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Atriz Nicole Kidman adota gatinho durante a pandemia

Em busca de companhias, muitas pessoas decidiram adotar animais durante a pandemia do Covid-19. Uma famosa que faz parte desse grupo é a Nicole Kidman. Já cercada por diversos animais, a atriz optou por ter mais um gato e anunciou a novidade em seu perfil no Instagram na última terça-feira (22). “Conheçam o mais novo membro da nossa família peluda, Louis!”, expõe na legenda.

Fonte: revistamonet.globo.com

Na publicação, que já tem mais de 300 mil curtidas e 4 mil comentários, Nicole postou uma foto recebendo um beijo do amigo de quatro patas no nariz. Juntamente com a imagem, ela compartilhou um vídeo em que o bichano aparece deitado no sofá e é possível ouvir a voz dela ao fundo. “Louis, oi, bem-vindo. Nós te amamos, Louis”, diz Kidman, que se declara como uma amante de felinos.

Louis não é o único gato da celebridade. Nicole também tem Ginger e Snow. Mas o amor dela se estende a outras espécies. Em 2019, ela adotou um cachorro pela primeira vez. “Esperei minha vida inteira por isso”, comentou na época. Além desses, a atriz e seu marido, o cantor Keith Urban, têm uma fazenda na Austrália onde criam muitos outros animais, como galinhas. Em entrevista à revista You em 2019, ela contou que tem alpacas e peixes, mas acrescentou: “Realmente, sou fã de gatos”.

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Você é o Repórter

Nunca abandone seu melhor amigo

Marcelo Pereira da Costa
marcelo@publicnet.com.br

O abandono dos animais é um fenômeno cada vez mais em ascensão. As famílias gostam de ter o seu companheiro animal em casa porque cria um ambiente saudável e familiar, contudo ter um animal de companhia não traz só vantagens exige tempo, despender algum rendimento e também alguma dedicação, isto durante todo o ano e não apenas durante determinado tempo.

Assim, é na época das férias que se verifica o maior abandono animal, as famílias saem e não podem levar os seus animais e, em vez de procurarem alternativas como,
por exemplo, deixar com alguém conhecido ou num abrigo para animais temporariamente, optam pela solução mais fácil deixando-os ao abandono à mercê do destino. É um fato triste e cruel, mas real e cada vez mais comum.

As crises econômicas são outro fenômeno que amplia esta realidade; as famílias possuem menos recursos para fazer frente às suas despesas, e ter um animal de companhia pode não fazer grande peso no orçamento. Mas tudo o que é terciário são despesas a cortar e nestas alturas de apertar o cinto, ter um animal de companhia  torna-se quase um luxo.

É preciso formar a sociedade em que vivemos para que as pessoas estejam sensíveis e receptivas a mudar esta realidade, pois as instituições que acolhem os animais estão lotadas, não têm capacidade para ampliar as suas instalações, vivem de voluntariado, que escasseia cada vez mais e de donativos que também não abundam. Além disso, cada vez há mais animais ao abandono pelas ruas, mais das vezes portadores de doenças em decorrência da falta de tratamento que padecem e de se encontrarem vulneráveis aos vírus que se propagam, transformando-se assim estes num perigo para a saúde pública, o que afeta todos nós e dá má imagem às localidades onde o fenômeno se faz notar mais.

Esta é uma realidade que está nas mãos de cada um de nós mudar, basta um pequeno esforço, acolher um animal nos nossos lares, dar-lhes as condições para viver minimamente. Eles retribuem todo o carinho e dedicação que lhes é dado, e é fundamental não esquecermos a sua existência em altura alguma, fazendo planos sempre a contar com mais um membro na família, pois caso contrário o ciclo volta de novo ao inicio.

 

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Animal silvestre não é pet

Por Albert Lang
(Médico Veterinário, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária de SC)

Não há dúvidas de que cães e gatos são os “reis do pedaço”. Há anos, eles frequentam nossas casas, dormem em nossos sofás, roem nossos móveis. Há séculos, são cruzadas diversas raças, aperfeiçoadas as técnicas de criação e os alimentos passaram a ser mais balanceados, aumentando sua expectativa e qualidade de vida. Eles nos alegram, divertem, interagem conosco. Dão-nos carinho, alegria, fazem-nos felizes.

