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Bezerro resgatado e cachorrinho formam lindo laço de amizade

Lincoln e seu amigo Calvin | Foto: Reprodução

Todos nós ficamos um pouco nervosos quando vamos para um novo lugar. Mesmo que esse lugar seja um espaço bom e acolhedor, é natural ficar um pouco desconfortável e até com receios. E foi exatamente assim que o bezerro Calvin se sentiu quando chegou a Black Goat Farm and Sanctuary.

Calvin nasceu em uma fazenda leiteira em que sua mãe vivia. Felizmente, enquanto a maioria dos bezerros machos nascidos na indústria de laticínios são enviados para fazendas de vitela, Calvin foi resgatado pelos proprietários do santuário, Megan e Mike.

Embora o santuário fosse o melhor lugar onde Calvin poderia ser levado, o bezerro ainda estava um pouco nervoso quando chegou. No entanto, Lincoln, um cachorro do santuário, demonstrou amizade e assumiu a posição de cão de guarda de Calvin e mostrou-lhe sua nova casa. Logo, Calvin estava brincando no santuário com seu novo melhor amigo e até pegou alguns “comportamentos caninos” com o passar do tempo.

Calvin e seu amigo cão | Foto: Reprodução

Os proprietários do santuário, Megan e Mike também resgataram outro bezerro chamado Zoey. Inicialmente, ele e Calvin eram um pouco cautelosos um com o outro, mas depois os dois se tornaram inseparáveis. Eles passam a maior parte do tempo brincando de correr uns com os outros e Lincoln também se mantem sempre por perto.

Amizades iniciadas como no Black Goat Farm salvam e ressignificam a vida inúmeros animais da indústria da carne, leite e ovos, e só demonstra a importância de adotar-se um estilo de vida livre de crueldades.

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Violinista adapta sua rotina para dar carinho a gata enquanto toca seu instrumento

Rémila e o violino de sua tutora | Foto: Reprodução

Abrami é violinista profissional na França e conforme entrevista dada ao site The Dodo, se esforça para praticar algumas horas todos os dias. Mas, infelizmente, a paixão de Abrami por tocar música entrou em conflito com o passatempo de sua gatinha Rémila.

Quando Abrami se levantava para praticar violino, a gatinha chorava aos seus pés. “Eu tentei praticar sentada, e ela se deitou no meu colo”, conta Abrami. “Mas nem sempre posso praticar sentada.”

Rémila aconchegada no colo de Abrami | Foto: Reprodução

Diante desse dilema, a violinista buscou uma forma de manter tanto ela como a gata felizes. Foi então, que teve uma ideia de colocar a gata numa bolsinha no qual ela pudesse prende-la na cinturar e praticar tranquilamente. Mas a Abrami confessa: “Nunca pensei que ela ia adorar ficar lá!”

Abrami disse que assim que colocou sua gatinha naquela pochete adaptada – agora uma bolsa apropriada para gatinhos – Rémila se acomodou com alegria.

“Percebi que ela adora música! Posso praticar literalmente por uma hora sem que ela saia da bolsa”, disse ela. “Saber que ela gosta da minha música criou um vínculo muito especial entre nós.”

Rémila acomodada na bolsa de sua tutora | Foto: Reprodução

A violinista conta que a “invenção” deixou todos mais felizes – mas houve uma pequena desvantagem imprevista, mas que elas veem buscando solucionar.

“Isso definitivamente torna minha sessão de prática mais agradável, embora às vezes eu ache difícil me concentrar vendo como ela é fofa dormindo no saco”, disse Abrami.


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Galo entra no quintal de uma família para pedir ajuda e ganha um novo lar

Chaz Sanders com Ronnie em seu ombro | Foto: Reprodução

Uma família estava relaxando em casa no início de setembro quando perceberam que havia um galo vagando em sua propriedade.

Segundo uma entrevista dada ao site The Dodo, a família Sanders se surpreendeu, pois, os vizinhos mais próximos que tem ficam a cerca de 3,5km de distância da propriedade deles e não imaginavam como a ave tinha chegado ao local.

O galo, mais tarde chamado de Ronnie, manteve distância no início, mas depois de alguns dias ele decidiu que esta era sua nova casa e ele não iria a lugar nenhum.

“Certa manhã, abrimos a porta, permitindo que os cães entrassem e saíssem, olhamos para cima e ele estava na sala de estar”, comenta Sanders.

