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Creche de animais promove campanha para abrigar animais de infectados pela Covid-19

Foto: Pixabay

A creche Pet Lovers, localizada na cidade do Porto, em Portugal, iniciou uma campanha no começo desta semana para abrigar gratuitamente cães e gatos de pessoas infectadas com coronavírus (Covid-19).

Até a última terça-feira, 24, o país já possuía 2,3 mil casos confirmados da doença e 13,6 mil casos suspeitos. Como muitos dos infectados tiveram de ser internados e dessa forma não poderiam cuidar de seus animaizinhos, a Pet Lovers, uma creche especializada no serviço e atendimento aos animais, optou por fazer uma campanha solidária voltada para atender e ajudar os cidadãos que teriam que se afastar por tempo indeterminado de seus queridos amigos de quatro de patas.

De acordo com Arthur Pugliese, co-fundador da creche, o espaço ficará disponível gratuitamente durante todo o período de recuperação e superação da pandemia e os animais acolhidos serão buscados em casa e contarão com serviços como: banho, alimentação e um espaço aberto para promover momentos de lazer para os hóspedes, além de claro muito amor, carinho e atenção.

Vale lembrar que cães e gatos não podem transmitir coronavírus aos humanos e que nesses tempos de quarentena e isolamento, os nossos amigos de quatro patas são de grande ajuda, principalmente para combater a solidão que o isolamento causa.


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Peruano cria Uber exclusivo para animais

Foto: Arquivo Pessoal

Sair com animais sem ter um transporte pessoal é algo que já deu dor de cabeça em muitos tutores por aí. Foi pensando nisso que o peruano Paul de La Torre apostou em um negócio inusitado: um Uber exclusivo para cães e gatos.

O atendimento prestado 24 horas, opera em qualquer lugar da cidade de Cuiabá (MT), e ganhou o nome de AutoMascotas. É feito sem gaiolas e cada animalzinho é levado em viagens separadas, se o tutor quiser acompanhar seu companheiro de quatro patas também é possível. Futuramente Paul pensa em colocar câmeras dentro do transporte para que o responsável possa acompanhar a viagem em tempo real.

O serviço tem o custo similar aos do UBER convencional mais uma pequena taxa no valor de R$6,00 reais que é totalmente compensada pelo conforto com que os animais viajam “O motorista não apenas vai, ele é sempre acompanhado por um assistente para brincar e observar o filhote em qualquer situação para poder atendê-lo rapidamente. Às vezes eles estão tão confortáveis que não querem nem sair da unidade”, explica Paul.

O peruano ainda pretende expandir sua rede de negócios para o bem-estar animal e em breve terá seu negócio ampliado através de um hotel para animais que será inaugurado em junho deste ano.


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Gatinha com Síndrome de Down tem livro sobre inclusão lançado por tutores

A famosa Maya, uma linda gatinha diagnosticada com Síndrome de Down agora tem um livro ilustrado dedicado a incentivar e instruir crianças e adultos sobre a importância da inclusão.

Foto: @meetmayacat

Resgatada em 2017 de um lixão pela ONG Odd Cat Sanctuary, Maya teria sua morte induzida por ter características diferentes de outros gatos. Ela nasceu com um cromossomo extra que a faz ter os olhos assimétricos, pernas curtas e patinhas muito grandes. Apesar da diferença física foi adotada e recebida com muito amor por seus tutores Harrison Makofsky e Laura Beader que além dela são responsáveis por outro gatinho, Dragon.

O amor que seus tutores possuem por seus companheiros de quatro patas é tão grande que os levaram a escrever e publicar um livro infantil sobre a amada gatinha, o “Meet the Maya Cat”, que além de mostrar o dia a dia de Maya com sua família também é repleto de valores e reflexões com o propósito de transmitir para as crianças a importância da empatia e amor ao próximo a aceitação do diferente.

A renda arrecadada com a venda dos livros é destinada aos Jogos Olímpicos Especiais de Massachusetts, nos Estados Unidos e ao Odd Cat Sanctuary, o abrigo responsável por resgatar a encantadora gatinha é responsável por atuar no resgate e cuidado de animais que possuem doenças físicas ou comportamentais.

Maya possui um perfil no Instagram que é administrado por sua tutora, Laura, na página podemos acompanhar o dia a dia dela que como todo gatinho é curiosa e bastante amorosa.

