Destaques, Notícias

Gata enfrenta incêndio para salvar a vida de seus filhotes

Foto: Reprodução Youtube / CreepyWorld

Em um ato heroico, uma gata enfrentou um incêndio para salvar a vida de seus filhotes. Com medo de perdê-los, Scarlett não descansou até tirar cada um dos gatinhos do local.

O caso impressionou os bombeiros de Nova York, nos Estados Unidos. Comovidos com o amor da gata por seus filhos, os agentes controlaram o fogo e, em seguida, prestaram socorro aos animais.

Retirados do imóvel incendiado no bairro do Brooklyn, os gatos foram levados para uma clínica veterinária, onde receberam os cuidados necessários. Após entrar cinco vezes na casa para carregar os filhotes, um a um, em sua boca, a gata ficou bastante ferida. Um dos gatinhos também foi gravemente afetado pelo fogo e morreu após ser socorrido.

Foto: Reprodução Youtube / CreepyWorld

Apesar de estar com os olhos fechados, as orelhas e as patas queimadas, a gata não conseguia pensar em nada além de seus filhos. Por essa razão, ela não se acalmou até cheirá-los na clínica, certificando-se que estavam bem.

Após dias de tratamento, os animais se recuperaram. Scarlett ficou com cicatrizes pelo corpo – como o formato de seus olhos, que mudou após a exposição às altas temperaturas -, mas sobreviveu e passa bem. O ato de coragem da gata gerou tamanha comoção que a Liga de Animais de North Shore decidiu criar o “Prêmio Scarlett de Heroísmo Animal”.

Os quatro filhotes também foram tratados e já encontraram novos lares, onde estão vivendo cercados de amor.

Foto: Reprodução Youtube / CreepyWorld

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Mula chora ao reencontrar tutor após distanciamento causado pela quarentena

Reprodução/Instagram/@baldomerayyo

Baldomera, uma mula que vive na Espanha, chorou ao reencontrar seu tutor, que não via há dois meses por conta da quarentena de combate ao coronavírus, que os separou. O reencontro emocionante foi registrado em um vídeo (veja abaixo).

A emoção, no entanto, não se restringiu ao animal, atingindo também seu tutor. O jornalista desempregado Ismael Fernández, de 38 anos, não conteve as lágrimas ao rever sua companheira. Ao publicar o vídeo, que viralizou nas redes sociais, ele afirmou que não tem vergonha de se expor na internet chorando “porque aqui está uma das demonstrações mais incondicionais de amor que existe”.

Com muito carinho, Ismael se refere ao animal como sua “burrinha e amiga Baldomera”. “Aviso para pessoas sensíveis como eu: ela [a mula] também chora”, escreveu o jornalista, que teve sua história contada pelo jornal “Diario Sur” e tantos outros que o entrevistaram após o vídeo repercutir.

Nas imagens, é possível ver a mula caminhar na direção do tutor quando escuta sua voz chamando por ela. E ele responde: “Baldo! Olá! Como é que você está? Cadê você? O que você está fazendo? Como é que você está? Cadê minha burrinha? Onde está? Como é que você está? Onde você se meteu? Onde eu estava? Como é que você está? (Ismael chora) Que loucura. (Baldomera zurra, Ismael chora) Como é que você está? Eu também senti sua falta. Ai ai ai…”

Após as medidas de isolamento serem flexibilizadas em Málaga, Ismael teve autorização para visitar uma segunda residência na mesma província. E então, na última segunda-feira (18), o jornalista viajou da capital, de mesmo nome, até El Borge, percorrendo uma distância de 35 km. Isso porque, durante o confinamento, Baldomera ficou na casa da família, aos cuidados de Daniel, irmão do tutor da mula.

No dia em que foi visitar o animal, Ismael teve receio de que a mula tivesse esquecido dele, por conta do tempo afastados um do outro. Baldomera, no entanto, provou que os animais nunca esquecem daqueles que amam.

