Jornalismo cultural, Notícias

No Reino Unido, 25% dos jovens de 18 anos não comem carne

Pesquisa aponta que abstenção do consumo de carne está crescendo entre os mais jovens no Reino Unido


A abstenção do consumo de carne está crescendo entre os mais jovens no Reino Unido. Esta é a conclusão de uma pesquisa da organização Eating Better encomendada junto ao YouGoy e divulgada este mês.

Jovens estão se tornando mais conscientes de seu impacto nas relações de consumo (Foto: Getty)

Segundo o relatório que avalia mudanças de hábitos entre adolescentes e jovens adultos, está crescendo a preocupação com a relação entre consumo de carne e impacto ambiental. Jovens com faixa etária de 11 a 18 anos, por exemplo, qualificam como muito mais importante discutir hoje as implicações ambientais dos nossos hábitos de consumo do que a saída do Reino Unido da União Europeia ou até mesmo temas correlatos à saúde.

Segundo a pesquisa, 25% dos jovens britânicos de 18 anos se identificam como vegetarianos ou veganos. Outra conclusão é de que a proximidade com a fase adulta garante mais liberdade de escolha, considerando que os jovens de 11 anos, que têm sua alimentação geralmente pautadas pelos pais, em muitos casos não possuem o mesmo direito – o que explica por que apenas 6% são vegetarianos ou veganos.

No Reino Unido, 76% dos jovens de 18 anos qualificam as mudanças climáticas como um dos problemas mais urgentes do nosso tempo. Já com relação àqueles com 11 anos, o percentual cai para 66%. Considerando esses fatores, os jovens são apontados como importante peça-chave na redução do consumo de carne e estímulo à adoção do veganismo ou vegetarianismo.

Vale lembrar também que no Reino Unido cada vez mais o impacto ambiental do consumo de carne tem sido abordado pela mídia, incluindo veículos como The Guardian, The Independent e BBC. Esta última lançou este mês no canal BBC One o documentário “Meat: A Threat to Our Planet?” ou “Carne: Uma Ameaça ao Nosso Planeta?”, que aborda o impacto da produção e do consumo de carne no mundo.

Entre os destinos da bióloga e apresentadora Liz Bonnin está o Brasil, lar do maior rebanho bovino do mundo. Na Amazônia, ela descobre que 20% da floresta foi destruída e que a pecuária é a principal causa desse desmatamento. “Agora estamos perdendo dois campos de futebol por minuto e devastando a vida selvagem da região.”


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Série de documentários destaca os benefícios da alimentação vegetariana

Foto: Plants Interrupted/Reprodução

Recentemente, a Panera Bread, cadeia de restaurantes com mais de duas mil unidades nos Estados e no Canadá, lançou uma série de documentários intitulada “Food Interrupted”, dividida em seis partes. Em uma, que recebeu o nome de “Plants Interrupted”, são apresentados os benefícios de uma alimentação vegetariana.

O episódio é pautado no estilo de vida do ativista e bombeiro vegano Rip Esselstyn que, com a ajuda do especialista em alimentação saudável Kevin Curry, aceita o desafio de motivar um grupo de bombeiros a adotarem uma dieta sem alimentos ou ingredientes de origem animal. Ele explica que, por uma questão cultural, esse infelizmente é um meio onde as pessoas acreditam muito que se uma refeição não tiver pelo menos um pedaço de carne não é uma refeição completa.

Ainda assim, Esselstyn tem conseguido mudanças bem significativas por parte dos bombeiros com quem ele tem contato, provando como a alimentação sem carnes, ovos e laticínios pode ser saudável. Sobre a justificativa para um episódio enaltecendo a alimentação vegetariana, a Panera argumenta: “Acreditamos que a alimentação à base de vegetais pode ter um impacto positivo na saúde das pessoas e no meio ambiente. Por isso, oferecemos essas opções em todo o nosso cardápio.” O episódio “Plants Interrupted” está disponível aqui.

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Segundo pesquisa, alimentação à base de plantas está em alta na Nova Zelândia

Uma pesquisa realizada recentemente nomeou dietas vegetarianas, veganas e vegetais como as principais tendências de alimentos para este ano na Nova Zelândia.

O estudo elaborado pela Associação de Restaurante da Nova Zelândia foi respondido por dois mil membros da organização e revelou que 28% dos entrevistados preveem um aumento de opções veganas e vegetarianas. Além disso, 64% esperam ver um aumento na demanda geral por pratos locais, sustentáveis ​​e vegetais.

“Saúde, plantas, sustentabilidade e alergênicos são algumas das tendências que nossos próprios membros previram e são consistentes com o que foi previsto e divulgado globalmente”, afirmou a CEO da Associação de Restaurantes, Marisa Bidois.

64% das pessoas preferem comidas à base de plantas na Nova Zelândia.
Mais da metade da população prefere alimentos livre de crueldade animal.(Foto: Plant Based News)

Ela também mencionou que as opções livres de lactose estão em alta demanda, deixando os chefs de cozinha se adaptarem a um cenário de alimentos com menos laticínios, diante da população em grande parte  intolerante à lactose.

Bidois também apontou menos interesse em bebidas alcoólicas e uma mudança geral em direção a opções mais saudáveis, as observações e previsões da Associação de Restaurantes revelam escolhas que são cada vez mais motivadas pela saúde e ética.

Embora o consumo de carne ainda seja uma realidade, Bidois observa que as mudanças recentes são indicativas de hábitos de compra e comportamento mais conscientes na Nova Zelândia.

