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Tartaruga é encontrada morta presa à armadilha de pesca em Maceió (AL)

O corpo do animal marinho estava em estado de decomposição quando foi encontrado por um banhista


Presa a uma armadilha de pesca, uma tartaruga-verde foi encontrada morta na Praia de Jacarecica, em Maceió (AL), na manhã de sábado (21).

Foto: Arquivo Pessoal

Casos como este são frequentes. Presas a artefatos de pesca, as tartarugas são vítimas desta atividade que tira também a vida de milhares de peixes. As informações são do portal G1.

Da espécie Chelonia mydas, a tartaruga tinha 115 centímetros de comprimento. De acordo com o Instituto Biota de Conservação, ela foi encontrada por um banhista na praia.

O animal tinha um alimento preso à boca, o que significa que estava se alimentando quando ficou preso à armadilha, e seu corpo já estava em estado de decomposição.


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Em média 17,5 milhões de aves morrem por ano no Oriente Médio

Um estudo publicado recentemente estima a escala e a extensão das mortes e capturas de aves selvagens na Península Arábica, Iraque e Irã. Analisando dados e conhecimentos especializados, a pesquisa concluiu que um número entre 1,7 e 4,6 milhões (no mínimo) de aves selvagens de 413 espécies distintas morrem ou são capturadas por ano nesta região.

Um pássaro preso em uma rede
Foto: Dima Obeidat

As mortes e capturas representam uma ameaça global à biodiversidade. Em 2014, a Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS) adotou uma medida para tentar evitar que os crimes ocorressem. Infelizmente, não teve muito resultado.

Os pássaros são mortos, principalmente, pelo tiroteio ou armadilhas. Eles são comercializados como alimento, mas as caças também podem ser puramente esportivas.

Combinando os resultados do estudo atual com os de outros países, a pesquisa concluiu um quadro preocupante para todo o Oriente Médio. Estima-se que uma média de 17,5 milhões de aves (8,0 a 27,1 milhões de aves) seja morta atualmente na região.

O estudo também relatou a falta de dados concretos sobre o assunto, o que significar um número ainda mais alto para as mortes e capturas.

É necessário uma ação imediata das autoridades responsáveis, como órgãos de fiscalização. As principais medidas incluem legislação de melhorias, aplicação mais firme de penalidades, aumento da fiscalização, conscientização do público etc.

A pesquisa conclui que há uma necessidade, também, de uma colaboração maior entre os países para abordar adequadamente o problema e decidir as soluções.


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Gatinho em situação de rua invade diariamente casa durante a noite até que é pego em flagrante

Foto: Johanna King
Foto: Johanna King

Na primeira noite em que Johanna King percebeu que havia um intruso invadindo a casa dela em Long Island, Nova York (EUA), ninguém o viu. O marido ouviu um barulho na cozinha no meio da madrugada uma noite dessas e foi verificar o que era, mas quando chegou lá, o intruso já estava escapando pela porta do cachorro (abertura móvel na porta pela qual só passa um animal). O marido de Johanna achou que poderia ser uma raposa, por mais estranho que isso parecesse, e voltou para a cama.

Mas Johana não acreditou na história de seu marido de início – mas depois ela se lembrou de que tinha comprado muito mais comida de gato do que o habitual ultimamente, o que era estranho porque seu único gato não comeu tanto assim para causar esse déficit.

Ela começou a se perguntar se realmente poderia haver alguma verdade na história de intruso contada por seu marido, e decidiu montar uma câmera na cozinha para que os dois pudessem acompanhar o que estava acontecendo no andar de baixo enquanto dormiam, só por precaução.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King
Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

E foi assim que o casal descobriu que havia um gato invadindo sorrateiramente sua casa a cada noite, todas as noites.

Johana ficou absolutamente perplexa com essa descoberta. Ela achava que seus cães e gatos teriam uma reação mais forte e dariam algum alarme se um animal estranho passeasse pela casa deles, mas, além de uma briga inicial que não durou muito, os animais residentes acabaram parecendo aceitar que o gato intruso morava lá agora também. O gato também parecia quase idêntico ao gato que vivia com a família, então, na verdade, ele se misturou ao pessoal da casa.

