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Partido político português é solidário à ANDA após ataques de hackers

O partido reforçou que a ANDA é a “maior agência mundial de informação especializada em direitos dos animais” e que “é respeitada e conhecida internacionalmente”


O partido político português PAN publicou uma nota de apoio à Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) após o portal ser alvo de ataques de hackers. Com influência em toda a União Europeia, o posicionamento do PAN diante dos desafios vividos pela ANDA é de significativa importância.

Reprodução/PAN/Site Oficial

“O PAN expressa total solidariedade para com a Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) vítima de covardes ataques informáticos ao seu portal de notícias como consequência da denúncia da política de ataque aos direitos dos animais e meio ambiente de Jair Bolsonaro”, diz o partido em nota.

O PAN lembrou que o direito a uma imprensa livre é um fator primordial em uma democracia e que deve ser respeitado. “O direito de informar e ser informado é um dos pilares que sustenta uma sociedade que se quer democrática e livre. Respeitar os órgãos de comunicação social que, no cumprimento da lei, expressam notícias e opiniões é um dever básico exigível a qualquer indivíduo, sociedade, autoridade e governo”, afirma.

O partido reforçou ainda que a ANDA é a “maior agência mundial de informação especializada em direitos dos animais” e que “é respeitada e conhecida internacionalmente”.

“Através dela [da ANDA] milhares de pessoas são informadas como os direitos dos animais estão sendo desrespeitados mas também das suas conquistas em várias partes do mundo, como os ecossistemas estão em perigo, como podemos melhorar o nosso relacionamento individual para com a Natureza. A ANDA não informa apenas, também sensibiliza e educa”, diz. “É por isso que a ANDA incomoda os interesses egoístas do agronegócio brasileiro,
nomeadamente a grande pecuária e a monocultura industrial que tudo ameaça na sua sede de lucro”, completa.

Chamado de marionete da bancada do boi, Bolsonaro é considerado pelo partido como uma representação do retrocesso não só no que se refere à defesa dos animais e do meio ambiente, mas também das comunidades indígenas, da liberdade de informação e da democracia brasileira.

“Sinal evidente desta realidade tem sido os ataques informáticos que a ANDA tem vindo a sofrer desde julho de 2018, a partir do momento que expôs a política do então candidato presidencial Jair Bolsonaro contra os animais e o ambiente e a defesa da liberalização de produtos tóxicos para serem usados na agricultura. Piratas informáticos ao serviço do agronegócio, sentindo uma atmosfera de apoio e impunidade têm vindo a atacar frequentemente o portal da ANDA, que numa das vezes ficou 30 dias sem funcionar”, afirma.

“O PAN, que partilha dos valores da ANDA, mas que também defende a liberdade de informação, não fica indiferente a este ataque à liberdade de expressão e de acesso à  informação dos cidadãos particularmente no universo da língua portuguesa. Condenamos veementemente a atmosfera de intimidação, de ameaça e de incentivo ao ataque à liberdade de expressão instigada de forma velada pelo poder político. Manifestamos todo o apoio à ANDA e fazemos votos para que continue a informar, consciencializar e denunciar em defesa dos Animais, da Natureza e das Pessoas”, conclui a nota do PAN.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


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Após 70 anos de sofrimento e exploração, elefante conhece a liberdade

Boon-sib passou 70 anos de sua vida sendo explorada diariamente em um parque de elefantes em Phuket, na Tailândia. Ela passava horas embaixo do sol escaldante carregando cadeiras pesadas em suas costas para que os turistas pudessem sentar – para ter a experiência do tradicional e cruel “passeio de elefantes”.

Reprodução | One Green Planet

Felizmente, a equipe de resgate do santuário Phuket Elephant Park conseguiu mudar completamente a vida do animal, que pela primeira vez pode experimentar o gosto da liberdade.

No dia de sua transferência do parque para o santuário, Boon-sib estava muito ansiosa com toda a atenção que recebia. “Uma ‘senhora’ de 70 anos, Boon-sib provavelmente já viu de tudo”, escreveu a equipe do Phuket Elephant Park.

Reprodução | One Green Planet

Mas o que eles tinham a oferecer a ela era algo que ela experimentaria pela primeira vez. “Ela será alimentada, respeitada e amada dez vezes mais em sua nova casa no Phuket Elephant Park”, eles disseram.

Daquele dia em diante, Boon-sib vive uma vida que é incomparável ao seu passado horrível, desumano. Os abusos se transformaram em carinho, e as torturas deram espaço para a compaixão.

Reprodução | One Green Planet

Realidade cruel

A exploração de elefantes para turismo é uma prática muito comum e cruel – e não acontece apenas na Tailândia. A Índia e alguns outros países asiáticos tem o costume de oferecer ao público a experiência de passear em cima de elefantes.

O que ninguém vê é o que está por trás desta forma de entretenimento. Os elefantes são submetidos a treinamentos desgastantes e violentos, não recebem a devida alimentação e estão, em geral, desnutridos e feridos.

A atriz Evanna Lynch, conhecida por interpretar Luna Lovegood na franquia Harry Potter, foi até a Índia para mostrar os horrores a que os animais eram submetidos e implorar para que os turistas não financiassem esse tipo de prática.