“Os consumidores continuam a ser mais informados sobre suas escolhas alimentares e sobre o caminho que a comida toma, da fazenda ao prato”, finalizou.

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Alimentação vegana melhora a qualidade de vida de diabéticos

Um estudo realizado pelo Comitê Médico para a Medicina Responsável dos EUA (PCRM), e publicado na edição do mês passado do Jornal da Academia de Nutrição de Dietética, descobriu que uma dieta livre de crueldade animal pode melhorar a saúde das pessoas com diabetes tipo 2 .

Foram feitos exames com 45 participantes que vivem com diabetes tipo 2 para tentar um tratamento nutricional de 20 semanas em um consultório particular no distrito de Washington, nos EUA. Os participantes foram convidados para aulas semanais gratuitas de nutrição alimentar durante um período de 20 semanas.

Um grupo foi colocado em uma dieta de refeições veganas (que incluiu óleos e alimentos com baixo índice glicêmico) enquanto o outro grupo recebeu uma dieta de porção controlada que foi calculado para um déficit calórico diário a fim de incentivar a perda de peso. Ambos os grupos receberam informações sobre o tamanho da parcela. Os pacientes não foram solicitados a alterar seu estilo de vida ou medicamentos de qualquer forma.

Um estudo norte-americano comprova que uma dieta à base de plantas pode ser benéfica para pessoas com diabetes.
A pesquisa mostra que uma dieta vegana pode melhorar na saúde de diabéticos. (Foto: Livekindly)

O peso corporal, a hemoglobina A1c (HbA1c, termo médico usado para descrever o que acontece quando uma hemácia se junta à glicose), os lipídios plasmáticos, a albumina urinária e a pressão arterial foram examinados no final da pesquisa. Conforme os resultados, embora os participantes estivessem em controle metabólico regular no início do estudo, ambos os grupos obtiveram perda de peso, bem como melhorias na HbA1c e no colesterol da lipoproteína de baixa densidade, conhecido como colesterol “ruim”. Isso sugere que não apenas uma dieta vegana cuidadosamente planejada pode levar à perda de peso, mas também pode reduzir o colesterol negativo.

Com base nos resultados, o estudo conclui que o acesso a informações nutricionais associada a cuidados clínicos, com base em uma dieta vegana ou com baixo teor de gordura, pode resultar em melhorias na saúde.

“A nutrição é uma das ferramentas mais poderosas que temos na luta contra o diabetes. Este estudo mostra que mesmo os médicos que possuem uma rotina acelerada podem aproveitar esse poder, oferecendo instrução em grupo para seus pacientes”, disse o principal autor do estudo e presidente fundador do PCRM, Dr. Neal Barnard.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, mais de 29 milhões de americanos vivem com diabetes tipo 2 e um em cada quatro não sabe que possui a doença. Esta pesquisa contribui para o crescente grupo de evidências médicas comprobatórias que uma dieta baseada em plantas pode ser eficaz na redução de muitos dos sintomas do diabetes tipo 2. No ano anterior, a American Diabetes Association aprovou uma dieta inteira focada em frutas, vegetais, grãos e legumes como sendo alimentos eficazes na diminuição do início e dos efeitos do diabetes tipo 2, ressaltando que os médicos e nutricionistas devem sempre incluir educação dos pacientes o gerenciamento de estilo de vida alimentar.

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Dieta vegana pode prevenir doenças crônicas em idosos, segundo estudo

A sociedade moderna pode estar vivendo mais devido aos avanços tecnológicos na medicina, mas de acordo com a pesquisa da instituição Market Watch, os últimos dois terços da vida humana podem ser desperdiçados com várias doenças crônicas. No entanto, os especialistas apontaram que uma dieta à base de plantas pode prevenir ou potencialmente reverter essas doenças crônicas, particularmente em adultos com idade avançada.

Segundo o especialista em medicina interna, David Dunaief, os alimentos à base de animais levam à inflamação, que é a causa básica de todas as doenças crônicas. “Quanto menos proteína animal você consumir, melhor você viverá“, aconselhou Dunaief . Ele observou que uma infinidade de doenças crônicas comuns, como diabetes, doenças cardíacas, artrite e demência, poderiam ser prevenidas, ou pelo menos retardadas, seguindo uma dieta rica em alimentos vegetais desde a juventude. Ele sugeriu alimentos integrais como brócolis, feijão canelone, banana, batata doce, quinoa e nozes para uma dieta saudável e que previne doenças.

Uma pesquisa aponta que uma dieta á base de plantas pode prevenir doenças crônicas.
Uma alimentação livre de crueldade animal pode prevenir diversas doenças. (Foto: Keywordsuggest)

Dunaief continuou a apontar os efeitos nocivos dos alimentos de origem animal, notando que idosos não são os únicos suscetíveis a condições crônicas. O consumo excessivo de produtos provenientes de animais pode levar ao desenvolvimento de doenças crônicas já na meia-idade. Ele alertou sobre o consumo carnes vermelhas e processadas, o último dos quais agora é considerado um carcinogênico do Grupo 1 pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A carne vermelha, também pode aumentar os fatores de risco para vários tipos de câncer.

De acordo com o Conselho Nacional do Envelhecimento dos EUA,  77% dos idosos sofrem com pelo menos duas doenças crônicas. Além disso, o “Age and Aging”, periódico científico britânico, prevê que o número de idosos com quatro ou mais doenças crônicas deverá aumentar até 2035.

