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Asa Branca recebe ameaças após denunciar maus-tratos a animais em rodeios

As ameaças, no entanto, não fizeram Asa Branca voltar atrás na decisão de denunciar a violência sofrida pelos animais no rodeio


Asa Branca, que foi o maior locutor de rodeio da história do Brasil, e sua companheira Sandra Santos, estão recebendo ameaças após o ex-locutor denunciar os maus-tratos aos quais os animais são submetidos no rodeio.

O casal recebeu mais de trinta áudios via redes sociais por meio dos quais homens afirmam que Asa Branca merece o câncer com o qual foi diagnosticado por ser “ingrato” com o mundo do rodeio.

O ex-locutor chegou a ser ameaçado de morte por pessoas que afirmaram que se ele ir à cidade de Barretos (SP) não sairá vivo de lá.

As ameaças, no entanto, não fizeram o casal voltar atrás nas denúncias. “O Asa Branca segue sustentando o que disse: ele mesmo maltratou animais e apoiou uma indústria onde viu bois tomarem choques e serem cortados com ferramentas como esporas, sempre com o objetivo de fazer os animais pularem”, disse Sandra, em entrevista à revista Veja.

O casal sairá de Guarulhos (SP), onde mora atualmente, para viver no sítio de um amigo no interior do estado. “Como os médicos não podem fazer cirurgia ou quimioterapia, e o quadro de saúde dele é irreversível, vou levá-lo para o mato. Ver verde e lagoa, além de escutar passarinhos piarem, tem sido um desejo dele. O Asa se sente enjaulado dentro de um apartamento”, relatou Sandra.

Com um câncer em fase terminal, Asa Branca considera que a doença é uma punição que sofre pela violência que impôs aos animais.


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Tartarugas-marinhas bebês ameaçadas de extinção são queimadas até a morte em praia

Rhonda Wundke estava caminhando pela praia quando encontrou diversos filhotes de tartaruga mortos, todos completamente queimados por alguém em um terrível ato de crueldade contra animais


 

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Quase todas as espécies de tartarugas-marinhas são classificadas como ameaçadas de extinção. Elas são frequentemente mortas por seus ovos, carne, pele e cascos. Elas também são vítimas da destruição de seus habitats e da poluição plástica.

As redes de pesca deixadas no oceano (descarte) também fazem com que as tartarugas morram emaranhadas nelas. Além de todos esses desafios e das muitas lutas que enfrentam para sobreviver, as tartarugas-marinhas ainda tem que enfrentar a crueldade humana.

Cerca de dois meses atrás, os habitantes de uma praia indonésia foram especialmente cruéis com uma tartaruga-marinha que vinha à costa para pôr seus ovos. As pessoas (locais) que estavam na praia decidiram sentar na tartaruga e tirar fotos.

Eles se amontoaram em cima do animal e tentaram montá-la enquanto ela arfava e bufava, tentando caminhar com o peso, na intenção de fugir e voltar para o mar. Esse incidente demonstra claramente a falta de respeito que o ser humano demonstra por animais inocentes e vulneráveis.

Reprodução | Twitter/Rhonda Wundke
Reprodução | Twitter/Rhonda Wundke

Recentemente, uma mulher chamada Rhonda Wundke estava caminhando pela High Tower Beach, na Flórida, Estados Unidos quando teve uma visão aterradora. Ela se deparou com diversos filhotes de tartarugas que haviam sido completamente queimados até a morte por alguém em um terrível ato de crueldade contra animais.

Wundke compartilhou fotos no Twitter e aproveitou a oportunidade para fazer um relatório policial (boletim de ocorrência) com as autoridades locais. Ela expressou toda a sua infelicidade na rede social: “Foi um verdadeiro pesadelo ver aqueles pequenos bebês mortos daquela forma. Tenho certeza que a tempestade levou esses filhotes para o oceano onde eles poderão descansar em paz”.

