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Pangolim corre risco de extinção em razão da caça

Divulgação

O Vietnã, país sul asiático, está reforçando a luta contra o tráfico de pangolins, o animal mais caçado no mundo que, de acordo com um estudo publicado na revista “Nature” feito pela Universidade de Hong Kong, levanta suspeitas sobre ter tido um papel significativo na transmissão do novo coronavírus aos humanos.

Entre janeiro e junho deste ano, aumentaram consideravelmente o número de prisões de traficantes de animais silvestres, em especial de pangolins, segundo a ONG Educação para a Natureza no Vietnã (ENV).

Dentre os casos detectados pelas autoridades, pelo menos 97% resultaram em prisões, enquanto nos anos anteriores a média foi de 87%, uma ampliação expressiva.

“O Vietnã fez grandes avanços no combate a esse crime, fortalecendo seu arsenal legislativo”, afirmou a organização.

Em 2018, o país retificou uma lei que visa a proteção de espécies ameaçadas pela caça, que aumenta as penalidades. Atualmente, este crime pode chegar a penas de até 15 anos de prisão e a multas de mais de 550.000 euros (mais de 77 mil reais).

O Vietnã carrega um número extensivo de consumo e tráfico ilegal de animais selvagens na Ásia, tal como pangolins, elefantes, tigres e ursos.

Na medicina tradicional chinesa, acredita-se que as escamas do mamífero (compostas por queratina) atuam na cura de artrite, úlceras, tumores e dores menstruais, porém as propriedades curativas nunca foram comprovadas cientificamente.

Estima-se que, entre os anos 2000 e 2013, mais de 1 milhão de pangolins tenham sido caçados. Além disso, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime analisa que, entre 2014 e 2018, aproximadamente 370 mil pangolins foram apreendidos em todo o mundo e milhões traficados e mortos.

Apesar de o comércio internacional ter sido proibido em 2017, todas as oito espécies de pangolins estão sob ameaça de extinção, devido a caça com intuito gastronômico pelas populações das zonas onde habita, a crença em seus atributos medicinais e o comércio ilegal em outros países.


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Queimadas no Pantanal matam animais ameaçados de extinção

Reuters/A. Perobelli

Os animais silvestres estão sofrendo diante das chamas que devastam o Pantanal. Autoridades locais estimam a destruição de 2,34 milhões de hectares, o que corresponde a 15% do bioma. Carbonizados ou atropelados enquanto fugiam do fogo, muitos animais morreram, incluindo espécies ameaçadas de extinção.

Recentemente, uma jaguatirica foi sacrificada após queimar as quatro patas em um incêndio florestal no Pantanal. Resgatada em Mato Grosso, ela estava abaixo do peso e tinha pontos necrosados nas pernas. O sacrifício foi a medida adotada pelos veterinários para poupá-la de mais sofrimento.

Corpos de animais mortos também são encontrados nas margens da rodovia Transpantaneira. São onças, jacarés, veados e aves que tentavam se salvar do fogo e acabaram mortos por atropelamento.

Os sobreviventes recebem atendimento veterinário e são enviados a Cuiabá quando são resgatados em estado grave. A médica veterinária Karen Ramos Ribeiro contou à agência de notícias Efe que a equipe da qual faz parte resgatou 14 animais, “mas ainda não temos dados concretos sobre o total”.

Segundo ela, os animais de pequeno porte e mais lentos são as principais vítimas. A preocupação maior é com as espécies ameaçadas de extinção, a exemplo das onças e jaguatiricas. Em agosto, uma onça-pintada foi resgatada com as patas queimadas e voltou a caminhar após iniciar tratamento com células-tronco. As informações são da Deutsche Welle.

Reuters/A. Perobelli

Mato Grosso é o estado mais atingido pelo fogo. Foram 1,26 milhão de hectares destruídos, sendo 128 mil de janeiro a junho e 1,13 milhão de julho a setembro. Em Mato Grosso do Sul, 414 mil hectares foram devastados de janeiro a junho e 667 mil hectares de julho a setembro – no total, 1,08 milhão de hectares queimados. Os dados são do Corpo de Bombeiros.

Os incêndios, causados em sua maioria pela ação humana, encontram ambiente propício por conta das condições atuais do Pantanal. Isso porque não houve cheia no bioma porque o rio Paraguai não transbordou. O nível do rio é o sexto mais baixo desde que os registros passaram a ser feitos, há 82 anos.

