a pena varia de seis meses a um ano. A multa é de R$ 500 para cada animal encontrado, e de R$ 5 mil para cada animal presente na lista de ameaçados de extinção. “A gente também orienta a população que entregue os animais para o Ibama, de forma voluntária. Se devolver não é crime, mas se a gente fizer o resgate a partir de uma denúncia, é”, disse a delegada.

Este tipo de crime acontece desde o descobrimento do Brasil, como destaca o superintendente Rômulo Pedrosa, chefe da divisão técnica do Ibama. “O primeiro caso foi registrado em 1500. Quando os europeus chegaram aqui, se deslumbraram com os animais coloridos, diferentes, e levaram para seus países. Isso acabou se tornando, com o passar dos anos, uma falsa cultura de que é saudável ter um animal silvestre em casa”, contextualiza.

As principais vítimas desse crime são as aves, por serem mais fáceis de transportar e vender. Entre as espécies da fauna piauiense que são mais encontradas em poder traficantes estão as araras, os papagaios, as jandaias, o xexéu, o chico preto, o curió, o sabiá.

Além dos pássaros, jabutis, macacos e tatus também são sequestrados de seus habitats para serem comercializados. “Pelas nossas ações, existe uma preferência pelos pássaros de canto, como curió, e pelo papagaio, por que imita a voz humana. Mas o canto de um pássaro engaiolado não é um canto de alegria, é um canto de tristeza”, disse Rômulo.

Os animais retirados da natureza são transportados de forma cruel e até 90% dos pássaros morrem antes de alcançar o destino. Quando sobrevivem, são vendidos de forma ilegal e escondida. Muitos são transportados entre estados do Brasil e até mesmo para o exterior, onde um papagaio pode ser vendido por valores altos, que atingem a casa dos milhares de reais.

Na rua Firmino Pires, a venda de animais ameaçados de extinção acontece aos finais de semana
Na rua Firmino Pires, a venda de animais ameaçados de extinção acontece aos finais de semana. (Foto: Assis Fernandes/O Dia)

Há casos até de animais usados como moeda de troca para a compra de drogas em bocas de fumo. O comércio de animais, em escala global, é a terceira atividade ilícita que mais movimenta dinheiro, atrás apenas do tráfico de drogas e do tráfico de armas.

Além do sofrimento imposto para os animais, o tráfico também gera impactos para o meio ambiente. Uma espécie retirada de uma região deixa de praticar seu papel na natureza. Ao espalhar sementes por onde passam, os pássaros fazem a arborização natural das florestas.

A extinção de uma espécie de pássaros pode, por exemplo, gerar o fim de uma espécie de árvore. “Impacto não é só o pássaro ou o animal que está engaiolado, enjaulado, ou indo para a panela. São impactos em cadeia, que passam despercebidos”, comenta Rômulo Pedrosa.

Sofrimento

Ao comentar a crueldade que os pássaros traficados sofrem, Lacerda relembra a letra de “Assum Preto”, do compositor pernambucano Luís Gonzaga: “Talvez por ignorância / Ou maldade das piores / Furaram os olhos do Assum Preto / Pra ele assim, ai, cantar melhor”.

Alguns pássaros, segundo Lacerda, têm os olhos expostos à luz forte e direta, até ficarem cegos, para que sejam incapazes de fugir. Outros são feridos para que sejam transportados sem fazer barulho. Lacerda lembra um caso em que muitas aves foram enroladas em jornais molhados de éter para que ficassem anestesiadas. Todas chegaram mortas.

Recuperação

Quando são resgatadas, o primeiro destino é o Cetas, que possui corredores de voo. São viveiros compridos, onde alguns animais ficam para recuperar a capacidade de voar e de se relacionar com outros pássaros. Animais que são engaiolados ficam com as asas atrofiadas e precisam de até dois anos em tratamento para conseguir recuperar os movimentos. “Eles recuperam também a questão social, já que são animais que vivem em grupo. Já tivemos até um acasalamento, o que é muito raro”, conta Lacerda.

Quando estão aptos a serem soltos, os pássaros são enviados para locais específicos, onde exista uma espécie determinada. Se forem soltas em um local onde ele não são capazes de se adaptarem, as aves podem ser mortas ou mesmo matar outras espécies, causando desequilíbrio no ambiente.

Por conta desse critério, muitos animais salvos no Piauí, mas que são de outras regiões, têm de ser “repatriados” para seus estados de origem e vice-versa. Recentemente, papagaios encontrados em estados do Sul do país foram enviados pelo Ibama local de volta para o Piauí e estão em tratamento.

