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Gatinha perde a pata após ter um rojão amarrado ao membro

Um gato foi encontrado à beira da morte, abandonado e sofrendo de fortes dores após um rojão ter sido amarrado à sua pata. O animal foi resgatado, passou por cirurgia, porém o membro teve que ser amputado.

A gatinha, que foi chamada Pickles pelas equipes de resgate, teve sua pata esquerda completamente destruída pela explosão do rojão, o crime ocorreu em Pittsburgh, Pensilvânia nos EUA, no início do mês.

Pickles sofreu quase duas semanas antes que alguém a socorresse e a levasse até o abrigo da cidade, o Humane Animal Rescue

O diretor médico do centro, Jamie Wilson, disse que quando a gata chegou quase já não havia mais quase nenhuma pata no corpo do animal: “O que restava da pata mal se segurava no corpo do animal, o osso dela estava exposto e ela estava severamente desidratada”.

“Eu tive que impedi-la de comer e beber rápido demais para que ela não passasse mal”, disse Wilson.

Foto: The Humane Center
Foto: The Humane Center

A gravidade do ferimento de Pickles e o tempo que ela passou sem tratamento depois da agressão fizeram com que os veterinários decidissem o melhor curso de ação fosse a amputação completa do membro.

Felizmente, o procedimento foi um sucesso. Pickles está agora a caminho da recuperação, e será colocada para adoção assim que ela estiver bem o suficiente para voltar pra casa.

Os amigos Kenny e Kellie, que encontraram Pickles e ajudaram a salvar sua vida, disseram: “Tivemos que ajudar. Ela ficou gravemente ferida e não pudemos deixar nenhum animal sofrer assim ou fingir que não vimos nada”.

“Nós nos sentimos tão aliviados, sabendo que ela está em boas mãos, e que nós desempenhamos um papel na salvação de sua vida”, disseram eles.

“Queríamos poder ajudar mais animais em necessidade.”

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Cachorra com a perna quebrada salva seus seis filhotes de incêndio

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary
Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Miracle o pit bull estava morando em uma fábrica abandonada na Carolina do Sul, Estados Unidos, quando de repente a fábrica pegou fogo. Uma pessoas que passava pelo local a encontrou vagando perto da fábrica e a levou para o abrigo do condado.

A equipe do abrigo notou que Miracle tinha a penas quebrada, e que ela estava produzindo leite – o que significava que ela tinha cachorrinhos em algum lugar.

Com medo de que os filhotes de Miracle pudessem estar na fábrica que pegou fogo, um oficial de controle de animais do abrigo contatou o departamento para ver se eles poderiam levar Miracle para procurar os filhotes, mas eles não foram capazes de atender ao chamado e volta ao local do incêndio por vários dias.

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary
Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Quatro dias após o resgate de Miracle, o oficial a levou de volta à fábrica – onde a cachorrinha os levou para a floresta e mostrou onde ela havia escondido seus seis bebês.

Parecia que Miracle havia levado os filhotes para fora da fábrica, um por um, e escondido eles na floresta até que ela pudesse encontrar ajuda, que é provavelmente como ela machucou sua perna. Os filhotes esperavam pacientemente que ela voltasse e ficaram tão felizes em vê-la quando finalmente se reuniram.

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary
Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Depois de garantir a segurança dos filhotes, Miracle e sua família foram transferidos para Centro de Resgate e Santuário de Animais, Dóchas N Grá, que rapidamente deu à família o cuidado de que eles precisavam.

Por causa da gravidade de sua lesão, Miracle teve que ter sua perna amputada. A amputação não diminuiu em nada o ânimo de Miracle, porque, embora ela tenha perdido a perna, ela salvou seus bebês.

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary
Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

“Miracle é o cão mais doce e descontraído que já conheci”, disse McGonigal. “Ela é um daqueles cães que você conhece e fica realmente feliz de ter salvo sua vida e a vida de seus bebês.”

