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Cadela idosa é salva da morte e reconstrói sua vida

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Kellsey Libby

Uma cadela idosa negligenciada chamada Shelby encontrou recentemente o perfeito lar definitivo quando foi adotada por um casal idoso em Ossipee, New Hampshire (EUA).

O filhote de coonhound Labrador de 10 anos quase teve a morte induzida devido a uma condição de pele que possui tratamento. Agora, Shelby está aprendendo o que é o amor – possivelmente pela primeira vez em sua vida.

Uma semana antes do Natal de 2016, Cecelia Blake, co-fundadora da Connect A Pet New England (CAPNE), recebeu um telefonema surpreendente de um ex-colega de trabalho. “Ela tinha encontrado uma cadela cuja família aparentemente tinha desistido dela. A família afirmou que ela precisava de banhos diariamente e uma medicação de US$ 200. Era muito trabalho e muito dinheiro”, escreveu Blake no Facebook da CAPNE.

Foto: Cecelia Blake

A mulher perguntou a Blake sobre as opções de morte induzida para Shelby – a cadela estava em condições tão precárias de negligência que a mulher acreditava que ela estava morrendo.

Segundo matéria do The Dodo, Blake pediu à colega de trabalho para obter mais informações e, ao saber que a condição de Shelby poderia ser tratada, levou-a para receber cuidados médicos.

Veterinários confirmaram que a condição da pele de Shelby era tratável, assim como uma série de outras questões médicas decorrentes da falta de cuidados. A cadela desnutrida estava quase 10 quilos abaixo do peso, com muitos parasitas e sofria de infecções em um olho, orelhas e um dente. Mesmo assim, Shelby provou ser muito doce e ansiava por atenção e comida.

“Ela está comendo e bebendo”, escreveu Blake no Facebook pouco depois de levar Shelby por meio da organização de resgate.

Foto: Cecelia Blake

Felizmente, esses dias ficaram no passado. Blake alimentou Shelby e cuidou dela até que ela ficasse bem o suficiente para encontrar um lar definitivo.

Lillian e Red Bibber perderam recentemente seu collie para o câncer e sentiam a falta de um cão quando sua neta, Kellsey Libby, viu a história de Shelby no Facebook.

“Meus avós estão com 80 anos. Suas personalidades pareciam tão semelhantes, parecia que fazia sentido”, disse Libby.

Lillian Bibber sempre teve cães. Cuidou do primeiro aos cinco anos e nomeou-o String Bean. Desde então, Bibber tem sido uma tutora de cães e adotou mais dois antes de Shelby. “Nós gostamos de dar a eles uma segunda chance”, ressaltou.

Foto: Cecelia Blake

Agora, Shelby é mimada com amor e atenção. Ela adora “falar” e ter conversas com o casal a cada dia. “Ela nos faz felizes. Eu estaria perdido sem uma cadela”, revela Bibber.

Como Shelby é uma cadela mais velha, ela passa uma boa quantidade de tempo em sua atividade favorita: dormindo. “Ela dorme muito, mas também é muito amorosa”, relatou Blake, que ainda visita Shelby em sua nova casa.

A cadela afora prestar atenção a filmes ocidentais antigos com seus tutores enquanto relaxa no sofá. Shelby também gosta de observar os cães e gatos da vizinhança através da janela.

Foto: Cecelia Blake

Ela está sempre por perto para conseguir biscoitos também. “Ela está começando a me seguir até a cozinha enquanto eu cozinho”, disse Bibber.

Libby gosta de visitar Shelby com seus filhos e eles levam a cadela para passear juntos. “Ela é doce como uma torta e é apenas uma alma velha querendo descansar”, opinou Libby.

Blake originalmente pensou que Shelby estaria com sua família para o resto da vida porque cães idosos têm dificuldades em ser adotados. No entanto, os Bibbers sabiam que Shelby seria perfeita para sua família e Shelby agora está vivendo confortavelmente e é amada.

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Notícias

ONG do Maranhão realiza feira de adoção de animais neste domingo

Para encerrar 2010 com bons resultados, a AMADA vai realizar mais uma edição da Feirinha de Adoção no próximo domingo, 26, a partir das 16h, na Avenida Litorânea, ao lado da banca de revista.

Uma oportunidade de proporcionar um final feliz para cachorros e gatos resgatados pela entidade, principalmente nessa época de Natal.

A AMADA luta pela causa animal e o incentivo da guarda responsável, portanto exige documentação no momento em que é feita adoção para que não haja arrependimento e, principalmente, exponha o animal a riscos.

Primeira edição

A Associação Maranhense em Defesa dos Animais (AMADA) realizou na tarde do último domingo (19), na Avenida Litorânea, a primeira edição de dezembro da Feirinha de Adoção de Animais resgatados pela entidade.

O objetivo do evento foi de encontrar um novo lar aos animais abandonados nas ruas da capital, que geralmente, viviam em situações precárias e vulneráveis a sérias doenças. Atualmente, eles se encontram em perfeito estado de saúde, vacinados e castrados, fruto do trabalho árduo da AMADA. Cerca de vinte animais, entre cães e gatos, estiveram à disposição de novos adotantes que passeavam pela orla marítima de São Luís.

“Nós resolvemos realizar a feira para que pudéssemos encontrar um lar digno para esses animais que já sofreram muito por estarem na rua, viviam com fome, doentes e expostos a sol e chuva”, explicou a Presidente da AMADA, Ilma Cerveira.

O resultado da feirinha foi satisfatório para a associação, pois mais da metade dos animais ganharam novos tutores, mas devido à forte chuva foi impossível dar continuidade aos trabalhos, não permitindo que mais animais fossem adotados.

Associação Maranhense em Defesa dos Animais (AMADA)

Foi criada em 2003 por um grupo de pessoas que se reuniu com objetivo comum: atuar voluntariamente em defesa dos animais em condições de maus-tratos. Assim nasceu a Associação Maranhense em Defesa dos Animais – AMADA, em São Luis, oficializada em novembro de 2005.

A AMADA é uma associação civil de direito privado, de caráter não governamental, com personalidade jurídica, sem fins lucrativos, que visa à construção de uma sociedade livre, justa e solidária. Que busca garantir os direitos e deveres dos cidadãos e o respeito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado e sadio, garantindo qualidade de vida.

Entre os principais objetivos estão desenvolver o senso crítico na sociedade maranhense em relação às políticas de proteção de animais, além de prevenir e reprimir qualquer ato de crueldade, abuso e maus-tratos aos animais; tratar animais das ruas e logradouros públicos, sempre que possível, quando doentes, feridos, atropelados, vítimas de maus-tratos ou crueldades e, após a recuperação, realizar cirurgia de castração e enfim doá-los; estimular a educação e conscientização popular quanto à guarda responsável e reduzir a superpopulação de animais por meio da castração cirúrgica. Diferenciando-se dos demais poderes públicos responsáveis pela aplicação a lei de crimes ambientais e caráter de controles de doenças, trabalho específico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Atualmente a AMADA não possui sede, nem abrigo próprio. Conta apenas com o auxílio de 29 voluntários que cedem suas casas para cuidar de animais doentes e vítimas de maus-tratos. Os recursos são da contribuição mensal de cada membro e doações de pessoas que sensibilizadas com a causa animal e servem para custear despesas com alimentação, medicamentos e tratamentos dos animais que estão sob o cuidado da AMADA.

Fonte: Bastidores3

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