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Bezerro resgatado e cachorrinho formam lindo laço de amizade

Lincoln e seu amigo Calvin | Foto: Reprodução

Todos nós ficamos um pouco nervosos quando vamos para um novo lugar. Mesmo que esse lugar seja um espaço bom e acolhedor, é natural ficar um pouco desconfortável e até com receios. E foi exatamente assim que o bezerro Calvin se sentiu quando chegou a Black Goat Farm and Sanctuary.

Calvin nasceu em uma fazenda leiteira em que sua mãe vivia. Felizmente, enquanto a maioria dos bezerros machos nascidos na indústria de laticínios são enviados para fazendas de vitela, Calvin foi resgatado pelos proprietários do santuário, Megan e Mike.

Embora o santuário fosse o melhor lugar onde Calvin poderia ser levado, o bezerro ainda estava um pouco nervoso quando chegou. No entanto, Lincoln, um cachorro do santuário, demonstrou amizade e assumiu a posição de cão de guarda de Calvin e mostrou-lhe sua nova casa. Logo, Calvin estava brincando no santuário com seu novo melhor amigo e até pegou alguns “comportamentos caninos” com o passar do tempo.

Calvin e seu amigo cão | Foto: Reprodução

Os proprietários do santuário, Megan e Mike também resgataram outro bezerro chamado Zoey. Inicialmente, ele e Calvin eram um pouco cautelosos um com o outro, mas depois os dois se tornaram inseparáveis. Eles passam a maior parte do tempo brincando de correr uns com os outros e Lincoln também se mantem sempre por perto.

Amizades iniciadas como no Black Goat Farm salvam e ressignificam a vida inúmeros animais da indústria da carne, leite e ovos, e só demonstra a importância de adotar-se um estilo de vida livre de crueldades.

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Amizade inesperada: cão e pato são amigos inseparáveis

Bruno e Tweeti se abraçando | Foto: Reprodução

Amizade entre animais não é novidade no mundo animal, mas quando são de outras espécies é no mínimo inusitada. Foi o que aconteceu com o cachorro beagle Bruno e o pato Tweeti.

Conforme mostrado no vídeo divulgado nas redes sociais, os “irmãos” vivem uma amizade verdadeira onde se abraçam e trocam carinhos um com o outro.

Além disso, seu tutor conta que Bruno e Tweeti são inseparáveis, onde um vai o outro também acompanha e constantemente são vistos brincando e trocando carinhos.

Amizades entre espécies são sempre comoventes. Eles ajudam as pessoas a ver que os animais têm sentimentos e mudam a perspectiva das pessoas sobre os animais.


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Cachorro salva a vida de beija-flor ferido e faz amizade com a ave

Foto: Reprodução Youtube / Ed Gernon

Um beija-flor teve sua vida salva por um cachorro em Whittier, na Califórnia (EUA). Rex também foi salvo quando foi adotado por Ed Gernon e agora retribuiu o que recebeu dando uma chance a ave.

O cão passeava com o tutor quando encontrou o beija-flor ferido. Caído no chão, cercado por formigas, ele parecia invisível, mas não para Rex. A atitude do cachorro, que não saiu de perto da ave, chamou a atenção de Ed.

Comovido com o gesto de Rex, seu tutor decidiu ajudar o beija-flor. “Ele era uma criatura minúscula, muito frágil. Parecia que todos queriam acabar com ela, mas Rex só queria protegê-la. Entendi que precisava ajudar”, disse.

Foto: Reprodução Youtube / Ed Gernon

Hummer, como passou a ser chamado o beija-flor, foi resgatado e levado a uma clínica veterinária. Após semanas de cuidados, ele se recuperou.

O resgate levou a ave a criar um verdadeiro laço de amizade com o cão. Hoje, o beija-flor voa livremente pela casa, mas escolhe ficar perto de Rex, que também adora seu amigo.