“Foi incrível e muito emocionante. Agora, toda vez que revejo as imagens, as lágrimas voltam. Minha única intenção com o vídeo era mostrar a reação dela, demonstrar seus sentimentos, a importância de cuidar dos animais, isso é realmente o mais importante nisso tudo”, afirmou o jornalista, em entrevista ao jornal “El País”.

Por conta da repercussão do caso, Ismael resolveu criar um perfil no Instagram dedicado à mula, onde passou a expor o amor que eles nutrem um pelo outro.

Confira o vídeo do reencontro de Baldomera e Ismael:


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Vídeo: cachorro se nega a sair de perto do caixão do tutor

Um cachorro procurou seu tutor incansavelmente após o homem morrer de parada cardíaca e, no dia do seu velório, recusou-se a sair de perto do caixão. O caso, que aconteceu nas Filipinas, foi registrado em um vídeo que comoveu internautas.

Reprodução/YouTube/RICMais

Nas imagens, o cachorro aparece segurando-se ao caixão pelas patas e olhando para o tutor com uma expressão triste. Uma mulher segura o animal no colo e se esforça para retirá-lo do local.

Carlitos, que morreu em decorrência de um ataque cardíaco, era o melhor amigo de Chuchu, como é chamado o cachorro. As informações são do portal RIC Mais.

A morte de Carlitos deixou o animal arrasado. Sentindo a falta de seu companheiro, Chuchu tentou ficar perto dele no velório o máximo que pode.

“O animal procurou ele em todos os lugares onde os dois costumavam ir”, disse um dos vizinhos de Carlitos.

A ideia de levar o cachorro até o caixão do tutor veio após a família perceber o desespero do animal, que não parava de procurar por Carlitos.

Com a morte do homem, o cachorro foi adotado pelos familiares da vítima.


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Cachorro permanece em estrada à espera dos tutores durante quatro anos

O cachorro passou a viver na beira de uma estrada após se perder de seus tutores


Durante quatro anos um cachorro permaneceu na margem de uma estrada esperando pelos seus tutores. A situação comovente aconteceu na Tailândia.

Foto: Reprodução/TV Jornal

O animal passou a viver na estrada após se perder de sua família durante uma viagem. Por um tempo, seus tutores procuraram por ele, mas acabaram desistindo.

Comovida com o sofrimento do animal, uma mulher passou a alimentá-lo. Ela não conseguiu, porém, retirá-lo do local, então cuidava dele da maneira como podia. As informações são do portal TV Jornal.

A persistência do cachorro, no entanto, levou uma outra pessoa a fazer um vídeo dele para divulgar sua história. As imagens repercutiram e chegaram até seus antigos tutores, que o reconheceram e foram até o local para buscá-lo.

O final desta história, porém, teve uma reviravolta. Isso porque, apesar de ter ficado feliz ao rever sua família, o cachorro não quis ficar com eles e optou pela companhia da mulher que cuidou dele nos últimos anos.


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Cachorro salva a vida de tutora ao farejar câncer de mama

Amanda Evans-Nash descobriu que tinha um nódulo em um dos seios após Jimmy, seu cachorro, começar a farejar e bater as patas nessa região do corpo da tutora.


A vida de Amanda Evans-Nash foi salva por Jimmy, seu cachorro. Farejando um nódulo que Amanda ainda não sabia que tinha, o cão começou a ter um comportamento estranho. Ele queria subir no colo da tutora com frequência, cheirava o tronco dela e batia as patas em um de seus seios. Mais tarde, enquanto apalpava a região, Amanda descobriu o nódulo. Após procurar um médico, ela foi diagnosticada com câncer de mama.

Foto: Reprodução/Facebook/Amanda Evans-Nash

O caso aconteceu em Prestwich no Reino Unido, e foi a ação rápida do cachorro que permitiu um diagnóstico precoce, o que foi crucial para a sobrevivência de Amanda.

“Não sei o que seria de mim, nem se eu estaria viva se não fosse por Jimmy”, contou em entrevista ao site Metro.

