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Mais de um milhão de bezerros morrem nas inundações recordes que atingiram o país

Animais sofrem como vítimas das inundações | Foto: Jamie Schomp
Animais sofrem como vítimas das inundações | Foto: Jamie Schomp

As condições meteorológicas extremas vistas no último mês levaram um número impressionante de animais a serem engolidos pelas águas geladas. Aqueles que sobreviveram provavelmente morrerão pela falta de comida e água potável ou serão enviados para o matadouro, de acordo com a PETA.

A ONG está colocando dois outdoors para aumentar a conscientização da população em torno dos cerca de um milhão de bezerros que morreram como resultado das inundações nos estados do Meio-Oeste americano nas últimas semanas.

O New York Times descreveu as condições climáticas extremas de março como “enchentes recordes”, dizendo que elas estavam causando um “estrago devastador para fazendeiros e pecuaristas em um momento em que eles tem menos recursos para arcar com isso”, em função da crise da indústria leiteira.

Mas a organização que atua em prol dos direitos animais, PETA, diz que enquanto os humanos que seriam afetados pelo ciclone e as inundações “tiveram aviso prévio e ajuda para evacuar as residências, os animais presos em fazendas de carne e laticínios não tiveram essa chance”.

Animais afogados

“Muitos desses animais se afogaram ou sofreram outras mortes dolorosas e terríveis nas enchentes, incluindo cerca de 700 porcos em apenas uma fazenda e mais de 1 milhão de bezerros”, conforme informações da PETA.

Foto: Beth Vavra
Foto: Beth Vavra

“Os bezerros, a maioria dos quais estavam sendo criados pela indústria de carne, foram arrastados para as águas congeladas e apareciam mortos pelas margens dos rios. As vacas que sobreviveram às enchentes provavelmente morrerão como resultado da falta de comida e água potável ou serão enviadas para o matadouro”, lamentou a ONG.

Outdoors Veganos

Agora, a ONG está colocando outdoores nas regiões afetadas pelas enchentes, que segundo ela, buscam alertar para o fato de que situações como estas vão ocorrer novamente e demonstram “como é possível evitar futuros desastres como este”.

Os outdoors mostram vacas em paisagens e dizem: “Parem de comer carne! Elas morrem por seu hábito cruel e sujo”.

“Se esta mensagem de compaixão inspirar apenas uma pessoa a deixar as vacas e bois de fora do seu prato, isso já contribuirá para que o número de milhões de animais que sofrem uma morte aterrorizante todos os anos não aumente ainda mais, seja em um matadouro ou em um desastre natural”, disse o vice-presidente executivo da ONG, Tracy Reiman, em um comunicado.

“O outdoor da PETA incita os carnívoros a ouvirem a enxurrada de razões pelas quais eles deveriam mudar seus hábitos e abraçar uma alimentação vegana e compassiva”.

Mortes de animais por inundação

Esses afogamentos seguem o número de mortos do furacão Florence em setembro passado, onde mais de 3,4 milhões de animais foram deixados para morrer, trancados em instalações de fazendas de onde seria impossível escapar, por fazendeiros que por sua vez, fugiram para se salvar.

O furacão – uma tempestade de categoria 4 – causou inundações recordes. Ativistas veganos da ONG que atua pelos direitos animais Direct Action Everywhere (DxE) e o Brother Wolf Animal Sanctuary, além de ativistas independentes, entraram em fazendas industriais inundadas após o furacão Florence para mostrar a extensão da devastação.

“Ativistas encontraram celeiros com milhares de galinhas afogadas e lixeiras cheias de centenas de leitões mortos, assim como porcos adultos”, disse um porta-voz da DxE em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Esses animais são indivíduos sensíveis e inteligentes, mas as corporações intencionalmente os negligenciam fazendo com que sofram mortes brutais como essas por causa da linha de produção”, acrescentou o ativista Arwen Carlin.

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Leite vegano é compra básica para quase 50% dos americanos

Quase metade dos americanos que consomem laticínios compraram leite de vaca e também de vegetais nos últimos seis meses, segundo relatórios da Food Navigator.

Foto: @oatly

A pesquisa com 2.006 adultos, feita pela IPSOS, encomendada pela Dairy Management Inc., revelou que 48% dos americanos compram variedades de leite vegano.