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary
Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Depois de passar cerca de quatro semanas com o resgate, os bebês de Miracle tinham idade suficiente para encontrar suas próprias casas e foram transferidos para o Happy Tails Dog Rescue, onde todos encontraram rapidamente lares amorosos.

Miracle passou outras oito semanas em Dóchas N Gráwhile, sua perna foi curada, e depois foi enviada para o Happy Tails Dog Rescue também.

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary
Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Atualmente, ela está em um lar temporário que tem a intenção de adotá-la, o que significa que muito em breve, essa mamãe doce e corajosa terá finalmente encontrado seu final feliz também.

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Cachorrinha com pata amputada no Vietnã não foi devolvida à tutora

Divulgação

O vídeo da cachorrinha Mina tendo a pata amputada com facão por sua própria tutora viralizou na internet e muita gente ficou preocupada com o destino dela, ainda mais que alguns posts diziam que ela havia sido devolvida a sua agressora.

Na verdade, o caso ocorreu em setembro de 2017 e Mina permanece no abrigo da ONG Fight Dog Meat, também no Vietnã, onde deve passar o resto de seus dias sendo muito amada.

A cachorrinha sofreu tamanha brutalidade por correr atrás de galinhas e patos das casas vizinhas. Sua tutora achou melhor cortar-lhe a pata e deixá-la aleijada temendo que ela fosse morta pelos vizinhos – pelo menos é o que ela declarou à ONG.

Divulgação

Mina agonizou de dor por 3 dias e teve uma forte infecção até ser resgatada pela Fight Dog Meat que atua também no combate ao comércio de carne de cachorro e gato (bem popular em países asiáticos).

Felizmente Mina passou por uma cirurgia e se recuperou no abrigo da ONG em Kien Giang. Sua tutora teve o direito de visitá-la e poderia levá-la para a casa segundo as leis daquele país, mas Mina se escondeu dela e não aceitou nenhum tipo de aproximação.

Os voluntários da ONG filmaram o encontro (veja aqui) e com isso puderam adquirir a guarda vitalícia da cachorrinha que apesar do trauma, vive feliz entre outros cães.

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Cão tem pata amputada após ser atingido por tiro de fuzil no Rio

O cão foi socorrido pelo tutor e levado à Suipa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais). De acordo com os veterinários, ele passará por cirurgia.

Filhote foi atendido por veterinários da Suipa (Foto: Reprodução / WhatsApp)

De acordo com o comando da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) Caju, houve confronto entre PMs e criminosos durante patrulhamento na localidade conhecida como Tiradentes nesta manhã.

Um homem apontado pelo setor de inteligência da UPP como um dos gerentes do tráfico local foi ferido e socorrido para o Hospital Geral de Bonsucesso, mas não resistiu aos ferimentos. Na ação, os agentes apreenderam uma pistola calibre .40, um rádio transmissor, drogas e um caderno de anotações.

Fonte: R7

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Cadela precisa ter pata amputada após ser brutalmente agredida

Reprodução Facebook Saau

Uma cadela foi brutalmente agredida por um funcionário da Prefeitura de Umuarama, no Paraná, segundo denuncia a Sociedade de Amparo aos Animais de Umuarama (Saau).

A ONG afirma que agressão foi tão violenta que a cadela precisará amputar uma das pernas e corre o risco de não sobreviver devido à perda de sangue.

Uma postagem na página da entidade explica que a cadelinha latiu para o homem instintivamente para proteger seus bebês. Incomodado, o homem agrediu a cachorra com uma roçadeira.

Um Boletim de Ocorrência foi registrado por maus-tratos contra animais. Internautas estão realizando uma campanha exigindo a exoneração do funcionário.

Reprodução Facebook Saau

Investigação

Em nota, a Prefeitura de Umuarama informou que será aberta uma sindicância para apurar a ação do servidor.

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Cão dá lição de vida após ser baleado e ter perna amputada

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Love-A-Stray Dog Division Non-Profit Rescue

Gibson foi encontrado na esquina de uma rua, ferido e sofrendo. Estava extremamente magro e, além disso, tinha sido baleado em uma de suas pernas dianteiras. O pobre cão claramente precisava de ajuda e o mais rápido possível.

