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Após ser afogado em lago, cão tem as patas quebradas e é morto a pauladas

Reprodução/Instagram/@lar.amicao

O Lar Amicão denunciou a morte brutal de um cachorro adotado no abrigo da entidade de proteção animal em Goiânia (GO). Branquinho, como era chamado, foi afogado em um lago, enforcado e morto a pauladas. O animal também foi arremessado no chão e teve suas patas quebradas.

As agressões teriam sido realizadas após o cachorro matar um pintinho. A ONG soube do caso através da pessoa que adotou o animal. Imagens de uma conversa no WhatsApp mostram mensagens que relatam os maus-tratos.

“Ele comeu um pintinho, o cara se irou e a coisa ficou grave. Precisava comentar, pois não tenho dormido pensando nisso. Ele enforcou o cão, lançou do alto para o chão, quebrando as pernas, na sequência afogou no lago e matou a pauladas. Eu não tive coragem de olhar, mas ele disse que o corpo está num buraco tipo fossa atrás da casa”, dizem as mensagens divulgadas pela entidade.

O crime foi denunciado à Delegacia de Meio Ambiente (DEMA) e ao Ministério Público. “Agora esperamos uma investigação”, afirmou a ONG.

Nas redes sociais, o Lar Amicão descreveu o trabalho árduo que realiza em prol dos animais abandonados desde 2015 e lamentou a morte de Branquinho. “Esse trabalho voluntário é duro e cansativo, mas vale a pena quando percebemos que uma vida foi salva e que o amor nasceu na adoção. Porém, nos deparamos com a triste realidade daqueles que adotam sem responsabilidade e partem o nosso coração ao negligenciar a vida que tanto cuidamos”, escreveu.

Reprodução/Instagram/@lar.amicao

“O lar ama cada cachorro que passa por lá, o lar abriga e ampara cada vida que chega, por isso a gente não recebe mais do que nossa capacidade permite, entendemos nossas limitações, mas damos toda qualidade de vida para aqueles que lá são acolhidos.Mas ontem uma ferida foi aberta em nossos corações, pois recebemos a notícia de que um dos cachorros resgatados por uma de nós, que tinha seu lar seguro, foi torturado e morto de forma cruel”, completou.

De acordo com a publicação, Branquinho estava sob a tutela de uma pessoa que passou pela triagem da entidade e efetuou a adoção, “mas não conseguiu garantir a segurança da vida dele”. A pessoa que havia adotado o cachorro informou à entidade que um “parceiro de negócios” matou o animal.

“Pedimos força para a comunidade para que crimes como esse não sejam naturalizados e banalizados. A crueldade foi feita, mas podemos nos conscientizar, nos sensibilizar diante da vida e não deixar passar impune mais um crime como esse”, concluiu a ONG.


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Cães agredidos a vassouradas são resgatados após denúncia em MG

Foto: ONG/Divulgação

Dezessete cachorros que eram agredidos a vassouradas foram resgatados pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) no bairro Castelo, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte (MG).

O resgate foi realizado na última quinta-feira (16). No local, foram encontrados cães de várias raças, dentre elas lulu da Pomerânia, shih tzu e bulldog francês.

Relatos de testemunhas e vídeos apreendidos pela polícia comprovam os maus-tratos aos quais os cães eram submetidos. A suspeita de agredi-los a vassouradas foi intimada para prestar depoimento às autoridades na próxima semana. Ela pode ser condenada a um ano de detenção, além de multa. A punição, no entanto, costuma ser revertida em penalidades alternativas, como prestação de serviços comunitários. Isso porque o crime de maus-tratos ainda é considerado de menor potencial ofensivo no Brasil.

A Delegada Carolina Bechelany, da Delegacia Especializada em Investigação de Crime contra a Fauna, afirmou ao G1 que o caso foi denunciado no início do ano.

Foto: ONG/Divulgação

“Logo que a denúncia chegou à polícia, no início do ano, diligenciamos na residência, onde não foi permitida a entrada da equipe e nem mesmo a funcionária da casa de receber a intimação para entregar à investigada. Após ouvir várias testemunhas e da entrega do vídeo, representei por um mandado de busca e apreensão na segunda-feira, que foi deferido na data de ontem e nessa quinta cumprimos, resultando no resgate de todos os cães”, explicou a delegada.