No entanto, especialistas como Dunaief e o Comitê de Médicos para a Medicina Responsável (PCRM), acreditam que as pessoas podem mudar essa previsão seguindo uma dieta saudável baseada em vegetais. A chave, dizem eles, é a prevenção através da nutrição. Ao invés de procurar tratamento médico quando a doença se apresenta, o PCRM defende a realização de mudanças na dieta que possam contornar a doença em primeiro lugar. Também há vários estudos que sugerem que os alimentos à base de plantas podem prevenir a demência, agilizar a recuperação do câncer de mama e reverter o diabetes.

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População vegana no Reino Unido cresce em 700% em apenas dois anos.
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Veganismo apresenta crescimento de 700% no Reino Unido

Novos dados revelaram que o número de veganos no Reino Unido agora excede três milhões e meio, o que representa 7% da população. Esses números indicam que o veganismo registrou um crescimento de 700% em apenas dois anos no país.

Pesquisa recente do instituto de pesquisa, “Compare The Market”, em tradução livre “Compare o Mercado”, revelou quantas pessoas que vivem no Reino Unido se declaram adeptas ao veganismo e os dados cresceram fortemente desde 2016. Informações publicadas há dois anos, que diziam que 542 mil pessoas com 15 anos ou mais – pouco mais de um por cento da população – se declararam veganas. A informação também ressaltou que 1,14 milhões de britânicos são vegetarianos.

Esses dados foram denominados “números recorde” pelo jornal Telegraph, tendo aumentado mais de 360% na última década. No entanto, os pesquisas mais recentes mostram agora que 7% da população do Reino Unido é vegana, o que representa um aumento de 700% nos últimos dois anos. Além disso, 14% da população britânica – mais de sete milhões de pessoas – é vegetariana.

População vegana no Reino Unido cresce em 700% em apenas dois anos.
Cresce o número de adeptos ao veganismo no Reino Unido. (Foto: Livekindly)

Novos hábitos de alimentação  foram notados em todo o mundo. Uma estudo recente descobriu que cerca de 8,7% da população da australiana segue uma dieta livre de crueldade animal. Mudanças similares nos padrões alimentares e de estilo de vida foram observadas na Alemanha e na China, entre outros locais.

Segundo a BBC, a organização “Veganuary” ajuda a aumentar os números veganos no país. O objetivo da organização é incentivar as pessoas se comprometerem com uma dieta livre de crueldade animal durante o mês de janeiro, porém um número recorde de participantes surgiu este ano. Cem mil pessoas se inscreveram e 62% dos entrevistados declararam que se tornaram veganos após a campanha. Bem-estar animal foi o motivo mais forte para que as pessoas se inscreveram para o Veganuary deste ano, e continua a ser um grande fator por trás do crescimento do veganismo no país.

As preocupações com a saúde também impulsionam o movimento, à medida que a consciência cresce em torno dos riscos para a saúde sobre o consumo de carne, laticínios e ovos. Os dados de fevereiro mostram que 30% das refeições no Reino Unido estão sendo feitas livre de crueldade animal, fazendo com que o veganismo não seja mais considerado um nicho de mercado, mas considerado um novo sustentável sistema alimentar.

Nota da Redação: o veganismo não se resume apenas em uma dieta à base de plantas. É um modo de vida baseado em não consumir ou utilizar qualquer produto proveniente de exploração animal como alimentos, roupas, sapatos, cosméticos, móveis, acessórios, ferramentas e outros.

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Chef vegano afirma que o futuro sistema alimentar será vegano.
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O futuro sistema alimentar será vegano, segundo chef renomado

O atual sistema alimentar baseado em crueldade animal poderá acabar em alguns anos. Segundo o chef de cozinha, Matthew Kenney, o sistema alimentar global será à base de plantas e sem qualquer consumo animal.

Recentemete, o Kenney abriu um restaurante baseado em vegetais chamado Alibi, em Sydney, na Austrália. Ele afirma que o restaurante poderá ser será um “divisor de águas”.

Chef vegano afirma que o futuro sistema alimentar será vegano.
Chef cria pratos sofisticados à base de plantas. (Foto: AMLA)

Segundo o chef, sua função é mostrar as pessoas que é possível se alimentar bem com tudo o que a natureza nos proporciona além do atual sistema alimentar global baseado em carne animal, que mata milhões de vacas, bois, galinhas, porcos e outros animais todos os anos.

“Como competimos com uma churrascaria ou um restaurante de frutos do mar? Tornando nossa comida mais atraente”, declarou.

O restaurante serve pratos como lasanha, bolinhos, pizza, tacos e hambúrguer. Coberturas de queijo são feitas com ingredientes à base de plantas, incluindo sementes de girassol e castanha de caju. Há também um extenso menu de bebidas.

O chef criou um grande menu de bebidas naturais.
Kenney também investe bebidas naturais. (Foto: Álibi/Ovolo)

“Fazíamos comida de ponta há muitos anos, mas nenhum hotel ou dono de prédio queria um restaurante vegano porque achavam que ia falhar. Mas uma vez que começamos a servir esta comida em um ambiente mainstream que é bonito e atraente, é um passo importante para o mundo baseado em plantas. Eu já acreditava no veganismo há 15 anos. É uma coisa que pode retardar o dano que estamos causando ao nosso planeta”, finalizou.

