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Pesquisadores avistam orca branca no Alasca: ‘incrivelmente rara’

Foto: Reprodução/Instagram @worldtravelstephanie

Uma orca branca foi avistada na costa do Alasca, nos Estados Unidos, no início deste mês. Extremamente rara, a aparição do animal empolgou pesquisadores.

A bordo da embarcação Northern Song, a equipe avistava um grupo de orcas a aproximadamente 400 metros de distância quando percebeu que uma delas era branca.

“Houve um suspiro coletivo de todos no barco”, disse ao jornal Anchorage Daily News a estudante de biologia marinha Stéphanie Hayes.

Segundo ela, trata-se de um “avistamento único na vida”, já que baleias com leucismo são “incrivelmente raras”. Hayes reforçou que “até mesmo pesquisadores nunca esperam ver uma em suas carreiras”.

O leucismo é uma condição genética que gera perda parcial da pigmentação. No caso do albinismo, perde-se totalmente a pigmentação. A raridade destes animais é tamanha que os pesquisadores acreditam que existam entre 5 e 10 orcas brancas na natureza.

Batizada de Tl’uk, o nome da orca significa “lua”. A escolha se deve a sua coloração acinzentada, semelhante à cor lunar.

“Tl’uk parece ser um membro saudável de seu grupo, e damos as boas-vindas a ele em seu primeiro avistamento documentado no Alasca”, concluiu Hayes.


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Ursos polares podem ser enterrados vivos durante perfurações de petróleo

A maioria das tocas, onde as ursas ficam com os filhotes por até três meses, não é detectada pelos aparelhos das indústrias petrolíferas

Mãe e filhotes podem ficar nas tocas até três meses. Foto Skeeze/Pixabay

Um estudo comparou os registros de biólogos de tocas de ursos polares do Alasca com os registros de detecção térmica da indústria de petróleo. As imagens infravermelhas das empresas detectaram 45% das tocas de ursos polares indicando que mais da metade desses animais correm risco de serem enterrados vivos por não serem identificados por perfuradores de petróleo.

Como as mães ficam nas tocas com os filhotes até os três meses de idade, não identificar um covil de ursos polares pode matar toda uma família. Os animais podem ser enterrados vivos, expulsos pelo barulho ou esmagados durante a exploração de petróleo. Ativistas de direitos animais e ambientalistas estão protestando contra perfurações adicionais no Refúgio Nacional da Vida Selvagem do Ártico, principalmente depois que o governo Trump abriu a área para perfurações em 2017. E uma petição com mais de 190 mil assinaturas visa proibir que as explorações de petróleo continuem.

A área não apenas fornece habitat crítico para os ursos polares em perigo, como também para centenas de espécies de aves migratórias que viajam para todos os estados dos EUA, além de raposas do Ártico, entre muitas outras espécies. Infelizmente, acredita-se que a planície costeira, que também é conhecida como a “Área 1002”, esteja nas reservas de petróleo e gás.

Segundo Tom Smith, autor do estudo, as mudanças climáticas reduziram grande parte do gelo marinho usado pelos ursos polares e também prejudicam a tecnologia de infravermelho para detectar as tocas. As informações são da Reuters e do portal One Green Planet.

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Família de ursos polares é capturada em fotos e vídeo encantadores

O fotógrafo canadense Brant Bady passou quatro dias em condições abaixo de zero para registrar os animais e ajudar na conservação da espécie

Eles correm, brincam de pega-pega, simulam lutas, se abraçam e mostram quanto uma família de ursos polares pode viver feliz sem a interferência destrutiva dos humanos. Foi o que o fotógrafo canadense Brant Bady tentou provar fazendo imagens encantadoras de uma família de ursos polares à beira do mar de Beaufort, no Alasca.

Ele passou quatro dias em condições abaixo de zero para conseguir imagens realmente memoráveis e postá-las em seu blog de viagem, onde salienta: “Se você é apaixonado por ursos polares como eu, ajude a ONG Polar Bear International a proteger esses animais”.

