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Dia Mundial do Elefante: ação enjaula obras da “Elephant Parade”

Reprodução | Instagram

As seis esculturas patrocinadas por Amarula na Elephant Parade, exposição que acontece nas ruas em São Paulo, foram alvo de uma intervenção. Os elefantes amanheceram cercados por jaulas, que exibem placas com mensagens de conscientização para a preservação da espécie, destacando problemas como a caça e o aprisionamento em condições precárias.

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Com a intervenção, Amarula reforça o compromisso global com a preservação dos elefantes e convida o público a divulgar a causa e contribuir com ela, compartilhando fotos das obras. Para cada foto publicada no Instagram com a hashtag #CoraçãodeElefante , Amarula doará R$ 1,00 ao Santuário de Elefantes Brasil, ONG responsável pelo resgate desses animais de cativeiros na América do Sul. A ativação é parte das celebrações da marca pelo Dia Mundial do Elefante, celebrado neste sábado (12).

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“O problema dos elefantes atualmente não está no radar das pessoas. No mundo, a cada 15 minutos um elefante é morto pelo marfim e, no Brasil, muitos ainda vivem aprisionados. O objetivo desta ação é duplo: dar visibilidade para esta causa tão importante e arrecadar fundos para resgatar elefantes e levá-los para o Santuário na Chapada dos Guimarães”, diz Theo Leal, Gerente de Marketing da Distell na América Latina.

Ao final da Elephant Parade, as seis obras serão leiloadas também em prol do Santuário, e vão ajudar no resgate de mais elefantes que vivem em condições precárias.

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Como participar

Tire uma foto com um ou mais desses elefantes:
· Elefa – Mauro Martins (Av. Paulista, 1500)
· O Jardineiro do Entardecer – Binho Ribeiro (Av. Brigadeiro Faria Lima, 2785 com a Av. Cidade Jardim)
· ULA – Antonio Peticov (R. Estados Unidos, 1595 com R. Haddock Lobo)
· Sunset – Rafael Mantesso (Pq do Povo)
· Branda – Gian Luca Ewbank (Faria Lima com JK)
· Coração de Marfim – Rodrigo Falco (Av. Paulista, 1294)

E publique no Instagram com a hashatg #CoraçãodeElefante.

Cada foto publicada das obras, com a hashtag, vale R$1,00 para o Santuário de Elefantes.

O valor total alcançado com as fotos será somado ao da iniciativa “O Regaste dos Elefantes”.

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Santuário de elefantes no Brasil recebe animais explorados na Argentina

Oito elefantes da Argentina serão acolhidos pela ONG Santuário de Elefantes Brasil, que já abriga dois animais de Paraguaçu, Minas Gerais.

O santuário, localizado na Chapada dos Guimarães (MT), fez um acordo com zoológicos das cidades de La Plata, Mendonça e Buenos Aires, o que permitiu o translado dos elefantes, que antes viviam em cativeiro, para a reserva de mil hectares.

As elefantes foram resgatadas e moram no Santuário de Elefantes em Mato Grosso
As elefantes Maia e Guida foram resgatadas e hoje vivem em um espaço de 5 mil metros quadrados no santuário (Foto: Divulgação / Santuário de Elefantes Brasil)

A diretora da ONG, Júnia Machado, diz que a mudança dos animais deve ocorrer ainda este ano. Outro elefante do zoológico chileno, a fêmea Ramba, também deve se unir ao grupo de animais que vem da Argentina.

Para Júnia, o ideal seria transportar os animais antes da chegada do inverno, pois como os elefantes são espécies oriundas de regiões quentes, acabam sofrendo muito em épocas frias do ano. Contudo, é preciso cumprir as exigências dos governos dos dois países, que envolve cercar os espaços onde os animais vão ficar e conseguir fundos para o translado e a manutenção dos elefantes.

A decisão dos zoológicos de permitir que os animais tenham uma vida prazerosa após anos em cativeiro sendo objeto da exploração humana, foi motivada pela decisão dos estabelecimentos de transformar seus espaços em parques ecológicos. Tudo isso, após diversas denúncias ocorrerem, acarretando problemas judiciais por conta das péssimas condições a que os animais eram submetidos.

As elefantes que já moram no santuário, Maia e Guida, estavam antes sob a guarda de pessoas ligadas à prática circense, fazendo com que os animais fossem forçados a se apresentar. Agora, as duas vivem em uma espaço de 5 mil metros quadrados. Quando os outros animais chegarem, eles serão separados de acordo com a origem (Ásia e África) e e sexo.

O abrigo tem aproximadamente 1,1 mil hectares. A intenção da administração do santuário, afirma Júnia, é abrigar cerca de 50 elefantes vítimas de exploração de circos e zoológicos, de diversas regiões da América Latina. “Elefantes não podem viver em cativeiro, pois precisam de grandes espaços e, confinados, acabam sofrendo doenças físicas e psicológicas”, conta a idealizadora da ONG.

Júnia diz ainda que o principal desafio da ONG é conseguir financiamento suficiente para manter suas ações. Somente para transportar as duas elefantes, o custo foi de R$ 80 mil. Elas foram levadas em contêineres de aço construídos especialmente para a transferência, que durou dois dias. Para manter cada uma das elefantes o gasto mensal é de R$ 10 mil e tudo é bancado por doações.

Parceria com Amarula

Para conseguir manter suas ações, a ONG fez uma parceria com a empresa sul-africana que produz o licor Amarula, feito a partir das frutas marula que possuem um cheiro que atrai os elefantes. De junho a agosto deste ano, a empresa vai doar R$ 1 para cada garrafa do licor que for vendida. O design da garrafa atual vai ser substituído por um novo modelo que lembra uma tromba de elefante.

“Como a principal ameaça por aqui não está relacionada à caça do marfim no Brasil, passamos a apoiar o santuário de elefantes no resgate destes animais que sofrem maus-tratos em circos e zoológicos da América do Sul. Queremos ajudar no resgate destes elefantes para que possam viver em um ambiente com condições melhores e mais próximos da natureza”, conta Theo Vilela, gerente de marketing da Distell, fabricante do licor, carro-chefe da empresa.

Há 15 anos, a Amarula possui uma plataforma pela os internautas podem escolher os nomes e estilizar um elefante. A cada animal virtual criado, a empresa doa um dólar para ONGs de apoio à preservação dos elefantes.

Quem quiser doar para ajudar a manter as atividades do santuário, o primeiro da América Latina, pode acessar este site e, com isso, ajudar a manter Maia e Guida e conseguir salvar outros elefantes de um futuro de exploração e sofrimento.

O vídeo a seguir mostra o dia a dia de Maia e Guida após serem salvas de uma vida em cativeiro:

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