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O segredo para viver uma vida longa e saudável pode estar em uma alimentação à base de vegetais

Por Rafaela Damasceno

Uma longa expectativa de vida pode ser alcançada por diversas mudanças simples: exercícios regulares, pouco ou nenhum consumo de álcool, uma alimentação saudável. Mas atualmente existem tantas formas de alimento que as pessoas não sabem mais o que devem ou não consumir.

Vários alimentos saudáveis dispostos em uma mesa. Entre eles frutas, legumes e vegetais
Foto: Getty

De acordo com a consultora médica, Dra. Sarah Brewer, e a nutricionista Juliette Kellow, uma alimentação livre de produtos de origem animal pode ser extremamente benéfica, e a melhor opção para o organismo humano. No livro que escreveram juntas, “Coma melhor, viva mais”, as duas afirmam que as comunidades do mundo com a maior expectativa de vida compartilham uma alimentação focada principalmente nos vegetais, frutas e legumes.

“Basear sua alimentação nos vegetais parece proteger contra muitas condições relacionadas a idade, como doenças cardíacas, câncer, obesidade e diabetes tipo 2”, afirmam.

Muitos estudos mostram que uma alimentação sem produtos de origem animal reduz a mortalidade significativamente. Em 2015, uma pesquisa descobriu que se alimentar de pelo menos 70% de vegetais reduz o risco de doenças cardiovasculares em 20%.

Dra. Brewer e Kellow declaram que parar de consumir produtos de origem animal implica em uma redução dos nutrientes que eles contêm, que são ligados à problemas de saúde. Já os vegetais possuem inúmeros nutrientes benéficos.

Os povos do Mediterrâneo são conhecidos por sua longevidade. Na Sardenha (ilha italiana) e na ilha grega de Ikaria muitos adultos chegam até os 90 anos de idade. Segundo as especialistas, eles tendem a limitar o consumo de carne vermelha, manteiga, alimentos processados e ricos em açúcar. Se alimentam de muitos produtos naturais.

Estudos também mostram uma queda de 53% do risco da doença de Alzheimer nas pessoas que seguem uma dieta parecida.


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Jornalismo cultural, Notícias

Segundo pesquisa, 70% dos britânicos de 8 a 16 anos querem mais opções veganas e vegetarianas nas escolas

Por David Arioch

A conclusão é baseada em um questionário respondido por mil jovens (Foto: Getty)

Uma pesquisa conduzida pela empresa de produtos vegetarianos Linda McCartney Foods revelou que 70% dos britânicos na faixa etária de 8 a 16 anos querem mais opções veganas e vegetarianas nas escolas. A conclusão é baseada em um questionário respondido por mil jovens.

Entre os jovens que não consomem carne, 44% afirmaram que a principal motivação é ser “mais gentil com os animais”. Já 31% apontaram em primeiro lugar a preocupação com o meio ambiente, seguido por 19% que justificaram a abstenção como sendo uma questão de saúde.

A pesquisa também foi realizada com pais de alunos – 81% alegaram que não há opções vegetarianas saudáveis e saborosas o suficiente nas escolas. Além disso, 45% dos pais disseram não ver problema caso o filho queira se tornar vegetariano, desde que leve uma vida saudável.

Linda McCartney lança versão vegetariana da linguiça lincolnshire

A Linda McCartney Foods lançou no mês passado uma versão vegetariana da linguiça inglesa do tipo lincolnshire. A principal diferença é que o alimento é baseado em proteína de ervilha.

Com aroma de cebola e sálvia, o produto começou a ser comercializado hoje em embalagens com seis unidades nas lojas da Tesco no Reino Unido.

Na divulgação do lançamento do produto, a marca lembrou que a empreendedora, ativista e fotógrafa Linda McCartney fundou a empresa em 1991, com o intuito de estimular as pessoas a buscarem mais alternativas vegetais.

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Campanha que incentiva a adoção do veganismo no mês de janeiro será expandida para diversos países

A Veganuary, uma instituição de caridade que incentiva as pessoas a tornarem-se veganas no mês de janeiro, anunciou que expandirá seu programa para diversos países. Desde seu lançamento, em 2014, a campanha já teve mais de 250 mil de participantes, e a maioria dos envolvidos eram principalmente dos Estados Unidos e Reino Unido.