Apesar do câncer ter se espalhado rapidamente, Amanda venceu a doença. Ela foi submetida a sessões de quimioterapia durante 18 semanas e, depois, passou por uma cirurgia na qual a equipe médica retirou 29 nódulos de seu seio.

Uma biópsia foi realizada e concluiu que Amanda estava totalmente curada – graças ao cachorro.

Foto: Reprodução/Facebook/Amanda Evans-Nash
Foto: Reprodução/Facebook/Amanda Evans-Nash

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Cachorro vive há quase 10 anos em cemitério onde tutora foi sepultada

Um cachorro vive há quase 10 anos no Cemitério da Saudade, em Taboão da Serra (SP). O motivo que levou o animal a morar no local é comovente: a saudade. No cemitério, está o túmulo onde sua tutora foi sepultada. O amor incondicional do cão fez com que ele se mantivesse perto de sua melhor amiga até mesmo após a morte.

Foto: Sandra Pereira

Devido às circunstâncias, o cachorro acabou sendo adotado pelos funcionários do local, que cuidam dele. Bob Coveiro, como passou a ser chamado, passa os dias acompanhando enterros e sua história foi parar no livro “O bem e o mal em dois pulos”, escrito por Joselito Silva, funcionário do cemitério. Bob também ganhou uma página no Facebook em sua homenagem.

“Ele veio no enterro da tutora e nunca mais foi embora. Ele vai em todos os sepultamentos, acompanha, volta e espera o próximo sepultamento. Ele sobe os morros até as covas seguindo o cortejo. Tem momentos que ele vai na frente. Quando a tutora dele morreu e ele começou a morar aqui, o restante da família dela tentou levar ele embora, mas ele não se acostumou mais na casa e acabou vindo viver aqui no cemitério”, conta Joselito Silva ao portal Jornal na Net.

“Ele sabe que aqui é um lugar de despedida e mostra respeito por isso. Acho que até hoje ele lembra da tutora e por isso acompanha os sepultamentos, o preparo dos corpos, exumação e tudo”, relata outro funcionário.

Foto: Sandra Pereira

No cemitério, Bob ganhou casa, um pequeno jardim e alimentação. Boca, um dos coveiros mais antigos do local, é um dos funcionários que mais gosta do cachorro.

“A gente cuida dele. Alimenta, manda para a pet shop e compra as bolinhas que ele gosta de usar para brincar. Nós pedimos doações das pessoas porque nem sempre temos dinheiro”, conta um funcionário.

“O Bob aqui tem livre acesso. Ele alegra nossos dias. É um bom amigo”, conta Maria Neves Viera, a Neuzinha, diretora do Cemitério.


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‘Pais’ de cachorros deixam a solidão de lado ao dividir a vida com os animais

Neste Dia dos Pais, as histórias de tutores de cachorros que se transformaram em verdadeiros “pais” de cães mostram o quanto a companhia de um animal pode transformar a vida de uma pessoa. Antes solitários, esses homens encontraram uma nova alegria em suas vidas e deram adeus à solidão.

Jesse e Shurastey (Foto: Reprodução / Instagram)

Um deles decidiu viajar pelas Américas e levou consigo o amor incondicional que conheceu ao passar a dividir a vida com Shurastey, um golden retriever. Há dois anos, Jess Kos, 26, largou o emprego, vendeu a moto, comprou um fusca 1978 e começou a viajar. No Instagram, ele mostra as aventuras que vive ao lado do cachorro. As informações são do portal Correio 24 Horas.

João Gabriel Galdea, 35 e Leandro Garcia, 37, são outros dois “pais” de cachorro que tiveram suas vidas transformadas. Eles moravam sozinhos em seus apartamentos e tinham uma rotina entediante, que foi completamente mudada quando Pandora, uma cadela sem raça definida, e a golden retriever Lara chegaram.

Confira abaixo os emocionantes relatos dos três e entenda porque adotar um animal é uma das melhores decisões que você poder tomar na vida.