A falta de chuva, que deve permanecer até 18 de setembro, também prejudica o bioma. As autoridades estimam ainda que as temperaturas irão continuar altas e a umidade do ar se manterá baixa.

Na luta pela preservação da fauna e da flora do Pantanal, bombeiros, militares e voluntários se unem em uma força-tarefa de combate ao fogo, que segue se alastrando e colocando parques e reservas sob ameaça.

Uma dessas reservas é o Parque Estadual Encontro das Águas, lar da maior população de onças-pintadas do mundo. O local tem mais de cem mil hectares e está sendo destruído pelas queimadas. Reforços foram enviados à reserva para combater os incêndios.

Reuters/A. Perobelli

Em 7 de agosto, iniciou-se a Operação Pantanal 2, que enviou centenas de bombeiros, soldados e brigadistas do Ibama e do ICMBio para lutar contra as chamas. Cinco aeronaves estão sendo usadas nas ações.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, informou que o governo federal vai auxiliar no combate às queimadas no bioma. “Por orientação do presidente Jair Bolsonaro, entrei em contato com os governadores de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul para reiterar a oferta de ajuda para combate aos incêndios. Através da defesa civil nacional, estamos monitorando o problema e desde o dia 2 de setembro já começamos a liberar recursos, a orientação é não faltar meios para debelar o fogo que ameaça o Pantanal”, concluiu o ministro.


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Botos morrem e biólogos alertam para risco de extinção da espécie na Baía de Guanabara

Maqua/UERJ/Reprodução

Duas fêmeas da espécie boto-cinza foram encontradas mortas recentemente na Baía de Guanabara. As mortes reacenderam um debate sobre a importância de preservar esses animais, que estampam o brasão da cidade do Rio de Janeiro, mas que pode desaparecer da Baía de Guanabara.

Até 1990, quase mil botos viviam na região. Hoje, são menos de 30. Uma das fêmeas mortas foi encontrada na última semana na Praia da Guanabara, na Ilha do Governador. Ao tomar conhecimento do caso, equipe do Instituto Baía Viva acionou o Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (Maqua), que funciona na UERJ.

“O fato é que a população de botos da Baía de Guanabara já é uma população muito reduzida. Então, a perda de um indivíduo já é um custo enorme para população e para o ecossistema”, explicou ao jornal Bom Dia Rio o oceanógrafo Rafael, do Maqua.

Uma necrópsia realizada na última quinta-feira (2) pode apontar a causa da morte da fêmea. “Aqui esses botos, eles enfrentam uma sinergia de fatores poluidores, perturbadores, de maneira crônica. E algumas vezes até mesmo de maneira aguda elas causam efeitos maléficos para esses animais”, disse Rafael.

A outra fêmea foi encontrada morta no início de junho, nas proximidades da Ilha de Paquetá. As duas estavam em idade reprodutiva, o que aumenta a perda por suas mortes, já que elas poderiam ajudar a recompor a população da espécie na Baía de Guanabara.

Há pouco tempo, botos eram vistos com frequência na Ilha do Governador. Atualmente, porém, as aparições são mais raras, porque esses animais têm migrado para outros locais com menor interferência humana e poluição.

Por ser um animal que está no topo da cadeia alimentar na Baía de Guanabara, a extinção local do boto-cinza pode provocar desequilíbrio ambiental. O refúgio da espécie, que pertence à família dos golfinhos, é a Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim, no fundo da Baía.

Fêmea foi encontrada morta na Ilha do Governador — Foto: Reprodução/TV Globo

“Eles estão se refugiando num território onde tem uma menor presença da indústria petroleira e tráfico de navios rebocadores”, disse Sérgio Ricardo Potiguara, ecologista do Movimento Baía Viva.

“É uma área importantíssima para a Baía de Guanabara e importantíssima para esses botos, uma área que ainda tem características de preservação. Então, uma unidade de conservação bem estruturada, em atividade, é muito importante para esse ecossistema da Guanabara, não só para os botos, mas para todo ecossistema, para toda a baía”, disse Rafael.

O Bom Dia Rio entrou em contato com o Instituto Chico Mendes e não obteve retorno. A Prefeitura de Guapimirim, ao ser questionada pelo jornal, afirmou que acompanha ações e preservação ambiental na região, mas disse que a Área de Proteção Ambiental de Guapimirim é uma unidade federal.


