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Amor: cão apaixonado espera garota sair da escola todos os dias

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Reprodução / Uol

Um cão da raça golden retriever, chamado Ralph, espera todos os dias a estudante Elisa Ross Lee sair do colégio para receber um “olá” da menina. Seu tutor mora ao lado da escola onde Elisa estuda, em Los Angeles, Estados Unidos. Já Elisa, não só correspondeu o amor do cão, como o tornou famoso nas redes sociais.

As fotos dos encontros são tão fofas quanto a amizade dos dois. “Meu amigo distante e eu, separados. Um dia nos encontraremos”, disse Elisa em uma das fotos postadas no Instagram.

Reprodução / Instagram

A história ganhou repercussão também no Twitter na última quarta-feira (22):  “Esse é o Ralph, o cão que mora ao lado da minha escola e me espera todos os dias pelo meu ‘olá’ antes que eu saia”, disse.

Reprodução / Twitter

Alguns seguidores pediram que Elisa o adotasse e perguntaram se Ralph é bem cuidado, mas a estudante explica que ele tem uma boa vida. “Ele gosta de ficar vendo as crianças brincando já que seu tutor é idoso”, contou em um dos posts.

Elisa disse ainda que só descobriu o nome de seu amigo quando o viu passeando com seu tutor.  “Ele ficou tão feliz que começou a pular em mim”. O triste é que este é o último ano de Elisa no colégio, então logo Ralph não terá mais sua querida amiga para ver todos os dias.

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Homem apaixonado por gatos, mantinha 28 animais presos dentro da sua casa

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A diferença entre a paixão e o distúrbio mental é pequena. São muitas as pessoas que fazem loucuras por causa do amor. E esse parece ser o caso de Danilo de Freitas, que dizia ser apaixonado por gatos e tinha 28 deles presos em gaiolas, dentro da sua casa.

Danilo tem familiares no Caí mas vivia em Porto Alegre (RS). Há alguns meses mudou-se para o bairro Conceição e não demorou para que os vizinhos percebessem que havia algo de estranho com ele.

Logo espalhou-se, pela vizinhança, o relato de que ele tinha, dentro da sua pequena casa, 50 gatos presos em gaiolas. Foi notado, também, o desaparecimento de alguns gatos de vizinhos.

A ONG Vira Lata do Caí foi informada do caso e, munida de uma mandado de busca e apreensão, membros da ONG foram ao local acompanhadas de dois brigadianos e se depararam com uma cena deprimente.

Dentro da casa, havia 28 gatos presos em gaiolas. Quase todos em estado de saúde muito precário: extremamente magros e desidratados.

Apenas dois deles estavam gordos e saudáveis. Possivelmente porque teriam sido capturados e presos recentemente.

Danilo é um homem idoso, aparentando mais de 70 anos e não tinha recursos para comprar alimento suficiente para alimentar tantos animais. Ele tinha em casa uma ração barata (e pouco nutritiva) e, pelo estado em que se encontravam os animais, servia a eles quantidade muito reduzida do alimento. Também faltava água para os animais, que estavam muito desidratados. Grande parte deles sofre de infecção urinária ou nos ouvidos.

Apesar da inconformidade do proprietário da casa, todos os animais foram recolhidos e levados para o Caí, onde agora recebem cuidados dos membros da ONG e de veterinários ligados a ela. Quando estiverem reabilitados deverão ser oferecidos para adoção.

Danilo deverá responder, na justiça, pela prática de crime de maus-tratos a animais. Crime que prevê punição de três meses a quatro anos de prisão. Mas, se for primário e por ser idoso, ele poderá receber punição mais leve.

A ONG Vira Lata do Caí já atua há anos e provocou uma grande alteração no quadro do atendimento a animais em situação de abandono e doentes. Através da castração de cachorros e da sua doação a famílias, os cachorros em situação de rua – que eram muito comuns até alguns anos atrás – estão desaparecendo.

Como ajudar
A Vira Lata do Caí é uma associação formada por voluntários que doam seu tempo e dinheiro para ajudar animais carentes. São mais de 100 animais, em média, que vivem sob os cuidados deles e que consomem em torno de R$ 2.000,00 por mês em gastos.

Agora, são mais 28 gatos que estão com eles, sendo medicados e nutridos. Todos estão para doação, mas antes disso eles precisam de cuidados. A associação depende do auxílio da comunidade, através da doação de rações e medicamentos ou então ajuda financeira.

Fonte: Fato Novo

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Chef na Tailândia apaixonado por cães, alimenta 80 animais abandonados com sobras do restaurante

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Você provavelmente conhece alguém que alimenta cachorros em situação de abandono. Ou se não conhece, como você acha que eles sobrevivem todo os dias nas ruas? Existem sempre boas almas para isso. Mas neste caso, é uma que vale por 80.

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Há cinco anos, enquanto estava trabalhando em um restaurante na Tailândia, Michael Baines viu uma cadelinha farejando por todos os cantos em busca de comida. Como que tendo uma epifania, ele correu para ajudá-la e alimentá-la. E foi assim, dessa forma aparentemente simples, que tudo começou.

Baines é manager e chef de cozinha em um restaurante chamado Carrot, no distrito de Chon Buri, e decidiu começar um projeto de reaproveitamento das sobras das refeições servidas por lá. Assim criou o The Man That Rescues Dogs (O Homem Que Resgata Cachorros, em português), a organização e site onde conta seu dia a dia dedicado aos animais em situação de rua.