O Cleveland Animal Control, nos EUA, respondeu à chamada sobre Gibson e procurou centros de resgate para tentar encontrar uma organização que pudesse acolhê-lo – já que estava claro que ele provavelmente não sobreviveria em um grande abrigo.

A Love-A-Stray Dog Division Non-Profit Rescue soube sobre o cão de dois anos e imediatamente concordou em levá-lo e pagar todas as suas despesas médicas.

Foto: Love-A-Stray Dog Division Non-Profit Rescue

Depois de examiná-lo, os veterinários determinaram que Gibson precisaria ter a perna amputada, pois muitos danos ocorreram quando ele foi baleado. Ninguém tem certeza de como o doce cãozinho foi baleado, mas Gibson lidou com seus ferimentos com uma atitude exemplar, apesar da imensa dor que sentia.

“Ele é fantástico com todas as pessoas que conhece. É um cão muito doce!”, disse Connie Field, do Love-A-Stray.

Não muito tempo depois de chegar ao centro de resgate, Gibson teve a perna amputada. A equipe não tinha certeza de como ele reagiria ao acordar e de repente perceber que tinha apenas três pernas, mas a mudança não pareceu incomodá-lo de maneira alguma.

Foto: Love-A-Stray Dog Division Non-Profit Rescue

“Ele estava com tanta dor, com o osso quebrado do tiro, realmente parecia aliviado uma vez que sua perna foi removida e ele sentia dor”, relatou Field.

Pouco depois da cirurgia, Gibson começou a terapia no Up & Running Canine Rehabilitation em Avon Lake, Ohio para ajudá-lo a se adaptar à vida com apenas três pernas, segundo o The Dodo.

Foto: Love-A-Stray Dog Division Non-Profit Rescue

Até agora ele tem sido excelente em cada terapia que tentou, incluindo a terapia de equilíbrio, terapia aquática e de laser.

Gibson está melhorando e ficando mais forte a cada dia e a expectativa do centro é que, no início de março, ele estará finalmente pronto para começar a procurar um lar definitivo. “Ele está sendo incrível. Os cães são tão resilientes”, concluiu Field.

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Cordeiro que teve a perna amputada deixa passado de negligência para trás

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Farm Sanctuary

Quando Regina quebrou sua perna traseira, os responsáveis por ela deveriam tê-la ajudado imediatamente. Mas eles não o fizeram. Em vez disso, o pequeno cordeiro foi forçado a arrastar sua perna quebrada e a usar a outra perna traseira como uma muleta.

Regina nasceu dentro de um programa de agricultura de Ensino Médio, destinado a ensinar as crianças sobre agricultura e pecuária.

Embora a identidade da escola tenha permanecido em segredo, Alicia Pell, gerente de abrigos do sul da Califórnia do Farm Sanctuary (o refúgio de animais onde Regina finalmente encontrou um lar) acredita que os alunos estavam vendo como os cordeiros mamavam em suas mães.

Mas Regina teve dificuldades. Ela era um entre três trigêmeos e, enquanto seus irmãos conseguiam se alimentar, a barriga de Regina ficava frequentemente vazia.

Foto; Farm Sanctuary

Sem o leite materno, Regina ficou magra, fraca e desnutrida. Então ela quebrou a perna.

“Disseram-nos que a mãe quebrou a perna dela. Se a mãe a rejeitasse e Regina tentasse mamar, a mãe poderia tê-la chutado com a perna de trás, mas é difícil saber honestamente, a pessoa que me deu a informação soube disso de segunda mão”, disse Pell.

Além de obter cuidados veterinários, Pell acredita que Regina deveria ter sido isolada. No entanto, o administrador da escola não retirou Regina do local que compartilhava com sua mãe, com seus irmãos e algumas outras ovelhas. “Foi perigoso mantê-la ali. Ela foi, sem dúvidas, negligenciada”, acrescentou Pell.