“Meus cães foram inúteis neste processo”, disse Johana ao The Dodo. “Não tenho certeza se é porque esse gato se parece com meu gato, ou porque esse gato já entrou na casa como se fosse o dono do lugar. É possível dizer isso desde a primeira vez que o peguei na câmera, ele estava confiante e conhecia o layout inteiro da casa. Ele andava como se fosse dono do lugar!”.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King
Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

Johana começou a assistir o gato intruso na câmera todas as noites, e ficou francamente impressionada com o quão corajoso ele era. O gatinho não parecia se importar com o fato de que aquela não era sua casa – ele se sentia bastante confortável a cada vez que passava por ali, apreciando completamente cada uma de suas estadias.

“Quando o vi pela primeira vez na câmera, ele dormiu na minha mesa de jantar por cerca de 20 minutos”, disse King. “Meu gato andou bem debaixo dele e nem percebeu! Ele entrava pela porta do cachorro, passeava um pouco e ia até a lavanderia, onde fica a comida de gato. Então terminava seu tour com uma soneca em cima da mesa! Eu também o peguei brincando na minha pia, derrubando louça e andando por todo o meu sofá!”.

Com o passar do tempo, o gato intruso só ficou mais descarado, e até começou a passar na casa enquanto o casal ainda estava acordado.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King
Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

“Algumas vezes, eu estava sentada no sofá com as luzes apagadas (e meus cães aos meus pés) e via dois enormes olhos brilhantes olhando para mim da cozinha”, disse a dona da casa.

“Então ele se virava e voltava para fora. Eu também assisti a câmera on-line enquanto estava no trabalho ou fora de casa. Era tão difícil dizer se eu estava assistindo o Gato Assaltante (como meu marido o chamava) ou meu gato!”.

Johana e seu marido finalmente decidiram que era hora de começar a pegar o gato intruso no ato. Eles montaram uma armadilha dentro da casa – e então assistiram na câmera enquanto o gato apenas caminhava direto em volta dela. Eles então tentaram montar a armadilha do lado de fora, mas parecia que o gato era esperto demais para cair em qualquer um dos seus truques. O casal finalmente se resignou ao fato de que eles nunca iriam pegar o gato, e que ele morava em sua casa agora também.

Foto: Johanna King
Foto: Johanna King

“Eu até coloquei uma toalha na mesa da minha sala de jantar, onde ele gostava de tirar uma soneca”, disse King. “Eu imaginei que se ele mesmo fosse invadir, poderia muito bem se divertir enquanto fazia isso”.

O casal manteve a armadilha montada do lado de fora, no entanto, apenas por deixar – e de alguma forma, uma noite, eles finalmente pegaram seu pequeno invasor.

“Eu deixei meus cachorros do lado de fora da casa… Meu cachorro estava obcecado com a armadilha do gato, latindo sem parar”, disse King. “Eu estranhei pois se a armadilha está lá há quase uma semana, por que de repente, só agora? Então, fui até lá e notei que o alçapão estava fechado. Estava escuro como breu, voltei para dentro e peguei uma lanterna. Eu levantei a armadilha e vi um gato!”

Foto: Johanna King
Foto: Johanna King

No início, Johana estava convencida de que o casal havia pegado seu próprio gato na armadilha, mas depois de encontrar o gato deles dormindo dentro de casa, eles perceberam que o gato intruso havia finalmente sido ‘pego em flagrante’.

Johana já tinha um grande caixote de cachorro guardado em casa, caso eles conseguissem pegar o gato, e ela o colocou dentro dele para que o gatinho não fugisse. Ela conta que ele estava perplexo e provavelmente um pouco chocado por ter sido realmente pego, mas depois de algum tempo ele começou a se apaixonar por seu novo amigo, e o gatinho até deixou que ela o acariciasse.

