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Incêndios no Pantanal ultrapassam 2,9 milhões de hectares consumidos

Pixabay

Na última sexta-feira (18), a Rádio Câmara veiculou uma entrevista com o diretor do Instituto do Homem Pantaneiro, coronel Ângelo Rabelo, na qual afirma que não há diálogo entre os governantes e cientistas a respeito dos mais urgentes problemas ambientais e reclamou das políticas públicas para o Pantanal, alertando que 2,9 milhões de hectares de vegetação nativa já foram perdidos para as queimadas, equivalendo a 20% de todo o seu território.

Segundo Rabelo, não possuímos preparação ou capacidade financeira e operacional para enfrentar essa situação. Além disso, os fatores climáticos mostrados pela ciência são indiscutíveis. No Pantanal, os brigadistas são contratados a partir do mês de julho, no entanto, estão trabalhando para combater o fogo desde fevereiro.

Na semana passada, o Mato Grosso do Sul havia perdido mais de um milhão de hectares de vegetação. As queimadas já afetaram cerca 580 espécies de aves, 280 de peixes, 174 de mamíferos, 131 de répteis, 57 anfíbios e pelo menos duas mil espécies de plantas.

A especialista em Amazônia e pesquisadora da Universidade de Oxford, Erika Berenguer, também contou, em entrevista à Rádio Câmara, que é necessário a criação e um sistema de previsão de secas extremas para fazer um monitoramento de queimadas e liberar alertas em tempo real.

Erika ressalta que deve-se fortalecer e expandir os programas de sistemas agrícolas alternativos às queimadas e ainda, defende o fortalecimento dos comitês estaduais de gestão do fogo, como a redução do desmatamento.


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Alerta de desmatamento na Amazônia é o maior dos últimos cinco anos

Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Dados recentes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais revelaram um aumento de 34,5% nos alertas de desmatamento na Amazônia em um ano. Foram 9.205 km² desmatados de agosto de 2019 a julho de 2020, ante 6.844 km² nos 12 meses anteriores. É o maior alerta de desmatamento registrado nos últimos cinco anos.

O Deter é um sistema dinâmico e, por isso, apresenta apenas uma tendência do desmatamento monitorado por satélite. A taxa oficial de desmatamento é registrada pelo Prodes, outro sistema do Inpe que consegue medir o desmate de maneira mais ampla.

Entre agosto de 2018 e julho de 2019, o Prodes registrou o desmatamento de 10.129 km² na Amazônia – 34,41% a mais do que o registrado no período anterior, quando 7.536 km² foram destruídos. A taxa foi a maior desde 2008.

Por conta dos números expostos pelo Deter, a expectativa é ruim. Espera-se que um novo aumento no desmatamento, que vem crescendo de maneira alarmante desde 2019, seja registrado.

O Observatório do Clima informou ao Metro Jornal que “se a variação entre os dados do Deter e os do Prodes ficar na média histórica, poderemos ter cerca de 13.000 quilômetros quadrados de desmatamento, a maior taxa desde 2006”.


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Governo exonera coordenadora do Inpe após órgão revelar recorde de desmatamento

Foto: Lourival Sant’Anna/ESTADÃO

O governo de Jair Bolsonaro exonerou a coordenadora-geral de Observação da Terra do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Lubia Vinhas, após o órgão expor um recorde de alertas de desmatamento em junho. A exoneração foi assinada pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, e publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13).

Por conta do desmonte ambiental promovido por Bolsonaro, o Greenpeace afirmou, em nota enviada ao G1, não se surpreender com a demissão da coordenadora-geral do Inpe. Para a ONG de proteção ambiental, a exoneração “dá novamente a entender que o governo é inimigo da verdade”.

“Mas não será escondendo, passando uma maquiagem nos dados ou investindo em propaganda que o governo irá mudar a realidade. E isso acontece por uma razão bem simples: Bolsonaro não quer mudar os rumos da sua política, afinal, a destruição é o seu projeto do governo”, afirma a entidade em comunicado assinado pela porta-voz de Políticas Públicas do Greenpeace, Luiza Lima.

O setor de Observação da Terra, que era coordenado por Lubia Vinhas, tem entre suas atribuições o monitoramento do desmatamento da Amazônia, feito através do sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter). Na última semana, o Inpe divulgou que o número de alertas de desmatamento registrado em junho deste ano é o maior desde 2015.

No semestre, foram 3.069,57 km² destruídos na Amazônia, o que representa 25% de aumento em relação aos seis primeiros meses de 2019. Em junho deste ano, a área de alerta registrada pelo Inpe foi de 1.034,4 km².

