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Participante de reality é criticado após sugerir venda de pele de coalas mortos em incêndios

Ryan-Mark Parsons sugeriu transformar os “animais mortos em algo que alguém poderia vestir”


O empresário Ryan-Mark Parsons, de 19 anos, que participou do reality show britânico “The Apprentice”, foi criticado na internet após sugerir a venda da pele dos coalas mortos nos incêndios na Austrália para fabricação de produtos de luxo.

Foto: Reprodução/Youtube

O comentário de Ryan sobre o assunto foi feito durante o programa “Good Morning Britain”, no qual ele participou junto da ativista Wendy Turner Webster.

O empresário sugeriu transformar os “animais mortos em algo que alguém poderia vestir”. Segundo ele, “o dinheiro gerado com as mercadorias vendidas poderiam ser revertidos para instituições que cuidam de animais”. Ryan disse ainda que seu grupo de amigos ficou empolgado com a ideia, já que as peças seriam exclusivas, uma vez que retirar a pele de coalas é proibido.

O posicionamento de Ryan repercutiu e gerou críticas nas redes sociais. Internautas afirmaram, segundo a imprensa internacional, que a ideia “era completamente nojenta”, “grotesca” e que o empresário era “idiota” e “sem empatia”.

A apresentadora do programa, Susanna Reid, repreendeu Ryan e afirmou que “a ideia era completamente doente”.

Os incêndios florestais na Austrália destruíram pelo menos 8 milhões de hectares e mataram mais de 1 bilhão de animais.


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Marca Burberry deixa de usar pele animal em busca de sustentabilidade

A marca de artigos de luxo Burberry anunciou que irá parar de usar pele de animais e de incinerar roupas, acessórios e perfumes não vendidos. Por trás da decisão há um interesse em tentar se adequar com a tendência sustentável, cada vez mais exigida pelos consumidores.

(Foto: AFP)

Atualmente, é possível encontrar nas lojas da empresa produtos feitos com pele de animais como coelho, raposa e guaxinim asiático. Para que esses produtos sejam fabricados, animais têm a pele retirada ainda vivos. A justificativa para causar tamanho sofrimento é a de manter a qualidade da pele. Esses animais são capturados na natureza através de armadilhas cruéis, que os agridem física e psicologicamente, ou são mantidos aprisionados em fábricas, onde são criados para que sejam esfolados vivos. As informações são da BBC.

Devido à pressão que vem sofrendo de ativistas pelos direitos animais e da sociedade em geral, a Burberry decidiu tentar se alinhar a práticas sustentáveis e éticas. A empresa diz que firmou parcerias para desenvolver novos tipos de material, sem pele animal, e para reutilizar sobras de tecido, além de ter se comprometido a tirar de linha, de forma gradual, as peças com pele de animais. Entretanto, o couro, também símbolo do sofrimento animal, continuará sendo usado pela empresa.

A decisão da marca recebeu o apoio da organização PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, ou Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais). “As poucas casas de moda que se recusam a se modernizar e a ouvir a opinião pública que é contra o uso de pele verdadeira agora estão em evidência”, afirmou Peta. “Se eles querem permanecer relevantes em uma indústria em constante mudança, não têm escolha a não ser parar de usar peles roubadas de animais para seus casacos, golas e punhos”, acrescentou.

Produtos incinerados

Nos últimos cinco anos, a Burberry destruiu produtos com valores que, somados, ultrapassam 90 milhões de libras, o equivalente a aproximadamente 446 milhões de reais. Apenas em 2017, foram incinerados produtos no valor total de 28,6 milhões de libras, cerca de 141,7 milhões de reais. A prática tinha o objetivo de preservar a marca, impedindo que os produtos fossem furtados ou vendidos a um valor abaixo do de mercado.

(Foto: Getty Images)

No ano passado, apenas em perfumes foram destruídos 10 milhões de libras. A justificativa da empresa foi a de que um novo acordo com a companhia americana Coty, para fabricação de novos estoques, teria motivado a destruição dos produtos.

Ambientalistas, ativistas e até mesmo acionistas da empresa, no entanto, não estavam satisfeitos com a atitude da Burberry e a pressão fez com que a marca recuasse, anunciando o fim da prática de incineração de produtos não comercializados e se comprometendo a adotar práticas mais sustentáveis.

Dentre as práticas que devem ser adotadas, está a criação de um grupo com o Royal College of Art de Londres para que novo materiais sustentáveis possam ser produzidos. Além disso, a empresa, que afirma já reutilizar, consertar, doar e reciclar produtos, comprometeu-se em aumentar os esforços para não destruir peças encalhadas.

“Luxo moderno significa ser social e ambientalmente responsável”, afirmou o executivo-chefe da Burberry, Marco Gobbetti. “Essa crença é fundamental para nós na Burberry e fundamental para o nosso sucesso a longo prazo. Estamos comprometidos em aplicar o mesmo princípio em todas as partes da Burberry, como fazemos com nossos produtos”, concluiu.

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Marca de artigos de luxo Burberry deixa de usar pele de animais

A marca de artigos de luxo britânica Burberry anunciou que não irá mais usar peles de animais nas coleções produzidas pela empresa.

(Foto: Getty Images)

A próxima coleção, segundo a marca, não inclui artigos com pele de animais. Os produtos com crueldade animal que já estão sendo comercializados pela empresa serão, de acordo com a Burberry, “retirados do mercado de forma gradual”. As informações são do CM Jornal.

A empresa anunciou também que está abandonando a prática de queimar, ao final de cada estação, os produtos que não são vendidos. No ano passado, a marca queimou roupas, acessórios e perfumes que, somados, custavam 28,6 milhões de libras – cerca de 15,2 milhões de reais. O valor representa 6% de aumento em relação aos produtos queimados em 2016.

A tática que era utilizada pela empresa de atear fogos nos produtos que não haviam sido comercializados tinha o objetivo de impedir que os artigos de luxo fossem vendidos a preços baixos. A prática é comum entre marcas de grife.

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PETA acusa marcas de luxo de tratar avestruzes como "vítimas de um filme de terror"

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Divulgação

“As aves jovens recebem choques e pancadas, são mortas, as penas são arrancadas e depois são esfoladas”, acusa a PETA, numa denúncia sobre “a ultrassecreta indústria dos matadouros industriais de avestruzes, onde as jovens aves são mortas para serem transformadas em bolsas, sapatos e cintos de luxo pela Hermès, LVMH, Prada e outras casas de moda europeias topo de gama”.

O vídeo, captado em matadouros da África do Sul que fornecem, alegadamente, 75% de todas as avestruzes produzidas a nível mundial, mostra o processo por que passam as aves.

“As jovens avestruzes, que são animais espertos, sensíveis e curiosos, são tratadas como vítimas de um filme de terror simplesmente porque alguém quer uma bolsa Birkin texturada ou uma carteira Prada de pele rugosa”, lamenta a diretora da PETA, Mimi Bekhechi.

ATENÇÃO: As imagens que se seguem pode ser consideradas chocantes

Fonte: Visão

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