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Ave oceânica é resgatada em plantação de arroz a mais de 100 km do mar

Um albatroz-de-sobrancelha-negra, ave que vive a maior parte do tempo em regiões de mar aberto à procura de alimento, foi encontrada em uma plantação de arroz a mais de 100 quilômetros do mar, na cidade de Rodeio, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

Resgatado pela Polícia Ambiental de Blumenau, o animal foi encontrado por um casal de agricultores, que acionou as autoridades. As informações foram repassadas ao G1 pela Associação R3 Animal.

Foto: Nilson Coelho/R3 Animal

Após o resgate, a ave foi levada para o Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM), em Florianópolis.

A médica veterinária Janaina Rocha Lorenço, que prestou atendimento ao albatroz, explicou que o animal é um macho jovem. Ele chegou ao CePRAM parcialmente debilitado, estressado, com febre e penas quebradas. No entanto, depois de receber os cuidados necessários, a ave já apresentou melhora.

De acordo com a Associação R3 Animal, o animal será reabilitado por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) e, depois, retornará à natureza.


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Após passar por reabilitação, albatroz é solto em alto-mar em Florianópolis (SC)

Albatroz-de-nariz-amarelo é solto em alto-mar em Florianópolis. — Foto: Divulgação/R3 Animal

Um albatroz-de-nariz-amarelo foi solto em alto-mar, perto da Barra da Lagoa, em Florianópolis, após ter passado por reabilitação. A espécie é ameaçada de extinção, informou a responsável pelo tratamento da ave, a Associação R3 Animal, por meio Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

A soltura foi no último dia 14. O albatroz tinha sido resgatado no dia 27 de outubro na praia de Bombinhas, no Litoral Norte, após ter sido visto se debatendo nas ondas e sem conseguir levantar voo. O resgate foi feito por uma equipe do PMP-BS na Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

A ave estava com muitos carrapatos ao redor do olho, piolhos e inflamação nos membros. Inicialmente, foi levada à Unidade de Estabilização do PMP-BS em Penha. Depois, no dia 6 de novembro, transferida para a R3 Animal, no Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM), na capital.

O animal foi medicado, passou por exames e fez reabilitação, incluindo fisioterapia e impermeabilização das penas, até ficar em condições de ser devolvido à natureza.

Ave migratória

O albatroz-de-nariz-amarelo é uma das espécies de albatrozes que ocorrem na costa brasileira, e está ameaçado de extinção, informou a R3 Animal. São aves oceânicas migratórias, monogâmicas e colocam apenas um ovo por temporada de reprodução. Dependendo da espécie, isso pode ocorrer entre uma ou duas vezes ao ano.

Esses animais, que se alimentam de lulas, sardinhas e krills (animais invertebrados da família dos camarões), têm envergadura que pode atingir cerca de dois metros e podem voar até 800 quilômetros em um único dia, atingindo quase 130 km/h, disse a R3 Animal.

A orientação caso seja encontrado um mamífero, tartaruga ou ave marinha morta ou debilitada é ligar para o telefone 0800 642 3341.

Fonte: G1

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Albatroz com pata ferida é tratado e devolvido à natureza

Foto: Instituto Argonauta/Divulgação

Um albatroz foi liberto em seu habitat após duas semanas de reabilitação no Instituto Argonauta, em Ubatuba, Litoral Norte de SP. A ave marinha foi encontrada com uma das pata machucadas no Parque Estadual da Ilha Anchieta.

Ele foi submetida a exames de sangue e radiografias. Felizmente, ela se recuperou bem e a soltura foi possível. O albatroz voltou à natureza e pôde se reintegrar a outros membros da espécie dele podendo expressar sua rotina e características naturais em seu ambiente livre da interferência humana.

Foto: Instituto Argonauta/Divulgação

No entanto, o instituto alerta que a espécie é ameaçada e um dos principais inimigos dela é a pesca, pois além de reduzir o número de alimentos disponíveis, faz com que as aves marinhas se firam em petrechos pesqueiros.

