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Estatísticas apontam que população aprova aumento de pena em casos maus-tratos contra animais

Pixabay

Utilizando métrica quantitativa a partir de palavras-chave, o Metrópoles – site de notícias de Brasília – analisou postagens e comentários no Youtube, no Facebook e no Twitter dos vídeos postados pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) acerca do PL 1.095/2019. O resultado foi um apoio quase unânime em relação ao aumento de pena em casos de maus-tratos a animais domésticos.

Iniciativa do deputado federal Fred Costa (Patriota/MG), o Projeto de Lei já passou pelo Senado e pela Câmara, aguardando somente a assinatura do chefe do Poder Executivo para entrar em vigor.

Entre os apoiadores do PL, está a primeira-dama Michelle Bolsonaro, que inclusive postou em sua rede social uma foto do marido com um de seus cachorros adotados. Na publicação, Michelle se posiciona a favor da sanção.

 

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Fazendo charme para o meu papai @jairmessiasbolsonaro sancionar a PL1095 para nos proteger de maus-tratos.❤️ #sancionaPL1095 @fredcostadep

Uma publicação compartilhada por Michelle Bolsonaro (@michellebolsonaro) em 9 de Set, 2020 às 6:01 PDT

O site Metrópoles aponta que mais de 40 mil postagens foram analisadas e que, destas, 94,6% se mostraram favoráveis à sanção. As postagens contrárias ao movimento alegavam que a pena aplicada a maus-tratos animais seria incompatível com a pena aplicada a abandono de seres humanos incapazes – um eco do argumento utilizado pelo presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Gilson Machado.

“Agora, Gilson, você acha que essa pena aqui tá excessiva? É justa? Pode ser maior? Pode ser menor?”, questiona Bolsonaro.

“Eu acho o seguinte, presidente, quem maltrata animais tem de ser preso, sim. E considero a pena pequena para quem abandona uma criança, tem de ser maior”, responde Gilson Machado.

A pena para abandono de menores varia entre 6 meses e 3 anos. Para animais, a legislação atual prevê 3 meses a 1 ano de prisão e multa em caso de morte do animal.

“Tem que ver a dosimetria. Se uma senhora tem 20 cachorros, e o cachorro pega sarna, vai multiplicar a pena por 20?”, indaga o presidente da Embratur.

Para fins de conceituação, o PL proposto prevê aumento de pena em caso de maus-tratos de cachorros e gatos. A prática de maus-tratos consiste especificamente em abandonar, abusar, mutilar ou ferir animais. No caso apresentado por Gilson Machado, seria um caso de maus-tratos apenas se a tutora se recusasse a tratar a sarna de seus animais, sendo, inclusive, um caso de saúde pública.

Para Ana Paula Vasconcelos, membro da Comissão dos Direitos dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil, a lei procede. “A pena não é desproporcional à de maus-tratos humanos. Dizer isso é um equívoco muito grande. Para os seres humanos, existem gradações. Se você cometer uma lesão corporal leve, é uma pena; se for grave, é outra. Se você cometer estupro, é outra pena. Para os animais, a pena vai ser a mesma”, explica.

“De qualquer maneira, isso vai ter uma repercussão social muito grande na vida da pessoa. Ele (…) vai perder a primariedade, não vai ser tão simples como é hoje. Atualmente, você assina um termo circunstanciado, vai para uma audiência de reconciliação (…) e a pessoa paga uma cesta básica, presta um serviço comunitário e aquilo apaga da vida da pessoa. As repercussões sociais com a nova lei são muito maiores e, com isso, a gente consegue educar a pessoa”, frisa a advogada.

O presidente respondeu que a decisão seria tomada nessa semana.


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Homem é preso após submeter animais silvestres e domésticos a maus-tratos

Foto: Divulgação/Polícia Militar Ambiental

A Polícia Militar Ambiental prendeu um homem de 34 anos, que não teve a identidade revelada, após uma denúncia indicar que ele estava submetendo animais a maus-tratos. O caso aconteceu em São José dos Campos, no estado de São Paulo.

O homem mantinha 24 animais em um sítio no bairro dos Freitas. Dentre eles, espécies domésticas e silvestres. Todos foram resgatados no último domingo (27).