Jesse e Shurastey – depoimento retirado do perfil @shurastey_ no Instagram.

Que amizade é essa que move essa viagem maluca há mais de 2 anos pela América? Que amizade é essa que não precisa de uma só palavra para se entender! As vezes vejo ele olhando fixamente pra mim como que tivesse querendo me dizer algo. Quase sempre é quando não estamos fazendo nada. Ele olha fixamente e esse olhar entra na alma.

Parece sempre dizer a mesma coisa: “Qual, é! Meu tempo aqui é curto. Bora brincar, correr, nadar. Sai dessa moleza, joga a bolinhaaaa”.

Às vezes eu tô na minha querendo fazer nada e lá vem ele, senta na minha frente e fica me olhando bem no olho. As vezes ele pega a bolinha e simplesmente joga em cima da mão que está o celular. E em lugares como esse onde estamos em Cartagena, se nada disso funciona ele vai sozinho pro mar como quem diz “Vá a merda, marzão desse aí, um calor do carvalho. Se você não quer ir eu to indo”.

Jesse e Shurastey (Foto: Reprodução / Instagram)

Além disso, muitas vezes em que estive mal, ele não saía de perto, deitava nos meus pés e ficava ali comigo até eu melhorar! Nas alegrias e em todas as manhãs a festa é garantida, sempre que acordo ele festeja o novo dia e a nova possibilidade de estar comigo o dia inteiro!

Viajar sozinho é duro, nós seres humanos não fomos feitos pra sermos sozinhos, vivemos em comunidades desde sempre, com a companhia de outras pessoas, e eu nesses mais de 2 anos viajando sozinho só consegui porque escolhi levar comigo o Shurastey. Creio que sozinho mesmo eu não teria vindo tão longe!

Uma das coisas que move essa loucura é a nossa amizade!

João e Pandora

Mês passado fez dois anos que Pandora abriu sua caixinha de surpresas aqui em casa. Em 2017, eu tinha acabado de completar 10 anos morando sozinho e além de habituado com a solidão voluntária, gostava da paz e silêncio do lar. Até que essa criatura, resgatada no meio da rua, me foi oferecida por uma vizinha, que não escondeu o prenúncio de barulho. Narrou mais ou menos assim o salvamento de Dorinha: “amarraram no meio do mato, e talvez fosse morrer de fome, mas ela latiu tanto e tão alto que alguém ouviu, tirou ela de lá e amarrou num latão de lixo em frente a um prédio no Bairro da Paz. Quando a gente passou pelo lugar, ela tava latindo tanto que a gente foi ver se tinha algo errado, mas o povo contou a história e disse que a gente podia levar”. Trouxe, botou na minha porta, ela já entrou e tomou conta.

João e Pandora (Foto: Fernanda Souza/Acervo pessoal)

Desde então, a casa é mais de Dora que minha. As marcas de patas nas paredes, os bolos de pelos na vassoura, os grãos de ração no chão da cozinha, as marcas da destruição que deixou quando era pequenininha… Há Dora por todos os lados, em todos os momentos, e isso é maravilhoso. Sou doido por ela, adoro as maluquices e gaiatices, as correrias e manias. Sim, porque ela é cheia de leutria. Tem mais personalidade que muita gente: tem dia que tá agitada ou mal humorada, mas na maioria das vezes é engraçada, conta piadas, inventa caprichos que sinto prazer em atender. Sou um pai de cachorro dedicado e orgulhoso, que enche essa pentelha barulhenta de beijos mesmo quando ela apronta alguma estripulia. Não tem como não adorar minha Dorinha.

João e Pandora (Foto: Fernanda Souza/Acervo pessoal)

Léo e Lara

Sempre fui apaixonado por animais e um dia queria realizar meu sonho em ter um cão da raça Golden Retriever para me fazer companhia. Moro sozinho há 8 anos. Sempre tive uma rotina muito cansativa e árdua por conta dos empregos. Desta forma, passava muito tempo no trabalho e quando chegava em casa só queria descansar. Aí vem os problemas do dia a dia, estresse, cansaço físico e mental. Então, em 2018, resolvi diminuir minha ocupação profissional e ganhar mais tempo pra mim.