A época de nidificação (formação de ninhos) das tartarugas-marinhas continua em outubro, elas estavam em um estado delicado e indefeso. Por estarem ameaçadas de extinção, as tartarugas marinhas são protegidas por leis federais e estaduais no mundo todo.

Este incidente devastador levou a uma petição criada pela organização Lady Freethinker. Pata assinar, mostrar seu apoio e pressionar as autoridades a conduzir uma investigação completa clique aqui.

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Destaques

Elefantes agredidos com ganchos de metal são forçados a carregar turistas com as trombas

Sob a ameaça constante de seus exploradores, as animais giram argolas com as trombas, equilibram-se em duas patas e uma série de truques antinaturais em shows diários na Tailândia


Foto: ViralPress
Foto: ViralPress

Por Eliane Arakaki

A indústria do turismo explora animais indefesos submetendo-os a todo tipo de tortura e obrigando-os a realizar truques antinaturais mediante ameaça de serem feridos com cortes e espancamentos.

Tudo isso acontece com o objetivo de entreter uma plateia pagante de turistas que, muitas vezes alienada, bate palmas e se diverte mediante o sofrimentos desses seres sencientes e indefesos.

O último flagrante desses maus-tratos está registrado em imagens divulgadas recentemente que mostram elefantes sendo obrigados a carregar turistas em suas trombas, enquanto mahouts (treinadores de elefante) segurando bastões com ganchos afiados na ponta (bullhook) os obrigam se apresentarem no Elephant World.

Os animais foram filmados no início deste mês durante um de seus exaustivos shows diários para multidões de turistas na remota região de Surin, no nordeste da Tailândia.

Os mahouts (manipuladores de elefantes) podem ser vistos empunhando bullhocks ao lado dos animais – essa ferramenta de tortura foi especialmente criada para controlar e dominar os elefantes.

Durante a apresentação, os elefantes giram bambolês em suas trombas e se apoiam em duas patas antes de serem forçados a chutar uma bola de futebol em uma rede.

Alguns são instruídos a recuar e, em outro momento do show, voluntários da plateia se deitam e deixam os elefantes passarem por cima deles – chegando a centímetros de serem esmagados.

Os elefantes ainda são obrigados a transportar espectadores içando-os em suas trombas e desfilando pelo local do show.

Foto: ViralPress
Foto: ViralPress

Durante todo o show, os mahouts seguram os bullhooks o tempo todo, uma mulher pode ser vista nas imagens erguendo a ferramenta em direção ao elefante depois que ela puxa violentamente a orelha do animal.

O grupo que atua em defesa dos direitos animais, PETA criticou severamente o show, que em parte devido à sua localização remota até agora escapou das denúncias e críticas recebidas por outros locais de exploração na Tailândia.

Jason Baker, vice-presidente de campanhas internacionais da PETA, disse que os elefantes no vídeo estavam se apresentando apenas por causa da ameaça de violência e pediu aos turistas que não comparecessem a esse tipo de show.

Ele disse ao Daily Mail: “Esses elefantes não estão se apresentando porque é divertido. É porque eles têm medo do abuso que receberão se não o fizerem”.

Foto: ViralPress
Foto: ViralPress

“Isso fica evidente com a presença constante do bullhook, uma arma com um gancho afiado em uma extremidade, sendo mantida bem ao lado deles, como ameaça”.

“Se as pessoas soubessem que seus ingressos estavam promovendo o abuso e o sequestro de elefantes da natureza, certamente nunca entrariam nesses locais.”

Um visitante do Elephant World, na província de Surin, disse que os shows acontecem todos os dias das 10h às 14h, com cada elefante tendo que se apresentar várias vezes.

Eles disseram: “O show é muito popular, nos fins de semana e feriados está cheio, e as pessoas que visitam são principalmente turistas tailandeses, mas às vezes existem estrangeiros”.