Além das belas fotos, Brant fez também um vídeo digno de um “Oscar” da Vida Selvagem. Os filhotes não economizaram cenas engraçadas e ternas, rolando na neve, escalando uns sobre os outros e aconchegando-se para se aquecerem. A afetuosa relação entre pais e filhos também foi ricamente documentada.

“Em uma viagem até o Círculo Polar Ártico para fotografar ursos polares, acabei fazendo 12 mil imagens em 3 dias e meio, e selecionei as 50 melhores para a galeria no meu blog. Também fiz um vídeo imperdível de fofuras!”, conta.

O fotógrafo narrou que viu 40 ursos no local escolhido para o trabalho e que se trata de uma região que perdeu bastante gelo marinho nos últimos anos por causa das mudanças climáticas. Ele aproveitou o dia 27 de Fevereiro – Dia Internacional do Urso Polar – para publicar mais fotos de seu rico material no blog.

Veja o encantador vídeo:

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Filho de Trump recebe permissão para caçar urso pardo do Alasca

Donald Trump Jr foi uma das três pessoas que se candidataram a 27 vagas para caçadores não residentes no Alasca


 

Créditos: Legends de Caça

Recentemente, Donald Trump Jr recebeu a permissão para caçar um urso pardo no noroeste do Alasca, disse uma autoridade do estado no dia 21/02.

Para que conseguisse a permissão para caçar, o filho do presidente dos EUA, Donald Trump foi uma das três pessoas que se candidataram a 27 vagas para caçadores não residentes no Alasca, que visam caçar ursos pardos em uma região designada da península de Seward, local com grande quantidade de ursos pardos, no noroeste do Alasca, disse Eddie Grasser, diretor de conservação da vida selvagem do Departamento de Peixes e Caça do Alasca ao site Daily Mail (22).

O estado disponibiliza com frequência licenças para caçar ursos, mas também renas, alces e outros animais em várias regiões. Os vencedores são escolhidos por uma espécie de loteria, onde eles podem apostar números de caça por meio de aplicativos de celular direcionados à caça.

No entanto, no caso da licença de caça ao urso que o filho do presidente ganhou, houve pouca concorrência. As outras duas pessoas que também conseguiram as licenças de caça junto com o filho do presidente, também foram anunciados no dia 21/02.

Para acompanhar a caça aos ursos, Trump Jr também deverá pagar uma taxa de US$ 1.000 (cerca de R$4.390 reais), em função de não ser residente do local e  comprar uma licença de caça de US$ 160 (cerca de R$703) para não residentes, disse Grasser.

O filho mais velho do presidente é caçador frequente e já fez várias viagens para caçar no Alasca e no Canadá, além disso, ele também está planejando ir ao Alasca no final de 2020, para caçar veados e patos.

Confira mais matérias sobre as caças de Donald Trump Jr, AQUI. 


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Mamãe ursa carrega seus filhotes nas costas para atravessar o lago em segurança

A fotógrafa da vida selvagem, Pattie Walsh, flagrou a cena por acaso e ficou comovida ao presenciar o cuidado e a atenção da mãe com seus filhotes


 

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

Dois filhotes de urso pardo foram filmados agarrados às costas da mãe enquanto ela os carregava em segurança através de um lago no Alasca.

A família dos ursos pardos da Península do Alasca, também conhecidos como ursos peninsulares, estava tentando atravessar a água no Parque Nacional Lake Clark, localizado no Alasca.

Os filhotes agarram o pelo da mãe com os dentes e as garras enquanto ela realizava a perigosa travessia.

A fotógrafa Pattie Walsh, que administra a GP Walsh Photography & Photo Tours com seu marido George, estava realizando uma excursão com um grupo de fotógrafos que queriam a oportunidade de tirar fotos dos ursos em seu habitat natural quando viu a cena incrível.

Walsh disse ao Daily Mail: “Uma mãe urso estava prestes a atravessar um pouco de água”.

“De início a mãe urso e os filhotes pareciam apreensivos”.

“A ursa permitiu que os dois filhotes subissem de costas e assim ela poderia nadar carregando os dois”.

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

“Eles se seguraram com força. Você podia vê-los segurando suas garras e dentes nas costas dela”, disse a fotógrafa.

O casal têm fotografado a vida selvagem do mundo todo nos últimos 15 anos, segundo o Daily Mail.