Nos dias atuais – apesar de a prática já existir há muito tempo –, os animais silvestres e exóticos também se tornaram animais de estimação. Existe uma forte tendência em criá-los dentro de casa, seja por ser novidade, modismo ou hobby. Tal realidade é triste, visto a grande quantidade de cães e gatos abandonados, que sofrem maus-tratos, são assassinados. Há carência da fiscalização da legislação e do exercício da educação e da cidadania. Se cães e gatos não estão sendo bem cuidados, por que os animais silvestres estão sendo tirados da natureza, prejudicando a fauna nativa e ameaçando-os cada vez mais de extinção?

A grande maioria destes animais silvestres em residências é proveniente do tráfico. Ter um animal silvestre sem origem legal, retirado da natureza, significa que ele foi “arrancado” do seu habitat natural ou é oriundo de cativeiros ilegais. Isto é crime! A Lei de Crimes Ambientais proíbe a utilização, perseguição, destruição de caça de animais silvestres e prevê pena de prisão de seis meses a um ano, além de multa, para quem a desrespeitar. Outro fator de suma relevância é o risco das zoonoses, como clamidiose, herpesvirus, raiva, malária, febre amarela.

Urge a necessidade do olhar dos gestores públicos para um real exercício e aplicação das leis que protegem estes animais, como a Lei 5.197/67 (Lei de Proteção à Fauna); Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais) e, se necessário, a criação de novas leis. Urge a necessidade de uma maior conscientização de todos de que a melhor maneira de observarmos, admirarmos, curtirmos estes animais é na própria natureza, onde são soberanos e livres.

Vamos ajudar a castrar cães e gatos errantes e abandonados. Vamos ajudar a conscientizar e educar a população sobre guarda responsável. Vamos denunciar o comércio ilegal de animais silvestres. Preservando nossos animais estaremos nos preservando. Pense nisto.

Fonte: Click RBS

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Luto pela morte de um animal pode ser semelhante ao da perda de um ente querido

Estudiosos da mente humana constataram que a perda de um animal de estimação traz consequências muito parecidas com as provocadas pela perda de um ente querido em nossa vida.

Muitas vezes, para algumas pessoas, um animal pode se constituir numa forte referência de amor incondicional.

O processo de luto costuma ser mais demorado quando o animal vivia com pessoas solitárias, idosos ou casais sem filhos.

Na realidade, para psicanalistas, os animais de estimação não são apenas o que são, mas aquilo que representam para nós.

Dentro dessa visão, um animalzinho pode ser colocado no “lugar psíquico” de um amigo, filho ou companheiro.

Comparecendo à sala de espera de um veterinário, pode-se observar como a maioria dos tutores de animais se referem a eles como se fossem seus filhos.

A dor pela morte de um animal de estimação é verdadeira, portanto deve ser respeitada e não banalizada.

Muitos assim o fazem com comentários do tipo: “Era só um animal”; “sofrer assim, por causa de um cachorro?;” “ainda bem que não foi alguém da sua família, foi só um bicho”.

Pessoas que passaram por essa situação podem avaliar como é difícil lidar com a tristeza, o choro, a ausência de prazer nas atividades cotidianas, que se seguem após a morte de um animal, com o qual se tinha um vínculo afetivo.

Como em qualquer processo de luto, é necessário tempo para elaborar os sentimentos de raiva, revolta, culpa ou vazio, que são aflorados com toda intensidade.

A dor pela morte é sempre muito dolorosa, mesmo quando esperada. Portanto, é necessário ter alguém com quem se possa contar nesses momentos.

Nos Estados Unidos, grupos sem fim lucrativos, como a American Pet Loss, são especializados em dar apoio psicológico às pessoas que perderam seus pets.

Trata-se de um serviço muito importante, já que o sofrimento pela perda de um animal, tanto quanto o que decorre da morte de um ente querido, pode trazer sérias consequências quando não trabalhado.