Os animais foram encaminhados à entidade Vida Animal Livre, que irá oferecer a eles todos os cuidados necessários.


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Mulher é presa em flagrante após matar cachorro em Pernambuco

Foto: Portal No Detalhe

A mulher acusada de assassinar um cachorro e maltratar diversos outros animais na Zona Leste de Caruaru, em Pernambuco, foi presa na tarde do último domingo, 29, pelo Grupo de Apoio Especial e Defesa Animal de Caruaru (Gaeda).

Segundo a Polícia Militar, os moradores começaram a denunciar a mulher enviando fotos e vídeos que comprovavam as agressões aos cachorros, para o Gaeda, que devido às provas acionou o 4º Batalhão da Polícia Militar. Os policiais, em parceria com uma equipe do grupo, foram até a residência para verificar a situação e, diante das provas encontradas no local, a mulher foi detida em flagrante.

Segundo Anderson Correia, um dos membros do Gaeda, em um dos vídeos recebidos era possível ver um cachorro morto no quintal da residência. “Tivemos que arrombar a porta da criminosa já que ela não queria abrir. Num dos vídeos que recebemos vimos um cachorrinho que estava morto no quintal, quando entramos na casa não conseguimos localizar o corpo do animal porque ela tinha ocultado o corpo dentro de uma caixa. Nós conseguimos descobrir o cadáver e diante do flagrante ela foi conduzida a delegacia para que fosse feito um boletim de ocorrência”, contou Anderson.

Crime

No Brasil, crimes contra animais estão previstos na lei 9.605 de 1998. Uma vez acusado, o responsável pode ser punido com multa e até um ano de detenção. No entanto, em uma entrevista à Agência de Notícias de Direitos Animais, o advogado criminalista e consultor da ANDA Sérgio Tarcha explicou que existe um novo projeto que torna a pena de crimes de maus-tratos mais rigorosa.

Segundo Tarcha, apesar de trazer avanços, crimes contra animais ainda não são vistos com gravidade pela Justiça. “A pena, hoje, é de 3 meses a 1 ano de detenção, ou seja, é nada. A lei que regula a matéria é a lei de crimes ambientais, 9.605/98, a nova lei, 11.210/18, que já foi aprovada pelo senado eleva para 1 a 4 anos de detenção, mais a multa. Ainda continua muito branda a legislação, em outros países é muito mais severo”, disse.


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Investigação realizada por quase dois anos revela abuso de animais em fazendas

Bezerros sendo deixados para apodrecer ao ar live | Foto: Investigação Surge
Bezerros sendo deixados para apodrecer ao ar live | Foto: Investigação Surge

Uma investigação secreta que durou 18 meses realizada em fazendas leiteiras em todo o Reino Unido revelou abuso generalizado de bezerros e vacas.

A Surge, ONG que atua em defesa dos direitos animais, trabalhou com investigadores independentes, que colocaram câmeras escondidas em várias fazendas, passando diversas semanas em cada local.

Vacas sendo içadas por trator | Foto: Investigação Surge
Vacas sendo içadas por trator | Foto: Investigação Surge

Abuso de animais

De acordo com Surge, a filmagem revelou “incidências generalizadas de socos, chutes, torção excessiva da cauda, palavrões/gritos, espancamentos com paus, separação de bezerros de suas mães, alimentação forçada de bezerros e remoção violenta de bezerros”.

Além disso, as imagens mostram vacas e bezerros mortos deixados para apodrecer “do lado de fora das instalações por dias”, de acordo com os investigadores.

Vacas sendo espancadas com canos de ferro por funcionários de fazendas leiteiras | Foto: Investigação Surge
Vacas sendo espancadas com canos de ferro por funcionários de fazendas leiteiras | Foto: Investigação Surge

Campanha

Como resultado das descobertas, a Surge está lançando uma campanha chamada “Dismantle Dairy” (Desmontando os laticínios, na tradução livre), que apresentará vídeos, pôsteres e adesivos de código QR.

