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Cães e gatos precisam de cuidados especiais no outono

Foto: VIPADO/Reprodução
Foto: VIPADO/Reprodução

Hoje, dia 20 de março, começa oficialmente o outono. Para aqueles que estavam cansados do calor constante e das temperaturas altas, a mudança de estação representa um alívio. Com a promessa de um clima mais ameno e alteração na paisagem verde, com a queda das folhas de algumas árvores, a temporada traz renovação de cenários e sensações.

Embora se por um lado a queda do calor e o tempo mais fresco sejam bem-vindos, os tutores devem ficar atentos aos cuidados com seus animais, nessa época do ano.

Animais domésticos exigem alguns cuidados especiais para evitar doenças, principalmente as respiratórias e articulares.

A estação traz consigo dias mais frios e chuvosos. Quem tem cachorro precisa ficar atento pois a mudança de temperatura, com o ar mais frio nas madrugadas e manhãs, os peludos podem ficar suscetíveis a alguns probleminhas de saúde

O outono exige cuidados especiais com os animais de estimação

Animais idosos sofrem mais com a umidade e o frio característicos da estação, esses fatores aumentam os sintomas de dor em cães e gatos, principalmente nas juntas. O tutor precisa prestar atenção e caso perceba que seu companheiro de 4 patas está sofrendo deve levá-lo ao veterinário. Um profissional vai examiná-lo, indicando assim, o melhor tratamento.

A gripe é uma das principais ameaças trazidas pela mudança de tempo. Ela pode ser prevenida com a vacinação do animal. Outras infecções também podem acontecer em virtude da queda de temperatura.

Outra boa dica é usar roupas próprias para animais, principalmente, se o cão tem pelo curto. Também é bom evitar que o animal, mesmo agasalhado, durma em locais com correntes de vento e exposto ao sereno. No caso do banho, evite os horários bem matinais ou noturnos. E importante também não deixar o animal se secar sozinho ao vento.

Alguns pontos que devem ser observados:

– Alergias de outono

É comum os cães terem erupções alérgicas na pele durante o outono. Caso o cão tenha espirrado mais que o de costume, comesse a bufar, roncar e dar sinais de coriza, ele pode estar manifestando uma alergia ou rinite. Se houver suspeita de reação alérgica, o animal deve ser levado ao veterinário o quanto antes.

– Manter o cão ativo

Nos dias mais frios, muitas pessoas passam a levar seus cães para passear com menor frequência. É importante que o cachorro mantenha o mesmo nível de atividade que tinha no verão. Se o desanimo começar no outono, há chances de piorar no inverno, o que pode prejudicar o companheiro canino. O animal pode aproveitar o clima mais brando, cheirar as folhas que caem das árvores e, principalmente, manter os níveis de exercício e lazer, que são tão importantes para ele.

– Problemas oftalmológicos

Durante essa época do ano os problemas nos olhos dos animais também aumentam. O tempo seco reduz a quantidade de lágrimas produzidas, deixando-os mais vulneráveis à poluição, aos vírus e às bactérias. É importante manter a higiene da região dos olhos sempre em dia.

– Cuidado com carrapatos

A infestação de carrapatos nos cães é outra situação típica do outono. Isso acontece porque as pastagens ficam mais secas, favorecendo, e muito, a multiplicação da população desses parasitas. Portanto é preciso prevenir essa exposição, mantendo os animais mais afastados dos campos, pelo menos nesse período.

Comprimidos e medicamentos tópicos que protegem os cães e gatos de carrapatos e demais também são uma forma de proteger os peludinhos.

Seguindo essas dicas, é possível aproveitar o tempo fresco ao lado do amigo peludo de todas as horas. O importante é sempre estar atendo ao animal, e caso qualquer alteração incomum aparecer, tratá-la o quanto antes.

