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Cão idoso desenganado por veterinário se recupera após adoção

The Dodo

Um cachorro doente e deprimido que vivia em um abrigo nos Estados Unidos superou as expectativas de um veterinário e ofereceu a si mesmo uma segunda chance. Earl, como é chamado, só conhecia a tristeza e já tinha perdido a vontade de viver quando foi adotado e recebeu um difícil diagnóstico. O que ninguém sabia era que ele superaria mais uma dificuldade e viveria bem ao lado de sua nova família.

Idoso, o cachorro era rejeitado pelos adotantes. Ver os outros cães do abrigo irem para novos lares enquanto ele amargava dentro de uma pequena baia, o deprimiu cada vez mais. Mas a vida dele mudou há cerca de sete meses.

Um dia, uma moradora do estado norte-americano do Oregon telefonou para a entidade e informou os voluntários sobre seu desejo de adotar Earl, que, até então, nem esse nome tinha, mas passou a tê-lo para iniciar sua nova vida.

O começo desta nova etapa, no entanto, foi difícil. Earl teimava em não se comer e por um tempo teve que se alimentar de maneira forçada, através de uma seringa. Sua respiração também começou a falhar e seu estômago inchou. Na clínica veterinária, veio o diagnóstico: insuficiência cardíaca. Earl teria que sobreviver àquela noite para que houvesse esperança para o seu tratamento. E o guerreiro sobreviveu.

The Dodo

No dia seguinte, Emma foi visitar seu novo amigo e o encontrou abanando o rabo, feliz por ver diante dele quem lhe dava motivos para querer viver como ele nunca havia tido antes. Em poucas horas, o cachorro conseguiu ficar de pé, deu seus primeiros passos pós internação e até quis brincar.

O milagre maior, no entanto, ainda estava por vir. Isso porque depois de dar alta médica ao cão, o veterinário fez um alerta: seu corpo frágil sobreviveria a, no máximo, mais um mês. Essa notícia foi dada à Emma há sete meses e Earl permanece com sua família. Não se sabe por mais quanto tempo o milagre se perpetuará, mas uma coisa é certa: amor não faltará.


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Cão é adotado após tutor abandoná-lo por considerar o animal “burro”

Foto: Reprodução Facebook / Muttville Senior Dog Rescue

“Ele é burro”, esta foi a frase usada por um norte-americano para abandonar um poodle de 18 anos em um abrigo. Idoso, o cachorro foi descartado quando mais precisava de proteção e cuidados. Seus antigos tutores não imaginavam, porém, que o amor negado por eles seria entregue ao animal em dobro não só pelos voluntários do abrigo, mas pela nova família do cão, que logo foi adotado.

Figgy superou a expectativa de vida de cães da raça poodle, que costumam viver, em média, entre 12 e 15 anos. E se para seus antigos tutores os 18 anos do cachorro não eram motivos para comemorar, para Eileen, sua nova tutora, não faltaram razões para celebrar o presente que era ter um novo membro em sua família.

Abandonado no Muttville Senior Dog Rescue, em San Francisco, no estado norte-americano da Califórnia, Figgy comoveu os voluntários do abrigo, que sabiam o quão difícil seria encontrar alguém disposto a adotar um animal de idade tão avançada.

Eles ficaram ainda mais abalados quando souberam dos argumentos que o antigo tutor do poodle usou para justificar o abandono. Sua esposa não gostava do cachorro, que tem artrite e é muito “burro”. Foram essas as duras palavras do homem, que tratou Figgy como um objeto descartável.

O problema, no entanto, não era o poodle, mas sim a forma distorcida como ele era visto por sua antiga família – o que foi resolvido pela ONG, que providenciou uma nova tutora para o cachorro capaz de enxergá-lo com os olhos do coração e, assim, ver apenas qualidades no animal.

Foto: Reprodução Facebook/ Muttville Senior Dog Rescue

A entidade sabia que, na verdade, o abandono de Figgy tinha sido motivado por sua idade avançada. Idoso, ele precisa de cuidados especiais, tem menos resistência a doenças e demanda mais recursos financeiros. Nada disso, entretanto, era um problema para Eileen, que o levou para casa.

