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Veículo é flagrado em área de desova de tartaruga em praia de Maceió

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Biólogos do Instituto Biota de Conservação denunciaram, no último sábado (3), prática de crime ambiental na área costeira da praia do Mirante da Sereia, no Litoral Norte de Alagoas. Condutores foram flagrados trafegando com veículos na areia, justamente na região onde acontece a desova de tartarugas.

Imagens mostram claramente o automóvel Jeep, de cor branca e placa QLB 6860, de Maceió-AL, transitando pela área. As imagens revelam que pessoas estão próximas se divertindo em um dia ensolarado e fazendo uma espécie de piquenique.

A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma) confirmou que as equipes de fiscalização estavam em deslocamento, na manhã deste sábado, para tentar flagrar a irregularidade e autuar os possíveis condutores. Eles podem responder por crime ambiental.

Uma equipe de fiscais do Instituto do Meio Ambiente (IMA) também foi ao local e já identificou o carro e o responsável. Próximo à costa, há uma placa do órgão ambiental indicando que ali é proibido o tráfego de veículos motorizados.

O fiscal do IMA, Genival Pulcino da Silva, explicou que as equipes não conseguiram identificar o proprietário do veículo, mas vai aplicar uma multa de R$ 1.300 por desrespeito à norma de transitar em faixa de praia. O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) também será notificado e deve expedir outra multa a este automóvel.

A Resolução do Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram), nº 31, de 2016, dispõe sobre a proibição do tráfego de veículos motorizados nas áreas de praia na zona costeira alagoana. A medida serve para proteger a fauna e flora marinhas.

Fonte: Gazeta Web

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Rinocerontes ameaçados por caçadores vão para santuário de helicóptero

Há dez anos, o Ministério do Meio Ambiente e Turismo da Namíbia, juntamente com entidades assistenciais que atuam no país como a Save the Rhino, vem promovendo o transporte de cerca de 8 mil rinocerontes ameaçados para áreas de conservação.

Os transportes se dão por via terrestre, mas, se necessário, até mesmo, por helicópteros, já que os elefantes se encontram em regiões tribais remotas e de terrenos acidentados.

Os animais estão ameaçados devido à ação de caçadores. Os chifres dos animais são altamente cobiçados na Ásia por causa de suas supostas qualidades medicinais e afrodisíacas.

Ainda existem cinco espécies de rinocerontes no mundo – três das quais estão processo de extinção. E uma dessas três, o rinoceronte negro, tem o norte da Namíbia como seu habitat natural.

Fonte: BBC

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Antílope africano é protegido em área de conservação angolana

A localização e captura da palanca-negra gigante, em finais de julho de 2009, no Parque Nacional de Cangandala e na reserva do Luando, província de Malanje, constituiu uma das grandes realizações do Ministério do Ambiente no ano findo, já que a espécie era tida como desaparecida devido aos conflitos armados que assolaram o país.
As primeiras expedições para localização do antílope tiveram início em 2002, com o fim da guerra em Angola. Em 2004 realizaram-se outras operações de busca no mesmo parque nacional, com meios aéreos. Os especialistas tiveram inúmeros indícios da existência do animal, entre as quais amostras de fezes, que se confirmaram ser da palanca-negra gigante. Os peritos envolvidos na operação confirmaram, em 2005, por meio de imagens obtidas por câmaras automáticas, que o animal tinha sobrevivido.
Com as câmaras foram vistos oito exemplares, junto a uma salina natural. Constatou-se, depois, tratar-se da única manada. Devido aos riscos, o Ministério do Ambiente (com o apoio de cientistas internacionais) realizou uma última expedição, em 2009, que culminou com a captura de nove fêmeas e um macho, atualmente protegidos numa área de conservação, com 400 hectares, do Parque de Canganda, denominada “Santuário”.
No âmbito dos esforços para a conservação da espécie, o Ministério do Ambiente propõe-se a apresentar ao Governo uma iniciativa no sentido de transformar o Parque Nacional de Cangandala, habitat da palanca-negra, em unidade orçamental.
Foto: Reprodução/A Minha Sanzala




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Rinocerontes-brancos de zoo da República Tcheca serão soltos na natureza

Por Karina Ramos (da Redação)

Quatro rinocerontes-brancos raros do norte serão retirados de um zoológico da República Tcheca e serão soltos na natureza, em uma tentativa de salvar a espécie.

Dois rinocerontes machos, Sudan e Suni, e duas fêmeas, Najin e Fatu, serão levados do Zoológico Dvur Kralove para Nairobi (Quênia) neste sábado (19), segundo a porta-voz do zoológico, Jana Mysliveckova.

Os animais irão viver na área de conservação Kenyan Ol Pejeta. As autoridades do zoológico esperam que lá eles procriem com mais facilidade do que em cativeiro.

Outros quatro rinocerontes-brancos viviam no Parque Nacional Garamba, em Congo, mas não estão mais lá desde 2006. Eles eram os últimos rinocerontes-brancos do norte que viviam em área selvagem.

Apenas oito rinocerontes-brancos vivem em cativeiro – seis em Dvur Kralove e dois em San Diego.

O zoológico tcheco tem tradição em cuidar de rinocerontes-brancos desde a metade dos anos 70, quando os primeiros animais, dois machos e quatro fêmeas, chegaram da África.

O rinoceronte macho Sudan, de 36 anos de idade, era um deles. Quatro rinocerontes-brancos nasceram no zoológico, um evento que os funcionários do zoológico chamaram de “pequeno milagre”.

Mas Fatu, nascida em 29 de junho de 2000, que é filha de Najin, 20 anos, foi a última a nascer. E, apesar dos esforços, incluindo várias inseminações artificiais, mais nenhum rinoceronte-branco nasceu desde então.

“A situação para a espécie é absolutamente crítica”, declarou Jana Mysliveckova.

Três dos quatro rinocerontes tiveram que passar por uma redução de chifres para que não se machucassem durante o transporte aéreo. Espera-se que os chifres cresçam novamente.

Fatu tendo chifre cortado para facilitar seu transporte no avião
Fatu tendo chifre cortado para facilitar seu transporte no avião

A transferência não agradou a todos e a ONG “Safari Archa 2007” planejou um protesto na cidade regional de Hradec Kralove.

Roman Komeda, membro da organização, disse que o transporte representava “um grande risco” para os rinocerontes, que o plano era incompetente e que o propósito não fazia sentido, pois não havia outros rinocerontes-brancos no parque do Quênia. Segundo ele, rinocerontes-brancos somente poderiam se reproduzir com rinocerontes-brancos do sul. Ele também acrescentou que o grupo entrou com um pedido no tribunal para impedir a transferência.

Fonte: Animal Concerns

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