Apesar do cenário de sofrimento, é nos corredores de voo que mora a esperança dentro do Cetas. Na última semana, cerca de 10 papagaios concluíram seus tratamentos e foram soltos pelos fiscais do Ibama. Há casos, ainda, em que os animais são encontrados em bom estado de saúde e podem ser soltos logo.

Lacerda relembra um caso recente, em que cerca de 2600 pássaros foram salvos pela Polícia Rodoviária Federal na cidade de Floriano. “Haviam sido pegos há uns quatro dias, todos ainda em estado saudável. Observei os animais, uns ainda estavam trocando penas. Havia caixotes com 50 animais. Só soltamos eles e saíram todos voando”, comemora.

Fonte: Portal O Dia

 

 

 

 

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Pato criado como animal doméstico poderá finalmente abrir suas asas na natureza

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Edgar’s Mission
Edgar’s Mission

Há animais que devem viver na natureza, porém a procura por animais considerados exóticos está cada vez mais popular. Por isso, é fundamental deixar claro que nem todos os animais podem ou devem ser criados dessa forma.

A história do pequeno pato Flappy é um exemplo disso. Ele foi resgatado pelo santuário Edgar’s Mission depois que sua família percebeu que não poderia cuidar dele.

Edgar’s Mission
Edgar’s Mission

Com apenas duas semanas, Flappy foi vendido a uma criança por US$ 12,50.  Além de financiar a cruel indústria que comercializa animais, a criança levou o pato para sua casa clandestinamente. Sem condições de ficar com ele, a família contatou o Edgar’s Mission.

Flappy foi acolhido pelo santuário e recebeu todos os cuidados que a família era incapaz de lhe fornecer.  Embora ele não tenha uma família de patos, seus companheiros humanos lhe dão muita atenção.

Edgar’s Mission
Edgar’s Mission

Ele teve sorte. Logo será liberado em seu habitat de aves aquáticas, onde irá abrir suas asas e voar com seus amigos patos. No entanto, a maioria dos patos indesejados não são tão afortunados como Flappy e são despejados em zonas úmidas ou em locais muito piores, segundo o One Green Planet.

Por isso, é fundamental não apoiar o comércio de animais. Nas palavras do Edgar’s Mission: “Então, a próxima vez em que você refletir sobre a questão, ‘Quanto é aquele cachorrinho (ou patinho fofo) na vitrine?’, considere o seguinte: O preço que pagam por estar lá é simplesmente alto demais”.

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Gavião-carijó é resgatado após ter asas cortadas por cerol em Manaus (AM)

Foto: Divulgação/ Ipaam
Foto: Divulgação/ Ipaam

Um gavião-carijó foi resgatado após ser encontrado com as asas cortadas por uma linha de cerol em uma área verde de uma empresa no bairro Colônia Antônio Aleixo, na zona leste de Manaus (AM). O animal foi resgatado pela gerência de fauna do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam).

De acordo com informações do Ipaam, funcionários da empresa entraram em contato ao perceber que o animal estava com duas asas cortadas e preso nas linhas de cerol. O gavião-carijó foi encaminhado para o Refúgio da Vida Silvestre Sauim-Castanheiras, onde recebe tratamento.

Linha de cerol

O Ipaam alerta sobre os perigos da linha de cerol aos animais silvestres da área urbana. “Conforme verificado durante esses anos, temos recebido solicitações de resgate de várias espécies de aves vítimas de cerol. Quando estas linhas são cortadas, elas ficam presas nas árvores e transformam-se em verdadeiras armadilhas, causando na maioria das vezes um ferimento tão grave que leva a amputação de uma ou de ambas as asas das aves. Esses traumas impedem que os animais retornem a natureza gerando um impacto sobre a fauna local”, explicou o gerente de fauna do Ipaam, o biólogo Marcelo Garcia.

As espécies mais atingidas pela linha de cerol são Rupornis magnirostris (gavião-carijó), Pulsatrix perspicillata (murucututu) e Geotrygon montana (pariri).

Resgates

Desde 2013, o IPAAM vem efetuando o resgate de animais silvestres. Em 2014, a Gerência de Fauna resgatou 517 animais; em 2015 foram 602; e até o final se setembro de 2016 já foram resgatados 390 animais silvestres.