A ONG diz “em vez de chamar a atenção para fazendas individuais e criar a impressão de que são casos isolados ou `ovos podres no meio de saudáveis’, o vídeo da campanha contará com a presença do co-fundador da Surge, Ed Winters, também conhecido como Earthling Ed, falando em termos mais amplos sobre a indústria de laticínios e suas práticas padrão, como a separação dos bebês de suas mães no nascimento e a morte de bezerros, que são absurdamente abusivas”.

Vacas sendo arrastadas pelo chão por cordas em seu pescoços | Foto: Investigação Surge
Vacas sendo arrastadas pelo chão por cordas em seus pescoços | Foto: Investigação Surge

Os principais vídeos da investigação serão publicados no site chamado “Dismantle Dairy”, onde as pessoas podem pedir pôsteres e adesivos de código QR que direcionam os interessados para a campanha. A Surge incentiva os ativistas a colocar cartazes e adesivos de forma responsável.

“A violência é onipresente”

“A campanha ‘Desmontando laticínios’ é o culminar de 18 meses de trabalho. Começamos esta iniciativa para mostrar que a violência nas fazendas leiteiras é onipresente e ocorre em todas as fazendas, incluindo aquelas associadas aos altos funcionários do setor, como nossa campanha em andamento revelará mais tarde”, disse Ed Winters, co-diretor da Surge e apresentador do vídeo da campanha, em um comunicado.

Vaca presa em caixa de contenção (para reprodução) sendo espancada com pau | Foto: Investigação Surge
Vaca presa em caixa de contenção (para reprodução) sendo espancada com pau | Foto: Investigação Surge

“O sofrimento nas fazendas leiteiras é horrível e existe tanto psicologicamente quanto fisicamente, não é exceção, como muitos pensam, é a regra”.

“Como mostra a filmagem, os laticínios vêm da violência e do sofrimento, mesmo que esses atos de violência sejam legalmente tolerados. A única maneira de acabar com a violência é adotar o veganismo”.

Bezerro recém-nascido sendo afastado da mãe vaca logo após nascer | Foto: Investigação Surge
Bezerro recém-nascido sendo afastado da mãe logo após nascer | Foto: Investigação Surge

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Estudo revela perfil de agressores de animais no Rio Grande do Sul

Um estudo feito pela médica veterinária Gisele Kronhardt Scheffer, durante sua graduação em Direito na Faculdade Estácio, traçou o perfil dos agressores de animais no Rio Grande do Sul.
Homens entre 20 e 40 anos lideram a lista dos principais responsáveis por casos de abandono e violência contra animais. Scheffer analisou as características e motivações dos crimes praticados, entrevistando 380 pessoas entre médicos veterinários, protetores de animais e ONGs.
Foto: Pixabay
De acordo com o estudo, os cachorros são as principais vítimas do abandono, sendo atendidos por 88% dos veterinários, enquanto os gatos e outras espécies correspondem a menos de 7%. Os motivos que levaram os tutores a praticar o cruel e injustificável abandono são, entre outros: doenças, ferimentos, velhice, gravidez, comportamento indesejado, deficiência, cadela explorada para reprodução e venda sendo descartada, compra por impulso e até perda de interesse.
Em relação aos maus-tratos, 56,3% dos entrevistados socorreu animais que têm lar, enquanto 37,7% prestou atendimento a animais em situação de rua. As informações são do Jornal do Comércio.
A pesquisa investigou também qual é a violência mais praticada por cada gênero. No caso dos homens, 63,3% deles cometeram espancamento, outros 62,8% privaram o animal de atendimento veterinário e 49,3% acumularam animais, privando-os de bem-estar.
As violências mais frequentes praticadas por mulheres contra animais, segundo o estudo, foram: acumulação, com 64,2%, seguida de privação de atendimento veterinário, com 61,9% e privação de água e alimento, com 41%. A pesquisa reconheceu 75% dos perfis como gênero masculino e 25% como feminino.
De acordo com o levantamento, a maior causa de agressões foi “negligência ou ignorância em relação ao bem-estar do animal”, com 69,6%. “O animal foi desobediente” teve um percentual de 28% no que se refere às motivações dos maus-tratos. Outras razões identificadas pelo estudo foram: “o animal mordeu ou ameaçou morder o autor ou um familiar” (20,1%), “o animal pertencia a um desafeto do autor” (19,1%), “surto de embriaguez/drogadição do autor” (16,2%) “briga em família, com agressão a pessoas e ao animal” (13,7%), dentre outras.