Ao longo de toda a aventura, King estava postando sobre o gato intruso no Facebook, e todos estavam amando suas histórias. Ela esperava que entre as diversas curtidas de todas as postagens e atualizações, alguém eventualmente se apresentasse como a família do gato, e ela poderia levá-lo de volta para eles e parar com esse hábito de invadir as casas de outras pessoas.

Foto: Johanna King
Foto: Johanna King

“Minha intenção inicial era encontrar o tutor desse gato e torná-lo ciente de que seu animal doméstico era um criminoso”, disse King.

Mas depois de interagir com ele e ver a condição em que ele estava, King tinha uma suspeita de que o gato intruso era um animal em situação de rua ou tinha sido abandonado, e estava invadindo sua casa para encontrar um pouco de conforto e amor. Ela decidiu nomeá-lo como Hunter, e esperava que ela pudesse ajudá-lo a encontrar o lar amoroso que ele merecia.

Enquanto ela inicialmente pensava em adotá-lo, depois de levá-lo ao veterinário, eles descobriram que Hunter tem FIV (feline immunodeficiency vírus) vírus da imunodeficiência felina, e portanto, não pode viver com o atual gato da família.

Hunter | Foto: Johanna King
Hunter | Foto: Johanna King

Johana está agora trabalhando com o grupo resgate em que ela é voluntária e para o qual as vezes oferece lar temporário, For Our Friends, para ajudá-lo a encontrar o lar perfeito – para que, com sorte, ele não sinta mais a necessidade de invadir a casa de ninguém.

“Acho que ele invadiu a casa certa”, disse King. “Talvez outra pessoa não estivesse tão disposta a ajudá-lo! Eu não posso mudar o mundo, mas espero ter ajudado a tornar o mundo dele um pouco melhor”, concluiu ela.

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Coruja fica com corpo repleto de cola após cair em armadilha em Goiás

Uma coruja-buraqueira caiu em uma armadilha e ficou com o corpo repleto de cola em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia, em Goiás. O caso aconteceu no bairro São Joaquim.

Foto: Elisângela Sobreira/Divulgação

A armadilha havia sido feita para capturar ratos. De forma também equivocada, já que nenhuma espécie de animal deve ser condenada ao sofrimento de ter o corpo preso por cola. As informações são do G1.

Um casal de moradores da residência socorreu a coruja e a levou até um quartel do Corpo de Bombeiros para pedir ajuda. No local, o animal foi encaminhado para uma veterinária.

A médica veterinária Elisângela Sobreira prestou atendimento à coruja, que foi medicada e tomou banho para retirada da cola. O animal silvestre passa bem.

Foto: Elisângela Sobreira/Divulgação

No último domingo (19), a coruja foi devolvida à natureza em uma mata do condomínio em que a veterinária mora.

“Ela estava fraca, sem movimento e com asa sangrando. Ao tentar sair da armadilha, a coruja acabou machucando a asa. Fiz a limpeza do corpo dela, mediquei e fiz a alimentação dela, incluindo água com vitamina na seringa”, contou Elisângela.

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Cão preso em poça de piche grita por socorro até atrair atenção de alguém

Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje

Semana passada, trabalhadores próximos a cidade de Suwałki, na Polônia, ouviram algo que lhes chamou atenção e causou também preocupação. De uma área remota e arborizada ao longe, um cachorro latia sem parar, insistentemente, como se pedisse ajuda.

Felizmente, os trabalhadores decidiram atender a esses gritos – seguindo o som até que chegaram até uma cena consternadora.

Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje

A fonte dos latidos era um cãozinho preso em uma poça de piche pegajoso e escuro. O animal estava incapaz de se mover e podia-se ver que ele precisava desesperadamente de ajuda.

Incapazes de libertar o cãozinho de sua prisão os trabalhadores contataram a resgatante Joanna Godlewska, da ONG Niczyje Animal Foundation. Ela correu para o local do indicente, sem saber o que esperar.

“Quando finalmente cheguei e vi um cachorro deitado e preso no piche, lágrimas vieram aos meus olhos”, Godlewska disse ao The Dodo. Acredita-se que o cachorro, talvez abandonado, estava procurando calor quando se deparou com o piche descartado ilegalmente – sem perceber que, ao deitar-se sobre ele, ficaria irremediavelmente preso.

Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje

Ninguém sabe quanto tempo o cachorro esteve preso, mas estava claro que ele não teria sobrevivido por muito mais tempo. Seu espírito, sua força de vontade, estavam desaparecendo rapidamente.

Godlewska foi acompanhada por uma equipe do corpo de bombeiros local para ajudar a tirar o animal do piche. Enquanto os humanos trabalhavam, um vislumbre de esperança apareceu nos olhos do cachorro preso.

“Ele entendeu que estávamos salvando ele”, disse Godlewska.

A equipe de resgate cortou com cuidado as porções mais atingidas do pêlo do pobre cachorro e usou óleo de cozinha para soltar o resto. O piche é um material com alto poder de grude (cola).

Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje

Então, finalmente, eles finalmente conseguiram levantá-lo do chão.

O cão foi levado às pressas para uma clínica veterinária para ser tratado por exaustão e ter o máximo de piche possível, retirado do seu corpo.

Desde então, o cão passou por várias outras sessões de limpeza – após cada uma delas, sua vontade de viver e dacilidade continua a crescer e aparecer mais e mais.

“Ele se sente melhor e melhor”, disse Godlewska.

Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje

Em última análise, o cachorro, agora chamado Farcik, foi resgatado de mais do que apenas uma armadilha fatal e pegajosa em que ele havia sido encontrado.

Agora, ele não estava mais sozinho e sem amor.

Farcik ainda vai demorar um pouco mais até se recuperar totalmente, mas está cercado de pessoas que se preocupam com ele e com seu futuro.

Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje

Quando for a hora certa, Godlewska pretende adotá-lo e leva-lo para viver com ela em um lar eterno e amoroso.

O que o levou àquela armadilha quase fatal no piche pode nunca ser revelado – mas não há dúvida de que a sua vontade de viver e de alertar as pessoas certas para livrá-lo de seu sofrimento fizeram toda a diferença.

“Eu só queria salvá-lo “, disse Godlewska.” Agradeço a todos que ajudaram a salvar este cachorro”.

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Destaques

Golfinho em luto carrega seu filho morto pelas águas

Mãe carrega o filhote morto | Foto: Western Australia's Parks and Wildlife/Facebook
Mãe carrega o filhote morto | Foto: Western Australia’s Parks and Wildlife/Facebook

Uma imagem comovente que mostra uma mãe carregando seu filhote golfinho morto pelas águas, surgiu nas redes sociais. Segundo as autoridades marinhas australianas o bebê teria ficado preso em uma armadilha em forma de rede para capturar caranguejo que não foi recolhida por pescadores.

A foto foi tirada em Perth, na Baia de Claremont, na Austrália e foi compartilhada no Facebook pela Departamento de Parques e Vida Selvagem da Austrália Ocidental na terça-feira.

“Uma morte tão triste para um filhote golfinho tão jovem e cheio de vida pela frente”, dizia o post.

A mãe, chamada de Moon, estava nadando e carregando o filhote morto com o bico quando os dois foram avistados pelo Serviço de Parques e Vida Selvagem na segunda-feira, depois do episódio ter sido denunciado por um residente local.

“O bebê golfinho morto foi então libertado da armadilha de caranguejo, mas os oficiais o deixaram na água com a mãe, enquanto ela passa pelo luto ocasionado pela perda recente”.

Oficiais da patrulha marinha libertam o filhote morto| Foto: Western Australia's Parks and Wildlife/Facebook
Oficiais da patrulha marinha libertam o filhote morto| Foto: Western Australia’s Parks and Wildlife/Facebook

Os golfinhos são criaturas altamente inteligentes, com capacidade de percepção e resposta admiráveis, são frequentes os episódios documentados desses animais permanecendo com seus filhotes por um período de tempo após a morte.

Esses animais sencientes, são comprovadamente sensíveis e capazes de amar e sofrer, eles precisam do tempo do luto para superar a perda e voltar a responder normalmente à vida em sociedade.

