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Sem água e comida, cães são encontrados acorrentados em canil clandestino

Foto: PM/Divulgação

Oito cachorros foram encontrados presos em um canil clandestino, sem água e ração e repletos de pulgas e carrapatos, em Ministro Andreazza (RO). O caso foi descoberto após um morador realizar uma denúncia à polícia.

Sete fêmeas e um macho sofriam maus-tratos no canil localizado no Parque de Exposição. Imagens que expõem a situação precária dos animais foram apresentadas pelo denunciante, que, segundo o G1, formalizou um boletim de ocorrência na delegacia do município.

Segundo a testemunha, os cachorros eram mantidos acorrentados na parte interna do parque, em local insalubre. Ao chegar no local, a polícia confirmou a denúncia.

Magros e aparentemente doentes, os cães foram encaminhados a uma entidade de proteção animal de Cacoal. Após encontrá-los, os policiais acionaram o responsável pelo parque, que informou que um homem adestrava cachorros no local e que os animais encontrados possivelmente eram tutelados por clientes do adestrador.

Os agentes, então, acionaram o rapaz de 27 anos, que esteve no local e confirmou que os cães eram de seus clientes. Ele alegou que quatro dos oito animais estavam sendo submetido a tratamento de saúde por conta de alguma doença e disse que os alimentava diariamente.

A alegação do homem, no entanto, foi desmentida por uma testemunha que trabalha no parque. O funcionário contou à polícia que esteve no local no dia anterior, por volta das 10h30 e que retornou ao parque no dia seguinte, às 11h, e que observou a mesma situação nas duas visitas: animais sem água, ração e em ambiente insalubre.

Foto: PM/Divulgação

Além de estarem magros – e, alguns deles, esqueléticos -, os cachorros eram mantidos em local sem higiene e abrigo adequado, presos em baias construídas para cavalos ou acorrentados em um corredor. A polícia, então, concluiu que os animais foram expostos a situação degradante e que os que estão doentes deveriam estar isolados, sem conviver com os demais.

O adestrador não tem alvará para funcionamento do canil, não tem veterinário à disposição dos cães e autorização da Vigilância Sanitária. Essas questões, somadas aos maus-tratos, levaram a polícia a autuar o homem, que assinou um termo de responsabilidade que o obriga a prestar, futuramente, depoimento em juízo.

Após exames e consulta realizada por médica veterinária, os cães foram diagnosticados com desnutrição. Três deles estavam contaminados com Ehrlichia canis, uma bactéria que infecta os glóbulos brancos, e dois apresentaram arritmia cardíaca. Antes de serem levados para a ONG, eles foram alimentados.


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Presos em carroceria de veículo, bezerros são maltratados após serem descartados por fazendeiros

Foto: Polícia Rodoviária Federal

Onze bezerros vivos foram encontrados na carroceria de uma caminhonete, com a lona fechada, em Bom Sucesso, no estado de Minas Gerais. Descartados pela pecuária como se fossem objetos, os animais estavam com as patas amarradas, amontoados uns sobre os outros, em condição de extremos maus-tratos.

O caso foi descoberto durante a Operação Fiscalização de Trânsito. Ao interceptar o veículo, uma Fiat Strada de cor branca, no quilômetro 18 da MG-332, os agentes da Polícia Rodoviária Federal flagraram a crueldade, que configura crime ambiental.

Os bezerros foram resgatados do local, mas não foi informado para onde foram levados, tampouco se terão suas vidas poupadas ou se serão submetidos a mais sofrimento, sendo mortos e destinados ao consumo humano.

O motorista do veículo, que foi preso em flagrante e multado em R$ 1.113,00, afirmou à polícia que os bezerros eram machos e que tinham sido descartados por fazendas da região. A prática, que é comum, é retratada no livro “Nós e os animais: um convite ao ver”, da editora Gulliver. A autora e consultora da ANDA, Samylla Mol, é mestre em Direito Ambiental e sua área de atuação tem foco em direitos animais. No livro, a escritora mostra a forma como os animais são explorados, subjugados, torturados e mortos para atender aos interesses da sociedade.