Crime

Maltratar animais é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais e tem como punição até um ano de detenção, além de multa. A pena pode ser aumentada em caso de morte do animal.

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Cão tem a vida transformada após ser agredido e viver acorrentado por anos

Um cachorro que viveu acorrentado no quintal de uma casa nos Estados Unidos por cinco anos e foi agredido diversas vezes por seu tutor teve uma nova chance na vida ao ser resgatado pela PETA, uma organização internacional de proteção animal.

Foto: PETA

Marley não recebia alimentação adequada e tinha apenas uma água suja para beber. Cheio de energia, às vezes ele tentava brincar quando via seu tutor, mas apanhava quando fazia isso.

Desde que o cão era um filhote, a PETA acompanhou o caso dele. Os membros da organização ofereciam comida de qualidade para Marley e iam até sua casa para brincar com ele e lhe dar carinho – o único gesto de afeto que ele recebia. As informações são do portal I Love My Dog So Much.

Com o tempo, a entidade conseguiu convencer o tutor de Marley a doá-lo. Resgatado, ele foi levado para uma clínica veterinária e iniciou um tratamento. Ele ganhou peso, recuperou-se e foi disponibilizado para adoção.

Foto: PETA

Depois do resgate, o cão que conhecia apenas a palavra “não”, dita frequentemente por seu antigo tutor, aprendeu muitas coisas novas e fez várias descobertas: como entender que podia correr livremente e que havia pessoas dispostas a tratá-lo com amor.

A mudança em sua vida, no entanto, não se restringiu às ações da entidade. Isso porque, após ser colocado para adoção, o cachorro encontrou um novo lar. Atualmente, ele mora em uma casa com um quintal grande, onde corre e brinca com Kyah, o outro cão da família.

O passado de violência e sofrimento foi superado e deu lugar a uma vida feliz, com direito a uma cama confortável, brinquedos e petiscos.

Foto: PETA

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Destaques

Investigação expõe crueldade e agressões a vacas em fazenda leiteira

Foto: Animal Recovery Mission
Foto: Animal Recovery Mission

Uma investigação secreta revelou o abuso e sofrimento a que são submetidas vacas em uma grande fazenda de laticínios orgânicos dos EUA.

A Animal Recovery Mission (ARM), que divulgou recentemente a maior investigação sobre laticínios ja realizada, que expõe o abuso em massa de bezerros na Fazenda Fair Oaks, em Indiana, nos Estados Unidos, também está por trás das filmagens dessa vez feitas na Natural Prairie Dairy, no Texas.

De acordo com a ARM, a Natural Prairie Dairies abriga mais de 25 mil vacas em quatro locais perto de Dalhart, no estado do Texas, e atualmente fornece a alguns dos maiores varejistas do mercado.

Abuso de animais

O vídeo da ARM mostra as vacas sendo chutadas, atormentadas, perseguidas, atingidas com pás e apunhaladas com chaves de fenda por técnicos veterinários e cuidadores de animais.

No vídeo também constam as informações de que os animais foram desumanamente amarrados em posições desconfortáveis por horas, e as vacas foram vistas caindo em fossas e quase se afogando.

Além disso, nenhum cuidado médico foi fornecido aos numerosos animais: vacas com olhos infectados, feridas cobertas de pua, cortes e arranhões, mancando e muito fracas para andar foram observados, sem tratamento e com a saúde em declínio.

Além disso, as condições na fazenda eram miseráveis, com ambientes superlotadas e insalubres, e os animais sendo forçadas a se deitar em cimento frio coberto de fezes.

Sofrimento e tortura

“As vacas da Natural Prairie Dairy vivem uma vida de pura miséria e tortura. Espancadas, esfaqueadas e trancadas em celeiros cobertos de fezes, isso não é o que os consumidores imaginam quando compram leite orgânico e/ou queijo”, disse Richard “Kudo” Couto, fundador da ARM, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“O mundo acaba de ser conscientizado sobre a realidade dos laticínios orgânicos”.