Nota da Redação: é importante destacar que o veganismo não se resume apenas em não consumir alimentos livre de crueldade animal, mas é um estilo de vida em que todo e qualquer consumo de alimentos e utilitário proveniente de exploração animal é rejeitado. Seja roupas, sapatos acessórios, alimentos, objetos, móveis, entre outros.

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Consumo de carne é reduzido por questões ambientais na Suécia

O consumo de carne está em declínio na Suécia devido a preocupação com a saúde e o meio ambiente. O sistema alimentar global sustentado no consumo de carne está lentamente, mas certamente, caminhando em direção a um sistema alimentar baseado em plantas, mais saudável e sustentável. Na Europa, em uma pesquisa, aproximadamente 39% das pessoas entrevistadas declararam que incluem ativamente em suas refeições opções baseadas em vegetais. Até mesmo as indústrias de fast food também estão aderindo a tendência, como o McDonalds que lançou um hambúrguer vegano na Finlândia e na Suécia, a novidade será permanente no menu da companhia nesses países, porém a base de produção do McDonalds permanece sendo a exploração de carne animal.

O consumo de carne está sendo reduzido na Suécia.
Devido a preocupações com a saúde e o meio ambiente, o consumo de carne está reduzindo na Suécia. (Foto: Pixbay)

Conselho de Agricultura da Suécia divulgou estatísticas sobre esse declínio no consumo de carne. Entre 1990 e 2017, a comercialização de carne na Suécia cresceu em 41% . No entanto, o consumo de carne no país diminuiu 2,6% em 2017, o maior declínio anual desde 1990. O números diminuem cada vez mais, seguido de carne de porco e aves. Nota-se que, embora os suecos consomem carne cada vez menos, a morte de animais aumentou à medida que a demanda por exportação de carne da Suécia aumentou.

A investidora agrícola, Asa Lannhard Öberg, declarou : “Há muitas razões para reduzir o consumo de carne como a tendência vegana, as questões climáticas, aspectos de saúde e razões éticas são alguns”.

Reduzir o consumo de carne é o melhor que as pessoas podem fazer para diminuir sua absorção de carbono. Mesmo diminuindo o consumo de carne, ao contrário de eliminar totalmente os produtos de origem animal com uma dieta vegana, também tem um impacto significativo na nossa saúde e no meio ambiente.

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Ator de Game of Thrones recebe kit vegano da PETA

O ator John Bradley, da série de TV “Game of Thrones adquiriu um kit vegano da organização de direitos animais People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) em tradução livre “Pessoas para o tratamento ético dos animais”. A instituição está distribuindo o  PETA’s Vegan Starter Kit, em tradução literal, “Kit de iniciação vegana da PETA”.  O objetivo é incentivar as pessoas a aprenderem novas maneiras de alimentação sem consumirem carne animal.

John Bradley adquiriu o kit vegano para iniciantes desenvolvido pela PETA.
O ator John Bradley recebeu o kit vegano de iniciação desenvolvido pela PETA. (Foto: PETA)

John Bradley West (conhecido como John Bradley), que interpreta o personagem Samwell Tarly na série de TV, soube da iniciativa em um show de Morrissey. Segundo relatos, o ator é um grande fã do cantor Morrissey e considera-o como um “verdadeiro artista”. As outras atrizes do Games of Thrones, Nathalie Emmanuel (que interpreta Missandei) e Peter Dinklage (Tyrion Lannister) também são veganas.

O kit vegano da PETA está sendo distribuído em todo o mundo.
O kit vegano para iniciantes da PETA é distribuído em todo o mundo. (Foto: PETA)

Elisa Allen, diretora da PETA no Reino Unido, disse à PBN: “Morrissey incentivou muitos de seus fãs a mudarem o estilo de vida para vegano ou vegetariano, salvando inúmeros animais de sofrimento e morte. Para ajudar as pessoas a fazer a mudança, a (PETA) está informando um grande número de pessoas no mundo inteiro – incluindo pessoas famosas como John Bradley West – que os animais mortos para o consumo de carne, são animais que sofrem e nunca passam o tempo com suas famílias, sentem o calor do sol nas costas ou realizem qualquer coisa que façam suas vidas valerem a pena – e eles se encontram com um fim assustador”.

“Muitas pessoas se inscrevem para receber nosso kit vegano de 30 dias, foram entregues muitas cópias gratuitas do nosso kit de iniciação vegana,  começaram a perceber que isso é muito mais do que canções, porque a música de Morrissey tem uma mensagem de respeito aos animais de todas as espécies”, finalizou.

Veja o vídeo abaixo em Inglês e sem legendas:

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Canadá está investindo em alimentos com base em plantas.
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Canadá investirá 150 milhões de dólares em alimentos à base de plantas

Canadá está investindo em alimentos com base em plantas.
Canadá investirá em alimentos com base em vegetais. (Foto: The Healthy Home Economist)

Um programa federal no Canadá investirá cerca de 150 milhões de dólares em alimentos vegetais. O país criou uma iniciativa superaglomerada de 950 milhões de dólares destinados para o financiamento de inovação no setor de alimentos e manufatura, e uma parcela desse fundo foi garantida no mês passado.

Frank Hart, presidente do grupo Protein Industries Canada (um grupo de 120 empresas que trabalham para desenvolver alimentos à base de plantas), disse à CTV News Canada que os fundos serão destinados para novos alimentos desenvolvidos a partir de sementes de linho, cânhamo, aveia e legumes – a maior plantação do oeste canadense. “É um mercado que se espera expandir de forma significativa”, disse Hart.