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Albatrozes morrem em ilha do Pacífico com plástico no estômago

Foto: Chris Jordan

O fotógrafo e cineasta americano Chris Jordan registrou imagens difíceis de encarar, em uma remota ilha no Oceano Pacífico Norte, Midway Island. Chris captou vários albatrozes mortos por ingestão de lixo plástico.

Vários corpos de pássaros em decomposição são mostrados de forma chocante nas imagens. A poluição plástica é responsável pela morte de milhares de albatrozes na ilha, que fica a 3,2 mil quilômetros do continente mais próximo, à oeste dos Estados Unidos.

Os plásticos chegam à ilha pelas correntes marítimas, e são clara consequência de irresponsabilidade humana no descarte de lixo e gestão de resíduos.

As imagens foram gravadas para o documentário Albatross, feito por Jordan, que visitou a ilha pela primeira vez em setembro de 2009. O cineasta gravou na ilha Midway pois albatrozes não têm predadores naturais, portanto não demonstram medo próximos a seres humanos, o que foi uma oportunidade para a gravação das imagens. Assim, conseguiu imagens dolorosas de albatrozes mortos por plásticos bem de perto.

Pássaros em decomposição são mostrados com seus estômagos cheios de resíduos plásticos, enquanto filhotes jovens são fotografados já cercados por detritos de lixo, claramente uma ameaça para todos da espécie de pássaros.

O documentário denuncia em escala global as consequências do lixo plástico nos oceanos. Falando para o The Guardian, Jordan disse: “[O plástico] dura para sempre, mas jogamos fora depois de um único uso”, lamentando o alto consumo de plástico por seres humanos.

Foto: Chris Jordan

“Não é tão simples inspirar indivíduos a fazer pequenas mudanças. Temos que reconhecer que os indivíduos não podem fazer diferença. Quando 100 milhões de pessoas decidem fazer algo diferente, é quando mudanças reais acontecem”, aclamou o cineasta, esperançoso de mudanças no mundo, incentivando a substituição de plástico nos hábitos rotineiros de consumo humano.

Comentando sobre o documentário, Rebecca Hosking, que visitou o atol durante as filmagens, disse para a BBC: “Qualquer pai ou mãe albatroz quer sustentar seu bebê, e por isso albatrozes chegam a ir longe para alimentar seus filhos. Mas eles estão alimentando-os com plástico tóxico e afiado, porque eles o confundem com lula ou choco multicolorido perto da superfície do oceano. É horrível”.

Foto: Chris Jordan

O The Daily Mail conta que relatos exemplificaram os tipos de lixo plástico encontrados na ilha. Escovas de dente, isqueiros, brinquedos, garrafas de cerveja e até mesmo garrafas de molho de soja que acompanham sushis para viagem f. “São todas as coisas que usamos todos os dias, e é inacreditável o que essas aves podem colocar em suas goelas – uma delas engoliu um cartucho de tinta”, lamentou Rebecca.

O fotógrafo e produtos do documentário Chris Jordan disse que espera que as imagens chocantes obriguem as pessoas a se envolverem emocionalmente com os problemas que o plástico está causando em escala global.

Foto: Chris Jordan

Tomando atitudes

O mundo ainda produz quantidades exorbitantes de plástico para consumo rápido humano. É assustador o impacto que os resíduos desse tipo de lixo causam na vida de animais, e não só albatrozes, mas incontáveis espécies de aves, milhares de espécies da vida marinha e até mesmo animais domésticos.

Imagens Stock

Apenas ultimamente algumas atitudes de larga e ampla escala tem sido tomadas pelo mundo em uma batalha contra os lixos plásticos nos mares. O Reino Unido anunciou recentemente uma aliança internacional com diversos países e um investimento superior a 61 milhões de libras na batalha contra a poluição plástica. Melhoramentos em gestão de resíduos, pesquisa científica e redução do uso de plástico estão sendo planejados, visando diminuir o impacto humano na vida de animais como albatrozes e incontáveis outras espécies que sofrem com o lixo plástico.