Animais não são produtos para serem explorados, comidos ou vendidos. A única maneira de evitar esse tipo de crueldade é se alimentar de forma vegana, não contribuindo para esse sórdido comércio de vidas.

Foto: Animal Recovery Mission
Foto: Animal Recovery Mission

O PBN entrou em contato com a Natural Prairie Dairy para um comentário. No momento da publicação, a fazenda leiteira ainda não havia respondido a nenhuma outra publicação.

Denúncia na fazenda Fair Oaks

A mesma organização responsável pela denúncia acima, da fazenda Natural Prairie Dairy, no Texas, Animal Recovery Mission (ARM), que atua em defesa dos direitos animais, divulgou um vídeo em junho em que mostra a violência contra bezerros em uma fazenda fornecedora da Fairlife, marca de produtos lácteos que pertence à Coca-Cola.

A filmagem, que aborda desde a realidade do transporte até o confinamento dos animais, mostra bezerros sendo chutados, socados e empurrados – além de receberem golpes na boca e no rosto com vergalhões e garrafas.

O vídeo apresenta ainda cenas de animais sendo submetidos a queimaduras, temperaturas extremas e nutrição inadequada. Há momentos em que os funcionários espancam os animais enquanto tentam obrigá-los a mamar.

“[Tudo] isso resultou em extrema dor e sofrimento para os bezerros e, em alguns casos, lesões permanentes e até mesmo a morte”, informa a organização.

Foto: Animal Recovery Mission
Foto: Animal Recovery Mission

A fazenda denunciada é a Fair Oaks, situada no estado de Indiana, nos Estados Unidos. Atuante no ramo de laticínios, a empresa é conhecida como uma das maiores produtoras de leite dos Estados Unidos.

O nível de estresse dos animais também é outra face explorada no vídeo, além do desespero de uma vaca que começa a mugir incessantemente após a separarem de seu bezerro.

Outra denúncia feita no vídeo é que a Fair Oaks costuma dizer que os bezerros que nascem na propriedade não são enviados para a indústria de carne de vitela. Porém é exatamente isso também que a ARM revela na filmagem.

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Cão agredido pelo tutor é resgatado por equipe da Subsecretaria de Defesa dos Animais

Um cachorro que estava sendo agredido com tapas e chutes pelo tutor foi resgatado no bairro da Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo. O caso foi denunciado na internet através de um vídeo. O agressor, identificado como Antônio Francisco dos Santos, confessou ter batido no animal depois de ingerir bebida alcoólica.

(Foto: Divulgação)

O resgate do cachorro, que foi encaminhado para o Instituto Luísa Mell, foi feito pela equipe da Subsecretaria Estadual de Defesa dos Animais. A confissão do crime de maus-tratos feita por Antônio ocorreu após os policiais confrontá-lo.

Os agentes colheram não só o relato do agressor, mas também de testemunhas que presenciaram as agressões. Um Termo Circunstanciado de Ocorrência foi lavrado.

(Foto: Divulgação)

Nas redes sociais, a ativista Luísa Mell publicou, após o resgate, uma foto ao lado do cachorro. Ela parabenizou a equipe da subsecretaria e o governador Márcio França. “Resgatado! Porque maltratar animal é crime! Meu muito obrigado ao novo serviço do Estado de SP para combater os maus-tratos! Agora temos uma polícia especial para isso! Tenho que reconhecer que está funcionando governador @marciofrancasp”, escreveu Luísa.

Para realizar denúncias de maus-tratos a animais no município de São Paulo basta acionar a Subsecretaria Estadual de Defesa dos Animais através do disque-denúncia: 0800600 6428.

Maus-tratos a animais na região de Mairinque

Na última terça-feira (16), a patrulha animal recebeu, através do canal de atendimento 0800 600 MIAU (6428), a denúncia de que um morador da região de Mairinque encontrava-se desempregado e que tinha três filhos, sendo um deles especial; o que ocasionava um gasto muito alto e que o mesmo não teria condições do custeio de dois cães que mantinha.

Deslocando-se prontamente ao local dos fatos, a denúncia de maus-tratos foi constatada pela equipe da Defesa Animal que encontrou um cenário de dois cachorros amarrados em uma residência, em situação precária. O tutor foi indiciado com base na Lei Ambiental pelo cometimento de maus-tratos a animal.