Para impedir que o poodle terminasse sua vida em uma baia solitária do abrigo, os voluntários da instituição entraram em contato com Eileen. Membro da equipe de voluntariado do Muttville Senior Dog Rescue, ela é conhecida por dar abrigo a cachorros idosos para lhes oferecer um fim de vida digno e repleto de amor.

Ao ser contatada pela ONG, a norte-americana não pensou duas vezes. E para sua surpresa, ao chegar no abrigo Eileen percebeu que Figgy parecia esperar por ela. Isso porque os dois experimentaram um vínculo de afeto imediato no momento em que se conheceram.


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Após ser afogado em lago, cão tem as patas quebradas e é morto a pauladas

Reprodução/Instagram/@lar.amicao

O Lar Amicão denunciou a morte brutal de um cachorro adotado no abrigo da entidade de proteção animal em Goiânia (GO). Branquinho, como era chamado, foi afogado em um lago, enforcado e morto a pauladas. O animal também foi arremessado no chão e teve suas patas quebradas.

As agressões teriam sido realizadas após o cachorro matar um pintinho. A ONG soube do caso através da pessoa que adotou o animal. Imagens de uma conversa no WhatsApp mostram mensagens que relatam os maus-tratos.

“Ele comeu um pintinho, o cara se irou e a coisa ficou grave. Precisava comentar, pois não tenho dormido pensando nisso. Ele enforcou o cão, lançou do alto para o chão, quebrando as pernas, na sequência afogou no lago e matou a pauladas. Eu não tive coragem de olhar, mas ele disse que o corpo está num buraco tipo fossa atrás da casa”, dizem as mensagens divulgadas pela entidade.

O crime foi denunciado à Delegacia de Meio Ambiente (DEMA) e ao Ministério Público. “Agora esperamos uma investigação”, afirmou a ONG.

Nas redes sociais, o Lar Amicão descreveu o trabalho árduo que realiza em prol dos animais abandonados desde 2015 e lamentou a morte de Branquinho. “Esse trabalho voluntário é duro e cansativo, mas vale a pena quando percebemos que uma vida foi salva e que o amor nasceu na adoção. Porém, nos deparamos com a triste realidade daqueles que adotam sem responsabilidade e partem o nosso coração ao negligenciar a vida que tanto cuidamos”, escreveu.

Reprodução/Instagram/@lar.amicao

“O lar ama cada cachorro que passa por lá, o lar abriga e ampara cada vida que chega, por isso a gente não recebe mais do que nossa capacidade permite, entendemos nossas limitações, mas damos toda qualidade de vida para aqueles que lá são acolhidos.Mas ontem uma ferida foi aberta em nossos corações, pois recebemos a notícia de que um dos cachorros resgatados por uma de nós, que tinha seu lar seguro, foi torturado e morto de forma cruel”, completou.

De acordo com a publicação, Branquinho estava sob a tutela de uma pessoa que passou pela triagem da entidade e efetuou a adoção, “mas não conseguiu garantir a segurança da vida dele”. A pessoa que havia adotado o cachorro informou à entidade que um “parceiro de negócios” matou o animal.

“Pedimos força para a comunidade para que crimes como esse não sejam naturalizados e banalizados. A crueldade foi feita, mas podemos nos conscientizar, nos sensibilizar diante da vida e não deixar passar impune mais um crime como esse”, concluiu a ONG.


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Destaques

Cachorro que temia o contato humano supera traumas após ser resgatado

Reprodução/YouTube/DogRescue

Um cachorro abandonado que trazia consigo inúmeros traumas teve sua vida transformada nos Estados Unidos. Resgatado por um grupo de proteção animal, ele havia sido descartado por seu antigo tutor e temia o contato humano.

Assustado, o filhote chorava desesperadamente enquanto os voluntários tentavam resgatá-lo. O medo de reviver os maus-tratos do passado o deixava desconfortável na presença daquelas pessoas que, mais tarde, ele descobriria que só queriam ajudá-lo.

Mas ninguém nunca havia o ajudado antes. Ele só conhecia o lado mais nefasto do ser humano e tinha se acostumado com ele. Por isso, levou tempo até o pequeno cão se livrar de seus traumas.