Passei a ter tempo livre e achei que havia chegado a hora.

Em outubro de 2018, Lara chegou. Sem dúvida, foi a melhor escolha que fiz na vida. Fui questionado por amigos e familiares quanto ao trabalho que teria. Que pena tenho de quem nunca teve o amor de um cão. O trabalho se tornaria prazer!

Léo e Lara (Foto: Acervo Pessoal / Divulgação)

Somos companheiros inseparáveis. Você muda toda a sua rotina sem perceber. O happy hour após o trabalho já não existe mais, a saudade de estarmos juntos é maior. A felicidade e o amor puro ao chegar em casa é indescritível. Se tem festa, praia, aniversário, barzinho, viagem, procuro as opções Pet Friendly e os amigos já sabem que Lara vai tá presente.

Se adoece, a preocupação é intensa, liga pra mãe, amigos, veterinário, não dorme direito, chora. É um sentimento mútuo. Quando sou eu que estou cansado, chateado, ela parece perceber e se aproxima mais ainda de mim, oferecendo carinho. As vezes paro e percebo que estou conversando com ela. Me pergunto se estou ficando louco. A resposta é não! Eu apenas sou pai de cachorro!


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Cães esperam por tutora internada há uma semana em frente a hospital

Dois cachorros esperam há uma semana pela tutora em frente ao Hospital São Paulo, em Xanxerê (SC). Roseli vive em situação de rua com os animais, que são seus companheiros.

Foto: Reprodução/NSC TV

O caso comoveu a comunidade e os funcionários do local, que acionaram uma ONG de proteção animal para pedir ajuda. Desde então, voluntários da entidade passaram a ir ao hospital diariamente para cuida dos cães.

“Chamou a atenção porque eles estavam querendo adentrar na porta de emergência. É como nós humanos, né? A gente espera que nossos familiares saiam, voltem ao contexto familiar”, disse ao G1 a assistente social do hospital, Maquieli Casaril.

O voluntário Vagner Ribeiro contou que, apesar dos cuidados que estão recebendo, os cachorros estão se negando a comer por estarem deprimidos, com saudade da tutora. “Viemos aqui para dar uma manutenção neles, trocar a coleirinha, botar antipulgas, dar vermífugo para eles, manter a saúde deles boa”, disse Ribeiro.

“A gente reza muito que ela se recupere, até porque é uma saúde, é uma vida e esses cães aqui até ultimamente não têm comido. A gente vê vários pontos de ração aqui em volta do hospital, mas eles não comem, eles querem a dona deles”, completou o voluntário.

Roseli está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde que foi levada ao hospital, no dia 20 de julho.


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Tutor faz tatuagem de cachorro após animal morrer em acidente trágico

Um homem decidiu homenagear seu cachorro após o animal morrer em um acidente trágico. O caso foi divulgado na internet por Alice Dawe, que trabalha levando cães para passear e que era a responsável pelos passeios do cão que morreu. O caso aconteceu na Inglaterra.

Facebook/ Alice Dawe

Dawe decidiu divulgar o caso porque ficou comovida com a atitude do tutor do animal. Ela não contou qual foi o acidente que tirou a vida do cão, mas disse que ele morreu de forma trágica.

A inglesa falou sobre a história em um grupo do Facebook e publicou uma foto do cachorro e outra da tatuagem que o tutor fez para homenageá-lo. As informações são do portal O Documento.

A fotografia do animal que deu origem à tatuagem foi tirada por Dawe. “Me sinto muito honrada por ele ter escolhido a foto que tirei”, escreveu.

Dawe disse ainda que o cachorro era um dos favoritos entre os quais ela levava para passear e que a coleira que ele usava permanece em sua bolsa desde que ele morreu, há dois anos.