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Contato com cachorros reduz chances de bebês terem alergia

Flickr/sebcreation

Para além da companhia e das fofuras que os cachorros proporcionam aos seus tutores, estudo da Universidade de Alberta, no Canadá, concluiu que o contato pode dar mais proteção a alergias às crianças no início da vida.

Em avaliação das fezes de bebês que moram em casas com animais, os pesquisadores encontraram níveis elevados de dois tipos de bactérias, Ruminococcus e Oscillospira, associadas, respectivamente, a riscos menores de ter doenças alérgicas e obesidade. Havia o dobro desses micróbios, em comparação com os resultados de bebês de casas sem cachorros.

A equipe de cientistas, ao longo de duas décadas de estudo com amostras de cocô de crianças, chegou à conclusão de que, entre quem cresceu na companhia de cães, as taxas de asma são mais baixas.

A proteção a alergias acontece porque esses microrganismos alteram as bactérias intestinais responsáveis pelo desenvolvimento da imunidade dos pequenos. Para garantir esse efeito, porém, alertam os pesquisadores, a convivência precisa se dar em um período específico da vida: desde o útero até os três primeiros meses fora da barriga. Sim, a convivência da grávida com cães também já produz efeito indireto, descobriu a equipe liderada por Anita Kozyrskyj, epidemiologista pediátrica da universidade canadense.

“Há uma janela crucial de tempo, na qual a imunidade intestinal e os micróbios se desenvolvem simultaneamente, e quando as intervenções no processo resultam em mudanças na imunidade intestinal”, diz ela, que não descarta a aplicação do estudo na indústria farmacêutica, com uma espécie de “cachorro em forma de pílula”.

“Não é exagero pensar que a indústria farmacêutica poderá tentar criar um suplemento com esses microbiomas, assim como foi feito com probióticos”, afirma a pesquisadora.

Fonte: Revista Galileu

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Primavera esconde perigos para animais domésticos

Na primavera, o risco de intoxicação pela ingestão de plantas são a principal ameaça para cães e gatos que também sofrem com alergias provocadas por grama e pólen de flores Foto:  Divulgação
Na primavera, o risco de intoxicação pela ingestão de plantas são a principal ameaça para cães e gatos que também sofrem com alergias provocadas por grama e pólen de flores  (Foto: Divulgação)

A chegada da estação mais florida do ano deixa tudo mais colorido a nossa volta. Tanta beleza, porém, esconde alguns perigos para os animais domésticos. Na primavera, os riscos de intoxicação pela ingestão de plantas são a principal ameaça para cães e gatos que também sofrem com alergias provocadas pelo contato com a grama e pelo pólen das flores. É nessa época que ocorre o maior número de casos de esporotricose, principalmente em gatos.

A micose altamente contagiosa é transmitida por fungos e se adquire através de lesões feitas por galhos de árvore, farpas de madeira ou espinhos de plantas. Com o calor da estação, os animais saem mais às ruas, onde podem se ferir e contrair a doença por meio de arranhões e mordidas de animais infectados que acontecem em brigas na disputa pela fêmea. Na Clínica Veterinária e Pet Shop Univet, na Barra da Tijuca, os casos de esporotricose aumentam 50%, segundo o veterinário Roberto Teixeira.

Segundo o especialista, os filhotes são as maiores vítimas das intoxicações. “A maioria dos acidentes acontece dentro de casa, principalmente entre os filhotes que estão descobrindo o mundo pela boca, mordendo tudo o que veem pela frente. Por isso, os donos devem evitar plantas tóxicas em casa e, ao primeiro sinal, levá-lo o mais depressa possível ao veterinário”, orienta. Para agilizar o tratamento, o ideal é que os donos levem, quando possível, a planta ingerida pelo animal.

Os sintomas são vômito em abundância, salivação intensa, diarreia e tontura. Nos casos mais graves, o animal tem convulsões que podem levá-lo à morte. O veterinário explica que os tutores não devem tentar tratar em casa. “Dar água, leite ou chá é lenda. Não funciona e só atrapalha. Quanto mais rápido o veterinário iniciar o tratamento, com lavagem gástrica, maiores as chances de cura”, diz.