Encaminhado a um abrigo de proteção animal, o cachorro ganhou uma nova vida e, com ela, um novo nome: Dymka. Os cuidados que passou a receber, no entanto, ainda não eram suficientes para convencê-lo de que tudo estava bem. Toda vez que uma pessoa tentava tocá-lo, ele se encolhia e chegava até a urinar de pavor.

Reprodução/YouTube/DogRescue

Seus problemas de saúde foram rapidamente curados. A dor da alma, porém, levou mais tempo. Entretanto, pouco a pouco Dymka foi se soltando e recuperando sua confiança nos humanos. Seu primeiro passo foi sair do canto do canil e abanar timidamente seu rabo.

Com o passar dos dias, ele finalmente aceitou, sem medo, o carinho de uma voluntária do abrigo. Por fim, com seus traumas curados, ele foi apresentado a outros cachorros e pôde viver a vida que sempre mereceu, livre de inseguranças.


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Mulher adota cachorro que a consolou após a morte de sua mãe

Momento em que o cão consola a protetora de animais (Foto: Arquivo Pessoal Rhavenna Veloso)

Protetora de animais, Jaqueline Masceno não conseguiu fechar os olhos para a realidade de abandono do cachorro que a consolou após a morte de sua mãe, vítima da Covid-19. Comovida com o carinho que o animal deu a ela, Jaqueline decidiu adotá-lo.

Anjo Gabriel, como passou a ser chamado o cachorro, ainda não conhecia Jaqueline quando a consolou após vê-la consternada pela notícia de que sua mãe havia morrido. A idosa estava internada no Hospital do Parque do Piauí, na Zona Sul de Teresina.

Após pular nos braços da protetora, o cachorro desapareceu. Preocupada, Jaqueline pediu aos profissionais do hospital que a avisassem caso ele retornasse, o que aconteceu na última sexta-feira (21).

“Depois daquele dia, eu não o tinha mais visto. Quando foi na sexta-feira (21) que eu cheguei da missa de sétimo dia da minha mãe foi que a enfermeira do hospital me ligou dizendo que ele estava na porta do hospital. Então, o rapaz que é do grupo pelo qual eu participo foi até o local e o trouxe para minha casa”, comentou.

O objetivo de Jaqueline era levar o cachorro para o abrigo de animais do qual ela faz parte, mas a vontade de fazer dele um novo membro de sua família foi maior. A protetora sente que é sua missão cuidar do animal.

“Eu ia levar para o abrigo porque tenho cachorros aqui em casa com problemas e ele não poderia ficar por não ser castrado. Mas, ao chegar aqui, as minhas cadelas não estranharam ele”, explicou.

A decisão de adotar o cachorro foi tomada durante uma visita ao túmulo de sua mãe, feita no sábado (22) na companhia de Anjo Gabriel. “Eu fui ver a minha mãe e, então, eu o levei. Nós estávamos indo para o sítio para deixar ele lá, mas foi quando eu decidi ficar com ele”, disse.

“Ele apareceu e me consolou no momento em que mais precisei. Ele estava ali me consolando e eu senti que era ela. Depois de sete dias, ele apareceu no mesmo local. Então é o destino. É um propósito de eu ter que cuidar dele, eu sinto que é uma obrigação minha”, completou.

Anjo Gabriel já foi castrado, mas ainda passar por exames e ser vacinado. Por estar desempregada, Jaqueline pede ajuda para arcar com os custos dos procedimentos. Interessados em colaborar podem entrar em contato com ela pelo telefone (86) 9 8819-1836.


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Porco que seria morto para consumo se torna membro da família em SP

Léu Britto/Agência Mural

O porco João tinha em seu destino a mesma crueldade imposta aos outros animais da sua espécie: a morte para consumo humano. Mas uma mudança em sua história permitiu que ele fosse visto como um ser que possui direitos – dentre eles, o de viver em paz.

Comprado pela diarista Rosangela Rosa, de 48 anos, ele seria morto para consumo. No entanto, a moradora do distrito de Cangaíba, em São Paulo, teve seu coração conquistado pelo porquinho e desistiu de matá-lo.

Em poucas semanas convivendo com o porco, Rosangela decidiu fazer dele um novo membro de sua família. “Comprei para comer e não consegui. Então, ele virou o meu mascote”, contou Rosangela, em entrevista à Agência Mural.