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ANDA completa nove anos de jornalismo pelos direitos animais

A ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) completa hoje nove anos de existência. Desde a fundação, em 28 de novembro de 2008, o portal, pioneiro no jornalismo animalista, tem exercido um trabalho de extrema importância através das notícias nele publicadas, que visam educar e conscientizar a sociedade acerca da necessidade de considerar os animais sujeitos de direito.

Os animais de todas as espécies são tratados pela ANDA como sujeitos de direito (Foto: Divulgação)

O propósito da agência é fazer que o respeito com que os animais são tratados pelas notícias veiculadas pela ANDA atinja os leitores, incentivando-os a ações éticas em relação aos animais não humanos. Idealizado pela jornalista Silvana Andrade, o portal nasceu sob a premissa de perpetuar o justo entendimento de que todos os animais, independente de espécie, devem ter seus direitos resguardados, vivendo livres de exploração e violência.

O trabalho desenvolvido pela ANDA tem pautado a mídia tradicional há anos, o que é motivo de orgulho para a fundadora e presidente do portal. “Nos deixa orgulhosos saber que hoje o jornalismo pelos direitos animais é reconhecido e que na grande imprensa tradicional temos hoje um espaço dedicado aos animais”, afirma Silvana.

A influência da agência sobre a mídia tradicional é confirmada pelo jornalista, escritor, doutorando em Letras pela USP e editor do Domingo Espetacular da Rede Record, Lucius de Mello. “Antes da ANDA era muito raro ver matérias sobre os animais na grande imprensa. Os maus-tratos e os problemas  enfrentados por eles eram invisíveis para a maioria da população mundial. Há nove anos a ANDA tem sido guerreira na luta para manter os animais na pauta dos grandes portais na internet, na TV e nos jornais impressos. E tem sido vitoriosa nessa missão. Parabéns, ANDA por ser hoje a agência mais humana de notícias!”, diz Mello.

O jornalista, escritor e fundador do portal Catraca Livre, Gilberto Dimenstein, demonstra que há, de fato, um reconhecimento entre os veículos de imprensa pelo trabalho realizado pela ANDA. De acordo com ele, “a experiência da ANDA mostra como é possível unir o jornalismo de qualidade com uma coluna social.”

Além de pautar a mídia tradicional, a ANDA têm, durante estes nove anos de existência, feito inúmeras coberturas jornalísticas sobre fatos importantes relacionados aos animais. Em novembro de 2016, a sanção da lei que eleva o rodeio e a vaquejada, práticas cruéis e exploratórias pela perspectiva animal, a Patrimônio Cultural Imaterial foi noticiada pelo portal, que dias depois publicou uma matéria, de autoria do promotor de Justiça, especialista em Direito Ambiental, Marcos Paulo de Souza Miranda, na qual é explicitado o fato de que a lei que reconhece a vaquejada como patrimônio cultural é inconstitucional, já que a vaquejada, o rodeio e similares são reconhecidamente práticas que causam imensa dor e sofrimento aos animais, o que, conforme lembra Miranda, vai contra a Constituição Federal que “apregoa, sem exceções, o direito ao meio ambiente equilibrado e ao desenvolvimento sustentável, rechaçando atos cruéis contra a fauna brasileira”.

Vítima da crueldade humana, boi é covardemente agredido em vaquejada (Foto: Divulgação)

O fechamento do circo Ringling Bros., que explorava animais em apresentações, mantendo-os aprisionados e forçando-os a realizar truques anti-naturais, também foi uma notícia de grande importância divulgada pela ANDA, que ao seguir a premissa do jornalismo animalista, acreditando na parcialidade como uma forma de defender a vida animal, comemorou a vitória dos ativistas que por mais de três décadas lutaram para por fim às práticas exploratórias e degradantes impostas aos animais no picadeiro do famoso circo que se manteve aberto por 146 anos.

Homem chora abraçado a cão após furacão Harvey destruir sua casa (Foto: Divulgação)

Os furacões que atingiram os Estados Unidos foram amplamente comentados pela mídia tradicional. E apesar da existência de algumas publicações dedicadas aos animais vítimas das tragédias, a maior parte do conteúdo produzido tinha como foco os seres humanos. Na ANDA, entretanto, os animais que sofreram com os desastres naturais receberam a atenção devida. Diversas notícias foram produzidas, como a que mostrava o resgate de animais afetados pelo furacão Mattew. Durante a passagem do furacão Harvey, fatos acerca das consequências da forte tempestade também foram divulgados pelo portal. Dentre eles, a história comovente da cadela Jennie, abandonada em uma casa durante o furacão. Desesperada, ela mordeu inúmeras vezes a própria pata, causando um ferimento que fez com que ela tivesse que sofrer uma amputação. A notícia de que um xerife havia se comprometido a resgatar todos os animais vítimas do Harvey, que deixou mais de 300 animais desabrigados, também foi divulgada pela ANDA, que noticiou também o risco ao qual as tartarugas marinhas, ameaçadas de extinção, foram expostas devido ao furacão Irma.

Outras matérias de destaque publicadas pela ANDA foram a da morte da cadela Lilica, que comoveu o país em 2012 ao levar diariamente comida, dentro de uma sacola, para os outros animais que viviam com ela em um ferro velho e do mandado de prisão recentemente expedido pela Justiça contra a serial killer de animais Dalva Lina, conhecida como “a matadora de animais” por ter assassinado 37 cães e gatos. Essas matérias atingiram grande repercussão no portal, alcançando o objetivo da ANDA de causar reflexão a respeito dos direitos animais no maior número de pessoas possível. Foram mais de 7.4 mil ‘likes’ dados na publicação a respeito de Dalva e extraordinários 66 mil ‘likes’ na matéria da adorável cadela Lilica, que partiu deste mundo deixando para os humanos uma lição de amor e solidariedade.