Mais da metade (51%) das pessoas que compram os dois tipos de leite acreditam que o vegano oferece mais ou igual qualidade proteica aos lácteos. As informações são do LiveKindly.

O resultado surpreendeu alguns nutricionistas, disse a Food Navigator, já que os consumidores sempre preferiram a proteína láctea para nutrição. Em geral, os compradores duais perceberam que a saúde geral é mais importante para a compra de leite à base de plantas do que os laticínios.

A mudança do mercado

A marca de leite vegano dos EUA, Elmhurst Milked, criava vahttps://www.oatly.com/int/cas leiteiras. Foi uma das fazendas leiteiras de maior duração e maior atividade na cidade de Nova York. Mas, à medida que o mercado mudou, as vendas começaram a cair, e a marca tomou a decisão de fechar sua fazenda de gado leiteiro e entrar no crescente mercado de leite vegetal, onde agora é considerado um dos líderes da categoria.

“O leite vegetal tem uma pegada de carbono muito menor do que os laticínios” , disse o dono da Elmhurst, Henry Schwartz, ao Sierra Club . “Também é mais ético para os animais.”

“Seja por meio de investimento de capital ou por outros meios, as empresas terão que evoluir suas ofertas para acompanhar as demandas e tendências do consumidor”, disse Schwartz.

O gosto do mundo por leite vegano

As pessoas ao redor do mundo estão mais sedentas do que nunca por leite vegetais. Em outubro passado, foi relatado que mais de 30% dos californianos preferem o leite vegano ao lácteo.

No Reino Unido, as vendas de leite à base de vegetais subiu 30% entre 2015 e 2017. Também em 2017, os australianos compraram mais de US$ 200 milhões de leite vegano.

Foto: Instagram

Uma série de fatores está impulsionando está demanda. Os consumidores estão mais consciente do que nunca da crueldade das indústrias de laticínios, que inclui a retirada de bezerros de suas mães e processos dolorosos usados ​​para produzir e coletar leite para consumo humano.

As questões sustentáveis também estão inspirando os consumidores a abandonar os laticínios. A indústria está ligada a altas emissões de gases de efeito estufa, à degradação dos recursos hídricos locais e à perda de biodiversidade.

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Animais selvagens icônicos dos EUA perdem seu habitat e correm grave de extinção

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Joel Sartore, National Geographic
Reprodução/Joel Sartore, National Geographic

O bisão americano acaba de ser eleito o mamífero oficial dos EUA. Mesmo assim, isso está longe de salvar o animal da extinção e seu futuro e o de outras espécies corre grande perigo.

Manadas de bisões costumavam ocupar do norte do México ao Alasca, mas hoje apenas 1% dessa região é habitada pelos animais, que vivem em áreas controladas, informa o News Scientist.

“Bisões correm mais risco de extinção do que imaginamos. Teremos que avaliar essa situação com muito cuidado neste ano”, diz Craig Hilton-Taylor, chefe da Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza em Cambridge, no Reino Unido.

O bisão é apenas um dos icônicos animais americanos que está ameaçado. Aproximadamente 29 espécies e subespécies, consideradas símbolos oficiais de 24 estados, correm risco de extinção, revelou a análise do News Scientist.

Segundo a pesquisa, muitos animais viviam em diversas regiões ou eram pilares das economias regionais, mas agora constituem pequenas e frágeis populações na natureza.

Reprodução/Joel Sartore, National Geographic
Reprodução/Joel Sartore, National Geographic

A pantera “da Flórida” foi designada como animal oficial do estado em 1982, mas está quase extinta. Esta subespécie de puma, que existe desde o Canadá até a América do Sul, praticamente desapareceu do leste da América do Norte, exceto na ponta sul da Flórida.
Em 1967, quando o animal foi colocado sob a proteção da Lei de Espécies Ameaçadas dos Estados Unidos, só existiam cerca de 30 panteras no estado.

Outro exemplo refere-se aos ursos pardos que foram extintos pouco mais de uma década após serem escolhidos para estampar a bandeira da Califórnia em 1911.