E o porquinho não conquistou apenas sua tutora, mas também os moradores da rua onde vive. Dócil, o animal de aproximadamente 170 kg é querido por todos.

Léu Britto/Agência Mural

O nome do animal foi inspirado em João Expedito. O estudante de direito revela o porquê: “quando eu era mais novo eu era atentado e deixava ela [Rose] de cabelo em pé. A gente tinha uma raiva que virou carinho e depois ela fez essa homenagem”.

Sensível como qualquer animal, o porquinho tem suas semelhanças com animais que não vão parar no prato dos brasileiros, como os cachorros. João adora assistir TV e passear pelas ruas do bairro onde mora.

Na casa onde mora, ele tem a companhia de galos, galinhas, cachorros e gatos.


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Cachorro adota filhote de gambá levado a santuário após morte de sua mãe

Foto: Reprodução Youtube / Myrtle Beach Safari / Rare Species Fund

O destino de um gambá recém-nascido teria sido trágico não fosse o Rare Species Fund, santuário para animais nos Estados Unidos. Órfão, o filhote foi encontrado sozinho após sua mãe morrer em decorrência de um atropelamento.

O que o pequeno gambá não esperava, no entanto, era encontrar em seu novo lar o mesmo acolhimento que recebia de sua mãe. No santuário, Poncho, como foi batizado, foi adotado por Hantu, um cachorro que não se importou com as diferenças entre as espécies e passou a cuidar do filhote.

A aproximação entre os dois foi permitida para que Poncho não se sentisse solitário. E o cachorro, que nunca havia cuidado de filhotes antes, se apaixonou pelo gambá, estabelecendo com ele uma relação paternal.

Foto: Reprodução Youtube / Myrtle Beach Safari / Rare Species Fund

O carinho de Hantu permitiu que o filhote se sentisse novamente seguro e amado, o que o ajudou a se desenvolver apesar de seu passado trágico.

Inseparável, a dupla não desgruda um só minuto. Nas costas do cachorro, o gambá passeia pelo santuário – cena que se repete desde à chegada de Poncho ao local, quando ainda era um recém-nascido, até os dias atuais, com o gambá já adulto.

A história dos dois é uma verdadeira lição aos humanos sobre o enfrentamento a qualquer diferença, já que serem de espécies distintas nunca os impediu de criar um laço de amor indestrutível.

Foto: Reprodução Youtube / Myrtle Beach Safari / Rare Species Fund

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Gato com deficiência é adotado e cria laço de afeto com outro animal

Potato sofreu muito nas ruas, onde viveu por cerca de dois anos até ser adotado por uma protetora de animais. Salvo do abandono, ele foi viver em uma casa em Pequim, na China.

Mas a vida na rua lhe causou danos. Levado ao veterinário, ele foi diagnosticado com um adenoma ceruminoso nos canais auditivo e nas abas das orelhas, que tiveram que ser amputadas.

O gatinho ficou surdo, mas ganhou muito mais do que perdeu. Apesar de não poder mais ouvir, ele consegue sentir todo o amor que recebe de sua tutora e de Horlick, outro gato da família.

Foto: Instagram / @no_ear_meow_potato

Potato e Horlick criaram um bonito e forte laço de afeto. A dupla inseparável ganhou até um perfil no Instagram e tem feito sucesso entre os internautas.

A feição simpática de Potato, que ficou ainda mais fofo depois da cirurgia, conquistou o coração de seus mais de 8 mil seguidores na rede social.

A história de superação e o final feliz do gato é um exemplo e prova a necessidade da sociedade como um todo vencer seus preconceitos para dar uma chance a animais com deficiência.

gato-surdo
Foto: Instagram / @no_ear_meow_potato
Foto: Instagram / @no_ear_meow_potato

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Cão que chorava todo dia após ser abandonado em abrigo é salvo pela adoção

Foto: Rumble / SavingCarsonShelterDogs

Apaixonado por seus tutores, Blue King não suportou a dor de ser descartado por eles. Abandonado em um abrigo na Califórnia, nos Estados Unidos, o cachorro desenvolveu um quadro de depressão e parou de se alimentar. Não havia um único dia em que o pit bull não chorava.

