Destaques, Notícias

Filhotes de cabras são espancados por fazendeiro com barra de metal em frente as suas mães

Foto: Animal Liberation Victoria/Facebook
Foto: Animal Liberation Victoria/Facebook

Um vídeo gravado secretamente por ativistas pelos direitos animais flagra o momento perturbador em que um fazendeiro mata filhotes de cabra machos usando um bastão de metal bem na frente de suas mães. Cabritos não podem produzir leite, logo não são lucrativos aos olhos dos criadores que exploram esses animais.

Segundo as imagens secretas que foram filmadas em uma fazenda de produção de leite em Bannockburn, Victoria, na Austrália, um fazendeiro é visto chegando até um curral onde ficam as cabras e puxando os filhotes do sexo masculino.

Um a um, ele os acerta na cabeça com o bastão, deixando-os contorcendo-se freneticamente no chão antes de morrerem devido ao trauma cerebral.

Depois de matar cerca de uma dúzia de animais, o fazendeiro colocou os cadáveres no trator e foi embora.

A ONG responsável pela divulgação das imagens afirma que os dois minutos de filmagem secreta foram realizados entre meados de setembro e outubro deste ano.

O vídeo foi postado online pelo grupo de defesa animal Animal Liberation Victoria (ALV) na sexta-feira (25).

O grupo de defesa animal disse ao Daily Mail Australia que eles receberam as imagens de ativistas anônimos que plantaram câmeras escondidas na fazenda.

Foto: Animal Liberation Victoria/Facebook
Foto: Animal Liberation Victoria/Facebook

“Esses recém-nascidos machos são mortos porque nunca produzirão leite e, portanto, são considerados inúteis para a indústria de laticínios”, disse o presidente da ALV Noah Hannibal em comunicado.

“Este massacre brutal ocorre como parte de uma indústria inerentemente cruel”, disse o ativista.

Nada mostrado no vídeo é considerado ilegal no país porque os animais de fazenda não são cobertos pelas mesmas leis de crueldade que protegem animais domésticos, segundo o Daily Mail.

Matar cabritos recém-nascidos é uma prática normal em todo o setor de criação de animais para laticínios.

Foto: Animal Liberation Victoria/Facebook
Foto: Animal Liberation Victoria/Facebook

As diretrizes de bem-estar animal, que não são juridicamente vinculativas, afirmam que as cabras podem ser mortas usando uma variedade de métodos, incluindo tiros e traumatismo craniano forçado.

“Um único golpe deve ser dado no centro da testa e deve ser usado apenas em filhotes com menos de 24 horas de vida”, afirmam as diretrizes.

A Federação dos Fazendeiros de Victoria disse que as imagens estavam sendo confrontadas. O Presidente David Jochinke disse ao Daily Mail Australia: “Qualquer ato de crueldade deve ser investigado e gerenciado de forma adequada”.

Foto: Animal Liberation Victoria/Facebook
Foto: Animal Liberation Victoria/Facebook

O Departamento de Agricultura de Victoria afirma que vai iniciar uma investigação sobre esse assunto.

Animais sencientes

Desde tempos imemoriais animais têm sido explorados em nome da ambição e do lucro dos seres humanos. Classificados de forma “conveniente” como seres inferiores, essas criaturas indefesas vivem sob o jugo da vontade da humana que os escraviza, explora, mata, come, vende e despreza.

A ciência já comprovou por meio da Declaração da Cambridge, assinada por cientistas especialistas em diversas áreas do conhecimento no mundo todo, que os animais são seres sencientes, ou seja, indivíduos capazes de sentir, amar, sofrer, criar vínculos profundos, aprender e compreender o mundo ao seu redor.

Foto: LiveScience
Foto: LiveScience

Isso torna o abuso da humanidade sobre essas criaturas indefesas e sem voz ainda mais cruel e imperdoável. Animais têm direito inato à vida e à liberdade, não são produtos para serem comercializados ou comodities para terem seu corpo transformado em bens e vendidos nos mercados.

Animais são vidas e o respeito a toda forma de vida é a base de qualquer sociedade compassiva.

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Destaques

Touros são arrastados, maltratados e banhados em cerveja

Foto: Animal Defender Internacional
Foto: Animal Defender Internacional

As imagens mostram o momento em que um touro é espancado e arrastado pelas ruas de uma cidade no Peru durante um festival bárbaro e cruel que foi banido oficialmente há cinco anos.

O vídeo filmado por ativistas da ONG Animal Defenders International (ADI) revela que, apesar da proibição, o cruel festival “Jalatoro” ainda está acontecendo em Ayacucho, no Peru.

Nas imagens, o animal aterrorizado é arrastado pelas ruas da cidade em frente a centenas de pessoas.

O touro tenta resistir enquanto é arrastado de um caminhão, preso por cordas ao redor de seus chifres, no meio da multidão em sua maioria composta de pessoas embriagadas.

A cerveja é então despejada sobre o touro e água é borrifada em seu rosto para tentar fazer o touro se mover.

Puxado por um homem montado sobre um cavalo, o animal atormentado corre para as árvores e outros obstáculos enquanto tenta escapar do seu martírio.

Foto: Animal Defender Internacional
Foto: Animal Defender Internacional

Vários touros supostamente sofreram um destino semelhante e cavalos também foram vistos escorregando e caindo nas ruas de paralelepípedos da cidade.