“Vamos continuar a monitorar o par e remover o filhote quando for apropriado, revela o oficial responsável pelo monitoramento da situação. “Pedimos às pessoas que fiquem bem longe da mãe golfinho e de seu filhote morto durante este tempo”, esclarece ele.

Os usuários das mídias sociais ficaram sensibilizados pela imagem, sendo que algumas pessoas lutavam consigo mesmas para conseguir olhar para a foto, tamanho o seu impacto.

Armadilha de caranguejo que matou o golfinho | Foto: Western Australia's Parks and Wildlife/Facebook
Armadilha de caranguejo que matou o golfinho | Foto: Western Australia’s Parks and Wildlife/Facebook

“Terrível e tão triste. Devemos limpar nosso lixo sempre para que isso não aconteça”, disse uma pessoa em um comentário no post.

“Perda trágica deste bebê! Vergonha de que um ser humano tenha causado essa morte cruel porque eles estavam com preguiça de remover o equipamento do rio! Espero que algo seja feito para evitar outra tragédia”, dizia outro comentário.

“Não, eu não posso nem olhar – é de partir o coração – você pode sentir a dor da mãe só de olhar para a foto. Tão injusto e desnecessário”, concluiu outro usuário.

Mais uma morte causada pela irresponsabilidade humana, que inadvertidamente invade os oceanos para saquear e roubar a vida marinha. Não contentes em capturar os caranguejos indefesos, deixam a armadilha pra trás, causando com isso um rastro maior ainda de morte e dor, iniciado por sua insensatez assassina.

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Jornalismo cultural, Notícias

Homem morre em armadilha para animais instalada por ele mesmo no MS

Foto: Freepik

No último sábado, Bruno Gubert Diniz, de 30 anos, foi encontrado morto na área rural de Dourados (MS). O rapaz havia combinado de jogar futebol com os amigos, mas antes disse que passaria em casa para alimentar os porcos.

Com a demora, os amigos decidiram ver o que aconteceu. No rancho situado na 6ª linha da rodovia MS-273, no distrito de Macaúba, encontraram Bruno já sem vida, após ser vítima de uma armadilha para animais que ele mesmo instalou ao lado do chiqueiro.

Segundo boletim da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, aparentemente Bruno Diniz tentou passar por baixo da linha que aciona a armadilha, mas acabou atingido no pescoço por um tiro de calibre 12 disparado pelo mecanismo que ele mesmo instalou.

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Notícias

Ativista que salvou filhote de urso de armadilha é sentenciada a 15 dias de prisão

Momento em que Catherine e Mark libertam o filhote de urso | Foto: Bear Group
Momento em que Catherine e Mark libertam o filhote de urso | Foto: Bear Group

Catherine McCartney, 50 anos, ativista pelos direitos animais, admitiu ter tomado a decisão de libertar o animal e deu um depoimento onde afirma que faria tudo de novo caso fosse necessário.

Ela mantém sua posição e planeja recorrer da sentença, que foi dada na terça-feira última pelo Juiz da Corte Municipal James Devine, New Jersey (EUA), onde se deu o “crime”.

“Esses animais são inocentes e eu tomei a decisão consciente e moral de libertar o urso para que ele pudesse correr de volta para sua mãe, porque era a coisa certa a se fazer”, defende a ativista

Catherine não mede esforços quando se trata de agir em defesa dos animais, e foi em função de suas condenações anteriores: prisões por ação em protestos de caça de urso em 2016, 2017 e 2018 – ela recebeu a condenação desse tempo na cadeia.

Ano passado, em outubro, ela já havia sido condenada aos 15 dias de prisão, porém foi autorizada a participar do programa do Programa de Assistência Trabalhista do Xerife (SLAP), como forma de cumprir pena, pelo mesmo juiz.

McCartney e Mark Nagelhout, de 43 anos, receberam três intimações em outubro, após ajudarem o filhote de urso a escapar de uma armadilha em que ficou preso no condomínio Great Gorge Village.

