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Mulher ajuda cão desesperado a recuperar seu brinquedo

O cachorro havia jogado o porco de pano para o lado de fora da casa e ficou aguardando que alguém apanhasse o brinquedo


Créditos: Claire Cummings

Claire Cummings estava dirigindo para a casa de uma amiga quando notou um porco de pano na calçada, logo após, também percebeu o desespero de um cachorro que tentava recuperar seu brinquedo.

De acordo com o site The Dodo de 10 de janeiro, o cachorro havia jogado o porco de brinquedo para o lado de fora do portão e Claire não sabia há quanto tempo o cão estava lá, no entanto, parecia querer a todo custo reaver o brinquedo.

“Ele poderia ter pulado facilmente por cima do muro em que estava inclinado para alcançá-lo, mas obviamente foi treinado muito bem para não pular”, relata Cummings.

Como proprietária de uma empresa de passear com cães junto com o marido e que ama animais, ela soube exatamente o que fazer: recuperar o brinquedo para o cão.

Ela virou o carro, parou e aproximou-se do cachorro perplexo para ajudá-lo a recuperar seu amado brinquedo.  “Somos grandes amantes de animais e odiaríamos ter pensado que ele poderia estar sentado ali esperando sem que ninguém ajudasse”, disse Cummings se referindo também ao marido.

Com isso, o cachorro ficou claramente feliz, aceitando carinhos como agradecimento pela ajuda. Fofo, não é mesmo?


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pombo com chapéu e suas penas arrancadas pela remoção do chapéu
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Pombo morre após ter chapéu em miniatura colado em sua cabeça

As autoridades ainda não sabem quem colocou os chapéus em três pássaros


 

pombo com chapéu e suas penas arrancadas pela remoção do chapéu
Foto: Instagram

As equipes de resgate de Las Vegas, nos Estados Unidos, confirmaram dia 14 a morte de um dos três pombos que ganharam visibilidade nas mídias e redes sociais por estarem usando chapéu.

Segundo os funcionários da Lofty Hopes Pigeon Rescue (ONG que resgata pombos) a fumaça da cola utilizada para fixar os chapéus nos pombos pode ter sido a causa da morte de um deles, Bille, apelido dado ao animal.

Segundo a apuração do Daily Mail, as autoridades disseram que tomaram conhecimento a respeito dos três pombos em dezembro de 2019. Eles têm sistemas respiratórios frágeis e a remoção dos chapéus foi somente viabilizada com a remoção das penas dos animais.

As autoridades ainda não sabem quem colocou os chapéus nos pássaros e o vídeo circula na internet desde dezembro, dividindo a opinião dos espectadores: enquanto uns acham graça, outros demonstram preocupação com os animais.


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tijela com vários vegetais coloridos
Notícias

Na Inglaterra, quase 200 escolas passam a adotar refeições vegetarianas estritas

Projeto pretende reduzir pela metade a incidência de carbono na cidade até 2025


tijela com vários vegetais coloridos
Free-Photos/Pixabay

No dia 14 de janeiro as escolas primárias de Leeds, na Inglaterra, começaram a adotar um novo cardápio – incluindo vegetais nas refeições – com a intenção de reduzir os efeitos da crise climática.

A sugestão da mudança do cardápio faz parte de uma das iniciativas anunciadas pelo Conselho da Cidade de Leeds, com o intuito de reduzir pelo menos pela metade a incidência de carbono até 2025.

Ainda de acordo com a publicação do site Plant Based News, com a nova proposta, mais de 180 escolas não terão suas refeições baseadas em carne, durante dois dias na semana, sendo assim, em um dia será oferecida a opção de refeição vegetariana e em outro, a opção vegana.

“Os alunos de Leeds estão testando novos menus de jantar escolar ecológicos em um projeto liderado por Catering Leeds (restaurante especializado em alimentos vegetais)”, diz relator do Conselho.

Além disso, outras iniciativas sustentáveis também serão promovidas pelo Conselho, como o uso de painéis solares nas casas do Conselho e projetos de reciclagem para as crianças, bem como a conscientização a respeito do desperdício de alimentos.


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ator Alec Badwin sorrindo e com os cabelos grisalhos, ator de anos
Jornalismo cultural

Ator Alec Baldwin faz apelo para que urso doente receba cuidados

O ator também evidenciou as negligências das autoridades com o caso do urso


ator Alec Badwin sorrindo e com os cabelos grisalhos, ator de anos
Fonte: Meoww/ Créditos: Getty

O ator de Hollywood Alec Baldwin é bastante engajado para as questões de direitos animais. Além disso, o  ator, que é estrela do filme ‘Prisioneiros do Paraíso’, participa da ONG PETA (Pessoas para Tratamento Ético dos Animais), que trata de questões relacionais a animais que foram maltratados e mantidos e cativeiro no circo.

Segundo informações do site Meaww desta quarta-feira (15/01), atualmente o ator está bastante engajado com “Dillan”, um urso preto que está lutando contra a deterioração da saúde. O animal encontra-se no santuário de vida selvagem, Union County Sportsmen’s Club and Wildlife Sanctuary, na Pelsilvânia (EUA).

Ainda segundo a apuração do site, o ator escreveu uma carta para o governador da Pensilvânia, onde pede auxílio para que o urso Dillan seja transferido para outro santuário, o The Wild Animal Sanctuary in Colorado (Santuário de Vida Animal no Colorado), onde teria melhor infraestrutura para seu tratamento.