A campanha Veganuary, que incentiva as pessoas a tornarem-se veganas no mês de janeiro, anunciou que expandirá seu programa para diversos países.
Foto: Reprodução

A ação tem o objetivo de impulsionar o alcance da campanha e inspirar mais consumidores ao redor do mundo e irá concentrar-se especialmente em países como o Brasil, a Índia e a China, onde o consumo de carne tende a ser maior.

“Uma filosofia de vida vegana é algo que todos devem ter a oportunidade de experimentar e se beneficiar”, disse o co-fundador do Veganuary, Matthew Glover, em um vídeo da campanha.

Para auxiliar no crescimento, a instituição lançou uma campanha de crowdfunding para arrecadar cerca de 15 mil libras (R$ 74 mil). Com o dinheiro, contratará novos funcionários e criará sites personalizados para cada país, que serão apresentados em vários idiomas e oferecerão receitas específicas da região.

“Queremos abraçar as diferenças culturais e garantir que estamos falando com as pessoas de maneira que as atinja. O que funciona bem na Austrália pode não funcionar tão bem em Portugal, e vice-versa ”, disse a página de crowdfunding.

A Veganuary foi fundada no Reino Unido, mas alinhando-se com seus planos de expansão, a marca está contratando um chefe de campanha na América do Norte, devido à grande parcela da população dos Estados Unidos e Canadá que está aderindo ao veganismo.

A instituição tem obtido sucesso crescente desde o seu lançamento, com as campanhas sendo cada vez maiores e melhores com o passar dos anos.

Este ano, o número de participantes cresceu 183% em comparação com 2017, com um impressionante número de 168.542 pessoas oficialmente prometendo se tornar veganas em janeiro.

Uma pesquisa revelou que 62% dos participantes do Veganuary se mantiveram veganos após o fim do mês e 99% dos envolvidos o recomendariam para outras pessoas.

A saúde, o meio ambiente e o bem-estar animal são os três principais impulsionadores para as pessoas que optam por se tornar veganas, sendo os animais a motivação mais popular, com 43% dos participantes do programa considerando este o principal motivo para abandonar o consumo de carne, laticínios e ovos.

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Dietas à base de plantas podem acabar com a acne

Os benefícios de uma alimentação saudável são observados no corpo de dentro para fora. Uma surpreendente vantagem do consumo de uma dieta vegana, rica em vitaminas e minerais, é a melhora na qualidade da pele, podendo até ajudar na eliminação de acne.

Uma vantagem do consumo de uma dieta vegana, rica em vitaminas e minerais, é a melhora na qualidade da pele, podendo até ajudar na eliminação de acne.
Foto: Reprodução

A acne se desenvolve na pele quando os poros ficam entupidos por pele morta. O sebo, ou materiais gordurosos, então se acumulam dentro desse poro entupido, causando um aumento de bactérias e inflamação, também conhecido como espinha.

Limpadores faciais contra acne são comercializados para desobstruir os poros e definitivamente ajudam na superfície do problema, mas há uma maneira muito melhor para tratar a acne. Em vez de focar apenas no combate a acne externamente, é importante lembrar que a pele reflete tudo o que é ingerido pelo corpo.

A nutrição desempenha um papel enorme no bem-estar da pele. Estudos mostram que uma dieta rica em gordura saturada pode aumentar a produção de sebo na superfície da pele, entupindo os poros e, assim, dando-lhe acne.

Além disso, óleos refinados e gorduras animais têm sido associados à má circulação, o que faz com que a pele fique mais suscetível à acne. A falta de antioxidantes derivados de plantas também pode afetar negativamente o bem-estar de sua pele.

Uma dieta vegetariana de alimentos integrais, com baixo teor de gordura saturada, é uma maneira para livrar a pele de manchas. Isso ocorre porque, com uma dieta baseada em vegetais, são retiradas todas as gorduras animais que podem aumentar os materiais gordurosos na pele, e também há um aumento na ingestão de antioxidantes encontrados apenas em alimentos vegetais.