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Cachorro com deficiência se torna melhor amigo de galinha adotada

Roo e Penny (Reprodução/Facebook/Roo & Penny Chicken)

Um cachorro com deficiência e uma galinha deram uma verdadeira lição aos humanos. Enquanto as pessoas nutrem tanto preconceito por quem é diferente, eles só se importaram com o que tinham em comum: o amor.

Resgatado por Alicia Williams, o cachorro foi encontrado bastante debilitado. Jogado em uma vala, Roo foi abandonado por um criador que o explorou para venda e o descartou por ter nascido sem as patas dianteiras.

Penny também teve um passado bastante sofrido. Explorada em experimentos, ela seria morta ao final das pesquisas se não tivesse sido adotada por Alicia.

Roo e Penny (Reprodução/Facebook/Roo & Penny Chicken)

Desde que foram resgatados, os dois viveram juntos no estado norte-americano da Geórgia. Na maior parte do tempo, eles ficavam no Duluth Animal Hospital, onde a tutora deles trabalha.

A dupla compartilhou aventuras e também momentos de tranquilidade, inclusive quando era para tirar um cochilo. “Ele gostava de dormir embaixo dela, onde está quente”, contou Alicia.

Infelizmente, após viverem muitos momentos de amor, Penny morreu. A galinha, no entanto, não deixou seu companheiro sozinho. Hoje, Roo divide a vida com Pippa, filha de Penny.

Roo e Pippa (Reprodução/Facebook/Roo & Penny Chicken)

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Tubarões-cinzentos-dos-recifes criam laços de amizade duradouros

Todd Bretl Photography/Getty Images

Os tubarões-cinzentos-dos-recifes são predadores velozes e de olhos grandes que frequentam os recifes de coral nos oceanos Pacífico e Índico. Eles costumam sair para o mar aberto à noite para caçar. Mas durante o dia, retornam ao mesmo local em seu recife, reunindo-se em grupos de até 20 indivíduos.

Para estudar este comportamento social, biólogos marinhos da Florida International University marcaram 41 tubarões cinzentos do recife perto do Atol de Palmyra, uma ilha remota do Pacífico a mais de 1 600 quilômetros da costa do Havaí.

Os marcadores incluíam transmissores acústicos que podiam identificar tubarões individuais. Dezenas de receptores colocados em toda a área permitiram que a equipe reconhecesse qualquer outro tubarão marcado que estivesse a 300 metros, de acordo com a New Scientist.

Ao longo dos quatro anos de estudo — correspondente a vida útil das baterias dos transmissores — eles descobriram que os tubarões formavam grupos incrivelmente estáveis.

Apesar da presença de cerca de 8 mil tubarões cinzentos ao redor da ilha, aqueles que foram marcados raramente se perdiam em outros grupos. Eles também frequentaram a mesma seção do recife, ano após ano, de acordo com um relatório publicado recentemente no Proceedings of the Royal Society B.

“Não pensamos nos tubarões como animais sociais, mas eles têm grupos sociais”, disse Yannis Papastamatiou, principal autor e chefe do Laboratório de Ecologia e Conservação de Predadores da universidade, à New Scientist. “Eles formam esses tipos de grupos sociais espacialmente estruturados, onde convivem com os mesmos indivíduos por vários anos.”

Papastamatiou descreveu esses relacionamentos como “associados”. Não está claro como os tubarões se identificam ou porque formam laços tão fortes. Suas expedições noturnas acontecem em mar aberto, longe demais para os transmissores da equipe registrarem. Mas é possível que, trabalhando em grupo, aumentem suas chances de encontrar muitas presas. Independentemente disso, essas associações de longo prazo são raras no reino animal e quase inéditas entre os tubarões.