Fonte: D24am

 

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Menino chora ao ver galinha que seria preparada para almoço‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: YouTube
Foto: YouTube

O apelo comovente de um menino para que sua mãe poupe uma galinha que ela planejava preparar para o almoço está se tornando um hit na Internet.

Embora a ave já estivesse morta sobre a mesa, o pequeno garoto chamado Vitor, cuja localização é desconhecida, coloca amorosamente a sua mão sobre o corpo do animal e implora para que a mãe não a cozinhe.

No vídeo, que já foi visualizado mais de um milhão de vezes no Facebook e também tem sido visto por milhares no YouTube, o sensível Vitor aparece dizendo “não, mamãe”, quando ela diz que irá cortar o frango.

Foto: YouTube
Foto: YouTube

Quando a mãe questiona por que, Vitor responde: “Deixa ela quietinha’.

E então ela explica que a galinha já morreu e que ela precisa prepará-la para o almoço, mas o consciente garoto continua inflexível.

Foto: YouTube
Foto: YouTube

“Eu estou te falando que não pode cortar ela”, diz o menino à mãe com uma expressão de profunda tristeza.

A mãe conta que já cortou as asas e a cabeça do animal, e Vitor pergunta por que e onde está a cabeça, ao que a mãe não sabe o que responder. “O que vou fazer com a cabeça dela”, pergunta a mãe, dizendo que eles não comem a cabeça das galinhas.

https://www.youtube.com/watch?v=sfFvOl-7MHs

Não parando de chorar, Vitor continua insistindo para que a mãe não corte a galinha e, com a mão ainda sobre o corpo, ele pede para que não a tire dele, pois ele quer cuidar dela, mesmo após a mãe lhe propor que compraria uma outra para ele.

Nota da Redação: Vitor é brasileiro, e o vídeo foi tema de uma reportagem internacional, publicada nesta semana no Daily Mail.

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Tucano que teve as asas mutiladas em MT corre risco de não voar mais

Tucano foi mutilado e corre o risco de ficar sem voar (Foto: Pollyana Araújo / G1)

Um tucano que teve as duas asas mutiladas passa por um processo de recuperação extremamente lento e doloroso para que possa ter chances de retornar ao habitat natural, como explica o biólogo responsável pelos animais apreendidos pelo Batalhão Ambiental de Mato Grosso, cabo José Ronoaldo Ferreira. Vítima de maus-tratos, a ave foi resgatada em uma residência localizada em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, há quase um ano.

O tucano teve as asas cortadas rente à pele e para que nasçam novas penas é preciso retirar os pedaços que ficaram. “Quando são cortadas somente as pontas das penas, elas nascem de novo e permite que o animal voe novamente, mas nesse caso é preciso arrancar os restos das penas aos poucos para evitar que o animal sofra muito”, afirmou o biólogo, em entrevista ao G1, ao comentar sobre o risco que o pássaro corre de não voar mais caso não passe por esse processo.

O animal foi apreendido por meio de uma denúncia anônima feita à Polícia Ambiental e o responsável pelo crime foi autuado.

O caso foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) e a Justiça é quem vai definir sobre a penalidade aplicada ao autor dos maus tratos contra a ave. Conforme a Lei 9.605 de 1998, dos Crimes Ambientais, maus-tratos contra animais domésticos, nativos ou exóticos caracterizam crime e podem render pena de detenção de três meses a um ano e multa.

Araras criadas em casa nunca aprenderam a voar (Foto: Pollyana Araújo / G1)

Atrofiamento

Apesar de não terem sido mutiladas, quatro araras que também encontram-se sob os cuidados do órgão ambiental também passam por problemas. Elas não tem chance de voltar à natureza porque não sabem se quer voar. Segundo o cabo Ronoaldo, as aves criadas desde pequenas em cativeiro foram deixadas no Batalhão há cerca de 10 meses.

“Embora não tenham as asas cortadas, elas não voam de modo algum porque viviam em espaços muito pequenos”, frisou. Por causa desse atrofiamento, as duas araras-azuis e as duas da espécie canindé terão de viver para sempre no abrigo.

Fonte: G1

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Galo vivo é retirado de despacho, em Rio Grande (RS)

Animal teve as patas e as asas quebradas e passou cerca de 12 horas jogado sobre o cruzamento de duas ruas. Foto: Divulgação

Na manhã de sábado, 22, quem passou pelo cruzamento das ruas Casemiro de Abreu e Augusto Duprat deparou-se com uma cena horrível:

Um galo vivo foi utilizado para um despacho e colocado certamente após a meia noite no local, tendo passado a noite inteira e boa parte da manhã sofrendo. Ele estava com as patas e as asas quebradas.