Duas armadilhas de urso haviam sido colocadas dentro do condomínio pelo departamento de polícia de Nova Jérsei após dois moradores reclamarem que um urso os havia ameaçado.

O porta voz do departamento, Larry Hajna, admitiu que o urso que foi pego na armadilha era jovem demais para ser o urso descrito pelos moradores nos incidentes anteriores.

Ativistas da comunidade apelidaram o urso travesso de “urso da mamãe”.

Tanto Catherine quanto Mark se declararam culpados por obstrução da lei e por impedir a captura legal de um membro vida selvagem.

No tribunal, Catherine afirmou que as lixeiras do condomínio não eram feitas à prova de urso, ou seja de acordo com as medidas de proteção cabíveis, normalmente utilizadas para afastar os animais. Ela alegou que isso permitiu que os ursos se aproximassem ainda mais do condomínio.

Mark não foi condenado à prisão pois esta foi sua primeira infração, mas ambos foram multados em 1,316 dólares (aproximadamente 5 mil reais) de taxa.

“Acreditamos que as penalidades são extremamente altas e entraremos com recurso”, disse Doris Lin, advogada do grupo de anticaça ao urso, Bear Group. Ela representa os dois clientes. “O urso era um filhote e estava chorando, creio que muitas pessoas compassivas teriam feito a mesma coisa”, declara ela.

Catherine McCartney | Foto: Facebook
Catherine McCartney | Foto: Facebook

As armadilhas para ursos têm cerca de um metro de diâmetro e são acionadas quando o animal puxa uma isca. Uma porta então se fecha atrás do urso prendendo o animal e selando seu destino a morte certa.

Numa sociedade em que prendemos àqueles que salvam vidas, acusando-os de crime, cobrando multas pelo ato de libertar um animal jovem e indefeso e impondo sobre eles o peso de um sistema penal faz-se gritante o contraste formado  enquanto caçadores assassinos matam protegidos pela éfigide da lei tranquilos em meio os habitats desses animais.

Tão gritante quanto impossível de ser ignorado.

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Ativista é sentenciada a 15 dias de prisão por libertar urso de armadilha em Nova Jersey

“Esses animais são inocentes e eu tomei a decisão moral de deixar o urso ir embora”

Uma ativista dos direitos animais foi sentenciada a 15 dias de prisão por libertar um filhote de urso de uma armadilha nas imediações do condomínio Great Gorge Village, em Vernon, Nova Jersey, nos Estados Unidos. “Esses animais são inocentes e eu tomei a decisão moral de deixar o urso ir embora para que ele pudesse retornar para a sua mãe. Era a coisa certa a se fazer”, disse Catherine McCartney em um comunicado divulgado pelo NJ.com.

A ativista declarou que vai recorrer da sentença entregue na última terça-feira. Catherine e Mark Nagelhout receberam três intimações depois que libertaram o filhote de urso. Os dois se declararam culpados de impedirem a captura legal de animais selvagens. No entanto, a ativista fez a ressalva de que o condomínio não tem lixeiras à prova de ursos, o que faz com que eles se aproximem quando estão com fome.

A advogada do Bear Group, grupo do qual Catherine McCartney faz parte, disse que a sentença é injusta considerando a natureza da ação. “Esse filhote de urso estava chorando e acho que muitas pessoas compassivas teriam feito a mesma coisa”, declarou. Nos Estados Unidos, as armadilhas para ursos funcionam como uma espécie de “mordedura” e têm cerca de um metro de diâmetro.

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Lobo-ibérico morto é encontrado preso à armadilha em Portugal

Um lobo-ibérico foi encontrado no último domingo (3) em Portugal. O corpo do animal estava preso a uma “armadilha de laço” na freguesia de Cunha, em Paredes de Coura, vila do Distrito de Viana do Castelo.

(Foto: Reprodução / Portal Público)

Além da patrulha da GNR de Paredes de Coura, foram até o local o Núcleo de Proteção Ambiental da Guarda e uma equipe de investigação criminal, segundo o portal Público.