A família definitivamente não estava planejando adotar um galo, mas quanto mais eles conheciam Ronnie, mais o amavam.

Galo Ronnie andando pelo seu novo lar | Foto: Reprodução

“Eu imediatamente me apaixonei por ele”, disse Sanders. “Eu cresci perto de animais, mas nunca tive qualquer tipo de pássaros/galinhas. Ronnie nos segue como um cachorro e adora atenção. Nos primeiros dias ele manteve distância e não nos deixou tocá-lo, mas depois que ele entrou em casa ele se abriu para nós e agora faz o que quer. ”

A família já é tutora de dois cães, Addy e Merle, e eles rapidamente aceitaram Ronnie como seu novo irmão.  De acordo com seus tutores, ele se dá muito bem com os irmãos, mas nem sempre é fã de seguir as regras da casa – ele prefere fazer as suas próprias.

“[Ele é] atrevido, mas definitivamente leal para uma galinha”, disse Sanders. “Às vezes ele age como um adolescente. Ele grita se não conseguir o que quer e vai fazer o que você mandar, mas é preciso que você diga a ele algumas vezes. ”

Ronnie brincando com sua tutora | Foto: Reprodução

Ronnie adora especialmente ficar em lugares altos, onde sua família não pode alcançá-lo facilmente, como o lustre ou o ventilador de teto. Ele adora acompanhar seus irmãos cachorros, e por vezes agir como eles, mas no fundo ele é um galo e como um, não dispensa acordar sua família o mais cedo possível todos os dias.

A família conta que foi necessário pesquisar mais sobre a melhor forma para cuidar de Ronnie e a família decidiu adotar outras galinhas para que lhe fizessem companhia.

Atualmente eles tutelam cinco galinhas e ainda ninguém tem ideia de onde Ronnie veio ou por que escolheu entrar no quintal da família.

O que seus tutores definiram como: “Definitivamente ele estava destinado a estar em nossa família”, finaliza Sanders.

Ronnie imponente em seu lar | Foto: Reprodução

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Amizade inesperada: cão e pato são amigos inseparáveis

Bruno e Tweeti se abraçando | Foto: Reprodução

Amizade entre animais não é novidade no mundo animal, mas quando são de outras espécies é no mínimo inusitada. Foi o que aconteceu com o cachorro beagle Bruno e o pato Tweeti.

Conforme mostrado no vídeo divulgado nas redes sociais, os “irmãos” vivem uma amizade verdadeira onde se abraçam e trocam carinhos um com o outro.

Além disso, seu tutor conta que Bruno e Tweeti são inseparáveis, onde um vai o outro também acompanha e constantemente são vistos brincando e trocando carinhos.

Amizades entre espécies são sempre comoventes. Eles ajudam as pessoas a ver que os animais têm sentimentos e mudam a perspectiva das pessoas sobre os animais.


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Galinha resgatada de granja ganha uma nova chance e vive feliz em santuário

Galinha Saffron resgatada pela Moni Valley | Foto: Reprodução Facebook

As galinhas são um dos animais mais explorados do mundo, muitas vezes vistos estritamente como fonte de alimento e tratados como meros objetos descartáveis ​​empilhados uns sobre os outros em gaiolas sujas e apertadas, sem acesso aos elementos naturais e sem espaço para se esticarem suas asas, isso também é pratica comum em fazendas de ovos.

Mesmo recebendo o estigma de animais pouco inteligentes, as galinhas são seres emocionais e mães amorosas. A indústria de aves, infelizmente é o destino de ainda muitas galinhas, o que torna seu desmantelamento cada vez mais necessário.

Sabendo disso a Mino Valley Farm Sanctuary, um santuário de resgate de animais no norte da Espanha, recentemente resgatou uma pequena galinha vermelha com uma perna quebrada, sabendo que suas chances de sobrevivência seriam pequenas se o resgate não houvesse ocorrido.

Segundo informações, a galinha, que recebeu o nome de Saffron, foi levada ao veterinário e em sua perna foi colocada uma tala. De acordo com a organização ela vem se recuperando bem, os dedos conforme vídeo feito pela Mino Valley estão cruzados para que ela logo se recupere completamente e não precise de cadeira de rodas.

Atualmente, Saffron está completamente recuperada, foi retirada sua tala, e ela voltou a viver feliz em seu lar, o Mino Valley Farm Sanctuary.