Os tubarões-cinzentos-dos-recifes também são incomuns em outros aspectos: das mais de 500 espécies de tubarões no mundo, eles pertencem a uma pequena porcentagem conhecida por exibir ‘comportamentos de ameaça’, alertando que estão se preparando para atacar. Apesar de seu tamanho — cerca de um metro e oitenta de comprimento —, eles conseguem dominar outros tubarões maiores na área.

Mas, como muitos tipos de tubarão, os tubarões cinzentos estão em sério declínio: eles são mortos por suas barbatanas, que são usadas na sopa de barbatana de tubarão. A União Internacional para a Conservação da Natureza os classificou como “quase ameaçados”. Seu número cada vez menor pode ter sérias repercussões nos delicados ecossistemas de corais que habitam.

No ano passado, cientistas instalaram câmeras subaquáticas em mais de 370 recifes, anexando iscas para atrair tubarões de recife próximos. Em quase um em cada cinco recifes, nenhum tubarão foi avistado, informou a BBC.


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Tutora relembra gestos de companheirismo e de amizade do seu cachorrinho
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Tutora exalta gestos de companheirismo e de amizade do seu cachorrinho

Tutora relembra gestos de companheirismo e de amizade do seu cachorrinho
Foto: Arquivo Pessoal/ Luciana Gusmão

É certo que a amizade deve ser celebrada todos os dias, mas existe no calendário uma data especial, conhecida mundialmente como o Dia Internacional da Amizade. No Brasil, Argentina e Uruguai, a data é comemorada no dia 20 de julho, apesar da sugestão da Assembleia Geral das Nações Unidas de que todos os países-membros celebrassem o Dia Internacional da Amizade, no dia 30 de julho.

Esta data foi estabelecida pela Assembleia de Geral das Nações Unidas, em 27 de abril de 2011, como Dia Internacional da Amizade em todo planeta.

A data foi criada pelo médico paraguaio Ramón Artemio Bracho, fundador da Cruzada Mundial da Amizade, campanha que visava a difusão da cultura de paz ao realçar a importância da boa convivência entre os povos. Todo dia 30 de julho o médico conclamava os paraguaios a reunirem-se para realizar diversas atividades sociais e culturais, com o propósito de oferecer ajuda mútua, fortalecendo assim os valores da amizade.

A amizade é um sentimento valoroso que, por muitas vezes, podemos contar nos dedos das mãos quem são os nossos amigos verdadeiros, e sobretudo, com quem podemos contar nos momentos mais difíceis da nossa vida.

Além dos humanos, os animais domésticos desempenham muito bem esse papel, afinal eles são leias, carinhosos e principalmente companheiros, estando do nosso lado nos momentos mais problemáticos da nossa vida.

Esse é o caso do pequeno cachorrinho Théo, que foi adotado pela operadora de caixa, Luciana Silva Gusmão, 34 anos. Após ter sido cuidado por uma clínica veterinária na Região da Grande SP.

“Ele estava à venda por 2 mil reais, e na época não tinha dinheiro para comprá-lo, só que a veterinária que cuidava dele teve um coração imenso, e decidiu doar e, desde esse dia, ele está aqui em casa comigo e com meu esposo”, disse a tutora em entrevista à ANDA.

Théo chegou com cinco meses de vida na casa de Luciana, em julho de 2016, e imediatamente se tornou um membro da família.

“Esse anjinho é um membro da minha família, quando me perguntam se tenho filhos? Eu digo que tenho um filho de quatro patas”, afirmou a protetora.

Ressaltando que o pequeno cãozinho esteve nos momentos mais difíceis, tanto da vida dela, quanto na da vida do seu esposo. “Quando minha mãe faleceu em fevereiro de 2017, eu estava chorando, e ele puxou minhas mãos e lambeu meu rosto, enxugando minhas lagrimas”, enfatizou Luciana.

Segundo a protetora, hoje ela não se vê mais sem a presença do pequeno cachorrinho. “Ele me alegra, trouxe um novo ar para minha vida, e para a vida do meu esposo”, salientou a cuidadora.