Além da carta, o ator também evidenciou as negligências das autoridades com o caso do urso, disponibilizado por meio do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

O relatório de Dillan diz que o animal sofre de doença dentária, artrite, obesidade, além de graves sofrimentos psicológicos. O ator também pediu para que o Union County Sportsmen’s Club and Wildlife Sanctuary seja responsabilizado pelos maus-tratos ao urso, bem como aos demais animais no recinto.


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90% dos zoos na Indonésia são impróprios para habitação

País possui 17% da biodiversidade mundial e tem 84 zoológicos impróprios. Além disso, também apresenta zoológicos ilegais ou não registrados.


macaco muito magro em ambiente improprio para sua habitação
Divulgação

A Indonésia é um país do Sudeste Asiático extremamente rico em biodiversidade, possuindo mais de 300 mil espécies de animais silvestres – o equivalente à 17% da totalidade mundial.

No entanto, a vida dos animais no país está ameaçada por conta da degradação dos habitats e pelo tráfico de animais. Ao invés de tomar medidas de preservação das espécies, uma das soluções escolhidas foi encarcerar animais em zoo sob o falso o objetivo de protegê-los, mas a realidade do país é outra.

Ativistas locais dizem que as condições nos zoológicos estão impróprias, dessa forma, esses animais são mantidos em más condições; mal alimentados e explorados para entretenimento, sendo forçados a realizar performances circense para o lucro de seus algozes.

Marison Guciano, da Indonésia Animal Welfare Society, relatou ao site South China Morning Post que: “De acordo com uma pesquisa feita pelo grupo de monitoramento de vida selvagem da Fundação Scorpion em 2017, cerca de 90% dos  zoológicos da Indonésia foram considerados inadequados para habitação”.

Marison também disse ao site que a Indonésia tem pelo menos 84 zoológicos, impróprios sem contar os que não são registrados ou operam ilegalmente, ainda, segundo ele, a avaliação foi baseada em cinco princípios básicos de direitos animais: livre de fome e sede; livre de dor e ferimentos; livre de desconforto; livre para se comportar descontroladamente e livre de estresse.

Vários casos de violência animal são expostos corriqueiramente em redes sociais no país e no mundo, trazendo preocupação às entidades conservadores e protetoras destes animais e também causando a indignação pública.

Ainda segundo o China Post, em junho de 2019, um usuário enviou um vídeo de um urso muito magro mantido em um zoológico. Com isso, o vídeo foi replicado mais de 2.500 vezes, provocando respostas de indignação e raiva.

Em resposta ao episódio do urso, a Agência de Conservação de Recursos Naturais de West Kalimantan emitiu um comunicado se defendendo e dizendo que o urso estava em condições insalubres quando o vídeo foi gravado e que a  agência continuará monitorando e garantindo o bem-estar do animal.

No mesmo mês, um outro episódio foi registrado em um zoológico na zona Ocidental do país. As imagens registravam gaiolas de animais em situação precária, além de comida apodrecida no ambiente. A respeito do caso, o gerente do zoológico se limitou a responder que a sujeira era proveniente da grande quantidade de visitantes no local.


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Jornalismo cultural

Pecuária é responsável por 94% do desmatamento da bacia da Grande Barreira de Coral


Análise de dados espaciais do The Wilderness Society também apontam que a produção da carne de bois e vacas é a principal impulsionadora do desmatamento no país


Por Giovanna de Castro


IMAGEM COM BOIS E VACAS DE COR MARROM E BRANCA EM UM CENÁRIO SECO, COM POUCAS ÁRVORES E CHÃO DE TERRA
Foto: The Guardian

Em agosto de 2019, o grupo de defesa ambiental The Wilderness Society (TWS), realizou uma pesquisa e analisou os dados espaciais para identificar quais setores estariam causando mais desmatamento na Austrália.

Segundo o jornal britânico The Guardian, foi constatado que mais de 90% da limpeza de terras nas bacias hidrográficas do Great Barrier Reef, durante um período de cinco anos, foi atribuída à indústria de carne de bois e vacas.

Para chegar a conclusão, a equipe analisou relatórios entre 2013 e 2018, totalizando mais de 1,6 milhão de hectares desmatados no estado de Queensland,  com isso,  constatou também,  que 73% da derrubada em todo o estado ocorreu com a produção da carne dos animais.

Sendo assim, o maior dano ambiental foi associado à bacia hidrográfica Great Barrier Reef, maior sistema de recife de corais do mundo. Segundo as pesquisas, a área foi comprometida anualmente com 94% da produção de carne de bois e vacas durante os cinco anos de análise no local.

Na sequência de maiores usos da terra ligados ao desmatamento foram respectivamente: ovelhas; culturas; uso múltiplo misto; indústrias extrativas e de mineração e habitação rural.

“Essas descobertas nos ajudam a identificar exatamente o que está motivando a crise do desmatamento na Austrália e a carne de animais é o número um nessa lista”, relata Jessica Panegyres, ativista nacional da natureza do TWS. O grupo ambiental também conta que a pesquisa foi bastante importante para identificar como os setores individuais estavam contribuindo e assim, focalizar as ações nos ambientes mais emergentes.

Apesar dos grandes danos, Panegyres também aponta que a indústria australiana se mostra interessada e posicionada com relação aos casos e que pretende fazer a transição para produtos livres de desmatamento, modificando então, para uma base mais sustentável. Dessa forma, o Quadro Australiano de Sustentabilidade da Carne Bovina, criado pelos industriais, acompanha o desempenho dos produtores em várias áreas, principalmente com relação a gestão ambiental, que envolve práticas de gestão da terra e vegetação, bem como as mudanças climáticas e minimização de resíduos. Ainda em maio do ano passado, o governo de Queensland introduziu novas leis destinadas a reduzir a taxa de desmatamento do estado.


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