Em 2014, o Centro para a Diversidade Biológica em Tucson, no Arizona, entrou com uma petição pedindo para o Serviço de Vida Selvagem e de Pesca expandir para novos territórios os esforços para recuperação do animal.

Além desses animais, vários peixes, répteis e anfíbios estão ameaçadas de extinção, pois seus habitats estão desaparecendo devido à escassez de fontes de água.

“Seres humanos usam as águas em que vivem essas espécies para irrigação ou em suas casas. O problema é mais grave no oeste americano, que continua a ser atingido pela seca”, diz Brian Richter, que lidera o Programa de Água para Conservação da Natureza de Charlottesville, na Virginia.

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Cão sem patas dianteiras ajuda soldados americanos feridos

Cadela Faith, que se locomove apenas com as patas traseiras, ajuda soldados com ferimentos de guerra. Foto: Divulgação

A cachorra Faith, 8 anos, é uma vira-lata mistura das raças chow chow e labrador, que se tornou bastante famosa. Após algumas aparições no programa The Oprah Winfrey Show, Faith, que mesmo não possuindo as duas patas dianteiras se locomove usando as patas traseiras, está agora em turnê visitando soldados com deficiências físicas causadas por ferimentos de guerra no Afeganistão e Iraque, ajudando a levantar seus espíritos e servindo de inspiração.

Faith nasceu com uma deficiência física e, de acordo com a revista Foreign Policy, venceu obstáculos para sobreviver e conseguir andar novamente. Tudo isso com a ajuda da sua tutora, Jude Stringfellow. A mãe rejeitou Faith quando ela nasceu e a família Stringfellow a adotou e a levou para casa, onde começaram o árduo processo de ensiná-la a andar ereta sobre duas pernas.

Primeiro eles tiveram que colocá-la em uma prancha de surf na água, para que ela pudesse ter uma ideia de equilíbrio. Depois usaram o que parece ser um método antigo e confiável para persuadí-la a ficar em pé: oferecer manteiga de amendoim em uma colher.

E ela obteve sucesso. Com uma marcha alegre e saltitante, Faith caminha em linha reta, sempre abanando o rabo. Stringfellow diz que os quadris, músculos e articulações de Faith têm crescido e se adaptado às suas necessidades como um cão de apenas duas pernas.

A viagem mais recente de Faith foi inspirada na própria experiência do filho mais velho dos Stringfellow no Iraque. Ele levou a cadelinha para visitar as tropas na Inglaterra. Uma das enfermeiras do Exército comprova o poder que a presença de Faith tem nos soldados: “Ela anda por aí latindo, rindo e animada por vê-los. Muitos chegam a chorar, apontando para ela com surpresa. Para aqueles que perderam amigos ou mesmo membros, pode haver silêncio. Alguns vêm apertar minha mão e me agradecer, alguns dão tapinhas em sua cabeça. Existe muito silêncio e emoção realmente profunda.”

Também foi relatado que Faith recebeu o título de sargento honorário do Exército americano.

Fonte: Terra


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Estudo britânico revela que crianças com alto QI tendem a seguir dieta vegetariana

De acordo com um estudo publicado no The British Medical Journal, crianças com alto QI (quociente de inteligência) têm 20% mais chances de se tornarem vegetarianas na fase do crescimento.

Imagem: Vida Vegetariana

Para chegar ao resultado, o estudo testou o QI de um grupo de 8 mil crianças de 10 anos. A dieta dessas crianças foi avaliada por um período de 20 anos, até atingirem os 30 anos de idade. As crianças participantes do estudo que tornaram-se vegetarianas o fizeram por escolha própria.

O estudo também traçou um perfil da maioria dos vegetarianos:

– sexo feminino;
– possuem ensino superior;
– nasceram em famílias de classe média ou alta.

Portanto, se seu filho decidir se tornar vegetariano, apoie a iniciativa. O que Albert Einstein, Van Gogh e Emily Dickson têm em comum? Mentes brilhantes são vegetarianas!

Estatísticas

A população vegetariana cresce principalmente entre estudantes de ensino superior. As estatísticas variam, mas de acordo com o autor do livro Eating Animal, Jonathan Safran, estima-se que 18% dos universitários norte-americanos são vegetarianos.

Acredita-se ainda que cerca de 3% da população americana siga a dieta.