O caso foi descoberto graças a uma denúncia anônima. Ao chegarem no local indicado, os agentes não encontraram o homem e pediram aos seus familiares que ele fosse acionado para que comparecesse ao sítio.

Para conseguir prender o homem, os policiais ficaram de campana na região. Conforme divulgado pelo G1, o acusado foi até o sítio por volta das 2h do domingo. Ele foi preso após ser flagrado tentando levar alguns dos animais do local.

Foto: Divulgação/Polícia Militar Ambiental

Dos 24 animais submetidos a maus-tratos na propriedade rural, 14 eram silvestres. Aprisionar a fauna silvestre em cativeiro configura crime previsto na Lei de Crimes Ambientais.

Dentre os animais, foram encontradas sete serpentes e dez cachorros. Todos foram resgatados e ficarão sob a responsabilidade de organizações situadas em São José dos Campos e em Taubaté, cidade vizinha.


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Abandono de animais aumenta cerca de 60% em Goiânia (GO)

O abandono de animais aumentou cerca de 60% em Goiânia (GO) durante a pandemia de Covid-19. Os motivos, segundo ONGs de proteção animal e a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), são as notícias falsas relacionadas ao coronavírus e as dificuldades financeiras enfrentadas pela população por conta da crise gerada pelo vírus.

TheOtherKev/Pixabay/Imagem Ilustrativa

Notícias de que os animais contraem e transmitem Covid-19 têm levado tutores a abandoná-los. Essas informações, no entanto, são falsas. Especialistas e instituições – inclusive a Organização Mundial da Saúde (OMS) – já explicaram que não existem evidências de que os cachorros e gatos possam contrair e transmitir a doença.

A gerente de fauna da Amma, Caritha Faria Marques, também se posicionou contra as fake news divulgadas.

“Estamos recebendo ligações com algumas dúvidas e questionamentos em relação a essa nova pandemia com animais domésticos. As pessoas estão abandonando pelo fato do não esclarecimento e medo do animal ser transmissor do vírus o que, na verdade, não existe”, explicou ao G1.

Além do aumento no abandono, a procura por adoção também diminuiu, segundo a presidente da ONG Anjos Peludos, Lucíola Cascão Correia.

“As pessoas estão abandonando muito mais nessas últimas semanas. Resgatávamos, em média, 30 por mês. Desde o início do isolamento, já foram 50 resgates”, disse.

O aumento de resgates também foi registrado pela ONG Recanto dos Pit Bulls, que mantém atualmente 70 cães de pequeno e grande porte.

“Nessa época de pandemia, muitos cães e gatos têm sido abandonados nas ruas, por falta de informações ou por questões financeiras. Tem muita gente que perdeu seus empregos e não querem ter gastos com ração e banhos”, afirmou a gestora da ONG Recanto dos Pit Bulls, Vanise Cezar Mateucci.

Abandonar e maltratar animais é crime passível de detenção de até um ano. A Amma lembrou ainda que os criminosos podem ser multados em até R$ 5 mil.

Artesão pede ajuda para manter gatos

O artesão Gesualdo Gomes Martins, de 57 anos, está enfrentando dificuldades para alimentar os 16 gatos que mantém em sua casa. Sem poder fabricar e vender brinquedos de madeira – já que ele tem doenças crônicas e precisa se manter totalmente isolado por conta do vírus -, Gesualdo está sem dinheiro e a ração dos animais está acabando. Desespero, ele pede ajuda.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“Estou precisando de ração para eles. Quem quiser adotar, eu estou doando também. Eu cuido deles e não tenho coragem de abandonar, mas não estou dando mais conta de criá-los”, desabafa.

Interessados em colaborar com as entidades, podem entrar em contato com o Recanto dos Pit Bulls pelo telefone (62) 99968-6250 e com a ONG Anjos Peludos através do número (62) 99197-8989.


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Covid-19: cidade chinesa proíbe consumo de animais domésticos e silvestres

A cidade de Shenzhen, na China, proibiu a criação e o consumo de animais silvestres para tentar evitar um novo surto de coronavírus no futuro. O consumo de cachorros e gatos também foi proibido.

A Covid-19 surgiu em Wuhan, na China, no final de 2019, e logo descobriu-se a relação entre o surgimento do vírus e um mercado da cidade que comercializava animais selvagens, vivos e mortos, em condições insalubres – propícias para a aparição de doenças.