Jan Creamer, Presidente da ADI: “É revoltante e envergonha a raça humana ver essa violência e abuso bárbaros infligidos a um animal aterrorizado e inocente”.

“A ADI pede às autoridades peruanas que ajam agora e acabem com esse evento cruel e vergonhoso de uma vez por todas.”

Foto: Animal Defender Internacional
Foto: Animal Defender Internacional

Em 2014, as autoridades na província de Huamanga, em Ayacucho, proibiram esses cruéis festivais chamados de “Jalatoro”, realizados durante a Páscoa.

Mas eles simplesmente continuaram sob o nome “Pascua Toro”.

Historicamente associado a um “presente simbólico” para os pobres, este festival nos dias atuais tornou-se palco de um nível de brutalidade que não tem lugar na sociedade civilizada.

Foto: Animal Defender Internacional
Foto: Animal Defender Internacional

Em 2017, o “Pascua Toro” foi cancelado após um touro “enlouquecer”, ferindo várias pessoas, incluindo um policial.

No ano passado, foi suspenso pelo Ministério Público após o abuso de quatro animais e ferimentos em oito pessoas.

Antes do evento de 2018, a ADI e os ativistas locais receberam ameaças de morte e a polícia avisou que eles não deveriam comparecer; no entanto, eles documentaram o sofrimento inaceitável e vergonhoso desses animais, voltando a fazê-lo novamente este ano.

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Cães arrastados pelo carro
Destaques, Notícias

Galgos sofrem crueldade inimaginável durante treinamento para corridas

A filmagem, feita na China, causou a indignação de alguns usuários de redes sociais após sua divulgação.  O motorista negou o abuso dos dois galgos e, aparentemente, afirmou que ele estava arrastando-os com uma SUV Hyundai para treiná-los para corridas.

Cães arrastados pelo carro
Foto: Reprodução, Mirror

As cenas mostram os dois cães extremamente ofegantes antes de um deles cair na rodovia devido à exaustão.

Depois de ver a revolta que suas ações causaram, o explorador dos galgos procurou a imprensa local na cidade de Dalian para negar que suas ações eram cruéis.

Cães arrastados pelo carro
Foto: Reprodução, Mirror

Inacreditavelmente, ele ainda afirmou que os cães eram seus “dois galgos caros” e que estava treinando os animais para corridas. Ele acrescentou que geralmente utiliza esteiras ou sua motocicleta para torturar os animais, revelou o Mirror.

“Houve muito trânsito naquela manhã, então estava dirigindo muito devagar”, declarou o homem, alegando que levou os animais exaustos imediatamente para dentro do veículo quando percebeu que um tinha deles havia sofrido um colapso.

Um dos cães vítimas do explorador
Foto: Reprodução, Mirror

Em outra declaração absurda e que mostra sua completa falta de compaixão, ele disse: “O que está deitado no chão é um filhote mais novo, então ainda não possui energia suficiente”.

Alguns espectadores afirmaram que as filmagens pareciam retratar um dos cães com uma pata sangrando. Ativistas pelos direitos animais fizeram um apelo para que o nome do explorador  seja divulgado.

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Notícias

Cachorros são enterrados vivos em Joinville (SC)

Uma cena de crueldade contra animais chocou os funcionários do Pronto-Atendimento Norte de Joinville, na tarde desta terça-feira (02), no bairro Costa e Silva, em Joinville (SC). Eles viram dois cães serem enterrados vivos no terreno da secretaria regional do bairro, que fica nos fundos do pronto-atendimento.

Testemunhas contaram que um empregado da própria secretaria amarrou os animais e depois os encobriu de terra com uma patrola.

Foto: Reprodução/A Notícia
Foto: Reprodução/A Notícia

Os cães não tiveram chance de escapar e morreram na hora. A atitude revoltou os funcionários da unidade de saúde. Ninguém entendeu o que estava acontecendo antes de os cães sumirem debaixo do monte de barro. “Eu vi um dos cachorros sendo arrastado pela corrente para os fundos do terreno e me assustei. Só não imaginava que pudessem fazer aquilo”, lamenta uma funcionária do pronto-atendimento que não quis se identificar.

Indignados, funcionários da unidade de saúde questionaram o empregado da secretaria regional. Ele teria afirmado que decidiu sacrificar os animais porque eles estavam doentes. “Disse que os cachorros estavam babando. Mas eles estavam bem. Eu mesmo tinha brincado com um dos cachorrinhos um pouco antes”, conta outra funcionária.

Os dois cães eram vira-latas e viviam há mais de dois anos nas ruas do Costa e Silva. Eles eram alimentados por empregados da secretaria regional e também conviviam com os funcionários do pronto-atendimento. A Polícia Militar foi acionada por funcionários da saúde. Os policiais ouviram um segurança do Pronto-Atendimento e voltaram com um depoimento escrito pelo funcionário.

Por lei, praticar abuso, maus-tratos ou ferir animais é crime e prevê pena de três meses a um ano de detenção. O Código de Posturas de Joinville também estabelece punição para atos de violência, castigo ou abandono de animais. Até a noite de terça-feira, nenhum boletim de ocorrência havia sido registrado na delegacia do Costa e Silva.

O secretário regional foi procurado, mas até o fechamento desta edição não havia sido encontrado para comentar o assunto.

Fonte: A Notícia

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