Foto: @meetmayacat

Respeitar os animais é algo que todo ser humano deveria fazer, afinal para eles não existe o diferente, eles nos amam da forma como somos sem nos julgar e a única coisa que podemos fazer para agradecer a esse amor incondicional é ama-los e respeitá-los como eles merecem.


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Atores Emiliano D’Avila e Natália Rosa mostram rotina vegana: “profundo amor pelos animais”

No ar com o seu divertido Máicol no humorístico Vai que Cola, no Multishow, Emiliano D’Avila divide a vida a dois com a também atriz Natália Rosa, que atua na série Magnífica 70, no HBO. Juntos desde 2013, há dois anos o casal se tornou vegano, eliminando todos os derivados de origem animal da alimentação e adotando hábitos livres de exploração animal em todos os aspectos da vida – o que inclui vestimentas, produtos consumidos sem testes em animais, entre outras questões. Bem reservados, eles decidiram mostrar como é o estilo de vida deles em casa para a Revista QUEM e falaram um pouco mais sobre o veganismo.

(Foto: Leo Farah/ Divulgação)

“O motivo crucial é o profundo amor pelos animais e o respeito por suas vidas. Mas, estudando mais a fundo, descobrimos a gravíssima questão ambiental – por ser a pecuária intensiva a maior destruidora do meio ambiente – e também os malefícios que a carne e outros derivados animais trazem para nossa própria saúde”, justifica Emiliano, que afirma ter facilidade para manter o cardápio vegano.

“Pode parecer difícil, mas não é. E o fato de nós dois sermos veganos facilitou ainda mais a dinâmica do dia a dia. Nunca tivemos recaída, pois pra gente isso não é simplesmente uma dieta, é uma filosofia de vida. Nat nunca foi muito chegada à carne, então ela nem sente vontade. Já para mim, o cheiro de um churrasco, por exemplo, é muito atraente. Mas basta eu pensar que algum animal precisou morrer para aquele churrasco ser feito, pra eu me sentir no dever de não comer aquilo”, acredita o ator.

Natália concorda com o companheiro e diz que ser vegana até gera uma economia nas compras. “Dificuldade mesmo não tem. Não deixamos de nos relacionar com ninguém, não deixamos de sair para nenhum lugar, já sabemos quais restaurantes são veganos ou tem opções veganas. E quando o lugar não tem opção vegana e mesmo assim a gente quer ir pelo evento, a gente come antes em casa. Simples assim. E ainda tem uma facilidade, no mercado até gastamos menos. Porque fruta, legume e verdura são bem mais baratos que carne e laticínios”, completa a atriz.

(Foto: Leo Farah/ Divulgação)

E para quem pensa que a alimentação sem carne e leite os deixam menos dispostos, Emiliano conta que os dois têm uma rotina pesada na academia: “nós malhamos bastante, seis vezes por semana”. Inclusive, caso eles venham a ter filhos, a criança será criada dentro da filosofia vegana. “Filhos humanos por enquanto não. Mas já temos quatro filhotes, dois gatos e duas cachorras, que só comem ração vegana. E caso a gente tenha ou adote um filho humano, certamente seria criado com essa filosofia”, garante Natália.

O artista aconselha que as pessoas se tornem adeptas do veganismo. “Seja vegano! Você jamais se arrependerá. Simplesmente não há nenhum motivo sério nem científico para não ser. Ninguém precisa comer carne, nem beber leite, nem usar couro. E se ainda o faz, pense que é por um hábito egoísta que não nos ensinaram a questionar. Nosso paladar não precisa ser saciado às custas de nenhum animal. Hoje em dia, existem centenas de receitas veganas maravilhosas e dezenas de restaurantes veganos”, explica.

A atriz dá a dica de fazer um prato vegano fácil e saudável. “Arroz, feijão, batata e salada. O tradicional prato brasileiro, só que sem carne, ou seja, mais fácil impossível. Se quiser um pouco mais de proteína além do feijão, acrescente couve à salada. De sobremesa, salada de fruta, ou banana amassada com melaço de cana e aveia”, conclui Emiliano, que está envolvido nos projetos de um curta e um longa para ainda este ano e deve abrir um empório e restaurante vegano em São Paulo, junto com a irmã.

(Foto: Leo Farah/ Divulgação)

Fonte: Revista Quem

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Garotinho de 6 anos ajuda a salvar mais de mil cachorros que seriam sacrificados

A história do garoto Roman McConn, de apenas 6 anos, é um claro exemplo de amor e cuidado aos animais. Ao lado de sua mãe, ele já ajudou a salvar mais de mil cachorros, que seriam sacrificados. Tudo começou quando eles adotaram Luna, que estava há muito tempo em um abrigo do Texas, nos EUA, e seria submetida à eutanásia.