Getty Images/BBC NEWS BRASIL

No Sul da China, onde Shenzhen está localizada, o consumo de animais selvagens é popular. Em 2002, um surto de pneumonia atípica, a SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave), teve início em pessoas que consumiam, criavam ou vendiam animais silvestres em áreas próximas à cidade de Shenzhen.

Ao contrário da decisão do governo central da China, que proibiu temporariamente, em fevereiro, o comércio de animais selvagens, os regulamentos publicados em Shenzhen proíbem a prática de maneira definitiva.

Foram estipuladas multas a partir de 150 mil yuans (19.000 euros) para quem descumprir a medida. Dependendo da quantidade de animais comercializados, o valor aumenta.

Lamentavelmente, a criação de animais selvagens para fins medicinais – sem qualquer comprovação científica -, não foi proibida. Da mesma forma que ocorre com os animais criados para consumo, essa prática explora e condena inúmeros seres vivos ao sofrimento, além de colocar a saúde pública em risco.


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Coronavírus: locais que vendem alimentos para animais permanecerão abertos em Cascavel (PR)

Os estabelecimentos que comercializam alimentos para animais estão no mesmo rol dos que vendem produtos para consumo humano e, por isso, serão mantidos abertos em Cascavel (PR) durante a quarentena de combate ao coronavírus.

Pixabay/Imagem Ilustrativa

A determinação parte do decreto nº 15.373, publicado no Diário Oficial de 22 de março. Os procedimentos de banho e tosa, no entanto, estão proibidos.

Atendimentos de emergência para animais também poderão ser executados por parte dos veterinários.

O governo solicitou ainda que a população suspenda os passeios com os animais nas ruas para cumprir a determinação de quarentena, com distanciamento social.

Atividades ao ar livre, em parques, ginásios de esportes e até no Lago Municipal, também estão suspensas, com proibição da circulação de pessoas e animais.


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Aumenta número de gatos abandonados em parque no Rio de Janeiro

O número de gatos abandonados no Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro, está aumentando. Vivendo em abrigos improvisados, muitas vezes sem condições ideais de segurança e higiene, eles são cuidados por duas pessoas, que oferecem medicação e alimentação a cada um deles.

Foto: Guilherme Pinto / Agência O Globo

De acordo com a prefeitura, os animais fazem parte do programa “Meu amigo comunitário”, que garante profissionais para vaciná-los e castrá-los. A colônia também é acompanhada rotineiramente pelo programa.

A situação, no entanto, tem ficado cada vez mais difícil por conta do aumento de abandono no local. A presidente da Associação de Moradores do Flamengo, Isabel Franklin, considera necessário que a Subsecretaria do Bem Estar Animal (Subem) ofereça mais apoio aos protetores de animais para que os gatos recebam os cuidados necessários e possam ser adotados ou levados para o abrigo da Fazenda Modelo, em Guaratiba.

“Esses gatos não podem permanecer assim. Eles ficam no meio dos brinquedos das crianças, que vão mexer na areia, na terra, e aí podem achar fezes de gato, por exemplo”, afirmou Isabel, em entrevista ao jornal O Globo.

Foto: Guilherme Pinto / Agência O Globo

A ONG pede que a prefeitura instale câmeras em determinados pontos do parque para coibir o abandono e os maus-tratos, que são crimes previstos em lei.

Ao se pronunciar sobre o caso, o Aterro Presente afirmou, por meio de nota, que “o policiamento é dinâmico, com policiais militares e agentes civis patrulhando a pé, com motocicletas e carros baseadas em locais estratégicos, avaliados de acordo com a mancha criminal”.

Foto: Guilherme Pinto / Agência O Globo

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Câmara de Campinas (SP) aprova PL que permite entrada de animais em hospitais

O projeto voltará ao Plenário da Câmara, para que seja votado pela segunda vez. Caso receba nova aprovação, o PL 57/2018 seguirá para análise do prefeito, que decidirá pela sanção ou pelo veto


A Câmara de Campinas, no interior de São Paulo, aprovou nesta quarta-feira (4) um projeto de lei (PL) que permite a entrada de animais domésticos em hospitais públicos e particulares da cidade.

Foto: Divulgação/PUCRS

A proposta, aprovada em primeira votação, tem o objetivo de viabilizar visitas de animais a pacientes internados. O projeto recebeu 23 votos favoráveis.