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Nova tecnologia pode salvar baleias de colisões com navios

Baleia Jubarte | Foto: Reprodução Pixabay

O complexo portuário mais movimentado do mundo está localizado nas águas do sul da Califórnia. O local também é lar de muitas baleias azuis, baleias jubarte e golfinhos. Em 2018 e 2019, o maior número de mortes de baleias já registradas para a área ocorreu no canal de Santa Barbara. Embora o número oficial seja de 21 nesses dois anos, os especialistas preveem que o número real é muito maior. Isso ocorre porque os corpos das baleias muitas vezes afundam no fundo do oceano após sua morte.

Pensando na redução do número de mortes nas baleias, uma equipe de pesquisadores da University of California, da University of Washington, da Benioff Ocean Initiative, do Woods Hole Oceanographic Institution e da National Oceanographic and Atmospheric Administration, trabalharam juntos para desenvolver uma tecnologia que busca proteger as baleias que nadam nas movimentadas águas do sul da Califórnia contra colisões de navios.

Chamado Whale Safe, o novo sistema detecta e fornece aos navegantes informações atualizadas sobre as baleias presentes nas rotas de navegação. A tecnologia inclui um mapa quase em tempo real do paradeiro da baleia e prevê a probabilidade de um navio encontrar uma.

O sistema inclui um microfone subaquático, que escuta o canto das baleias no canal Santa Bárbara. Depois de identificar a qual espécie o canto pertence, ele comunica os dados a um satélite. Também inclui um aplicativo para smartphone, que registra a presença das baleias.

Sistema criado pelo Whale Safe | Foto: Reprodução

Para isso, é usado informações de estudos de marcação de baleias azuis e dados oceanográficos, no qual um modelo matemático também prevê onde as baleias azuis provavelmente estarão nadando.

Prevenção de riscos é antiga

Não é a primeira vez que estudos são realizados buscando a proteção das baleias. Em 2007, foi introduzida uma zona voluntária de redução de velocidade, com limite de velocidade de 10 nós. Quanto mais devagar os navios viajam, mais chances eles têm de evitar uma colisão com as baleias.

Segundo Doug McCauley, diretor do Benioff Ocean Initiative, a lógica é a mesma aplicada em relação a velocidade próxima a áreas escolares. Em entrevista à revista Smithsonian Magazine, o diretor explicou que as baleias são como ‘crianças gigantes’ e que elas estão empenhadas em se alimentar e socializar, não consegue preocupar-se se há proximidade com embarcações, que está tarefa cabe aos humanos.

Embarcações próxima as baleias | Foto: Reprodução Pixabay

McCauley ainda acrescenta: “Pedimos aos carros que diminuam a velocidade nas escolas para manter as crianças seguras, e essas restrições de velocidade para as baleias são a mesma ideia”.

O Whale Safe também será responsável por monitorar quais navios estão aderindo às restrições de velocidade voluntárias e os avaliará com base em seu desempenho.


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Cachorrinhos são salvos por voluntários e mãe segue carro de resgate

Mãe dos filhotes correndo atrás da caminhonete que os levava | Foto: Reprodução

Instinto maternal não é reservado apenas para seres humanos, é o que conta Karlee, responsável há anos por salvar animais em situação de vulnerabilidade nas ruas.

A salvadora foi informada que alguns filhotes viviam em um canteiro de obras que seria demolido e que correriam sérios riscos de morte.

Moradores residentes próximo ao canteiro de obras tentaram retirar os filhotes do local mas ficaram com medo, não só dos cachorrinhos, que estavam ariscos e assustados, mas principalmente pelo responsável pela obra. Segundo informações Karlee, ofereceu agua e comida aos filhotes para que eles pudessem se aproximar dela.

A equipe de Karlee, conseguiu pegar todos os filhotes, porém não foi localizado a mãe de imediato e era sabido que ela estaria em algum lugar. Ao retornarem ao canteiro de obras, os voluntários encontraram a mãe dos filhotes.

Um morador que constantemente alimentava a mãe dos filhotes deu a sugestão de levarem os filhotes para a casa de Karlee, que provavelmente a ela os seguiria, e foi exatamente o que ocorreu.