A acne ocorre devido à oxidação do sebo. Dessa forma, a ingestão de antioxidantes ajuda na prevenção de espinhas. Alguns alimentos de origem vegetal que podem ajudar a conquistar uma ótima pele são:

Mirtilos

Essa fruta é rica em antocianina, um flavonóide com propriedades antioxidantes, e em vitamina C, outro antioxidante ligado à saúde da pele porque ajuda na síntese de colágeno na pele.

 

Goji Berries

Foto: Reprodução

Essas frutas são caracterizadas como superalimentos porque contêm uma grande variedade de antioxidantes, vitaminas e vestígios de minerais.

 

Chocolate Amargo ou cacau cru

Foto: Reprodução

Esse alimento tem 40 vezes a quantidade de antioxidantes que os mirtilos.

 

Noz-pecã

Foto: Reprodução

Essa é a melhor fonte de antioxidantes da família de nozes.

 

Alcachofras

Foto: Reprodução

Além de possuir muitos antioxidantes e vitamina C, também auxilia no combate a doenças.

 

Cranberries

Foto: Reprodução

Essa fruta possui antioxidantes e as vitaminas A e C, que comprovadamente aumentam o colágeno na pele.

 

Coentro

Foto: Reprodução

É uma erva saborosa que combate a oxidação do sebo, e também é um ótimo anti-inflamatório para combater a pele irritada.

 

Feijões

Foto: Reprodução

O grão é rico em zinco, que podem ajudar a reparar a pele danificada, e também contêm antioxidantes que curam a pele.

A regular ingestão desses, e de outros, alimentos à base de plantas beneficiam o funcionamento do organismo como um todo, e ainda livram animais do sofrimento em fazendas industriais de produtos de origem animal.

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Chef vegano afirma que redes sociais influenciam hábitos mais saudáveis

Gaz Oakley, chef conhecido por criar versões veganas de pratos de carne conhecidos, acha que sites como Instagram, Facebook e Pinterest estão liderando um aumento no consumo de alimentos saudável.

chef em sua cozinha
O chef britânico afirma usar suas redes sociais como forma de propagar formas mais saudáveis de alimentação.

“Acho que há muito conhecimento e informações hoje em dia sobre alimentação saudável, e as mídias sociais realmente ajudaram nisso. É uma ótima plataforma para usar apenas para obter inspiração “, disse Oakley, de 26 anos.

E ele tem propriedade para falar sobre a influência das redes sociais. O chef acumula mais de 228.000 seguidores em sua conta “AvantGardeVegan” no Instagram, além de mais de 250.000 inscritos em seu canal no YouTube. Nessas plataformas, ele costuma desmistificar o estigma que comidas veganas são chatas ou ruins.

“Coisas como o YouTube são incríveis”, disse ele ao lançar sua mais recente coleção de receitas à base de vegetais inspirada na nova marca de smoothies AdeZ. “Posso filmar uma receita e postar para pessoas de todo o mundo. O Instagram particularmente ajudou a levar esse estilo de vida às pessoas”.

Ele acrescentou: “As redes sociais também tornaram o mundo menor, o que é ótimo, especialmente para a comunidade vegana, porque sou capaz de alcançar pessoas em todas as partes do mundo e mostrar a elas como a comida vegana pode ser simples e ótima. Assim, mesmo que você não seja um fã de gastronomia, pode ir no Instagram, no Pinterest ou no YouTube, encontrar pessoas como eu e outros influenciadores veganos incríveis por aí, ou apenas apreciadores de culinária em geral que estão criando comidas interessantes e práticas.”

“Você pode se inspirar a partir de lá, seja para a sua refeição da noite ou para uma refeição no fim de semana – há muita inspiração nos dias de hoje”.

Perguntado se a comida vegana era entediante, ele respondeu: “A comida vegana é saborosa demais. Utilizamos uma variedade de lindas frutas, vegetais e outros ingredientes. Não há motivo para ser chato. “

Oakley iniciou sua carreira na cozinha aos 15 anos de idade, quando trabalhou em um hotel em Cardiff, País de Gales. Lá, colegas lhe deram o apelido de “Gordon” em homenagem a Gordon Ramsay, inspiração e para quem o chef disse que mais gostaria de cozinhar .