Para piorar as coisas, os alunos amarraram uma faixa de borracha em torno da base do rabo do cordeiro deliberadamente para cortar o fornecimento de sangue e fazer com que o rabo caísse.

Quando a saúde de Regina se deteriorou, a escola decidiu que iria induzir sua morte. Entretanto, ao saber disso, a mãe de um aluno percebeu que tinha que salvar a vida do cordeiro.

Foto: Farm Sanctuary

“Ela convenceu o supervisor da escola a deixar Regina conosco em vez de provocar sua morte”, disse Pell. No dia 30 de novembro, voluntários do Farm Sanctuary acolheram Regina sob seus cuidados e a levaram imediatamente para um hospital de animais, onde ela finalmente conseguiu a assistência necessária.

Uma vez que a condição de Regina ficou estável, a equipe de veterinários tirou raios X de sua perna quebrada. “Eles estavam originalmente bastante esperançosos de que poderiam colocar alguns pinos. Disseram que tiveram sucesso com casos semelhantes que não foram tratados por algum tempo”, explicou Pell.

No entanto, quando chegou a hora de operar, os planos mudaram. “As pausas foram mais extensas do que esperavam e simplesmente não foi possível salvar a perna. Uma das lesões ocorreu no fêmur quase até o osso do quadril. Eles tiveram que amputá-la, deslocando
Como grande parte da perna de Regina foi amputada, ela não podia usar prótese. Porém, ela não parecia necessitar de uma.

“Ela estava recebendo doses muito altas de medicamentos para dor logo após a cirurgia. Mas estava de pé, andando dentro de poucas horas e no dia seguinte estava correndo, eles ficaram bastante surpresos com sua recuperação”, esclareceu Pell.

Foto: Farm Sanctuary

No santuário, correr e pular rapidamente se tornaram as duas atividades favoritas de Regina. “Tenho que vigiar para ter certeza de que eu não tropece nela porque ela me ultrapassa para ir ao outro lado do recinto quase sempre. Ela irá continuar correndo e correndo”, revelou Pell ao The Dodo.

Quando Regina se cansa, ela entra em uma cama de cachorro com seus animais de pelúcia. “Ela tem um espírito de luta real e acredito que isso acontece em parte por vivido com a perna quebrada. Estamos todos profundamente apaixonados por ela”, disse Pell.

Pell também espera que os alunos do programa de Ensino Médio descubram onde Regina vive atualmente.

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Cadela leva tiro em Ivinhema (MS) e tem pata amputada

Divulgação
Divulgação

Na terça-feira (1), duas irmãs encontraram uma pequena cadelinha ferida chorando e gemendo de dor próximo ao Banco do Brasil, região central de Ivinhema, no Mato Grosso do Sul.

Ao resgatarem o cãozinho, que estava muito assustado viram que o machucado era profundo e grave e, numa primeira análise, parecia ter sido causado por atropelamento.

Na quinta-feira (3) foi levada ao veterinário para tirar raio X e constatar se era necessário fazer uma cirurgia. Para espanto do médico veterinário e equipe, a fratura se tratava de um disparo de arma de fogo. Diante do fato a pata teve de ser amputada.

Segundo o voluntário da ONG Polly de Ivinhema, o advogado Júnior Nino, os animais devem ter seus direitos respeitados. “A cada dia ficamos mais abismados com os absurdos e crueldades praticados contra esses seres que amam sem pedir nada em troca. Esses seres que, assim como nós, também sentem sede, fome, frio, medo, dor e diversos outros sentimentos. Mas pra mim tem uma grande e importante diferença entre eles e nós. Eles não sabem falar para pedir ajuda, e existem poucas pessoas que se propõem a falar por eles e lutar pela defesa deles”, completou o advogado.

A cirurgia foi realizada com sucesso e uma das irmãs que resgatou a pequena cadelinha resolveu adotá-la.