Foto feita por detetive contratado por ativistas: cadela com gravatinha sendo entregue para Dalva e a mesma cadela morta encontrada no lixo no dia seguinte (Foto: Edson Criado)

Uma história recentemente contada pela ANDA que também obteve grande alcance, com 36 mil ‘likes’, foi a do triste episódio que culminou na morte da protetora Fernanda Belin, de 44 anos. Como forma de homenagear todos os anos que a protetora dedicou aos animais covardemente abandonados e invisíveis para a sociedade, pelos quais ela morreu, a agência publicou uma completa notícia relatando todos os fatos acontecidos no dia em que um incêndio tomou conta da casa de Fernanda que, desesperada, colocou-se em segundo plano e decidiu que mais importante do que preservar a própria vida era salvar a vida dos animais resgatados por ela.

O trabalho realizado pela ANDA na divulgação dessas e de outras inúmeras notícias é aprovado pela investigadora canadense Twyla Francois que atuou em reconhecidas organizações como Mercy for Animals Canada, Animals’ Angels, Canadians for Ethical Treatment of Farmed Animals e The Canadian Horse Defense Coalition, e que também pinta quadros por meio dos quais usa a arte para falar sobre os direitos animais.

Twyla Francois reforça a importância do trabalho exercido pela ANDA em prol dos direitos animais (Foto: Jo-AnneMcArthur, Unbound Project)

“Ter meios de comunicação como a Agência de Notícias de Direitos Animais que divulgam histórias da perspectiva dos direitos animais é extremamente importante – não só para aqueles que  já participam do movimento, mas, mais importante, para aqueles que ainda não reconhecem os direitos animais como um questão legítima da justiça social. O poder exercido pela mídia é incrível. É encorajador saber que a ANDA está usando esse poder para provocar mudanças positivas”, reitera Twyla.

A posição da investigadora é reforçada pela crítica cultural canadense Samita Nandy, que estuda como as celebridades ajudam a promover os direitos animais. Diretora do Centro de Estudos de Mídia e Celebridades (CMCS) e autora da obra “Fama em Hollywood North: um guia teórico para culturas de celebridades no Canadá”, publicada em 2015, Samita acredita que a ANDA oferece uma voz para animais e ativistas em todo o mundo. “Eu acredito que a ANDA é uma verdadeira inspiração para todos oferecerem uma voz”, diz.

Os preceitos da Agência de Notícias de Direitos Animais foram muito bem evidenciados por declarações dadas pela diretora do Food Empowerment Project, Lauren Ornelas, e pelo biólogo inglês Jonathan Balcombe.

“Lutar pelos direitos animais é uma decisão vitalícia”, diz Lauren Ornelas (Foto: Divulgação)

Lauren – que trabalhou para a organização In Defense of Animals e fundou o braço da ONG Viva! USA, na qual realizou investigações em fazendas industriais -, afirma que “para aqueles de nós que se preocupam com os animais e não querem contribuir com o seu sofrimento de maneira alguma, lutar pelos direitos animais é uma decisão vitalícia. Não é um capricho. É uma dedicação poupar seres não humanos do tormento que os animais humanos colocam sobre eles”.

O biólogo – que publicou mais de 50 artigos científicos sobre comportamento e proteção animal e escreveu diversos livros, incluindo “What A Fish Knows: The Inner Lives of Our Underwater Cousins” (O que um peixe sabe: as vidas íntimas de nossos primos subaquáticos) – complementa os argumentos de Lauren ao relatar a forma como se dá a evolução humana em relação aos direitos animais.

“Existe um padrão claro na evolução de nossas relações com os animais. Nós os subestimamos e usamos nossa ignorância e preconceito para justificar a exploração insensível e a ciência revela que suas capacidades excedem o que acreditávamos. Com o tempo, começamos a questionar nosso comportamento passado e a refletir sobre uma nova ética de compaixão e respeito. A humanidade está apenas entrando na última etapa. Não consegue avançar rápido o suficiente se quisermos um futuro viável”, explica Balcombe.

“Usamos nossa ignorância e preconceito para justificar a exploração insensível”, afirma o biólogo inglês Jonathan Balcombe (Foto: Divulgação)

A jornada trilhada pela ANDA é longa e persistirá no decorrer dos próximos anos. Deste 2008, a agência alcançou “muitas conquistas e também a credibilidade e o reconhecimento dos jornalistas da mídia tradicional e de toda a sociedade”, conforme lembra Silvana. A fundadora do portal recorda ainda que não apenas notícias foram aqui publicadas, como também eventos culturais, educativos e esportivos foram promovidos, além do lançamento de livros. E inúmeros outros planos ainda serão concretizados.

Todos os passos dados pela agência não teriam sido possíveis se não fosse a colaboração dos profissionais que colocaram seu trabalho em prol dos direitos animais, compartilhando conhecimentos e produzindo matérias com informações indispensáveis. A ANDA também não teria ido tão longe se não fossem os leitores fiéis, que acompanham o portal.