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Albatroz mais velha do mundo põe um ovo em reserva no Pacífico

Foto: Divulgação | afp_tickers
Foto: Divulgação | afp_tickers

A ave marinha mais velha conhecida está esperando uma cria, anunciaram os encarregados da Reserva de Vida Silvestre do Atol americano de Midway em Utah, nos Estados Unidos. A albatroz de Laysan, conhecida como Wisdom (Sabedoria), que tem por volta de 66 anos, está chocando um ovo novamente, o que a coloca no caminho de se tornar a ave silvestre mais velha do mundo a reproduzir.

Wisdom retorna ao atol há seis décadas, explica Charlie Pelizza, chefe do projeto no refúgio natural nesse local no meio do Oceano Pacífico, subordinado ao Serviço de Pesca e Vida Silvestre dos Estados Unidos.

“O pessoal está emocionado com a notícia de que Wisdom está de volta e incubando”, assinalou.

A ave é monitorada desde 1956 e desde 2006 teve nove filhotes e viajou uns 5 mil quilômetros ao longo de sua vida.
Seu companheiro, Akeakamai, foi visto perto do ninho em 23 de novembro.

A Reserva de Vida Silvestre do Atol de Midway é o lar da maior colônia desse tipo de aves no mundo.

O pessoal do parque acha que Wisdom poderá ficar um ano criando no atol, já que essas aves levam esse tempo para mudar e trocar a plumagem.

Os pássaros passam quase 90% de sua vida voando, viajando milhares de quilômetros todos os anos em busca de alimento.

Calcula-se que há três milhões de aves reprodutoras no refúgio do Atol de Midway.

Fonte: Swissinfo

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Albatroz é tratado no litoral norte de São Paulo para voltar à natureza

Albatroz foi levado para tratamento pela Polícia Ambiental (Foto: Divulgação/Instituto Argonauta)
Albatroz foi levado para tratamento pela Polícia Ambiental (Foto: Divulgação/Instituto Argonauta)

Um albatroz-viageiro, maior espécie de albatroz, está em tratamento no Instituto Argonauta em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. A ave, que tem 3,25 metros de envergadura de uma asa à outra e pesa nove quilos, chegou ao local no último dia 29 depois de ser recolhida pela Polícia Ambiental.

O albatroz chegou ao instituto anêmico. O oceanógrafo Hugo Galo acredita que a ave oceânica, encontrada em uma marina em São Sebastião (SP), tenha enfrentado uma tempestade em alto mar e não conseguiu mais retornar ao habitat.

“Não é comum encontrá-los na costa, mas temos relatos de alguns albatrozes estavam sobrevoando essa região, o que reforça a tese de que essa que estamos cuidando enfrentou alguma adversidade. É um sobrevivente”, disse o oceanógrafo.

O animal, segundo ele, já é idoso – eles vivem em média 80 anos e esse já teria passado dos 50. As penas, predominantemente brancas, indicam que a ave já viveu vários anos e percorreu longas distâncias. A espécie está em extinção.

O animal está sendo cuidado no Instituto Argonauta e, quando estiver recuperado da anemia e a condição climática for favorável, ele será solto.

Fonte: G1

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Nova lei protege albatroz de pescadores

Albatroz-de-nariz-amarelo-do-Atlântico é uma das espécies da ave, que tem grande importância para o equilíbrio do ecossistema marinho Foto:  Divulgação
Albatroz-de-nariz-amarelo-do-Atlântico é uma das espécies da ave, que tem grande importância para o equilíbrio do ecossistema marinho (Foto: Divulgação)

O Brasil já pode se orgulhar de ter a legislação mais moderna do mundo para a proteção de albatrozes e petréis, um dos grupos de aves mais ameaçado do planeta. Os ministérios da Pesca e do Meio Ambiente divulgaram recentemente a Instrução Normativa Interministerial 7, que instaura três regras para a pesca de atum no litoral brasileiro. Atualmente, seis espécies de albatrozes regularmente encontradas no país correm risco de extinção.