Durante esse tempo, eles capturaram imagens tão variadas quanto cavalos brincando no Salt River, no Arizona, até leopardos à espreita das presas na Namíbia.

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

No entanto, a foto dos filhotes de urso agarrados à mãe tem um significado particular para a sra. Walsh, que disse: “Eu sempre gosto de capturar fotos de famílias de animais selvagens interagindo, mostrando suas personalidades, seus laços estreitos e a lealdade de sua unidade familiar”.

Ela acrescenta que não é a primeira vez que vê uma devoção tão carinhosa e amorosa dos pais com os filhos na natureza, dizendo: “É emocionante ver como essa mãe urso foi atenciosa e dedicada aos seus filhotes”.

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

“Testemunhamos esse comportamento atencioso em muitos animais selvagens”.

“Seja um urso pardo, um leão, babuínos ou um cavalo selvagem, vimos como os bebês são a principal prioridade das famílias. Eles defenderão e protegerão até o fim”, concluiu ela.

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Cientistas do Alasca revelam o aumento de encontros entre ursos polares e humanos

Foto: Artyom Geodakyan/TASS
Foto: Artyom Geodakyan/TASS

Cientistas do Alasca dizem que as chances de encontrar um urso polar na região aumentaram, a informação se baseia em pesquisas recentes que revelarem que os ursos estão chegando mais cedo à costa do país e permanecendo em terra por mais tempo.

Cientistas do departamento de Pesquisa Geológica dos EUA descobriram que mudanças no habitat do gelo marinho coincidiram com evidências de que o uso e o tempo de terra pelos ursos polares está aumentando, informou o Anchorage Daily News no sábado.

Os ursos polares chegam à terra pelo o mar de Beaufort durante a estação de derretimento de gelo, quando o gelo do mar se rompe no verão e recongela no outono, disseram cientistas.

A duração média da estação de degelo aumentou 36 dias desde o final dos anos 90, disseram os pesquisadores.

Os ursos estão chegando “um pouco antes do previsto”, disse Todd Atwood, biólogo especializado em pesquisas sobre a vida selvagem que lidera o programa de pesquisa de ursos polares do US Geological Survey.

Os ursos polares geralmente chegam à costa em meados de agosto, mas os moradores relataram aparições já em maio em Kaktovik, uma pequena cidade a cerca de 1.040 quilômetros ao norte de Anchorage, disseram biólogos.

A residente Annie Tikluk foi uma das poucas que encontrou um urso na segunda-feira antes que os vizinhos o assustassem e o animal fugisse com medo.

Sua filha e duas sobrinhas estavam brincando do lado de fora quando “viram o urso e saíram correndo”, disse Tikluk.

“A questão principal é que os ursos do sul de Beaufort estão usando a terra até um ponto em que não a usam historicamente”, disse Atwood. “E aumentando as atividades no Ártico, particularmente aquelas relacionadas ao desenvolvimento, a principal consideração a ser levada adiante provavelmente será como os ursos e os humanos estão compartilhando esses espaços.”

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Queda na quantidade de gelo nas águas no Alasca preocupa cientistas

Todos os anos, o Ártico perde uma área de gelo maior que o tamanho da Escócia. Ursos polares usam este lençol de gelo para caçar | Foto: Getty Images
Todos os anos, o Ártico perde uma área de gelo maior que o tamanho da Escócia. Ursos polares usam este lençol de gelo para caçar | Foto: Getty Images

As águas do Alasca estão agora completamente livres de gelo, com a plataforma de gelo mais próxima a mais de 240 km de distância, alertaram os cientistas.

Após o mês mais quente de julho, o gelo do Ártico ficou 2 milhões de quilômetros quadrados abaixo da média de longo prazo. Cientistas alertam que este último encolhimento é parte de um fenômeno que vai levar a verões livres de gelo todos os anos.

Rick Thoman, especialista em clima do Centro de Avaliação e Políticas Climáticas do Alasca, twittou: “As águas do Alasca agora estão completamente limpas do gelo marinho, enquanto o último gelo no mar de Beaufort, no mar da baía de Prudhoe, se dissolveu.

