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Macaco adota filhote de cachorro abandonado alimentando e protegendo o bebê como se fosse seu filho

Foto: Parithitamil
Foto: Parithitamil

No início deste mês, imagens surgiram nas mídias sociais mostrando um macaco rhesus que adotou um filhote de cachorro na cidade de Rode, na Índia.

Depois de observar o macaco defender o cachorrinho de outros cães abandonados, os habitantes locais ficaram tão impressionados que passaram a alimentar os dois companheiros incomuns.

Para surpresa de todos, o macaco era tão compassiva a maternal que até deixava o cachorrinho comer primeiro.

”As pessoas que assistiam as cenas de amor entre os dois, falavam de seu forte afeto mútuo e descreviam seu vínculo como a coisa mais carinhosa do mundo – cuidar de um filhote em perigo e protegê-lo como seu próprio filho”, relata o site Zee News.

“Sua afeição imortal nos dá uma valiosa lição sobre relacionamentos”, diz o texto da publicação.

É impressionante que uma diferença de espécie não impediu que esse macaco se tornasse responsável por um filhote que, de outra forma, não teria ninguém para cuidar dele. Isso só mostra que a compaixão não tem limite, seja entre animais humanos ou não humanos se diferentes espécies.

Esse filhote da cachorro foi adotado por um macaco:

Foto: Parithitamil
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Ele o defende de tudo e de todos

Foto: Parithitamil
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O macaco até alimenta o filhote, permitindo que ele coma primeiro

Foto: Parithitamil
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Os dois se tornaram inseparáveis

Foto: Parithitamil
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O macaco cuida do filhote como se fosse seu próprio

Foto: Parithitamil
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Os moradores locais ficaram tão impressionados que começaram a deixar comida para eles

Foto: Parithitamil
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“Sua afeição imortal nos dá uma valiosa lição sobre relacionamentos”

Foto: Parithitamil
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Porco resgatado de fazenda alimenta irmão doente todos os dias

Famintos e apavorados, os dois irmãos vivam em uma fazenda de porcos e não se alimentavam há tanto tempo que seus ossos estavam visíveis. Eles estavam cobertos de carrapatos, tinham parasitas e anemia, além de terem medo das pessoas.

Foto: The Gentle Barn

“Eles ficaram morrendo de medo. Nós nos sentamos com eles diariamente durante semanas para confortá-los”, disse Ellie Laks, fundadora do The Gentle Barn, ao The Dodo. O Gentle Barn resgatou ambos no verão de 2015, mas demorou um pouco até que os jovens porcos ficassem confortáveis.

Percebendo que estavam seguros, Henry e Horton lentamente começaram a permitir a aproximação dos cuidadores.

Logo eles ficaram bem o suficiente para ir ao pasto. Conforme ganhavam mais peso e se fortaleciam, seus pelos ficavam mais macios e eles passavam os dias desfrutando do sol. Quando cresceram, faziam tudo juntos e se tornaram inseparáveis.

Foto: The Gentle Barn

Porém, quando chegou o momento de comemorar seus aniversários, os cuidadores perceberam que Horton tinha problemas para andar. Suas pernas tentavam suportar seu grande peso: um problema comum nos porcos criados para a alimentação.

“Os dois cresceram muito rapidamente. Mas o tamanho de Horton, juntamente com sua constituição ruim gerou problemas de mobilidade”, disse Laks.

Horton teve que fazer uma cirurgia e tomar medicamentos anti-inflamatórios. Ele está melhor agora, mas e passa a maior parte do tempo no “descanso de cama” no celeiro. Como bom irmão, Henry se garante que Horton não vá embora.

Quando as pernas de Horton enfraqueceram, os cuidadores perceberam que Henry estava se tornando cada vez mais carinhoso com o irmão e lhe levava comida. Durante o dia, quando Henry está no pasto, ele nunca se distancia muito do irmão.

Segundo Laks, este comportamento não é incomum nos porcos. Como animais muito emocionais, eles prosperam quando interagem socialmente com os outros e constroem vínculos profundos com familiares, amigos e cuidadores humanos.

Foto: The Gentle Barn

“Os porcos possuem uma linguagem altamente desenvolvida. Henry ama as pessoas. Ele está sempre preparado para uma massagem na barriga e alguns vegetais”, contou.