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Fotos de caçadores ao lado de gorila morto causam revolta e indignação

Foto: L'Association Gorilla
Foto: L’Association Gorilla

Imagens fortes e comoventes de um gorila que se acredita ter sido morto a tiros antes de ter seu corpo usado em uma foto da caçada provocaram revolta entre ativistas dos direitos animais e usuários das redes sociais.

Fotos postadas online por um grupo de proteção de animais selvagens mostram um grupo de homens armados com rifles de caça ao redor do animal que supostamente foi morto por eles.

O L’Association Gorilla disse que o animal foi “morto a tiros”, sugerindo que os homens na foto, segurando rifles, podem ser os responsáveis pela morte do gorila.

Foi divulgado pela entidade que as fotos foram tiradas perto de Brazzaville, capital da República do Congo.

Em um post nas redes sociais que acompanha as imagens terríveis, o grupo disse: “Isso é o que nunca mais gostaríamos de ver”.

Foto: L'Association Gorilla
Foto: L’Association Gorilla

“Essas imagens chocantes de um belo gorila da planície, covardemente morto, exposto por caçadores inconscientes, foram tiradas apenas alguns dias atrás, em um local sob a jurisdição departamento de esportes de Brazzaville no oeste do Congo”.

“Lembremos mais uma vez que a morte de espécies protegidas é estritamente proibida pela lei congolesa”.

A coalizão de proteção aos gorilas, Ape Alliance, acrescentou: “Matar gorilas é um crime contra a natureza”.

Os gorilas selvagens estão ameaçados por caçadores, doenças e desmatamento, com pouco mais de 1.000 gorilas das montanhas em estado selvagem, de acordo com o WWF (World Wildlife Fund).

“A caça continua inabalável devido à falta de aplicação das leis nacionais e internacionais, juntamente com sistemas judiciais ineficazes”, disse a instituição.

“O comércio de carne de animais selvagens, que ocorre em toda a África Ocidental e Central, é hoje a maior ameaça aos gorilas”.

Foto: WWF
Foto: WWF

“Os primatas estão sendo mortos principalmente para suprir a demanda de carne de ‘alta qualidade’ nos centros urbanos, onde o consumo de carne de macaco é considerado de prestígio entre a elite rica”. As informações são do Daily Mail.

Gorilas das Montanhas

Como o próprio nome indica, os gorilas das montanhas vivem em florestas altas nas montanhas, em altitudes de 8.000 a 13.000 pés. Eles têm pelos mais espessos e em maior quantidade, em comparação com outros grandes símios. O pelo os ajuda a sobreviver em um habitat onde as temperaturas costumam cair abaixo de zero. Mas, à medida que os humanos se deslocam cada vez mais para o território dos gorilas, eles são empurrados para as montanhas por períodos mais longos, forçando-os a suportar condições perigosas e às vezes mortais.

A menor população mundial de gorilas da montanha – uma subespécie do gorila oriental – é dividida em duas e os cientistas debatem se podem ser duas subespécies separadas. Um pouco mais da metade vive nas Montanhas de Virunga, uma cordilheira de vulcões extintos que fazem fronteira com a República Democrática do Congo, Ruanda e Uganda. O restante pode ser encontrado no Parque Nacional impenetrável de Bwindi, em Uganda.

Desde a descoberta da subespécie de gorila da montanha em 1902, sua população passou por anos de guerra, caça, destruição de habitat e doenças – ameaças tão graves que se pensava que a espécie poderia ser extinta no final do século XX.

O que poderia ter sido uma perspectiva sombria para a subespécie há apenas duas décadas, se iluminou nos últimos anos devido aos esforços de conservação. Apesar do conflito civil em curso, da caça e de uma população humana invasora, ambas as populações de gorilas das montanhas aumentaram em número. As informações são do WWF

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Foto comovente flagra canguru filhote carbonizado preso em cerca

Foto: Instagram/@bradfleet
Foto: Instagram/@bradfleet

A imagem forte e comovente, flagrada pelo fotógrafo Brad Fleet do jornal The Advertiser, uma publicação que cobre o estado de Adelaide, na Austrália, mostra um canguru filhote que fugia por sua vida, quando ficou preso em uma cerca de arame.