O que a pessoa, que se encontra tão fragilizada, pode fazer nesse momento?

Uma das coisas é procurar alguém capaz de escutar com atenção, paciência e sensibilidade, sem julgar ou criticar.

É necessário também que esse alguém não force a conversa numa única direção, sabendo tolerar as oscilações dos sentimentos que surgem.

Não ter vergonha de abrir o coração e expor as emoções colabora, e muito, para que a pessoa possa ser ajudada.

Geralmente, o processo de luto leva mais tempo do que ela gostaria para ser atravessado.

Aos poucos, porém, a imagem daquele que partiu (e isso vale para o luto de pessoas ou de animais de estimação) passa a ser reintegrada.

As lembranças, expectativas, culpas e vivências vão sendo reconstruídas na rede simbólica, dando condições de retornar à vida.

Se, no entanto, a tristeza persistir e a falta de motivação para viver se prolongar, não se deve ter medo de buscar ajuda profissional.

Fonte: Gazeta de Piracicaba

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Família mantinha crocodilo-anão como animal de estimação nos EUA

Agentes de um órgão ambiental do estado do Arizona (EUA) apreenderam na semana passada um crocodilo-anão de mais de 1 metro de comprimento que uma família mantinha como animal de estimação na cidade de Phoenix, segundo reportagem da emissora de TV “CBS 5”.

O crocodilo-anão foi apreendido em Phoenix. (Foto: Reprodução/CBS 5)

Vizinhos disseram que não tinham ideia de que o animal estivesse morando tão perto de suas casas. Em entrevista à “CBS 5”, Amanda Gray disse que ficou chocada ao saber da apreensão do réptil, já que há muitas crianças vivendo no bairro.

Segundo Russ Johnson, da Sociedade Herpetológica de Phoenix, são apreendidos entre 30 e 50 animais exóticos por ano no estado. Ele destacou que é perigoso manter um crocodilo como animal de estimação, pois ele se torna incontrolável quando atinge um determinado tamanho.

Fonte: G1

Nota da Redação: Um animal silvestre, seja “ameaçador” ou não à segurança das pessoas, não deve ser retirado de seu habitat para viver confinado em cativeiro. Manter um crocodilo confinado é tão cruel quanto manter uma tartaruga ou uma ave. O critério da segurança não é legítimo para se permitir ou não a criação de animais silvestres. Os direitos à vida e à liberdade intrínsecos a cada animal devem prevalecer e se fazer valer, acima de qualquer outro.

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Projeto regula guarda de animal de estimação em caso de divórcio

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7196/10, do deputado Márcio França (PSB-SP), que regulamenta a guarda de animais de estimação em caso de separação judicial ou divórcio sem acordo entre as partes.

De acordo com a proposta, a guarda fica assegurada a quem comprovar ser o legítimo tutor do animal, por meio de documento considerado válido por um juiz. Na falta desse registro, a guarda é concedida a quem demonstrar maior capacidade para cuidar do animal. Esse é o tipo de guarda chamada unilateral.

No entanto, caso ambas as partes comprovem que podem oferecer um ambiente adequado para o animal, a guarda pode ser compartilhada entre o antigo casal. Nessa hipótese, o juiz deverá estabelecer, em cada caso, as atribuições de cada pessoa no cuidado com o bicho e os períodos de convivência com o animal.

Animal como objeto

Márcio França argumenta que, em muitos casos, os que animais de estimação são criados como filhos pelos casais. Ele ressalta que, com o fim do casamento ou da união estável sem acordo entre as partes, o animal é incluído no grupo de bens a serem partilhados pelo Poder Judiciário.

“Infelizmente, a atual legislação considera o animal como objeto, o que dificulta o acordo na disputa judicial”, afirma o deputado. O objetivo da proposta, segundo ele, é “estabelecer critérios objetivos, em que o juiz deve se basear para decidir sobre a guarda do animal”.