Na cabeça do animal, havia um ferimento, mas “ainda não é certo que se trate de um disparo” de arma de fogo, segundo o comandante da Guarda Nacional Republicana (GNR), Gabriel Barbosa, em entrevista ao Jornal de Notícias.

“Existia uma armadilha no local, que, aliás, é crime. Será feito o auto de notícia e contatado o tribunal e o corpo será sujeito a uma necropsia”, explicou Barbosa.

As armadilhas de caça são geralmente utilizadas para matar javalis. Mas acabam matando também outros animais. Em 2012, o investigador do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO), Francisco Álvares, afirmou ao portal Público que esse é um problema “com uma incidência muito maior do que pensamos” e que “demonstra a necessidade de fiscalização”.

De acordo com censo nacional realizado em 2002 e 2003, existem 65 alcateias no país, totalizando 300 lobos-ibéricos. Os três núcleos mais estáveis estão situados ao norte do rio Douro, apesar de haver também animais ao sul. Os núcleos estão na Peneda-Gerês, em Bragança-Montesinho e em Vila Real-Alvão.

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Animais selvagens presos em armadilhas podem agonizar por horas

Divulgação

Você sabia que animais selvagens presos em armadilhas podem agonizar por até 15 horas antes da captura ou da morte? Na primeira hora em que um animal selvagem é preso em uma armadilha, não raramente o desespero faz com que ele comece a mastigar os seus próprios membros na tentativa de se livrar da situação.

Isto porque a dor é tão visceral que o animal é capaz de qualquer coisa para tentar sobreviver, mesmo que os ferimentos posteriores também possam causar-lhe a morte caso ele não receba nenhum tipo de ajuda. Ademais a impossibilidade da mobilidade avulta o desespero não humano diante da contingência da captura.

As armadilhas normalmente são instaladas por praticantes de caça esportiva e por caçadores que fornecem animais ou “matéria-prima” para a indústria de peles e para os laboratórios que realizam experimentação animal, de acordo com informações do livro “Animal Ethics in Research”, de autoria de Helena Röcklinsberg, publicado em 2017 pela editora da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Fonte: Vegazeta

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Aves são aprisionadas em gaiolas para serem mortas por caçadores

Câmeras secretas filmaram uma fazenda de caça em Somerset, na Inglaterra, e mostrou pássaros selvagens aterrorizados ao ficarem presos em armadilhas.

De responsabilidade da principal organização vegana Animal Aid, foram colocadas duas câmeras na Bonson Wood Game Farm em Somerset, que cobriram um período de 47 horas e 12 minutos.

As filmagens mostraram pássaros trancados em pequenas gaiolas, em um dia quente, sem nenhuma supervisão. Os animais demonstram estar desesperados para se libertarem do local. O destino delas, no final é a morte por caçadores.

Câmeras mostram aves presas em gaiolas, que posteriormente serão mortas (Foto: Animal Aid)

“As armadilhas geralmente contêm um pássaro em um compartimento, cujos gritos angustiados atraem outros pássaros para o outro compartimento da armadilha”, disse a Animal Aid.

“As aves presas são então mortas. Nesse caso, havia duas armadilhas colocadas lado a lado. Uma armadilha tinha um único pássaro dissimulado em um compartimento. A outra armadilha tinha três pássaros amontoados no compartimento do chamariz”.

“O filme usa um temporizador acelerado para demonstrar a quantidade de tempo que os corvos ficam na armadilha. Não se sabe há quanto tempo eles já estiveram na armadilha, nem quanto tempo eles ficaram confinados. O que está claro, no entanto, é que os pássaros estavam estressados ​​e desesperados para serem libertados”, completa a organização.

Leis estabelecem que as armadilhas devem ser verificadas “pelo menos uma vez por dia, em intervalos de não mais de 24 horas”. Entretanto, a Animal Aid alega também que a armadilha não foi inspecionada por quase 35 horas.

Um dos pássaros, frustrado, acabou chutando um prato de água inadequado para a sua hidratação e acabou ficando sem água por 24 horas.

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