Os dados do Deter têm o objetivo de orientar as equipes de fiscalização a respeito das áreas onde crimes ambientais podem estar sendo promovidos. Já a taxa oficial de desmatamento, medida por outro sistema do órgão, é divulgada um vez por ano.

Os ministérios do Meio Ambiente e de Ciência e Tecnologia ainda não se pronunciaram a respeito da exoneração executada logo após o anúncio de desmate recorde.


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Após procura por adoção de animais aumentar, protetores fazem alerta para evitar abandonos

Um aumento de até 50% na procura por cães e gatos para adoção foi registrado por ONGs e protetores de animais neste período de quarentena. O isolamento social, necessário para o combate ao coronavírus, e a solidão que muitas vezes o acompanha, abriu espaço para que as pessoas decidissem dar um lar a animais abandonados.

Apesar do cenário ser positivo, protetores fazem um alerta para evitar que animais sejam abandonados futuramente por terem sido adotados por impulso e pedem responsabilidade na hora de incluir um novo membro à família.

Foto: João Gori/ Arquivo pessoal

Os protetores lembram que a quarentena é benéfica para a adoção porque facilita a adaptação do animal ao novo lar, já que o tutor dispõe de mais tempo livre. Também é bom praticar a solidariedade e dar um bom exemplo ao optar por adotar ao invés de comprar um animal, boicotando um comércio repleto de maus-tratos que trata seres vivos como mercadoria. No entanto, a adoção deve ser pensada e feita de maneira responsável.

Antes de adotar, a família precisa pensar a respeito da rotina da casa após o final da quarentena, para evitar abandonos. O animal é um ser vivo, não um objeto, portanto, é necessário se planejar para que haja espaço para ele na vida da família quando o isolamento social for encerrado. As informações são do portal G1.

Membro de uma ONG que mantém cerca de 70 animais, entre cães e gatos, Laura Rizzo, de 45 anos, está otimista com este novo cenário. “Como as pessoas estão em casa, cresceu um espírito de solidariedade. Elas estão mais sensíveis e em busca de um animal para fazer companhia”, disse.

Apesar de estar fechado para visitas atualmente, o Instituto Santo Pet já foi contactado por diversas pessoas interessadas em adotar um animal. Muitas foram aprovadas, mas ainda precisam ir ao local conhecer o animal. Segundo Laura, esse contato é crucial para decidir se o animal será mesmo adotado.

Luana e os cães resgatados com ela com a ajuda de voluntários (Foto: Arquivo pessoal)

“Existe o contato que é muito importante. Quando o animal olha para o seu futuro tutor, a gente consegue sentir se ele irá ser feliz ou não. Essa conexão é a ligação mais forte para definir a adoção. A pessoa pode ser aprovada em todos os processos, mas se não tiver esse contato, nós não aprovamos”, disse.

“Nós somos extremamente criteriosos, estamos aproveitando esse momento, mas com atenção. Antes de realizar qualquer adoção, a gente faz uma entrevista bem séria com o interessado para confirmar se ele tem condições de cuidar do animal”, completou.

Hoje, cerca de 172 mil animais estão abrigados em ONGs, segundo levantamento do Instituto Pet Brasil. A maior parte, 96%, são cães. Apenas 4% são gatos. Cada entidade costuma abrigar de 50 a 500 animais.

Há, ainda, 3,9 milhões de animais em situação de vulnerabilidade – seja sob os cuidados de famílias em situação de miséria ou abandonados nas ruas. No Sudeste, região que registra o maior número de animais nessa situação, há mais de 78 mil animais vulneráveis.

As únicas soluções para reduzir esse número tão alto de animais abandonados são castração e adoção. E embora o interesse das pessoas por dar um lar para cães e gatos retirados das ruas tenha aumentado, isso preocupa Katy Torczynnowski, que tem 45 anos e é proprietária de um gatil com mais de 50 gatos resgatados do abandono.

“Apesar de ser uma coisa boa, algumas pessoas estão nos procurando por uma urgência temporária. Elas estão sentindo a solidão da quarentena e resolveram adotar um animal para suprir isso, mas estamos lidando com uma vida”, disse.

Gatos resgatados pela protetora Katy (Foto: Arquivo pessoal)

A protetora já foi procurada por pessoas interessadas em dar lar para gatos apenas até o final da quarentena. A adoção para Katy, no entanto, é coisa séria e só pode ser realizada após uma série de requisitos serem preenchidos.