Foto: ViralPress
Foto: ViralPress

No mês passado, a maior operadora de turismo da China cortou laços com um show semelhante perto da capital Bangkok, após uma pressão constante do grupo de direitos animais PETA.

No entanto, o show em Surin fica a cerca de 300 milhas de distância e na pobre região de Isan, no nordeste da Tailândia.

O parque de elefantes parece ter escapado ao escrutínio que passaram os grandes shows de elefantes localizados em destinos turísticos populares, como Bangkok e Phuket.

O porta-voz da PETA, Jason Baker, acrescentou: “Todos os elefantes forçados a entrar no show business na Tailândia foram ‘domados’ da maneira mais doentia, horripilante e muitas vezes mortal imaginável”.

Foto: ViralPress
Foto: ViralPress

“A indústria de elefantes tailandesa ganhou fama por tirar os filhotes ainda mamando de suas mães, imobilizados, espancados sem piedade e tendo suas unhas uma a uma arrancadas por dias seguidos. Este tratamento quebra seu espírito, e alguns não sobrevivem”.

“Eles são forçados a passar o resto de suas vidas em cativeiro e se apresentar em shows como este onde são espancados, açoitados e feridos com ganchos para forçá-los a realizar truques difíceis e sem sentido apenas para o entretenimento humano”.

“Quando não são forçados a realizar truques antinaturais ou levar turistas sem suas costas, esses elefantes geralmente passam a maior parte de sua vida acorrentados, incapazes de dar mais do que alguns passos”.

“A PETA pede que todos fiquem longe de qualquer lugar que force os elefantes a fazer truques ou oferecer passeios.”

Foto: ViralPress
Foto: ViralPress

O gerente do Elephant World, Prakit Raumpattan, disse que os ganchos são usados apenas como um “aviso” e “nunca usados durante o treinamento ou nos shows”.

Ele acrescentou: “O gancho é apenas para garantir que os elefantes não se comportem mal. Os elefantes ainda são animais selvagens, não importa o quanto os treinemos e tentemos fazê-los domesticados”.

“Eles ainda podem ser imprevisíveis, pois o bullhook é usado como uma ameaça para impedi-los de fazer algo perigoso ou atacar pessoas”.

“Nós treinamos os elefantes desde que eram bebês, da mesma forma que as pessoas treinam um cachorro e elas recebem recompensas como bananas, mas nunca são abusadas.”

Foto: ViralPress
Foto: ViralPress

Elefantes

A comparação dos elefantes aos cães, feita por um dos responsáveis do “show” só torna mais evidente a falta de empatia e conhecimento dos explores desses animais. Ao contrário dos cachorros, elefantes não são domesticados, são animais selvagens, inteligentes e com capacidades sociais e de formação de vínculo altamente desenvolvidas. Eles vivem em grupos, tem sociedades hierárquicas com formação de família, prosperam na natureza, acostumados a liberdade, o cativeiro é uma sentença de morte para esses majestosos animais.

Foto: ViralPress
Foto: ViralPress

Fome, dor, sofrimento, privação, medo, abuso e exploração, esse é o cotidiano de desses animais que vivem acorrentados e submissos, saindo apenas para entreter plateias de turistas alienados, levar outros nas costas ou servir de enfeite para selfies com muitos outros.

Submeter o maior mamífero da Terra a esse tipo de desrespeito é um atentado a dignidade dessas criaturas belíssimas e únicas e reduzi-los a uma existência miserável, onde a única escapatória é a morte

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Cadela grávida que é agredida e corre risco de ser morta precisa de resgate em SP

Uma cadela grávida que está sendo agredida na rua e ameaçada de morte precisa de resgate em São Paulo. Ela está no bairro Encosta Norte, no Itaim Paulista, e corre o risco de ser envenenada. Tem sofrido muito, porque não consegue fugir das agressões devido ao peso da barriga. Precisa de um lugar seguro para ter os filhotes. Interessados em ajudar devem entrar em contato com Ana pelo telefone 11 95876 – 9789.