Após a elaboração dos Laudos Técnicos, e com a impossibilidade para a permanência dos cães no local, o morador fez a entrega amigável à clínica veterinária e abrigo que presta serviço à Subsecretaria de Defesa dos Animais. Os cães serão, após liberação judicial, entregues em adoção.

Animais maltratados na região de Mogi das Cruzes

Na última quinta-feira (18), a patrulha animal recebeu, através do canal de atendimento 0800 600 MIAU (6428), uma denúncia de maus-tratos na região de Mogi das Cruzes, sobre o acondicionamento de animais em local precário e insalubre, privados de alimento e água, além do quadro de visível desnutrição.

Deslocando-se prontamente ao local dos fatos, foi constatada pela equipe da Defesa Animal a quantidade de oito cachorros em situação precária. O tutor informou estar desempregado e sem condições de custear o gasto referenciado. Foi elaborado um Termo Circunstanciado de maus-tratos a animais com base na Lei Ambiental.
Os animais foram encaminhados para clínica veterinária e abrigo que presta serviço à Subsecretaria de Defesa aos Animais.

O serviço de disque denúncia iniciou em 01 de outubro e até o dia 18 atendeu 641 denúncias e resgatou 17 cães vítimas de maus-tratos.

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dois burros com uma criança sentada em cima de um deles e uma mulher loira ao lado.
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Burros explorados por casal são agredidos no Reino Unido

Burros explorados para transportar crianças na praia de Blackpool, no Reino Unido, foram agredidos por uma família. Suzzana Taylor, sua filha Grace, e o ex-namorado de Suzzana, Andrew Lomas, submeteram os animais a um regime de agressões e tortura com socos e chutes, além de permitirem que eles ficassem em péssimas condições, em um chão de concreto coberto de urina e excrementos, sem oferecer a eles um tratamento adequado.

dois burros com uma criança sentada em cima de um deles e uma mulher loira ao lado.
Suzzana Taylor com dois de seus burros na praia de Blackpool. (Foto: Warren Smith)

As imagens de vídeo do abuso foram divulgadas pela Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals RSPCA e mostram os animais sendo chicoteados, socados e em um deles, o Bruce, alvejado por um pontapé no estilo kung-fu. A côrte ouviu como os animais receberam muitos turistas durante o dia no balneário de Lancashire, mas foram negligenciados e maltratados em seus estábulos.

Taylor, seu parceiro e sua filha viviam na fazenda de 450.000 libras quando foi invadida pela polícia, inspetores da RSPCA e veterinários. A juíza Margaret McCormack viu os vídeos gravados por um vizinho, onde era possível ver os burros sendo maltratados com paus e chicotes.

um burro de cor branca preso por uma coleira e marcado com o número quinze em seu corpo.
após uma investigação pela RSPCA, a família compareceu no tribunal de Blackpool (Foto: Ben Lack Photography Ltd)

Os animais foram chutados no estômago e Lomas socou na cabeça e no rosto de um jumento enquanto o segurava. A inspetora da RSPCA, Amy McIntosh, que liderou a investigação, disse: “As filmagens dos burros sendo agredidos são chocantes, particularmente o pontapé-voador no burro Bruce”.

Os burros eram apresentados ao público como se fossem bem tratados, mas nos bastidores sofriam abusos e as condições em que viviam eram precárias. Por consequência da gravidade dos ferimentos, dois dos jumentos tiveram que ser sacrificados, com o conselho de um veterinário especialista em equinos, mas todos os animais restantes agora estão desfrutando de ótimas vidas e poderão ser adotados permanentemente.

Também foram encontrados alguns cachorros, que viviam em condições úmidas e lamacentas, sem abrigo adequado e com ferimentos que não foram tratados.

Hannah Briar, chefe de bem-estar do The Donkey Sanctuary, afirmou: “As filmagens, neste caso, mostram uma série de ataques brutais e desnecessários aos burros. Este comportamento cruel e insensível é inaceitável em qualquer área, mas é agravado pelo fato de que os agressores eram os próprios humanos que deveriam estar zelando pelo seu bem-estar durante sua vida profissional.”

