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Cabras são fotografadas escalando paredões e subindo em árvores

Animais buscam comida e refúgio nas alturas

(Foto: Reprodução/bannedinhollywood.com)

O alpinismo é um esporte desenvolvido pelos humanos, mas estão muito enganados aqueles que acham que só os aventureiros que se arriscam em tal empreitada. A cabras, por exemplo, têm um a capacidade enorme de escalar paredões e subir em árvores, e sem a ajuda de cordas ou mosquetões.

Para mostrar essa capacidade, o site bannedinhollywood.com fez uma seleção de fotos de cabras em situações inusitadas, desde em cima de árvores, até em penhascos em locais desertos.

Mas toda essa ‘coragem’ dos animais tem uma explicação. Eles escalam em busca de comida, ou para se protegerem dos predadores. A espécie íbex, uma cabra selvagem que vive nos Alpes europeus, por exemplo, lambe pedras bem altas por conta de seus sais minerais. Já algumas cabras encontradas no Marrocos sobem em árvores de Argan para comer seus frutos, que são similares aos de oliveira.

Fonte: Divirta-se

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Alpinista vegetariano é exemplo de ética e disposição

(Imagem: Reprodução/Vista-se)
(Imagem: Reprodução/Vista-se)

Escalar montanhas não é fácil. Escalar as “grandes” montanhas é mais difícil ainda. A medida em que o alpinista sobe, cada vez há menos oxigênio disponível, os músculos são solicitados a trabalhar durante horas e horas ininterruptas e a ingestão dos carboidratos necessários nunca é suficiente.

É o comum o gasto de 1500 calorias por hora (uma pessoa “normal” necessita de cerca de 2500 calorias por dia), ou seja o desgaste físico é descomunal. Escalar uma montanha de 7000 metros de altura é equiparável a correr 3 ou 4 maratonas seguidas. Perde-se cerca de 4 a 6kg em um único “ataque ao cume” em cerca de 15 a 20 horas de atividade física.

Davi Augusto Marski Filho é um alpinista vegetariano e afirma que ainda existe  “uma grande falácia que permeia o imaginário popular e também de muitos profissionais da saúde: A de que o vegetariano possui carência de proteínas, que é propenso a “anemias” ou do estereótipo do vegetariano raquítico”.

“Sou vegetariano e estou em plena forma física e meus exames médicos apenas indicam saúde e vigor. E escalo de forma intensa montanhas de mais de 5000m durante várias semanas ao ano. E não sou raquítico nem possuo carências alimentares”, reforça o alpinista.

imagem do alpinista entre as montanhas cobertas de gelo

Em seus cursos de escalada de “alta montanha”, os alunos são convidados a conhecerem uma dieta vegetariana, rica em variedade e sabor e deixa de forma bem explícita que não cozinharão nem haverá qualquer tipo de carne no cardápio de montanha.

“Passadas algumas resistências iniciais, fico feliz em ouvir frases do tipo : ‘não imaginei que fosse tão fácil’ ou então ‘me sinto melhor e mais disposto!’. E não sou uma exceção. Há grandes exemplos de atletas de renome que são vegetarianos”, conta o atleta.

Ser vegetariano mais do que uma questão de saúde, é uma questão de amor e respeito à natureza e aos animais.

Davi Augusto Marski Filho é alpinista há quase 20 anos tendo escalado várias montanhas no continente americano e algumas montanhas na Europa. Entre suas escaladas destacam-se algumas expedições ao Aconcágua (a maior montanha das Américas), Mont Blanc e Matterhorn, além de várias escaladas em montanhas da Patagônia, Argentina, Chile, Peru e Bolívia.

Ele pode ser encontrado em seu site : www.marski.org ou em seu blog, onde mescla notícias de escalada com ambientalismo, consumo consciente e direitos dos animais: www.blog.marski.org.

 

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