Al Gore
Notícias

Al Gore promove veganismo e aconselha Trump a renunciar à presidência dos EUA

Na filmagem, Gore fala sobre perigos iminentes das mudanças climáticas e sobre seu novo filme “An Inconvenient Truth Sequel” – que não precisou de muito tempo para mostrar como o veganismo pode ajudar a combater o aquecimento global.

Al Gore
Foto: Reprodução, VegNews

“Os grandes poluidores de carbono gastaram mais de um bilhão de dólares em um esforço para tentar enganar as pessoas fazendo-as acreditar que [a mudança climática] não é real”, disse Gore, relacionando o clima atual do que ele descreve como “negadores da mudança climática” com as táticas antiéticas usadas pela indústria do tabaco para convencer o público que fumar não é prejudicial.

“A dieta é uma escolha  pessoal, mas já sou vegano há cinco anos. Temos que andar antes de podermos correr e eu me concentro nas soluções para a crise climática que acredito que pode avançar rapidamente”, declarou Gore ao defender uma alimentação à base de vegetais para barrar o fenômeno.

Diante do questionamento : “Se você tivesse que dar algum conselho a Trump, qual seria?”, Gore respondeu enfaticamente: “renuncie”.  O governo Trump  tem negado continuamente a existência das mudanças climáticas e implementado políticas que promovem a  contínua degradação do  meio ambiente. Um exemplo é a recente decisão de Trump de se retirar do Acordo de Paris (um contrato mundial de responsabilização pelas mudanças climáticas).

​Read More
Notícias

Conheça seis ambientalistas que adotaram o veganismo para salvar o planeta

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/MercyForAnimals
Reprodução/MercyForAnimals

Há inúmeras evidências que mostram como a pecuária é uma das principais causas das mudanças climáticas.

Um artigo recente publicado pela revista VICE destacou este fato preocupante e citou um estudo do instituto britânico independente Chatham House. O estudo descobriu que a pecuária é responsável por 15% das emissões de gases globais, informa a organização de proteção animal Mercy for Animals.

Para tentar combater os efeitos das mudanças climáticas, os ativistas preocupados com o meio ambiente e os animais estão adotando uma alimentação à base de vegetais. Veja alguns ambientalistas famosos que estão tentando, literalmente, salvar o mundo.

Al Gore

Reprodução/MercyForAnimals
Reprodução/MercyForAnimals

O antigo vice-presidente se tornou mais consciente após a estréia de seu documentário sobre as alterações climáticas, “An Inconvenient Truth” (Uma Verdade Inconveniente), e de publicar um livro homônimo.

“O aumento do consumo de carne ao redor do mundo é uma das questões ligadas a esta crise global, não apenas devido aos gases emitidos, mas também por causa do consumo de água que este processo requer”, disse o Gore à ABC em 2009.

James Cameron

Reprodução/MercyForAnimals
Reprodução/MercyForAnimals

Não é nenhuma surpresa que o diretor de “Avatar” é um vegano declarado. Cameron promove “Avatar” como “o filme ambiental mais bem sucedido de todos os tempos.” Ele e sua esposa, Amis tornaram-se veganos em 2012 e iniciou a MUSE, uma escola 100% vegana na Califórnia.

“Inspirar e preparar os jovens para viver de forma consciente com eles mesmos, uns com os outros e com o planeta”, diz a missão da escola.

Daryl Hannah

Reprodução/MercyForAnimals
Reprodução/MercyForAnimals

Em uma entrevista realizada em 2013 no Environmental Media Awards, a estrela do filme “Kill Bill” declarou que as fazendas industriais produzem “enormes quantidades de poluição e de metano, que é um gás de efeito estufa mais potente do que o carbono.”
Por esta razão, ela decidiu se tornar vegana e orgulhosamente comparece a conferências para ajudar a disseminar o veganismo.

Ted Danson

Reprodução/MercyForAnimals
Reprodução/MercyForAnimals

A estrela do seriado norte-americano “The Cheers” abandonou a carne para ater mais energia e proteger o planeta. “Nos últimos cinco ou seis meses, o veganismo me deixou com mais energia”, disse à apresentadora Ellen DeGeneres em 2012.
Antes, Danson comia peixe, mas se conscientizou e abandonou o hábito.

Leonardo DiCaprio

Reprodução/MercyForAnimals
Reprodução/MercyForAnimals

Em 2014, o vencedor do Oscar produziu o documentário “Cowspiracy”, que revela os impactos ambientais gerados pela agropecuária. DiCaprio é um defensor do meio ambiente há bastante tempo e sempre fala das mudanças climáticas para tentar proteger nosso planeta.