Tutora relembra gestos de companheirismo e de amizade do seu cachorrinho
Foto: Arquivo Pessoal/ Luciana Gusmão

“Ele é muito companheiro. Quando meu marido trabalhava à noite, ele vinha dormir comigo na minha cama, me fazendo companhia todas as noites”, declarou Luciana em entrevista à ANDA.

Para a operadora de caixa, cada segundo com seu amigo de quatro patas é importante e principalmente prazeroso. “Eu sei que a vida do Théo é curta e, por isso, que queremos ficar sempre do lado dele”, disse.

Veja no vídeo abaixo, todo o companheirismo do cachorrinho Théo:

A protetora ainda afirma que já deixou de ir em festas por que não poderia levar seu pequeno cãozinho. “Quando alguém nos convidavam para ir em algum lugar, perguntávamos se poderia levar o Théo, se não pudesse, não iriamos”, enfatizou a cuidadora.

Superando o luto

Já para o metalúrgico, Valdir da Silva, 44 anos, esposo da Luciana, o pequeno cãozinho está sendo muito importante para amenizar a dor pela perda do seu pai, que recentemente veio a falecer na cidade de São Bernardo do Campo.

“O Théo está sendo muito importante nesse momento difícil, ele me faz muita companhia, onde nós estamos ele está do lado, não deixa a gente se sentir sozinhos de maneira alguma”, disse Silva.

Tutora relembra gestos de companheirismo e de amizade do seu cachorrinho
Foto: Reprodução/ Facebook/ Luciana Gusmão

Valdir ainda ressalta que além de ser um bom companheiro, o pequeno animal está diretamente ligado a rotina da sua casa. “Ele é muito importante para nossa rotina, para todos os lugares que nós vamos levamos ele, exceto supermercado que é proibido a entrada de animais”, contou.

Foto: Arquivo Pessoal/ Luciana Gusmão

Ele acrescenta ainda que o bem-estar do animal na sua residência é primordial. “Nós colocamos uma câmera na sala, para quando o Théo não pude ir conosco em algum lugar, possamos ficar observando a reação dele”, concluiu.


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Gatinha adotada ensina o verdadeiro significado da palavra amizade

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal

Hoje, dia 20 de julho, é comemorado o Dia do Amigo no Brasil. A data foi criada em 1969, na Argentina, pelo médico Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, momento em que as pessoas acreditavam que a chegada do homem no satélite terrestre seria uma oportunidade de fazer novos amigos em toda parte do universo. O médico argentino enviou cerca de 4 mil cartas para diversos países com intuito de instituir o Dia do Amigo.

No dia em que é celebrado a amizade, nós seres humanos temos uma boa oportunidade para lembrarmos da importância de ter amigos para compartilharmos os bons momentos e, claro, para fazer companhia nas horas mais difíceis da vida.

Além dos humanos, os animais domésticos desempenham muito bem esse papel, afinal eles são leais, carinhosos e enchem o dia a dia dos tutores de graça e alegria.

Esse é o caso da pequena gatinha Lilica, que foi adotada pela fisioterapeuta Nayara Pereira Caldeira, de 28 anos, após ser encontrada no quintal da casa da cuidadora junto com os seus filhotes.

“Como nós sempre tivemos animais em casa, minha mãe sempre teve o hábito de deixar um pouquinho de ração e água fora da nossa residência, e um certo dia para nossa surpresa, a Lilica apareceu aqui em casa com os seus cinco filhotes”, disse a fisioterapeuta em entrevista à ANDA.

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Segundo a cuidadora, após encontrá-la com suas crias, foi decidido que a pequena gatinha seria adotada, mas, infelizmente, os filhotes não poderiam ficar com mãe, pois a situação financeira da família não permitia acolher tantos animais.

“Foi muito difícil afastar ela dos seus filhotes, a cada filhote que conseguíamos um novo lar era um sofrimento para nós e para ela”, pontuou Nayara.