“Antes de completar a adoção, a gente faz uma série de análises sobre a pessoa que quer levar aquele animal. Como é o padrão de vida, a estabilidade financeira e se ela realmente consegue se responsabilizar. Boa parte das adoções geralmente são para famílias. Ultimamente nós estamos sendo procurados por pessoas solteiras”, contou.

Segundo Gracie Hans, que mantém 50 gatos no Instituto Adote Um Miau, a procura pela adoção aumentou mais de 50% nos últimos dias. “Isso é muito bom, muitas pessoas geralmente não tem tempo de fazer adaptação quando realiza uma adoção. Então, com a quarentena as pessoas têm esse tempo de acostumar o animalzinho na rotina. Mas, claro, estamos atentos à questão de que a quarentena uma hora vai acabar, então a gente deixar claro para a pessoa que ela vai precisar lidar com a responsabilidade de ter um animal”, explicou.

“Existem casos em que a gente recomenda que a pessoa faça da sua casa um lar temporário, dessa forma ela não fica sozinha e cuida do animal até que apareça um interessado. Tem muito animal abandonado, tem muita ONG que não consegue alojar e se disponibilizar para isso é uma forma de cuidar do gato ou cachorro enquanto ele não encontra um local definitivo”, disse Hans.

O gatil do Paula B, no Rio de Janeiro, também notou um aumento no interesse das pessoas pelos gatos, mas também nos abandonos. “Ao mesmo tempo que houveram algumas poucas doações, ocorrem os abandonos habituais e outros por acharem equivocadamente que os animais podem transmitir o vírus”, afirmou Gabriela Schlomer, uma das responsáveis pelo local.

Especialistas e órgãos, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidências de que animais domésticos contraiam e transmitam o coronavírus. Nenhum caso de transmissão da doença de animais para humanos foi registrado.

Para ajudar

  • Instituto Santo Pet

www.institutosantopet.org.br
contato@institutosantopet.org.br
https://www.facebook.com/institutosantopet

  • Gatil Love Kats

https://www.facebook.com/gatillovekats/
https://www.instagram.com/gatillovekats/

  • Adote um Miau

contato.adoteummiau@gmail.com
https://www.instagram.com/adoteummiau/?igshid=1qg5dmkauwo7k

  • Gatil Paula B

Telefone: 3534-9387, de 9h às 15h

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Por amor… sempre por puro amor.

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Nota da Redação: Cães e gatos não pegam nem transmitem o covid-19. Eles podem apenas pegar as versões canina e felina do coronavírus que não são transmissíveis aos humanos, segundo o que  atestam veterinários do mundo todo. O cão de Hong Kong que a princípio mostrou em exames ter “vestígios” da covid-19, morreu dois dias depois de ser constatado, por meio de testes mais complexos, que ele não portava o coronavírus humano. Ele era um cão idoso, com 17 anos, e os próprios especialistas de Hong Kong declararam que ele deve ter morrido devido ao estresse causado pela distância da família durante a quarentena.

No entanto, tutores infectados com covid-19 devem delegar os cuidados aos seus animais a outras pessoas e, se isso não for possível, usar álcool gel antes de acariciar seus cães e gatos, pois, pode haver uma contaminação superficial do pelo desses animais do mesmo modo que haveria num corrimão de escada, por exemplo. A ANDA tem se preocupado em passar as informações corretas, com embasamento da OMS – Organização Mundial da Saúde e de veterinários, a fim de evitar abandono e maus-tratos. Colabore também disseminando as informações corretas!


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Área com alertas de desmatamento na Amazônia aumenta 85% em 2019

De janeiro a dezembro de 2019 foram registrados 9.165,6 km² de área com alertas de desmatamento na Amazônia Legal


Dados do Deter-B, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), registraram um aumento de 85,35% na área com alertas de desmatamento na Amazônia Legal em 2019, quando comparado com o ano anterior.

Foto: Paulo Whitaker/Reuters

De janeiro a dezembro de 2019 foram registrados 9.165,6 km² de área com alertas, ante 4.946,37 km² em 2018. O levantamento foi divulgado pela plataforma Terra Brasilis. As informações são do G1.

Os alertas diários, que embasam a fiscalização realizada pelo Ibama, são emitidos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter). Os dados oficiais, por sua vez, pertencem ao Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes).

A área desmatada na Amazônia Legal, segundo dados divulgados em novembro de 2019, foi de 9.762 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019.

Os dados de 2019 são os mais elevados dos últimos cinco anos. As maiores taxas de desmate desde 2015 foram registradas nos meses de maio, julho, agosto, setembro e novembro de 2019.


