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Cão se recusa a deixar tutor que desmaiou após acidente

Cão se recusa a deixar tutor que desmaiou em acidente
Homem caiu de altura de 2 metros

A imagem de um cão debruçado em cima de seu tutor ferido após um acidente em Bahia Blanca, na Argentina, chamou a atenção da internet depois que foi divulgada nas redes sociais.

O homem, Jesus Hueche, caiu de uma altura de 2 metros enquanto podava uma árvore em frente à sua casa. Com a queda, Jesus bateu a cabeça no chão e desmaiou em seguida. Assim que viram a cena, vizinhos chamaram a ambulância.

O cão doméstico do homem, Tony, não saiu de perto do tutor enquanto o socorro não chegou no local. Quando a ambulância chegou, o cão tentou entrar no veículo para acompanhar o tutor, mas foi impedido e apenas horas mais tarde o reencontrou.

De acordo com Jesus, o cão está com ele em todos os lugares. “Ele vai para todos os lugares comigo e fica na minha cama até a minha esposa expulsar ele”, disse Hueche, para a rádio argentina La Brujula 24. Para Hueche, Tony é parte de sua família. “Um dia nós vimos ele na rua e o adotamos, depois lhe demos amor, comida e hoje ele é parte da família. Ele é como um filho para mim”.

 

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Humanos ou não-humanos, somos todos seres sencientes

Foto de Paulete Matos
Foto de Paulete Matos

Segundo os mais recentes estudos “Aqueles que abusam dos animais são até 5 vezes mais propensos a praticar crimes violentos contra as pessoas”. Nós, enquanto seres dotados de capacidades mentais superiores e com um nível de consciência mais elevado, temos a responsabilidade moral e ética de zelar por uma sociedade justa.

Isso implica também, a condenação da prática de atos com base na maldade e crueldade a não-humanos.

2015 ainda demora a terminar, mas é longa a lista de notícias publicadas nos media ao longo deste ano, que expõem a pratica de violência contra animais. Assistimos a várias situações bárbaras (muitas, com a eterna desculpa de que são tradições, como se a tradição pudesse legitimar o maltrato e a crueldade), como aquela em que colocam um gato dentro de um cesto, no cimo de um poste a arder, ou a de dar pauladas a um galo enterrado na areia. Claro, que não me posso esquecer de referir a mais debatida nos holofotes: tauromaquia.

Em todas, entre o público, estão presentes crianças. Acho que são óbvios e inquestionáveis os riscos para a integridade psíquica, moral e social para as crianças que assistem a este tipo de “espetáculos” de violência gratuita. Ao ensinarmos as crianças a serem indiferentes ao sofrimento não-humano, fomentamos a tolerância aos comportamentos agressivos de uma forma geral.

Uma boa educação inclui, inquestionavelmente, do meu ponto de vista, ensinar a compreender, respeitar e a amar os animais.

As pequenas vitórias da publicação de diplomas legais que defendem os animais, são um pouco de “doce”, no meio dos dissabores que duram há tantas décadas, em Portugal.

Ainda existe um longo caminho a percorrer na execução e fiscalização dessas leis e na punição dos seus prevaricadores, porque ainda são bastantes os casos de violência e abandono de animais domésticos.

São igualmente vergonhosas a grande maioria das condições a que os animais estão sujeitos nos canis municipais ou moderna e assepticamente denominados “centros de recolha oficiais de animais ou CROA”.

A ausência de fiscalização a estas instalações e respetivos procedimentos, permitiu que permanecessem abertos canis que não respeitam as normas de bem-estar animal, saúde animal ou saúde pública que é algo que interessa, até, nomeadamente a nós, seres humanos.

O “ninguém quer saber” por parte da sociedade e das autoridades competentes ajuda assim a promover a morte induzida massivo nos canis municipais.

Outro fenómeno nada recente relaciona-se com o mal-trato de animais de espécies pecuárias, o que não se considera “crime”, legalmente falando, devido à ambiguidade dos decretos lei para estes casos.

De facto, assistimos ao caso, em Lagoa (com cavalos em estado caquético), que se arrasta desde 2012 e que é talvez o mais gritante no que concerne ao desleixo das autoridades oficiais e ao sofrimento intenso a que os animais estão expostos para que toda a gente assista. Os tutores até são identificados, mas devido a toda a carga burocrática que envolve estes processos, os casos arrastam-se até os animais morrerem de fome ou doença.

Dalai Lama disse: “Não basta compaixão; é preciso agir”. Portanto é uma obrigação cívica de todas a pessoas que condenam qualquer tipo de violência, lutar para que os animais adquiram direitos que jamais deveriam ter sido privados.

Aderir ao Bloco de Esquerda foi para mim, fazer parte da missão de apresentar medidas legislativas que promovam o bem-estar animal e punam os atos de violência contra animais.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Esquerda.net

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Exposição no Recife questiona relação com animais e alimentação

Mostra traz animais e seres humanos interagindo na hora da alimentação (Foto: Sérgio Vasconcelos / Divulgação)
Mostra traz animais e seres humanos interagindo na hora da alimentação (Foto: Sérgio Vasconcelos / Divulgação)

Um reflexão sobre a nutrição humana, desde sua origem e sua interação com os animais. Essa é a proposta da mostra ‘Trofologia’, do artista Sérgio Vasconcelos, em cartaz até o dia 11 de novembro no Instituto de Arte Contemporânea da UFPE (IAC), no bairro da Madalena, no Recife. A mostra conta com quatro vídeos de performances e fotos das ações.

Animais e convidados interagem nos vídeos e fotos da mostra (Foto: Sérgio Vasconcelos / Divulgação)
Animais e convidados interagem nos vídeos e fotos da
mostra (Foto: Sérgio Vasconcelos / Divulgação)

A ideia da exposição surgiu do interesse de Vasconcelos, que é vegetariano, em entender os fundamentos da nutrição humana ao longo da história. Foi quando esbarrou no termo ‘trofologia’, que vem do grego trophé (nutrição) e de logos (tratado), que era a ciência que ensinava o ser humano a manter ou a restabelecer a saúde através da alimentação.

No trabalho, o artista busca ultrapassar a questão pura da alimentação, abordando a comunhão e interação com o mundo. Os vídeos retratam animais como vaca, porco, carneiro, galinha e galo contracenando com quatro figuras humanas, mostrando que, embora sirvam como alimento, esses animais também têm outras relações. Além dos vídeos, a mostra conta com fotografias realizadas durante as performances, algumas delas impressas em chapa de aço, numa alusão a outros trabalhos feitos por ele com essa técnica.

A mostra funciona de segunda a sexta-feira, de 8h às 12h e de 14h às 18h, com entrada grauita. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (81) 3227.0657.

Serviço:

‘Trofologia’, de Sérgio Vasconcelos
Instituto de Arte Contemporânea – Rua Benfica, 127 – Madalena- Recife
Até 11 de novembro, de segunda a sexta de 8h às 12h e de14h às 18h
Visitas agendadas e informações: (81) 3227.0657
Entrada gratuita

 

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