O animal provavelmente não tinha mais para onde correr quando um incêndio feroz atravessou a cidade de Cudlee Creek, nas colinas de Adelaide. O marsupial se viu imobilizado quando as chamas se fecharam ao seu redor.

O pequenino não teve a mínima chance.

Olhar para fotos angustiantes como essa é inquestionavelmente difícil mas, tragicamente, essa é a realidade brutal da crise de incêndios florestais na Austrália. Assim como esse pobre bebê canguru milhares de outros animais pereceram nos incêndios sem precedentes que tomam conta do país.

Especialistas estimam que algumas espécies jamais vão se recuperar dos danos causados pelos incêndios, entre elas os coalas. Calcula-se que meio bilhão de animais morreram no fogo que consome as florestas australianas.

Somente nos incêndios da cidade de Cudlee Creek, no sul da Austrália, 5.790 animais – incluindo bois, vacas, alpacas e animais domésticos – foram mortos.

À medida que o verdadeiro custo da emergência de incêndio começa a se revelar, os números não param de subir e as vítimas de aumentar. Tutores estão tendo que sacrificar muitos animais queimados e feridos pelo fogo que sobreviveram às chamas.

Foto: Kelly Barnes/AAP
Foto: Kelly Barnes/AAP

Nos próximos dias, mais animais morrerão de fome e estresse pelo calor enquanto lutam para encontrar comida e abrigo em seu habitat dizimado. Como no caso das raposas-voadoras, espécie endêmica da região que está morrendo de fome em razão da destruição de seu habitat. Especialistas estão chamado o fenômeno de “Evento da Fome”.

Grupos de resgate de animais selvagens dizem que a tarefa é “em grande parte um trabalho de sacrifício de animais” devido ao estado de deterioração em que os sobreviventes são encontrados.

“Eles estão tão gravemente queimados que não há nada melhor que fazer do que acabar com o sofrimento”, disse Megan Davidson, chefe da Wildlife Victoria.

A vida selvagem nativa e os animais de criação e domésticos estão entre as fatalidades, com espécies já ameaçadas de extinção e com maior risco de extinção tendo suas populações gravemente impactadas.

A extensão das mortes nos incêndios, ainda fora de controle, pode nunca ser conhecida.

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Ameaçadas de extinção, vaquitas são vistas com filhotes no México

As vaquitas vivem em uma pequena faixa ao norte do Golfo da Califórnia e são ameaçadas pela pesca


Seis vaquitas foram vistas com filhotes no Golfo da Califórnia, no México, segundo um estudo publicado no Marine Mammal Science. A espécie está criticamente ameaçada de extinção. Estimativas de julho indicavam a presença de apenas 19 desses animais na natureza.

Foto: Wikimedia Commons

As vaquitas com seus filhotes foram vistas por biólogos no final de outubro. A existência desses animais prova a resiliência deles, segundo especialistas. “A capacidade de uma pequena população se recuperar após um declínio severo é fortemente influenciada por sua biologia reprodutiva”, escreveram os pesquisadores no artigo. As informações são da revista Galileu.

As vaquitas vivem em uma pequena faixa ao norte do Golfo da Califórnia e são ameaçadas pela pesca, que as coloca em risco apesar dos esforços do governo mexicano para protegê-las. Esses animais acabam morrendo ao ficarem presos a redes de pesca jogadas no mar por pescadores para capturar peixes como o totoaba, que também está ameaçado de extinção.

Em 2017, o governo mexicano e a Fundação Leonardo DiCaprio se uniram para tentar criar um refúgio para a espécie, onde os animais pudessem se reproduzir. Para isso, uma fêmea foi capturada. O plano, no entanto, foi cancelado quando o animal morreu logo após a captura.

Numa tentativa de encontrar formas viáveis de proteger as vaquitas, Lorenzo Rojas-Bracho, um dos autores e chefe do Grupo de Pesquisa em Mamíferos Marinhos da Comissão Nacional Mexicana de Áreas Naturais Protegidas, está trabalhando com sua equipe para desenvolver um projeto de monitoramento da espécie.

“Temos animais que foram capazes de sobreviver todos esses anos, e é importante protegê-los, porque a sobrevivência da vaquita depende dos indivíduos que temos agora”, afirmou Rojas-Bracho, ao San Diego Union-Tribune.