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Lilica chegou a casa da família Pereira no começo de 2018 e, imediatamente, se tornou um membro da família, compartilhando o espaço com o outro gato da casa. “Quando ela chegou aqui em casa, ela me escolheu como sua tutora, se apegando muito comigo”, afirmou a cuidadora.

Nayara ressalta que atualmente a gatinha só dorme em casa, quando ela está na residência. “Geralmente eu não durmo em casa no sábado, e quando eu chego em casa no domingo, minha mãe sempre me fala, que ela (Lilica) dormiu fora de casa”, conta a tutora.

Segundo a fisioterapeuta, hoje ela não se vê mais sem a presença da pequena gatinha. “Ela é minha companheira de todas as horas, se eu levanto ela vem atrás, se deito quer deitar também, sem contar o carinho diário dela por mim”, disse.

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Ela lembra ainda os momentos de maior demonstração de afeto de sua gatinha. “Ela é extremamente carinhosa, ela dorme do meu lado colocando as patinhas sobre a minha mão, demonstrando todo seu amor por mim”, relembrou a fisioterapeuta.

“Agradeço a Deus por ele ter colocado esse anjinho de quatro patas na minha vida”, concluiu a Nayara.

Amor em dobro

Mas quem pensa que a família Pereira se limita a dar carinho e amor somente a gatinha Lilica, se engana. Além da gata, a família cuida de mais um gato na sua residência na cidade de São Bernardo do Campo, Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo a zeladora Deuzana Pereira, 50 anos, mãe de Nayara, Mimi como foi batizado o lindo gato, é completamente diferente da gatinha Lilica.

“A Lilica é extremamente amorosa, já o Mimi não gosta de muito carinho, ele é mais agitado, ele gosta mais de brincar com seus brinquedinhos, andar pelo quintal, enquanto ela é muito mais tranquila”, afirmou a cuidadora.

Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Para a zeladora, os animais são muito importantes para a rotina da família. “Eles são meus bebês, quando eles estão doentes ou fogem aqui de casa eu fico desesperada, trato eles como membros da família mesmo”, salientou.

Ela explica ainda teme pelos animais e que sua maior preocupação é a segurança deles. “Eu fico preocupada principalmente com a Lilica, às vezes, gatos maiores vêm aqui no quintal de casa e batem nela. E o Mimi, porque ele foi criado só dentro de casa, tenho medo dele fugir e não voltar mais”, concluiu.


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Gato com deficiência é adotado e cria laço de afeto com outro animal

Potato sofreu muito nas ruas, onde viveu por cerca de dois anos até ser adotado por uma protetora de animais. Salvo do abandono, ele foi viver em uma casa em Pequim, na China.

Mas a vida na rua lhe causou danos. Levado ao veterinário, ele foi diagnosticado com um adenoma ceruminoso nos canais auditivo e nas abas das orelhas, que tiveram que ser amputadas.

O gatinho ficou surdo, mas ganhou muito mais do que perdeu. Apesar de não poder mais ouvir, ele consegue sentir todo o amor que recebe de sua tutora e de Horlick, outro gato da família.

Foto: Instagram / @no_ear_meow_potato

Potato e Horlick criaram um bonito e forte laço de afeto. A dupla inseparável ganhou até um perfil no Instagram e tem feito sucesso entre os internautas.

A feição simpática de Potato, que ficou ainda mais fofo depois da cirurgia, conquistou o coração de seus mais de 8 mil seguidores na rede social.

A história de superação e o final feliz do gato é um exemplo e prova a necessidade da sociedade como um todo vencer seus preconceitos para dar uma chance a animais com deficiência.

gato-surdo
Foto: Instagram / @no_ear_meow_potato
Foto: Instagram / @no_ear_meow_potato

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Porco e gato constroem laço de afeto e se tornam inseparáveis

Foto: Arquivo Pessoal/Ricardo Steinhorst Kraetzig

Tião e Pig são melhores amigos. O gato, adotado quando tinha cerca de sete meses, logo se apegou ao porquinho e, juntos, criaram um bonito e consistente laço de afeto.