Tatiana Neves, coordenadora do Projeto Albatroz, organização que há 24 anos trabalha pela preservação do animal na costa do Brasil, explica a relação direta entre a pesca do atum e a morte das aves. “O albatroz mergulha na água em busca de alimento e acaba ficando preso ao anzol. Como a pesca de atum é feita com linhas que possuem até mil anzóis, o risco para as aves aumenta”, aponta a fundadora do programa.

As três regras, que precisam ser inteiramente implementadas nas embarcações que atuam nas regiões Sul e Sudeste até maio de 2015, são: a pesca noturna, pois o albatroz possui hábitos diurnos; a instalação de pesos nas linhas para dificultar que as aves alcancem as iscas; e o toriline, também chamado de espanta-aves. “O toriline foi inventado por um pescador brasileiro e é uma linha com fitas coloridas que mantém o albatroz afastado da área de pesca”, afirma.

Fiscalização

Além de impor uma nova legislação aos pescadores, o governo também atua para garantir seu cumprimento. A principal ação é o monitoramento por câmeras e satélites de todas as embarcações com comprimento superior a 15 metros. “Em conjunto, as duas medidas auxiliam a fiscalização sobre a largada noturna das iscas e para conferir que o toriline esteja armado devidamente na hora da pesca”, diz a coordenadora.

Signatário do Acordo sobre a Conservação de Albatrozes e Petréis, em vigor em 11 países desde 2004, o Brasil se tornou o primeiro a transformar em lei todas as recomendações feitas pelos órgãos internacionais. “Não tenho medo de dizer que a instrução é o que há de mais moderno em proteção das aves no mundo. Isso só foi alcançado pelo bom trabalho dos ministérios, dos movimentos de proteção e dos pescadores”, festeja Tatiana.

Fonte: Jornal O Dia

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Cabo Frio (RJ) integra rede de pesquisa do Projeto Albatroz

(Foto: Reprodução Internet)
(Foto: Reprodução Internet)

A relevância de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, para a preservação das espécies marinhas ganhou novo destaque. A Universidade Veiga de Almeida (UVA), que possui campus no município, foi convidada pelo Projeto Albatroz, com sede em São Paulo, para gerir o núcleo de pesquisa com este grupo de aves marinhas no estado do Rio de Janeiro. Os trabalhos serão realizados em duas frentes, com a observação das espécies durante cruzeiros de pesquisa em alto mar e coleta de dados nos pontos de desembarque de pescados.

A parceria foi anunciada durante visita da bióloga Tatiana Neves, coordenadora geral do Projeto Albatroz, ao campus Cabo Frio. Na ocasião, a coordenadora destacou que a expertise desenvolvida pelo Grupo de Estudos da Pesca (GEPesca/UVA), coordenado pelo professor Eduardo Pimenta, como um dos pontos relevantes para esta parceria. Os pesquisadores integram o comitê científico brasileiro na Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), onde o professor Pimenta defende medidas de preservação para os peixes-de-bico.

Professor Pimenta lembra que os albatrozes, oriundos da Patagônia, preferem lugares frios e são incomuns em locais com temperaturas tão elevadas como a costa do Rio de Janeiro. “Mas o fenômeno da ressurgência, que é a subida das águas geladas das fossas abissais do assoalho do oceano, e a abundância de alimento acabam atraindo estas aves até aqui”, aponta. As aves ocorrem do limite Sul do Brasil até o Espírito Santo e quanto mais intensa for a atividade pesqueira, maior pode ser a densidade das espécies.

Albatrozes estão na Lista Vermelha da União

Os albatrozes na realidade constituem um grupo de 22 espécies, além dos petréis (ou pardelas), que são semelhantes. Destas, 17 espécies estão na Lista Vermelha da União para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), sendo seis ameaçadas de extinção. “São as aves mais ameaçadas do mundo inteiro”, enfatizou Tatiana Neves, acrescentando que o Brasil é signatário de acordos internacionais para a preservação das espécies e deve adotar medidas mitigatórias e de educação ambiental, além da obrigação de monitorar continuamente a população.

