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Alfândega africana apreende US $ 1,7 milhão em chifre de rinoceronte com destino a Dubai

Autoridades da alfândega da África do Sul disseram na quinta-feira (10) que apreenderam 36 chifres de rinoceronte no valor de US $ 1,7 milhão, com destino a Dubai, no aeroporto internacional de Johanesburgo.

Cerca de um quarto da população mundial de rinocerontes foi morta na África do Sul nos últimos oito anos, devido à demanda por seu chifre

Cães farejadores detectaram algo suspeito no dia anterior em oito caixas embrulhadas em bolha rotuladas como contendo “itens decorativos” em um depósito de armazenagem para carga de saída.

Em uma inspeção mais profunda, a polícia encontrou chifres pesando 116 quilos, embalados individualmente.

A África do Sul está lutando contra um flagelo da caça ilegal de rinocerontes, em alto risco de extinção, alimentada pela demanda insaciável por chifre na Ásia, onde acredita-se que cura o câncer e aumenta a virilidade – alegações para as quais não há provas científicas.

O chifre de rinoceronte é composto principalmente de queratina, a mesma substância que compõe as unhas humanas, e normalmente é vendida em pó.

A demanda colocou a África no epicentro de uma crise global de caça e tráfico.

Nos últimos oito anos, cerca de um quarto da população mundial de rinocerontes foi morta na África do Sul, onde vivem 80% dos animais restantes.

Rinoceronte africano. Foto: Pixabay

O país perdeu 1.028 rinocerontes para a caça furtiva em 2017.

O tráfico de animais na Ásia

A exploração de rinocerontes e tigres continua sendo ilegal na China e proíbe a exploração, comércio, transporte e exibição desses animais. Esta lei existe há vinte e cinco anos.

Em outubro do ano passado, ela foi revogada abrindo uma exceção que permitia o uso de partes de rinocerontes e tigres para fins medicinais. A decisão causou revolta a grupos de ativistas, como a fundação WWF e a Humane Society International.

De acordo com Huang Caiyi, porta-voz do Departamento Nacional de Gestão Ambiental, a repressão ao comércio ilegal de rinocerontes e tigres, assim como suas partes, ocorre em todo o país.

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Alfândega chinesa prende quadrilha de contrabando de peixe em extinção

A alfândega chinesa anunciou recentemente os resultados de sua repressão à quadrilha de contrabando do peixe totoaba, em 2018.

Foto: Richard Herrmann

As investigações resultaram na prisão de 16 membros de gangues e na apreensão de aproximadamente 980 libras de bexigas de totoaba, o equivalente a um valor estimado em US $ 26,4 milhões .

O caso ainda está sendo apurado, mas descobertas preliminares revelam que a gangue criminosa, que operava em várias províncias chinesas, comprou ilegalmente as bexigas totoabas no Golfo da Califórnia , no México , e as transportou para vários países antes de chegar à China. Esta repressão é um dos casos mais bem sucedidos no combate ao contrabando de espécies ameaçadas de extinção .

Zak Smith , procurador sênior no Programa de Natureza do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC) disse em um comunicado, “O governo chinês está trabalhando duro para cumprir o seu compromisso de erradicar o comércio ilegal de totoaba na China. Esperamos que o governo mexicano implemente esforços vigorosos para combater o tráfico de totoaba. Precisamos desesperadamente de cooperação internacional para eliminar o comércio de tototaba, que está colocando em risco a vaquita, que hoje somam menos de 15 animais em todo o mundo.

Vaquita. Foto: Alamy

O pretexto medicinal 

Enfrentando a extinção, o totoaba é listada na Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES) , o que significa que o comércio internacional do peixe  é proibido. Nativa no Golfo da Califórnia, no México, a totoaba é usada na culinária chinesa sob a falsa suposição de que poderia tratar problemas de saúde ou fornecer outros benefícios, como a fertilidade e vitalidade da pele.

As bexigas de natação de Totoaba são oferecidas para venda em Shantou, China. Foto: EIA

A pesca ilegal deste peixe no México também ameaça a vaquita , uma espécie rara de golfinho criticamente em perigo listada sob o Ato de Espécies Ameaçadas de Extinção, porque a vaquita se emaranha e morre nas redes usadas, originalmente, para capturar totoabas.

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Cobras são encontradas aprisionadas em latas de batatas

Identificado como Rodrigo Franco, o homem foi acusado após funcionários da alfândega terem interceptado um pacote com 3 cobras escondidas em latas de batatas. Os animais seriam levados para a residência do suspeito, em Monterey Park, na Califórnia.

De acordo com informações da Associated Press, Franco pode pegar pena de até 20 anos de prisão.

Cobra saindo de dentro de lata de batata
Cobras foram encontradas escondidas dentro de latas de batatas (Foto: U.S. Fish and Wildlife via AP)

Os animais resgatados eram da espécie cobra-real e mediam pouco mais de meio metro. O caso aconteceu em março, quando oficiais da Alfândega e Proteção de Fronteiras analisaram um pacote enviado de Hong Kong. De acordo com as autoridades, 3 tartarugas albinas também foram escondidas no pacote.

Na época, os agentes federais resgataram as cobras, mas entregaram as tartarugas no endereço do acusado. No decorrer das investigações, os agentes cumpriram um mandado de prisão na residência de Franco. No local foram encontrados tanques com um filhote de crocodilo mexicano e diversas espécies de tartarugas.

Durante depoimento, Franco assumiu que já havia recebido 20 cobras-reais em outras ocasiões, mas todas teriam morrido durante a viagem. Além disso, os agentes descobriram trocas de mensagens do homem com traficantes asiáticos sobre a compra de tartarugas e cobras.