Roman McConn, de apenas 6 anos, ao lado de sua mãe, já ajudou a salvar mais de mil cachorros, que seriam sacrificados nos EUA.
Foto: Reprodução/Instagram

Com o objetivo de ajudar outros animais na mesma situação de Luna, Roman e sua mãe, Jennifer McConn, começaram a percorrer abrigos e incentivar a adoção de animais fazendo vídeos e postagens nas redes sociais para mostrar os cachorrinhos que precisavam de um novo lar.

Durante ação, a família precisou se mudar para Washington e levaram com eles 31 cachorros. O resultado foi positivo e eles conseguiram um lar para cada animal. Foi aí que nasceu o “Project Freedom Ride”, que ajuda a resgatar animais de abrigos com superlotação e procura novos lares.

O pequeno Roman é quem mais ajuda a divulgar o projeto. Além de vídeos nas redes sociais, falando sobre as características dos cachorros, como idade e raça, ele também telefona para para famílias interessadas em adoção.

Fonte: Bol Notícias

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ONG realiza encontro de conscientização para alunos de Jundiaí (SP)

Alunas constroem cadeira de rodas para cadela que foi atropelada
Projeto dará palestras sobre adoção responsável para alunos

Estudantes do 7º e do 8º ano de uma escola estadual e do ensino médio do Sesi Jundiaí, São Paulo, recebem palestras do projeto Pracinha dos Dogs sobre adoção responsável de animais domésticos.

Os estudantes do ensino fundamental da escola estadual Alessandra Pezzato produzem casinhas com materiais reciclados, distribuídas pela ONG.

De acordo com a idealizadora do projeto, Sara Penteado, a iniciativa de promover o encontro aconteceu por conta da dedicação dos alunos para com a causa animal. Além da confecção das casinhas, estudantes do 2º ano do ensino médio do Sesi estão desenvolvendo uma cadeira de rodas robotizada para a cadela Vitória, que foi atropelada e um comedouro com sensor para facilitar a alimentação de um cão cego.

Sobre o projeto

O “Pracinha dos Dogs” existe desde 2013 e luta pela conscientização das pessoas que decidem adotar um animal. Além disso, o projeto ajuda no resgate de animais abandonados e auxilia abrigos em superlotação.

Quando você decidir adotar um animal doméstico, pense em como você se sentirá bem sabendo que deu um lar a um cão ou gato que, sem você, estaria pelas ruas, sem alimento, sem cuidado, sem carinho, correndo riscos, tanto em termos de saúde, quanto ao ficar exposto e vulnerável a crueldades de pessoas que machucam animais sem tutor apenas pelo prazer de ver um ser vivo sofrer.

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Estudante vende cookies veganos para ajudar instituições de proteção animal

Janaína Fernandes | Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Depois de ver as despesas que protetoras têm com animais abandonados, Bianca resolveu ajudar | Foto: Arquivo Pessoal

Defensora dos direitos animais, a estudante de Ciências da Computação da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), Bianca Sakiyana, vende cookies pelos corredores da faculdade para ajudar animais abandonados.

Vegetariana há dois anos, Bianca que pretende se tornar vegana, acredita que os animais merecem o mesmo respeito que humanos: “Sempre tive interesse em ajudar os animais. Não me enxergo superior porque sou humana, sempre os vi de forma diferente”, conta. Para ela, o que a motivou a parar de consumir carne animal foram documentários que expunham a crueldade. “Foi ali que decidi mudar minha alimentação e foi gradualmente. Primeiro parei com a carne vermelha, depois a branca e de lá para cá pesquisei como funciona a indústria de produtos de origem animal”, explicou.

As receitas vieram posteriormente, depois de ver nas redes sociais um passo a passo de como fazer biscoito congelado. Bianca arriscou a adaptá-lo ao paladar vegano. “Adoro coisas que se fazem para congelar e pensei: ‘que legal, imagina se desse para vender cookies congelados?'”, recorda. Depois de resgatar um gato abandonado na mesma época, a estudante começou a se questionar e resolveu adquirir dinheiro para ajudar ONGs: “As pessoas sofrem tanto a pressão familiar, quanto a financeira. Então por que não vender e reverter parte do lucro para ajudar as pessoas?”, contou.