O texto do PL afirma que a medida visa promover um “tratamento mais humanitário e menos traumático” aos pacientes e impõe regras para que os animais possam entrar nos hospitais.

Para que a visita seja permitida, a entrada do animal terá que ser avaliada pela equipe de infectologia do hospital e poderá ser impedida mediante manifestação justificada pelo médico responsável pelo paciente. O animal terá que estar higienizado e com as vacinas em dia e a boa condição de saúde dele precisará ser atestada por laudo veterinário.

O transporte do animal deve ser feito em um recipiente ou caixa adequada. Cães e gatos, no entanto, poderão usar apenas guia presa por coleira e, caso necessário, enforcador e focinheira.

Normas e procedimentos próprios devem ser criados por cada unidade hospitalar para organizar o tempo e o local onde serão realizadas as visitas, que precisarão ser agendadas previamente por meio de contato com a administração do hospital.

O projeto voltará ao Plenário da Câmara, para que seja votado pela segunda vez. Caso receba nova aprovação, o PL 57/2018 seguirá para análise do prefeito, que decidirá pela sanção ou pelo veto.


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Cães caem em cisterna desativada e são resgatados pelos bombeiros

Os cachorros foram retirados com vida da cisterna. Não se sabe, porém, se os animais ficaram feridos


Dois cachorros caíram em uma cisterna desativada na manhã desta quarta-feira (4) na cidade de Rio Largo, na Região Metropolitana de Maceió, em Alagoas. O acidente aconteceu na região da BR-104.

O Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM-AL) foi acionado e esteve no local para fazer o resgate dos animais.

Pixabay/Ihtar/Imagem Ilustrativa

Os militares informaram ao G1 que os cães foram resgatados com vida, mas não divulgaram qualquer informação sobre ferimentos ou estado de saúde dos animais.

Uma viatura foi usada no resgate, que contou com a participação de quatro militares.


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Encontrados em gaiolas, cães explorados para venda são resgatados em SP

Onze cães adultos e sete filhotes, mantidos em condições inadequadas, foram levados para a sede do Centro de Controle de Zoonoses de São José do Rio Preto (SP)


Cachorros da raça spitz alemão foram resgatados na terça-feira (18) após serem encontrados em gaiolas em um canil clandestino que funcionava em um condomínio de São José do Rio Preto (SP).

Foto: Arquivo Pessoal

A responsável pela Diretoria do Bem-Estar Animal (Dibea), Karol Prado, explicou que os animais não tinham carteira de vacinação e que não havia qualquer controle de prenhez no local.

“No geral, os animais estão bem. O problema foram as condições às quais estavam expostos”, afirmou ao G1 a diretora do Dibea.

O resgate foi realizado com o apoio da Guarda Civil Municipal e da Polícia Ambiental. Os cães, que são onze adultos e sete filhotes, foram encaminhados ao Centro de Controle de Zoonoses, onde passaram a receber os cuidados necessários.

Foto: Fernando Daguano/TV TEM

O Dibea informou que ainda não há um lugar definido para que os cães sejam levados até que sejam adotados.

A pessoa que explorava os animais para reprodução e venda será investigada pelo crime de maus-tratos.


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Animais debilitados são resgatados após incêndio em Manaus (AM)

A tutora dos cachorros ficou desabrigada por conta do incêndio, mas prometeu buscar os animais assim que encontrar um novo lugar para morar


Dois cachorros bastante debilitados foram resgatados na última sexta-feira (28) após serem vítimas de um incêndio no bairro São Lázaro no domingo (23). Pelo menos 12 famílias ficaram desabrigadas.

Foto: Reprodução/Portal do Holanda

O resgate foi realizada pela equipe da deputada estadual Joana Darc (PL). Moradores da região estavam tentando cuidar dos animais, que ficaram na rua, sem receber atendimento veterinário. Essas mesmas pessoas foram as responsáveis por mostrar para a equipe quais animais precisavam de ajuda.

De acordo com a dona de casa Ely Amorim, a tutora dos cães resgatados ficou triste por não ter conseguido retirá-los do local e garantiu que irá buscá-los assim que conseguir um novo lugar para morar.