A captura incidental dos albatrozes, por meio do espinhel usado na pesca de atuns e espécies afins, estão entre os fatores que contribuem para a mortandade das aves. Ao perceber o movimento das iscas (geralmente sardinhas vivas), a ave acaba se prendendo nos anzóis, afundando com a soltura do mesmo. “É um prejuízo tanto para a natureza, quanto para o pescador, que tem sua capacidade de captura reduzida”, analisa Tatiana, explicando que uma medida conhecida como toriline (que consiste num cabo de cerca de 130 metros, repleto de fitas coloridas, que funciona como um espantalho marinho), possui um custo relativamente baixo e tem se mostrado eficiente. Outras propostas são adaptações na forma de prender o anzol na linha para que afunde mais rápido e incorporar a largada noturna, pois a maioria das espécies é mais ativa durante o dia.

“As três medidas juntas possuem um efeito sinérgico, que levam a uma redução significativa nas perdas”, explicou Tatiana Neves, acrescentando que a educação ambiental também é relevante. De acordo com o Projeto Albatroz, das cerca de 300 mil aves que morrem por ano em decorrência da pesca oceânica, um terço corresponde a albatrozes. Se considerada apenas a frota brasileira que atua nas regiões Sul e Sudeste – área prioritária para a preservação -, são mais de 10 mil mortes por ano.

A parceria com a Universidade Veiga de Almeida para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas e também de tecnologias para minimizar a captura acidental foi ressaltada pela coordenação do projeto. “Esta parceria corrobora para a consolidação dos trabalhos já desenvolvidos pelo GEPesca, no diagnóstico de problemas e proposição de medidas que subsidiam a tomada de decisão assertiva, visando a exploração sustentável dos recursos marinhos”, enfatizou o professor Pimenta.

Petrobras Ambiental

O Projeto Albatroz existe há mais de duas décadas e, além da sede no litoral paulista, possui núcleos de pesquisa nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo, ao qual se juntam os esforços da equipe de Cabo Frio. O projeto possui aporte da Petrobras Ambiental, por meio do qual disponibilizará uma bolsa de iniciação científica para o aluno que for selecionado para realizar o trabalho de campo.

Fonte: G1

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Albatroz ferido recebe tratamento de reabilitação no Instituto Argonauta

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Um Albatroz, identificado como Albatroz-de-Sobrancelha-Negra, da espécie Thalassarche melanophrys, foi resgatado e tratado na última segunda-feira (29) pela equipe do Instituto Argonauta, após ter sido encontrado ferido em Paraty (RJ) e levado ao Corpo de Bombeiros da região.

“O animal chegou com um corte na asa esquerda, que já foi fechado e, em seguida, recebeu antibiótico e hidratação. O próximo passo é a biometria e a coleta de sangue para a realização de exames”, explica o veterinário do Instituto Argonauta, Felipe Torres. “Depois de todos os procedimentos necessários para garantir que o animal esteja apto para retornar à natureza, realizaremos a soltura”, completa.

Segundo o biólogo do Instituto Argonauta, Danilo Camba, “a ave encontrada é um juvenil e mede 2,10 metros da ponta de uma asa até a outra”. De acordo com informações do Projeto Albatroz, que cuida da conservação dessa espécie na costa do Brasil, o Albatroz-de-Sobrancelha-Negra é o mais comum na costa brasileira e também o mais capturado. Nidifica em sete ilhas subantárticas ou arquipélagos, entre elas Ilhas Geórgia do Sul, assim como nas Ilhas Malvinas/Falklands e em outros quatro arquipélagos ao sul do Chile.

A equipe do Instituto Argonauta recomenda que ao encontrar um animal marinho debilitado pela praia, o ideal é não se aproximar, pois o mesmo pode se tornar agressivo caso se sinta ameaçado. Deve-se ligar para o órgão responsável da cidade ou diretamente para o telefone do Instituto (12) 3833-4863 ou (12) 3834-1382, que atende as ocorrências entre Angra dos Reis (RJ) e São Sebastião (SP).