“Eu o vi recentemente comentando em seu Twitter que daria uma chance ao veganismo. Não sei quanto tempo isso pode ter durado, mas eu adoraria mostrar a ele como isso pode ser bom. Como ele não é vegano, eu provavelmente iria com um dos meus substitutos de carne caseiros”, comentou Oakley sobre Gordon Ramsay.

A esperança é que a internet e as redes sociais continuem desmistificando tabus acerca de dietas livres de animais – e crueldade -, e também possibilitem a divulgação de uma gama de receitas, cada vez mais práticas.

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Veganos e vegetarianos têm menores chances de contrair intoxicação alimentar

Pesquisadores da Universidade de Maurícia divulgaram novas descobertas na conferência ASM Microbe 2018, que sugere que veganos e vegetarianos são menos propensos a terem intoxicação alimentar do que pessoas que comem carne.

Pessoas com dietas livres de carne são menos propícias a contrair intoxicação alimentar
Reprodução | Rota do Canguru

O estudo analisou a maneira que fatores como o tamanho da família, a dieta típica e o uso de toalhas de cozinha afetaram na propagação de bactérias como um precursor da intoxicação alimentar.

Os pesquisadores descobriram que o crescimento de patógenos em toalhas de cozinha sujas aumentou de acordo com um maior número de membros na família. Eles também descobriram que o tipo de bactéria e a taxa de crescimento estão interligados com a dieta, especificamente as que apresentam carne.

A análise de 100 toalhas de cozinha após um mês de uso revelou que a presença de coliformes (Escherichia coli ou E. coli) foi maior em toalhas mantidas em condições quentes e úmidas – onde as populações de bactérias florescem. Ele também disse que toalhas usadas para vários fins – ou seja, que não eram designadas para um ambiente específico – eram de maior risco.

Além disso, o estudo descobriu que as bactérias coliformes e S. aureus foram drasticamente mais prevalentes nas toalhas de famílias que comiam carne, ou seja, aqueles que evitam a carne da dieta, como vegetarianos e veganos, são expostos a menos bactérias.

“Os dados indicaram que práticas anti-higiênicas ao manusear alimentos não vegetarianos podem ser comuns na cozinha”, disse Susheela D. Biranjia-Hurdoyal, principal autora do estudo, ao Deccan Chronicle.

“Nosso estudo demonstra que a composição familiar e as práticas higiênicas na cozinha afetaram a carga microbiana de toalhas de cozinha. Também descobrimos que a dieta, o tipo de uso das toalhas e a umidade da cozinha podem ser muito importantes para promover o crescimento de potenciais patógenos responsáveis ​​pela intoxicação alimentar ”.

As bactérias transferidas para toalhas não são o único risco para a saúde que a ingestão de carne representa. A agricultura animal também tem possibilitado uma epidemia de “superbactérias” em rápido crescimento, evocada pelo uso excessivo de antibióticos na alimentação dos animais na fazenda.

Essas práticas permitem que bactérias, como a salmonela e a E. coli (encontradas em todos os produtos de carne), desenvolvam resistência aos antibióticos. Quando ingeridos, os seres humanos podem desenvolver uma resistência de segunda mão ao uso de antibióticos, complicando o tratamento médico mesmo para infecções menores.

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Atriz e cantora Kelly Osbourne (Foto: GettyImages)
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Atriz Kelly Osbourne adota veganismo e compartilha experiências no Instagram

A cantora, compositora e atriz britânica Kelly Osbourne é a mais nova celebridade adepta ao veganismo e um estilo de vida livre de crueldade animal. Recentemente, Kelly publicou em seu perfil no Instagram uma foto de seu queijo vegano favorito, compartilhando com os fãs suas experiências como vegana.

Atriz e cantora Kelly Osbourne (Foto: GettyImages)
Atriz e cantora Kelly Osbourne (Foto: GettyImages)

“Eu realmente sinto falta de comer queijo, então hoje eu tentei ‘macarrão vegano e molho cremoso’ conhecido como Mac and Cheese. Sobre o queijo… Não dá pra dizer a diferença”, comentou a celebridade sobre o prato vegano orgânico e embalado, com o molho cremoso da Annie Homegrown.