“Você ainda passeia com seus amigos”, disse Dawe, querendo dizer que o cão que morreu continua fazendo os passeios porque no momento em que eles ocorrem, a inglesa leva a bolsa dela, com a coleira do animal dentro.


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‘Meu anjo da guarda’, diz tutor sobre cachorro que o acordou de coma

Andy Szasz, de 65 anos, estava em um coma profundo e relata ter acordado graças a seu cachorro. No hospital em que Andy foi internado, a equipe médica permitiu que Teddy, como é chamado o cão, fizesse companhia para o tutor, após um pedido da esposa de Andy. O animal ficava sentado ao lado da cama do paciente, que garante ter voltado do coma graças a Teddy.

Foto: Reprodução/Fatos Desconhecidos

“Eles colocaram Teddy no meu peito e ele me acordou. De certa forma eu acho que é meu anjo da guarda”, afirmou Andy. O caso aconteceu no Reino Unido.

Andy foi colocado em coma induzido pelos médicos devido a um quadro de saúde grave. Ele estava fazendo tratamento para um câncer de intestino e teve, também, pneumonia. As informações são do portal Fatos Desconhecidos.

Diante da situação, a esposa de Andy pediu que os médicos autorizassem a entrada do cão da família no hospital. Teddy, mostrando ser um companheiro fiel, passou a ficar deitado em cima do tutor.

Foto: Reprodução/Fatos Desconhecidos

Após quatro dias recebendo a visita do cachorro, Andy acordou enquanto o cão lambia seu rosto. A situação encantou os profissionais do hospital.

A companhia do cachorro, no entanto, não foi importante apenas durante a internação. Isso porque Teddy continuou a auxiliar o tutor após a alta médica. Ele sempre acompanha Andy em suas caminhadas diárias.

A história da dupla alcançou tamanha repercussão que foi contada no programa Dog Rescuers, um programa de TV britânico que apresenta o trabalho feito pela ONG de proteção animal RPSCA. O episódio em questão tratou da importância da companhia animal na recuperação de pacientes.

Foto: Reprodução/Fatos Desconhecidos

“Eu sempre digo às pessoas que eu resgatei Teddy e que ele me resgatou. Temos um vínculo especial”, disse Andy ao The Times.

Após tirar o tutor do coma, Teddy passou a visitar o Southampton General Hospital, além de casas de repouso, escolas e centros médicos, para levar afeto para pessoas que precisam.


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Noiva antecipa casamento para que seu cão com câncer terminal possa participar da cerimônia


O amor de um tutor por seu animalzinho não conhece limites e, por mais que muitas pessoas não compreendam como isso seja possível, nós sempre faremos tudo para vê-los felizes e ao nosso lado enquanto pudermos.

Uma prova de amor incondicional é o caso de Estelle Harris, 34, de Moira, Derbyshire, que casaria com Danny em maio de 2019, mas precisou mudar seus planos quando o cãozinho Bruce adoeceu pouco antes do Natal.

O Bullmastiff – a quem Estelle se refere como “seu filho de quatro patas” – foi diagnosticado com câncer agressivo depois que os veterinários descobriram um tumor do tamanho de uma toranja.

Bruce recebeu entre um e quatro meses de vida, então Estelle decidiu reorganizar seu casamento em apenas três semanas para que ele pudesse compartilhar o dia tão especial com eles.

Estelle, que diz que ama seu cachorro como uma criança, explicou: “Ter Bruce comigo no dia do meu casamento foi a coisa mais importante”.
Falando sobre seu vínculo com Bruce, Estelle disse: “É difícil colocar em palavras o quanto eu o amo. Eu não tenho filhos e ele é o primeiro cachorro que eu tive desde que saí de casa. Meu amor por ele é inacreditável”.

“Eu perdi meus avós antes, mas sabendo que estou perdendo ele me machuca mais. Eu sabia que ele tinha que estar no nosso casamento, não havia dúvida”.