Fiscalização do ex-cônjuge

O projeto prevê ainda que, no caso de guarda unilateral, a parte que não tenha a responsabilidade pelo cuidado do animal poderá visitá-lo. O ex-cônjuge também terá o direito de fiscalizar a outra parte, podendo comunicar ao juiz os casos de descumprimento do acordo.

A proposta também determina que nenhuma das duas pessoas poderá, sem a aprovação da outra, realizar cruzamento do animal ou vender o bicho de estimação ou seus filhotes.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo de tramitação o que significa que não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário, será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: 24 Horas News


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Convívio com animais de estimação melhora sistema imunológico e reduz nível de estresse

Convívio com cães e gatos  melhora sistema imunológico de adultos e crianças, além de reduzir os níveis de estresse. Os benefícios da presença de um animal de estimação em casa não se restringem às alegrias que o pet proporciona a toda família. Esta convivência também pode contribuir, além do bem-estar psicológico, na prevenção e no auxílio ao tratamento de várias patologias.

Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação. Entre algumas das observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado.

Este mapeamento foi encomendado com o objetivo de trazer a público uma série de informações relevantes e pouco conhecidas sobre enormes benefícios sociais, psicológicos e até físicos na relação ser humano e animal de estimação.

Reforço na defesa do organismo – De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana.

Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E – um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, acrescenta. Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de conviver com um cão. Porém, muitos pais desconhecem estes benefícios.

Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.

Benefícios ao coração – Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em tutores de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a tutela de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente.

Já no controle de hipertensão arterial, os estudos apontam benefícios também neste sentido. Profissionais que viviam em condições de estresse, faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os tutores de cães. “Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não conviviam com os animais”, acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets.

Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: os pesquisadores da USP citam que a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão. “Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo”, confirma Maria. Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas menores de saúde, em relação a pessoas sem animais.

Fonte: Portal Segs

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Fama de Paul faz com que indianos procurem polvos de estimação

O sucesso do polvo Paul durante a Copa do Mundo da África do Sul teve efeito imediato na Índia, onde multiplicaram os pedidos – que não podem ser atendidos – para adquirir moluscos como animais de estimação e até para “adivinhar o futuro”.

Foto: AFP

“Na Índia, agora, as pessoas estão atrás dos polvos como loucos”, disse Kaushik Saha, um encarregado da cadeia de lojas de animais de estimação Unique Pet Shop, que conta com estabelecimentos em várias cidades do país asiático.

Segundo Saha, muitos clientes sabem mais sobre os polvos, conhecem seu habitat, suas necessidades, cuidados e alimentação. “Antes da Copa, ninguém tinha nem ideia”, disse.

Em sua loja de Nova Délhi – que fica a cerca de mil quilômetros do mar e tem temperaturas altíssimas no verão -, Saha recebe diariamente uma média de oito interessados. Ele conta que a euforia repentina pelos polvos é comum a todos os seus estabelecimentos no país.

Os funcionários passam horas explicando aos interessados que “não é possível encontrar polvos na Índia”, e que estes animais “não são tão fáceis de cuidar”, disse à Efe Sudhir Sharma, da loja Pet Land.

Graças aos acertos nos prognósticos dos resultados do Mundial, o polvo Paul se tornou a principal atração do torneio para milhões de indianos, supersticiosos e pouco ligados às regras do futebol.

Fonte: Terra

Nota da Redação: Mais uma situação em que o alvoroço da mídia, sem críticas, sobre um animal explorado gera o frenesi da população. As pessoas não se lembram da vida do animal, não respeitam seus sentimentos e hábitos e acreditam que podem “adquiri-los” , levá-los para onde quiserem e fazer com eles o que quiserem, como objetos que se acumulam por impulso e capricho.

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Formas de identificar e tratar alergias em cães e gatos

Quando um animal de estimação arranha, morde ou mastiga excessivamente é bem possível que esteja sofrendo de uma alergia. A causa da alergia, denominada alérgeno, poderia ser, virtualmente, qualquer coisa no ambiente de um animal de estimação. Em alguns casos, um animal altamente alérgico pode ter diversas alergias simultaneamente. A identificação da causa da alergia requer um trabalho conjunto do tutor do animal e do veterinário. O mesmo trabalho conjunto é necessário para controlar a alergia.