Foto: Instagram/Kelly Osbourne

Kelly Osbourne compartilha frequentemente com seus fãs na rede social as experiências do veganismo, além de comentar as comidas que gosta e seu amadurecimento. Ao compartilhar a foto de uma torrada com pepinos, comentou: “Eu costumava pensar que ser vegano era chato. Agora, me divirto mais com comida agora do que antes”.

Foto: Instagram/Kelly Osbourne

Embora Kelly não tenha confirmado sua dieta de escolha ultimamente, a celebridade é conhecida por ter uma certa afinidade por uma dieta vegana e saudável. Em 2012, Osbourne credenciou sua perda de peso para seu relacionamento com o chef vegano, Matthew Mosshart. O casal já se separou, porém os hábitos livres de crueldade animal aparentemente persistiram.

Disseminação do estilo de vida saudável

Muitas celebridades estão optando por um estilo de vida mais saudável e aderindo ao veganismo. Como principais motivações, sempre destaca-se o desejo por reduzir ativamente o consumo de produtos de origem animal.

A atriz Kate Winslet relatou que ela e sua família mantêm uma alimentação baseada em plantas, e o músico Will.i.am se tornou um defensor vegano depois de recentemente ter feito a mudança de dieta por motivos de saúde. A atriz da série de televisão Grey’s Anatomy, Ellen Pompeo, também já mencionou que ela e toda sua família são adeptos do estilo de vida vegano por conta dos benefícios que a dieta promove.

A ascensão do veganismo tem sido fenômeno marcante na sociedade, e um relatório recente descobriu que 20,6 milhões de animais são salvos caso pessoas alimentem-se de forma vegetariana durante uma vez por semana, ao longo de uma década. Além disso, programas como ‘Segunda Sem Carne’ tem sido implementados no Brasil e outros países, visando a diminuição do consumo de produtos de origem animal.

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Príncipe Harry está de adaptando a uma dieta vegana por influência de Meghan Markle (Foto: Daniel Leal Olivas)
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Príncipe Harry se aproxima de uma alimentação à base de vegetais

O Príncipe Harry e noivo da atriz Meghan Markle está se adaptando a uma dieta rigorosa e ritmo de exercícios semelhantes à de sua noiva, com intuito de perder peso para o próximo casamento real.

Príncipe Harry está de adaptando a uma dieta vegana por influência de Meghan Markle (Foto: Daniel Leal Olivas)
Príncipe Harry está de adaptando a uma dieta vegana por influência de Meghan Markle (Foto: Daniel Leal Olivas)

Uma fonte anônima disse ao The Daily Mail que não só o príncipe de 33 anos está fazendo academia, como também mudou drasticamente sua dieta.

Semelhante à de Meghan Markle, a dieta do casamento do Príncipe Harry é centrada em alimentos integrais e à base de plantas, como couve, quinoa, sucos e smoothies de frutas frescas. Carboidratos e supostamente, carne, estão fora do cardápio por enquanto.

“Meghan mudou completamente a dieta de Harry. Ela está fazendo suco e ele perdeu pelo menos um quilo e meio, o que é muito para alguém tão magro quanto ele”, disse a fonte. “ Ela também está tirando a carne [das refeições] dele ”.

A diferente dieta do Príncipe Harry surpreende quem o conhece: o noivo de Meghan é conhecido por adorar alimentos como frango frito e hambúrgueres. Porém, quando em busca de perda de peso, saúde e uma dieta equilibrada, não é surpresa que a carne seja um dos alimentos retirados da alimentação do príncipe.

Contradição

Embora o Príncipe Harry esteja reduzindo sua ingestão de produtos de origem animal, ele frequentemente é questionado por ativistas em defesa dos direitos animais devido ao seu ‘amor’ por esportes sangrentos, como a caça.

O príncipe foi questionado em 2017 por fazer parte de uma viagem de caça na Alemanha que matou 15 javalis. Mas no final do mesmo ano, Príncipe Harry abandonou o ‘esporte’ de tiro – supostamente à pedido de Markle.