“Eu, pessoalmente, gostaria de agradecer a cada uma das pessoas que de forma direta e indireta colaboram ou já colaboraram com a ANDA e principalmente aos nossos leitores”, conclui Silvana ao agradecer aqueles ao lado dos quais a agência deseja continuar caminhando durante os próximos anos.

 

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Cinco anos de ANDA e a revolução do olhar humano

A Agência de Notícias de Direitos Animais completa hoje cinco anos de atuação. Entramos no ar pela primeira vez exatamente às 15 horas do dia 28 de novembro de 2008. Somos ainda muito jovens, trilhamos um tempo relativamente curto, considerando o grande impacto que a existência da ANDA teve e continua tendo para a defesa dos direitos animais. O trabalho jornalístico da agência não propiciou apenas uma ampliação do acesso às informações sobre a realidade dos animais, mas vêm cumprindo um papel educativo fundamental, disseminando valores como ética, compaixão, respeito, justiça, solidariedade.

Foto: Olhar Animal
Foto: Reprodução da internet

A imprensa não apenas informa. Ela forma conceitos. Modifica ideias. Influencia decisões. Define valores. Participa das grandes mudanças sociais e políticas trazendo o mundo para o indivíduo pensar, agir e ser. É justamente este o objetivo da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais: informar para transformar.

A ANDA tornou-se uma referência para o movimento de defesa dos animais, não só no Brasil como no mundo, colaborando decisivamente para colocá-lo em um patamar jamais alcançado junto à sociedade brasileira.

O trabalho realizado pela ANDA está dando voz aos animais e amplificando as reivindicações da causa com o reconhecimento e fazendo valer os direitos dos animais e os deveres para com eles.

Silvana Andrade, fundadora e presidente da ANDA.
Silvana Andrade, fundadora e presidente da ANDA.

A ANDA é hoje referência para a imprensa brasileira, pautando-a nos temas animalistas. Mas o alcance é ainda maior, a agência já é citada como fonte por veículos internacionais, o que comprova a seriedade, profissionalismo e credibilidade da ANDA.

Hoje a ANDA recebe mais de 1 milhão de visitas por mês, de mais de 170 países. É o maior portal de notícias sobre animais do planeta e a ONG brasileira mais acessada na rede mundial. Notícias publicadas na ANDA ajudaram a salvar animais, alteraram projetos de lei, inspiraram a criação de outros PLs mais justos para com os animais, mobilizaram a sociedade, modificaram procedimentos e ações de empresas entre tantas outras conquistas para os animais, para as pessoas e para o planeta.

Equipe ANDA
Equipe de colunistas da ANDA

São vitórias construídas com a colaboração de muitas pessoas. Agradecemos a todos que participaram desta caminhada e aos que continuam conosco: colaboradores, voluntários de diversas áreas e leitores. Ainda estamos no início do caminho, muito ainda temos que fazer pelos animais e por uma sociedade ética e compassiva. A participação de cada um é fundamental para atingirmos mais rapidamente esse objetivo.

Reproduzimos abaixo depoimentos de alguns colunistas sobre a trajetória da ANDA. A todos o meu mais profundo agradecimento e gratidão por acreditarem e fazerem a diferença para os animais.

Siga esta pegada, a humanidade precisa dar mais este passo.

Silvana Andrade
Fundadora e presidente da ANDA

 

“Quando conheci a Silvana Andrade, há mais de dois anos, apresentada por um grande amigo e lutador pelo meio ambiente, Gabriel Bitencourt, entrei em um mundo que sempre procurei e nunca tinha achado, um projeto realmente de valor. Uma Agência de Notícias e informações dedicada ao Meio Ambiente e, em especial, aos animais, era uma necessidade imperiosa em nosso país e naquele momento havia uma trincheira da luta pelos animais, que eram trucidados em nossa sociedade, sem ninguém se importar. Dias trás dia, a ANDA fornece as informações mais variadas e de todas as origens e latitudes, de como o ser humano não respeita o Planeta em que vive. A última cobertura que ela deu sobre o Instituto Royal, muito antes que as agências profissionais de notícias, e com maior veracidade, foi o ápice de um trabalho único no mundo. Desde que conhecemos a Silvana, nos comprometemos com ela em apoiá-la em tudo o que for possível, já que um empreendimento como este transcende fronteiras, ideologias, sentimentos e desnuda para o mundo a face cruel, dominadora, interesseira e egoísta do ser humano, que não se detém ante nada para fazer valer o seu poder onipotente neste mundo. A Agência ANDA completará 5 anos de luta, incompreensões, realizações e reconhecimentos. Sem ela a nossa luta seria ainda mais difícil e os torturadores de animais reinariam ao seu bel prazer, posando de cientistas preocupados com a saúde humana. Nós fazemos um apelo a todos aqueles que lutam pela justiça e por um mundo livre do flagelo dos maus tratos e da tortura contra os animais inocentes que SIGA A PEGADA DA ANDA, ela nos levará a Vitória!”

