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Apavorado em abrigo, cão ganha lar temporário amoroso e os cuidados que precisava

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June Cash é uma cadelinha que foi entregue a um abrigo na Carolina do Norte, Estados Unidos, por seu ex-tutor. Ser abandonado por quem amava deixou o animal despedaçado. Ela não fazia ideia do motivo pelo qual seu tutor tinha levado ela para aquele lugar.

Além de arrasada, June estava completamente apavorada. Ela estava tão assustada, que até os novos sons e cheiros do abrigo a deixavam com medo. A cadela estava tão abalada que ela só ficava encolhida no canto do seu canil. Ela chegou a passar dias apenas olhando diretamente para uma parede. Até que finalmente alguém apareceu.

Tammy Graves, presidente e fundadora da instituição animal Haley Graves Foundation, foi no abrigo avaliar um resgate em parceria. Lá ela encontrou a pobre June na triste situação em que a cadela se encontrava, só deitada e arrasada. Ao ver aquela cena, Tammy sabia que tinha que ajudar June.

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A mulher postou uma foto de June Cash no Facebook. A imagem foi compartilhada mais de 130.000 vezes e muitas pessoas quiseram ajudar o triste cãozinho da foto.

June seguiu no abrigo, mas agora ela recebia visitas de voluntários da Haley Graves Foundation que apareciam para lhe fazer companhia. Até que finalmente chegou o dia em que June encontrou uma pessoa para lhe dar um lar temporário e pôde, enfim, deixar o abrigo.

No início June estava bastante assustada e com medo de sair de seu canil. Ela foi imediatamente levada ao veterinário, onde foi diagnosticada com um caso grave de vermes.

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June estava bastante nervosa, mas aos poucos foi entendendo que aquelas pessoas novas estavam fazendo de tudo para ajudá-la. Ela terá que aprender a confiar em humanos novamente, mas já está vendo que ainda existem pessoas realmente boas neste mundo.

A cadela agora está segura em seu lar temporário e segue fazendo progressos todos os dias. Ela só será colocada para adoção quando estiver 100% de saúde e depois de passar por uma avaliação comportamental. Por enquanto, ela está gostando de estar em um lar feliz e seguro, além de parecer estar adorando sua caminha e brinquedos novos. Esperamos que June melhore e logo encontre uma família que queira amá-la para sempre.

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Fonte: Portal do Dog

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Em Israel, macacos são criados para serem vendidos a laboratórios

Por Raquel Soldera (da Redação)

A fazenda Mazor, instalada em Moshav Mazor, Israel, é um elo na cadeia do comércio cruel no qual os macacos são removidos à força de seu ambiente natural e depois voam milhares de quilômetros em pequenas gaiolas, para serem usados em laboratórios. Esses animais são separados de seus grupos familiares, sendo que os filhotes são brutalmente separados de suas mães. A maioria desses macacos é capturada nas Ilhas Mauricio.

Imagem: InVitro
Imagem: InVitro

Mazor é uma fazenda de criação de macacos destinados a uso em laboratórios, cujo gerente considera que os macacos são “unidades de produção”, com o único objetivo de aumentar os lucros, por meio da venda das crias aos laboratórios. Para aumentar ainda mais a rentabilidade, os filhotes são separados de suas mães muito cedo, permitindo que estas fêmeas procriem novamente o quanto antes.

A separação forçada é traumática tanto para os filhotes quanto para as mães, que gritam e se agarram desesperadas nas barras de suas gaiolas, em uma vã tentativa de olhar para os seus filhotes. Os filhotes que são movidos para um local separado, por sua vez, olham para suas mães e exibem sinais de perigo grave. Nem todos esses animais vão sobreviver a esta transição difícil, alguns chegam a morrer.

Filhotes são separados das mães. (Imagem: InVitro)
Filhotes são separados das mães. (Imagem: InVitro)

Aqueles que sobrevivem têm o peito tatuado com um número de quatro dígitos de série e, em seguida, são vendido aos laboratórios na Europa, Estados Unidos e Israel. Todo ano, milhares desses filhotes de macacos apavorados são obrigados a percorrer grandes distâncias em gaiolas minúsculas a um destino longínquo, pior que a morte, que os espera. Cada um desses filhotes rende cerca de 3 mil dólares ao gerente do criadouro.

A grande maioria desses filhotes de macacos é vendida para laboratórios especializados em testes de toxicologia (envenenamento). Entre os clientes da Mazor estão Covance (na Alemanha), o centro sueco para estudos biológicos, bem como laboratórios no Reino Unido, Bélgica, Itália e Estados Unidos. Os macacos são alojados em condições miseráveis e passam por testes de toxicidade, onde lhes injetam ou são obrigados a comerem forçados alimentos com drogas e outros produtos químicos. A maioria dos animais morre durante esses testes, e aqueles que sobrevivem são mortos no final do experimento.

Imagem: InVitro
Imagem: InVitro

A maioria dos macacos vendidos aos laboratórios dentro de Israel sofre experimentos invasivos no cérebro. Essas experiências envolvem privação de água, imobilização em uma cadeira durante longos períodos, remoção cirúrgica da parte superior do crânio e implantação de equipamentos no crânio e no cérebro. Esses experimentos duram vários anos e, ao final, a maioria dos macacos será morta. Em casos raros, alguns macacos são liberados e autorizados a serem encaminhados para santuários. Isto é relativamente recente e deve-se, em grande parte, ao clamor público.

Assine a petição pedindo o fechamento de Mazor clicando aqui ou envie um e-mail para o Ministro da Proteção Ambiental de Israel, Gilad Ardan: sar@sviva.gov.il

Com informações de InVitro

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