Nota da Redação: Como nós, os animais nasceram para viver livremente. Manter um animal engaiolado é um dos crimes mais cruéis do ponto de vista ético. Infelizmente as nossas leis ainda permitem que algumas espécies de aves sejam caçadas, comercializadas e aprisionadas, apenas para satisfazer a ganância e os desejos inconscientes e cruéis de algumas pessoas. Não podemos mais aceitar calados este tipo de prática como também todas as outras que tratam os animais apenas como mercadoria ou objeto de decoração. As leis precisam avançar e proibir qualquer forma de manutenção de animais em cativeiro.

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Alfândega descobre animais silvestres a caminho de São Paulo, em Manaus (AM)

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Divulgação

Animais silvestres foram resgatados pela Alfândega do Porto de Manaus na segunda-feira (28). Cágados e tartarugas foram interceptados pela aduana local e estavam endereçados à cidade de Mairiporã, em São Paulo.

Por meio de nota, a Alfândega informou que os animais estavam embalados em caixas próprias para envio pelos Correios.
A nota destaca ainda a presença de um um cágado conhecido como “mata-mata”, que é considerado raro na amazônia e pode pesar até 18kg.

Os animais foram encaminhados ao Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (IPAAM). O órgão ressalta que o envio de animais silvestres entre estados é considerado tráfico interestadual e o remetente pode responder pela ação.

Fonte: G1

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Colmilhos de elefantes são apreendidos na Malásia

Mais de meio milhão de colmilhos de elefantes valorizados em um milhão de dólares, foram apreendidos pelas autoridades alfandegárias da Malásia em outra operação contra o tráfico. Desde julho último, esta é a terceira apreensão, realizada no país.

Zainul Abidin Taib, assistente da Direção Geral de Alfândegas, disse que as investigações estão sendo realizadas a fim de detectar a rede de tráfico de colmilhos de elefante africano.

Segundo os últimos dados, o material apreendido, estava escondido em contêiners e chegaram à Tailândia procedentes de diversos países de África, entre eles, a Tanzânia.

Fonte: Prensa Latina

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Tailândia apreende mais de dois mil lagartos na maior operação contra tráfico de animais

Foi a maior apreensão já feita, segundo os serviços alfandegários. Foto: Chaiwat Subprasom/Reuters

Os serviços alfandegários tailandeses apreenderam ontem mais de dois mil lagartos de Bengala, espécie protegida, na maior operação contra tráfico de animais no país.

Os animais (Varanus benghalensis) foram encontrados dentro de sacos de plástico azuis, na bagagem de três veículos e escondidos atrás de carregamentos de fruta. Estes foram mandados parar pelas autoridades na província de Prachuap Khiri Khan, a Sul de Banguecoque, perto da fronteira com a Malásia.

“Os lagartos vinham da Malásia e foram transportados através do Sul da Tailândia. Deveriam seguir pelo Laos até à China, para aí serem consumidos como iguaria”, disse Seree Thaijongrak, responsável da equipa tailandesa de investigações dos serviços alfandegários. “É a maior apreensão de sempre.”

O comércio desta espécie, protegida por lei na Tailândia e Malásia, está proibido pela CITES (Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Selvagens Ameaçadas de Fauna e Flora).

Fonte: Ecosfera/AFP

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Artista de circo tenta cruzar fronteira na Rússia com ursa escondida em van

A Alfândega russa interceptou um homem suspeito de ter tentado contrabandear uma ursa para a Ucrânia, escondendo o animal sob um cobertor em sua van.

O suspeito, que é cidadão ucraniano e que não teve seu nome divulgado, não levava qualquer documento que mostrasse as origens da ursa ou sua intenção de transportá-la através da fronteira, segundo relatos da imprensa russa.

As autoridades alfandegárias da cidade fronteiriça de Belgorod, no oeste da Rússia, agora têm de decidir qual será o destino do animal, que, dizem, pertence à espécie dos ursos marrons sírios, ameaçada de extinção.

Circo
Também de acordo com relatos, o suspeito disse, em seu depoimento às autoridades, que é um artista circense, que já se apresentou com a ursa em diversas partes do mundo e que está sempre com ela ao seu lado.

Ele afirmou que queria atravessar a fronteira para ir para casa, em Yevpatoria (na república autônoma da Crimeia), após uma viagem a Moscou.

Ainda é comum que circos na Rússia e nas ex-repúblicas soviéticas se apresentem com ursos.

Fonte: Folha/ BBC Brasil

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Alemão preso por contrabandear 44 lagartixas na cueca

Hans Kurt Kubus, de 58 anos, foi apanhado com 44 lagartixas e pequenos lagartos em risco de extinção pela alfândega neozelandesa no aeroporto de Christchurch.

Kubus levava uma carteira com oito bolsos, feita à medida para transportar os répteis, e admitiu que foi para a Nova Zelândia com o objetivo de contrabandear os animais para a sua colecção pessoal, de acordo com a edição online de O Estado de S. Paulo.

O turista alemão foi traído pelo nervosismo ao passar a alfândega. Os agentes da imigração desconfiaram e decidiram ver as bagagens de Kubus e revistá-lo.

Algumas das espécies apreendidas podem chegar a valer quase mil euros no mercado negro.

O departamento de Conservação da Nova Zelândia considera ter sido o caso mais grave desse tipo detectado no país nos últimos dez anos.

O homem vai ser deportado depois de cumprir uma pena de prisão de três meses e meio na Nova Zelândia. Kubus foi ainda multado em quase 2 mil e 500 euros.

Fonte: IOL

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