De acordo com Gordon Bacon, CEO da Pulse Canada, os consumidores estão cada vez mais interessados ​​em alimentos criados a partir de plantas. “É uma combinação de mudança no processamento, é uma mudança na consciência do consumidor, e também é uma mudança de custo”, disse Bacon.

“as empresas de carne e de produtos lácteos estão procurando proteínas desenvolvidas em vegetais para complementar sua linha de produtos. Não é uma empresa contra a outra”. A mudança descrita por Bacon é evidente em aquisições recentes realizadas por empresas canadenses, incluindo a marca de carne Maple Foods, que adquiriu duas marcas baseadas em plantas Field Roast e Lightlife Foods, em 120 milhões de dólares e 140 milhões de dólares, respectivamente.

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O que todos os veganos devem saber sobre a B12

Uma ingestão muito baixa de vitamina B12 pode provocar anemia e danos no sistema nervoso.

As únicas fontes veganas fidedignas de vitamina B12 são os alimentos enriquecidos (incluindo alguns leites vegetais, alguns produtos de soja e alguns cereais de pequeno-almoço) e os suplementos de B12. A vitamina B12 (incluindo a B12 em alimentos enriquecidos, em suplementos e em alimentos de origem animal) tem origem em microorganismos.

A maioria dos veganos ingere uma quantidade de vitamina B12 suficiente para evitar anemia e danos no sistema nervoso, mas muitos não ingerem a quantidade suficiente para minimizar potenciais riscos de doenças cardiovasculares ou complicações durante a gravidez.

Recomendações

Para tirar o máximo proveito de uma dieta vegana, os veganos deverão seguir uma das seguintes recomendações:

ingerir alimentos enriquecidos 2 ou 3 vezes por dia para obter pelo menos 3 µg de B12 por dia, ou
tomar um suplemento de B12 diariamente que forneça pelo menos 10 µg de B12, ou
tomar um suplemento semanal de B12 que forneça pelo menos 2000 µg.

Se depender de alimentos enriquecidos, verifique cuidadosamente as etiquetas para se certificar de que obtém suficiente B12. Por exemplo, se uma dose de leite vegetal enriquecido com vitamina B12 contiver 1 µg de B12, consumir 3 doses por dia fornece a B12 suficiente. Algumas pessoas poderão considerar a utilização de suplementos de B12 mais conveniente e económica.

Quanto menor for a frequência com que se ingere B12 tanto maior deverá ser a quantidade ingerida, pois a B12 é melhor absorvida em pequenas quantidades. As recomendações acima têm esse facto em consideração. Não há nenhum problema em exceder as quantidades recomendadas nem em combinar mais do que uma opção para ingestão de B12.

Informação adequada promove a saúde vegana, passe a palavra. Se não ler mais nada sobre a vitamina B12, já leu tudo aquilo que precisa de saber. Se pretender saber mais, continue a ler.

Este documento informativo foi preparado por Stephen Walsh, membro da UK Vegan Society, e outros membros do grupo científico da União Vegetariana Internacional (IVU-SCI), em Outubro de 2001. Esta informação pode ser livremente reproduzida, mas apenas na sua totalidade (a lista de subscritores pode ser omitida).

[Lista de subscritores omitida.]

Lições da História

A vitamina B12 é uma vitamina extraordinária. Ela é necessária em doses mais pequenas do que qualquer outra vitamina conhecida. Dez microgramas de B12 distribuídos ao longo de um dia parecem fornecer tanta B12 quanta o organismo consegue utilizar. Na ausência de ingestão aparente de B12, os sintomas de carência levam normalmente cinco anos ou mais para se manifestarem em adultos, embora algumas pessoas tenham problemas ao fim de um ano. Um número muito reduzido de pessoas sem nenhuma fonte fidedigna óbvia de B12 parece evitar sintomas de deficiência clínica durante 20 anos ou mais. A B12 é a única vitamina que não é reconhecida como podendo ser obtida de forma fidedigna através de uma dieta vegetal variada com alimentos integrais e bastante fruta e legumes, conjugada com a exposição ao sol. Muitos mamíferos herbívoros, incluindo vacas e ovelhas, absorvem B12 produzida por bactérias no seu próprio sistema digestivo. A vitamina B12 encontra-se, em alguns casos, no solo e nas plantas. Estas observações levaram alguns veganos a sugerir que a questão da vitamina B12 não necessitava de particular atenção, ou até que se tratava de um embuste. Outros propuseram alimentos específicos (incluindo algas spirulina e nori, tempeh e cevada fresca) como fontes de origem não-animal adequadas de B12. Estas alegações, contudo, não resistiram ao teste do tempo.

Em mais de 60 anos de experimentação vegana, apenas os alimentos enriquecidos com B12 e os suplementos de B12 provaram ser fontes fidedignas de vitamina B12, capazes de suportar uma saúde óptima. É muito importante que todos os veganos se assegurem de que ingerem uma quantidade adequada de B12 a partir de alimentos enriquecidos ou suplementos. Isto beneficiará a nossa saúde e ajudará a atrair outros para o veganismo através do nosso exemplo.