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Dia do Rinoceronte: data faz alerta sobre a necessidade de preservar a espécie

Mais de 90% dos rinocerontes foram mortos nos últimos 40 anos


Hoje, dia 22 de setembro, comemora-se o Dia Mundial do Rinoceronte. A data foi criada em 2010 pela organização WWF com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para a necessidade de preservar a espécie.

Reprodução/Pixabay/Pexels

Os rinocerontes estão criticamente ameaçados de extinção. Para tentar evitar que a espécie desapareça completamente, a conscientização é um dos caminhos.

Vítimas da ganância humana, os rinocerontes estão sendo dizimados. Mais de 90% deles foram assassinados nos últimos 40 anos. Esses animais são caçados para que seus chifres sejam retirados e comercializados.

Vegetarianos, esses animais conseguem correr a até 50 km/h e vivem entre 30 e 50 anos. Apesar de terem uma visão ruim, os rinocerontes têm um olfato e uma audição apurados, e se guiam por eles para sobreviver na natureza.


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Mãe e bebê elefante presos em tanque de água são salvos após operação de resgate que levou horas

Foto: NewsFlare
Foto: NewsFlare

Um bebê elefante ferido que se separou de sua mãe ao cair em um tanque de água, foi resgatado em uma dramática operação de duas horas envolvendo equipes do exército, cordas e duas escavadeiras.

As imagens mostram o filhote ferido se debatendo nas águas profundas do tanque de Guwahati, no nordeste da Índia, no domingo – depois que o bebê e sua mãe caíram enquanto tentavam beber um pouco de água.

Os dois foram flagrados em perigo durante uma patrulha de perímetro no 14 Depósito de Munições no Narangi, e o bebê estava sofrendo visivelmente.

Cerca de sete homens inicialmente tentam puxar o bebê agarrando suas orelhas e tromba, enquanto sua mãe é vista mais longe da borda.

Lutando para agarrar firmemente o filhote, vários outros homens se juntam a eles, enquanto as escavadeiras já estão preparadas para ajudar, uma delas com um cano preso para auxiliar a tirar o animal da água enquanto a outra o circula pelo lado oposto.

Os homens também usam cordas presas ao corpo do filhote para ajudar a puxar o animal, enquanto afastam a mãe com uma vara, pois a elefanta preocupada, involuntariamente dificulta a operação.

Foto: NewsFlare
Foto: NewsFlare

Eventualmente, os homens – contando cerca de uma dúzia nesse momento – conseguiram transportar o bebê e, mais tarde, sua mãe, que se separara do resto do rebanho.

Autoridades disseram que os animais foram vistos em perigo no tanque – que é usado para armazenar água para combater incêndios – no início da manhã de domingo (17), conforme informações do Daily Mail.

O comandante do depósito, coronel Sanjiv Vohra, foi informado e imediatamente acionou a operação de resgate.

Foto: NewsFlare
Foto: NewsFlare

As equipes de resgate inicialmente tentaram retirar os elefantes usando toras, mas depois trocaram por cordas e pelas escavadeiras.

O filhote foi posteriormente transferido para um abrigo improvisado.

Acredita-se que os elefantes se afastaram do Santuário da Vida Selvagem de Amchang, que compartilha a fronteira com o cantão de Narangi.

Foto: NewsFlare
Foto: NewsFlare

Vida de elefante

Grupos de elefantes, ou manadas, seguem uma estrutura matriarcal em que a elefanta mais velha fica no comando dos demais. Os rebanhos são compostos principalmente por membros da família do sexo feminino, filhotes e elefantes mais jovens, de acordo com o LiveScience e incluem cerca de 6 a 20 membros, dependendo do suprimento de alimentos. Quando a família fica muito grande, os rebanhos geralmente se dividem em grupos menores que permanecem na mesma área.

A matriarca conta com sua experiência e memória para lembrar onde estão os melhores locais para comida, água e onde encontrar proteção contra os elementos. A matriarca também é responsável por ensinar aos membros mais jovens de sua família como se socializar com outros elefantes.

Os elefantes são muito sociais e podem se comunicar entre si e identificar outros elefantes a distâncias de até 3 quilômetros usando sons estrondosos e agudos que ficam abaixo do alcance audível dos seres humanos, de acordo com o LiveScience.