Pessoas que passaram pelo local avisaram as professoras do Colégio Getúlio Vargas, Alessandra e Jane, que o retiraram do cruzamento levando-o ao veterinário. Logo após, registraram ocorrência na delegacia por maus-tratos a animais. O galo se encontra hoje sob os cuidados de uma senhora que se sensibilizou com a situação.

Fonte: Jornal Agora

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Seriema atropelada em rodovia ganha prótese para andar novamente

Ela foi encontrada em uma rodovia com a asa e a perna quebradas. Em um ano, mais de 100 animais foram atropelados nas rodovias de MT.
Foto: Reprodução/ G1

Uma seriema que foi atropelada em uma das rodovias de Mato Grosso recebeu prótese para voltar a andar novamente. Ela foi tratada e conseguiu sobreviver, mas, nem sempre é isso que acontece com os animais que são atropelados nas estradas mato-grossenses.

A seriema vive solta pelo jardim do Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) há cinco anos. Ela foi encontrada em uma rodovia com a asa e a perna esquerda quebradas.

Lobo morto na beira da estrada. Mais vítima de motoristas descuidados. Foto: Reprodução/ G1

No ano passado a Polícia Rodoviária Federal registrou um total de 108 atropelamentos de animais silvestres nas rodovias federais do estado e nesse ano já foram contabilizados 26 animais atropelados. Um dos trechos com maior índice de acidentes com animais é o da BR-174, que vai de Cáceres até a divisa com Rondônia. Nesse trecho 28 atropelamentos foram contabilizados em 2010.

A estimativa é de que esse número seja ainda maior porque os atropelamentos de animais registrados pela PRF são apenas dos motoristas que tiveram algum tipo de prejuízo e registram o boletim de ocorrência para depois acionar o seguro.

Alessandro Barbosa Dorileo, que é chefe do núcleo de registro de acidentes da PRF, aponta alguns dos motivos dos atropelamentos. “Nós temos um grande transporte de soja e milho praticamente o ano todo. Esses grãos vão caindo na margem das rodovias e esses animais se acostumam a se alimentar desses grãos”, explica.

Recentemente, duas onças foram encontradas atropeladas em estradas de Mato Grosso. Uma onça parda, encontrada a 30 quilômetros do município de Campo Verde, chegou a ser socorrida pelos bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

A outra onça, uma pintada, foi encontrada perto da cidade de Lucas do Rio Verde, no norte do estado. Ela estava com a cabeça machucada, foi atendida por veterinários da universidade e em breve poderá voltar à natureza.

Siriema não poderá ser solta na natureza. Foto: Reprodução/ G1

De acordo com Pedro Eduardo Brandini Néspoli, chefe do setor de diagnóstico por imagens da UFMT, os animais atropelados já chegam em estado muito grave. “Geralmente os animais chegam num estado de saúde bastante ruim. Nós fazemos um tratamento veterinário quando esses animais nos são encaminhados e apenas parte desses animais é que sobrevive”, lamenta.

A Polícia Rodoviária Federal pede que os motoristas tenham mais atenção , já que a maioria dos animais atropelados é de grande porte. “São animais que têm um porte significativo e dependendo da velocidade do veículo vai causar uma colisão muito grande. A gente faz um alerta para que as pessoas sigam a sinalização e nos locais onde tem a travessia desses animais que diminuam a velocidade para prevenir esse tipo de acidente”, finaliza Alessandro Dorileo.

Nas rodovias federais, o atropelamento de animais silvestres deve ser comunicado à PRF pelo telefone 191. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também precisa ser informado da ocorrência pelo telefone (65) 3648-9161.

Foto: Reprodução/ G1

Assista ao vídeo.

Fonte: G1

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O balé de amor e ciúme de uma ave

Em ramos debruçados sobre as águas amazônicas, elas exibem habilidades únicas, na tentativa de assegurar seu território

Foi num susto que avistei pela primeira vez uma cigana. O barco que me levava pelo rio Azul, no sul do Pará, bateu levemente com a proa num ramo da margem e dele despencou uma ave que, pelo voar, parecia pesada. As asas demonstravam o esforço imenso para mantê-la voando até a outra margem do rio. O pouso foi apressado e até mesmo atrapalhado. A ave pareceu trombar com os ramos da árvore e foi se equilibrando com as asas, até conseguir firmar as patas. Assustei. “Que bicho é esse?” — perguntei ao piloteiro. “É uma cigana. Pelo jeito quem assustou foi ela. Normalmente deixam a gente chegar bem perto, não têm medo nem um pouco”, respondeu. Reparando melhor, notamos que o susto foi de uma, apenas: aquela árvore onde paramos estava cheia delas e as outras não saíram de seus lugares.