Obter Uma Quantidade Adequada de B12

As recomendações para a ingestão de B12 variam de forma significativa de país para país. A dose diária recomendada nos EUA é de 2,4 µg por dia para adultos subindo para 2,8 µg por dia para mulheres em aleitamento. A recomendação alemã é de 3 µg por dia. A doses recomendadas são geralmente baseadas numa absorção de 50%, uma vez que isso é o típico para pequenas quantidades de B12. Para satisfazer as recomendações alemã e norte-americana é necessário obter B12 suficiente para absorver 1,5 µg por dia, em média. Esta quantidade deve ser suficiente para evitar até os sinais iniciais de ingestão inadequada de B12, tais como níveis ligeiramente elevados de homocisteína e ácido metilmalónico (MMA), na maioria das pessoas. Uma elevação, ainda que pequena, nos níveis de homocisteína está associada a um risco acrescido de muitos problemas de saúde, incluindo doenças cardiovasculares em adultos, pré-eclâmpsia durante a gravidez e defeitos do tubo neural em bebés.

É fácil conseguir uma ingestão adequada de B12 e existem vários métodos ajustáveis às preferências de cada um. A absorção de B12 varia entre cerca de 50% (quando é ingerida uma quantidade de 1 µg ou menos) e cerca de 0,5% (quando são ingeridas quantidades de 1000 µg ou mais). Portanto, quanto menor for a frequência com que se consome B12, maior será a quantidade total necessária para obter a quantidade absorvida pretendida.

A ingestão frequente de alimentos enriquecidos com B12, de modo a consumir 1 µg de B12 por 3 vezes ao longo do dia e com algumas horas de intervalo, fornece uma quantidade adequada de B12. A disponibilidade de alimentos enriquecidos varia de país para país e as quantidades de B12 variam de marca para marca, pelo que assegurar uma ingestão adequada de B12 requer a leitura cuidada das etiquetas e alguma ponderação para elaborar um padrão que esteja de acordo com os gostos pessoais e os produtos disponíveis.

Tomar diariamente um suplemento que contenha 10 µg ou mais de B12 fornece uma quantidade idêntica de B12 à de 1 µg consumido 3 vezes ao dia. Este pode ser o método mais económico, pois uma tablete pode ser consumida pedaço a pedaço. 2000 µg de B12 consumidos uma vez por semana também fornecem uma quantidade adequada de B12. Qualquer suplemento de B12 deve ser mastigado ou deixado a dissolver na boca para melhorar a absorção. As tabletes devem ser mantidas num recipiente opaco. Como com qualquer outro suplemento, é prudente não tomar mais do que o necessário para obter o máximo benefício. Como tal, ingestões superiores a 5000 µg por semana devem ser evitadas, apesar de não existir qualquer prova de que doses superiores apresentem toxidade.

Qualquer uma das três opções acima referidas deve satisfazer as necessidades da vasta maioria de pessoas com um metabolismo normal no que respeita à vitamina B12. Indivíduos com absorção deficiente de B12 poderão verificar que o terceiro método, 2000 µg de B12 uma vez por semana, funciona melhor, uma vez que não depende intrinsecamente da absorção no intestino. Existem outros, muito raros, defeitos metabólicos que exigem uma abordagem completamente diferente para atingir a quantidade necessária de B12. Se tiver alguma razão para suspeitar de um problema sério de saúde, procure aconselhamento médico de imediato.

Sintomas de Deficiência de B12

A deficiência clínica de B12 pode provocar anemia ou danos no sistema nervoso. A maioria dos veganos consome B12 suficiente para evitar deficiência clínica. Dois subgrupos de veganos encontram-se em particular risco de deficiência: veganos de longa data que evitam alimentos enriquecidos (tais como crudívoros ou veganos macrobióticos) e bebés em fase de amamentação de mães veganas cuja ingestão de B12 seja reduzida.

Em adultos, os sintomas típicos de deficiência incluem falta de energia, uma sensação de formigueiro, dormência, sensibilidade reduzida à dor ou pressão, visão nublada, maneira de andar anormal, língua irritada, fraca memória, confusão, alucinações e mudanças de personalidade. Muitas vezes, estes sintomas desenvolvem-se gradualmente num espaço de vários meses a um ano antes de serem reconhecidos como tratando-se de sintomas de deficiência de B12, sendo normalmente reversíveis com a administração de B12. Contudo, não existe nenhum conjunto de sintomas inteiramente consistente e fiável e existem casos de danos permanentes em adultos, resultantes de deficiência de B12. Se suspeitar de algum problema, procure um diagnóstico recorrendo a um médico, pois qualquer um destes sintomas pode dever-se a outras causas que não deficiência de B12.

Tipicamente, as crianças mostram sintomas de deficiência de B12 mais rapidamente do que os adultos. A deficiência de B12 pode conduzir à falta de energia e apetite, e impedir o desenvolvimento da criança. Se não for corrigida rapidamente, esta deficiência pode levar ao coma e à morte. Mais uma vez, não existe um padrão de sintomas inteiramente consistente. As crianças estão mais sujeitas a danos permanentes do que os adultos. Algumas recuperam por completo, mas outras demonstram um desenvolvimento retardado.

O risco para este grupos é, por si só, razão suficiente para apelar a todos os veganos para que transmitam uma mensagem consistente quanto à importância da vitamina B12 e para darem um exemplo positivo. Cada caso de deficiência de B12 numa criança vegana ou num adulto mal informado é uma tragédia que leva o veganismo ao descrédito.