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Os elefantes demonstram prontamente boas maneiras aos membros de seu rebanho e outros rebanhos. Por exemplo, eles usam suas trombas para cumprimentar um ao outro, segurando-a no alto ou inserindo a extremidade da tromba na boca de outro elefante.

Os elefantes também prestam muita atenção ao bem-estar de todos os membros de seu rebanho e farão o possível para cuidar e proteger os membros fracos ou feridos.

Eles são considerados uma espécie extremamente inteligente e foram observados mostrando habilidades avançadas de resolução de problemas e demonstrando empatia, luto e autoconsciência, de acordo com um artigo da Scientific American.

Foto: Mark Wright/University of Hawaii Mānoa
Foto: Mark Wright/University of Hawaii Mānoa

Estado de conservação

A União Internacional para Conservação da Natureza e Recursos Naturais (IUCN) classifica o elefante asiático como ameaçado de extinção. Embora não se saiba exatamente quantos elefantes asiáticos restam no planeta, os especialistas acreditam que a população está diminuindo.

O elefante africano é considerado vulnerável, de acordo com a IUCN, e a população da espécie está aumentando. Segundo a African Wildlife Foundation, existem cerca de 415 mil elefantes africanos em estado selvagem.

Ameaças contra a sobrevivência de elefantes africanos e asiáticos incluem caça e perda de habitat, segundo o World Wildlife Fund.

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Fundos de proteção à vida selvagem compram terras na África para proteger a fauna e a flora

Macaco de Samango em habitat de floresta protegida. Foto: Endangered Wildlife Trust
Macaco de Samango (Cercopithecus albogularis) em habitat de floresta protegida. Foto: Endangered Wildlife Trust

O Rainforest Trust (Fundo da Floresta Tropical) anunciou que em conjunto com seu parceiro local, o Endangered Wildlife Trust –EWT (Fundo de Proteção à Vida Selvagem), comprou uma parcela vital de terra na Cordilheira Soutpansberg, na África do Sul, local que possui uma variedade extraordinária de habitats importantes e únicos para espécies vulneráveis e ameaçadas de extinção.

As espécies residentes também refletem essa diversidade, variando de pequenas espécies endêmicas a predadores grandes e variados, como o leopardo africano classificado no status de “vulnerável” pela IUCN (The International Union for Conservation of Nature). Infelizmente, a caça, a expansão agrícola e a mineração ameaçam o futuro do ecossistema e dos animais da região.

A nova aquisição da propriedade de 3.298 acres representa mais um passo importante para conectar uma rede de reservas nesse cenário único e rico em biodiversidade.

Além de comprar as terras para conservação, o projeto envolve proprietários locais em manejo da biodiversidade para combater a caça furtiva de leopardos e outras espécies ameaçadas na África do Sul.

Lagarto achatado de Soutpansberg (Platysaurus relictus) | Foto: Endangered Wildlife Trust
Lagarto achatado de Soutpansberg (Platysaurus relictus) | Foto: Endangered Wildlife Trust

Oldrich Van Schalkwyk, gerente do EWT, disse que a reserva “trabalhará com proprietários de terras e comunidades locais para criar uma grande área protegida com o objetivo de salvar espécies e habitats, fornecendo serviços críticos ao ecossistema, como água potável e desenvolvendo resiliência às mudanças climáticas.

“Nossa estratégia é proteger o extenso habitat das montanhas e restringir a caça de animais selvagens preciosos”, disse Katie Pugh, agente de conservação da África do Rainforest Trust, em comunicado. “Conectar essa propriedade a outros locais importantes da biodiversidade é fundamental para reforçar a proteção de uma ampla gama de espécies ameaçadas e endêmicas”.

Os pesquisadores ainda estão avaliando a extensão única da biodiversidade da nova propriedade. Mas muitas das espécies com restrições de alcance encontradas nas proximidades, como o antílope Reedbuck Southern Mountain (Redunca fulvorufula), que esta ameaçado de extinção, provavelmente vivem nessa parcela de terra. A Reserva Protegida de Soutpansberg salvará grandes áreas de terra vitais para o reedbuck, demais répteis raros e outras espécies ameaçadas.

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Mais de 400 animais ameaçados de extinção são resgatados de pet shops na Malásia

A organização governamental Sarawak Forestry Corporation (SFC), que luta pela conservação florestal da Malásia, resgatou mais de 400 animais ameaçados de extinção de pet shops em Sibu.