Embora o almoço seja uma parte importante do dia, manter Horton confortável também é uma prioridade para Henry.

“Tenho certeza de que Horton diz obrigado da sua maneira”, disse Laks. Após tudo o que enfrentaram juntos, Henry não parece se importar com o trabalho extra.

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Há 22 anos sucateiro alimenta diariamente 70 gatos que vivem nas ruas

Por Filype Ruiz | Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Kathleen Schlentz

Há 22 anos, Willie Ortiz tem alimentado centenas de gatos abandonados em Hartford, Connecticut, e nunca deixou passar um dia. O senhor de 76 anos, que trabalha com sucata, usa de sua própria fonte de renda para comprar rações e alimentar aproximadamente 70 gatos pela vizinhança.

Todas as noites, por volta de 19h, Willie enche sua minivan de ração e vai ao encontro dos felinos. Basta ouvirem sua voz e a recepção é imediata.

O veterano de guerra reconhece os problemas com gatos abandonados na cidade.

Através de um site de doações, Kathleen Schlentz conta: “Seu trabalho coletando sucata descartada tem como proposito usar todo o dinheiro para comprar ração. Tudo que ele conseguiria vender por um valor maior, ele vende online. Faz o que for preciso.”

Foto: Kathleen Schlentz

Sua história começa em 1995, depois de presenciar um gato implorando por comida. Foi o suficiente para cortar o coração do senhor de origem porto riquenha. Ele conta que após ver o quanto o animal era menosprezado, e claramente precisava de ajuda, sabia que precisava fazer algo à respeito.

Daquele dia em diante, Willie decidiu que ajudaria todos os gatos abandonados, a fim de que nunca mais passassem fome.

Kathleen acrescenta: “São 16 colônias em um total de 68 gatos, todas as noites, e nunca deixou de ir um dia sequer em 22 anos. Ele faz questão que todos tenham o que é necessário para viverem da melhor maneira possível, saudáveis e bem alimentados.”

Willie também cuida de gatos vítimas de maus-tratos, abandonados, ou com alguma doença. Eles são castrados, vacinados, e encaminhados à veterinários para receberem o tratamento necessário a cada um deles.

Para ele, a coisa mais importante a ser feita é conseguir diminuir a população de gatos o mais rápido possível. Essa seria a melhor solução.

“Me perguntam por quê faço isso, ou dizem que os alimento demais. Ora, você come todos os dias, não? Geralmente três vezes ao dia. Eles comem apenas uma vez, em 24 horas”, diz o senhor Ortiz ao site Love Meow.

Cercado por latas de ração e sucata em casa, todas as manhãs e todas as noites ele se encarrega de repetir as mesmas atividades. Essa é sua vida, e a deixa muito feliz.

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Chef na Tailândia apaixonado por cães, alimenta 80 animais abandonados com sobras do restaurante

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Você provavelmente conhece alguém que alimenta cachorros em situação de abandono. Ou se não conhece, como você acha que eles sobrevivem todo os dias nas ruas? Existem sempre boas almas para isso. Mas neste caso, é uma que vale por 80.

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Há cinco anos, enquanto estava trabalhando em um restaurante na Tailândia, Michael Baines viu uma cadelinha farejando por todos os cantos em busca de comida. Como que tendo uma epifania, ele correu para ajudá-la e alimentá-la. E foi assim, dessa forma aparentemente simples, que tudo começou.

Baines é manager e chef de cozinha em um restaurante chamado Carrot, no distrito de Chon Buri, e decidiu começar um projeto de reaproveitamento das sobras das refeições servidas por lá. Assim criou o The Man That Rescues Dogs (O Homem Que Resgata Cachorros, em português), a organização e site onde conta seu dia a dia dedicado aos animais em situação de rua.

Todos os dias, Baines divide os cachorros em três grupos: os da manhã, que alimenta no caminho para o trabalho com as sobras da janta do dia anterior; o grupo da tarde, e mais um no caminho de volta para casa. Tudo com as sobras. Como não amar?

Ele já tem 9 cães, mas conta que se sente muito próximos de todos os 80, que esperam por ele todos os dias e o recompensam com lindas demonstrações de carinho! Fica aí a dica – e o exemplo maravilhoso – para quem trabalha ou é proprietário de restaurantes no Brasil.

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Fonte: Lorenzo Junqueira

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