A alergia mais comum em cães e gatos é a causada por mordida de pulga. Ela ocorre quando um cão ou gato é exposto à saliva da pulga na hora da mordida. Controlar as pulgas no ambiente de um animal de estimação é o tratamento óbvio para a alergia causada por mordida de pulga. Para fazer isto, tanto o animal quanto seu ambiente devem ser tratados. Coleiras anti-pulgas proporcionam um pequeno alívio. Todavia, alguns animais de estimação são alérgicos a coleiras. Pós, sprays, xampus e banhos contra pulgas podem ajudar a livrá-los do parasita.

As instruções contidas nos rótulos devem ser sempre seguidas. O uso excessivo de qualquer destes produtos pode ser perigoso para o animal de estimação. Freqüentemente, um veterinário prescreve medicamentos que matam as pulgas ou rompem o ciclo de vida do parasita.

Para aplicar o produto em gatos, é importante conferir no rótulo se o produto é seguro para gatos. Alguns produtos são seguros para cães mas tóxicos para gatos.

Como as pulgas passam a maior parte do ciclo de vida fora de um cão ou gato, as áreas ao ar livre comuns a pulgas e animais de estimação devem ser tratadas com sprays ou nebulizadores. O combate à infestação de pulgas dentro da casa requer limpeza e aspiração do pó. Um exterminador profissional pode ser necessário para combater infestações pesadas.

Além das pulgas, os cães e gatos podem ser alérgicos a outros parasitas e reagir da mesma forma à mordida do carrapato, por exemplo. 

As alergias de contato são causadas pelo contato físico do bicho com uma substância nociva. As áreas de pelos finos ou sem pelos são usualmente afetadas. Alguns animais podem ser alérgicos a comedouros de plástico. No caso de certas plantas ou áreas geográficas, as alergias inalantes ou de contato podem ser sazonais.

A identificação da substância nociva é de importância crucial para o controle das alergias inalantes e de contato. Se ela for identificada, todos os esforços deverão ser feitos no sentido de eliminá-la do ambiente do animal. Um veterinário poderá recomendar o tratamento apropriado para lesões de pele e para ajudar a aliviar a coceira.

Embora alguns bichos desenvolvam alergias a alimentos, isto é raro e resulta de uma reação imune anormal a um ingrediente presente em alimentos próprios para animais. Geralmente aparecem como problemas de pele ou distúrbios gastrintestinais. Todavia, uma variedade de doenças apresenta sinais semelhantes. Conseqüentemente, outras causas devem ser excluídas antes de culpar a dieta pela alergia e trocá-la por outra.

A maioria dos animais de estimação afetados foi alimentada com o mesmo alimento durante um período de meses ou anos. A alergia se desenvolve no decorrer do tempo, com a exposição ao mesmo ingrediente, geralmente proteínas, mas mudar de um alimento para outro não é a solução porque muitas destas dietas contêm ingredientes semelhantes e nenhuma fonte de alimento é completamente não-alergênica. Os únicos alimentos passíveis de serem considerados hipoalergênicos são aqueles que um animal de estimação nunca comeu. Para ser hipoalergênica, uma dieta deve conter proteínas que foram decompostas o suficiente para não serem reconhecidas pelo o sistema imunológico.

No caso de suspeita de uma alergia alimentar, um veterinário provavelmente recomendará uma “dieta experimental de eliminação” para ter certeza de que a referida dieta é a causa da alergia e identificar o ingrediente ao qual o animal é alérgico.

Se um animal de estimação estiver sob uma “dieta experimental de eliminação” a fim de isolar o ingrediente nocivo, o tutor e todas as pessoas de seu convívio enfrentarão o desafio de manter o animal em sua dieta especial. Isto significa não deixá-lo mastigar couro cru, snacks, sobras de comida ou o alimento de um outro animal.

Uma vez identificado o ingrediente ao qual um animal de estimação é alérgico, uma dieta apropriada poderá ser recomendada. Novamente, o desafio é manter o animal exclusivamente na dieta prescrita sem oferecer nada mais.