Calor e ataque de insetos e de animais em passeios são riscos

Quem tem um pet deve tomar muito cuidado com as plantas da casa. Algumas são altamente tóxicas se forem ingeridas pelo animal. Outras podem provocar alergias pelo simples contato com a pele. As mais comuns são: antúrio, azálea, babosa, banana-de-macaco, bico de papagaio, comigo-ninguém-pode, copo-de-leite, coroa-de-cristo, costela-de-Adão, dedaleira, erva-moura, espirradeira, folha-da-fortuna, hera, hortência, lírio, lírio-da-paz, mamona, espada-de-são-jorge, entre outros.

A ingestão de flores como o lírio leva à alterações neurológicas e até falência renal aguda. Os principais sintomas são vômitos, depressão, letargia e anorexia.

Não são só as plantas que oferecem riscos aos animais. Durante a primavera, é comum cães ficarem com o focinho cheio de espinhos ao tentar morder filhotes de ouriços que, nesta época, estão saindo da toca. “Não dá nenhuma reação alérgica, mas é um sofrimento para os cães. Eles têm que tomar anestesia para a retirada dos espinhos”, diz o veterinário Roberto Teixeira.

Outro problema frequente com a chegada da primavera é o ataque de abelhas e marimbondos, durante passeios em parques. Se isso acontecer, explica o veterinário, é preciso socorrer às pressas o animal para tomar corticóides. “Alguns animais sofrem alergia que provoca inchaço das áreas atingidas, como pescoço e boca. Se não forem atendidos, pode ocorrer o fechamento da glote e ele para de respirar”, alerta o especialista, que aconselha a evitar os horários mais quentes para levar os cães para passear.

Fonte: Jornal O Dia

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Saiba como prevenir as doenças que atacam os animais no verão

Já falamos aqui do perigo do calor intenso para os animais. Mas é importante abordar outro problema causado pelo verão: as infestações de pestes como pulgas e carrapatos. As altas temperaturas propiciam a proliferação das pulgas, pois os ovos eclodem com o calor. Já os carrapatos têm o ciclo de vida alterado, e precisam de mais alimentos – no caso, o seu animal!

Não só esses problemas incomodam o animal e podem atacar também os humanos, mas as pestes ainda apresentam o risco de levar para eles alergias e doenças sérias, como a dirofilariose, parasita do coração, e a leishmaniose.

Outro mal trazido pelo calor, e que atinge sobretudo animais que viajam para sítios e fazendas, é a picada das moscas. Elas depositam ovos, que podem virar bernes ou bicheira no pet.

“Existem produtos especializados para a prevenção de pulgas e carrapatos. Recomendo uma pipeta que você passa na nuca do animal, ou um spray que você borrifa no corpo inteiro para afastar as pragas”, conta Fernanda Inarra, da Clínica Veterinária Salvador Felis. “Para as moscas, temos repelentes de citronela. Passando mensalmente em todos os animais da casa você consegue um controle bacana”, afirma Fernanda.

No caso dos cães já infectados, é preciso levá-los ao veterinário imediatamente, onde será feita a remoção das pragas, e o médico pedirá exames para ver se o animal possui alguma doença.

Fonte: Época SP

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Formas de identificar e tratar alergias em cães e gatos

Quando um animal de estimação arranha, morde ou mastiga excessivamente é bem possível que esteja sofrendo de uma alergia. A causa da alergia, denominada alérgeno, poderia ser, virtualmente, qualquer coisa no ambiente de um animal de estimação. Em alguns casos, um animal altamente alérgico pode ter diversas alergias simultaneamente. A identificação da causa da alergia requer um trabalho conjunto do tutor do animal e do veterinário. O mesmo trabalho conjunto é necessário para controlar a alergia.