A tristeza dele, no entanto, teve fim. Comovidos com o sofrimento do animal – que poderia acabar sendo morto, já que o abrigo onde ele foi deixado sacrifica animais saudáveis que não são adotados -, funcionários do local publicaram um vídeo de Blue nas redes sociais para tentar encontrar uma família disposta a adotá-lo.

Tocada pelas imagens, Jennifer McKay foi até o abrigo para conhecer o cão. “Ele parecia muito triste e deprimido. Todos os outros cães estavam fazendo contato visual e abanando o rabo, mas ele não se levantou, não veio me ver. Foi triste. Você poderia dizer que toda vez que alguém passava, era como se ele estivesse procurando pelos antigos tutores. É como se ele soubesse que havia sido deixado lá”, disse ao portal Rumble.

Foto: Rumble / SavingCarsonShelterDogs

A partir de então, a norte-americana passou a visitar o pit bull com frequência, na tentativa de criar um vínculo afetivo com o cão. Após um tempo, Jennifer acabou adotando Blue, que se transformou ao perceber que havia encontrado uma tutora para dividir a vida.

“Ele meio que me enganou. Eu esperava ter um cachorro relaxado e descontraído, mas assim que os portões se abriram no canil, ele ficou super empolgado. E ele adorava andar de carro. Ele queria enfiar a cabeça pela janela”, contou.

No novo lar, Blue redescobriu a felicidade. “Ele parece estar se sentindo em casa. Ele tem seu lugar no sofá”, concluiu a tutora.

Foto: Rumble / SavingCarsonShelterDogs

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Jornalista realiza sonho ao adotar cão na quarentena e animal a ajuda a enfrentar depressão

Thais, seu marido e o novo membro da família: Benzinho (Foto: Arquivo Pessoal)

Os animais são companhias incríveis e Thais Pereira Araújo Jimenez, de 33 anos, sabia disso. O que ela não imaginava é que encontraria força para enfrentar uma depressão no convívio com um cachorro. Ao aproveitar a quarentena imposta pelo coronavírus para concretizar o sonho de adotar um animal, a jornalista e funcionária pública fez de Benzinho mais do que um simples cão, permitindo que ele se tornasse membro de sua família e provasse que a adoção salva vidas – não só a dos animais adotados, mas também de quem adota e é, dia após dia, transformado pelo amor que só um animal pode oferecer.

O apartamento em Itatiba, cidade do interior de São Paulo, virou um lar por completo com a chegada do filhote, que está recebendo amor e carinho e, em troca, tem curado Thais da depressão e da síndrome do pânico. Junto do marido, a jornalista não só decidiu aumentar a família, como fez questão de fazer isso dando um belo exemplo: salvando uma vida através da adoção.

Benzinho foi adotado após Thais encontrar o Abrigo Amigo nas redes sociais. Comandado por uma protetora de animais independente, o projeto deu uma chance não só ao filhote, mas a tantos outros animais resgatados do abandono e dos maus-tratos. Da cidade de Campinas, no interior de São Paulo, o Abrigo fez a ponte entre o passado de abandono de Benzinho e sua nova família, permitindo que ele vivesse o presente cercado de amor e tivesse a oportunidade de construir o futuro que sempre mereceu, longe do sofrimento.

E para contar um pouco de sua história de amor com Benzinho, como a própria jornalista se refere à adoção do cão, Thais concedeu entrevista exclusiva à ANDA. Confira abaixo na íntegra.

ANDA: Desde quando você cogitava adotar um cachorro e porque decidiu fazê-lo durante a quarentena?

Thais Pereira: Desde que me casei, há 3 anos, eu e meu marido sempre quisemos adotar um cãozinho. Como moramos em apartamento e trabalhamos o dia todo fora, esse sonho foi ficando distante diante dessa realidade. Mas, daí veio a pandemia e tudo isso mudou. As incertezas destes tempos estranhos me acentuaram o desejo de viver o presente e dar vazão a alguns sonhos. Foi então que ter um cachorro ser tornou um desejo real já que estamos trabalhando em casa desde março, com tempo de sobra pra cuidar, ensinar, aprender com esse serzinho que escolhemos. E que hoje se chama Benzinho.

ANDA: Como você chegou ao Abrigo Amigo e o que te levou a escolher o Benzinho?