Sara Gilbert

Reprodução/MercyForAnimals
Reprodução/MercyForAnimals

Gilbert é apresentadora do programa diurno “The Talk”, no qual fala sobre os benefícios de uma alimentação vegana para a saúde e para o meio ambiente.

Ela também escreveu o livro “The Imperfect Environmentalist” (A Ambientalista Imperfeita) que mostra como uma alimentação à base de vegetais favorece a causa ambiental.

Nota da Redação: Qualquer pessoa que alegue se preocupar com o meio ambiente deve adotar uma dieta vegana, não apenas para reduzir o impacto ambiental, mas também pelo respeito aos direitos animais – parte intrínseca do equilíbrio do planeta. 

​Read More
Notícias

Em carta aberta, Morrissey exige de Al Gore a exclusão de carne e laticínios do Live Earth

Por Lilian Garrafa  (da Redação)

"Servir carne e laticínios em um evento que combate as mudanças climáticas é como vender pistolas em uma campanha contra o armamento". (Foto-montagem: PETA)
“Servir carne e laticínios em um evento para combater as mudanças climáticas é como vender pistolas em uma campanha contra o uso de armas “.
(Foto-montagem: PETA)

Morrissey escreveu uma carta aberta a Al Gore exigindo que se ofereça um cardápio exclusivamente vegano na edição 2015 do Live Earth (shows com a finalidade de cobrar medidas em relação às mudanças climáticas). Na carta endereçada a Al Gore (ex-vice-presidente dos EUA e fundador do evento) e a Kevin Wall (cofundador do evento), o ex-vocalista dos Smiths, juntamente com a ONG PETA, escreve: “Servir carne e laticínios em um evento que combate as mudanças climáticas é como vender pistolas em um  evento contra o uso de armamento”.

“Nós já sabemos que a criação de animais para alimentação é uma das principais causas das alterações climáticas e que a mudança para uma dieta vegana é necessária para combater os piores efeitos da mudança climática”, Morrissey escreve. “A agropecuária afeta intensamente o abastecimento de água doce do mundo e é um dos principais contribuintes das emissões globais de gases de efeito estufa, desmatamento, perda de biodiversidade e poluição do ar e da água, entre muitos outros efeitos nocivos.”

Gore, Wall e Pharrell Williams – este último no papel de diretor de criação – anunciaram que o evento Live Earth 2015 acontecerá em 18 de junho com uma série de shows em seis continentes ao longo de 24 horas. Denominado de “Live Earth Road to Paris”, o festival marca o início de uma campanha de um ano para “chamar a atenção global” antes da conferência sobre mudança climática da ONU este ano em Paris. O evento promete apresentar mais de 100 artistas, embora nenhum famoso tenha ainda sido anunciado.

Morrissey, que deixou sua marca sobre o consumo de carne com a faixa título do do álbum Meat Is Murder, dos Smiths, ameaçou cancelar um show em fevereiro de 2013 no Staples Center de Los Angeles porque no local haveria vendedores de alimentos com carne – incluindo McDonalds. Nessa ocasião o Staples Center aceitou oferecer alimentos totalmente sem carne, e Morrissey só aceitou realizar shows onde houvesse fechamento de todas as lojas do McDonalds, bem como ampliação das opções vegetarianas. (Em sua carta aberta a Al Gore, Morrissey também faz questão de mencionar que em seu show em junho no Madison Square Garden, em Nova York, a alimentação também será totalmente livre de carne, embora um porta-voz do local não tenha respondido prontamente a um pedido de confirmação.)

"Se você opta por servir carne de animais no Live Earth, você estará fazendo uma chacota do próprio conceito do evento, caso em que deve ser renomeado "Dead Earth: We Contributed!" (Foto: Jake Walters/The Guardian)
“Se você opta por servir carne de animais no Live Earth, você estará fazendo uma chacota do próprio conceito do evento, que deveria ser renomeado de “Dead Earth: We Contributed!”
(Foto: Jake Walters/The Guardian)

“Se vocês optarem por servir carne de animais no Live Earth, estarão fazendo uma chacota do próprio conceito do evento, que nesse caso deveria se chamar “Dead Earth: We Contributed!” (Terra Morta: Nós contribuímos!),  finaliza Morrissey. “Não sejam negacionistas das causas da mudança climática. Vocês conhecem os fatos. Façam a escolha certa.” Em um comunicado à imprensa, a PETA diz que os produtores do Live Earth afirmaram  que os organizadores não têm controle sobre o tipo de alimento a ser servido pelos vendedores envolvidos no evento.