“Agora sim, ela terá uma vida que merece, sendo bem cuidada, bem-amada e bem respeitada. Que essa história possa inspirar ainda mais pessoas nesta nobre causa, sem nunca esquecer que maus-tratos a animais é crime previsto no art. 32 da Lei 9.605/98 ,Lei de Crimes Ambientais, e deve sempre ser denunciado”, finalizou Nino.

Fonte: IveNews

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Tartaruga amputada ganha ‘rodas’ e fica mais rápida do que nunca

Tartaruga fêmea ganhou um par de rodas após ter perdido as patas dianteiras (Foto: BBC)
Tartaruga fêmea ganhou um par de rodas após ter perdido as patas dianteiras (Foto: BBC)

Uma tartaruga fêmea do sul da Índia está experimentando um novo tipo de vida após receber de veterinários um par de rodas.

O animal havia perdido as extremidades das duas patas dianteiras em um ataque de mangusto, mamífero carnívoro de pequeno porte – conhecido por ser um dos poucos predadores que caçam serpentes.

Fonte: G1

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Gato de três pernas com artrite passa por cirurgia inédita de prótese de quadril

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

O veterinário e professor Noel Fitzpatrick posa para foto com o gato Jersey em seu colo, após cirurgia pioneira e bem sucedida. Foto: Channel 4
O veterinário e professor Noel Fitzpatrick posa para foto com o gato Jersey em seu colo, após cirurgia pioneira e bem sucedida. Foto: Channel 4

Pelo que passou, o gato Jersey parece ter mais que sete vidas. Ele teve a vida salva em uma cirurgia pioneira realizada pelo famoso veterinário Noel Fitzpatrick.

Segundo a reportagem, foi a primeira vez no mundo em que uma cirurgia de reposição de quadril é feita em um gato de três pernas. O caso foi documentado no primeiro episódio da nova série “The Supervet”, exibido pela emissora de TV inglesa Channel 4’s.

Fitzpatrick, que é conhecido como “veterinário biônico”, admitiu que o resultado da operação era incerto e que a mesma poderia ter levado o animal a óbito. Mas os seus tutores, Ruth e Chris de Rochdale (Inglaterra), estavam desesperados por uma chance.

O casal revelou como adotou Jersey ainda filhote, encontrado nas ruas em 2013. Uma de suas pernas traseiras estava tão fraturada que teve de ser amputada.

Ruth disse que não pode resistir em adotar Jersey quando ele foi levado para a cirurgia na clínica veterinária em que ela trabalhava como recepcionista.

Ela conta que, assim que ele chegou, foi amor à primeira vista. Eu fui direto para o telefone falar com Chris para perguntar se poderíamos ficar com ele.

A tutora Ruth, que faria de tudo para salvar Jersey. Foto: Channel 4
A tutora Ruth, que faria de tudo para salvar Jersey. Foto: Channel 4

Jersey não foi o primeiro animal que o casal resgatou das ruas. Eles também tutelam dois cães, seis gatos, quatro furões, patos, galinhas e uma codorna.

A primeira cirurgia de Jersey quando filhote foi um sucesso e ele foi capaz de viver feliz por um tempo com três pernas. Mas, três anos depois, ele começou a ter dificuldade para caminhar, o que preocupou os tutores.

Foto: Channel 4
Foto: Channel 4

Eles levaram-no até o Dr. Fitzpatrick – que é renomado por seu pioneirismo em técnicas para salvar animais e tem um hospital veterinário conceituado em Surrey (Inglaterra), chamado Fitzpatrick Referrals
– na esperança que ele ajudasse Jersey a recuperar a sua saúde.

Fitzpatrick observou a tentativa de Jersey para caminhar, e viu que ele mancava e não tinha estabilidade nas pernas.

Descrevendo os problemas de Jersey para o veterinário, Ruth disse: “Ele tem piorado aos poucos, e frequentemente ele já está mal ao acordar. A cada passo, ele se senta”.

“Eu estou preocupada com ele, pois ele parece infeliz, imagino que esteja sentindo muita dor no quadril”, acrescentou a tutora.