“O gelo mais próximo do Alasca está a cerca de 240 quilômetros a nordeste de Kaktovik”.

Em média, o gelo marítimo de setembro declinou mais de 13% por década nos últimos 40 anos, desde o início dos registros de satélite.

“Este é um declínio de cerca de 85 mil quilômetros quadrados por ano – o equivalente a perder uma área de gelo marinho a cada ano maior que o tamanho da Escócia”, disse Ed Blockley, um especialista do Met Office no gelo marítimo do Ártico.

O derretimento do gelo marinho no Ártico não é necessariamente uniforme e o derretimento dos mares Chukchi e Beaufort, no nordeste do Alasca, tem sido particularmente preocupante.

Verões sem gelo

O declínio geral é consistente com as mudanças preocupantes observadas nas últimas décadas.

O professor Peter Wadhams da Universidade de Cambridge disse: “Nesta época do ano ‘normalmente’ (ou seja, 30 anos atrás) haveria gelo marinho nas águas do sul do Alasca, mas, mais importante, gelo marinho na costa norte do Alasca, deixando apenas um estreito entre o gelo e a terra para os navios que tentam uma passagem noroeste”.

“O último encolhimento do gelo é parte de um fenômeno do Ártico que está levando a um verão sem gelo como a norma futura”, disse ele.

No futuro imediato, o aquecimento das temperaturas oceânicas está levando a rápidas mudanças ambientais e ecológicas que podem ameaçar a subsistência das pessoas que vivem em comunidades costeiras.

Especialistas dizem que muitas comunidades costeiras já estão olhando para a possibilidade de se mudar devido ao aumento das inundações.

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Caçadores matam ursa e filhotes indefesos que estavam hibernando no Alasca

“Você e eu fazemos o que queremos”, diz o rapaz (Foto: Reprodução)

Esta semana a Humane Society International divulgou um vídeo em que pai e filho matam ilegalmente uma ursa negra que estava hibernando com seus dois filhotes na Ilha Esther, na Enseada do Príncipe Guilherme, no litoral sul do Alasca. Na filmagem, é possível ouvir os gritos de terror dos filhotes.

Os autores do crime não imaginavam que no local haviam câmeras instaladas pelo Serviço Florestal como parte de um estudo sobre o comportamento animal. O vídeo começa com os dois homens avistando uma ursa hibernando.

Não demora, e eles disparam vários tiros no oco de uma árvore, onde os animais estavam alojados. Assim que a mãe é morta, os filhotes ficam horrorizados, mas os atiradores não se importam e os matam.

O filho, de 18 anos, posa para uma foto com o corpo de um dos animais e se gaba dizendo que eles jamais serão responsabilizados pelo que fizeram. “Você e eu fazemos o que queremos”, diz o rapaz. Os criminosos também descartaram os corpos dos filhotes e um colar de rastreamento que estava com a ursa, segundo a HSI.

Com o auxílio das câmeras, os autores foram identificados como Andrew e Owen Renner, de Wasilla, no Alasca. Depois de se declarar culpado, Andrew foi condenado a três meses de prisão e não poderá caçar pelos próximos dez anos. Já o filho, Owen, de 18 anos, recebeu apenas uma suspensão de 30 dias e a incumbência de realizar serviços comunitários.

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família de ursos
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Caçadores matam família de ursos e são condenados a apenas três meses de prisão

A dupla de criminosos do Alasca, EUA, que assassinaram brutalmente uma ursa e seus dois filhotes recém-nascidos, foi condenada e cumprirá uma mísera pena de três meses de prisão, além do pagamento de multa.

família de ursos
Foto: Getty Images

Andrew Renner foi condenado por oito acusações, incluindo assassinato e transporte de ursos, e foi sentenciado a três meses de prisão. Ele também pagará uma multa de 9 mil dólares pelo furto de sua propriedade confiscada pelo governo, incluindo um barco, uma picape, dois fuzis, duas pistolas, dois celulares e dois conjuntos de esquis usados ​​no crime.

Seu filho, Owen Renner, foi condenado por quatro acusações. Ele foi condenado a 30 dias de prisão e prestará serviço comunitário.