Na página 59, Samylla explica: “qual, então, o papel dos machos nessa cadeia produtiva? Se interessa aos produtores apenas o nascimento de fêmeas, pois elas representam a renovação do rebanho, o que acontece quando nasce um bezerro macho? Não rara vezes, ele é abatido e transformado em linguiça, salsicha ou enviado para um produtor de carne de vitela. Como podemos evitar essa crueldade?”.

Assim como é cruel matar os filhotes, submetendo-os, na maior parte das vezes, à crueldade extrema – como foi feito com os bezerros encontrados na carroceria da caminhonete -, também é igualmente cruel transformá-los em carne de vitela. Isso porque, para que essa carne seja produzida, o bezerro é separado da mãe com apenas um dia de vida. Assustado, com medo, ele é privado dos necessários cuidados da vaca e é colocado em um estábulo minúsculo, sem espaço para que se locomova e sem acesso à luz do dia. Essa crueldade, porém, não é atoa. O objetivo dos pecuaristas é impedir que o animal se locomova e receba a vitamina D advinda do sol, porque assim ele ficará fraco e não desenvolverá seus músculos, mantendo sua carne macia, num ritual sórdido e brutal, que leva em consideração apenas o lucro do produtor rural e o interesse do consumidor, que se alimenta de um pedaço de carne repleto de sofrimento.

Bezerros machos não são lucrativos para produtores de leite – que visam apenas fêmeas, que se transformarão em vacas exploradas para a produção de leite quando crescerem -, nem para produtores de carne – já que o custo para conseguir engordar um bezerro advindo da indústria de leite é mais alto do que o valor investido para engordar um bezerro que tem uma genética que atende aos requisitos para ser morto para venda de carne.

A indústria que fabrica produtos de origem animal é pautada na crueldade. Todo o discurso de “bem-estar animal” e “abate humanitário” é apenas uma falácia inventada como forma de ludibriar a população, convencendo-a de que os animais não sofrem. No entanto, vez ou outra, as ações dos pecuaristas, que representam um padrão seguido por todos os profissionais desse ramo, comprovam que, sim, os animais são submetidos a muito sofrimento.

Não existe abate humanitário. Os animais sofrem física e psicologicamente. Conforme comprovou um manifesto assinado em 2016, em Cambridge, por neurocientistas de todo o mundo, mamíferos, aves e outros animais, como polvos, têm consciência. “Isso quer dizer que os animais sofrem”, disse o neurocientista canadense Philip Low, que assinou o manifesto e afirmou, em entrevista à Veja, que pretendia se tornar vegano porque, segundo ele, “é impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento”.


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Cães amarrados sem comida há mais de 15 dias são resgatados em Goiás

Os quatro cachorros foram encontrados magros, sujos e com carrapatos. Dois deles foram adotados após o resgate


Quatro cachorros abandonados em uma casa vazia foram resgatados em Rio Verde, em Goiás, após passarem mais de 15 dias amarrados sem água e comida.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Os animais, resgatados no sábado (15), estavam em estado crítico, segundo o delegado Carlos Roberto Batista.

“Os cães estavam agitados, choravam e gritavam muito. Chegamos até lá após uma denúncia dos vizinhos e, segundo eles, os cachorros estavam lá entre 15 a 20 dias sem comida e sem água”, disse ao G1.

A procura tenta, agora, identificar os proprietários da casa. Dois dos cachorros foram encontrados nos fundos dos imóveis. Todos eles tinham carrapatos, estavam sujos e magros.

“Ao ver a situação de maus-tratos, entramos para resgatar os animais. Dois dos cachorros estavam na frente, próximos ao portão da rua e, dessa forma, eram alimentados pelos vizinhos. Já os outros dois, estavam amarrados na parte do fundo da casa com difícil acesso”, contou o delegado.