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Descubra as 7 mensagens ambientais implícitas no filme Aquaman

O novo filme Aquaman, lançado este mês, conta a tão esperada história de Arthur Joseph Curry, também conhecido como o super-herói Aquaman. Curry nasceu no mundo humano, mas sua mãe vem do reino subaquático da Atlântida. O filme tem tudo que uma saga de super-heróis precisa: vilões, aventuras e muita ação, mas também traz algumas mensagens “veganas” escondidas como questões ambientais e compaixão. As informações são do Live Kindle.

1. Referências à pesca 

Foto: Reprodução | Divulgação

No filme, o meio irmão do rei Orm – Aquaman – decide travar uma guerra com os humanos, ou como ele os chama, “surfacers”. A decisão foi motivada por uma série de razões, incluindo sua raiva pela perda de sua mãe, Rainha Atlanna, que morreu por se apaixonar por um humano.

No entanto, as razões do rei se estendem além disso. Ele também está irritado com o que os “surfacers” fizeram com o oceano. De acordo com a Forbes , a pesca é um fator que leva o rei Orm a tentar unir os sete reinos submarinos para enfrentar os surfacers. “Podemos não gostar de seus métodos, mas não há como negar que ele tem razão”, diz Forbes.

2. Alerta à poluição dos oceanos

Foto: Reprodução | Divulgação

Além de combater a pesca, “Aquaman” levanta a questão da poluição dos oceanos causada por produtos químicos e outros contaminantes, novamente causados ​​pelos surfacers.

De acordo com Bustle , Jason Momoa, que interpreta Aquaman, falou sobre a questão com a imprensa: “Há alguns temas sobre o ambiente que eu realmente quero que o público leve daqui porque é realmente um espelho da nossa sociedade nos tempos modernos”.

Ele acrescentou: “Você vê as questões reais e compreensíveis do Rei Orm com o meio ambiente da maneira que o mundo da superfície tratou os oceanos”.

3. O plástico nos mares

Foto: Reprodução | Divulgação

Continuando com o tema ambiental, “Aquaman” também mostra os efeitos reais da poluição plástica na fauna marinha. De acordo com Bustle , há uma cena particularmente “assombrosa” de lixo flutuando no oceano no filme que vai atingir fortemente o público quanto qualquer outra cena de ação do filme ou momentos de emoção”.

Momoa disse à revista que concorda com as queixas do rei Orb sobre os problemas oceânicos causados ​​pelo homem. No entanto, como Forbes, Momoa sente que o rei lida com o problema de forma errada.

4. Aquaman foi tirado de sua mão como acontece com um bezerro na indústria de laticínios

Foto: Reprodução | Divulgação

Nascido de pai humano e mãe Atlante, Aquaman é um super-herói de dois mundos. Sua mãe foi cruelmente arrancada de seus filhos quando foi morta pelo envolvimento com humanos pelo Reino Atlante.

Na indústria de laticínios , os bezerros são muitas vezes retirados de suas mães sem qualquer oportunidade de união. De acordo com a Compassion in World Farming , essa separação precoce causa extrema angústia tanto para a mãe quanto para o bebê e tem efeitos a longo prazo para bezerro, assim como vemos no King Orm e no Aquaman.

5. A protagonista feminina é uma guerreira

Em muitos filmes de super-heróis, mas mulheres são descritas como uma donzelas em perigo. No entanto, em “Aquaman”, a princesa Mera – interpretada por Amber Heard – é um modelo que fortalece Aquaman, ajudando-o a perceber seu verdadeiro potencial.

Ela reflete muitas mulheres poderosas no reino animal. Como as leoas, que são responsáveis ​​por caçar e alimentar seus rebanhos, Mera é forte, dominante e uma verdadeira líder. “Mera é uma rainha guerreira incrivelmente poderosa, espirituosa e independente, uma super-heroína completa,” disse Heard ao New Indian Express .

6. Compaixão a todas as espécies

“Aquaman” é um filme que fala sobre a unidade. Ao contrário do rei Orm, que está tentando criar uma divisão entre o mundo dos surfacers e dos atlantes, o personagem Aquaman quer que todas as espécies vivam juntas com compreensão e compaixão , muito parecido com os valores que o movimento vegano engloba.

7. Voz ao mundo marinho

Os humanos muitas vezes lutam para se relacionar e ter empatia com as criaturas do mar.
Através dos atlantes, “Aquaman” personifica as questões que as espécies marinhas enfrentam todos os dias em oceanos poluídos. O filme dá voz aos oceanos e suas criaturas, destacando questões de resíduos plásticos, poluição e sobrepesca .

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