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Projetos sociais incentivam adoção de animais por apadrinhamento

Pixabay

Muitos apaixonados por cães gostariam de tê-los em casa, mas a falta de espaço, tempo, ou até mesmo a moradia podem impossibilitar a tão sonhada adoção. Pensando nisso, muitas instituições realizam apadrinhamento de animais.

No apadrinhamento, as pessoas podem escolher um ou dois animais para mantê-los com uma quantia mensal para ajudar na alimentação e medicação. A quantidade que é doada vária de acordo com as condições da pessoa e da ONG. Na DNA Animal, que atua no Paraná e é parceira do Instituto PremieRpet®, o projeto tem o nome de Cãofilhado. Atualmente, a ONG abriga 150 cães e 80 deles têm padrinhos.

Segundo a presidente da ONG, Andréa Barth, o projeto é crucial para o equilíbrio dos custos mensais “Vivemos 100% de doações. As despesas mensais são muito altas e fechamos todos os meses no vermelho. Com o projeto, temos um pouco de segurança em relação a certos custos”, explica.

Na DNA Animal, os padrinhos contribuem mensalmente com R$ 65. “A gente sugere esse valor, mas têm padrinhos que doam mais, tem pessoas que são padrinhos de mais de um animal. Quando a pessoa não tem condição de doar os R$ 65, nós oferecemos outros projetos ou indicamos que ela doe esporadicamente. Nós aceitamos todas as doações, mas não colocamos como padrinho para mantermos o controle”, finaliza.

Na DNA animal os padrinhos são informados sobre os cães, recebem fotos, vídeos e notícias sobre o dia a dia.

Na Associação de Proteção Animal Tânia Angiolucci (APATA), ONG parceira do Instituto PremieRpet®, atua na região de Osasco e Cajamar (SP), o apadrinhamento começou há pouco tempo.

Para a fundadora da APATA, o apadrinhamento é uma opção para os animais que estão há muito tempo na ONG. “Toda ajuda é bem-vinda. O apadrinhamento ajuda em tudo. Eu tenho uma ‘madrinha’ que deposita R$ 50 [mensais] para um gatinho e agora ela vai apadrinhar mais um. Isso me ajuda na ração, no anti-pulga, é um custo a menos”, explica a fundadora.

Segundo Tânia, as pessoas que estão comprometidas com a causa animal sempre ajudam com a quantia que podem, e isso faz diferença no final do mês. Na hora da adoção é necessário preencher um formulário antes de assumir o posto. Há uma aba no site da ONG chamada “apadrinhe”, onde o interessado coloca seus dados para que Tânia possa entrar em contato.

“O padrinho ou madrinha pode ajudar com uma contribuição mensal. Independente do valor, a ajuda é muito importante para continuar com o projeto”, finaliza.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

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vaca com colar de flores
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Governo do Rajastão incentiva o apadrinhamento de vacas

A Diretoria de Gopalan, no distrito indiano de Rajasthan emitiu uma carta a todos os oficiais do distrito pedindo que incentivem ONGs, assistentes sociais e toda a população a apadrinharem vacas em estado selvagem. E proclamou os feriados de 15 de agosto e 26 de janeiro, Dia da Independência e no Dia da República, respectivamente, como dias para a celebração das vacas.

vaca com colar de flores
Foto: Getty Images

“A ideia por trás da medida é proteger as vacas com a cooperação das pessoas. Aqueles que apadrinham ou adotam vacas e realizam atividades de bem-estar serão recebidos pelos oficiais distritais na ocasião do Dia da Independência e da República”, disse Vishram Meena, membro da Diretoria de Gopalan.

“A diretoria enviou uma carta a todos os coletores distritais em 28 de dezembro com detalhes da campanha pela proteção de vacas em estado selvagem. Há pessoas que apadrinham as vacas dos abrigos. Eles celebram seus aniversários, aniversários de casamento e tais ocasiões passando tempo com suas vacas apadrinhadas. Pedimos aos nossos oficiais para motivar tais iniciativas”, disse ele.

Após a verificação das alegações, os oficiais irão homenagear as pessoas que apadrinharem as vacas com um certificado em nível distrital, disse ele.

A ordem também menciona que quem quiser apadrinhar uma vaca pode depositar a quantia decidida pelo abrigo de vacas local e pode visitar as vacas a qualquer momento. Aqueles que querem adotar as vacas e mantê-las em suas casas também podem fazê-lo, acrescentou.

