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Estudo indica que gatos são animais mais sociáveis do que pensávamos

Apesar da fama de independentes e antissociais, gatos valorizam mais a interação com os humanos do que imaginávamos. É isso que defende um estudo recente, publicado na revista “Behavioural Processes“, o qual mostra que esses animais preferem o contato com humanos dentre outros estímulos como comida, cheiros e brinquedos.

Três gatos preto na neve
Gatos são animais mais sociáveis do que pensávamos, afirma estudo (Foto: Reuters/Maxim Shemetov)

Dentro de quatro opções, os gatos analisados na pesquisa foram expostos a três estímulos diferentes: comida, interação social com seres humanos, brinquedo e cheiro.

O tempo gasto com cada estímulo foi registrado. A conclusão foi que cada gato variava suas opções, mas a maioria preferiu o estímulo que havia contato com humanos, sendo comida a segunda opção.

“Ainda é comum a crença de que os gatos não são especialmente sociáveis ou treináveis. Isso deve se dever, em parte, a uma falta de conhecimento sobre quais estímulos os gatos preferem e portanto estariam mais dispostos a trabalhar por eles”, afirma o estudo.

Gato em banheira fazendo tratamento em spa
A maioria dos gatos analisados escolheram o contato humano como primeira opção (Foto: Yi-ting Chung/Reuters)

Dentre os 50 gatos analisados, 5 não conseguiram terminar a pesquisa por conta de comportamento nervoso e outros 6 não quiseram interagir com nenhum dos estímulos.

Contudo, apesar disso, os estudiosos afirmam que a pesquisa serviu para mostrar que esses animais são mais sociáveis do que imaginávamos, valorizando a interação com humanos. “Apesar de ser comum a ideia de que gatos preferem solidão a interação social, os dados desse estudo indicam o contrário”, concluem os pesquisadores.

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Referendo de iniciativa popular poderá determinar advogados para animais na Suíça


Pastora branca com filhote  Foto: sem crédito
Pastora branca com filhote Foto: sem crédito


A Suíça realiza, em março, um referendo sobre a proposta de que cada cantão do país seja obrigado a indicar um advogado para proteger animais domésticos de abusos – sejam eles bichos de estimação ou criados em fazendas. Recentemente o país mudou sua Constituição para garantir a proteção da “dignidade” da fauna e aprovou lei, no ano passado, estabelecendo os direitos de criaturas como canários, porquinhos-da-índia e peixinhos dourados.

“Os seres humanos acusados de crueldade contra os animais podem contratar um advogado ou ter um indicado para eles, mas os animais não podem”, disse o advogado Antoine Goetschel, segundo o jornal britânico The Sunday Times. Em 2007, o cantão de Zurique indicou Goetschel como “defensor dos animais” em uma experiência cujo sucesso encorajou grupos de defesa dos animais a organizarem uma campanha para o referendo. O Sunday Times afirmou que o grupo recolheu mais do que as 100 mil assinaturas necessárias para a realização da consulta popular a nível nacional.

Mas governo e fazendeiros são contrários à proposta, por temerem a adoção de normas mais rigorosas se a moção for aprovada no dia 7 de março. Na semana passada, foi organizada uma comissão chamada “Não à Iniciativa para Advogados Inúteis para Animais”.

De acordo com reportagem do Sunday Times, a lei para proteger aminais domesticados prevê que “animais sociáveis” como canários e porquinhos-da-índia não sejam criados sozinhos.

Tanques com peixinhos dourados não podem ter todas as suas faces de material transparente porque o peixe precisa de abrigo. As pessoas que quiserem ter cachorro têm que fazer um curso de quatro horas sobre os cuidados com bichos de estimação antes de responsabilizarem-se por um animal.

Fonte: O Globo



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