Desse primeiro encontro para cá, já se passaram quase dez anos e, até hoje, se vejo ciganas na margem de um rio, sempre paro para admirá-las. Ao estudar um pouco melhor seu cotidiano, sem o susto do encontro inesperado, noto que a falta de habilidade em vôo tem suas compensações. Essa é uma ave dotada pela natureza de várias capacidades fantásticas, se comparada a qualquer outra. À primeira vista ela chama atenção pela plumagem, um tanto extravagante, de peças sobrepostas, enfeitadas e ‘rodadas’, como as roupas das ciganas.

Ao redor dos olhos vermelhos, a pele azul nos lembra o excesso de delineador da maquiagem dessas mulheres. Já a crista, sempre erguida, exibe o exagero de um ‘penteado’ moicano, no mais radical estilo punk. A plumagem não tem cores vivas, mas se multiplica em tons pastéis, com variações de bege, ferrugem e marrom. Cores, por sinal, bem distribuídas e harmônicas, criando belos contrastes. Bonitas? Não há como negar… Mas, antes disso, são intrigantes, seja pela própria aparência, por seus hábitos e comportamento, ou pelo fato de estarem classificadas numa família à parte, diferente de todas as aves, no qual somente uma espécie representa o único gênero e a única família.

O nome científico da cigana — Ophistocomus hoazin — é uma mistura de palavras de origem grega e indígena mexicana. Opisthe, em grego, significa costas ou dorso, e Kome, cabelo ou cabeleira. Hoazin deriva de uatsin, palavra usada por índios do México para designar aves de grande porte. A cigana mede cerca de 60 centímetros e pesa pouco mais de 800 gramas, mas as asas largas, quase sempre ‘caídas’, dão a impressão de se tratar de uma ave corpulenta. E todas as ciganas parecem ainda maiores quando nos aproximamos delas. Ou assim querem nos fazer acreditar: em vez de procurarem sair de perto, normalmente abrem e erguem as asas, estendem a cauda e se mostram destemidas, abusando de um recurso empregado por muitos animais, na tentativa de assegurar o território e intimidar ‘inimigos’ potenciais.

Em fevereiro desse ano, novamente no rio Azul, encontrei várias ciganas, sempre em grupos, nas matas alagadas. Como era período de reprodução da espécie, que coincide com a estação das chuvas e da cheia máxima dos rios, passei duas manhãs num barco, com meu colega Jum Tabata, observando um mesmo grupo, com cerca de quinze aves. Logo no primeiro dia, não demorou muito, e presenciamos um acasalamento. Sem nenhuma cerimônia, o casal copulou na frente de nossas câmeras e no meio de outras aves do grupo.

O ornitólogo Helmut Sick relata, no livro Ornitologia Brasileira, que às vezes as cópulas são simuladas. “Em vista de um rival são executadas cópulas simuladas do casal e até de outros membros do grupo, demonstração impressionante do ‘dono’ efetivo”. Em nossa observação acredito ter se tratado de um acasalamento mesmo, dada a época. Mas não tenho como garantir… Não muito longe do local do acasalamento encontramos um ninho. Uma construção bem simples, feita com gravetos e suspensa nos ramos de uma árvore que se debruça sobre o rio, a cerca de 2,5 metros da superfície d’água. A incubação leva em torno de um mês.

Esperamos a fêmea sair, e Jum, na ponta dos pés, na proa do barco, conseguiu fotografar o interior do ninho. Estávamos com muita sorte: um ovo e um filhote recém-nascido, ainda com um pedaço de casca de ovo grudado ao corpo. Os filhotes de cigana revelam uma característica ímpar entre as aves: cada asa apresenta duas unhas no primeiro e no segundo dedo, o que nos faz lembrar das aves do período Jurássico, como o Archaeopteryx, que viveu há aproximadamente 140 milhões de anos e tinha três dedos com garras em cada asa. As tais unhas são ferramentas importantes para os filhotes conseguirem se locomover pelos ramos, agarrando-se firmemente. Eles se movimentam com o auxílio das unhas sobretudo para escapar dos predadores, que incluem macacos, cobras e gaviões.