A Ligação à Homocisteína

Contudo, este não é o fim da história. A maioria dos veganos apresentam níveis de B12 suficientes que tornam improvável uma deficiência clínica, mas demonstram uma actividade restrita de enzimas relacionadas com a B12, levando a elevados níveis de homocisteína. Foram reunidas fortes provas durante a última década de que níveis elevados de homocisteína, ainda que apenas ligeiramente, aumentam o risco de doenças cardiovasculares, AVC e complicações durante a gravidez. Os níveis de homocisteína também são afectados por outros nutrientes, sobretudo pelos folatos. As recomendações genéricas para uma maior ingestão de folatos têm como objectivo reduzir os níveis de homocisteína e evitar estes riscos. A ingestão de folatos por partes dos veganos é normalmente boa, particularmente se forem consumidos bastantes legumes de cor verde. Porém, repetidas observações de elevados níveis de homocisteína em veganos, e em menor grau noutros vegetarianos, mostra de modo conclusivo que a ingestão de vitamina B12 precisa também de ser adequada para evitar riscos desnecessários.

Testar os Níveis de B12

Um teste ao nível de B12 no sangue é muito pouco fiável para os veganos, particularmente para os veganos que consumam alguma forma de algas. As algas e outras plantas contêm análogos da vitamina B12 (falsa B12) que podem imitar a verdadeira B12 nos testes ao sangue, mas que na verdade interferem no metabolismo da vitamina B12. Contagens sanguíneas também não são fiáveis, pois a ingestão de elevadas quantidades de folatos suprime os sintomas de anemia provocada por uma deficiência de B12 que podem ser detectados por uma contagem sanguínea. O teste à homocisteína do sangue é mais fiável, sendo desejáveis níveis inferiores a 10 mmol/litro. O teste mais específico para avaliar os níveis de B12 é o teste ao ácido metilmalónico (MMA). Se este ácido estiver no seu nível normal no sangue (< 370 nmol/l) ou na urina (< 4 mg/mg creatinina), tal significa que o organismo tem B12 suficiente. Muitos médicos ainda confiam nos testes aos níveis de B12 no sangue e contagens sanguíneas, mas estes métodos não são adequados, sobretudo em veganos.

Existe Alguma Alternativa Vegana aos Alimentos Enriquecidos e Suplementos?

Se, por alguma razão, optar por não ingerir alimentos enriquecidos com B12 ou suplementos de B12, deverá reconhecer que está a levar a cabo uma experiência perigosa — uma experiência que muitos tentaram antes com muito baixa taxa de êxito. Se for um adulto e não for uma mãe a amamentar um filho, nem uma mulher grávida ou a procurar engravidar, e pretender testar por sua conta e risco uma potencial fonte de B12 que ainda não se tenha provado ser inadequada, tal poderá ser razoável desde que sejam tomadas as devidas precauções. Para sua própria segurança, deverá testar anualmente os níveis de B12. Se a homocisteína ou o ácido metilmalónico (MMA) estiverem elevados, ainda que apenas ligeiramente, estará a colocar em perigo a sua saúde se continuar a experiência.

Se for uma mulher a amamentar uma criança, uma mulher grávida ou a procurar engravidar ou um adulto que pretende levar a cabo tal experiência numa criança, não corra esse risco. Não há justificação para tal atitude.

Alegadas fontes de B12 que foi demonstrado através de estudos directos em veganos serem inadequadas incluem: bactérias do intestino humano, spirulina, nori desidratada, cevada fresca e a maioria das restantes algas. Vários estudos com veganos crudívoros mostraram que os alimentos crus não oferecem nenhuma protecção especial.

Relatos de que a B12 foi medida num determinado alimento não são suficientes para qualificar esse alimento como uma fonte fidedigna de B12. É difícil distinguir a verdadeira B12 de análogos que podem impedir o funcionamento do metabolismo da vitamina B12. Ainda que verdadeira B12 esteja presente num alimento, ela pode ser ineficaz se esse alimento também contiver análogos de B12 em doses comparáveis às da verdadeira B12. Existe apenas um teste fiável para uma fonte de B12 — consegue essa fonte impedir e corrigir de modo consistente a deficiência de B12? Alguém que proponha determinado alimento como uma fonte de B12 deve ser desafiado a apresentar tal prova.

Uma Dieta Natural, Saudável e Compassiva

Para ser verdadeiramente saudável, uma dieta tem de ser adequada não apenas para os indivíduos isolados, mas tem também de permitir que todos os 6 mil milhões de pessoas tenham boa saúde e uma coexistência sustentável com as muitas outras espécies que formam esta “terra viva”. Deste ponto de vista, a adaptação natural para a maioria dos humanos (possivelmente todos) no mundo moderno é uma dieta vegana. Não existe nada de natural na abominável criação intensiva de animais dos dias de hoje nem na sua tentativa de reduzir seres vivos e sencientes a simples máquinas. Ao escolher usar alimentos enriquecidos ou suplementos de B12, os veganos estão a obter vitamina B12 da mesma fonte que todos os outros animais no planeta — microorganismos — sem causar sofrimento a nenhum ser senciente nem causar danos ambientais.

Os veganos que consumam quantidades adequadas de alimentos enriquecidos ou suplementos de B12 são muito menos propensos a sofrer de deficiência de B12 do que um omnívoro típico. O Instituto de Medicina dos EUA deixa isso bem claro ao estabelecer as doses recomendadas de B12. “Dado que 10 a 30% das pessoas mais idosas poderão ser incapazes de absorver B12 de fontes naturais, é aconselhável que as pessoas com idade superior a 50 anos preencham a dose diária recomendada de B12 principalmente através da ingestão de alimentos enriquecidos com B12 ou suplementos de B12.” Os veganos devem seguir este conselho cerca de 50 anos antes, para seu próprio benefício e para benefício dos animais. A vitamina B12 não precisa jamais de ser um problema para veganos bem informados.