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Cão idoso e doente busca apadrinhamento para seguir com tratamento em Porto Alegre (RS)

Mara
marasantos1973@hotmail.com

Foto: Divulgação

Um cãozinho idoso e guerreiro foi resgatado com pneumonia, babesiose e forte anemia, em Porto Alegre (RS). Sem condições de arcar com tratamento e local para abrigá-lo, a protetora que o encontrou busca alguém para apadrinhar o cachorro antes que ele tenha que voltar doente para a rua.

Quem puder ajudar, entre em contato com Mara – (51) 99470 4870.

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Projeto cria apadrinhamento de animais que vivem nas ruas de Jundiaí (SP)

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Foto: Reprodução / Facebook Pracinha dos Dogs

O projeto “Pracinha dos Dogs” criou o apadrinhamento de cães que moram nas ruas de Jundiaí, em São Paulo, com o objetivo de ajudar os animais abandonados, dando-lhes ração, casinhas, vacinação e castração. A ação também promove a conscientização nas escolas do município sobre o abandono e os cuidados que os cães necessitam.

“Nesse novo sistema de ajuda aos animais, fiz parceria com duas clinicas veterinárias da cidade e vou abrindo novas parcerias nos bairros onde o índice de abandono é maior. Em um ano e meio, consegui castrar e atender mais de 660 animais”, contou Sara Penteado, responsável pelo projeto, ao Portal do Dog.

Sara vai todo mês até as casas dos padrinhos para recolher as doações e depois distribui aos cães. “Tomo esse cuidado para que todo mundo participe e saiba que para ajudar basta ter boa vontade e investir um pouco. Por meio dessas parcerias, os cães e gatos vão ter médico, casinhas com manutenção periódica e alimentação”, explica Sara.

Sara é a responsável pelo ‘Pracinha dos Dogs’. (Foto: Reprodução / Facebook Pracinha dos Dogs)

Além desta ação, o projeto também resgata animais abandonados e auxilia abrigos superlotados da cidade. Mas o “Pracinha dos Dogs” só existe graças às doações que recebem em eventos que promove em Jundiaí.

Por isso, quem tiver interesse em apadrinhar um animal ou fazer doações ao projeto, de remédios, ração, cobertores, ou casinhas, basta contatar Sara Penteado através do telefone: (11) 99660-9176.

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Abeac realiza campanha de apadrinhamento de animais

Por Karen Aguiar Belintani (em colaboração para a ANDA)

Divulgação
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A grave crise econômica que atinge o país nos últimos meses reflete de forma devastadora na situação econômica da Abeac. Muitos dos contribuintes cortaram o auxílio que prestavam à entidade, que sobrevive exclusivamente de doações de pessoas físicas, sem nenhuma ajuda do governo.

A redução das contribuições que estavam programadas pelo apadrinhamento dos cães comprometeu as contas da entidade e está colocando em risco até a alimentação dos cães. Nesta hora difícil a instituição conta com ajuda de todos. Qualquer contribuição – independente do valor – é importante.

São várias as formas de ajudar.

Apadrinhe um cãozinho

As contribuições fixas são fundamentais para que a Abeac mantenha o padrão de atendimento com alimentação, cuidados médicos, salário dos caseiros, manutenção do canil, entre outros.

Abra seu coração e seja um dos padrinhos da turma da Abeac. Quem não puder doar pode ajudar divulgando. Para apadrinhar, visite o blog  e escolha seu afilhado.

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Comitê permite apadrinhamento de animais de canil em Iracemápolis (SP)

Canil de Iracemápolis: projeto permitirá apadrinhamento de animais
Canil de Iracemápolis: projeto permitirá apadrinhamento de animais

Iniciado recentemente, o Comitê de Defesa e Proteção Animal de Iracemápolis (CDPAI) aprovou o “Projeto de Apadrinhamento”. A proposta consiste em permitir ao iracemapolense apadrinhar um animal que esteja no Canil Municipal “Francisco de Assis”.

De acordo com o CDPAI, o animal permanece no Canil, porém, seu padrinho ou madrinha poderá proporcionar a ele benefícios como exames complementares, banho e passeio. O padrinho também deverá se empenhar em conseguir um tutor para o animal.

Fonte: Gazeta de Limeira

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Centro de Recuperação de Animais Selvagens tem crias de coruja-do-mato para apadrinhamento

(Foto: Luciano Monferrari)
(Foto: Luciano Monferrari)

Como em anos anteriores o CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens, que está instalado em Gouveia, começa a receber por esta altura, as primeiras crias de coruja-do-mato, que estão disponíveis para apadrinhamento pelos interessados.