Estelle notou que algo estava errado no início de dezembro, quando seu adorado animal não conseguiu cumprimentá-la na porta quando ela voltou para casa de seu trabalho como operadora de armazém.

Bruce estava lutando para respirar e suas gengivas ficaram brancas e sua língua começou a ficar azul – sinais de deficiência de oxigênio.

Ela e Danny correram para um consultório veterinário de emergência, onde descobriram que ele tinha fluido acumulado em torno de seu coração e pulmões.

Mais tarde, eles descobriram o enorme tumor preso a sua caixa torácica e perceberam que ele não tinha chance de sobreviver.

A doença fez seu peso corporal despencar de 70kg para apenas 63kg e, embora os veterinários tenham removido o tumor, nada mais poderia ser feito para prolongar a vida de Bruce.

O casal então cancelou a reserva anterior do casamento de 4 de maio de 2019 e remarcou para quatro meses antes, no dia 26 de janeiro. Isso significou um custo de mais de £600 em taxas de cancelamento e alguns convidados não puderam comparecer.

Mas Estelle não se arrepende – o cão chegando à cerimônia em seu próprio carro, usando um smoking especialmente feito para ele que combinava com o de Danny e com uma ferradura de boa sorte presa ao seu pescoço deixou a noiva radiante, que também carregava uma ferradura com a foto de Bruce.

Ela acrescentou: “Bruce é muito engraçado e o menino de mamãe. Danny tem dois filhos, eu não tenho nenhum. Ele é meu filho, um de quatro patas. Mas o amo tanto quanto uma criança humana. Ele é meu mundo e nada nunca chegará perto do nós dois”. As informações são do Daily Mail.

“Era importante tê-lo nas minhas fotos. Nossas famílias entenderam totalmente como todos os amantes de cães e sabem o quanto Bruce significa para nós”.

Infelizmente o cãozinho só conseguiu participar da festa por uma hora devido a tanta agitação ao longo do dia.

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Veterinária Patricia Fittipaldi
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“Os animais nos ensinam os sentimentos mais nobres como o amor incondicional, a gratidão e o perdão”

Veterinária Patricia Fittipaldi
Arquivo Pessoal

Desde que era criança,  a veterinária Patricia Fittipaldi  descobriu seu amor e sua vontade de se dedicar aos animais. Em 2008, ela fundou o Santuário das Fadas, localizado na região Serrana do Rio de Janeiro.

Hoje, o santuário é o lar de cerca de 150 animais resgatados principalmente de fazendas e de outras situações abusivas. São vacas, bois, galinhas, porcos, bodes, cães, entre outros, que receberam uma nova chance graças ao local. Nesta entrevista exclusiva à ANDA, Patricia explica mais sobre o trabalho desenvolvido pelo santuário e seus principais desafios.

 

ANDA: Além de vegana, você é veterinária e ativista. Em que momento soube que queria se dedicar aos cuidados dos animais e à defesa dos seus direitos?

Patricia Fittipaldi – Desde pequena sempre me dediquei aos animais. Resgatava animais abandonados e os levava para casa e meus pais me ajudavam a cuidar deles. Depois, colocávamos a maioria deles para adoção pois não podíamos ficar com todos. Essa escolha foi natural pra mim e, em 2008, pude fundar o Santuário das Fadas e continuar desempenhando essa missão em uma escala maior .

ANDA: O Santuário das Fadas foi criado em 2008. Como surgiu a ideia de criar um santuário e qual é o seu objetivo com ele?

Patricia Fittipaldi – Sempre sonhei em ter um local como esse desde pequena. Quando me mudei para o sítio em Itaipava, no Rio de Janeiro, pude colocar em prá tica o projeto.Meu objetivo é resgatar e acolher principalmente animais vítimas de maus-tratos em fazendas e lhes dar uma vida digna com o respeito que todos os seres deveriam ter.

ANDA: Quantos animais vivem no santuário atualmente e como é o dia a dia do local?