A estudante arrecada dinheiro para ajudar ONGs de proteção animal | Foto: Arquivo Pessoal

Os biscoitos de Bianca têm duas versões: um cookie vegano feito de canela, e um tradicional de chocolate, que segundo ela será adaptado para a versão vegana, sem ingredientes de origem animal. Os colegas da faculdade aprovaram. “A maioria nem é vegetariana, mas gostaram e eu comecei a vender”.

Os cookies veganos levam: óleo de canola, açúcar demerara, açúcar cristal, leite de coco, trigo, bicarbonato de sódio, sal, essência de baunilha e canela. Cada um custa R$ 1,50 e o pacotinho de congelados, com 20 unidades, sai a R$ 20,00.

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Cão especial é adotado e se recupera após tratamento

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Cão tinha medo de pessoas e insetos | Foto: Reprodução

Depois de ser resgatado por um abrigo em Alberta, no Canadá, um cão galgo italiano ao invés obter uma melhora em seu quadro emocional com os cuidados e tratamentos do abrigo, desenvolveu uma crise de ansiedade que o fazia ter medo de tudo ao seu redor.

Desde temor por pessoas, brinquedos e até insetos, o cão Weezy preocupava todos que não sabiam o motivo de seu comportamento. Até que um dia, o cão foi adotado por uma família que não soube lidar com suas necessidades, e assim, o devolveu para o abrigo.

Foi então que a história de Weezy chegou aos ouvidos de Sarah Mavro, que sem pensar duas vezes adotou o cão para tentar descobrir seu problema. O cão passou por uma cirurgia de remoção de quase todos os dentes, motivo pelo qual sua língua pendurava para o lado de fora de sua boca. Depois de se recuperar, a tutora se empenhou em tratar sua ansiedade.

Depois de três anos, o cão começou a latir para Sarah e só parou depois que a tutora teve seu filho, Evan. O nascimento da criança fez com que o cão se acalmasse e desenvolvesse uma relação de afeto com o menino de apenas 7 meses. De acordo com Sarah, Weezy é um cão incomum pois, embora tímido, é um bom ajuste para sua família.

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Animais são cada vez mais bem vindos em ambientes corporativos

Pesquisa comprova que rotina de trabalho melhora com a presença de animais domésticos

Os trabalhadores a quem as empresas permitem levar os animais de domésticos para o trabalho são menos stressados e mais produtivos.

A conclusão é de um estudo realizado na Virginia Commonwealth University, nos Estados Unidos, e que dá como provado que a presença de animais no local de trabalho melhora a satisfação do funcionário e aumenta o seu desempenho.

Os resultados do estudo, refere o La Vanguardia, vão de encontro a uma outra investigação levada a cabo pela American Pet Products Manufacturer’s Association, que diz que os ambientes se tornam mais criativos e produtivos e que os trabalhadores se dispõem a trabalhar mais horas.

Aumentar a felicidade, melhorar a assiduidade e melhorar as relações entre colegas são outras das vantagens apontadas nos estudos, que sugerem assim que as empresas só têm a ganhar em permitir que os trabalhadores levem para o emprego os animais domésticos.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Isis Valverde mostra que paixão por animais vem desde criança com foto de sua infância

Isis Valverde mostra foto ainda criança com seu cachorro (Reprodução/Instagram)
Isis Valverde mostra foto ainda criança com seu cachorro (Reprodução/Instagram)

Isis Valverde mostrou que sua paixão por animais vem desde criança. Nesta terça-feira (03), ela mostrou uma foto em que aparece ainda pequena ao lado de um cachorro e, ao lado, outra imagem atual, também ao lado de seu animal.

“O tempo passa, mas a paixão não muda. Só aumenta…”, escreveu a atriz em sua página na rede social.

Ela costuma mostrar fotos de seus animais nas redes sociais. Ao que parece, bichinhos não faltam no lar da atriz.

Fonte: Conexão Penedo

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De jipe, casal vai percorrer 4 mil km para divulgar o amor pelos animais

Casal vai viajar a bordo de um jipe todo equipado (Foto: Ana Carolina Levorato/G1)
Casal vai viajar a bordo de um jipe todo equipado (Foto: Ana Carolina Levorato/G1)

Um casal de Botucatu (SP) está com as malas prontas para fazer uma expedição diferente durante as férias: a bordo de um jipe e com a companhia do cachorro, a bióloga Mônica Torres Duarte e o veterinário Diogo Souza Zanoni pretendem percorrer mais de quatro mil quilômetros, entre ida e volta, pelo litoral brasileiro com o objetivo de orientar moradores das localidades sobre cuidados com bichos.