Mãe junto de seus filhotes | Foto: Reprodução

Assim que Karlee colocou os filhotes na caminhonete e seguiu para sua casa, a cadela começou a segui-los. O trajeto durou aproximadamente 10 minutos e a todo tempo ela os seguia sem titubear. A salvadora parava constantemente durante o percurso para oferecer água a mãe, já que ela permanecia arisca.

Ao chegar em sua casa, Karlee conta que demorou até conseguir proximidade com a mãe dos filhotes e fizessem com que ela entrasse na residência. “Cerca de uma semana depois ela entrou e agora está confortável com seus filhos”.

Atualmente a mãe esta segura e tranquila na casa de Karlee, vivendo com seus filhotes.


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Gata é resgatada e não esconde o quanto é grata ao novo tutor

Local onde Cebola foi encontrada | Foto: Reprodução

Animais abandonados infelizmente são fáceis de encontrar perambulando pelas ruas de cidades do mundo todo, e o mesmo aconteceu com uma gatinha abandonada, mas ela teve um final feliz.

Will caminhava com seu cão pela vizinhança quando encontrou uma pequena gatinha sozinha, abandonada. Ele conta que quando a viu foi como ‘amor à primeira vista’ e ela logo se aproximou dele.

O rapaz afirmou que buscou a mãe da gatinha em toda a vizinhança e em locais próximos, mas não encontrou nenhuma, então ele decidiu levar a gata ao veterinário para verificar sua condição de saúde.

Cebola e seu tutor Will | Foto: Reprodução

Após a consulta, a gatinha ganhou um nome, passou a se chamar Cebola, e hoje possui um tutor, o Will. Ele comenta que Cebola ficou obcecada por ele, e onde ele vai ela caminha atrás. “Ela me segue pela casa se eu a deixar solta. Ela simplesmente não me deixa em paz agora”.

Atualmente, Cebola já está maior e vive uma vida de muito amor e feliz no lar de seu tutor.

Cebola após muito cuidado e amor | Foto: Reprodução

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Cadela resgatada de “fábrica de filhotes” supera traumas com terapia comportamental

Coconut no local onde foi resgatada | Foto: Reprodução

A equipe da American Society for the Prevention of Cruelty to Animals – ASPCA (Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade com os Animais, tradução livre), realizou um enorme resgate. Cerca de 150 filhotes, lotavam galpões, e ficavam a mercê da fome e da sujeira. O local estava coberto de lama e fezes.

De acordo com as informações da ASPCA, os filhotes foram resgatados e foram cuidados, para que após recuperados fossem e encaminhados para adoção, o que ocorreu com boa parte deles, mas alguns ainda sofriam com os traumas do cativeiro.

É o que aconteceu com a cadelinha Coconut, que sofreu inúmeros abusos de humanos e desenvolveu um trauma devido a experiência horrível que viveu. Neste caso, a equipe da ASPCA transferiu-a para um Centro de Reabilitação Comportamental, para que ela realizasse uma terapia comportamental e vencesse os traumas que desenvolveu.

Coconut com medo da presença humana | Foto: Reprodução

Coconut desenvolveu medo e ansiedade a qualquer proximidade de humanos, ou seja, toda vez que qualquer pessoa quisesse contato com ela, a pobre cadelinha chorava de medo e se recolhia em um canto, conforme mostra as imagens gravadas pela equipe do Centro de Reabilitação Comportamental.

Após inúmeros dias de cuidado e terapia no CRC, Coconut já estava muito bem e a o programa de reabilitação comportamental foi fundamental para que ela pudesse finalmente conviver com as pessoas.

Coconut e sua tutora após tratamento com terapia comportamental | Foto: Reprodução

Com a reabilitação Coconut foi adotada e está completamente feliz em seu novo lar. O que demonstra o quão importante a reabilitação comportamental pode ser para animais vítimas de abuso.


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Cãozinho é abandonado para morrer amarrado a bloco de concreto

Estopinho no local onde foi resgatado | Foto: Reprodução

Um cãozinho foi encontrado em um terreno abandonado preso, amarrado a blocos de concreto pelo pescoço com uma corda que só lhe permitia se mover menos de um metro.

O cãozinho de nome Estopinho, ficou dias preso sob sol intenso, durante dias e noites e sem qualquer tipo de alimento para comer, o que deu a ele uma condição grave de desnutrição.