Após o resgate, dois dos cães foram adotados. Os outros aguardam adoção na 8ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Rio Verde.

Maltratar e abandonar animais é crime passível de detenção de até um ano, além de multa.


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Búfalo tem as patas esticadas e amarradas em postes antes de ser decapitado em festival indiano

Foto: Media Drum Images/David Talukdar
Foto: Media Drum Images/David Talukdar

Fotos fortes e repugnantes divulgadas na mídia mostram multidões de mulheres e crianças assistindo enquanto um búfalo é cruelmente morto como oferenda a uma deusa durante um festival hindu.

Mais de mil pessoas assistiram ao ritual de matança de 16 animais para apaziguar a deusa hindu, Durga, na vila Rani em Guwahati, Índia, em outubro.

As imagens mostram um búfalo sendo amarrado e preso em um andaime rudimentar improvisado antes de ser decapitado por um homem empunhando uma espada bengali (etnia indiana) afiada.

Foto: Media Drum Images/David Talukdar
Foto: Media Drum Images/David Talukdar

Os participantes também podem ser vistos correndo para colocar seus dedos no sangue das criaturas mortas.

As fotos do fotojornalista David Talukdar capturam devotos e sacerdotes hindus preparando um búfalo para ser morto no Templo de Buri Goshani Durga.

Depois que o animal é abençoado, ele é amarrado e imobilizado com cordas e estacas. Em seguida, é decapitado com uma espada curva chamada Ram-dao, projetada especificamente para a tarefa.

Foto: Media Drum Images/David Talukdar
Foto: Media Drum Images/David Talukdar

Cabras e galinhas também estão envolvidas no abate ritual, mas os búfalos formam a peça central da vitrine.

Após a decapitação, os espectadores correm para mergulhar lembranças ou as mãos no sangue do animal derramado, acreditando que isso lhes trará boa sorte.

O festival chamado de “Durga Puja”, ou a celebração anual da deusa Durga, é um dos festivais hindus mais importantes e é normalmente comemorado em estados do leste indiano, como Bengala e Assam.

Foto: Media Drum Images/David Talukdar
Foto: Media Drum Images/David Talukdar

É uma celebração de vários dias realizada em setembro e outubro e comemora a vitória da deusa sobre um demônio chamado Mahishasura.

Conforme relatado pela mitologia hindu, o demônio entrou em guerra contra os deuses e cabia a Durga matá-lo e proteger a terra.

Ela triunfou em sua batalha épica do bem contra o mal e sua vitória é comemorada todos os anos com milhares de sacrifícios de animais.

Foto: Media Drum Images/David Talukdar
Foto: Media Drum Images/David Talukdar

Talukdar, 35, visitou a vila Rani durante suas comemorações em outubro para testemunhar o espetáculo.

Ele ficou surpreso com a crueldade que os animais sofreram durante o festival de cinco dias.

Ele disse: “Como fotojornalista, viajo muito para diferentes festivais, durante minhas viagens, ouvi falar da morte ritualística de animais naquela vila de Rani”.

Foto: Media Drum Images/David Talukdar
Foto: Media Drum Images/David Talukdar

“Depois de conversar com o organizador do evento, comecei a tirar fotos. Foi tão cruel. Foi perturbador, e até um pouco embaraçoso, filmar este festival”.

“Mas é meu trabalho mostrar ao mundo o que acontece, então me forcei a relaxar, me concentrar e capturar o que pude ver”.

“Vi dezesseis animais mortos durante o meu tempo lá e a multidão aumentou para mais de mil pessoas. Algumas pessoas celebravam cada morte, até as crianças, mas havia outras que não aguentavam assistir aos assassinatos, e apenas passeavam pelo templo”.

“As pessoas que vêem essas fotos geralmente ficam perturbadas com o conteúdo”, concluiu o fotógrafo. As informações são do Daily Mail.