Casados há dois anos, os dois se conheceram no campus da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Botucatu quando ela veio de Avaré e ele de São Paulo para estudarem na cidade do Centro-Oeste Paulista.

(Imagem: reprodução)
(Imagem: reprodução)

Agora, aproveitando as férias, por 21 dias eles viajarão em um jipe Lada Niva 1991, importado da Rússia, que leva uma barraca que comporta o casal. Em pouco menos de um minuto, o veterinário retira a escada e monta o acampamento portátil. Além disso, eles também levam cadeiras de praia e uma cozinha improvisada com fogão e uma mini geladeira elétrica. (Veja o vídeo)

No itinerário, que começa na cidade do interior paulista, Mônica e Diogo passarão por cidades como Caraguatatuba, Ubatuba, Paraty, Rio de Janeiro, Vitória, Porto Seguro, Ilhéus, Salvador e por fim, Arembepe, na Bahia, cidade conhecida como o último reduto hippie no Brasil. Além de conversar com moradores, o casal irá fazer palestras no projeto Tamar e com voluntários. “A gente sempre quis participar do projeto, mas como moramos em Botucatu, sempre foi difícil. Agora, ir até lá e mostrar um pouco da nossa experiência e conhecimento é algo incrível. É a realização de um sonho”, conta Mônica.

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Na expedição, o casal pretende levar conhecimento aos moradores das cidades onde passarão. Diogo é veterinário e especializado em tumores em animais. Segundo ele, a intenção é prevenir ou orientar o tratamento dessas patologias. “Eu atendi muitos animais debilitados que poderiam ter sido salvos caso o nódulo não evoluísse tanto. Foi quando eu percebi que faltava orientação para os tutores”, afirma.

Já a bióloga Mônica é especialista em serpentes. O interesse por animais exóticos surgiu na graduação e ela pretende orientar caiçaras e outros moradores sobre a identificação, manejo e prevenção de acidentes. “Moradores das cidades do litoral – e turistas nesta época do ano – tem bastante contato com esses animais e muitas vezes não sabem o que fazer. Portanto, o nosso é objetivo é orientar e preservar as espécies para que não corram acidentes. Também queremos esclarecer mitos e verdades sobre esses bichos”, diz

Casal levará a cadelina  Mufa na viagem até a Bahia (Foto: Ana Carolina Levorato/G1)
Casal levará a cadelina Mufa na viagem até a Bahia (Foto: Ana Carolina Levorato/G1)

Segunda vez

O casal conta que sempre foi fã de cachoeiras e acampamentos. Segundo Diogo, ele e Mônica já fizeram uma viagem parecida, onde percorreram várias cidades do estado de Santa Catarina. Para o veterinário, a natureza do Brasil é pouco explorada e viajar com o jipe oferece a possibilidade de conhecer lugares quase desconhecidos. “Já fizemos uma viagem parecida com essa onde fomos conhecer vários acampamentos. No entanto, o que queremos agora é relatar com mais calma tudo o que fizemos e conhecemos para outras pessoas”, afirma Diogo.

Segundo o casal, as cidades do litoral foram escolhidas devido à grande quantidade de turistas que estão em férias. Quando voltarem da expedição, eles relatarão as experiências em um diário na internet.

“As pessoas vão para esses municípios preocupados apenas em se divertir e aproveitar ao máximo, mas são nesses locais como trilhas e matas, em que se ocorrem mais acidentes com animais peçonhentos. Além disso, são em cidade com menos estrutura que cães e animais de grande porte morrem com tumores por falta de conhecimento dos tutores”, ressalta Mônica.

Mufa foi resgatada das ruas e viajará com os donos (Foto: Ana Carolina Levorato/G1)
Mufa foi resgatada das ruas e viajará com os
tutores (Foto: Ana Carolina Levorato/G1)

Na companhia da Mufa

Durante a expedição, o casal irá contar com a companhia da cadelinha “Mufa”, de aproximadamente dois anos de idade. Mônica conta que a cachorrinha sem raça definida vivia nas ruas quando um dia entrou na casa dela.

“Ela viu o portão aberto e entrou. Como a gente viaja bastante, ficamos preocupados em ter um cachorro e por isso pensamos em colocar para adoção, mas desisti da ideia assim que ela voltou do veterinário”, conta.

Mansa e educada pelo casal, Mufa será mostrada para os moradores como “exemplo” de como o cuidado pode recuperar um animal em condições precárias. “Ela era muito assustada e triste. As pessoas precisam entender que animais não são propriedade e que um olhar um pouco mais cuidadoso pode salvar a vida dos dois”, comenta Mônica.