Dois homens resgatando os animais de gaiolas
Foto: Star

As operações de resgate descobriram que uma das lojas de animais administrava uma fazenda de criação de animais selvagens destinados a vendas comerciais.

Entre os animais resgatados estavam aves raras, antílopes, tartarugas exóticas, macacos etc. O diretor da SFC, Zolkipli Mohamad Aton, declarou que os resgates foram necessários para deter as atividades ilegais que ocorrem em pet shops. Segundo ele, transações comerciais, posse e venda de animais silvestres transgridem leis de proteção à vida selvagem.

O diretor disse, em entrevista à Star, que os animais serão levados até um santuário para que possam ser, futuramente, reintroduzidos na natureza.

“Qualquer pessoa que caça, aprisiona, captura, mata, importa, exporta, possui ou vende qualquer animal protegido – ou suas partes do corpo – está cometendo um crime sério”, afirmou Zolkipli.


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Dois rinocerontes ameaçados de extinção são mortos por caçadores em Botsuana

Caçados por seus chifres, valiosos no mercado negro devido a demanda criada pela medicina tradicional chinesa, os animais enfrentam risco de extinção enquanto sua população declina


 

Foto: Mirror/Reprodução
Foto: Mirror/Reprodução

Dois rinocerontes foram brutalmente mortos e mutilados por caçadores em Botsuana. Os criminosos usaram uma serra elétrica para cortar e roubar os chifres dos animais.

As fotos da cena foram tiradas no Delta do Okavango, norte de Botswana, e ilustram de forma real e cruel, o comércio ilegal abastecido pela caça furtiva e caça aos troféus.

Os corpos dos animais foram encontradas em Mombo, um santuário particular dentro da Reserva de Caça Moremi.

Eduardo Gonçalves da Campaign to Ban Trophy Hunting (Campanha para Proibir Caça aos Troféus) disse: “O chifre de rinoceronte vale mais que ouro e heroína no mercado negro”.

Foto: Mirror/Reprodução
Foto: Mirror/Reprodução

“Toda caça, tanto furtiva e como a caça aos troféus precisa ser interrompida se quisermos ter alguma chance de salvar esses magníficos animais”.

“Isso significa uma proibição global apoiada por punições duras”. Botsuana está passando pela pior crise de caça furtiva em anos, de acordo com o Mirror.

“O último presidente do país, Ian Khama, proibiu toda a caça a troféus em 2014 e adotou uma política de atirar para matar em caçadores ilegais”, diz Eduardo Gonçalves.

Mas o atual presidente, Mokgweetsi Masisi, eleito no ano passado, anulou a proibição de seu antecessor além de desarmar e desmantelar unidades de combate à caça furtiva.

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Relatos de caça furtiva de rinocerontes na África do Sul ressurgiram no mês passado, com a morte de um rinoceronte fora de uma parte protegida do Delta do Okavango.

Na semana passada, foram encontrados os corpos mostrados na foto acima, elevando o total de rinocerontes caçados recentemente para sete. Os incidentes acontecem apenas alguns dias após Botsuana ter permitido oficialmente o início (retorno) da caça aos troféus de elefantes, depois da atividade ter sido banida em 2014.

A Interpol classificou Botsuana como o “principal país de origem” de chifres de rinoceronte contrabandeados para a Europa, Oriente Médio e Ásia.

Um relatório enviado ao governo de Botsuana afirma que 25 elefantes foram caçados só nas últimas semanas.

Foto: Mirror/Reprodução
Foto: Mirror/Reprodução

Gonçalves disse: “Botsuana deu efetivamente luz verde para matar animais selvagens ameaçados, reiniciando a caça aos troféus de elefantes”.

No mês passado, a conferência internacional da CITES sobre comércio de animais silvestres aprovou a duplicação de licenças para caçar troféus de rinocerontes negros criticamente ameaçados.

Gonçalves respondeu à medida: “Os caçadores furtivos costumam usar licenças de caça de troféus para adquirir chifres de rinoceronte para vender no mercado negro”.

Kevin Pietersen, ativista e defensor dos rinocerontes sul-africano, disse: “Isso é assassinato, puro e simples. Essas fotos mostram mais uma vez que os rinocerontes são vítimas inocentes da brutalidade terrível desses caçadores”.