A princípio, Noel acreditou que Jersey necessitava de uma cirurgia de rotina no joelho, porém exames radiográficos revelaram que o problema era muito mais sério.

Devido ao hábito de forçar uma das pernas traseira, Jersey desenvolveu uma artrite incurável, e uma total substituição de seu quadril através de uma prótese seria a única solução.

No entanto, o veterinário admitiu que este seria um procedimento de alto risco para um animal de três pernas, e algo que ele nunca havia realizado em um gato até então.

Ele disse: “Eu fiz cirurgias de próteses de quadris em cães de três pernas, mas não há dados sobre esse procedimento em gatos de três pernas, de modo que esse é um território desconhecido”.

Ele contou aos tutores que, se a cirurgia falhasse, eles teriam de decidir se continuariam tratando-o com medicamentos ou se teriam que induzi-lo à morte. Os tutores optaram por arriscar, na esperança de fazer o bem ao animal.

Foto: Channel 4
Foto: Channel 4

Ruth declarou: “Ele é insubstituível, ele está totalmente em meu coração. Eu não posso mais viver sem ele. Se há uma chance de mantê-lo ao meu lado, então eu tentarei”.

O veterinário se comprometeu a fazer o seu melhor para salvar Jersey, deixando claro que não havia a certeza de sucesso. “Eu não estou dizendo que vocês devem desistir dele, mas temos de ser realistas”, disse ele aos tutores, explicando que, se algo desse errado, não seria possível amputar a perna, e então tudo estaria acabado. Seria a operação mais difícil de toda a sua vida.

As câmeras da Channel 4 acompanharam Fitzpatrick e sua equipe enquanto eles performaram a arriscada cirurgia e, graças ao cuidado e à expertise dos profissionais, eles conseguiram.

Foto: Channel 4
Foto: Channel 4

Posteriormente, o veterinário reuniu Jersey com a sua tutora aliviada e lhe disse que o futuro do gato parece promissor.

“Parece que irá funcionar, desde que ele não sofra um deslocamento”, disse ele.

Foto: Channel 4
Foto: Channel 4

Ruth recebeu orientações sobre os exercícios que teria que fazer com o gato todos os dias para ajudá-lo na adaptação, e todos estão esperançosos de que ele terá uma completa recuperação.

Foto: Channel's 4
Foto: Channel’s 4
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Cadela amputada após picada de aranha vira xodó de família em Santos (SP)

Foto: Mariane Rossi/G1
Foto: Mariane Rossi/G1

Uma cadela com poucos meses de vida sobreviveu ao ataque de uma aranha, mas teve uma das patas amputadas e acabou se adaptando à nova condição. Após dez anos, Isabela vive com uma família em Santos, no litoral de São Paulo, e foi acolhida justamente porque se tornou um animal especial.

A advogada Cynthia Toffoli, de 50 anos, sempre foi apaixonada por cães. “Eu tinha vários cachorros em um sítio e um shar pei em casa, que também veio de adoção”, conta. Ela criou uma comunidade em uma rede social sobre adoção de cães da raça labrador.

Certo dia, uma das participantes da comunidade postou a foto de uma cachorra chamada Isabela. “Ela entrou como adoção especial. A tutora dizia que só ia liberar o animal para alguém especial, porque ela era especial”, lembra a advogada.

A cadela morava em São Paulo. Segundo Cynthia, os tutores tinham um canil, mas por problemas pessoais, precisaram se desfazer do estabelecimento e também de todos os cães.

No entanto, a adoção de Isabela era a mais difícil, porque ela possuía apenas três patas. “Quando ela tinha nove meses, foi picada por uma aranha marrom. No início, os funcionários não notaram, porque havia muitos cães. Quando perceberam, a cadela já estava em um estado que não tinha muito o que fazer, a pata já estava necrosada. Ela teve que fazer a amputação total do membro”, conta Cynthia. Isabela ficou 72 horas internada, passou pela UTI, teve que receber transfusão de sangue e ficou entre a vida e a morte, mas sobreviveu.