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Dieta de origem vegetal contribui para salvar o planeta, diz carta assinada por 15 mil cientistas

Uma carta assinada por 15.364 cientistas de 184 países alerta sobre as ameaças ao planeta, que, segundo a publicação, estão ficando muito piores. A carta é a segunda emitida por cientistas do mundo todo. A versão inicial foi lançada em 1992 pela Union of Concerned Scientists e assinada por 1,7 mil especialistas.

Alimentação vegetariana estrita – livre de carnes, leite, ovos e mel – é uma das formas de salvar o planeta, de acordo com os cientistas (Foto: Nasa)

Uma alimentação livre de produtos de origem animal é citada pela carta como um dos passos a serem tomados para frear a destruição do meio ambiente.

A carta foi denominada “Alerta dos cientistas do mundo para a humanidade: um segundo aviso” e publicada pela revista científica “BioScience”.

As ameaças ao meio ambiente, segundo os cientistas, têm se tornado mais graves. Eles destacam a crescente população mundial, que adicionou dois bilhões de pessoas do planeta desde 1992 – um aumento de 35% -, como uma das questões que contribuem para a destruição do meio ambiente.

Estão entre as grandes ameaças o aquecimento global, as constantes emissões de carbono geradas pelo uso de combustíveis fósseis, também as práticas agrícolas não sustentáveis – amplamente utilizadas pela produção de alimentos destinados aos animais considerados de consumo – a falta de água doce, as crescentes zonas mortas dos oceanos, a perda de vida marinha e o desmatamento. Os dois últimos, intimamente ligados à pecuária e à pesca, visto que a criação de bois é a principal responsável pelo desmatamento e a pesca influencia na destruição da vida marinha não só por retirar dos oceanos as espécies consumidas por humanos, mas também por pescar acidentalmente outros animais marinhos que acabam ficando presos nas redes de pesca.

Os animais estão sofrendo e espécies estão desaparecendo como resultado das ações humanas.

“Desencadeamos um evento de extinção em massa, o sexto em cerca de 540 milhões de anos, em que muitas formas de vida atuais podem ser aniquiladas ou, ao menos, estar fadadas à extinção até o final deste século”, afirmou a carta.

Treze passos são destacados pela carta como formas de combater tamanha destruição. Dentre eles, ampliar o acesso aos métodos contraceptivos, “estimar um tamanho de população humana sustentável e respaldado cientificamente a longo prazo” e mobilizar “nações e líderes para apoiar esse objetivo fundamental”.

Promover dietas à base de vegetais – sem carnes, leite, ovos e mel – e energias renováveis e, ao mesmo tempo, eliminar subsídios para combustíveis fósseis também são medidas a serem tomadas, segundo os cientistas. Além disso, é preciso corrigir a desigualdade de renda e fazer com que os preços, a tributação e os sistemas de incentivo levem “em conta os custos reais que os padrões de consumo impõem ao nosso meio ambiente”.

A carta se coloca contrária ao tráfico de animais silvestres como forma de impedir o avanço de práticas que degradam o meio ambiente e afirma que “uma proporção significativa do planeta” deve ser destinada às reservas protegidas.

“Para evitar a miséria generalizada e a perda catastrófica de biodiversidade, a humanidade deve praticar uma alternativa mais sustentável aos negócios”, segundo a carta.

De acordo com a publicação, “esta receita foi bem articulada pelos principais cientistas do mundo há 25 anos, mas, na maioria dos aspectos, não atendemos seu aviso. Em breve, será tarde demais para mudar o curso da nossa trajetória fracassada, e o tempo está acabando.”

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Cadela abusada por estudante em vídeo foi retirada das ruas

Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Segundo Hemerson Fernandes Pedroso a cadela que aparece em vídeo sendo estuprada por ele foi retirada das ruas. Ele foi preso após publicar na última terça-feira (18) em sua página do Facebook, um vídeo abusando sexualmente de uma cadela. Hemerson foi indiciado por maus-tratos a animais e associação criminosa.