Thais Pereira: Depois da decisão tomada de adotar um cãozinho, comecei a procurar abrigos na minha cidade e nas cidades próximas (Campinas e Jundiaí). Dentre os perfis que passei a seguir no Instagram estava o Abrigo Amigo, com postagens diárias de cãozinhos resgatados. Assim que vi a foto do Benzinho me apaixonei de cara. Era ele que queria pra minha vida! Passei um tempão preenchendo o formulário de adoção do Abrigo, em que tive que responder sobre praticamente todas as situações possíveis de acontecer na convivência com um cão (desde minha rotina diária até a possibilidade de mudança de imóvel, marca de ração que iria oferecer a ele…) – um questionário bem completo, que me fez perceber a seriedade do trabalho do Abrigo Amigo e o comprometimento deles com os cachorros abandonados. Nós e mais seis famílias requisitaram sua adoção, mas ele era pra ser nosso!!!

Benzinho, que antes se chamava Barthô, no dia em que foi adotado (Foto: Arquivo Pessoal)

ANDA: Como tem sido a experiência de adaptação do Benzinho ao novo lar? A quarentena tem ajudado nesse processo?

Thais Pereira: Faz cerca de 12 dias que o Benzinho está conosco. Estamos nos adaptando ao comportamento dele; e ele ao nosso. Tudo é novo pra todos nós. É o primeiro cachorro que temos. Com certeza este período de quarentena tem nos ajudado nesse processo. O nosso tempo está quase que praticamente voltado a ele. Como somos pais de “primeira viagem”, temos aproveitado pra ver vídeos sobre psicologia canina, comportamento animal etc… E estamos colocando todo esse aprendizado na prática. Em poucos dias, por exemplo, ele já entendeu o lugar certinho de fazer suas necessidades. Acho que sua evolução não seria tão rápida se estivéssemos trabalhando fora.

ANDA: A diferença que a companhia de um animal pode fazer na vida de uma pessoa, especialmente durante períodos difíceis como os que estão sendo vividos atualmente, é apontada por especialistas. Psicólogos têm falado sobre os animais serem aliados no combate à solidão na quarentena. A adoção do Benzinho promoveu mudanças na sua vida, especialmente sob o ponto de vista emocional?

Thais Pereira: Desde o ano passado, comecei a ter crises agudas de ansiedade. Elas se intensificaram e desencadearam crises de pânico e depressão quando a pandemia se espalhou no Brasil, no meio de março. Além da terapia, que eu já fazia, precisei recorrer à ajuda de uma psiquiatra para iniciar um tratamento com ansiolítico e calmante. Minha terapeuta indicou a companhia de um cãozinho pra me auxiliar nesse processo. Ela disse que cuidar de um outro ser tiraria o foco das minhas questões e fortaleceria meu emocional. E nesse pouco tempo em que o Benzinho chegou, já sinto mudanças reais em minha vida. Além de estar 100% concentrada no adestramento dele, estou há algumas noites conseguindo dormir sem calmantes.

ANDA: Além dos benefícios que a companhia de um animal proporciona ao tutor, a adoção é fundamental para o animal, que em muitos casos tem sua vida salva ao ser tirado de uma situação de risco. Como você se sente ao fazer parte disso?

Thais Pereira: Eu me sinto extremamente realizada em ter cruzado o caminho com o Benzinho. Poder proporcionar uma vida feliz, confortável e segura pra ele preenche a minha vida de significado. É uma ajuda mútua: ele tem me curado da depressão e do pânico e eu posso dar a ele um lar cheio de amor e carinho. Não tem como ser melhor que isto! É importante salientar aqui o papel fundamental dos abrigos e protetores de animais, que fazem um trabalho importantíssimo nessa história. O Abrigo Amigo, no nosso caso, foi nosso elo de amor.

O abandono ficou no passado e agora Benzinho vive uma vida confortável em seu novo lar (Foto: Arquivo Pessoal)

ANDA: Histórias de adoção frequentemente provam que os animais demonstram felicidade e gratidão por terem encontrado um lar. Você observa isso no Benzinho? Como ele passou a se comportar desde que foi levado para a sua casa?