Informação adequada promove a saúde vegana, passe a palavra.

Este artigo é uma carta aberta compilada por Stephen Walsh e subscrita por diversos profissionais de saúde e organizações veganas. Tradução: Muda o Mundo.

Fonte: Muda o Mundo

 

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Notícias

Evento em prol dos animais chega ao Rio de Janeiro

Entre os dias 30 de setembro a 6 de outubro, será realizada no Rio de Janeiro a 2ª edição do projeto Paz Também Para os Animais, em comemoração ao Dia Mundial dos Animais, celebrado em 4 de outubro.

O evento, sem fins lucrativos e de caráter socioambiental e educativo, engloba cultura e informação sobre os direitos animais e bem estar animal, visa estimular a construção de uma sociedade mais consciente e uma relação que envolva homens e animais de modo mais respeitoso.

A programação do evento, que é gratuito e aberto ao público interessado no tema, contempla o lançaamento do Vídeo Documentário RODEIO – De que lado você está?, uma produção do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, que conta com a narração do ator Paulinho Vilhena; exposição on-line de desenhos das crianças participantes do Projeto de Responsabilidade Social do Metrô Rio – Estação Alegria, e de alunos da Escola Grumette, que retratam suas relações com os animais e o meio ambiente, a serem exibidos na página do evento no Facebook;  arrecadação de alimentos a serem doados às ONGs que abrigam animais abandonados; ciclo de palestras – realizado durante os dias 1º a 4 de outubro.

Veja a programação completa:

1º de outubro (terça):
18h30 – Os benefícios da alimentação vegetariana para saúde, animais e meio ambiente, com ilustrações do vídeo VEGANA (Instituto Nina Rosa).
Palestrante: Jacqueline Oliveira, nutricionista especialista em alimentação natural.

20h15 – Legislação em defesa dos animais
Palestrante: Daniel Braga Lourenço, advogado membro do Centro de Direitos dos Animais e Ecologia Profunda da UFRJ.

2 de outubro (quarta):
18h30 – Educação como solução para o abandono – guarda responsável e o papel do Médico Veterinário
Palestrante: Mabel Vaz, coordenadora do Hospital Veterinário da Anhanguera Unipli.

20h15 – Educação Humanitária: uma lição de vida
Palestrante: Aparecida Negreiros, pedagoga pós-graduada em treinamento, especialista em Educação Humanitária, voluntária do Instituto Nina Rosa.

3 de outubro (quinta):
18h30 – Animais doadores de sangue
Palestrantes: Alan Wermelinger e Bernardo Paiva, diretores do Hemoterapet.

20h15 – Perigos no convívio com animais durante a gravidez: mito ou realidade?
Palestrante: Raquel Sampaio, mestre em Medicina Veterinária, especialista em felinos, membro da American Association of Feline Practitioners e responsável pela Clínica médica de felinos – Hospital Veterinário Canne & Gatto.

4 de outubro (sexta):
18h30 – Terapias complementares na cura dos animais
Palestrante: Alzira Aymoré é jornalista com mestrado em Reiki pelo Sistema Usui Shiki Ryoho de CuraNatural (RJ) e formação em Terapias Complementares e Integrativas pela Faculdade Ateneu (CE).

20h15 – A pet terapia no tratamento de doenças humanas
Palestrante: Roberta Araújo, presidente do Projeto Pêlo Próximo.

Encerramento oficial: Caminhada pela Paz Também Para os Animais no domingo, 06 de outubro, das 9h às 12h, na Praia de Copacabana.

Serviço:

Evento – Paz também para os animais
Cerimônia de Abertura e Lançamento do DVD Rodeio: de que lado você está?
Data: 30/09/13
Horário: 19h
Local: Auditório do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro | Rua Evaristo da Veiga, nº: 16 – Cinelândia
Entrada: 1 kg de ração para cães e gatos
Informações: www.linproducoes.com.br
Inscrições: (21) 3586-7589 | 8319-8378 | linproducoes@uol.com.br

Ciclo de Palestras
Data: 1º a 4 de outubro
Horário: 18h30 às 21h45
Local: Auditório da ESPM RIO – Rua do Rosário, nº: 90/11º andar – Centro
Entrada: 1 kg de ração para cães e gatos
Informações: www.linproducoes.com.br
Inscrições: (21) 3586-7589 | 8319-8378 | linproducoes@uol.com.br

Caminhada
Data: 06 de outubro (domingo)
Horário: 9h às 12h
Local: Praia de Copacabana (concentração em frente ao Hotel Copacabana Palace)

O Paz Também Para os Animais é uma realização da Lin Produções – Jornalismo & Comunicação, e nesta 2ª edição conta com o patrocínio da revista Rota Carioca e com o apoio das seguintes instituições, BAYER; Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM RIO); Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro; Centro Universitário Plínio Leite Anhanguera; Metrô Rio; Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal; Instituto Nina Rosa; Projeto Pêlo Próximo; Hemoterapet; Hospital Canne & Gatto; Sociedade Vegetariana Brasileira; Warner Music Brasil e do cantor e compositor Jorge Vercillo, que nos concedeu autorização dos direitos autorais para uso da música Em tudo que é belo, como trilha sonora do Projeto.

Fonte: Notícia Animal

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