Ele chegou à delegacia em um carro com duas marcas de bala e afirma que tem sido vítima de ameaças e ataques após a publicação feita cometendo o crime. Segundo ele, sua casa também foi invadida e saqueada.

O animal abusado ainda não foi encontrado. A Polícia Civil suspeitava que Hemerson fosse o responsável pela cadela, mas o criminoso alegou em depoimento que o animal havia sido encontrado na rua.

Hemerson foi preso temporariamente por cinco dias, mas se condenado pode chegar a três anos de reclusão.

A Polícia investiga ainda a possibilidade do criminoso fazer parte de uma rede de zoófilos. De acordo com os agentes, o suspeito é tutor de quatro cães, sendo que apenas dois foram resgatados até o momento.

“Trata-se um fato que abalou o sentimento social, e certamente, além das questões criminais aqui investigadas, é certo que deverá haver paralelamente sanções de reparação de dano extrapatrimonial ambiental”, disse o delegado.

 

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Polícia Civil encerra caso do “maníaco dos gatos” em Vila Palmares (SP)

Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Foto: Diário do Grande ABC

Depois de mais de um mês de investigações, a Polícia Civil encerrou o caso do “maníaco dos gatos” em Vila Palmares, em Santo André, São Paulo. Márcio Macedo, delegado da Delegacia de Investigação de Crimes Controla o Meio Ambiente (Dicma), disse ao Diário do Grande ABC que nenhuma vítima foi encontrada e que também não houve denúncias sobre gatos mortos na região.

“Fizemos diversas diligências, conseguimos a carta e depoimentos de testemunhas, porém não há vítimas. Para prosseguir temos de ter motivo, justa causa. Até o momento ninguém se manifestou com relação a eventuais mortes de gatos ou se sentiu ameaçado com a carta”, afirmou.

No mês passado, uma carta anônima foi deixada em um salão de beleza da região ameaçando matar os gatos com chumbinho, caso incomodassem o remetente, que seria um novo morador da região. “Precisamos de mais elementos e de ao menos uma vítima. De momento, o caso está encerrado”, afirmou o delegado.

Quem quiser denunciar maus-tratos contra animais sobre este caso ou qualquer outro, pode fazer o registro sem se identificar pelo site da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa).

 

 

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Caçadora que chocou ao sorrir ao lado de girafa morta recebe ameaças diariamente

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Divulgação

A caçadora Rebecca Francis, que foi duramente criticada no ano passado depois que o comediante Ricky Gervais postou, no Twitter, uma foto dela sorridente após matar uma girafa na África, voltou a falar sobre a prática.

Ela defendeu a caça e afirmou ainda receber ameaças de morte diariamente.

“As pessoas tomaram isso como desrespeito, mas eu ainda iria sorrir hoje. Foi um momento maravilhoso, foi uma celebração, foi ótimo e todos ao meu redor estavam felizes. Ninguém estava chateado”, assim foi comentado no canal de TV britânico “Channel 4”, onde participou do documentário “As mulheres que matam leões”.

Rebecca também defendeu a caça de animais e disse que não tem arrependimentos. “Nós somos os verdadeiros ambientalistas do mundo. Nós somos aqueles que colocam dinheiro, tempo e esforço para a vida selvagem. Nós queremos que haja uma abundância de vida selvagem para os nossos filhos e para os nossos netos. Nós queremos que haja vida selvagem”, disse.

Fonte: Extra Globo

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Você é o Repórter

Proteora faz apelo por cão que recebia ameaças de morte no Rio de Janeiro

Bete G
bernadetelggm@gmail.com

O cãozinho da imagem estava recebendo ameaças de morte em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Isso porque o pobre animal estava contaminado com sarna e muito debilitado e os moradores próximos queriam atear fogo no animal.