Estopinho aguardou ansiosamente pelo dia em que ele seria encontrado e poderia assim ter comida e um lar, foi quando o Projeto Salvar o encontrou, e o levou às pressas para uma clínica veterinária para avaliar o estado em que Estopinho estava.

Estopinho sendo levado para tratamento na clinica veterinária | Foto: Reprodução

Segundo informações do projeto, o pobre cãozinho além da grave desnutrição estava com anemia e tinha feridas abertas por todo seu corpo, devido ao local e forma que Estopinho estava. Na clínica, o cãozinho iniciou o tratamento para cuidar das doenças, e paralelo a isso o Projeto Salvar, encontrou um lar adotivo para ele.

Estopinho e sua nova tutora | Foto: Reprodução

Atualmente Estopinho, vive com sua nova tutora e está irreconhecível, sua pele marcada pelas feridas do corpo, agora dão lugar a uma pelagem branca que está crescendo. Ele está saudável em seu novo lar recebendo todo amor e cuidados que merece.


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Cachorrinha cega e surda luta para sobreviver após ser espancada e abandonada

Lora após consulta no veterinário | Foto: Reprodução

Uma cachorrinha foi encontrada com marcas de espancamento e o corpo coberto por vermes, devido às feridas expostas. Acredita-se que a cachorrinha foi abandonada logo após seu nascimento e passou por inúmeros maus-tratos.

Felizmente, um homem que passava pelo local encontrou a cachorrinha que mal conseguia se mover e a levou para uma clínica veterinária.

No veterinário a cachorrinha foi batizada com o nome de Lora. Ao realizar os exames, foi observado que ela não tinha as patas quebradas, mas que seria necessário muita fisioterapia para que ela voltasse a andar normalmente. Além disso, seus ferimentos deveriam ser cuidados e observados continuamente pela clínica.

O homem que encontrou Lora e a deixou na clínica para cuidados, não poderia adotar a cachorrinha, então o local entrou em contato com uma possível adotante, que se dispôs prontamente a ser a tutora da cadelinha.

Lora recebendo cuidados médicos | Foto: Reprodução

Alguns meses após o resgate de Lora e diversas idas ao veterinário, foi detectado que cachorrinha era cega e também surda. E como se não bastasse todos esses desafios ela também sofria com a perda de olfato, que seria primordial para uma vida mais saudável.

Mas apesar de todos os intemperes, a cachorrinha se mantem firme lutando para sobreviver e viver cada dia mais.

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Gata é finalmente adotada após ver todos seus filhotes em novos lares

Luna (antes Moana) após ser adotada no AACAC | Foto: Reprodução Facebook

Existem milhares de animais em abrigos esperando um lar, todos os anos, 6 à 8 milhões de cães e gatos passam a viver uma vida inteira nestes locais.

Este poderia ser o destino da gata Moana, que chegou ao Anne Arundel County Animal Control – AACAC, nos Estados Unidos, a aproximadamente uma semana atrás, mas não foi isso que aconteceu.

Moana, foi encontrada junto de seus filhotes, e uma mulher os resgatou. Assim que os gatinhos tiveram idade suficiente para serem adotados, ela os levou para o AACAC, onde foram castrados, vacinados e microchipados.

Enquanto os filhotes foram encaminhados para adoção, Moana precisava resguardar-se para caso seu antigo tutor a quisesse, pudesse buscá-la. Pouco a pouco os filhotes foram adotados, mas Moana permanecia no local. O que logo a entristeceu, porque a gata que também aguardava o momento em que seria adotada, é o que conta um dos voluntários da AACAC: “Antes de eu tirá-la da gaiola, ela estava sentada de costas para a porta com a cabeça baixa. Ela nem olhou para mim quando eu falei com ela “.

Mas finalmente Moana teria um final feliz, a mulher que havia cuidado de gata e de seus filhotes foi até o abrigo para adotar Moama assim que o período de resguardo dela terminou: “Eu meio que sabia que a levaria para casa”, admitiu a mulher, que desde então rebatizou a gata, colocando o nome de Luna.

Foto: Pixabay

Atualmente, Luna (antes Moana), vive uma vida feliz ao lado de sua nova tutora e ascende um alerta para a necessidade urgente de cada vez mais buscarmos a adoção como forma de ter um companheiro. Com isso, é possível ajudar na redução da população de animal desabrigados e faz com que os abrigos possam salvar mais animais que necessitam desses locais.


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