Mesmo com a divulgação da história de Isabela e das fotos na internet, ela não era adotada. Mas para Cynthia, o fato da cadela ter três patas não fazia a menor diferença. “Aquilo começou a me incomodar, porque ninguém adotava. Todos os outros eram adotados e ela ia ficando para trás”, afirma. A advogada resolveu acolher Isabela, que passou a viver no sítio da família e na companhia de outros animais.

Isabela teve que aprender a andar novamente, a viver em um ambiente mais aberto e em contato com a natureza. Junto com os outros animais, ela não ficava para trás por conta da dificuldade de locomoção. “Eu jogava a bolinha e ela era a primeira a chegar, tinha uma agilidade incrível”, conta a advogada. No último ano, Isabela veio morar com a família no apartamento em Santos. A cadela teve que se adaptar novamente a outra realidade. “Ela era totalmente caipira. Quando chegou, tinha medo de elevador, no piso ela escorregava muito, tinha medo das portas e o vento a assustava”, conta Cynthia.

A única pata traseira de Isabela começou a fazer a função dos dois membros e ajuda a mantê-la em pé. Por conta da deficiência, a coluna dela acabou sendo afetada e a tutora precisou controlar o peso da cadela. “A ração é muito controlada. Ela tem a coluna já deformada por causa do sacrifício que faz para andar, é difícil. A unha tem que estar sempre aparada. São sacrifícios que você tem que fazer por um cão”, comenta.

Aos 11 anos, Isabela é o xodó da família. Nas ruas, com lacinhos e bandana cor de rosa, poucos notam a falta de uma pata traseira. Já para Cynthia, ela é um exemplo de que ser diferente não faz a diferença. “Dizem que são amigos de quatro patas, mas a minha tem três. As pessoas relutam em aceitar o diferente e nem sempre o diferente faz a diferença. Ela é carinhosa, é o que ela nos dá em troca de a termos aceitado”, conclui.

Fonte: G1

 

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Homem é acusado de crueldade animal após cão ter pata amputada

Agora chamada Florence, cadelinha está se acostumando à sua nova condição. (Foto: Reprodução/dailymail.co.uk)
Agora chamada Florence, cadelinha está se acostumando à sua nova condição. (Foto: Reprodução/dailymail.co.uk)

Um britânico está sendo acusado de crueldade animal após deixar os pelos de sua cachorra crescer a tal ponto que parte de suas patas dianteiras tiveram de ser amputada.

Derek Goldsmith, de 64 anos, antigo tutor do animal, se declarou culpado perante o tribunal de Brighton, na Inglaterra, das acusações de crueldade animal, e agora corre o risco de ser mandado para a cadeia.

Goldsmith era o tutor da cachorra Cheeky, uma mistura de shih tzu e poodle, mas se recusava a levar o animal ao veterinário.

O cãozinho foi resgatado pela Sociedade Real de Prevenção Contra a Crueldade Animal (RSPCA, na sigla em inglês), após os vizinhos terem delatado o dono.

Quando os agentes encontraram Cheeky, os pelos em todo o seu corpo era um emaranhado só. O bicho ainda tinha problemas dentários.

Segundo o promotor do caso, o tutor da cadela foi avisado de que a habilidade de locomoção do animal estava prejudicada e que ele deveria levá-la a um veterinário.

Goldsmith, no entanto, não seguiu o conselho por medo de perder o animal, o que, por fim, acabou acontecendo.

Segundo os veterinários que avaliaram o animal, as patas dianteiras de Cheeky foram bastante prejudicadas pela má circulação e, por isso, tiveram de ser amputadas.

O animal também perdeu todos os dentes.

Cheeky, agora, ganhou uma nova tutora e um novo nome: Florence.

“Florence é uma queridinha. Ela está indo muito bem e já consegue andar sobre tapetes e grama baixa”, diz Karan Branagh, a nova tutora.

A sentença de Derek Goldsmith será anunciada apenas em dezembro.

Fonte: R7

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