De acordo com documentos da promotoria, o crime aconteceu em abril de 2018, quando os Renner invadiram uma toca de ursos e assassinaram brutalmente a ursa na frente de seus filhotes, que gritavam. Em seguida, eles mataram os dois filhotes. Os criminosos esquartejaram a ursa e esconderam os pedaços de seu corpo em sacos de lixo. Dois dias depois, eles retornaram à cena do crime para destruir as provas e levar os corpos dos filhotes.

A Humane Society dos Estados Unidos mostrou indignação com o caso dos Renner e com a mínima sentença que receberam. A organização luta para proibir a prática cruel que infelizmente ainda é permitida no Alasca e em outros estados norte-americanos.

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Urso polar e cachorro brincam juntos na neve do Alasca

Poderia ter terminado de forma muito diferente, mas um encontro casual de um cão e um urso polar em estado selvagem ocorreu sem problemas. A amizade improvável entre o cão brincalhão e o enorme urso foi capturada por uma câmera.

O cachorro vai correndo encontrar o urso polar no terreno coberto de neve. Ele late excitadamente ao encontrar um novo amigo em potencial e pula divertidamente para trás e para frente.

Em um ponto, o urso polar e o cachorro ficam cara a cara. Os dois ficam em pé e o cachorro foge novamente

Em um ponto, o urso polar e o cachorro ficam cara a cara. Os dois ficam em pé e o cachorro foge novamente.

O urso vai até o homem que filma a cena. Uma luz é acesa, trazendo o animal para o foco claro da câmera.

O gigante polar aparentemente é bem-humorado e bastante social.

O urso polar de boa índole não parece se importar com a pessoa que filma a ação brincalhona que resplandece uma tocha à medida que se aproxima da câmera

Os ursos polares são os maiores carnívoros terrestres do planeta, que geralmente vivem e caçam sozinhos, embora na verdade passem a maior parte de suas vidas em torno da água e do gelo, segundo a WWF.

O urso polar parece todo peludo e fofinho, mas as aparências enganam e são predadores poderosos que comem principalmente focas e podem atacar humanos.

Mas esta história tem um final feliz. O cão volta para o urso polar e o grande animal peludo participa de um jogo de perseguição com seu novo amigo.

O vídeo termina com o urso polar chegando para outra câmera de perto.

Um outro caso semelhante

Em 2016, a ANDA noticiou um outro momento, aparentemente pacífico, entre os dois animais. Nas imagens capturadas por um guia turístico no Canadá, David De Meulles, um enorme urso polar selvagem acaricia a cabeça de um cão.

Infelizmente a amizade terminou muito mal. O tutor do cão revelou à CBC News que o urso matou o cão, que as imagens foram editadas e, que por isso, não se vê toda a história.

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Urso polar é fotografado “rezando” para que temperatura diminua no Alasca

Um urso polar parecia estar rezando por melhorias no clima, depois de ser visto colocando suas enormes patas juntas e olhando para o céu.

A fotógrafa Shayne McGuire capturou o urso em Barter Island, Alaska, no dia 7 de outubro. Na foto, o filhote aparece olhando para o céu e pedindo intervenção divina na situação atual do animal.

O filhote de urso polar foi fotografado em oração com suas patas juntas enquanto ele espera pela neve (Foto: Daily Mail Online)

As temperaturas em seu habitat no Alasca são mais altas do que o normal e, como resultado, a matilha ficou encalhada em terra esperando que o gelo congelasse.

Até que as temperaturas caiam e mais gelo congele após o derretimento durante a primavera, os ursos polares não podem ir e encontrar alimentos.

O urso juvenil do sexo masculino fez o apelo a um poder superior pouco antes de ir dormir, enquanto sua mãe e sua irmã já estavam cochilando.

O urso parecia estar em busca de uma intervenção divina para o início do inverno (Foto: Daily Mail Online)

“Era hora de dormir para o urso, sua mãe e sua irmã já haviam se enrolado, mas lá estava ele, contemplando alguma coisa, que nunca saberemos”, afirma McGuire.