Foto: LightRocket via Getty Images
Foto: LightRocket via Getty Images

“Os rinocerontes estão com sérios problemas, suas populações estão vulneráveis ou criticamente ameaçadas. Fazer isso com um animal tão belo e perigosamente ameaçado é uma violência irracional do pior tipo”.

“Precisamos de uma ação imediata para proteger os rinocerontes e garantir que eles sobrevivam. Precisamos conscientizar, mudar o comportamento e reprimir as pessoas que fazem isso.

“Este é um alerta dramático”, concluiu ele.

Em 2018, Pietersen fundou a SORAI – Save our Rhinos Africa and India – para proteger a espécie cuidando de rinocerontes infantis abandonados, feridos e órfãos e liberando-os de volta à natureza.

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Notícias

Governo Trump aprova importação de troféu de caça de leão da Tanzânia

A descoberta foi divulgada pelo Centro de Diversidade Biológica que teve acesso a documentos que mostram que o caçador Carl Atkinson teve sua solicitação autorizada, com base no argumento de que a caça ao troféu ajuda na conservação das espécies


 

Caçador Scott van Zyl com leão morto | Foto: Wildwatch.org
Caçador Scott van Zyl com leão morto | Foto: Wildwatch.org

O governo dos Estados Unidos aprovou a importação de um troféu de leão da Tanzânia, que nada mais é que o corpo (ou partes dele, como garras e cabeça) embalsamado do animal morto em uma caçada naquele país. Este é o primeiro caso desde que os leões passaram a ser protegidos pela Lei de Espécies Ameaçadas em janeiro de 2016, segundo um grupo conservacionista.

Documentos obtidos pelo Centro de Diversidade Biológica por meio de uma solicitação com base no Ato de Liberdade de Informação e compartilhados com a CNN na quinta-feira mostram que o caçador, Carl Atkinson, foi representado pelo advogado John Jackson III, membro do Conselho Internacional de Conservação da Vida Selvagem do Departamento do Interior, em um controverso painel convocado para deliberar sobre como a caça aos troféus ajuda a conservação.

O grupo também diz que as descobertas nos documentos sugerem que o governo Trump está se preparando para aprovar a importação de outras espécies – como elefantes – da Tanzânia. Segundo os documentos, o troféu, que teve sua importação aprovada nos EUA entre 11 de julho e 8 de agosto, não pode ser vendido dentro do país.

Jackson disse à CNN que Atkinson queria trazer de volta o troféu, porque é fundamental que os caçadores “comemorem a experiência”. É “antiético desperdiçar qualquer parte da caçada” ou “deixar para trás qualquer parte”, disse ele. Jackson disse ainda que seu cliente pagou 100 mil dólares pelo safari de 21 dias. Os documentos mostram que Atkinson enviou sua solicitação inicialmente em novembro de 2016 para a importação de um troféu de caça esportiva entre 11 de julho e 8 de agosto deste ano.

O governo Trump já havia sinalizado uma abertura para permitir algumas importações de troféus de caça analisadas “caso a caso”, decidindo uma questão que dividiu o presidente Donald Trump e seu Departamento do Interior em 2017. A decisão de permitir algumas importações veio depois que o público mostrou uma reação contrária às restrições da era Obama à importação de troféus de elefantes e leões de alguns países africanos pelo Serviço de Pesca e Vida Selvagem do Departamento de Interior.

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem disse em um comunicado que está “tomando decisões sobre importações de troféus caso a caso”.

Tanya Sanerib, diretora jurídica internacional do Centro de Diversidade Biológica, disse à CNN que a aprovação “é uma notícia trágica para a conservação de leões, e sugere que o governo Trump poderá em breve abrir as portas para a importação de todo tipo de troféus da Tanzânia”.

“A Tanzânia é uma fortaleza para os leões, mas tem sido criticada por cientistas por corrupção e proteção inadequada da vida selvagem. Abrir o mercado dos EUA a essas importações não é um bom presságio para os leões da Tanzânia”, acrescentou ela.

Na semana passada, um caçador americano enfrentou uma reação negativa depois de receber uma permissão para importar o corpo de um rinoceronte preto que ele matou na Namíbia como parte de uma viagem de caça. O caçador também foi representado por Jackson.

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