Ambos os Taylors tinham licenças, emitidas pelo Conselho de Blackpool, para levar jumentos na praia e dar carona a crianças e, no início do ano, os animais passaram por uma inspeção anual de um veterinário contratado pelo conselho.

No dia da invasão na fazenda, os animais foram encontrados em um pátio de concreto onde o chão estava coberto de urina e excrementos. A cama deles estava molhada e suja. Os veterinários acreditam que os burros haviam sofrido abusos por um longo período e estavam vivendo com medo.

um burro de cor branca preso por uma coleira e marcado com o número um em seu corpo.
A família foi proibida de manter animais por três anos. (Foto: Ben Lack Photography Ltd)

O tribunal também ouviu sobre as péssimas condições em que os cachorros também se encontravam. Eles estavam em uma área molhada, suja e não tinham água potável. Um deles tinha uma ferida de mordida não tratada, e os outros tinham cabelos emaranhados e olhos correndo.

Um ex-vizinho dos Taylors disse: “Minha esposa e eu víamos as filmagens de nossas câmeras de segurança diariamente e, prometemos que revelaríamos as evidências depois que encontrássemos outro lugar para morar”.

Andrew Lomas, que não prestou depoimento no tribunal, teve sua licença para obter burros recusada, enquanto as licenças de Taylor foram suspensas.

Grace Taylor recebeu uma ordem da comunidade com 30 dias de reabilitação e deve fazer 150 horas de trabalho não remunerado. Ela deverá pagar 500 libras, além de ter sido proibida de manter qualquer animal por três anos.

Sua mãe foi condenada a 14 semanas de prisão, suspensa por um ano. Ela também terá de pagar 500 libras e recebeu uma ordem de três anos proibindo-a de possuir animais.

Lomas, que tem condenações anteriores por violência, foi condenado a 14 semanas de prisão, suspenso por um ano, deverá fazer 150 horas de trabalho não remunerado e pagará 500 libras. Ele também foi desqualificado de manter animais por três anos.

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Audiência Pública sobre vaquejadas vira show de horrores e quase teve agressões físicas

Divulgação
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A Câmara dos Deputados sediou nesta terça-feira (25) uma Audiência Pública sobre as vaquejadas. Organizada por deputados favoráveis à prática, a sessão teve um bate-boca entre vaqueiros e ativistas antes mesmo de começar.

Durante 4 horas e 40 minutos, a sessão foi tumultuada com muitos insultos, gritos e falta de respeito. Pouquíssimos parlamentares defenderam os animais e, quando o fizeram, foram hostilizados.

Provocado por um outro parlamentar, que gritou repetidas vezes “Seja homem!” para ele apontando o dedo em sua direção, o deputado Ricardo Tripoli perdeu a cabeça e chegou a chamar o provocador para a briga durante a reunião (assista abaixo). A sessão chegou a ser interrompida por 2 minutos.

Outro fato marcante da reunião foi a acusação de que a atriz Alexia Dechamps, convidada do Deputado Ricardo Izar Jr (ambos da causa animal), teria ofendido a plateia. Segundo depoimento de alguns presentes, ela teria se virado e falado para que a plateia calasse a boca sobre desempregos causados pelo fim da vaquejada já que ela ajuda a pagar o Bolsa Família dos nordestinos. Em sua página no Facebook, a atriz negou a acusação (leia aqui).

Deputados a favor das vaquejadas disseram que vão levar o caso para a frente e acionar a justiça contra Alexia. Caso se comprove a acusação, a atriz pode ser enquadrada em crime de racismo por xenofobia.

A ativista e apresentadora Luisa Mell teve muita dificuldade para concluir sua fala quando foi chamada à mesa frontal do Plenário onde foi realizada a Audiência Pública. A sala estava lotada de ruralistas que hostilizaram fortemente a ativista. Quando falou, Luisa defendeu os animais e cutucou diretamente os pecuaristas, momento em que recebeu ainda mais vaias.

Um outro momento que marcou positivamente a reunião foi a breve fala de Carla Molento, representante do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Segundo ela, a entidade acredita que a prática da vaquejada causa maus-tratos aos animais. É um parecer importante para o futuro da luta sobre esse assunto.