Thais Pereira: Eu vejo o Benzinho muito feliz aqui conosco. Ele dorme bem, tem muita energia pra brincar e bastante apetite também. No entanto, ele traz consigo uma carência típica do animal abandonado. Ele quer estar sempre conosco, deita no nosso pé enquanto estamos cozinhando, reclama nossa atenção quando estamos no celular, entre outras coisas. Mas, nós já estabelecemos uma conexão forte de amor e segurança. Daqui em diante eu só vejo nossa relação se estreitar ainda mais.

ANDA: O que você diria para quem tem condições de adotar um animal e ainda não o fez?

Thais Pereira: Adoção é doação para ambas as partes – doação de tempo, de energia, mas também de amor e carinho. Adotar um animal é dar a ele uma segunda chance de ser feliz, de ter uma vida plena, tal qual ele merece e tal qual todos nós seres humanos merecemos. Tanto o adotante quanto o adotado só ganham nessa experiência.

Não compre por raça, adote por amor

A Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) é defensora árdua da adoção de animais. Levantando constantemente a bandeira da luta contra a objetificação de animais explorados para reprodução e venda, a agência acredita na construção de uma sociedade ética que não subjugue os animais ao reduzi-los a objetos passíveis de comercialização.

Reprodução/Instagram/@abrigoamigo

Em todo canto do Brasil há protetores de animais independentes e ONGs que trabalham de maneira voluntária e incansável para mostrar que o que importa é o amor, não a raça. Dentre essas iniciativas espalhadas pelo país está o Abrigo Amigo, por meio do qual moradores de Campinas e cidades próximas, até mesmo da capital paulista, podem conquistar o grande amor de suas vidas, levando para casa um animal que precisa de cuidado e carinho. Para mudar o destino de um cão ou gato, basta entrar em contato, através das redes sociais, com a protetora que fundou o projeto.


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Cão é adotado após ficar um mês em unidade de saúde à espera de tutor que morreu

Reprodução/Facebook/Capão Atento

Um cachorro que esperou durante um mês pelo tutor em frente a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em São Paulo gerou comoção suficiente para mudar seu destino, garantindo a ele um recomeço através da adoção.

O tutor de Grandão, como foi apelidado o cão, foi levado à UBS do Parque Santo Antônio em estado grave. Após ser transferido para o Pronto Socorro de Campo Limpo, ele acabou morrendo. O animal, no entanto, nunca cogitou sair de frente da unidade de saúde, na esperança de rever seu companheiro que ele tanto amava.

A fidelidade e o amor incondicional do cachorro, que recebeu água e comida de funcionários e pacientes da UBS enquanto esteve no local, tocou o coração de Neilde Mendes, que decidiu adotá-lo.

O final feliz de Conrado – nome que sua nova tutora deu a ele – foi possível graças a uma publicação feita nas redes sociais pela página Capão Atento, que rendeu 3 mil curtidas, 1,5 compartilhamentos e quase 700 comentários. A corrente de solidariedade formada no Facebook rendeu bons frutos e garantiu uma nova chance para o cão, que agora viverá feliz em seu novo lar.

Reprodução/Facebook/Capão Atento

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Cão é adotado após entrar em viatura policial e chorar para não sair do veículo

Foto: Polícia Militar Rodoviária/Divulgação

Um cachorro entrou em uma viatura da Polícia Militar Rodoviária na SC-135, no município catarinense de Rio das Antas, e chorou quando os agentes tentaram tirá-lo do veículo. A situação comovente terminou com a adoção do animal.

O caso inusitado aconteceu durante uma operação de fiscalização realizada no último domingo (21). A atitude do cão sensibilizou tanto a Polícia Rodoviária que uma campanha de conscientização em prol da adoção e contra o abandono de animais foi criada pelo órgão.

A polícia informou ao G1 que o cachorro, que aparentava ter sido abandonado na rodovia, pulou dentro do carro e chorou desesperadamente quando dois policiais tentaram retirá-lo da viatura.

Levado até o posto policial, ele foi adotado pelo Cabo Maurício, que estava no local. O abandono ficou no passado do animal, que agora tem uma família para amar.

Após o resgate do cão, a Polícia Rodoviária decidiu lançar nas redes sociais a campanha #AmigoNãoSeAbandona. Através da ação de conscientização, fotos de policiais militares rodoviários ao lado de seus animais serão publicadas para incentivar a prática da adoção e coibir o abandono.


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