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Galos explorados em rinhas são encontrados em porta-malas de carro

Os galos foram resgatados e levados para uma chácara, onde receberam alimentação


Dias depois de uma rinha de pit bulls ser desarticulada pela polícia, 11 galos foram encontrados dentro do porta-malas de um carro em Uruaçu (GO). Os animais, que estavam amarrados e encapuzados, também eram explorados em rinhas.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

O crime foi descoberto na quarta-feira (18) durante uma abordagem de uma equipe das Rondas Ostensivas Tática Metropolitana (Rotam). O homem que dirigia o veículo foi preso. Ele levava no carro uma arma, munições e R$ 7,3 mil em espécie. As informações são do G1.

Cléber Lopes dos Santos confessou que os animais eram tutelados por ele e que os objetos apreendidos eram de sua propriedade, mas negou que o dinheiro era proveniente de rinhas, alegando ter conseguido a quantia a partir da venda dos animais.

As aves estavam com um capuz vermelho e uma espécie de capa preta. O homem que as transportava irá responder na Justiça pelos crimes de maus-tratos a animais e porte ilegal de arma.

Após a operação, os galos foram resgatados e soltos em uma chácara, onde receberam alimentação adequada.


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Homens admitem ter abandonado cães em frente a um abrigo em Goiânia (GO)

Os cães foram abandonados amarrados dentro de um saco plástico fechado. Para o delegado que investiga o caso, os responsáveis pelo abandono assumiram o risco dos animais morrerem sufocados


Dois homens indiciados pela Polícia Civil prestaram depoimento e confessaram ter abandonado dois cachorros em frente a um abrigo em Goiânia (GO) no último dia 20. A dupla afirmou, porém, que os cães já estavam amarrados dentro do saco plástico no qual foram encontrados.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O abandono foi registrado por câmeras de segurança. Os cães foram deixados dentro de sacos fechados, sem qualquer abertura para que respirassem.

Os homens afirmaram à polícia, em depoimento prestado na terça-feira (29), que estavam indo a um aniversário quando encontraram o saco com os cães dentro em um terreno baldio.

Para o delegado Luziano de Carvalho, mesmo que a versão dos homens seja verdadeira, eles assumiram o risco dos animais morrerem sufocados.

“Nós chegamos a conclusão de que houve crime de maus-tratos. Só por pegar o animal dentro de um saco fechado, amarrado, eles, no mínimo, assumiram o risco destes animais virem a morrer”, disse o delegado.

Os homens foram rapidamente identificados, mas a polícia teve dificuldades para localizá-los e intimá-los. Depois que prestaram depoimento, eles foram indiciados pelo crime de maus-tratos a animais.

O delegado disse à TV Anhanguera que os homens não pretendiam maltratar os cães, mas que agiram de má fé. Caso contrário, teriam chamado um responsável pelo abrigo.

“Como se deixa os animais ali? E se de repente não tem ninguém no abrigo? Iam ou não iam morrer?”, disse Luziano.

O crime de maus-tratos a animais tem punição de até um ano de detenção, além de multa.


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Polícia resgata 50 cães e gatos que viviam amarrados em Natal (RN)

A Polícia Civil resgatou nesta quinta-feira (17) dois cães e 48 gatos que viviam amarrados, sem água e comida, em um imóvel no bairro Alecrim, em Natal (RN).

Foto: Polícia Civil

Os animais eram mantidos em situação de maus-tratos e viviam em um ambiente insalubre, em meio a lixo e sujeira.

A ação foi promovida pela Delegacia Especializada em Defesa ao Meio Ambiente (DEPREMA) em parceria com a Delegacia Especializada em Assistência ao Turista (DEATUR).

O caso foi descoberto por conta de uma denúncia anônima. A tutora dos animais, de 55 anos, foi autuada. Levada à delegacia, ela foi liberada após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Foto: Polícia Civil
Foto: Polícia Civil

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Esquilo são encontrados com caudas amarradas em Connecticut

Os animais foram encontrados nos trilhos com as caudas amarradas.