De entre as espécies de rapinas nocturnas, a coruja-do-mato é das primeiras a reproduzir-se e a colocar os ovos, (habitualmente entre Fevereiro e Junho), e consequentemente as crias desta espécie são das primeiras a nascer, em meados de Março. Actualmente o CERVAS conta já com 6 crias de coruja-do-mato que qualquer pessoas poderá apadrinhar e assim acompanhar todo o seu processo de recuperação e de crescimento. No final de todo o processo de recuperação, a pessoa que fizer o apadrinhamento, será convidado a devolver o animal à natureza.

O CERVAS é uma estrutura que pertence ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)/Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) e que se encontra actualmente sob a gestão da Associação ALDEIA (www.aldeia.org) com o apoio da ANA – Aeroportos de Portugal e outros parceiros. O Centro tem como objectivos detectar e solucionar diversos problemas associados à conservação e gestão das populações de animais selvagens e dos seus habitates. As principais linhas de acção do CERVAS são a recuperação de animais selvagens feridos ou debilitados, o apoio e/ou a realização de trabalhos de monitorização ecológica e sanitária das populações de animais selvagens, o apoio e fomento à aplicação do Programa Antídoto.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

 Fonte: A Guarda

 

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Cadela resgatada aguarda por adoção em Porto Alegre (RS)

Dani
danidentzuk@gmail.com

(Foto: divulgação)
(Foto: divulgação)

A cadela da foto foi encontrada em uma praça, em Porto Alegre, RS. A pessoa que a resgatou não tem condições de ficar com ela, pois já tutela aproximadamente 40 animais. Ela pede ajuda com apadrinhamento para auxiliar nas despesas da clínica ou alguém que possa oferecer lar temporário. A cachorra também estará disponível para adoção. Tem cerca de quatro meses. Quem puder ajudar pode entrar em contato com a Dani.

Contato: Dani, e-mail: danidentzuk@gmail.com

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Cadela da raça Pastor Alemão precisa de ajuda com tratamento

Lucas Casagrande
lucasagranders@hotmail.com

Uma cadela da raça Pastor Alemão, de oito anos de idade, nos últimos dois meses perdeu a interesse por se alimentar e começou a ficar desanimada. A cada dia a situação só piorava.

Seu tutor, apesar de ter uma condição carente, usou o dinheiro que tinha para chamar um veterinário que atendesse em domicilio, pois a cadela não sai de casa, e como ela é de grande porte é difícil leva-la à clínica. O médico a atendeu, mas afirmou não saber o que ela tinha e alegou que precisava fazer alguns exames, de sangue e um raio-X e cobrou por eles, mas nunca voltou com o resultado…

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

O tutor da cadela não possui recursos para chamar outro veterinário e ele tem muito medo de que ela possua uma doença grave, como câncer. A cadela passou a salivar muito nos último dias e vomita tudo que engole. Ele precisa urgentemente de pessoas que possam ajuda-lo de alguma forma a diagnosticar a cadela e ajudar no tratamento.

Quem puder ajudar, por favor entre em contato. Eles estão na Zona Norte de Porto Alegre (RS).

Contato: Lucas, tel: 51- 3344-5338 ou 51-8567-6490

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Centro de Recuperação promove campanha de apadrinhamento de animais em Olhão

Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa, localizado na Quinta de Marim, em Olhão, está a promover uma campanha de apadrinhamentos de animais em recuperação.

“Esta campanha pretende ser assim um meio de angariação de fundos para a manutenção e gestão deste centro. Visa também ser uma forma de divulgação e aproximação da população em geral ao trabalho desenvolvido pelos centros de recuperação de fauna selvagem”, sublinha o RIAS.

Ao apadrinhar um animal, os interessados terão a possibilidade de assistir à sua devolução à natureza (se tal for possível no final do processo de recuperação) e receber um certificado de apadrinhamento, podendo ainda solicitar informações e fotos do animal apadrinhado.

O contacto dos padrinhos será inserido na lista de divulgação do RIAS para que possam receber informações sobre outras atividades, tornando-se, desta forma, “um membro ativo na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal”, refere o centro.

Neste momento, existem várias espécies de animais em recuperação no RIAS, da águia-de-asa-redonda ao milhafre-preto, passando pela coruja-do-mato, coruja-das-torres, mocho-galego, peneireiro-vulgar, gaivota-de-patas-amarelas, cágado-mediterrânico, mocho-pequeno-de-orelhas, bufo-real, tartaranhão-caçador, gavião e açor, entre outras.