O casal vai iniciar a expedição nesta quarta-feira (17) e a previsão para retorno é no começo de janeiro.

Casal viajará por 21 dias de Botucatu até à Bahia (Foto: Ana Carolina Levorato/G1)
Casal viajará por 21 dias de Botucatu até à Bahia (Foto: Ana Carolina Levorato/G1)

Fonte: G1

 

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Carlos Carneiro fala sobre a causa animal

(Foto: reprodução)
(Foto: reprodução)

O central Carlos Carneiro tem sido uma das referências da Seleção Nacional e do Benfica, mas além do handebol o internacional também passou a dedicar-se à luta pelos direitos dos animais. As suas publicações nas redes sociais são o exemplo de quem se preocupa com o bem-estar destes entes queridos, graças à inspiração de “Eddie” e “Nívea”, dois cães que despertaram o jogador para novas emoções e uma outra sensibilidade.

“Tudo começou quando há cerca de quatro anos quis oferecer um cão à minha namorada, a Cátia. E dei comprámos o ‘Eddie’, da raça chihuahua. Nunca mais fui o mesmo, pois a vivência com ele consciencializou-me para a defesa dos direitos dos animais. Afeiçoei-me demasiado ao ‘Eddie’ e passou a ser como um filho para nós. É por causa dele que tentamos ajudar ou então consciencializar as novas gerações para a causa dos animais”, explicou, enternecido, Carlos Carneiro.

E o andebolista passou à ação, sempre apoiado pela namorada:“Conversámos e chegámos à conclusão que queríamos ajudar um cãozinho. E surgiu a ‘Nívea’, uma rafeira, que tem este nome em homenagem a uma rapariga de Gondomar que ajudou a cadela quando vivia na rua. Tomámos conhecimento via Facebook e acolhemos a ‘Nívea’, que necessitava urgentemente de um lar. Foi um contraste grande, pois o ‘Eddie’ foi sempre bem alimentado, bem tratado e mimado. É muito mariquinhas”, relata o jogador. “Já a ‘Nívea’ foi uma aventura. Decidimos ficar com ela em 5 minutos e acabou por ser complicado. Na viagem desde Gondomar, os dois cães nem se davam muito bem, pegavam-se, e a ‘Nívea’, muito magrinha e com um corpo onde se sentiam os ossos todos, vomitou. Felizmente, está tudo bem e os dois cães tornaram-se inseparáveis. É uma história bonita.”

Além da adoção de ‘Nívea’, Carlos Carneiro passou a apadrinhar outros cães e a apoiar associações, divulgando informação e ajudando a promover campanhas, com a venda de camisolas ou a emissão de rifas, por exemplo, para a obtenção de fundos que possam ajudar os animais. “São merecedores do nosso carinho. É complicado, mas até queremos tornar-nos vegetarianos”, sustentou Carlos Carneiro

Carlos Carneiro tomou consciência de que é preciso fazer alguma coisa pelos animais e apelou ao empenhamento cívico para se acabar com os maus-tratos e abandono.

“Quero fazer um apelo às pessoas para não comprarem cães nem gatos. Peço que os adotem. Um animal requer responsabilidade, amor, carinho e um lar. As pessoas têm de perceber que há imensos animais a precisarem de ajuda, porque se encontram abandonados. Em vez de comprarem, devem adotar”, defendeu o primeira linha.

O vimaranense, de 32 anos, quer mudar as mentalidades:“Utilizo o Facebook como uma ferramenta e, como sou uma figura conhecida, o meu objetivo é que a informação chegue ao maior número possível de pessoas, para que percebam o problema e mudem as mentalidades. Há muitos animais a precisarem de ajuda, pelo que não compreendo o porquê de se continuar a negociar animais. O‘Eddie’ foi comprado, cometi esse erro e, se fosse agora, não comprava um cão. Tomei consciência de todo o processo.”

Filho vem a caminho. Carlos Carneiro vai ter outro desafio pela frente, tendo revelado que vai ser pai dentro de alguns meses.

“É verdade, estou muito feliz. É um menino”, revelou sorridente o internacional, olhando para a barriga da companheira Cátia, grávida de 15 semanas.

E como bom pai, Carlos Carneiro vai transmitir os seus valores à nova geração, demonstrando o quanto é importante amar os animais e cuidar deles, pois a recompensa é sempre enorme.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

 Fonte: Record 

 

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