Ela conta que o seu grupo estava conversando sobre a falta de neve e o sol estar saindo e aumentando o calor no local. Nesse mesmo momento, o urso olhou para o céu e levantou a cabeça e as patas e um dos acompanhantes da profissional disse “ele está rezando para que o gelo congele”.

O urso então retorna à sua mãe e irmã que estão dormindo, em Barter Island, no Alasca (Foto: Daily Mail Online)

“É no final da temporada e ainda há muito pouca neve. Eu tenho visto o aquecimento global afetar seu habitat. Tenho ido ao Alasca desde 2013 e sempre houve neve no final de setembro, início de outubro.

“Em 2015, houve tempestades e a neve foi profunda. Desde então, tenho estado no início de outubro a meados de outubro e tive um pouco de gelo, muito pouca neve”.

Esta foto tirada em 2014, também na Barter Island, no Alasca, mostra quão diferentes os níveis de neve são comparados com 2018 (Foto: Daily Mail Online)

“Quando ele terminou, ele voltou para sua mãe e irmã para se enrolar e eu disse ‘bem, todo mundo não reza antes de ir para a cama?'”, ela completa.

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Leão-marinho que encalhou em praia no Alasca retorna ao mar após resgate que durou 4 dias

Um leão-marinho ficou encalhado por quatro dias, a menos de 1 km da água, no Alasca. O animal, que estava estressado e faminto, foi colocado em uma carregadeira e retornou ao oceano.

Na cidade de Sitka, um motorista avistou o leão, da espécie leão-marinho-de-steller, pela primeira vez sentado ao lado de uma estrada em uma área residencial. O animal passou algum tempo no convés de madeira de um residente e até se refugiou sob as árvores em uma área florestal próxima.

O leão marinho estava assustado e se abrigou em um convés (Foto: Daily Mail Online)

Os cientistas da Administração Nacional de Operações Oceânicas e Atmosféricas (NOAA) foram notificados e decidiram avisar a população. Em uma publicação no Twitter, pediram para que saíssem do local, para segurança tanto das pessoas quanto do animal.

Policiais, bombeiros e cientistas estavam todos envolvidos no esforço de recuperá-lo em segurança para o oceano depois que ele saiu da água e se perdeu.

Em uma primeira tentativa, a polícia local alertou os condutores da área para que saíssem do local e tentou persuadir o leão-marinho a voltar ao oceano usando uma mangueira. Entretanto, o animal acabou ficando mais estressado e desidratado.

Policiais usaram uma mangueira para que o animal voltasse ao oceano, mas ele se assustou e tentou se esconder na floresta (Foto: Daily Mail Online)

Depois de quatro dias de o leão ter sido descoberto, equipes de resgate tomaram a decisão de sedá-lo e transportá-lo de volta para o porto de Sitka. Um veterinário da NOAA usou um dardo no animal e a equipe o rolaram no cano de um escavador e o colocaram na traseira de uma caminhonete.

A porta-voz da NOAA, Julie Speegle, assegurou que o leão marinho, enquanto desacordado, recebeu medicação para neutralizar os sedativos e foi cuidadosamente monitorado no oceano após a sua liberação.

O animal foi sedado e transportado até à água por uma caminhonete (Foto: Daily Mail Online)

“Nós o observamos por algumas horas para ter certeza de que tudo estava bem, mas a primeira coisa que ele fez foi comer um peixe, então foi um bom sinal”, conta Speegle.

O Corpo de Bombeiros Voluntários de Sitka, que pulverizou água no animal, postou um vídeo de seu retorno ao oceano no Facebook. Moradores locais ficaram felizes em ver o resgate sucedido do leão-marinho.

Os cientistas envolvidos no resgate disseram que não está claro por que o leão-marinho se aventurou tão longe da costa, mas a NOAA está de olho no animal aventureiro:

“Coletamos algumas análises para verificar sua saúde geral e colocamos uma etiqueta de satélite para que possamos rastrear sua localização”, afirmou Speegle.

O leão marinho conseguiu retornar à água após quatro dias (Foto: Daily Mail Online)

O leão-marinho-de-steller, ou do norte, é o maior membro da família Otariidae. Conhecida por serem “focas orelhudas”, a família inclui todos os leões-marinhos e focas. O animal pesa em torno de 1700 kg.

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