Todos os dias, Baines divide os cachorros em três grupos: os da manhã, que alimenta no caminho para o trabalho com as sobras da janta do dia anterior; o grupo da tarde, e mais um no caminho de volta para casa. Tudo com as sobras. Como não amar?

Ele já tem 9 cães, mas conta que se sente muito próximos de todos os 80, que esperam por ele todos os dias e o recompensam com lindas demonstrações de carinho! Fica aí a dica – e o exemplo maravilhoso – para quem trabalha ou é proprietário de restaurantes no Brasil.

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Fonte: Lorenzo Junqueira

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Vira-lata apaixonado escapa de táxi-dog a caminho da castração

Olívia recebeu visitas e carinho durante todo o dia ontem, mas seu olhar atento procurava por Xerife, que ainda não havia aparecido Foto: Alexandre Guzanshe
Olívia recebeu visitas e carinho durante todo o dia ontem, mas seu olhar atento procurava por Xerife, que ainda não havia aparecido
Foto: Alexandre Guzanshe

Depois da primeira noite dormindo em família – com a amada Olívia Palito e seus 10 filhotes, Xerife desapareceu. O cão vira-lata, que há mais de três meses montou vigília na porta de uma residência na Rua Turquesa, no Bairro Prado, à espera de viver junto à cadela, foi acolhido pela funcionária pública Tatiana Azeredo Coutinho Ferreira, tutora de Olívia, para estar de prontidão às 7h de ontem, quando seria levado por um táxi-dog. Ele seria encaminhado para adoção. Mas Xerife não chegou nem mesmo a conhecer o novo lar. Apanhado pelo táxi-dog na porta da casa onde Olívia mora desde fevereiro, para seguir a uma clínica no Bairro Cidade Nova, onde seria castrado, tomaria banho e faria teste de leishmaniose, o cão fugiu quando a motorista abriu a porta do veículo. A fuga impôs um novo capítulo à saga entre Xerife, também conhecido por Lord Voldemort (personagem de Harry Porter), e a cadela Olívia. Na casa da funcionária pública, a pergunta é: “Será realmente o destino do cão viver ao lado da ‘amada’?” A família ainda acredita que o vira-latas irá voltar e tenta achar uma solução para que os dois não mais se separem.

O desafio, até então, era lidar com o triângulo amoroso entre o casal e o cão Kurt Cobain – cachorro de 11 anos que também mora na casa de Tatiana e “morre de ciúmes” do rival Xerife. Além do mais, com a ninhada de 10 filhotes, Tatiana não via condições de abrigar mais um animal em casa. A funcionária pública conta que foram várias as tentativas de conseguir um lar adotivo, sem sucesso. “O que ele queria mesmo era ficar aqui. Sempre fica batendo a patinha no portão, pedindo para a gente abrir e faz festa quando vê Olívia. Mas já temos muitos cães”, justifica.

Agora, a angústia passou a ser outra. Na tarde de ontem, Tatiana e a mãe, a dentista aposentada Cleuza Azeredo Coutinho, de 69, tentavam imaginar onde estaria Xerife. “Para onde ele pode ter ido? Ele é um cão difícil, arredio. Quando a moça veio buscar, explicamos isso a ela. Agora, para voltar, vai ser difícil, porque vai ter que passar pelo Túnel (da Lagoinha) e pela Via Expressa”, conjecturou Cleuza. Pela manhã, Tatiana passou três horas percorrendo o Bairro Cidade Nova, na tentativa de encontrar Xerife, sem sucesso. “Vou voltar lá com Olívia, para ver se eles sentem o cheiro um do outro”, disse.

Tatiana mora em Brasília e vem para Belo Horizonte nos fins de semana. Está decidida de que, na viagem de volta, vai levar Kurt para o Distrito Federal. Nas entrelinhas, dá a deixa para que a mãe adote Xerife e ponha fim ao sofrimento do vira-lata, que vive à espera de Olívia na grade marrom da casa no Prado.

FUGA Essa não foi a primeira vez que Xerife fugiu, depois de ser retirado da porta da casa de Olívia. No bairro, a história já é conhecida e muita gente tentou levar o cão pra casa, mas ele se recusa. “Uma vez, levei ele para vacinar e o veterinário contou que umas seis pessoas já levaram ele à cliníca, na tentativa de adotá-lo, mas ele sempre fugia”, lembrou Tatiana. Na quarta-feira, ele escapou da coleira de um agente de endemias do Centro de Controle de Zoonoses da prefeitura, que foi ao local capturá-lo, depois de denúncias anônimas de que poderia atacar os pedestres. Dona Cleuza não esconde o carinho que tem pelo animal, mas explica a dificuldade em ficar com o bicho, por questões de saúde. “Não estou muito bem. Esse tanto de cachorro dá muito trabalho. Vamos ver se ele vai voltar”, deixa o assunto no ar.

As protetoras de animais que estavam intermediando a adoção de Xerife e os tratamentos na clínica no Bairro Cidade Nova também estão preocupadas com o futuro de Xerife. Uma delas, que preferiu não se identificar, disse temer pela situação em que o bicho se encontra. “No Prado, pelo menos, ele já conhecia o bairro, as pessoas. Agora está em um lugar estranho. Estamos angustiadas, porque não sabemos como e o quê ele está passando”, disse. As protetoras estão avaliando quais providências serão tomadas junto ao serviço de táxi-dog, contratado para buscar Xerife. “A motorista foi alertada de que ele era arisco e não se precaveu para evitar que ele fugisse. Foi uma irresponsabildiade”, avalia.

Fonte: EM

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