Representantes do Live Earth não responderam prontamente a um pedido de esclarecimento.

Leia a seguir a tradução da carta aberta de Morrissey, na íntegra:

 

Prezados Mr. Gore e Mr. Wall,

Estou escrevendo para pedir-lhes a única coisa que será o melhor para o planeta e para a maioria de seus habitantes: não sirvam carne ou laticínios no Live Earth 2015. Não estou pedindo que ofereçam uma opção vegana, mas que não seja servido nenhum tipo de produto de origem animal. Caso contrário, o evento não fará sentido – isso é um lavagem verde*. Servir carne e produtos lácteos em um evento para combater a mudança climática é como vender pistolas em um evento contra o uso de armamentos. Sua responsabilidade é alertar as pessoas em relação à crise, e não se venderem aos fornecedores responsáveis ​​por ela.

Não só é possível fornecer um cardápio 100 % livre de carne  – como se faz agora em todos os locais em que me apresento, incluindo Madison Square Garden, onde farei um show no final de junho – como também é um dever moral.

Nós já sabemos que a criação de animais para alimentação é uma das principais causas das alterações climáticas e que a mudança rumo à dieta vegana é necessária para combater os piores efeitos da mudança climática. A agropecuária afeta intensamente o abastecimento de água doce do mundo e é um dos principais contribuintes das emissões globais de gases de efeito estufa, desmatamento, perda de biodiversidade e poluição do ar e da água, entre muitos outros efeitos nocivos.

 Considerando que é inegável o fato de que o consumo de carne está matando o seu planeta (a própria organização patrocinadora, ONU, afirma isso) – e que há locais que podem e irão atender à demanda de comida vegana para eventos, se vocês optarem por servir carne animal no Live Earth , vocês estarão fazendo uma chacota do próprio conceito do evento, caso em que deve ser renomeado “Dead Earth: We Contributed!”

Não sejam negacionista das causas das mudanças climáticas. Vocês conhecem os fatos. Façam a escolha certa.

 Atenciosamente, Morrissey

——————-
*O termo greenwashing, “lavagem verde”, é um neologismo que indica a injustificada apropriação de virtudes ambientalistas por parte de organizações (empresas, governos etc.) ou pessoas, mediante o uso de técnicas de marketing e relações públicas. Tal prática tem como objetivo criar uma imagem positiva, diante opinião pública, acerca do grau de responsabilidade ambiental dessas organizações ou pessoas (bem como de suas atividades e seus produtos), ocultando ou desviando a atenção de impactos ambientais negativos por elas gerados.

​Read More
Home [Destaque N2], Notícias

Estudante critica Al Gore por defender o meio ambiente e ao mesmo tempo consumir carne

Por Giovanna Chinellato (da Redação)

Durante o a Penetta Institute’s 2010 Lecture Series, o ex-vice-presidente Al Gore discutiu o tópico “O que vem agora, América? Nosso meio: podemos salvar o planeta que nos sustenta?”. Em uma seção de perguntas e respostas moderadas, o estudante da UC Santa Cruz Eric Deardoff se levantou e fez sua pergunta.

foto de al gore
Al Gore (Foto: s/créditos)

Em razão de suas atitudes em relação ao aquecimento global e ao resultado da ação humana no meio, a questão lógica é se Al Gore come carne.

Enquanto ia sendo cercado pelo pessoal da segurança, Deardorff se recusou a sentar-se até que sua pergunta fosse ouvida. “Em relação à sua literatura, você defende que a coisa mais simples e efetiva a se fazer para ajudar é parar de comer carne. Eu estava me perguntando se hoje você poderia se comprometer com o que fala em seus escritos e parar de comer carne.” Antes de se sentar, Deardorff ofereceu ao vencedor do Nobel da Paz um kit de iniciação ao vegetarianismo.

foto de al gore durante evento
Al Gore numa saia justa: discurso difere da atitude (Foto: Reprodução/Ecorazzi)

Depois de apontar que ele não queria incentivar outras interrupções, Al Gore acabou respondendo à pergunta. “Já diminuí o consumo de carne. Não sou vegetariano e entendo que discordamos nisso. Mas as fábricas de carne e fazendas de criação realmente são prejudiciais ao meio ambiente – não tem como contestar isso.”