Dr. Pedro A. Ynterian
Presidente, Projeto GAP Internacional

 

Nos últimos anos, desde o seu surgimento, a ANDA tem cumprido pelo menos dois importantes papéis, essenciais para que ocorra uma mudança na situação na qual atualmente se encontram os seres sencientes não humanos. Como sabemos, tal situação é marcada pelo intenso sofrimento que padecem e o número gigantesco de mortes. Isso é resultado, por um lado, de nossas ações, devido ao uso dos seres sencientes não humanos enquanto recursos, por exemplo. Por outro, é resultado de nossas omissões, devido aos males que padecem que não são oriundos do uso e que poderíamos evitar, como a morte por inanição ou doenças, e também quando escolhemos não nos pronunciarmos diante das injustiças que sofrem. O primeiro papel essencial que a ANDA tem cumprido para mudar essa situação é, devido a ser um portal de notícias, tornar essa situação visível e, com isso, trazê-la para discussão como a importante questão moral e política que é. O segundo papel se deve ao fato de que, através da sua seção de colunistas, da qual sou muito grato por fazer parte, e da total liberdade que a ANDA nos dá para que discutamos toda e qualquer questão que enxergarmos como relevante, contribuir para que haja um debate sério e constante em torno do especismo, que é o principal motivo de os seres sencientes não humanos se encontrarem na situação que estão. A sociedade como um todo necessita urgentemente praticar debate, e a ANDA tem ajudado muito a tornar isso possível.

Luciano Carlos Cunha, coluna Questionando o Óbvio

 

“A crescente importância com o meio ambiente vem sendo percebida na abordagem da imprensa faz algum tempo, há cerca de duas décadas ou pouco mais. Os alardes sobre a devastação das florestas, degelo das calotas polares, rombos na camada de ozônio e poluição da água tomaram cada vez mais espaço nos cadernos de jornais e quadros televisivos.  A preocupação com a natureza voltava-se estritamente para a possível sobrevivência humana aos desastres iminentes provocados pelo próprio ser humano. A relevância do interesse pela preservação do ambiente raramente abarcava de igual forma a proteção aos animais.  A garantia do bem-estar humano manteve-se como motivo determinante entre as manobras para tentar reverter situações que colocassem em risco o ambiente que nos cerca. A percepção dessa lacuna em relação aos animais trouxe à mídia, em 2008, o benefício de um novo olhar. Um olhar irrestrito, que conseguiu trazer à tona detalhes constantemente deixados de lado por se considerarem desprezíveis. A ANDA foi criada a partir de um sonho de mostrar a realidade que os animais vivem e propiciar uma visão transformadora de valores por meio da informação. Por isso sem receio afirmo que a ANDA promoveu na imprensa e na sociedade uma revolução no olhar. Contando com os maiores nomes do abolicionismo animal do Brasil e um time de voluntários engajados na disseminação dos direitos animais, a ANDA tornou-se a maior referência no país quando o assunto é a defesa dos animais. Passou a fornecer pauta para a grande mídia e ter seus textos reproduzidos em veículos de grande difusão nacional. Termos como veganismo, que ainda sequer figuram em dicionários, começaram a ser incluídos em matérias e entrevistas na mídia. Abriram-se discussões sobre a incutida ‘necessidade’ de se explorar animais e a legitimidade de hábitos e tradições permitidos pelas leis, mas contrários à ética e à consciência de que animais também merecem direitos tanto quanto os humanos. Foram 5 anos em que muitos se agregaram à causa – artistas, políticos, magistrados e profissionais de diversas áreas –, tomando a defesa para si e ajudando na propagação do respeito aos animais. A ampliação do círculo de compaixão tem sido progressiva e hoje é possível ver os frutos desse incansável trabalho de tantos que se uniram como colaboradores e de todos os leitores internautas, os maiores responsáveis por essa revolução que extrapolou a web, as redes sociais e chegou à atitude, à consciência, à realidade dos animais. São inúmeras e incontáveis as conquistas desde então. A população, por intermédio deste canal, descobriu que tem em mãos o poder de mudar e que o acesso à informação é o caminho para a descoberta da possibilidade de transformação que cada um possui em si. Como colaboradora desde o nascimento da agência, posso afirmar que nesses 5 anos o que a ANDA me proporcionou foi muito maior do que o mínimo com que pude contribuir com meu trabalho voluntário. O que recebi foi de uma riqueza incomparável a qualquer valor que alguém pudesse me oferecer: adquiri os bens maiores da vida, pois agreguei valores éticos e de compaixão à minha índole, ampliei meus conceitos de solidariedade e sustentabilidade, compreendi a unicidade da natureza que abarca todos os seres em pé de igualdade. Que a ANDA tenha vida longa até o dia em que não seja mais necessário haver um segmento jornalístico para defender e divulgar os direitos animais. Que cada vez mais esses direitos continuem sendo incorporados e assimilados como extensão dos nossos direitos humanos e que sejam respeitados como intrínsecos e inalienáveis à vida em sua plenitude de todos os seres. Parabéns à ANDA, à Silvana Andrade, mestra incansável que, mesmo diante de tantas adversidades, nunca desistiu do sonho (almejado e alcançado) de tornar este canal uma referência, a todos os colaboradores que dispensam horas semanais para contribuir para o crescimento da agência e a disseminação da causa e principalmente a todos os leitores, os grandes protagonistas dessa revolução que está em curso, rumo à paz entre todos os seres.”