Com informações da Assessoria de Imprensa do Instituto Argonauta

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População de albatrozes e outras aves marinhas está em declínio

Um albatroz (Foto: AFP)

Se maltratar os albatrozes é uma fonte de má sorte, como a lenda do marinheiro diz, então o último relatório sobre o estatuto das aves marinhas põe o mundo em maré de azar. Uma revisão do estado deste grupo de aves publicada de animais Bird Conservation International mostra que das 346 espécies de aves marinhas que existem, 97 estão globalmente ameaçadas e 10% estão perto de ficarem ameaçadas.

“As principais ameaças no mar são causadas pela pesca comercial (devido à competição e mortalidade causada pelas artes de pesca) e pela poluição, enquanto em terra, as espécies invasoras e predadoras, a degradação do habitat e a perturbação humana são as ameaças mais representativas”, explica o resumo da investigação liderada por John Croxall, responsável do Programa Global de Aves Marinhas da BirdLife.

Quase metade das espécies está em declínio. Os albatrozes são o grupo de aves mais ameaçado, 17 das 22 espécies estão actualmente ameaçadas de extinção.

“As aves marinhas são um grupo diverso com distribuição mundial e como predadores de topo são um indicador valioso da saúde marinha”, disse o professor John Croxall, num comunicado da Bird Life International.

O artigo oferece algumas soluções para reverter este declínio, como a proteção dos locais onde as aves marinhas se agrupam tanto em terra, onde se reproduzem, como no mar, onde se alimentam.

A organização já identificou vários locais importantes no mar e irá publicar um inventário sobre estes locais. Uma das apostas é a criação de uma rede de áreas marinhas protegidas.

Fonte: Público

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Albatrozes e pinguins correm risco de extinção

Aves marinhas como algumas espécies de albatrozes e pinguins estão em risco de extinção, mais do que qualquer outro grupo de aves, revela um estudo hoje publicado na revista científica Bird Conservation International.

Depois de estudarem 346 espécies de aves marinhas que habitam nos oceanos, peritos das organizações de proteção das aves RSPB e BirdLife International detetaram como a sua situação se tem agravado ao longo do tempo, a ponto de algumas das espécies estarem em perigo de desaparecer.

Segundo os cientistas, 97 espécies de aves marinhas, incluindo 28 de albatrozes e pinguins, estão em risco de extinção, enquanto outras 35 encontram-se muito próximo desse limiar.

Fonte: Destak

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Avião colide com albatroz e ave fica presa na fuselagem

Aeronave da Guarda Costeira japonesa ia de Naha a Ishigaki quando foi atingida por um albatroz (Foto: AFP)

Um avião de patrulha japonês conseguiu se salvar após uma colisão com um albatroz abrir um buraco de cerca de 1 m de diâmetro na fuselagem da aeronave, informa nesta sexta-feira o site The Japan Times.

O incidente aconteceu por volta das 17h10 (horário local) da última quarta-feira, quando o avião de patrulha da Guarda Costeira do Japão sobrevoava o Mar Leste da China a uma altitude de 300 m. De acordo com o The Japan Times, o choque com a ave gerou um grande buraco de cerca de 1 m de diâmetro na parte da frente da aeronave Bombardier DHC8-315. O albatroz ficou preso no buraco.

Apesar do incidente, o avião conseguiu chegar ao seu destino, em Ishigaki, e pousar em segurança por volta das 18h (horário local). Nenhum dos nove tripulantes ficou ferido.

Colisões de aves são um grande problema. De acordo com The Japan Times, o Ministério dos Transportes local planeja instalar um radar no aeroporto Haneda, em Tóquio, a partir de abril para rastrear a movimentação de revoadas de aves e ajudar que aeronaves evitem entrar na rota dos animais.

Fonte: Terra

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