A alergia mais comum em cães e gatos é a causada por mordida de pulga. Ela ocorre quando um cão ou gato é exposto à saliva da pulga na hora da mordida. Controlar as pulgas no ambiente de um animal de estimação é o tratamento óbvio para a alergia causada por mordida de pulga. Para fazer isto, tanto o animal quanto seu ambiente devem ser tratados. Coleiras anti-pulgas proporcionam um pequeno alívio. Todavia, alguns animais de estimação são alérgicos a coleiras. Pós, sprays, xampus e banhos contra pulgas podem ajudar a livrá-los do parasita.

As instruções contidas nos rótulos devem ser sempre seguidas. O uso excessivo de qualquer destes produtos pode ser perigoso para o animal de estimação. Freqüentemente, um veterinário prescreve medicamentos que matam as pulgas ou rompem o ciclo de vida do parasita.

Para aplicar o produto em gatos, é importante conferir no rótulo se o produto é seguro para gatos. Alguns produtos são seguros para cães mas tóxicos para gatos.

Como as pulgas passam a maior parte do ciclo de vida fora de um cão ou gato, as áreas ao ar livre comuns a pulgas e animais de estimação devem ser tratadas com sprays ou nebulizadores. O combate à infestação de pulgas dentro da casa requer limpeza e aspiração do pó. Um exterminador profissional pode ser necessário para combater infestações pesadas.

Além das pulgas, os cães e gatos podem ser alérgicos a outros parasitas e reagir da mesma forma à mordida do carrapato, por exemplo. 

As alergias de contato são causadas pelo contato físico do bicho com uma substância nociva. As áreas de pelos finos ou sem pelos são usualmente afetadas. Alguns animais podem ser alérgicos a comedouros de plástico. No caso de certas plantas ou áreas geográficas, as alergias inalantes ou de contato podem ser sazonais.

A identificação da substância nociva é de importância crucial para o controle das alergias inalantes e de contato. Se ela for identificada, todos os esforços deverão ser feitos no sentido de eliminá-la do ambiente do animal. Um veterinário poderá recomendar o tratamento apropriado para lesões de pele e para ajudar a aliviar a coceira.

Embora alguns bichos desenvolvam alergias a alimentos, isto é raro e resulta de uma reação imune anormal a um ingrediente presente em alimentos próprios para animais. Geralmente aparecem como problemas de pele ou distúrbios gastrintestinais. Todavia, uma variedade de doenças apresenta sinais semelhantes. Conseqüentemente, outras causas devem ser excluídas antes de culpar a dieta pela alergia e trocá-la por outra.

A maioria dos animais de estimação afetados foi alimentada com o mesmo alimento durante um período de meses ou anos. A alergia se desenvolve no decorrer do tempo, com a exposição ao mesmo ingrediente, geralmente proteínas, mas mudar de um alimento para outro não é a solução porque muitas destas dietas contêm ingredientes semelhantes e nenhuma fonte de alimento é completamente não-alergênica. Os únicos alimentos passíveis de serem considerados hipoalergênicos são aqueles que um animal de estimação nunca comeu. Para ser hipoalergênica, uma dieta deve conter proteínas que foram decompostas o suficiente para não serem reconhecidas pelo o sistema imunológico.

No caso de suspeita de uma alergia alimentar, um veterinário provavelmente recomendará uma “dieta experimental de eliminação” para ter certeza de que a referida dieta é a causa da alergia e identificar o ingrediente ao qual o animal é alérgico.

Se um animal de estimação estiver sob uma “dieta experimental de eliminação” a fim de isolar o ingrediente nocivo, o tutor e todas as pessoas de seu convívio enfrentarão o desafio de manter o animal em sua dieta especial. Isto significa não deixá-lo mastigar couro cru, snacks, sobras de comida ou o alimento de um outro animal.

