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Tatu entra em casa nos EUA e curte a piscina enquanto os moradores viajam

Os animais selvagens já perceberam que podem se aproveitar de várias coisas criadas pelos seres humanos. Um esquilo, por exemplo, entrou em uma loja de doces na Disney para roubar um pacote de amendoim. Por que procurar na natureza se é mais fácil pegar o alimento pronto, não é mesmo? Dessa vez, um tatu resolveu agir de modo parecido para se aproveitar das regalias.

Reprodução

Esse animalzinho entrou em uma casa próxima da região onde vive no Texas, Estados Unidos, e curtiu bastante a piscina que havia lá dentro. A façanha só foi possível porque a residência estava vazia. O proprietário, Kristy West, viajava com sua família na época. Era o momento perfeito para esse esperto tatu.

Assim que entrou, o bicho não perdeu tempo e deitou em uma boia de piscina. No entanto, seu momento de relaxamento durou pouco, pois foi encontrado pela irmã de West. Kristy havia pedido a ela para dar uma olhada na casa, e dessa forma flagrou o animal.

Com o auxílio de um rodo, a irmã puxou a boia até a borda da piscina e a retirou na água. Ela movimentou o objeto para forçar o tatu sair, que se mostrava despreocupado com a situação. O bichinho não parecia estar muito a fim de sair da casa e nem abandonar a piscina, então foi necessário empurrá-lo e guiá-lo com o rodo. Ao chegar à grama, cavou um túnel e voltou para a natureza.

Antes de expulsá-lo, a irmã registrou toda a situação e enviou à sua sobrinha. “Ela me mostrou as fotos. Eu fiquei surpreso, mas achei incrível e muito engraçado. Nós rimos muito com a situação”, disse Kristy em entrevista ao site americano The Dodo. Retornando de viagem, as imagens foram publicadas no Facebook.

O dono da casa também foi questionado sobre o que pretende fazer caso o tatu apareça novamente. “Eu provavelmente vou deixar ele relaxando lá na piscina e ver se ele consegue sair sozinho. Mas nós ainda estamos tentando entender como ele conseguiu subir na boia daquele jeito”, comentou.

Fonte: Canal do Pet – iG

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Estratégias podem ajudar cães a superar separação de tutores

Deixar uma peça de roupa usada ajuda a amenizar a saudade dos animais | Foto: Ilustração Rodrigo Fortes

As filhas de Denise chegaram à casa dos 20 anos e ficarão alguns meses fora do Brasil. Nos encontramos em uma festa de aniversário e a pergunta foi inevitável: o que faremos para Annie não sentir falta das meninas?

Annie é uma cadela da raça spitz de três anos. Dorme e vive colada nas irmãs. Alguém acha mesmo possível que a cadela não sinta falta delas? O único caminho é começar a preparar a pequena, pensando em reduzir o impacto da separação.

Por quê? Nós fazemos tudo errado, começando pelo dia que escolhemos para levar o filhote para casa. Em geral, a adoção ocorre nas férias ou em um final de semana prolongado. Aí dedicamos todo nosso tempo à pequena criatura. A folga termina, saímos cedo para o trabalho e queremos que o cão entenda. Entender o quê? É natural que sozinho, carente e sem ocupação, ele passe a latir, fazer xixi no lugar errado, destruir móveis, parar de comer. A velha ansiedade de separação, em todas as suas formas.

No caso de Annie, o primeiro passo é fazê-la, desde já, dormir com Denise e o marido ou arrumar para ela um cantinho da casa. De preferência um em que ela tenha tirado, em algum momento, um cochilo durante o dia.

A segunda providência é deixar Annie só algumas horas do dia, se isso ainda não ocorre. A terceira: transferir das meninas para outra pessoa da casa as tarefas de dar atenção à cachorra, levá-la para o banho, colocá-la no colo na hora da televisão e passear com ela.

Sabendo que ficaremos longe, temos o impulso de dar atenção dobrada a eles na reta final antes da viagem. Não! O movimento deve ser o inverso, para que tenham mais facilidade de suportar nossa ausência.

Por fim, no dia da partida, não custa deixar uma peça de roupa usada com o animal. A ideia é que perceba o tutor por perto, já que o olfato é o principal sentido pelo qual os cães apreendem o mundo.

Com ajuda e preparo, eles podem ficar amuados no começo, mas superam. Assim como para humanos, para eles, tudo é uma questão de hábito.

Fonte: Folha de S. Paulo

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