Por Heloiza Dias


Foram encontrados quatro filhotes de esquilo em trilhos em Berlin, uma cidade que fica no condado de Hartford em Connecticut, nos Estados Unidos.

Os quatro filhotes estavam amarrados uns aos outros por suas caudas, veterinários estimam que os animais tinham seis semanas de vida, suas caudas foram trançadas em pares e depois foi dado um nó para prender umas às outras.

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Fonte: Kensignton Bird Animal Hospital

Todos os esquilos sofreram fraturas nos ossos da cauda, um deles precisou que ela fosse amputada devido a perda de fluxo sanguíneo.

O técnico veterinário responsável pelo caso, Anthony Dibella, disse a CNN que é normal que esquilos fiquem com os pelos emaranhados quando são filhotes caso a mãe não os limpe adequadamente, mas disse que não parece ser o caso.

“Esquilos voltam facilmente à natureza. O grande fator é o quão bem eles podem funcionar sem a cauda”, disse Dibella a CNN.
A cauda do esquilo é importante para regular a temperatura corporal e serve para dar equilíbrio ao animal para subir em árvores.

O caso está sendo investigado como abuso de animais pelo Departamento de Energia e Proteção Ambiental de Connecticut.


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Investigação apura morte brutal de bois e vacas em estacionamento indonésio

Fotos divulgadas pelo grupo de defesa animal Animals Australia mostram os animais amarrados no chão, sendo arrastados pelas pernas e rabo antes de serem assassinados a uma curta distância e à vista uns dos outros


 

Foto: Animals Australia/Facebook
Foto: Animals Australia/Facebook

Uma investigação foi iniciada após o surgimento de fotos de bois e vacas sendo mortos de forma cruel e desumana em um estacionamento na Indonésia.

Cerca de uma dúzia de bois e vacas foram fotografados sendo brutalmente mortos em um estacionamento debaixo de uma mesquita na cidade de Medan, no norte de Sumatra.

Entende-se que os animais foram mortos como parte do festival religioso de Eid al-Adha – um feriado islâmico que marcou o “Festival do Sacrifício”, como é conhecido – no mês passado.

As imagens chocantes mostram os animais sendo arrastados pelo chão pelas pernas antes de serem puxados pelas caudas.

Foto: Animals Australia/Facebook
Foto: Animals Australia/Facebook

Eles foram então assassinados a uma curta distância e à vista uns dos outros, de acordo com o Daily Mail.

Pelo menos quatro animais entre os mortos foram identificados como exportados do Território do Norte com base em marcas e entalhes, informou o The Guardian.

As fotos foram obtidas pelo grupo de defesa dos animais Animals Australia e encaminhadas à todos os exportadores relevantes na tentativa de identificar os animais.

Animais não são produtos para que sejam vendidos e comprados por seres humanos, porém é dessa forma que são tratados, como seres inferiores dos quais os homens podem dispor como bem entenderem.

Infelizmente mudar a crença de toda a sociedade leva tempo, é um passo grande que acontece gradualmente, por meio de conscientização e evidências científicas, porém ainda ocorrem flagrantes brutais de crueldade que corrompem o pouco conquistado em termos de melhoria em regulações para estes animais escravos da vontade humana.

Foto: Animals Australia/Facebook
Foto: Animals Australia/Facebook

A International Livestock Exports Austrália se identificou como empresa responsável por enviar os animais e suspendeu o contrato de fornecimento para matadouros indonésios.

O diretor do ILE, Mike Stanton, disse que os bois e vacas foram vendidos ilegalmente, por fora dos controles da empresa.

Ele disse que, assim que descobriram a irregularidade, suspenderam o fornecimento.

“Se você está exportando muitos bois e vacas, sempre há risco de problemas ao longo da linha”, disse ele ao The Guardian.

“Nós fazemos o nosso melhor”.