Após a primeira muda de penas, as ciganas perdem as unhas. Ali perto encontramos um outro ninho. Tentamos nos aproximar, mas o outro filhote, já bem emplumado, percebeu nossa aproximação e se atirou na água. Nadando, ele entrou num emaranhado de mata alagada, onde não conseguimos avançar com o barco. Esse é outro comportamento comum dos filhotes para fugir de predadores. Eles têm capacidade para nadar, e até mergulhar, utilizando as patas e as asas.

Outro comportamento interessante, típico da espécie, é a alimentação ‘familiar’ ou ‘comunitária’ dos filhotes. Quer dizer, os recém nascidos não dependem apenas dos pais para comer. Podem ser alimentados por outras aves do grupo, em geral por jovens nascidos em ninhadas de anos anteriores, os chamados “ajudantes”. Os jovens permanecem no território dos pais durante dois ou três anos até buscar um território próprio e estabelecer nova família. E as distinções dessa ave não param aí. Enquanto a maioria das aves é ativa durante o dia e descansa à noite, essa espécie é ativa nos dois períodos: alimenta-se de dia e também à noite, preferindo descansar nos horários de sol mais quente.

E por falar em alimentação, nesse item a cigana consegue, mais uma vez, destacar-se de todas as outras aves. Folhas, frutos e flores compõem sua dieta, porém as folhas, curiosamente, são o prato principal. Ela possui um sistema digestivo composto de vários papos, 50 vezes maior que o estômago. Os papos funcionam de forma semelhante aos vários estômagos dos mamíferos ruminantes. Com a ‘colaboração’ de várias espécies de bactérias, o sistema de papos ajuda a cigana a digerir toda a folhagem dura consumida, algo único entre as aves.

A massa vegetal no papo da ave, depois de fermentada, dá à cigana um cheiro característico. Talvez um dos fatores levados em conta por indígenas e caboclos, aliado ao baixo peso, para praticamente excluir a ave de seu cardápio. O escritor Euclides da Cunha, no livro À Margem da História, escreve suas impressões sobre a cigana: “… E quem segue pelos longos rios, não raro encontra as formas animais que existem, imperfeitamente, como tipos abstratos ou simples elos da escala evolutiva. A ‘cigana’ desprezível, por exemplo, que se empoleira nos galhos flexíveis das oiranas, trazendo ainda na asa de vôo curto a garra do réptil…”

Talvez o ‘desprezível’ do texto do escritor seja uma referência direta ao cheiro da ave, ou ao fato de a cigana ser pouco desejada por caçadores, portanto desprezível como alimento. Seja como for, de forma direta o homem ainda não colocou a cigana na lista de espécies ameaçadas de extinção.

Em toda região amazônica, tanto na bacia do Amazonas como na do rio Orinoco, a espécie ainda é abundante. Algumas etnias indígenas chegaram a usar suas penas para confecção de adornos e os colonizadores europeus também viram nelas o potencial como matéria-prima para se fazer leques. Mas a pressão nunca foi grande.

A maior ameaça que a espécie sofre é a destruição de seu hábitat, por desmatamento indiscriminado e ocupação das margens dos rios. Se conseguirmos manter seu ambiente conservado, enquanto houver ramos pendentes das árvores, nas matas alagadas, a cigana reinará absoluta.

Uma ave incomum

Nome comum no Brasil: cigana

Nome comum nos demais países americanos: hoatzin

Nome científico: Opisthocomus hoazin

Classificação: Ainda persiste alguma polêmica em torno da classificação da família da cigana entre as aves. Há pesquisadores que a consideram próxima de pombas, ao passo que outros a colocam junto a turacos, cucos, ou galiformes. De acordo com análises morfológicas recentes, seu lugar estaria entre as famílias das seriemas (Cariamidae), dos cucos (Cuculidae), e dos turacos (Musophagidae). A família continua sendo Opisthocomidae, com um único gênero (Opisthocomus) e uma única espécie (Opisthocomus hoatzin)

Distribuição: Amazônia, nas bacias dos rios Amazonas e Orinoco, em igapós, matas ciliares e alagados

Reprodução: Durante a estação chuvosa. Botam 2 a 3 ovos, com um período de 32 dias de incubação. Os filhotes permanecem no ninho durante 2 a 3 semanas

Fonte: EPTV

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