“Ela é apaixonada por esses cachorros, mas como perderam tudo, eles estão morando em um local improvisado, sem ter como abrigar os cães. Ela ficou muito feliz quando soube que uma equipe de profissionais iria resgatar os bichinhos e cuidar deles até ela ter condições novamente de pegar”, disse Ely, em entrevista ao Portal do Holanda.

A deputada explicou que sua equipe cuidará dos animais até que eles possam retornar para a família de origem. “Sempre que acontecem tragédias como estas, os animais sofrem muito e muitas das vezes não são vistos pela sociedade. É neste momento que nós entramos em ação e vamos atrás daqueles que possam estar sofrendo, para que a gente cuide e encontre um novo lar para eles ou que possam voltar para suas famílias”, afirmou.

Foto: Reprodução/Portal do Holanda

Durante a ação realizada no bairro, o veterinário da equipe, Renato Mota, orientou os tutores a respeito dos animais que inalaram a fumaça do incêndio e tirou dúvidas da população.

Sámeq Santiago, que também integra a equipe, explicou que ações como esta são possíveis mediante contato da população e que novas visitas devem ser feitas no bairro para executar outras atividades em prol dos animais.

“Neste caso nós mesmos viemos aqui em busca de animais que pudessem estar sofrendo. Mas vale frisar que temos uma central de atendimentos onde recebemos as demandas, que é o 98145-11-11”, concluiu Sámeq.


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Família procura cadelas que fugiram após portão de casa ser arrombado em MT

Pérola, como é chamada uma das cadelas, foi diagnosticada com câncer e está fazendo tratamento veterinário


Uma família está à procura de duas cadelas da raça pit bull que fugiram de casa, no bairro CPA 2, em Cuiabá (MT), após o portão da casa onde viviam ser arrombado. A fuga aconteceu no sábado (22).

Foto: Arquivo pessoal

Pérola e Mel desapareceram na região da Avenida Brasil. Após a fuga, buscas foram feitas pela família, mas sem sucesso.

Mara Silva, de 55 anos, contou ao G1 que o portão de sua casa foi arrombado durante a madrugada e que, ao procurar as cadelas na manhã seguinte, não as encontrou.

A família, que está preocupada com os animais, revelou que Pérola, que tem pelagem branca e marrom, está fazendo tratamento para combater um câncer.

Um dos animais foi visto na Avenida Pernambuco, no mesmo bairro onde a família mora, na quinta-feira (20).

Foto: Arquivo pessoal

Patrícia Jacomelli, filha de Mara, lembrou ainda que as cadelas são mãe e filha e que são dóceis. “Elas são a companhia da minha mãe. Ela mora sozinha e eu vou visitá-la umas três vezes na semana. Ela fala que são mais filhas dela do que eu”, brincou Patrícia.

“Foram criadas dentro de casa, com crianças pequenas, sempre muito amadas e cuidadas com muito carinho”, completou.


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Cerca de 80 mil cães morreram com coronavírus canino na década de 1980

O vírus que matou milhares de cães é diferente dos coronavírus que provocam gripes e resfriados e do novo coronavírus, que surgiu no ano passado na China


O coronavírus canino matou cerca de 80 mil cachorros em São Paulo entre 1980 e 1988. Reportagens do Estadão e do Jornal da Tarde mostraram, na época, os efeitos da doença sobre os cães. Nas matérias, os jornais falavam sobre a epidemia e relatavam o esforço de veterinários e tutores para proteger os animais.

Coronavírus canino noticiado pelo Jornal da Tarde em 26/9/80 (Foto: Acervo/Jornal da Tarde)

Diferente dos coronavírus que provocam gripes e resfriados e do novo coronavírus, que surgiu no ano passado na China, o coronavírus canino gerava uma patologia gastrointestinal, levando a sintomas como falta de apetite, prostração, diarreia e vômitos. Filhotes eram as principais vítimas fatais da doença.

O tratamento envolvia hidratação com soro e uso de antibióticos. Muitos animais contraíram a doença em nível mais brando e se recuperaram após receberem os cuidados necessários. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Vacinas com alto nível de eficácia contra a doença passaram a ser comercializadas no final da década de 1980.

Notícia do Estadão publicada em 21/04/88 (Foto: Acervo/Estadão)
Cão recuperado da doença em 1988 (Foto: Acervo/Estadão)

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