No geral, a Audiência Pública sobre as vaquejadas nesta terça-feira (25) foi um show de horrores. Muitos deputados usaram a palavra para defender as vaquejadas, sempre argumentando que trata-se de uma tradição e que gera dinheiro.

Leiloeiros de animais e empresários do setor também falaram por longas horas sobre como a vaquejada é supostamente importante para a economia do nordeste.

Alguns parlamentares prometeram que vão se empenhar para mudar a Constituição por meio de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) para que as vaquejadas e os rodeios sejam definitivamente reconhecidos como patrimônio cultural do país.

Veja a Audiência Pública (a partir dos 40 minutos)

Fonte: Vista-se

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CCJ aprova criminalização de agressões contra cães e gatos

cachorro-advogado
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A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta terça-feira (13), projeto de lei da Câmara (PLC 39/2015) que criminaliza condutas praticadas contra cães e gatos. O relator, senador Alvaro Dias (PV-PR), apresentou parecer pela aprovação com seis emendas. A proposta será votada, em seguida, no Plenário do Senado.

Segundo destacou Alvaro Dias no parecer, o PLC 39/2015 enquadra criminalmente as condutas de matar, omitir socorro, abandonar, promover lutas e expor a perigo a vida, a saúde ou a integridade física de cães e gatos. Prevê ainda aumento de pena quando o crime for praticado com uso de veneno, fogo, asfixia, mediante reunião de mais de duas pessoas ou ainda quando acarretar a debilidade permanente no animal.

O relator observou que a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998) já tipifica como crime a prática de maus-tratos contra animais domésticos, que é punida com detenção de três meses a um ano mais multa. Como os atos de violência (morte, lesão corporal, mutilação e abuso) contra animais domésticos continuam acontecendo, ele concorda que é necessário mudar a lei penal para desestimular tais comportamentos.

Penas excessivas
Apesar de apoiar a proposta, o relator avaliou que as penas recomendadas pelo seu autor, o deputado federal Ricardo Tripoli, se mostraram “excessivas e desproporcionais” quando comparadas às penas por atos de violência contra seres humanos.

“A pena de três a cinco anos de detenção para quem mata um cão ou um gato, por exemplo, é maior do que a de quem comete homicídio culposo, lesão corporal grave, autoaborto ou aborto com consentimento. Já a pena de um a três anos de detenção para a omissão de socorro de cão ou gato, em situação de grave e iminente perigo, é seis vezes maior que a do crime de omissão de socorro previsto no artigo 135 do Código Penal”, observou Alvaro Dias em seu relatório.

Esse entendimento o levou a promover ajustes nas penas sugeridas no projeto. Uma das mudanças tratou da promoção de luta entre cães. Em vez da pena de reclusão de três a cinco anos defendida originalmente, ele recomendou reclusão de três meses a um ano.

Voto em separado
O senador Aloysio Nunes chegou a apresentar voto em separado pela rejeição do projeto, por entender que apresentava vícios de constitucionalidade e juridicidade, além de ser reprovável quanto ao mérito. No entanto, decidiu abrir mão de seu posicionamento para que a proposta pudesse continuar a tramitar.

Se o PLC 39/2015 for aprovado pelo Plenário do Senado com as alterações propostas por Alvaro Dias, terá de retornar à Câmara dos Deputados para ser votado novamente.

Fonte: Agência Senado

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Cachorrinha sofrendo agressões aguarda por resgate no Rio de Janeiro (RJ)

Arlete Souza
arlesouza33@yahoo.com.br

A cachorrinha da imagem foi encontrada em situação de abandono no Rio de Janeiro. A pessoa que a encontrou não tem condições de resgatá-la sozinha e pede por ajuda, pois a cachorrinha vive em situação de risco no local. A cachorra é constantemente agredida à pedradas por crianças que moram no bairro, além de viver sem proteção do frio, sol e chuva.

Mesmo diante tanto sofrimento, a cachorrinha é muito dócil e simpática. Ela precisa ser resgatada e sair dessas condições horríveis antes que sofra mais atrocidades. Caso alguém puder ajudar a resgatar a cachorrinha, entre em contato.

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Contato: Nilce
(21) 98524-6745 (WhatsApp)

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