Foto: Animals Australia/Facebook
Foto: Animals Australia/Facebook

“Eu sei que muitas pessoas pensam que não, mas é muito difícil”.

A Animals Australia apresentou uma queixa no Departamento de Agricultura do país por uma violação do Sistema de Garantia da Cadeia de Suprimentos do Exportador (ESCAS, a sigla em inglês).

O ESCAS foi introduzido em 2011 depois que uma investigação descobriu que bois e vacas australianos estavam sendo morto desumanamente no exterior.

O Departamento de Agricultura iniciou uma investigação sobre a empresa de exportação de carga viva International Livestock Exports, depois de tomar conhecimento do incidente.

A investigação está em andamento.

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Cães explorados para caça são encontrados acorrentados em SC

Além dos cachorros, galos explorados para rinha também foram encontrados no local


Cerca de 15 cães explorados para caça foram resgatados pela Polícia Civil de Caibi e Palmitos, em Santa Catarina. A ação, realizada na segunda-feira (2), contou com a participação da Cidasc e da Associação de Proteção de Animais Coração Valente. Além dos cães, galos explorados para rinha também foram encontrados no local.

Foto: Polícia Civil

Os cachorros estavam amarrados e viviam em condições precárias. Os galos, segundo a polícia, eram mantidos “enclausurados até mesmo sem água e sem comida, passando terríveis sofrimentos”. As informações são do Portal Diário do Iguaçu.

Os tutores dos animais responderão pelos crimes praticados contra os animais, que foram resgatados. Os galos ficaram sob responsabilidade da Cidasc. Os cães serão castrados e disponibilizados para adoção. As castrações serão custeadas pelos tutores.

A multa para casos de maus-tratos a animais pode chegar a R$ 1 mil. O infrator também pode sofrer sanções criminais. “A intenção é acabar com qualquer prática criminosa e também regularizar situações ilegais que podem inclusive propagar doenças a animais e até mesmo a seres humanos”, concluiu a polícia.


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Gansos são pendurados pelas pernas têm as cabeças arrancadas em festival espanhol

Foto: Pen News
Foto: Pen News

Um festival espanhol, no qual homens montados em cavalos se lançam em direção a gansos pendurados e depois arrancam suas cabeças enquanto crianças assistem a tudo, tem sido ferozmente criticado e classificado como um espetáculo bárbaro e cruel.

Imagens da cidade de Carpio de Tajo, perto de Toledo, no centro da Espanha, mostram os animais suspensos de cabeça para baixo ao longo de uma trilha de fios.

Homens montados em cavalos se aproximam e agarram seus pescoços, puxando suas cabeças, enquanto uma multidão aplaude o ato cruel.

No passado, gansos vivos foram usados e, embora os gansos já tenham sido mortos de antemão, ativistas disseram que ainda é um desperdício grotesco de vida.

Um vídeo da aldeia perto de Toledo mostra dezenas de pessoas desfrutando de um dia nas festividades com bandeiras cobrindo sacadas e balançando no ar.

Um grupo de homens amarra um ganso em uma corda pendurada sobre uma estrada antes que um homem a cavalo se aproxime e tente arrancar sua cabeça.

O primeiro homem arranca a cabeça com sucesso e a entrega rapidamente a outra pessoa que está carregando uma bolsa azul para colocar as partes do corpo dos animais.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

Outros concorrentes não conseguem arrancar as cabeças de uma só vez, fazendo as multidões suspirarem.

Dezenas de crianças pequenas são vistas assistindo ao evento com algumas delas muito próximas das aves decapitadas.

Marta Esteban, da Animal Guardians, disse: “Isso começou como uma maneira de treinar os militares com cavalos e dar-lhes a habilidade de usar suas mãos quando montados em cavalos”.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

Agora, quando se trata de festividades de santo padroeiro, eles competem para ver quantas cabeças cada um deles pode obter.

Este tipo de tradição ensina aos nossos filhos que, para fins de diversão, a exploração de outros seres é totalmente justificada, anulando completamente sua empatia e responsabilidade em relação a outras espécies.