Lilian Regato Garrafa

 

“Há os grandes seres humanos, que a gente aprende na escola a admirar. E há aqueles que a gente descobre durante a vida e que, pra nossa sorte, estão perto de nós. A Silvana é uma destas pessoas sim. Através dela nasceu a ANDA e hoje, 5 anos depois, o portal é a maior voz em defesa dos animais do mundo – e são os olhos, a boca, o bico, os ouvidos e os sonares de todos estes seres maravilhosos que, de nós, não podem se defender. É bom demais fazer parte de um time que luta junto trazendo informação, investigando, divulgando ações, matérias, documentários, apoiando e participando de movimentos, lançando livros e, especialmente, tocando o coração das pessoas. Aos poucos, porque é assim que as grandes revoluções acontecem, o movimento em defesa animal cresce, a consciência se expande, os corações se abrem e as ações se tornam mais efetivas, no sentido de banir para sempre a escravidão animal do nosso planeta. Que mais pessoas se juntem à causa é o meu desejo. Seja colaborando diretamente com a ANDA, seja de forma independente, lembrando que o veganismo é a porta de entrada para um novo patamar de evolução moral e espiritual, com certeza, onde todos os seres poderão conviver em paz, para este mundo de paz que todos nós sonhamos se torne real um dia. Parabéns Silvana, por exercer com tanto amor e dedicação o propósito que a trouxe aqui, junto de nós. E parabéns a todos os companheiros que tornam a voz da ANDA cada dia mais forte e mais bonita. #Govegan! #GoANDA”

Rogerio Rothje, coluna Cronicato – Animais e Outros Bichos



Cinco anos de trabalho sério, pautado na perspectiva ética animalista abolicionista, noticiando para o Brasil e o mundo os fatos relacionados ao modo pelo qual os seres humanos ainda tratam os animais que não têm sua configuração biológica e genômica. Esse trabalho é um divisor de águas no jornalismo brasileiro. Parabéns à ANDA, especialmente à pessoa da jornalista Silvana Andrade, por criar esse espaço de expressão da causa animal e por sustentar com seu trabalho diuturno e suas finanças pessoais, mesmo beirando seus limites contábeis, essa instituição sem a qual as brasileiras e os brasileiros estariam há léguas da compreensão do dever de consideração ética por todos os animais. Parabéns também a todos os colegas colunistas, que ofereceram nesses cinco anos, seu trabalho de produção de texto para compor a galeria na qual as reflexões éticas animalistas estão expostas em todos os tons e nuances. É com orgulho que tenho feito parte desse grupo. Minha gratidão a toda gente e aos que visitam essa página diariamente, de todos os países do mundo e de todas as regiões brasileiras.

Sonia T., coluna Questão de Ética

 

“É com imenso orgulho que escrevo, através de uma coluna, artigos sobre desobediência vegana. Desobedecer o sistema de exploração imposto, desobedecer padrões alimentares, educacionais, sistemas econômicos que sugam animais e sociedades, preconceitos vigentes, ideologias camufladas, através da alimentação e do estilo de vida vegano. A ANDA é uma agência de notícias focada nos animais. Posso escrever sobre temas que, em outros lugares, seriam censurados ou ignorados. A importância desse canal está em conquistar leitores do mundo inteiro para o respeito aos animais, para a mudança de atitude em relação ao modo como tratamos nossos semelhantes, não importa a raça, espécie, condição social ou sexo. Estamos mostrando aos leitores que existem novas fronteiras a serem exploradas, quando falamos em respeito ao próximo.”

Ellen Augusta, coluna Desobediência Vegana

 

“Notícia, a matéria-prima do Jornalismo.

Todos os dias o mundo cria dados, números e novas histórias. Normalmente, os mais variados jornais do mundo trazem esses eventos em seus editoriais, desde que, socialmente seja relevante e mereça publicação em uma mídia. Fatos políticos, sociais, econômicos, culturais, naturais e outros podem ser notícia se afetarem indivíduos ou grupos significativos para um determinado veículo de imprensa. Mas e quando a notícia são os animais? Os não humanos é claro, quem irá noticiar? Quando essas histórias, números e dados fazem parte do mundo daqueles que socialmente não preenchem grupos socialmente econômicos? A ANDA vêm noticiando o mundo dos animais e trazendo luz à aqueles que não as têm. Com um objetivo claro, preciso, jornalistico e abolicionista! A notícia é coletada em todos os cantos do globo para que a informação seja tornada enfim em uma ferramenta educativa, as pessoas precisam ler sobre a atual situação dos animais, para que assim, possamos dar esperança e vida satisfatória à todos aqueles viventes na terra. A informação transforma, dá base, estrutura. O movimento de direitos animais sempre precisou de um canal em comum, onde milhares de ativistas trocassem experiências, informassem, aprendessem, ensinassem! Precisamos deste meio e este meio é o portal ANDA. O portal preenche essa necessidade, é sua natureza, dá suporte a esta comunicação, denuncia, investiga, acompanha, informa todos os dias sobre como falar, viver e proteger os animais. Somos felizes em completar mais um ano de vida! Vida longa a todos os veículos com esse espírito, vida longa aos defensores dos Direitos Animais e seus ativistas! Vida longa a Agência de Notícias de Direitos Animais, ANDA! Mudando e educando conceitos em relação às pessoas, ao planeta e os animais.”