Mas, após apelo e pedidos de ajuda, o cãozinho foi finalmente resgatado e está em segurança com uma protetora. Porém, o cachorrinho vai precisar de uma transfusão de sangue, devido o quadro de anemia, e a protetora que o resgatou já cuida de cerca de 100 cachorros, todos com necessidade de atenção e doentes, e por isso precisa de ajuda para custear os gastos que o pobre cãozinho irá ter durante o tratamento.

Agora o cachorrinho, que até recebeu o nome de Teteco, conta com a solidariedade de todos. Somente por ter saído da situação de rua, longe da crueldade de certas pessoas, Teteco está mais animado e com as forças renovadas. Ele luta por sua vida. Caso alguém possa ajudar na recuperação de Teteco, entre em contato.

Divulgação
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Contato: Ana Lúcia
(21) 2244-2436
(21) 99797-6499

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Ativista é ameaçada ao expor matéria sobre ritual judaico que mata animais

(da Redação)

Imagem: Printscreen site "O Grito do Bicho"
Imagem: Printscreen site “O Grito do Bicho”

A ativista, autora das publicações da revista eletrônica “O Grito do Bicho”, fez uma postagem na última sexta-feira, dia 8, em seu site, afirmando que recebeu, por e-mail, ameaças devido a uma publicação antiga da revista, na qual ela aborda um ritual judaico que mata animais em nome da Páscoa. Ao final do texto, ela mostra a troca de e-mails com uma pessoa que se denomina “Yon”, no qual há afirmações feitas dizendo que o texto publicado por ela tem erros de informação, que desperta o ódio e, após solicitar que ele seja retirado do site, “Yon” prossegue dizendo: “tenho sua localização e todas as informações referentes a você”. Ela, por sua vez, afirma que irá encaminhar o e-mail para a Delegacia de Crimes Virtuais.

No dia 6 de maio, a autora das publicações da revista eletrônica “O Grito do Bicho” transcreveu uma matéria do jornal DailyMail que afirmava que militantes de uma antiga seita foram a Israel espetar e matar ovelhas em um ato relacionado a Páscoa. As informações são de que o ato, conhecido como Cordeiro Pascoal, é originado pela escritura religiosa judaica. E diz ainda que “apesar de ter sido praticado por judeus em tempos antigos, hoje ele só é feito pelos samaritanos”.

“Nós, militantes da causa animal, não somos contra nenhuma religião, crença, povo, ou lá o que seja. Somos radicalmente contra o uso de animais para qualquer ritual religioso. É só isto. Antigamente, todo mundo podia usar e abusar dos bichos e hoje em dia, eles tem nossa voz em defesa de suas vidas e dignidade”, afirma a escritora da revista.

Em nova publicação ela diz ainda que “o problema é que tem uma briga danada entre os judeus ortodoxos e os não ortodoxos. Uns brigam para acabar com estes rituais antigos de matar animais e outros fazem guerra para mante-los. E a gente com isto? Ninguém está querendo constranger religiões, seitas, segmentos, ou lá o que seja. Só estamos defendendo o direito dos animais.”

Após afirmar que relata em sua revista apenas assuntos dos quais pode provar e dizer que vivemos uma época em que devemos semear a paz entre as religiões, ela cita uma frase do Papa Francisco, na qual ele diz que “não se pode ofender, ou fazer guerra, ou assassinar em nome da própria religião ou em nome de Deus.”

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ONG denuncia que Manabi ameaça espécies marinhas e terrestres no Espírito Santo

Várias espécies marinhas correm risco, algumas de extinção, com a construção do anunciado Porto Norte Capixaba, da mineradora Manabi. Muitas destas espécies em risco estão sendo mostradas em página do Facebook pela ONG Voz da Natureza.

A Manabi também ameaça de destruição um longo trecho, de Minas Gerais ao Espírito Santo, onde quer construir um mineroduto. Com 511 quilômetros de extensão, o mineroduto rasga a terra em 19 municípios em Minas Gerais e quatro no Espírito Santo.