O tutor dos animais, o advogado Ricardo Steinhorst Kraetzig, mora em Alegrete, no Rio Grande do Sul, e cria os animais em uma fazenda. Ele não esperava que o porco e o gato se tornassem amigos, o que lhe surpreendeu positivamente.

O vínculo entre os dois surgiu naturalmente. Pig era apenas um filhote quando o gato, também em fase juvenil, chegou à família. Por conta própria, eles se aproximaram.

Foto: Arquivo Pessoal/Ricardo Steinhorst Kraetzig

“Era um porco pequeno, e o gato brincava com ele. Ficou grande, e o gato continuou amigo dele. Se acharam. Se respeitam. Se dão bem. Nunca vi brigarem, só brincarem”, disse Ricardo ao jornal JÁ.

O advogado lembrou ainda que os animais não gostam apenas da companhia um do outro, mas também de estar perto dele.

“O mais anarquista é o Pig. Mas a gente não tem solidão com uns bichinhos desses, né? E renova a esperança da gente na vida. Porque se um animal consegue ser tão bacana um com o outro, por que o ser humano não pode ser?”, perguntou.


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‘Não senti medo porque estava com meu cão’, diz idoso após se perder em mata

Ronaldo Bernardi / Agência RBS

Aos 67 anos, Sérgio Sebastião Pires viveu uma experiência assustadora: ficou perdido em uma mata durante 10 horas. Na madrugada da última terça-feira (16), ele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros, que o encontrou, em meio à escuridão, dentro de uma área alagada em matagal próximo ao sítio em que ele trabalha, no bairro Aberta dos Morros, zona sul de Porto Alegre.

O sufoco que passou, porém, teria sido pior não fosse a companhia fiel e protetora de seu cachorro. “Estava com muito frio no corpo, principalmente nos pés, mas não senti medo porque estava com ele. É meu amigo, meu filho, um cão especial”, disse Pires ao jornal GaúchaZH.

O companheiro do idoso, um pit bull chamado Thor, esteve ao seu lado durante todo o tempo em que a dupla ficou perdida na mata, provando que o preconceito contra a raça é infundado e que pit bulls são animais amáveis e, como disse o tutor, especiais.

“Eu via luzes dos carros bem longe, gritava, mas ninguém me ouvia. ‘Vou morrer’, eu dizia. E aí me dei conta que o celular estava no casaco, eu que nunca saio com o telefone”, relatou ao jornal.

Por volta da meia noite, Pires entendeu que não conseguiria sair do local por conta própria e, então, ligou para o Corpo de Bombeiros.

Pires, que trabalhou como mecânico no passado, hoje é caseiro do sítio, onde vive sozinho. Tem seis filhos e vinte netos, mas recebe visitas pouco frequentes da família. Conforme foi envelhecendo, optou por viver no campo em busca de sossego.

Ronaldo Bernardi / Agência RBS

O desaparecimento de Pires na mata preocupou os bombeiros por conta de sua idade e também da região onde o acidente aconteceu. “A área estava muito alagada, seu Sérgio não conseguiria sair sozinho, ainda mais com o frio, que o estava debilitando muito”, contou ao GaúchaZH o soldado Tiago da Rosa Ferreira, 39 anos, integrante da Companhia Especial de Busca e Salvamento dos Bombeiros.

O esforço dos militares foi recompensado pela alegria ao encontrar o idoso e pela gratidão dele, que passou a chamar os bombeiros de “anjos”. “Salvaram a minha vida, buscando um velho no mato. Não tenho palavras. Eles arriscam a vida pelo bem da sociedade”, disse.

