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Cadela Alice procura um lar em SP

Adriana Pereira Rosas
aprosas@ig.com.br

A cachorra da foto é a Alice, ela é muito dócil e carinhosa, tem um ano de idade e está em São Paulo. Está castrada e vacinada com a antirrábica. Interessados em adotá-la devem entrar em contato com a Adriana pelo telefone abaixo.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Contato: Adriana, tel 11 97301 6158.

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Notícias

“Alice no País das Maravilhas” é tema de ensaio com animais resgatados de laboratórios

(da Redação)

La Collina dei Conigli, uma ONG de proteção animal, criou uma maneira lúdica e maravilhosa para conscientizar as pessoas a respeito da situação dos animais de laboratório. A organização, cujo nome se traduz como “A Colina do Coelho”, está comemorando seu décimo aniversário. Attilia Conti, um voluntário do local, teve a idéia para a sessão de fotos depois de perceber que tanto o resgate quanto a Alice no País das Maravilhas começam com um único coelho, branco. Com a ajuda da fotógrafa, Rachele Totaro, e outros voluntários, o conjunto foi encenado e estes antigos animais de laboratório se tornaram modelos. As informações são do site Bored Panda.

Além de ser a forma mais adorável para celebrar o décimo aniversário da organização e da missão, várias das fotos serão destaques no calendário anual da La Collina dei Conigli, que serve para angariar fundos. Estas fotos também documentam muitos dos animais disponíveis para adoção e mostram aos potenciais adotantes o quão bonitos ratos, coelhos e roedores podem ser. Essas imagens também nos lembram de que estes animais realmente merecem uma vida melhor do que a que passam trancafiados em gaiolas de laboratórios sendo torturados com agulhas e venenos em nome do lucro. Esses animais têm direito a uma vida livre de crueldade.

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Destaques, Notícias

Ativistas fazem campanha para libertar cadela que vive presa dentro de uma caixa há 6 anos

Por Giovanna Chinellato (da Redação)

Foto: Reprodução/Animals Change

Alice é uma cachorra da família dos bulldogs que vem vivendo em uma caixa de madeira pelos últimos seis anos, nos EUA. O teto é feito de placas de metal apoiadas nas tábuas de madeira, que ficam seladas por um cadeado. Segundo informações da Animals Change, o dia em que ativistas foram visitá-la para investigar a situação, encontraram-na encolhida em um canto, apreensiva e nervosa, com o cercado lotado de fezes e lama, provavelmente por nunca ter sido limpo em todos esses anos.

Os ativistas lhe ofereceram um biscoitinho para cães, e ela cessou os latidos e caminhou apreensiva até alcançar o petisco com os dentes da frente e correr para seu canto ao fundo do quadrado. Os ativistas foram então conversar com os “tutores” e encontraram um homem que se apresentou como Ben, que disse que a cachorra fora deixada ali por seu genro, pois era “uma cachorra muito má”.

Eles lhe deram um pacote de ração, e o homem retrucou que nunca havia dado aquilo para a cachorra. Ela comia apenas pão, pão de mel e sobras da cozinha. Perguntaram então, há quanto tempo ela vivia ali, “uns 6 anos, desde que era filhote”. Ele não se dera ao trabalho de lhe dar um nome.

Eles tiveram de forçar a assadeira velha que servia de vasilha e estava atolada em dejetos. Limparam-na como puderam e a cachorra imediatamente começou a comer. Perguntaram da vasilha de água e o homem disse que ela estava ligada a uma corda, caso a cachorra a virasse ele poderia desvirar sem ter que se “arriscar”. Com medo, entrou no cercado para pegar a bacia e a cachorra “má” sequer se mexeu, pelo contrário, deixou que os ativistas coçassem atrás de suas orelhas. Ela nunca fizera nada de “mau”, estava apenas esperando alguém para amá-la… há seis anos esperando em uma caixa de madeira podre e com fezes.

Os ativistas descobriram mais tarde que a tutora da cachorra batizada de Alice é a filha de Ben, que não quis doá-la e disse que acreditava que aquelas condições eram ideais. Apelando para a lei, os ativistas conseguiram um mandato que obrigava a tutora a ‘melhorar’ o abrigo e colocar Alice em uma corrente para que pudesse caminhar um pouco mais. Eles foram visitá-la logo depois, e encontraram-na acorrentada. Com água imunda; e a vasilha de comida virada para baixo.

Alice continua nessa situação, enquanto os ativistas e centros de resgate tentam lutar por sua libertação judicialmente.

Assine aqui a petição para libertá-la.

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