No caso de qualquer alergia, uma vez feito um diagnóstico tentativo, pode-se experimentar um tratamento. O objetivo do tratamento é controlar os sintomas evitando a causa da alergia. Se isto não for possível, a administração de medicamentos ou de uma série de injeções poderá ser benéfica.

Uma Consideração Final

A identificação de um alérgeno pode ser um processo complexo que requer tempo e paciência. A recompensa de um tratamento bem sucedido consiste em proporcionar uma vida mais confortável ao animal de estimação afetado.

Fonte: Dep Rio


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Você é o Repórter

Projeto Castração de Animais Domésticos em Porto Alegre (RS)

Márcio Bueno
marcio@musicatri.com.br

Mais uma oportunidade para castrar seu bichinho de estimação ou apadrinhar a castração de um animal de rua, evitando o abandono e o sofrimento de animais inocentes.

Data: 30/05/2010 (Domingo)

Tabela de valores:

Felinos (M/F)
R$ 40,00

Caninos (M/F)
R$ 60,00 (até 10 kg)
R$ 80,00 (de 10 a 20 kg)
R$ 95,00 (de 20 a 30 kg)
R$ 150,00 (acima de 30 kg, sem limite)

Agende pelo fone (51) 8437-3760 ou pelo e-mail projetocastracao@yahoo.com.br

FICHA PARA AGENDAMENTO:

Nome completo:

Telefone p/ contato:

Canino/Felino:
Sexo:
Nome do animal:
Idade(aproximada):
Peso (aproximado. Só para caninos):

Projeto  Castração de  Animais Domésticos

www.pcad.com.br

Não basta ter compaixão… é preciso agir!

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Home [Destaque N2], Notícias

A atriz Megan Fox revela seu amor pelos porcos

Por Giovanna Chinellato (da Redação)

É difícil de acreditar que há menos de uma década Megan Fox era apenas mais uma pequena jovem esperançosa em Hollywood. Agora, é uma modelo e atriz extremamente popular e repleta de fãs. E essa estrela tem um pequeno segredo: Megan Fox tem um companheirinho incomum, um porco.

Megan Fox e Piggy Smalls (Foto: Examiner)

“Antes de ter nosso porquinho, eu comia carne de porco, e agora eu não consigo… é triste pensar que eles são mortos para serem transformados em lanches e bacon. Eles podem não ser pessoas, mas entendem e sentem como nós”, disse Megan Fox.

O porco de Megan chama-se Piggy Smalls. A estrela descreve-o como amável e inteligente, e que costuma brincar com os cãezinhos em sua casa. Depois de levá-lo para casa, ela parou de comer carne de porco, e agora vê que esses animais são muito mais do que um pedaço de bife suíno na mesa.

Embora Piggy Smalls seja um companheiro especial para Megan Fox, ele não é o único. Ela tem muitos outros peludinhos, admitiu já ter tido mais de doze de uma vez. Agora, reduziu a seis.

Você não precisa ter uma vaca, ou um porco, ou uma galinha, para saber que animais são seres sencientes, que sentem e sofrem como nós. Ajude a acabar com o sofrimento diário de tantos animais, mudando os seus hábitos de consumo. Não compre qualquer produto de origem animal. Os animais agradecem.

Com informações de Examiner

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Universidade de Guarulhos promove feira de adoção de animais em SP

No próximo domingo (21), o curso de Medicina Veterinária da UnG, a ONG Deixe Viver e o Internacional Shopping de Guarulhos (SP) promovem a 3.ª edição da Feira de Adoção de Cães e Gatos. O evento acontecerá das 13h às 18h, no centro de compras (Rod. Presidente Dutra, km 230, Guarulhos).

Imagem: Reprodução/PE 360º

Os interessados em adotar um animal de estimação devem comparecer ao local munidos de originais e cópia simples do RG, CPF e comprovante de residência. O único pré-requisito é ter idade superior a 18 anos. Não há custo.

Fonte: Planeta Universitário

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