Para o soldado, o desejo de ajudar quem precisa faz até esquecer o cansaço das ações de resgate. “Só senti cansaço quando cheguei ao quartel, às 5h. Eu só posso agradecer esse carinho de seu Sérgio conosco. Ajudar os outros é o que me gratifica”, afirmou Ferreira.

O acidente, porém, não convenceu Pires a deixar de se aventurar pela mata. “Na próxima eu levo um facão e uma lanterna. E se possível vou ainda de dia”, concluiu.

Ronaldo Bernardi / Agência RBS

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Menino e cadela se tornam amigos inseparáveis e comovem internautas

Reprodução/Instagram/@littlechapandpup

Com apenas dois anos de idade, Adrian Michalek criou um laço de afeto profundo com a cadela Maddie. Vivendo no Reino Unido, os dois protagonizam belas fotos que emocionam os internautas nas redes sociais.

A amizade entre crianças e animais é um dos elos mais verdadeiros que existem. Firmadas em um afeto sincero e puro, essas relações florescem e beneficiam os dois lados. Enquanto animais desfrutam do carinho que recebem, as crianças aprendem ser mais afetuosas e responsáveis ao construir laços afetivos com os animais. E com Adrian  e Maddie não foi diferente.

Através das redes sociais, a mãe do menino, Shawna, publica registros encantadores da dupla. O perfil no Instagram foi criado para expor a amizade entre os dois e “criar memórias”, segundo a própria descrição da página. Até o momento, Adrian e Maddie acumulam mais de 6,5 mil seguidores.

Reprodução/Instagram/@littlechapandpup

Nas imagens, é possível ver registros de viagens que a dupla fez pela Europa. Momentos de diversão e leitura também são registrados.

“O relacionamento deles está crescendo e se desenvolvendo a cada dia. Com o Adrian 2.5 agora, certamente entramos no estágio de “irmão” do relacionamento”, escreveu a mãe do menino em uma publicação em rede social.

Nos inúmeros comentários das fotos, elogios ao perfil do Instagram de Adrian e Maddie não faltam. “Esta é uma conta tão fofa! Tão feliz que eu te encontrei”, escreveu uma internauta. “Eles são tão doces juntos”, afirmou outra.

Reprodução/Instagram/@littlechapandpup
Reprodução/Instagram/@littlechapandpup

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Resgatados de matadouro, cachorro e peru se tornam amigos inseparáveis

Reprodução/Instagram/@minnow.and.blossom

Salvo de um matadouro na Coreia do Sul, um cachorro e um peru criaram um forte laço de amizade após serem levados para um abrigo. Eles não imaginavam, porém, que a vida deles se transformaria naquele momento.

Além de terem sido salvos, eles encontraram uma família disposta a adotá-los de maneira conjunta. Afinal, não havia quem concordasse em separar a dupla.

Antes condenados à morte, Minnow e Blossom deixaram no passado a vida de exploração e sofrimento. Não iriam mais parar no prato de ninguém. Pelo contrário, foram viver juntos em uma fazenda nos Estados Unidos.

Reprodução/Instagram/@minnow.and.blossom

Inseparáveis, os animais não saem de perto um do outro nem mesmo na hora de dormir. E nunca mais terão que se preocupar com nada, tampouco temer qualquer possibilidade de sofrimento. A dor e os maus-tratos não fazem mais parte de suas vidas.

Na fazenda, o cachorro e o peru recebem todos os cuidados necessários e vivem cercados de amor. Sua tutora abriga também outros animais, que vivem vidas dignas e tranquilas em meio à natureza.

A amizade de Minnow e Blossom é tão bonita que a tutora dos dois decidiu criar um Instagram para mostrar o dia a dia dos animais. As imagens encantaram os internautas, levando o peru e o cão a acumularem mais de 8 mil seguidores.

 

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Uma publicação compartilhada por Minnow, Blossom, Rosie & Olive (@minnow.and.blossom) em

 

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