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Prefeitura de Vilhena (RO) resgata corujas raramente encontradas na região

Seis filhotes de coruja da espécie suindara, conhecida popularmente como coruja-das-torres ou coruja-de-igreja, foram encontrados dentro de uma caixa d’água na área rural da cidade de Vilhena, em Rondônia. A espécie é considerada rara na região.

Foto: Reprodução/Rede Amazônica

As aves estão sob os cuidados do veterinário Luiz Gustavo, da Secretaria de Meio Ambiente. Elas foram encontradas após a caixa d’água ser levada para a cidade para manutenção. Quando o objeto foi aberto, os responsáveis pela limpeza se depararam com as duas ninhadas de corujas.

A suindara, quando adulta, é conhecida por ter um disco facial em forma de coração. De beleza exuberante, as corujas chamam atenção por onde passam. Os filhotes resgatados devem crescer até 35 centímetros. As informações são do portal G1.

De acordo com o biólogo Thiago Baldine, quando estiverem preparadas para a soltura, as corujas serão devolvidas à natureza.

Animais silvestres só devem ser resgatados se estiverem em situação de risco e o resgate só deve ser feito por equipe especializada. Ao encontrar animais precisando de ajuda, deve-se acionar o Corpo de Bombeiros ou a Polícia Militar Ambiental.


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Tubarão da espécie mais rápida do mundo aparece morto em praia de SC

Um tubarão da espécie anequim (Isurus oxyrinchus), conhecida por ser a mais rápida do mundo e por ter uma das mordidas mais fortes que existe, foi encontrado morto, nesta quarta-feira (6), em uma praia no município de Itapema, em Santa Catarina.

Foto: Reprodução / NSC Total

A aparição do anequim na costa catarinense é rara e, quando é registrada, segundo o professor Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Univali, é relacionada a animais juvenis. Na fase adulta, os anequins podem medir mais de três metros de comprimento. As informações são do portal NSC Total.

“São muito grandes e poderosos, muito fortes. É o tubarão mais rápido que existe e um dos que possui maior força na mordida, é da família do tubarão-branco”, diz Soto.

O professor explicou que esses animais costumam ser vítimas da pesca de espinhel de fundo, realizada longe da costa para captura de animais marinhos como atuns, meças e tubarões-azuis. A pesca somada ao fato de que o anequim tem poucos filhotes – dois, no máximo, a cada ninhada -, a espécie passou a ser considerada vulnerável.

O anequim seria observado por funcionários do Museu Oceanográfico, mas o corpo dele desapareceu. Não há informações sobre quem retirou o tubarão da praia.

Na terça-feira (4), um tubarão semelhante foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em Itapema enquanto se debatia na arrebentação. Ele foi devolvido ao mar. Não se sabe, no entanto, se é o mesmo animal encontrado morto no dia seguinte.

O museu orienta a população a entrar em contato com a própria fundação ao encontrar animais marinhos, mortos ou vivos, nas praias, pelo telefone (47) 992455218. Nesses casos, é possível também acionar a equipe do Projeto de Monitoramento de Praias (PMP) através do número 08006433341.


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Porcos-do-mato ameaçados de extinção aparecem em reserva no Paraná

Os moradores de uma área vizinha da Reserva Natural das Águas, em Antonina, no litoral do estado do Paraná, se depararam com uma visita bastante incomum. Pelo menos cinco queixadas — popularmente chamados de porcos-do-mato — foram flagrados na área de preservação ambiental. Os animais estão ameaçados de extinção e, por isso, a aparição é considerada rara. Eles apareceram na região na última quarta-feira (31) e foram registrados pelas câmeras de quem vive na região.

E o registro surpreendeu não só os vizinhos, mas também os pesquisadores da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) que mantêm a reserva. Eles acompanham os rastros dos porcos-do-mato desde 2013, quando começaram a aparecer, mas esta é a primeira vez que os animais são filmados — o que é considerado uma grande conquista em termos de preservação ambiental.

(Foto: Reprodução / Gazeta do Povo)

Para o biólogo Roberto Fusco, que coordena um projeto de monitoramento de grandes mamíferos na região, os esforços de recuperação da Mata Atlântica são os grandes responsáveis pela aparição dos mamíferos. “Com a redução da caça e dos esforços da reserva para recuperar as áreas degradadas — que antes era ocupada por búfalos —, eles provavelmente ficaram por ali por se sentirem seguros. Nos entornos da Serra do Mar, há algumas montanhas, então pode ser que estavam escondidos”, explica o pós-doutorando em Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pesquisador do Instituto de Pesquisas Cananeia (IPeC).

Uma característica dos queixadas é que, em áreas com grande densidade, é possível que os animais andem em grupos de até 150 membros. No vídeo gravado em Antonina, porém, não é possível mensurar a quantidade real dos animais que passeiam pela região. No entanto, com o projeto “Conservação de Grandes Mamíferos no Corredor da Serra do Mar”, desenvolvido pelo IpeC com o Instituto de Pesquisa da SPVS, a ideia é monitorar a presença dos animais para identificá-los com mais detalhes.

“Nós mapeamos as áreas de maior ocorrência dos animais e estamos com uma proposta de entender a partir deste mapeamento como está o aumento ou a redução destas populações ao longo do tempo. Não tivemos como identificar o sexo dos animais, porque isso só é possível com captura. No local exato do vídeo, as pessoas não tinham visto ainda os queixadas”, completa Costa.

Outras aparições

Recentemente, outra visita que chamou atenção na Serra do Mar foi a de um casal de onças-pintadas, filmado pela primeira vez por uma armadilha digital de pesquisadores na Área de Proteção Ambiental (APA) de Guaraqueçaba, no Litoral. Assim como os queixadas, a aparição das onças também é inusitada, e há 20 anos, a região não tinha um registro documentado do animal.

Fonte: Gazeta do Povo

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Aparição rara de duas espécies de golfinho é registrada no litoral do PR

A aparição rara de duas espécies de golfinho foi registrada por biólogos do Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná, em Paranaguá, litoral do Paraná. O local onde os animais foram vistos está localizado entre a Ilha do Mel e Superagui.

(Foto: Divulgação/Centro de Estudos do Mar da UFPR)

O grupo de golfinhos era composto por cerca de 50 animais. Eles foram monitorados pelos especialistas durante aproximadamente uma hora.

De acordo com o CEM, os golfinhos são das espécies golfinhos-pintados (Stenella frontalis) e golfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus). As informações são do portal G1.

Os animais chegaram ao litoral do Paraná, local no qual dificilmente são vistos, à procura de comida e atraídos por correntes frias, segundo os biólogos.

Os especialistas explicaram que a alimentação dos golfinhos é composta de pequenos peixes e de lulas. O CEM informou que realiza o monitoramento constante d golfinhos e de outros animais no litoral paranaense.

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