Alex Avancini, coluna Ação Direta

 

“Sem desobediência não há mudança. Algo assim foi o que li recentemente na Internet, e achei bacana. A ANDA está conseguindo modificar um paradigma pétreo na Imprensa brasileira, o de publicar notícia sobre animais ou na seção de agronegócio, ou como inusitado / superação / ‘ai-que-amor’. Engatinha-se em nova editorias – com o respectivo impacto e debate por parte do público. Em um planeta midiático, no caleidoscópio desta sociedade da informação, nada melhor do que a luz dos holofotes para instigar, deixar as pessoas desconfortáveis em suas cadeiras, e tratar do ora incômodo tema dos direitos animais. Sabemos que o bombardeio do ‘outro lado’ é pesado e constante, com seu orçamento ilimitado, mas a ANDA se tornou uma trincheira que não é mais possível se ignorar. ‘Com um só palito, para o motor’, dizia Raul Seixas.”

Marcio de Almeida Bueno, coluna Vanguarda Abolicionista

 

“A ANDA está completando cinco aninhos! Em tempo transcorrido parece pouco e o diminuitivo para a data é apenas uma forma carinhosa de retribuir tudo aquilo que essa agência já fez e continua a fazer pela causa animal! Sensibilização feito sementes jogadas ao chão, seja ele fértil ou não! Conscientização que germina, brota e resulta em frutos que alimentam a libertação! Corações sofridos e vidas presas no egoísmo de humanos sem compaixão. Aí está a ANDA, atingindo mentes, aliviando dores e rompendo paradigmas com sua vanguarda rumo à total abolição! Nos sentimos honrados e felizes por colaborar com esse projeto! Não por nós mesmos mas pela certeza de que muitos animais sofreram menos, outros pararam de sofrer e outros não serão trazidos ao mundo para sofrer. Parabéns ANDA!”

Márcio Linck, coluna Eco Animal

 

“Como todos os anjinhos de quatro patinhas que tem me dado o prazer e o privilégio de compartilharem comigo suas vidonas ao longo de minha vidinha, a Anda é parte importante dessa constelação de estrelas que me consola, incentiva e ilumina os caminhos de defensor dos animais. Sempre que desanimo diante da indiferença do mundo pelo destino dos seres viventes não humanos, lá está a Anda a me lembrar que não estou sozinho na batalha. E, de novo, me dá o exemplo da guerreira Silvana e seu exército de brancaleones. Como todo vira-latas, preciso pertencer e seguir a matilha. Minha matilha é a Anda, pequena mas leal e firme na causa. Aos poucos, aumentamos o pouco que somos. Só me resta abanar o rabinho de alegria por mais um aniversário dessa trincheira do bem.”

Ulisses Tavares, coluna Ulissescão

 

“Parabéns à ANDA, que nestes 5 anos conseguiu ajudar animais humanos e não humanos, informando e conscientizando com extrema qualidade e competência. Tenho imenso orgulho de fazer parte deste time de colunistas. Com os artigos sobre nutrição, espero poder auxiliar cada vez mais pessoas na adesão à dieta vegana.”

Mariana Scarpelli, coluna Nutrição Vegetariana

 

“A ANDA é um canal de comunicação único, e à frente do nosso tempo. Além de um site de notícias, infelizmente muito trágicas na maioria das vezes, também é um espaço singular por ser aberto para reflexões sobre a questão animal em sua diversidade de expressões; poesia, ética abolicionista, crônicas, direitos animais, meio ambiente, veganismo, feminismo, arte pelos animais, comida vegana… isso faz da ANDA especial! Em frente!”

Bianca Dantas, coluna Cinema Animalista

 

“A ANDA representa uma das maiores revoluções ao mesmo tempo da imprensa e da causa animal. Pela primeira vez uma agência noticiosa observa o mundo do ponto de vista dos (outros) animais. Esse sempre foi um foco de preconceito na imprensa – quem escreve sobre animais era acusado de futilidade e falta de foco. A ANDA teve a coragem de fazer isso sem medo. E hoje possibilita que se publique, sem qualquer constrangimento, uma matéria com o título “Mulher é presa por atacar um pato na Flórida”. Por outro lado, a ANDA possibilitou inserir a causa animal no mundo “real”. Hoje os militantes do movimento estão menos isolados e segregados e mais integrados ao cotidiano dos seres humanos não-militantes. Com sua visão única de mundo, a ANDA nesses 5 anos transformou a realidade de forma mais profunda do que possa parecer.”

Dagomir Marquezi, coluna Eu sou Animal

 

“A ANDA já faz parte do nosso cotidiano, sempre alerta pelos Direitos Animais. É a nossa referência, demonstra em sua prática a seriedade de um grupo comprometido com os que não têm voz. Representa uma parcela da sociedade brasileira que não concorda com o especismo que domina e tortura os animais não humanos, nossos companheiros de jornada. Tenho orgulho em poder colaborar com esse coletivo de pessoas do bem. Parabéns, ANDA! Cinco anos de atuação em defesa da vida!”

Andresa Jacobs, coluna Valor à Vida

 

“Meu primeiro contato com a ANDA foi um feliz descuido. Algo acidental. Procurava por um assunto e o google se encarregou de me encaminhar para o site. Defino o site como um oásis para aqueles que se interessam pela causa animal. Você encontra informação, reflexão e conhecimento sendo produzido coletivamente, além das notícias sobre direitos animais de todo o mundo. Os colunistas são pessoas de todo o Brasil e com formações acadêmicas diversas. Escrevem sobre os direitos animais na perspectiva da poesia, da filosofia, da ética, da educação, do direito, da pesquisa científica, para citar apenas alguns. Considero o site da ANDA uma plataforma que disponibiliza diferentes ferramentas que facilitam e capacitam seus leitores a discutirem, com consistência, a temática animal.”