Patricia Fittipaldi – Aproximadamente 150 animais. O dia começa cedo com a alimentação dos animais, limpeza dos recintos e medicação dos que precisam de cuidados.

ANDA: Você trabalha principalmente com animais resgatados de fazendas. Como é o trabalho para cuidar desses animais traumatizados? Que tipo de precauções devem ser adotadas?

Patricia Fittipaldi – O trabalho é bem delicado, pois esses animais frequentemente chegam muito traumatizados e com muito medo do ser humano por todos os abusos e agressões sofridas. É um trabalho de muito amor, paciência e dedicação. Primeiramente, quando esses animais chegam, eles são medicados para os problemas físicos e logo depois para os psicológicos .Utilizamos homeopatia,florais e outras terapias alternativas. Criamos todo um processo de aproximação aos poucos com esses animais fazendo com que eles possam retomar a confiança no ser humano.

ANDA: Quais são os principais desafios desse trabalho?

Patricia Fittipaldi – O maior desafio é o financeiro, pois para manter esse projeto, os gastos são enormes e não temos apoio governamental e nem patrocinadores e todo mês precisamos fazer campanhas na internet com o objetivo de conseguir recursos financeiros para manter os animais. Vivemos exclusivamente de doações e com a crise fica cada vez mais difícil arrecadar recursos para manter nosso trabalho e muitas vezes nos endividamos pegando empréstimos para pagar os boletos de ração.

ANDA: Atualmente, o veganismo é cada vez mais difundido. Desde que começou a atuar na defesa animal, como você analisa o movimento hoje? Que tipo de ações acredita que podem ajudar a conscientizar as pessoas sobre a exploração animal?

Patricia Fittipaldi – O movimento vem aumentando a cada dia mas, infelizmente, permanece muitas vezes no espaço virtual ou em ações não efetivas. Muitas vezes as pessoas preferem se envolver em brigas de ego ao invés de realizarem atos que realmente mudarão a realidade dos animais. Se todas as pessoas veganas e vegetarianas se unissem para ajudar os santuários e abrigos de animais, as dificuldades seriam muito menores, mas não é o que acontece. Além da divulgação na mídia sobre o que acontece aos animais nas mais diversas áreas da exploração, ações como esta ajudam os santuários e são as mais efetivas ao meu ver para conscientizar as pessoas.

ANDA: Nesses quase 10 anos desde a fundação do Santuário das Fadas, qual é a avaliação que você faz da trajetória do local e o que ainda espera alcançar com este trabalho?

Patricia Fittipaldi – A trajetória do Santuário das Fadas sempre foi de muita luta, trabalho, garra, amor e esperança. Se não tivéssemos todos esses ingredientes não conseguiríamos estar até hoje de pé com o nosso trabalho.
Espero alcançar ainda o tão grande e desejado sonho da compra da nova sede, pois, desde de fevereiro de 2016, estamos abrigados temporariamente no Núcleo Crer Sendo, já que perdemos nossa sede devido às chuvas.

ANDA: Poderia compartilhar alguma história que te tocou sobre um animal resgatado?

Patricia Fittipaldi – Uma história bem comovente foi a da cabra Brita que foi resgatada nas ruas do Rio de Janeiro com vários punhais cravados em seu corpo, com as orelhas cortadas, vítima de um ritual religioso. Ela foi resgatada quase morta e, mesmo depois de tanto sofrimento que passou nas mãos de certos humanos, sempre teve um temperamento doce e amável.

ANDA: Como veterinária e ativista, qual foi seu maior aprendizado durante esses anos e quais são suas perspectivas agora?

Patricia Fittipaldi – Meu maior aprendizado foi e continua sendo com os animais. Eles nos ensinam os sentimentos mais nobres como o amor incondicional, a gratidão e o perdão. Minha perspectiva é continuar com esse trabalho a cada dia podendo dar a chance de uma nova vida para esses animais que já sofreram tanto.

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