A futura princesa Meghan Markle (Foto: Instagram)
A atriz e futura princesa Meghan Markle (Foto: Instagram)

A influência de Meghan Markle

Markle anteriormente contou que baseia sua dieta principalmente em vegetais, ao menos durante a semana. Em entrevista à Best Health, Meghan disse: “Eu tento comer de forma vegana durante a semana e depois tenho um pouco mais de flexibilidade com o que eu me alimento nos fins de semana. Mas, ao mesmo tempo, é tudo sobre equilíbrio”.

Meghan já foi destaque na imprensa em outros assuntos referentes aos direitos animais. Além de já ter resgatado um cão machucado e defendido a adoção de animais, uma fonte próxima da noiva do Príncipe Harry já revelou que Meghan Markle ‘se recusa’ a promover peças de roupas que se aproveitem da crueldade animal, como peles e couro. É extremamente importante ativismo de um ícone real com o reconhecimento de Meghan, assim a influência positiva contra a crueldade e exploração animal pode ser difundida para que o mundo tenha mais conscientização sobre os direitos animais.

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Alimentos processados estão sendo banidos de escolas americanas.
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Autoridades querem banir alimentos processados de escolas de Nova York

Legisladores norte-americanos querem proibir produtos artificiais e outras carnes processadas de serem servidas nas escolas públicas de Nova York, nos Estados Unidos. Os membros do conselho da cidade apresentaram o que está sendo chamado de resolução “Ban the Baloney” em tradução livre “Proibir a Mortadela”, a pedido do prefeito do Brooklyn, Eric Adams, que adotou uma dieta baseada em vegetais para cuidar da sua condição de diabético.

“Não podemos continuar alimentando nossos filhos substâncias que são cientificamente comprovadas para aumentar suas chances de câncer mais tarde na vida. Nuggets de frango e hambúrgueres estão na mesma classe de substâncias que os cigarros. Sabemos que nunca daríamos cigarros para nossos filhos fumarem, então não há absolutamente nenhuma razão para continuarmos a envenenar a saúde de nossos filhos com alimentos processados”, disse Adams.

Alimentos processados estão sendo banidos de escolas americanas.
Pesquisas comprovam que alimentos processados causam problemas de saúde. (Foto: Karmaspot’s)

Em 2015, a Organização Mundial de Saúde classificou a carne processada como um tipo cancerígeno do grupo 1, citando evidências científicas de que essas carnes, como bacon, presunto, salsichas e algumas carnes podem aumentar o risco de várias doenças, incluindo diabetes, cancros múltiplos e doenças respiratórias. A Resolução 238 observa que, o Departamento de Educação serve diariamente cerca de 95o mil refeições aos alunos, incluindo refeições que contenham carnes processadas.

“Estou apresentando esta resolução hoje para proteger a saúde e o bem-estar das crianças de Nova York. Em uma nota pessoal, eu fiz a escolha de adotar uma dieta baseada em vegetais para proteger minha própria saúde, então eu acredito firmemente que devemos fazer tudo o que pudermos para garantir que nossos filhos comam corretamente ”, afirmou o vereador Fernando Cabrera.

Outros membros do conselho como o artista Justin Brannan e a democrata Helen Rosenthal, também eliminaram a carne de suas dietas. O gabinete do prefeito de Blasio informou que está avaliando a proposta.

“Esta Administração está empenhada em fornecer a todos os nossos alunos refeições gratuitas, saudáveis ​​e nutritivas. Lançamos o programa Meatless Monday e estamos revisando essa proposta”, informou Olivia Lapeyrolerie, porta-voz da prefeitura.

Em 2015, menos de 20% das crianças de Nova York entre 6 e 12 anos comeram mais de cinco itens de frutas e vegetais por dia, e uma em cada três crianças em todo o país está com sobrepeso ou obesidade. A alimentação saudável nas escolas, particularmente uma dieta rica em frutas e vegetais, tem provado melhorar os resultados dos testes das crianças, os níveis de atenção e os níveis de energia, de acordo com os legisladores.