Aleluia Heringer Lisboa Teixeira, coluna Plataforma Terráqueos

 

“O que é ANDA? Para mim, não é apenas um acrônimo que representa as vozes coletivas das pessoas que querem compartilhar uma visão de mundo com compaixão e sem sofrimento para os animais. ANDA, para mim (uma pessoa que aprendeu português fora do Brasil), é uma forma do verbo “andar” que significa o ato de se mobilizar. Estou andando neste caminho e sinto-me feliz em saber que não ando só. Cada ideia cai como se fosse do torneira “ping,” e junta com outras ideias, “plop”, para fazer uma corrente de mensagens e energia, “splish”, até finalmente formarem uma poça que com o tempo, cresce e cresce. Através dos artigos, posso divulgar as minhas ideias e tentar convencer outros a adotar o meu estilo de vida. Posso usar esta fonte e falar de todas as razões para não matar, não maltratar, nem comer os animais. Mas, ao fim de tudo, uma lista de sugestões é só uma lista. O melhor seria viver a minha vida numa maneira para ser um bom exemplo do tipo de vida que quero promover. Tenho que “walk the talk” (fazer o que digo). Por que vegano? Porque é importante entender que temos a capacidade de nos liberar da nossa realidade de sofrimento e violência e ter muito mais se nos vemos como parte de todos os seres. Tenho que ser o que quero no mundo. Se destruímos, haverá um efeito em todos de nós. Escrevemos para compartilhar as nossas opiniões e para dar as nossas perspectivas. Depois, os leitores leem e, às vezes, respondem. Essas réplicas e tréplicas, entre os escritores e os leitores, fazem o fluxo e o refluxo que ao final cria um movimento tão forte podendo causar um poder cinético. Cria uma onda. Essa onda tem um grande poder, um grande potencial para ser um tsunami com a capacidade de abrir mentes e liberar-nos do nosso passado, de nossos hábitos, e de nossa cultura de crueldade. Tem a habilidade de afetar mudanças desde o nível mais íntimo até o nível mais global. Não somos separados. Para salvar o nosso planeta, temos que ter uma abertura e evolução da consciência. Fazer parte de ANDA, me deu um sentimento de que sou parte de algo maior do que eu mesma. Tenho que entender também que sou parte de um mundo maior do que eu mesma. Sou uma gota neste oceano de ideias que vai mudar e melhorar o nosso mundo. Anda por ANDA e podemos ser esta ONDA!”

Melissa Martin, coluna Soluções Vegetarianas

 

“ANDA.. nem dá para lembrar como era antes dela, tão importante se tornou. Todos nós, amantes dos animais, em muitos momentos queremos representar a voz humana deles para sensibilizar e inspirar pessoas a os respeitarem. Com amor, comprometimento, coragem, fé, eficiência, dedicação e beleza, a ANDA faz isso.
Gratidão, ANDA, e vida looooooooonga!”

Nina Rosa Jacob, coluna Palavra Animal

 

“Minha gratidão à ANDA por poder fazer parte desta agência. Sou esteticista, uso alternativas naturais para trabalhar e sei da importância de poder compartilhar uma forma mais simples, ética e sem crueldade de se cuidar. E fiquei muito feliz ao receber o convite da ANDA para poder compartilhar minha experiência e poder mostrar a outras pessoas,que é possível viver de forma ética sem crueldade. Sempre admirei a ANDA por seu trabalho sério pelos animais. Fico feliz de poder fazer parte da Agência de Notícias de Direitos Animais, a única com uma forma sem igual de nos manter informados sobre tudo o que acontece com os animais e sobre seus direitos.”

Lili Góes, coluna Beleza sem Crueldade

 

 

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Laboratório Schraiber apoia a ANDA com venda de produtos livres de exploração animal

(da Redação)

A Agência de Notícias de Direitos Animais, ANDA, trabalha com objetivo de informar para transformar. Fatos e informações do universo animal vem sendo cada vez mais discutidos pela imprensa, entre outras coisas, como resultado do trabalho sério e comprometido da ANDA. Para garantir a manutenção deste trabalho, a agência está sempre em busca de novas parcerias. E com grande prazer apresentamos hoje nosso mais recente apoiador,  o Laboratório Schraiber.

Há 24 anos a Schraiber está presente no mercado da homeopatia com profissionais farmacêuticos que trabalham pela evolução constante, respeitando os princípios homeopáticos e ao mesmo tempo expandindo sua linha com suplementos alimentares e phyto-cosméticos inovadores.

Por meio da recente parceria com a ANDA, a Schraiber está disponibilizando toda a sua linha 100% Vegana, com mais de 50 produtos não testados em animais, a preços acessíveis. Você poderá adquiri-los diretamente na seção “Linha Vegana” do site.

E se você é um seguidor da ANDA pode aproveitar as condições especiais que o Laboratório Schraiber está disponibilizando com exclusividade para os 100 primeiros compradores.

Adquirindo os produtos veganos, você ganha brindes e 10% do valor total da sua compra será revertido para ajudar os projetos da ANDA. Nas compras a partir de R$ 80,00, o frete é grátis.

Importante

Para garantir que a ANDA receba a doação, clique na palavra “Anda” ao finalizar a sua compra no site do Laboratório Schraiber.

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