Escolha individual? É claro! Mas considerando as crenças de Al Gore de que as mudanças climáticas podem ser o fim da espécie humana como a conhecemos, ele talvez queira repensar seu consumo de carne – já que ele admite abertamente estar contribuindo para a alteração climática. Parece um preço caro demais por um hot dog.

Assista ao vídeo em que Al Gore responde ao questionamento do estudante:

Com informações do EcoRazzi

​Read More
Entrevistas

Partido dos Animais: experiência única que vem da Holanda

foto de Niko KoffemanCriado em 2002, o Partido dos Animais da Holanda reune pessoas que acreditam ser possível defender politicamente o interesse dos bichos. Inicialmente visto com descrença, o partido foi pouco a pouco se colocando como uma alternativa real para aqueles que se preocupavam com a forma como os animais são tratados. Para grande surpresa dos críticos, em 2006 o partido conquistou duas das 150 cadeiras do parlamento. Em 2007, nas eleições distritais da Holanda, foram mais nove cadeiras num total de oito províncias, e uma cadeira no senado. O cargo de senador pelo Partido dos Animais é hoje ocupado por Niko Koffeman, economista formado pela Universidade de Roterdam e um dos idealizadores do partido. Koffeman é desde a juventude ativista pelos Direitos dos Animais. Participou de campanhas contra o uso de animais em laboratório, contra esportes exploratórios e as caçadas promovidas pela família Real da Holanda. Antes de entrar para o Partido dos Animais, ele trabalhou como consultor em comunicação e estratégias de propaganda para o Partido Socialista. Durante este período, ajudou o partido a conquistar suas primeiras 25 cadeiras no congresso. Hoje Koffeman, além de senador, também atua em outras organizações, como a Fundação Nicolas G. Pierson (espécie de braço científico do Partido dos Animais). Ano passado, esta fundação produziu o DVD “Meat the Truth” (Uma Verdade Mais que Inconveniente). O filme é uma resposta ao filme de Al Gore, que vergonhosamente não fala sobre a questão da carne e da pecuária. Também é co-fundador da Wakker Dier, uma organização que luta pela abolição das fazendas industriais. Ele concedeu uma entrevista exclusiva à repórter da ANDA, Mariana Hoffmann, durante o 12º Festival Internacional Vegano realizado entre os dias 22 e 25 de julho no Rio de Janeiro, promovido pela Sociedade Vegetariana Brasileira.

ANDA – Qual a importância de criar um partido para defender os animais?

Niko – Os grupos de ativismo animal normalmente entram na esfera política falando com políticos de suas questões, mas estes políticos logo os esquecem, pois estão mais preocupados com outras coisas. Já existindo um partido animal, a questão ganha visibilidade e relevância contínua. Outra vantagem é que, criando um partido político formal se afasta a ideia de que ativistas animais são “terroristas” (infelizmente esta ideia ainda é forte na Holanda, por conta do assassinato de um político holandês em 2002 cometido por um ativista dos direitos dos animais).

ANDA – O senhor falou que considera uma vergonha ter que existir um partido para defender os animais. Pode explicar?

Niko – É uma vergonha que tenha que existir um “Partido Animal”, esperamos que ele deixe de ser necessário no futuro. E isso pode acontecer se os outros partidos passarem a perceber a relevância das questões dos Direitos dos Animais e efetivamente incluam nos seus programas essas questões. Já há uma busca maior dos partidos tradicionais por tais temas devido a própria existência do Partido dos Animais. Mas quanto mais um tema é visto como fundamental, menos necessária é a sua defesa.

ANDA – Apesar de ter poucas cadeiras o Partido dos Animais é influente?

Niko – Sim, o Partido dos Animais é o partido que mais cresce na Holanda (começou há 7 anos com 3 pessoas e hoje inclui cerca de 10 mil, muitos sendo eleitores que antes não votavam sequer, por não se sentirem ouvidos). Nosso partido está por trás dos principais debates sobre os Direitos dos Animais e bem-estarismo no parlamento, temos uma força política maior que nossa dimensão no congresso (que hoje conta com 2 participantes). Os outros partidos temem tal crescimento, percebem que o povo considera importante as questões colocadas por nós, percebem a aplicação dos 4 princípios básicos do partido e buscam nossos congressistas para “desempatar” votações importantes.

ANDA – Quais são os princípios básicos do partido?

Niko – Nossos princípios são Compaixão, Sustentabilidade, Liberdade Pessoal e Responsabilidade Pessoal. Não somos de direita ou de esquerda, mas primamos por estes valores que são ou deveriam ser universais.

ANDA –  Imagino que muitas pessoas devem criticá-los por defender apenas os animais.