Certa de que obterá licença para seus projetos, a empresa já tem até uma gerência de pré-operação do porto da Manabi, em Linhares. Deste local, partem ações como cooptação da mídia e dos governos: União, estado e município.

A região marinha atualmente ameaçada pelo superporto e pelo mineroduto é de extrema importância para a conservação da biodiversidade. Fica ao lado da Unidade Municipal de Conservação de Degredo, que abriga centenas de espécies de orquídeas e bromélias selvagens, e é área de desova de tartarugas marinhas.

O porto da Manabi destrói de forma irreversível a única área de desova regular das tartarugas-gigantes ou tartarugas-de-couro, em todo o litoral brasileiro.

Pelo porto, a Manabi quer movimentar 25 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. O minério sairá do Morro do Pilar, em Minas Gerais. A empresa já recebeu o licenciamento ambiental para a mina. O Porto Norte Capixaba pode operar em 2018, como quer a empresa.

Caso seja autorizada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a tocar seu projeto, a Manabi vai usar um milhão de litros de água por hora no mineroduto. Lançará esta água contaminada com minério diretamente no mar.

Se depender de várias organizações, o Ibama não irá dar licença para o projeto da Manabi. Em uma página com muitas e belas imagens, a ONG Voz da Natureza faz campanha contra o porto, mostrando algumas das espécies ameaçadas pelo empreendimento.

Entre elas, a Toninha (Pontoporia blainvillei), em perigo de extinção, o camarão, a tartaruga-de-couro, o boto cinza, a baleia jubarte, a raia-manta e o caranguejo-eremita.

O Porto Norte Capixaba tem previsão de usar uma retroárea de 500 hectares e quebra-mar de 1,4 quilômetro, com ponte de três quilômetros avançando sobre o ambiente marinho.

Comunidades inteiras estão contra o projeto. Em Regência, na foz do rio Doce, no mês passado foi realizada uma manifestação clamando “Fora Manabi!”. Os moradores temem que o projeto da Manabi encerre todo um trabalho de desenvolvimento sustentável na região, com a participação principalmente do Projeto Tamar, e se transforme pela violência, tráfico de drogas, prostituição, aumento de doenças e redução de oportunidades de renda.

No ato foi lembrado o cenário de destruição da comunidade no entorno da região na Barra do Riacho, meia centena de quilômetros ao sul do distrito de Regência. A região foi profundamente afetada pelas três fábricas da Aracruz Celulose (Fibria).

Fonte: Século Diário

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Moda do sushi e sashimis ameaça várias espécies marinhas

(Foto: reprodução)
(Foto: reprodução)

O sushi é uma moda predominante no Japão mas, o incremento de consumo de peixe relacionado com esta indústria está a fazer mal ao ambiente.

Por exemplo, o baiacu da China, uma espécie apreciada no Japão, está na lista vermelha de espécies ameaçadas, e a pesca atingiu um nível tão elevado que a população deste peixe decresceu 99,99% nos últimos 40 anos.

Também o atum-rabilho do Pacíficico, usado em sushis e sashimis, passou a figurar na categoria de “vulnerável à extinção”. Segundo explica o site Globo, a indústria pesqueira, predominantemente a asiática, captura estes peixes em idade precoce, mesmo antes de se reproduzirem, estimando-se que durante as duas últimas décadas a população de atuns-rabilhos tenha sido cortada em 33%.

Para ter uma noção, a Lista Vermelha cresce todos os anos. Em 2013, havia pouco mais de 21 mil espécies ameaçadas. Hoje segundo os dados que servem de base a estes estudos, produzidos pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, são mais de 22 mil. Mas em 2004, por exemplo, eram 15 mil e, oito anos antes, em 1996, 10 mil.

 Fonte: Notícias ao Minuto

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