A contribuição pode ser feita com valores mínimos de 15 ou 25 euros, consoante a espécie, e o modelo de pagamento em cheque ou transferência bancária. Mais detalhes podem ser obtidos pelo endereço eletrónico rias.aldeia@gmail.com ou pelo contacto 927659313.

*Esta notícia é original de Portugal e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores portugueses

Fonte: Diárionline

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Duas cadelas muito unidas esperam pela chance de adoção conjunta, em Porto Alegre (RS)

Nosso Amigo Bixo
nossoamigobixo@gmail.com

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Jaqueline é a protetora da Laika e Diana.  São irmãs e amigas caninas inseparáveis que precisam de um único lar pois não conseguem viver uma longe da outra. A luta da Jaqueline é para encontrar um adotante que compreenda essa incrível amizade e dê a elas a chance de continuarem juntas em sua casa.

Essas duas gurias caninas tinham ‘tutor’ e moravam em uma casa com pátio. Quando seus ‘tutores’ se mudaram para um apartamento elas ficaram para trás. Elas são irmãs e companheiras. São dóceis, meigas, obedientes, educadas e ótimas companhias.

Gostam e convivem muito bem com crianças. São de porte médio para grande. Estão precisando de adotantes que lhe dêem muito carinho e possam oferecer espaço para brincarem. Sempre viveram juntas e uma não vive sem a outra, por isso precisam ser adotadas  pela mesma família e morarem na mesma casa.

Fica assegurada pela protetora a castração da Laika e da Diana.  Se o jeitinho dessas gurias caninas fez bater forte o seu coração, adote. Se não for possível nos ajude a encontrar um lar amoroso para elas. Se alguém desejar ser padrinho ou madrinha entre em contato. Se alguém desejar colaborar abrindo suas portas, servindo como lar temporário, será bem-vindo.

A Laika e a Diana precisam muito da nossa ajuda.

Sempre haverá um “queridobixo” admirável e amigo a sua espera. Para tê-lo basta disponibilizar seu coração. Adote essa ideia. Visite nosso Flickr.

Contato:  Marilu – Facebook

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Atores de TV vão apadrinhar araras no Inpa, em Manaus (AM)

Max Fercondini. Foto: Divulgação

Como parte das atividades do 8º Amazonas Filme Festival, os atores Max Fercondini e Carla Daniel, participam neste sábado (5), a partir das 15h, da ação ambiental, que acontecerá na Ilha da Tanimbuca, localizada no Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), onde serão nomeados respectivamente padrinho e madrinha.

Nesta edição, as araras serão alvo central da ação que visa promover a conservação da espécie e o ambiente em que vivem. Vale ressaltar que o animal escolhido para ser apadrinhado este ano é o símbolo do evento realizado pelo Governo do Estado do Amazonas, que já realizou ações ambientais com o Instituto em anos anteriores.

Para o ator e apresentador, Max Fercondini, a ação apresenta pontos bastante positivos. “Um festival de cinema puxar assuntos de extrema relevância como a conservação ambiental, é um belo exemplo para outros eventos. Chamar atenção para a conservação da espécie é uma iniciativa fantástica”, ressaltou.

Arara Vermelha

Conhecida popularmente como arara-piranga, arara-canga e arara vermelha, a ara macao vive em grupo de casais ou apenas com o parceiro (e com o filhote quando há cria). Possuem uma coloração característica, onde o vermelho predomina, mas há partes azuis e amarelas, tem bico branco e a face nua.

Para o veterinário do Inpa, Anselmo d’Affonseca, as araras assim como outras espécies de pássaros já desapareceram em algumas partes, por causa comércio e do desmatamento. “Em muitas partes da sua distribuição já desapareceram em função principalmente do desmatamento. Infelizmente, como a maioria dos psitacídeos (papagaios, araras, maritacas e periquitos), a espécie sofre com o comércio para uso como animal doméstico”, explicou.

Encontradas na América Central, Bolívia, Venezuela, região central e norte do Brasil, podem chegar a medir de 80 a 90 cm, pesando de 1 a 1,2 kg. São animais monógamos, ou seja, ficam com o mesmo parceiro por toda vida. Reproduzem durante o período seco, entre dezembro e março, em ocos de árvores entre 10 e 25m de altura, com madeiras relativamente macias ou em áreas escarpadas.

Sobre a reprodução da espécie, d´Affonseca relatou que geralmente só um sobrevive, acompanha os pais e posteriormente segue o ciclo monogâmico. “De 2 a 3 ovos são postos, mas em geral um único filhote sobrevive, e este acompanha os pais por alguns anos, antes de formar um novo casal”, disse.

Fonte: D24am

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