Niko – Sim, isso ocorre com frequência. Muitas pessoas nos dizem “como vocês podem estar preocupados com os animais se há tantas pessoas morrendo de fome no mundo?”. Então explicamos que a fome no mundo tem tudo a ver com a maneira com que nos relacionamos com os animais, que grande parte da produção agrícola vai para os rebanhos de gado ao invés de alimentarem populações inteiras. E isso porque damos preferência a uma dieta baseada no consumo de carne. Enfim, fazemos esta ponte, e muitos ficam surpresos com esta realidade.

ANDA – Conte-nos um pouco sobre você e sua trajetória como ativista e político.

Niko – Antes de entrar para o Partido Animal eu trabalhava como consultor em comunicação e estratégias de propaganda para o Partido Socialista. Durante este período, auxiliei o partido a conquistar 25 cadeiras no congresso, partindo do zero. Também atuo em diversas organizações, uma delas é a Fundação Nicolas G. Pierson, que é uma espécie de braço científico do Partido dos Animais. Ano passado, esta fundação produziu o DVD “Meat the Truth” (Uma Verdade Mais que Inconveniente). O filme é uma resposta ao filme de Al Gore, que vergonhosamente não fala sobre a questão da carne e da pecuária. Como ativista, já fiz campanhas contra os esportes de caça e contra as caçadas promovidas pela família Royal. Também sou co-fundador da Wakker Dier, uma organização que luta pela abolição das fazendas industriais.

​Read More
Notícias

Al Gore reconhece que vegetarianismo ajuda na luta contra mudanças climáticas

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, reconheceu publicamente que a dieta vegetariana é capaz de ajudar no combate às mudanças climáticas. “Eliminar o consumo de carnes é a coisa mais responsável que alguém pode fazer para lutar contra os problemas ambientais”.

Al Gore

Gore, que é um ativista pró-meio ambiente, chegou a lançar um documentário em que mostra todos os causadores do aquecimento global.

Em uma entrevista à rede de TV americana ABC, ele concordou com o estudioso inglês Stern, que diz que quem come carne contribui drasticamente para o aumento nas emissões de carbono. “Não sou vegetariano, mas eu diminuí bastante a quantidade de carne que consumo”, declarou. “Está correto dizer que a intensa criação de gado é um problema relacionado não somente por causa do CO2, mas também devido à quantidade de água que se usa no processo”, completou.

Gore disse ainda que aumentar o consumo de frutas e vegetais na dieta é a melhor coisa a se fazer. “Enquanto eu não vou além, fazendo como Stern recomendou para que todos virem vegetarianos, esta será a minha prioridade”.

Fonte: Vida Vegetariana

​Read More
Home [Destaque N2], Notícias

Refeição vegana é adotada em conferência no castelo de Windsor, na Inglaterra

Por Joana Bronze (da Redação)

Na próxima segunda-feira (2), pela primeira vez na história, o Castelo de Windsor (Palácio Real da Inglaterra) será palco para um banquete real vegano.

O castelo de Windsor, na Inglaterra
O Castelo de Windsor já existe há 900 anos. Antes tarde do que nunca!

O príncipe Philip, junto à Aliança de Religiões e Conservação, hospedará no castelo uma conferência de três dias chamada de “Muitos céus, um planeta Terra: compromissos de fé para um Planeta Vivo” (tradução livre para: Many Heavens, One Earth: Faith Commitments for a Living Planet), que contará com a presença de líderes de diversas religiões, como Bahai, budistas, cristãos, taoístas, hindus, judeus, muçulmanos, xintoísmo e religiões Sikh. O secretário-geral Ban Ki-moon também participará.

Eles falarão sobre as maneiras pelas quais as comunidades religiosas podem promover a proteção do ambiente e dos animais. Esta reunião só poderia fazer sentido acompanhada da maneira mais respeitosa e livre de crueldade de alimentar-se, ou seja, de alimentos veganos.

Não é todo dia que os ambientalistas realmente colocam seu dinheiro e ética em suas bocas, por isso esse evento simboliza algo maior. (Você está ouvindo, Al Gore?)

Todos as refeições servidas na conferência de três dias serão vegetarianas ou veganas, e a maior parte dos alimentos serão orgânicos e cultivados localmente.

Caso você ainda não esteja com inveja suficiente, aí vai o cardápio de um dos almoço veganos do Castelo de Windsor: salada de pera assada com chicória, cogumelos portobello recheados com alcachofra e ervas, risoto de cevada e vinho orgânico.

Com informações do PETA

​Read More