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Documentário “What the Health” incentiva o veganismo

Os cineastas que promoveram o filme, os mesmos do documentário “Cowspiracy: o Segredo da Sustentabilidade”, levantam a discussão sobre a correlação entre saúde e a ingestão de produtos de origem animal.

Cartaz do documentário What the Health
O documentário tem influenciado diversas pessoas a mudarem sua alimentação para o veganismo (Foto: What the Health)

Diversas reportagens locais têm abordado como o documentário está inspirando as pessoas a se tornarem veganas.

E o resultado já está sendo sentido nos restaurantes da cidade. Segundo os donos dos estabelecimentos, muitas pessoas têm ido buscar uma refeição baseada no documentário “What the Health“.

“Eu recebi um novo casal no jantar na semana passada que estava fazendo uma transição para uma dieta vegana após assistirem o documentário ‘What the Health’. Eu acho que [o filme] causou um impacto na sociedade, e definitivamente está trazendo novos clientes para o nosso restaurante”, afirma Sara Tormelin, dona do restaurante Spiral Diner & Bakery.

“É loucura que eu tenha ouvido falar tanto sobre esse documentário em tão pouco tempo”, comenta Troy Gardner, dono do restaurante V-Eats Modern Vegan, em entrevista ao Plant Based News. Gardner conta que já conheceu cinco pessoas que decidiram fazer a transição para o veganismo após assistirem o filme.

 

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Você é o Repórter

Rio recebe a 2ª edição do evento culinário Vegannezando

Veganne TV
contato.veganne@gmail.com

Evento acontece no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas no dia 17 de junho.
Além de culinária, evento contará com manifestações artísticas

A feira de culinária e de artigos veganos, Vegannezando, faz uma homenagem ao bairro Santa Teresa, do Rio de Janeiro. No dia 17 de junho, a partir das 10h o evento será realizado no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas.

O objetivo do projeto é criar não só uma feira, mas permitir que as pessoas experienciem o veganismo em todos os níveis, por meio de um ambiente acolhedor e para toda a família. O evento proporciona encontros entre adeptos e simpatizantes da causa e abre espaço para novos empreendedores de produtos afins.

Evento acontece no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas no dia 17 de junho.
Adeptos ou não da causa animal podem conhecer o evento

Diversos expositores de culinária e artesanato já estão confirmados como: Veganne, Solo Vegano, NaturÊba, Las Manas, Vegui Delícias, Fit & Org, PANCS Brasil, Gelados da Tribo, COMVIDAVeg, Hera Vegan, Barletta Massas Artesanais, Cia do Caju, Maori Pure Juice, Vinhos Canivezi, Wieninger Brasil, IBEJI Limpeza Consciente, Origen biocosméticos entre outros, trazendo doces, bobó de palmito, hambúgueres, tapioca, salgadinhos, cerveja artesana, vinho, cachaça de caju, risoto, pancs, sorvertes, sucos e muito mais produtos deliciosos e cruelty free.

Além das inúmeras manifestações artísticas, o evento contará com a participação da ONG Favela Art, que oferece oficinas de criação artística para crianças Complexo do Alemão.

Evento: Vegannezando [2a Edição] I Data: 17 de junho de 2017
Horário: 10h às 18h
Local: Centro Cultural Municipal Parque das Ruinas
R. Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa, Rio de Janeiro – RJ, 20241-050
Entrada franca

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Conheça esses incríveis bolos veganos feitos com ingredientes crus

Bolos são livres de ingredientes de origem animal
A Culinary Dots, de Berlim, faz bolos únicos e incríveis usando apenas ingredientes crus e veganos | Foto: Reprodução Instagram.

A Culinary Dots, empresa da chef, tem bolos que enchem os olhos por conta da sua confeitaria. Muitos bolos parecem verdadeiros buquês de flores.

Bolos são livres de ingredientes de origem animal
Juliana posta em rede social bolos prontos | Foto: Reprodução Instagram

Em sua conta no Instagram (@culinarydots) e no site oficial da Culinary Dots, é possível encontrar receitas desses bolos para que você possa recriar em casa. Porém, todas estão em inglês.

Fonte: Vírgula

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