Fonte: Vida Vegetariana

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Americano é processado por torturar gata com secador e publicar vídeo na Internet

Um homem da cidade de Syracuse, no estado americano de Nova York, foi processado por crueldade contra animais por ter torturado uma gata com um secador de cabelos e postado o vídeo em um site de compartilhamento de vídeos na semana passada.

Erik Estrada, de 18 anos, amarrou a gata Jarmine e depois começou a persegui-la com o secador. Seu amigo, de 16 anos, filmou toda a cena e depois eles a publicaram no YouTube. Estrada também teria usado um barbeador elétrico para depilar um lado da gata e o topo da cabeça da bichana.

Reprodução do vídeo em que a gata Jasmine aparece sendo torturada. (Foto: Reprodução)
Reprodução do vídeo em que a gata Jasmine aparece sendo torturada. (Foto: Reprodução)

O incidente ocorreu no dia 4, segundo documentos do tribunal, na casa do acusado. Ele foi preso na quarta-feira (10), depois que as autoridades receberam uma denúncia por meio de pessoas que assistiram ao vídeo na Internet. Ele está preso sob fiança de US$ 2.500.  A gata está recolhida na sociedade protetora dos animais local, e seu destino vai ser decidido pela Justiça.

Fonte: G1



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Cresce o número de vegetarianos nos Estados Unidos

Por Raquel Soldera (da Redação)

Cada vez mais restaurantes nos Estados Unidos oferecem opções sem carne em seus cardápios, como sopas e sanduíches vegetarianos, além de leite de soja, tofu e sobremesas vegan.

A maioria dos americanos conhece alguém que é vegetariano, mas os vegetarianos nos Estados Unidos representam apenas 3,2% da população, de acordo com um estudo de 2008 publicado pela Vegetarian Times. No entanto, segundo pesquisa encomendada pela Vegetarian Resource Group, apenas 1% da população americana era vegetariana em 1994. O crescimento do vegetarianismo não pode ser atribuída a uma única causa.

Um estudo mostrou que 15% dos americanos escolheram uma dieta vegetariana para a promoção dos direitos dos animais; 4% são vegetarianos para beneficiar o meio ambiente; e cerca de 46% dos americanos alegaram a saúde como a principal razão para uma dieta sem carne.

Um número crescente de estudos científicos sugere que o vegetarianismo pode trazer muitos benefícios para a saúde. Os vegetarianos consomem um terço a menos de gordura saturada e cerca de metade do colesterol, segundo relatório da Associação Dietética Americana.

A saúde foi o motivo de Jessica Worrell ter escolhido o vegetarianismo há dois anos. Jessica disse que está mais em sintonia com o seu corpo agora. “Isso me obriga a comer alimentos mais saudáveis, e eu estou muito mais consciente das minhas necessidades”, disse Jessica.

No entanto, a saúde não é a única preocupação de Jessica. A poluição causada pelo consumo de carne, visto que a agricultura contribui para o aumento dos gases com efeito de estufa, foi outro ponto levado em consideração na hora de optar pelo vegetarianismo.

“A preservação do meio ambiente é uma das razões que me fizeram ser vegetariana”, disse Jessica.

Com informações de College Publisher

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PETA pede a Barack Obama que envie perus para santuário, e não para a Disneylândia

Por Karina Ramos (da Redação)

Nesta manhã, a PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) enviou uma carta ao Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pedindo a ele que mande os dois perus que ele “perdoará” na cerimônia tradicional Rose Garden ao Santuário Animal Poplar spring, em Maryland.

Nos últimos anos, as aves têm sido enviadas para a Disneylândia e outros parques temáticos, onde a maior parte dos animais – que são criados à base de uma dieta de engorda e chegam ao ponto de suas pernas não suportarem o próprio peso – acaba morrendo em menos de um ano.

A PETA também pediu que o presidente use seus comentários na cerimônia para agradecer os milhões de americanos que poupam os perus todos os anos por meio de um jantar de Ação de Graças vegano, saudável e sem crueldade, uma refeição que salva a vida das aves e ajuda o meio ambiente.

A PETA se ofereceu para enviar um chef à Casa Branca para preparar um banquete vegano delicioso para a família.

Fonte: Animal Concerns

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