“Não se trata apenas da morte absurda desses pobres gansos, mas também de uma visão violenta e destrutiva da vida”.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

“Então, estamos fazendo campanha e pedindo ao presidente desta região da Espanha para proibir isso por ser tão bárbaro”.

Carmen Ibarlucea, da ONG Tortura Não É Cultura, disse que dezenas de milhares de pessoas pediram às autoridades que acabem com o evento selvagem, e que mais se juntam a elas todos os anos.

“Em 2016, 80 mil pessoas pediram o fim desse espetáculo dantesco que ensina as crianças a usar a morte como meio de diversão”, disse ela.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

“Em 2017, foram entregues 135 mil assinaturas, mas as autoridades ainda não fazem nada.

“Às vezes parece que ainda vivemos na Idade Média, mas, de nossa parte, continuaremos trazendo esses espetáculos à luz, convidando à reflexão e exigindo o fim deles”.

Aqueles que se opõem à tradição cruel são convidados a enviar uma mensagem ao presidente da região de Castela-Mancha e pedir-lhe para acabar com a violência por meio do seu site.

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Camelos são amarrados e içados por guindastes em mercado de animais no Sudão

Foto: AFP/Getty Images
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Animais não são produtos para serem comercializados, são vidas, seres capazes de sentir, sofrer, criar laços e compreender o mundo ao seu redor. Mas o ser humano insiste em precificar, vender e comprar esses seres, condenando-os à vidas de escravidão e sofrimento por lucro e ambição desmedidas.

A indústria do comércio de camelos do Sudão é um exemplo flagrante dessas cruéis transações comerciais. O negócio permaneceu estável, apesar da recente agitação política do país, que viu Omar al-Bashir afastado após três décadas governando o país com mão de ferro, segundo informações do Daily Mail.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Comerciantes de toda a nação africana visitam diariamente o mercado de camelos de El Molih, na cidade de Omdurman, a oeste da capital Cartum, para comprar e vender grupos inteiros do animal do deserto.

Alguns camelos são enviados para matadouros de carne, enquanto aqueles que são considerados “superiores” são exportadas para países do Golfo, como Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, para participar de corridas que envolvem apostas de milhões de libras.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Transportar o animal imenso é uma tarefa difícil, agora os comerciantes estão usando um guindaste móvel para levá-los até os caminhões.

As fotografias recentes mostram um dia normal no mercado de animais, onde camelos são içados por um guindaste móvel, com as patas dianteiras e traseiras fortemente amarradas para restringir seus movimentos.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Os animais do deserto, notavelmente aterrorizados, são então transportados para a parte de trás de carrocerias de caminhões com destino ao Egito, Israel ou nações do Golfo.

O preço de cada camelo depende da finalidade da venda do animal.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Um camelo vendido para a indústria de carne tem seu valor fixado em 60 mil a 90 mil libras sudanesas (cerca de 5 mil reais).

Mas os camelos destinados às corridas nos países do Golfo podem ser vendidos por até 1,5 milhão de libras sudanesas (em torno de 120 mil reais) cada.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Após a deposição de al-Bashir em abril, muitos comerciantes de camelos nem perceberam a maior agitação política do país em décadas.

Ahmed Mohamed Ahmed, vendedor de camelos, disse: “Com ou sem Bashir, este país é o mesmo para nós”.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

“Tudo o que estamos interessados em saber é se o preço dos animais sobe ou desce”, acrescentou.

Ali Habiballah, 52, outro comerciante de camelos, disse: “Que protestos? Temos tudo o que precisamos no deserto – água, comida e animais, não temos exigências”.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Seu filho acrescentou: “Não nos importamos com política. Eu nem vou a Cartum (capital do país)”.

O Sudão foi abalado pela primeira vez pela crise política desde 19 de dezembro, quando os protestos contra a triplicação dos preços do pão eclodiram contra o então governo de Bashir.

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