Uma vez identificado o ingrediente ao qual um animal de estimação é alérgico, uma dieta apropriada poderá ser recomendada. Novamente, o desafio é manter o animal exclusivamente na dieta prescrita sem oferecer nada mais.

No caso de qualquer alergia, uma vez feito um diagnóstico tentativo, pode-se experimentar um tratamento. O objetivo do tratamento é controlar os sintomas evitando a causa da alergia. Se isto não for possível, a administração de medicamentos ou de uma série de injeções poderá ser benéfica.

Uma Consideração Final

A identificação de um alérgeno pode ser um processo complexo que requer tempo e paciência. A recompensa de um tratamento bem sucedido consiste em proporcionar uma vida mais confortável ao animal de estimação afetado.

Fonte: Dep Rio


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Problemas de pele dos animais de estimação exigem atenção

Coceiras intensas, lambidas constantes e mordeduras nas patas são os primeiros sinais de que o animal precisa visitar um veterinário para diagnosticar se há algum problema dermatológico, como uma alergia.

Em cães e gatos, por exemplo, se a coceira for contínua, torna-se um grande transtorno. Neles, os problemas de pele estão mais relacionados à estrutura do tecido do que à quantidade de bactérias que o animal tem sobre o corpo, explica a veterinária Isabella Vincoletto.

Segundo ela, os sintomas clínicos mais comuns relacionados aos problemas dermatológicos são também perda de pelos e o odor desagradável. Outros sintomas relacionados a alergias são pelos escassos e sem brilho e engrossamento da pele. Em casos alimentares, podem ocorrer vômito e diarreia. “Em alguns casos o tutor nem percebe que o animal tem alguma predisposição”, diz a especialista.

Diagnóstico

“As causas das alergias e dos problemas de pele muitas vezes tem origem genética, dificultando a prevenção. É aconselhável, aos primeiros sintomas, procurar um veterinário para diagnosticar o problema, para que a coceira não se agrave e o animal não chegue a machucar-se, ferindo a pele e, assim, permitindo a contaminação e a infecção do tecido”, ressalta Isabella.

Ainda que existam algumas raças mais predispostas, qualquer animal pode manifestar os sintomas e desenvolver problemas de pele, diz a especialista. Hoje em dia, reforça ela, já existem exames eficazes, como raspados de pele, citologia e exames de sangue, que auxiliam o veterinário a um diagnóstico mais preciso para determinar as causas dos problemas dermatológicos. “Além do tratamento, que pode envolver vacinas manipuladas e medicamentos para diminuir a inflamação e a coceira, é de extrema importância realizar a assepsia do ferimento ou lesão.”

Cuidados

De acordo com Isabella, apesar da dificuldade de evitar as causas do aparecimento dos problemas de pele, principalmente nos animais com predisposição, é importante tomar alguns cuidados, entre os quais limpar frequentemente o local onde o bicho costuma dormir, escovar diariamente a pelagem do animal e evitar que ele ande ou permaneça sobre superfícies molhadas.

Principais tipos de alergia do cães

Dermatite alérgica (picada de pulga) – É um tipo muito comum, causada pela saliva da pulga. São necessárias apenas algumas picadas para começar o problema. Ocorre, em geral, em cães que tenham entre três e quatro anos.

Alergia alimentar – Geralmente, pode ser causada por ingestão de carne de vaca ou de porco e derivados de leite, milho, trigo e soja. Conservantes ou corantes também podem ser alergênios.

Alergia de contato – Acontece quando o animal tem um contato constante com algo com o qual é sensível, como produtos químicos. Geralmente, ela se desenvolve nas patas e na região anal.

Dermatite atípica – É uma predisposição a desenvolver problemas de pele quando em contato com partículas normalmente inofensivas, como pólen, plantas, gramas, ervas, pó, ácaros, fungos, bolores etc. Algumas raças, como lhasa apso, labrador, sharpei e pug, são mais predispostas a contrair a alergia.

Fonte: Gazeta de Piracicaba

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