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Orangotango adota bebê órfão na Indonésia

Anggun, o filhote, possui três anos, já a mãe adotiva, Monti, 12 anos


International Animal Recue / MercuryPress

Recentemente, uma orangotango “adotou” um bebê órfão e, juntos, começaram uma nova vida, após os animais serem libertados de um cativeiro na Indonésia.

Monti, a mãe adotiva, e Anggun, o filhote, foram libertados no Parque Nacional Bukit Baka Bukit Raya, em Bornéu Ocidental, no início do mês de fevereiro, após passarem alguns meses em um santuário de reabilitação de vida selvagem, para que Anggun pudesse reaprender alguns comportamentos naturais, como escalar árvores, procurar comida e fazer ninhos essenciais para a sobrevivência nas florestas.

Durante o tempo no santuário, os especialistas esperavam que Monti ensinasse a Anggun o que ela sabia. Karmele L Sanchez, diretor do programa da IAR Indonésia, disse ao site Daily Mail (20): “Esperava-se que Monti ensinasse à Anggun as habilidades necessárias para sobreviver em seu habitat natural, além de protegê-lo e alimentá-lo”.

A estratégia deu certo e Monti aflorou seu lado maternal assim como Anggun ficou mais confiante em aprender coisas novas. Geralmente, os bebês orangotangos ficam com suas mães até os seis e oito anos. Anggun possui três anos, já Monti, 12 anos.

International Animal Recue / MercuryPress

Durante o processo de soltura dos animais no Parque Nacional, os voluntários viajaram por três dias até o ponto de liberação, no ponto central do parque. Agung Nugroho, chefe do Parque Nacional Bukit Baka Bukit Raya, disse: “Felizmente, os orangotangos liberados poderão formar uma nova população e ajudar a manter a existência da espécie”.

Confira o vídeo dos animais, AQUI. 


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Com dívidas, protetora pede ajuda para não fechar abrigo com quase 300 animais (GO)

Recentemente, ela tentou fazer uma campanha na internet via mídias sociais, no entanto, só conseguiu doar dois animais até então


Mônica Aquino (48) é uma vendedora que cuida sozinha de um abrigo com 293 cães e gatos, em Goiânia. No entanto, ela possui dívidas acumuladas em R$ 35 mil e não está conseguindo manter a estrutura do local e vem pedindo ajuda nas mídias sociais.

O abrigo existe há quatro anos, porém, com a dificuldade financeira, Mônica está considerando fechar o abrigo, para que isso seja feito, ela precisa doar os animais. Recentemente, ela tentou fazer uma campanha na internet via mídias sociais, no entanto, só conseguiu doar dois animais até então.

O abrigo possui dois espaços alugados: um imóvel residencial e uma chácara, onde Mônica iniciou a construção de canis, mas não conseguiu finalizar por falta de condições financeiras. Além do mais, o aluguel da casa está atrasado há vários meses e Mônica está com medo de ser despejada ainda neste mês.

Para Mônica, a única solução, é concluir a construção dos canis na chácara e levar os animais para o local. Para isso, a protetora precisa de doações de materiais, mão de obra e dinheiro.

Foto: Mônica Aquino/Arquivo pessoal

Além disso, ela também precisa pagar as dívidas com fornecedores e clínicas veterinárias, além de conseguir doações de ração, medicamentos e dinheiro para manter o funcionamento do abrigo pelos próximos meses. De acordo com a protetora, sua despesa gira em torno de R$ 25 mil, uma vez que as doações recebidas não alcançam R$ 6 mil por mês.

“Estou com uma dívida de R$ 35 mil, fora o que devo no cheque especial. Já vendi meu carro. Cheguei a um ponto que eu não tenho mais o que vender, não tenho como pagar, porque a dívida está impagável, e eu não tenho mais como manter os animais”, desabafa ao site G1 (18).

A maior preocupação de Mônica está sendo com os animais. “Não recebo ajuda do governo, prefeitura, nada. Se o dinheiro de doações não entrar, eu não tenho como manter os animais. Eles estarão na rua porque eu não tenho outra alternativa. Se uma pessoa tem dificuldade para pegar um animal na rua e levar para casa, o que eu vou fazer com 293 animais? Eu não tenho onde colocá-los se eu não tiver uma estrutura”, concluiu ela.

Confira o vídeo da reportagem do G1 AQUI. 


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Cão é adotado depois de correr 16 km entre estranhos

Durante a corrida, as pessoas pensaram que o cão era de algum dos corredores


Wake County Animal Center

Max é uma mistura de pit bull com raça não definida e estava por uma estrada perto de Dunn, Carolina do Norte (EUA), em dezembro, quando avistou um grupo participando de uma corrida e decidiu se juntar a eles.

“Ele estava correndo e pulando, todo animado para ver as pessoas”, disse Charles Akers, um dos corredores, ao The Dodo. “Todos nós pensamos que ele era o cachorro de alguém”.

Max percorreu com eles cerca de 16 km e mais 8 km com outro grupo de corrida. Quando Akers chegou à linha de chegada, ele viu Max novamente, ainda cheio de energia e pronto para a celebração pós-corrida. Mas o cachorro não parecia pertencer a ninguém e ele não parecia estar voltando para casa.

Após, Akers, então chamou sua esposa em busca de ajuda e observou Max até que ela chegasse.

Quando a esposa de Akers chegou, ela levou Max a um veterinário local para procurar um microchip, para que o dono pudesse ser localizado. O cachorro possuía um microchip e eles entraram imediatamente em contato com os tutores que, no entanto,  não quiserem ir buscar o cão, por razões desconhecidas.

Tristes e preocupados, Akers e outros corredores começaram a espalhar a notícia sobre Max e a corrida. Akers e sua esposa já têm uma casa cheia com três cães e um gato, então, relutantemente, levaram Max ao abrigo de animais, Wake County Animal Center – mas continuaram postando sobre ele on-line, esperando que alguém o adotasse.

Enquanto circulavam os posts nas redes sociais sobre Max, Chad Duffy e sua família procuravam adotar outro cachorro depois que o último deles faleceu.

Eles vasculharam dezenas de listagens de adoção on-line e foram a muitos abrigos locais em busca do encaixe perfeito – e era o Max o encaixe. “Estávamos apenas procurando o cachorro certo”, disse Duffy ao The Dodo.

Duffy e sua esposa são triatletas e desejavam um cachorro com quem pudessem correr, mas também que fosse amigável com sua filha – era o Max.


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ONGs norte-americanas ajudam a resgatar 30 cães vítimas dos terremotos em Porto Rico

Animais já estão em segurança e disponíveis para adoção


Instagram/Brandywinespca

Um abrigo de animais Brandywine Valley SPCA na Pensilvânia, nos Estados Unidos, está acolhendo 30 cães afetados pelos terremotos recentes em Porto Rico, de acordo com o site Philadelphia Inquirer .

Segundo o site One Green Planet desta segunda-feira (27), os grupos de proteção animal Wings of Rescue (Asas do Resgate), GreaterGood.org  e o The Sato Project  coordenaram o translado dos cães para os Estados Unidos e os mesmos já estão disponíveis para a adoção.

Ainda de acordo com uma publicação do Facebook, os cães foram examinados e possuem certificados sanitários. O site One Green também relata que a instituição Brandywine Valley suportou  12.911 animais no ano passado,  fornecendo também esterilização e tratamento veterinário a mais de 10 mil animais.


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